<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do DeRose &#187; Profissão</title>
	<atom:link href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/feed/?r=blogdoderose%2Fprofissao%2Ffeed%2F" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose</link>
	<description>Canal de comunicação do escritor brasileiro DeRose, sistematizador do Método DeRose. Mais mais de 25 livros escritos e um milhão de livros vendidos. Este blog aborda temas diversos como comportamento, etiqueta, alimentação, cultura geral, entre outros.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 23 May 2012 18:41:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
		<item>
		<title>A ocupação da Amazônia</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer</link>
		<comments>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 May 2012 07:24:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[blog do De Rose]]></category>
		<category><![CDATA[capoeira]]></category>
		<category><![CDATA[codificação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[culturas]]></category>
		<category><![CDATA[drávida]]></category>
		<category><![CDATA[escultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[idoso]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[império romano]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[mestres]]></category>
		<category><![CDATA[mosteiro]]></category>
		<category><![CDATA[origens]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[polêmico]]></category>
		<category><![CDATA[templos]]></category>
		<category><![CDATA[terapêutica]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira idade]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yoga. Swásthya]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/?p=2401</guid>
		<description><![CDATA[AO LONGO DE CINCO MIL ANOS MUITA DETURPAÇÃO PODE ACONTECER Nossa filosofia tem 5000 anos de existência. Nesses cinco milênios, foi desvirtuado sucessivas vezes pelas invasões que a Índia sofreu. Façamos uma comparação. Estamos no século XXI da Era Cristã. Muito bem. Existe uma luta chamada Capoeira, que é legitimamente brasileira. Tem suas raízes em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"><br />
AO LONGO DE CINCO MIL ANOS MUITA DETURPAÇÃO PODE ACONTECER</p>
<p>Nossa filosofia tem 5000 anos de existência. Nesses cinco milênios, foi desvirtuado sucessivas vezes pelas invasões que a Índia sofreu. Façamos uma comparação. Estamos no século XXI da Era Cristã. Muito bem. Existe uma luta chamada Capoeira, que é legitimamente brasileira. Tem suas raízes em tradições africanas, porém nasceu no nosso país. Imaginemos que dentro de alguns anos, a Amazônia será invadida por uma outra nação com o pretexto de ocupá-la para salvar tão precioso patrimônio da humanidade das mãos desses latino-americanos irresponsáveis que a estão destruindo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Tal como os drávidas que viviam na Índia há 5000 anos, os brasileiros não têm tradição guerreira. Já os invasores, esses sim, contabilizam uma história de guerras, conquistas e império, tal como os sub-bárbaros arianos que invadiram a Índia a 1500 a.C. e cometeram o primeiro grande desnaturamento do Yôga.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Como ocorreu com o Império Romano, que ia incorporando outras culturas (ao absorver do Lácio o latim, da Grécia a arquitetura, escultura, mitologia etc.), esse novo império absorve a Capoeira. Em pouco tempo, digamos, um século, classificam-na como dança (“<em style="mso-bidi-font-style: normal;">afinal, eles não dançam?</em>”). E a reestruturam, pois isso de bater atabaques e tocar um instrumento de cordas com uma corda só é muito primitivo. Eliminam os tambores e substituem o berimbau pela guitarra eletrobioplásmica, com acompanhamento de “sincretizador” (que substituirá o computador, aquela máquina primitiva que vivia “dando pau” e pegando vírus).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Passam-se mil anos. Lá pelo ano 3000 da era Cristã, ocorre outra invasão. O Brasil é ocupado por uma terceira etnia e novos Mestres de <span style="letter-spacing: 0.1pt;">Capoeira introduzem uma codificação que a define como religião (“<em style="mso-bidi-font-style: normal;">a</em></span><em style="mso-bidi-font-style: normal;">final, eles não se benzem antes de jogar?