segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 | Autor:

Instr. Pedro Estela

Querido Dê:
Con cariño te dejo a vos, y a todos los visitantes, el link del mini-video de la primer graduación de Instructores de SwáSthya que se hizo el pasado 8 de mayo en Buenos Aires.
Espero te traiga tan lindos recuerdos como los mios!

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 [Atente para o Hino da Uni-Yôga!]

Maestro Edgardo Caramella

Ahhh, miro el video y no puedo dejar de emocionarme y alegrarme por tener esta egrégora tan linda.
En esta ceremonia el Maestro DeRose fue homenajeado con un diploma que le entregó el ministerio de Cultura por su aporte a la Educación y a la Cultura.
Gracias a Lucas por tus palabras y a Pedro por tan linda síntesis filmada, de esa noche especial.
Abrazos

24 comentários

  1. 1
    Sol Montenegro
    segunda-feira, 6 de julho de 2009 às 22:55
     

    Buenísimo!!!! Besos para todos,
    Sol

  2. 2
    Ale Roldan
    segunda-feira, 6 de julho de 2009 às 23:31
     

    Oi De Rose!!

    Olha que materia legal sobre ser vegetariano…
    Com direito a uma mega pesquisa!

    Bjs!

    http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2009/07/06/associacao-dietetica-americana-passa-indicar-dieta-vegetariana-na-prevencao-de-doencas-756675964.asp

  3. 3
    Lucas De Nardi
    segunda-feira, 6 de julho de 2009 às 23:50
     

    Esta turma do SwáSthya é realmente demais. E o pessoal da Argentina está sempre me surpreendendo pelo empenho e profissionalismo. Fico muito lisonjeado de fazer parte desta família tão incrível e realizadora.
    Parabéns ao Pedro, pela edição primorosa do vídeo, parabéns ao Maestro Edgardo pela organização e parabéns ao Método DeRose, pois estes instrutores são um presente no trabalho de perpetuação de Nossa Cultura.
    Fico muito feliz por ter tido o privilégio de presenciar tudo isso ao vivo. Foi realmente lindo e divertido.

    Beijos, Mestre!

    Lucas De Nardi – Porto Alegre – RS

    DeRose Reply:

    Obrigado, Lucas. A Naiana me contou que você teve uma experiência feliz ao se apresentar como instrutor do Método DeRose e não como instrutor de Yôga. Como foi isso?

    Lucas De Nardi Reply:

    Oi Mestre!

    Pois é, a Nai me contou que conversou contigo e falou deste epsódio.

    Bom, eu sou um pouco detalhista demais quando conto histórias, então se ficar muito grande escrevo de novo. [Não precisa. Eu vou cortar um pedacinho.]

    [ ... Trecho cortado para abreviar o relato. ...]

    A outra situação aconteceu quando eu conversava com uma amiga e uma conhecida. Num determinado momento minha amiga comentou sobre a escola, e a terceira pessoa da conversa perguntou:

    – Escola do que?
    – Do Método DeRose
    – Ah, do DeRose! – disse ela e ficou alguns instantes em silêncio. Logo depois falou:
    – DeRose é Yôga, né!? Ele é muito sério, não é!? Tem várias escolas aqui em Porto Alegre.

    Aquilo me deu uma alegria e um alívio ao mesmo tempo, pois parece que não precisamos mais mencionar Yôga, o nome do nosso Método já basta. E mesmo assim, as pessoas sabem que estamos nos referindo à filosofia do Yôga, mas alicerçada por algo mais sério. Ao menos foi o que senti nestas duas experiências.

    Para concluir, gostaria de dizer que acho que o grande receio de tirarmos o nome Yôga dos diálogos, fachadas e material de divulgação de nosso trabalho é um receio comercial. [Mas quem não faz um trabalho comercial, não tem o que recear, não é mesmo?] Os diretores e instrutores tem medo de perder a identidade e deixar de cativar as pessoas para usufruirem de seus serviços. Mas se pensarmos no alívio que seria se sempre que identificarmos nossa proffisão e nossa filosofia de vida, as pessoas não fizessem caras esquisitas ou nos associassem com estereótipos que nada tem a ver com os conceitos de força, beleza, energia, qualidade de vida que ensinamos, certamente todos adotariam esta nova forma de identificação ante a sociedade.

    E pensando mais a fundo, se as pessoas pararem de nos associar com tudo aquilo que não tem relação com o que fazemos, talvez comecem a nos associar com o que realmente somos!

    Espero que não tenha ficado um texto muito longo, nem cansativo. E desejo que sirva de incentivo para que os demais também se pronunciem como ensinantes do Método DeRose para ver o que acontece.