</em>”). Uma dança religiosa, uma dança ritual. Surgem mosteiros, templos e igrejas do culto Capoeirista. Essa vertente passa a ser conhecida como Capoeira Clássica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; letter-spacing: 0.2pt;">Passado mais um milênio, e em torno do ano 4000, já não se fala a mesma língua, nem habita neste território o mesmo povo. Surpreendentemente, a Capoeira sobreviveu e tem mesmo um sólido sistema cultural que a preserva. Só que agora, após alguns concílios, decidiram que Capoeira é uma terapia. Passa a ser uma dança espiritual terapêutica. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Mais um milênio se passa. Estamos lá pelo ano 5000 d.C. Ninguém mais se lembra das suas origens. Criam mitologias. Surgem versões negando que a Capoeira tenha surgido em uma nação mítica chamada Brasil, a qual teria existido há tanto tempo que caiu no esquecimento. Alguns eruditos defendem que a Capoeira teria sido criada pelos negros escravos, mas a etnia então dominante nega-o peremptoriamente, e ameaça de punição quem se atrever a insistir nessa invencionice subversiva. A Capoeira é institucionalizada como uma prática para a terceira idade. Torna-se uma dança espiritual terapêutica para idosos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; letter-spacing: 0.1pt;">Outros mil anos são transcorridos. Estamos agora no ano 6000 da Era Cristã. Todas as evidências de uma civilização latino-americana desapareceram, apagadas intencionalmente pelos cientistas e religiosos desse novo período histórico. A opinião pública de então, decide que Capoeira é para mulheres, que é ótima para TPM, gestação, rugas, celulite, varizes e que rejuvenesce. A Capoeira passa a ser classificada como uma dança espiritual, terapêutica, para idosos e para mulheres. Quem afirmar que a Capoeira legítima é uma luta, destinada a pessoas jovens e saudáveis, passa a ser acusado de discriminar os enfermos, os idosos e as mulheres; é acusado de ser polêmico; torna-se perseguido e severamente castigado com a difamação, exclusão, execração e ameaças de morte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Bem, no caso da Capoeira, nós só abordamos 4000 anos de deturpações, do ano 2000 ao ano 6000 d.C. No caso do Yôga precisamos computar mais um milênio de distorções, já que essa filosofia conta com cinco mil anos de existência. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Oh! Céus! Eu disse filosofia? Foi sem querer. Juro. Eu quis dizer uma terapia mística para enfermos, mulheres e idosos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span id="more-2401"></span></p>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/imprensa/qual-o-seu-objetivo-no-yoga-ou-que-beneficio-voce-veio-buscar/" rel="bookmark" class="crp_title">&#8220;Para que você veio praticar o Método DeRose?&#8221; Ou &#8220;Que benefício você veio buscar?&#8221;</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/novo-livro-do-edgardo-ja-esta-na-reta-final/" rel="bookmark" class="crp_title">Novo livro do Edgardo já está na reta final</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/videos-sobre-a-civilizacao-do-vale-do-indo/" rel="bookmark" class="crp_title">Vídeos sobre a Civilização do Vale do Indo</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/um-texto-da-profa-vanessa-de-holanda/" rel="bookmark" class="crp_title">Um texto da Profa. Vanessa de Holanda</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-que-e-o-metodo-derose/" rel="bookmark" class="crp_title">O que é o Método DeRose</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/cultura-geral/como-a-humanidade-trata-seus-luminares-destruiram-o-homem-que-descobriu-o-uso-da-anestesia-com-oxido-nitroso/" rel="bookmark" class="crp_title">Como a humanidade trata seus luminares: Destruíram o homem que descobriu o uso da anestesia com óxido nitroso</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/responsabilidade-ambiental/100-maneiras-de-melhorar-o-mundo-4-plante-uma-arvore/" rel="bookmark" class="crp_title">100 maneiras de melhorar o mundo (4): plante uma árvore.</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/cultura-geral/como-a-humanidade-trata-seus-luminares-john-gorrie-o-inventor-da-geladeira-e-do-ar-condicionado/" rel="bookmark" class="crp_title">Como a humanidade trata seus luminares: John Gorrie, o inventor da geladeira e do ar condicionado</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/o-que-foi-que-ele-disse/" rel="bookmark" class="crp_title">O que foi que ele disse?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/mensagens/a-parabola-do-ganancioso-e-do-invejoso/" rel="bookmark" class="crp_title">A parábola do ganancioso e do invejoso</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>62</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mais subsídios sobre o conceito de egrégora</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/mais-subsidios-sobre-o-conceito-de-egregora/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mais-subsidios-sobre-o-conceito-de-egregora</link>
		<comments>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/mais-subsidios-sobre-o-conceito-de-egregora/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 May 2012 03:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura geral]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[metododerose.org]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[egrégora]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Harvard]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Método]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[sádhaka]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.metododerose.org/blogdoderose/?p=12258</guid>
		<description><![CDATA[Querido Mestre DeRose, Encaminho um texto, o qual adaptei, da reportagem de capa da revista ISTOÉ de 16 de maio de 2012, relacionado ao tema evolução: Segundo o biólogo Edward Wilson (http://eowilsonfoundation.org/wilson-the-scientist), da Universidade de Harvard, o processo evolutivo é mais bem-sucedido em sociedades nas quais os indivíduos colaboram uns com os outros para um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0">
<tbody id="the-comment-list">
<tr id="comment-41549">
<td>Querido Mestre DeRose,</p>
<p>Encaminho um texto, o qual adaptei, da reportagem de capa da revista ISTOÉ de 16 de maio de 2012, relacionado ao tema evolução:</p>
<p>Segundo o biólogo Edward Wilson (<a href="http://eowilsonfoundation.org/wilson-the-scientist" rel="nofollow">http://eowilsonfoundation.org/wilson-the-scientist</a>), da Universidade de Harvard, o processo evolutivo é mais bem-sucedido em sociedades nas quais os indivíduos colaboram uns com os outros para um objetivo comum. Assim, grupos de pessoas, empresas e até países que agem pensando em benefício dos outros e de forma coletiva alcançam mais sucesso.</p>
<p>Esta tese é defendida no seu recém-lançado “A Conquista Social da Terra” (W.W. Norton &amp; Company, 2012), onde Wilson pôs à prova o benefício de agir em causa própria, presente na seleção individual de Darwin. O americano não contraria a teoria Darwinista, mas afirma que ela é insuficiente para se entender a evolução, que aconteceria em múltiplos níveis – o individual, como proposto por Darwin, e o de grupo.</p>
<p>——</p>
<p>Considero a egrégora do Método DeRose um ambiente muito propício para aprendermos uma cultura que, efetivamente, contribui para a nossa evolução e, consequentemente, influenciarmos na evolução da sociedade.</p>
<p>Muito obrigado, Mestre, pelo valiosíssimo legado que nos transmite!</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Sidney Batista Filho<br />
Sádhaka da Escola do Método DeRose de Copacabana – Rio de Janeiro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/responsabilidade-ambiental/veta-dilma/" rel="bookmark" class="crp_title">&#8220;Veta, Dilma&#8221;</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/caes-e-animais/comer-carne-como-causa-de-cancer/" rel="bookmark" class="crp_title">Comer carne como causa de câncer</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/cursos/10651/" rel="bookmark" class="crp_title">Um dia com o Mestre, em Paris</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/11295/" rel="bookmark" class="crp_title">Quando ler algo sobre o DeRose, aplique o Axioma Número Um</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/a-uniao-homoafetiva-e-os-planos-de-previdencia-complementar/" rel="bookmark" class="crp_title">A união homoafetiva e os planos de previdência complementar.</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/derose-culture-new-york-2011/" rel="bookmark" class="crp_title">DeRose Culture New York 2011</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/campeao-vegetariano-de-luta-livre/" rel="bookmark" class="crp_title">Campeão vegetariano de luta livre (MMA)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/festival-de-saquarema/" rel="bookmark" class="crp_title">Festival de Saquarema</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/hidreletrica-belo-monte/" rel="bookmark" class="crp_title">Hidrelétrica Belo Monte</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/caes-e-animais/eu-nao-comeria-o-meu-cachorro/" rel="bookmark" class="crp_title">Eu não comeria o meu cachorro.</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/mais-subsidios-sobre-o-conceito-de-egregora/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Envie-nos endereços de instrutores da Yóga para que os divulguemos no site específico</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/envie-nos-enderecos-de-instrutores-da-yoga-para-que-os-divulguemos-no-site-especifico/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=envie-nos-enderecos-de-instrutores-da-yoga-para-que-os-divulguemos-no-site-especifico</link>