    Acho que era isso, né, Mestre!?

    Beijos

    Lucas De Nardi – Porto Alegre – RS

  4. 4
    Anahi Flores
    terça-feira, 7 de julho de 2009 às 0:45
    anahiflores.org
     

    O Peter sempre faz ótimos vídeos :)

    Beijinhos da Anahí
    Buenos Aires (sem gripe).

    DeRose Reply:

    Estou escutando o Tango que você usava para as suas coreografias e que arrancavam – literalmente – lágrimas de algumas pessoas que a assistiam. Tenho muita pena que você não nos brinde mais com aquelas obras de arte.

    Anahi Flores Reply:

    Só hoje vi este comentário, por isso a demora em lhe responder, sorry ☺
    Que bom que você tenha gostado. Eu também gostava. Amava aquela coreografia. Eu mesma também quase chorei durante algumas apresentações… era engraçado ver como a própria seqüencia me ia emocionando mais e mais a cada ásana. Sou feliz por ter-la feito.
    Vou deixar aqui o link para aqueles que não a conheçam e queiram assistir:
    httpv://www.youtube.com/watch?v=EH5pFyGATLA
    Por falar de coreografias… você sabia que nos conhecemos numa apresentação de coreografias…?
    Você não precisa lembrar, mas eu lembro muito bem! Tanto que escrevi, ano passado, um texto sobre aquele dia feliz, e vou copiar a continuação a pessar de ser longo.
    Beijinhos da
    Anahí

    No ano 2007, numa manhã de Outono, como já era habitual, fui praticar Yôga com Edgardo Caramella. Quando cheguei à escola, situada no bairro portenho do Abasto, o meu professor tinha uma notícia inesperada: nesse dia DeRose viria visitar-nos. Agora? Não, à noite. Faltavam, exactamente, doze horas. Para mim, foi uma surpresa e creio que para Edgardo também, uma vez que nos estava a avisar em cima da hora. Ele disse-nos que se iria concentrar para preparar uma refeição e outras coisas para recebê-lo, e propôs-me – porque não – aproveitar o dia para criar, treinar e apresentar uma coreografia para o nosso convidado. Dado que eu nunca tinha apresentado (nem criado, nem treinado) uma coreografia de SwáSthya Yôga, até aquele momento, a proposta era, então, um grande desafio. Por sorte, um aluno mais antigo – na realidade um instrutor acabado de se formar – chegou, mais ou menos, naquele momento da conversa e propôs-se a ajudar-me. Aceitei a ajuda. Luciano e eu corremos para a sala de prática, desarrumámos a coleção de CDs do Edgardo, para podermos ver todas as capas e começar a procurar uma música adequada para a minha primeira coreografia. Não sei quanto tempo demorámos, mas ainda era de manhã quando encontrámos uma música de percursão que ambos conhecíamos de algum filme daquela época. O primeiro passo estava dado.
    Durante a tarde, fui reunindo ásanas (técnicas corporais do Yôga Antigo) para os combinar, de acordo com as minhas possibilidades criativas. As coreografias, normalmente, também levam mudrás (gestos feitos com as mãos), mas se eu não me engano, não coloquei nenhum, uma vez que ainda não estava familiarizada com essa técnica. Foi uma coreografia muito simples e não sei dizer, hoje em dia, se ficou bonita ou não. Em pouco tempo esqueci-a e acho que, naquela noite, ninguém a filmou… mas nesse dia treinei-a tanto quanto o tempo e a perseverança o permitiram e foi o suficiente para impregná-la nas minhas células. De vez em quando, Edgardo abria a porta da sala e observava como estava a decorrer. Depois, ia-se embora, sem dizer muito… e eu perguntava-me o que estaria ele a pensar.
    Ao entardecer, alguns pensamentos começaram a surgir-me quando já tinha a coreografia razoavelmente pronta. Alguém que para o meu professor era muito importante estava a chegar. Alguém de quem eu não sabia muito, apesar de há alguns meses a esta parte, ter vindo a escutar o Edgardo, a mencioná-lo diariamente. Sem dar por isso, tinha vivido um dia de pújá (retribuição de energia). Tinha passado as últimas doze horas a preparar uma oferta para o Mestre, algo feito com a minha matéria e com a minha energia. Em cada movimento do meu corpo existia a firme intenção de o conhecer.
    Não me lembro como decorreu o momento em que DeRose chegou à nossa escola. Também não me lembro se aconteceu mais alguma coisa antes das coreografias, uma vez que estava muito concentrada no que tinha a fazer. Lembro-me do DeRose, somente a partir do momento em que iniciei a minha apresentação. O seu olhar intenso chamou-me a atenção, desde que realizei o primeiro ásana da sequência, mostrando-me, de forma clara e física, o início de uma relação humana diferente.
    Após a minha apresentação, Laurita Ferro – nessa época, aluna mais antiga, actualmente directora da Companhia SwáSthya de Artes Cénicas– realizou a sua própria apresentação (muito mais ensaiada e trabalhada que a minha coreografia de um dia). O que aconteceu depois é o que eu mais recordo. Talvez, para mim, tenha sido o momento mais importante desse dia. Quando ambas as coreografias terminaram, DeRose dirigiu-se até Edgardo e agradeceu-lhe, com um abraço que durou minutos. Em seguida, veio até onde eu e a Laurita estávamos e ofereceu-nos, a cada uma, uma medalha de bronze, com o símbolo do ÔM.
    Aquele momento ensinou-me o funcionamento natural da hierarquia e a importância da atitude do discípulo para com o Mestre, e vice-versa.
    O olhar do DeRose ficou gravado na minha memória, como uma medalha. E a medalha que me ofereceu, permaneceu no meu pescoço, durante vários anos. Até que uma onda, numa tarde de verão, na ilha brasileira de Florianópolis, a levou… mas isso solucionou-se com uma medalha nova.
    O olhar do DeRose, desde aquele encontro em Buenos Aires, continua imutável em mim, sem ondas nem tormentas que possam levá-lo.