		<comments>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/envie-nos-enderecos-de-instrutores-da-yoga-para-que-os-divulguemos-no-site-especifico/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 May 2012 07:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
				<category><![CDATA[A bem da Justiça e da Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[civilidade]]></category>
		<category><![CDATA[colegas]]></category>
		<category><![CDATA[gratuitamente]]></category>
		<category><![CDATA[instrutores]]></category>
		<category><![CDATA[ioga]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[tolerância]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yoga]]></category>
		<category><![CDATA[Yog]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.metododerose.org/blogdoderose/?p=10478</guid>
		<description><![CDATA[Peço a todos os nossos amigos, alunos, instrutores e leitores que nos enviem o máximo possível de endereços de instrutores de Yôga, Yóga, Yoga e ioga. Nome, endereço, código postal, cidade, estado ou país, telefone, código de área (DDD), e-mail e site se houver. Nós divulgamos há anos no nosso site www.Uni-Yoga.org centenas de endereços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Peço a todos os nossos amigos, alunos, instrutores e leitores que nos enviem o máximo possível de endereços de instrutores de Yôga, Yóga, Yoga e ioga. Nome, endereço, código postal, cidade, estado ou país, telefone, código de área (DDD), e-mail e site se houver.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós divulgamos há anos no nosso site <span style="text-decoration: underline;"><strong>www.Uni-Yoga.org</strong></span> centenas de endereços de instrutores de outras modalidades. Acontece que eles se mudam com muita frequência, outros saem do mercado, outros falecem. Assim, nossa listagem foi minguando. Tínhamos mais de 1000; temos agora menos de 800. Queremos manter a maior listagem possível de instrutores de todas as vertentes no nosso que é o site de Yôga mais relevante do país. Peço que você nos ajude, enviando o maior número de dados que conseguir.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos continuar mostrando que não temos nada contra os colegas de outras linhas e vamos prosseguir divulgando-os gratuitamente, como venho fazendo desde a década de 1960, quando afixava os cartões deles no mural da minha própria escola (hoje não é mais permitido esse procedimento) e desde as décadas de 1960 e 1970, quando imprimia nas páginas finais dos meus livros os endereços dos que ensinavam todas as modalidades de Yôga. Quer demonstração de tolerância e civilidade maior que essa?</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje só os divulgamos no nosso site, numa divisão específica, para evitar confusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que essa nossa demonstração de boa vontade possa algum dia contribuir para a conciliação entre todos os ramos, linhas e orientações.</p>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/atualizacao-do-nosso-cadastro-de-instrutores-de-todas-as-correntes/" rel="bookmark" class="crp_title">Atualização do nosso cadastro de instrutores de todas as correntes</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/mais-de-vinte-anos-de-aulas-gratuitas/" rel="bookmark" class="crp_title">Mais de vinte anos de aulas gratúitas (o acento é para corrigir a pronúncia errada de alguns compatriotas)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/advogados-de-defesa/" rel="bookmark" class="crp_title">Advogados de defesa</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/visite-os-posts-das-paginas-mais-antigas/" rel="bookmark" class="crp_title">Visite os posts das páginas mais antigas</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/amigos/o-poder-de-ajudar/" rel="bookmark" class="crp_title">O Poder de Ajudar</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/acoes-sociais-e-humanitarias/ultimos-dias-de-campanha-do-agasalho/" rel="bookmark" class="crp_title">Últimos dias de Campanha do Agasalho</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/cultura-geral/como-a-nossa-cultura-influenciou-o-mundo-3/" rel="bookmark" class="crp_title">Como a Nossa Cultura influenciou o mundo  (3): grilo</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/estamos-blindados/" rel="bookmark" class="crp_title">Estamos blindados</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/cursos/como-a-nossa-cultura-influenciou-o-mundo-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Como a Nossa Cultura influenciou o mundo  (2): astral</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/nao-queremos-dar-entrevistas-sobre-yoga/" rel="bookmark" class="crp_title">Evitemos utilizar o rótulo Yôga</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/envie-nos-enderecos-de-instrutores-da-yoga-para-que-os-divulguemos-no-site-especifico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dissidente não é inimigo &#8211; mas ele tem que saber disso</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/dissidente-nao-e-inimigo-mas-ele-tem-que-saber-disso/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dissidente-nao-e-inimigo-mas-ele-tem-que-saber-disso</link>
		<comments>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/dissidente-nao-e-inimigo-mas-ele-tem-que-saber-disso/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 May 2012 05:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
				<category><![CDATA[A bem da Justiça e da Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[amigo]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[blog do De Rose]]></category>
		<category><![CDATA[carinho]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[dissidente]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[inimigo]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[PUC]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yoga. Swásthya]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/?p=1866</guid>
		<description><![CDATA[Percebemos que alguns colegas ainda acham que dissidente é sinônimo de inimigo. Mas não é. A maioria dos nossos dissidentes preservou o carinho e a amizade. Ademais, ainda temos o egresso, que nem sempre é dissidente. Vamos estudar essas três denominações para não cometer injustiças com alguém que goste de nós, mas apenas não esteja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Percebemos que alguns colegas ainda acham que dissidente é sinônimo de inimigo. Mas não é. A maioria dos nossos dissidentes preservou o carinho e a amizade. Ademais, ainda temos o egresso, que nem sempre é dissidente. Vamos estudar essas três denominações para não cometer injustiças com alguém que goste de nós, mas apenas não esteja trabalhando conosco.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, comparemos a Universidade de Yôga com outra Universidade. Digamos, a PUC. Ela forma uma boa quantidade de excelentes acadêmicos em diversas áreas. Alguns deles optam por continuar atrelados, agora com laços profissionais, à Universidade que os formara. Esses ficarão trabalhando na PUC. Os outros guardarão boas lembranças e uma imensa gratidão pela PUC, mas irão trabalhar noutros lugares. São os profissionais egressos da PUC. Assim, nós temos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Egressos ou formados pela Universidade de Yôga – </strong>são todos os que se formaram pela Uni-Yôga, os que <strong><em>saíram</em></strong> para o mercado de trabalho. Normalmente, chamamos de egressos ou de formados, aqueles que já não estão mais atrelados à Uni-Yôga, porém que não alimentam nenhum questionamento, nem discordância, nem animosidade. Falam bem de nós, preservam o carinho, o respeito e quando nos encontram sentimos reciprocamente uma grande alegria em nos ver. Temos até uma modalidade de filiação gratuita no nosso <em>website</em> que divulga sem ônus os endereços desses colegas que deixaram saudade.<br />