    DeRose Reply:

    Que lindo, Anahí!

    Anahi Flores Reply:

    Ops!
    No inicio do texto, onde diz “ano 2007″, tem que ir “ano 1997″.

    Obrigada a minha mãe, que lendo o blog percebeu o erro e me mandou mail avisando.

    Everton Vieira Reply:

    As regras gerais das coreografias do Método já dão outro livro eim Mestre. No futuro acho que terá nas livrarias uma área reservada só ao Método DeRose. Que merece, merece!

    Abraços
    Everton

    DeRose Reply:

    Obrigado. Tudo faremos para isso. Abração.

  5. 5
    mkss
    terça-feira, 7 de julho de 2009 às 1:03
     

    Que gran momento esa noche para el Método en Buenos Aires.
    Muchas gracias Maestro por dejarme publicar esta información útil para todos. Denomine a esta serie de pequeñas metas como: “Pasos hacia un consumo consciente” y los envío semanalmente por mail para que mis amigos y todos aquellos a quienes les llegue e interese, los incorporen de a poco. Invito a todos a traducir y compartir estos datos a todo el mundo. Toda la info esta siempre al alcance en: creaunanuevahistoria.blogspot.com.

    Damas y caballeros con ustedes:
    1º Paso hacia un consumo consciente

    ¿Cómo reciclar y generar integración social en 3 pasos?

    Fácil, cooperando:

    1- Ubica dos bolsas en tu cocina.
    2- En la bolsa “A” coloca los residuos sólidos reciclables (plásticos, vidrios, metales, textiles, cartones y papeles, todo seco y limpio, sin restos orgánicos) y en la “B” los residuos sólidos no reciclables (restos de comida, telgopor, cerámica, cartones y papeles sucios).
    3- Si vivís en un barrio donde trabajan cooperativas de recuperadores organizados, se pueden identificar por estar uniformados y tener la credencial de recuperador, ponete en contacto con ellos en cuanto los veas o por teléfono. Acorda con ellos horario para entregar la bolsa “A”, de “residuos sólidos reciclables”. Si no ves a ningún recuperador uniformado acércate a cualquier recuperador informal. Con ellos también podes acodar un horario para entregarles la bolsa “A”, de ser posible. La bolsa la “B”, de “No reciclables” llévala al basurero común. Si en tu barrio no encontras a ningún recuperador, simplemente señaliza cual bolsa es de reciclables, sácala fuera de horario de recolección y déjala en un sector donde no se confunda y mezcle con las bolsas que recoge el camión de residuos. Formales o informales los recuperadores son siempre gente amiga y nuestra opción más eficaz para devolver los materiales a los ciclos naturales y de producción.

    En Argentina y en muchos sitios de la América Mayoritaria ocurre el fenómeno social del “recuperador o cartonero”. En Buenos Aires existen algunas cooperativas que comienzan a realizar el trabajo de manera más ordenada y productiva. Estas cooperativas son la mejor opción para reciclar.
    Haya o no cooperativas, cada uno en su ciudad o barrio puede averiguar que hacer con sus residuos sólidos reciclables e informar sobre esto.

    Agradezco sinceramente cualquier tipo de dato o cooperación para continuar generando esta red ce conocimientos. Muchas Gracias.
    Marcos(creadorpropiciador@gmail.com)

  6. 6
    Maestro Edgardo Caramella
    terça-feira, 7 de julho de 2009 às 2:28
    edgardocaramella.com.ar
     

    Ahhh, miro el video y no puedo dejar de emocionarme y alegrarme por tener esta egrégora tan linda.
    En esta ceremonia el Maestro DeRose fue homenajeado con un diploma que le entregó el ministerio de Cultura por su aporte a la Educación y a la Cultura.
    Gracias a Lucas por tus palabras y a Pedro por tan linda síntesis filmada, de esa noche especial.
    Abrazos

  7. 7
    Mauro Bex
    terça-feira, 7 de julho de 2009 às 11:58
     

    Que emoção ver os Instrutores, as famílias e os nossos queridos Mestres nesta cerimónia ímpar!
    Os meus parabéns pelo feito, um exemplo para todos nós.
    Obrigado.

  8. 8
    Ale Filippini
    terça-feira, 7 de julho de 2009 às 16:55
     

    Emocionante!
    Parabéns e sucesso a todos!

    Alê – Unidade Alphaville / SP

  9. 9
    lelia
    terça-feira, 7 de julho de 2009 às 16:58
     

    Que lindo… me emocione al compas de la musica!
    Que caritas mas sonrrientes! Gracias por compartirlo!
    Felicitaciones y mucho Carino!
    Lelia
    NYC

  10. 10
    graziela
    terça-feira, 7 de julho de 2009 às 23:59
     

    Mestre,

    Fiquei impressionada com a seriedade e profissionalismo com que a Argentina está formando seus instrutores. Primeiramente o ambiente formal digno de uma formação profissional (nem mesmo quando me formei na universidade no curso de administração foi tão bonito).
    Depois fiquei observando a fisionomia de todos aqueles pais, familiares e amigos presentes. Deu para perceber o orgulho que sentiram ao ver seus entes queridos se formando numa cerimônia como aquela, o que certamente lhes trouxe um conforto muito grande em ver que esta profissão realmente é tratada com seriedade dentro do Método DeRose.
    Se eu fosse um dos formandos ali presentes me sentiria muito feliz pela formação profissional e ao mesmo tempo vendo meus pais, familiares e amigos felizes e orgulhosos da escolha que fiz.
    Parabéns ao Edgardo e sua equipe pela bela cerimônia.
    Abraços,
    Graziela
    Florianópolis-SC
    Unidade Av. Rio Branco

    DeRose Reply:

    Querida Graziela, você vai gostar de ler o post “Que tal realizar uma formatura na sua Federação?”.
    Independentemente disso, vá tentando convencer o seu Presidente da Federação de Santa Catarina, meu amigo e irmão Prof. Joris Marengo, a realizar uma formatura na sua capital que, coitada, nunca contou com uma solenidade dessas.

  11. 11
    Nádia Quinteiro
    sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 às 14:35
     

    Quantos sorrisos lindos! Parabéns a todos os formandos.

  12. 12
    Pedro
    sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 às 18:16
     

    Oi Mestre,

    Acabei de encontrar um outro vídeo que mostra um caso verídico de amizade entre um homem e um crocodilo. É impressionante ver o Pocho (crocodilo) brincando com o Chito.
    Pocho foi encontrado por Chito com uma bala alojada na sua cabeça e por isso viveu 6 meses na casa de Chito, recebendo o seus cuidados. Depois de 6 meses o crocodilo, apesar de estar livre para voltar ao seu lar, não quis deixar o amigo.

    httpv://www.youtube.com/watch?v=x8xlb-yo_sU

    Muito lindo!

    Beijos a todos e obrigado Mestre,

    PH – Buenos Aires

    DeRose Reply:

    Impressionante!

  13. 13
    DeRose
    sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 às 20:00
    metododerose.org
     

    No sé si es necesário ese otro registro. Hablaremos. Jojó está aqui. Un beso.

  14. 14
    Regina Wiese Zarling
    quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 às 2:37
    regginnawzarling.wordpress.com
     

    Cada vez que ouço este hino me emociono e agora juntamente com o video, ver todas essas pessoas receberem o diploma e graduação, a emoção é ainda mais forte. Realmente como já disse o querido amigo Edgardo Caramela, esta egrégora é linda e acrescento digna de nossa admiração e respeito. Bjs e parabéns a estes novos guerreiros.

    Regina

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