O <em>egresso</em> ou <em>formado</em> pela Universidade de Yôga pode continuar lecionando SwáSthya ou optar por outra modalidade. Pode continuar honrando a supervisão ou não. Pode revalidar seu certificado todos os anos ou não. Pode participar dos nossos cursos ou não. É claro que quanto mais proximidade ele nutrir, mais e mais subirá no nosso conceito. Não é filiado, mas pode vir a ser um amigo íntimo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dissidentes –</strong> são os que se formaram pela Universidade de Yôga e saíram por discordar de algo. É o seu direito. A maciça maioria continua sentindo carinho, saudade e gratidão pela Uni-Yôga, pelo seu instrutor, pelo DeRose, mas prefere ficar de fora, por qualquer razão de foro íntimo. Dissidente não é ofensa. Dissidente não é inimigo. Podemos preservar a amizade. Só não podemos trazê-los para o nosso convívio próximo nem para dentro das nossas unidades, já que um descontente pode contaminar os demais com o mesmo vírus que o vitimou. Mas podemos e devemos manter cordialidade, enviar cartões de Natal, de Páscoa, de aniversário; podemos telefonar e até, às vezes, sair para comer uma pizza.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inimigos –</strong> geralmente são concorrentes intoxicados de inveja até a alma; ou dissidentes recalcados, portadores de algum complexo de inferioridade. Felizmente, são poucos. Infelizmente, quem odeia faz muito barulho e os que amam fazem-no em silêncio.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso incutir no futuro instrutor, desde quando aluno, que se um dia ele sair da Uni-Yôga deverá continuar amigo. Explicar-lhe que quando alguém é formado pela PUC, USP, UNIP ou qualquer outra universidade, tal pessoa não é obrigada a ficar trabalhando naquele estabelecimento de ensino. Forma-se ali e vai trabalhar onde quiser. O mesmo ocorre conosco.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é preciso lembrar algumas pessoas de que quando alguém não gosta de um curso de inglês, de ballet, de violino, de pintura, de judô, de dança de salão, seja lá do que for, essa pessoa simplesmente sai do curso e pronto. Ninguém é obrigado a gostar de todos os cursos, nem é obrigado a permanecer se não gostou. Por outro lado, ninguém que tenha saído de algum desses cursos por não ter gostado dedicaria sua vida a insultá-lo, agredi-lo, difamá-lo, gastando horas e horas nesse afã, ano após ano, sem trégua. Se o fizesse, algo de errado deveria haver com essa pessoa tão desequilibrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine que você não tivesse gostado do que ensinaram em um curso de informática. Imagine mesmo que esse curso fosse completamente incompetente e ensinasse enganosamente contabilidade dizendo que era informática. O que qualquer pessoa normal faria? Sairia do curso, talvez pedindo o dinheiro de volta. E pronto. Ponto final. Agora imagine uma outra pessoa que tivesse ficado insatisfeita alimentasse tanto ódio pelo curso de informática que passasse a existência a agredi-lo anonimamente de todas as formas, investindo nisso um tempo enorme e que não parasse nunca ao longo dos anos. Ninguém duvidaria tratar-se de um caso psiquiátrico grave.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, em defesa do nosso nome e do nosso trabalho, precisamos processar algumas dessas pessoas, pois assim as outras param. Algumas delas talvez vão responder por seus atos na cadeia. Outras terão que pagar indenizações altíssimas, compatíveis com suas agressões. Mas todas deixarão de ser réus primários, o que significa que, a partir de agora, qualquer incidente que ocorra na vida delas, de trânsito, de briga, qualquer denúncia que façam contra elas, já não poderão mais contar com <em>sursis</em>. Irão para trás das grades.</p>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/cursos/exija-sempre-o-seu-certificado-ao-participar-de-pequenos-cursos/" rel="bookmark" class="crp_title">Exija sempre o seu certificado ao participar de pequenos cursos</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-que-voce-acha-de-um-instrutor-da-ioga-que-sinta-odio-e-ataque-um-instrutor-de-outra-modalidade/" rel="bookmark" class="crp_title">O que você acha de um instrutor da ióga que sinta ódio e ataque um instrutor de outra modalidade?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/coisas-que-a-vida-me-ensinou-quem-nao-serve-como-amigo-nao-serve-como-inimigo/" rel="bookmark" class="crp_title">Coisas que a vida me ensinou (Quem não serve como amigo, não serve como inimigo)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/curso-no-rio-com-certificado-expedido-por-universidade/" rel="bookmark" class="crp_title">Curso no Rio com certificado expedido por universidade, em outubro</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/a-universidade-de-yoga-emite-a-qualificacao-de-instrutor-do-metodo/" rel="bookmark" class="crp_title">A Universidade de Yôga emite a qualificação de Instrutor do Método?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/%e2%80%9cesta-e-a-minha-futura-ex-esposa%e2%80%9d/" rel="bookmark" class="crp_title">“Esta é a minha futura ex-esposa”</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/cultive-a-sua-boa-imagem-perante-os-colegas/" rel="bookmark" class="crp_title">Cultive a sua boa imagem perante os colegas</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-discipulo-ideal/" rel="bookmark" class="crp_title">O discípulo ideal</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/cursos/curso-pratico-de-asana-em-sampa/" rel="bookmark" class="crp_title">Curso prático de ásana em Sampa</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/mensagens/mensagem-a-mulher-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Mensagem à Mulher</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/dissidente-nao-e-inimigo-mas-ele-tem-que-saber-disso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>52</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O paradigma do emprego</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-paradigma-do-emprego/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-paradigma-do-emprego</link>
		<comments>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-paradigma-do-emprego/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 08:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[TV e vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre dumas]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[empregado]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[escravagismo]]></category>
		<category><![CDATA[faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[george sand]]></category>
		<category><![CDATA[honoré de balzac]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yoga]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[victor hugo]]></category>
		<category><![CDATA[Yoga]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/?p=927</guid>
		<description><![CDATA[Que época rica em almas inspiradas! Alexandre Dumas, Victor Hugo, George Sand, Honoré de Balzac, Lizst&#8230; Esses e tantos outros, todos juntos numa só época e num só lugar! Balzac já havia escrito uma carrada de livros, era o mais lido em Paris e suas obras um sucesso pelo mundo afora. A essa altura sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Que época rica em almas inspiradas! Alexandre Dumas, Victor Hugo, George Sand, Honoré de Balzac, Lizst&#8230; Esses e tantos outros, todos juntos numa só época e num só lugar!</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Balzac já havia escrito uma carrada de livros, era o mais lido em Paris e suas obras um sucesso pelo mundo afora. A essa altura sua mãe lhe disse: “<em>Honoré, você não nasceu para escrever. Maldita hora em que enfiou essa idéia na cabeça. Você deveria ter um emprego regular e receber um salário, ao invés de viver cheio de dívidas e ser insultado nos jornais pelos críticos que o ridicularizam com suas caricaturas!</em>” Até a Igreja colocou o nome de Balzac na lista negra, considerando seus livros perniciosos. Balzac, o herege, o maldito.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Ah! Se Balzac tivesse ouvido sua mãe&#8230; Ah! Se eu tivesse ouvido a minha mãe&#8230; Hoje a literatura não teria <em>La Comédie Humaine</em> e eu seria um empregado numa empresa qualquer. Não teria escrito mais de vinte livros, não teria viajado o mundo todo tantas vezes, não teria mudado para melhor a vida de tanta gente. Teria me limitado a trabalhar para viver e viver para trabalhar como as legiões de empregados infelizes, sem motivação, que viveram e morreram sem nunca saber a que vieram ao mundo. Nesta idade, provavelmente, eu estaria velho, pobre e doente, como em geral estão os empregados nessa fase da vida, ansiando por uma aposentadoria que, longe de ser libertadora, constituiria o prenúncio do fim.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Mas</span><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;">, se a instituição do emprego é nociva, por que nossos pais nos aconselham a sermos empregados? Pior: eles nos doutrinam, pressionam e, muitas vezes, obrigam a esse destino desafortunado e sem perspectivas.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Conscientize-se desta realidade humilhante. Um amigo pergunta: “O que o seu filho faz?” E o pai tem que responder: “Ele é um empregado.” Numa situação assim embaraçosa, é normal que esse genitor justifique: “Mas ele está muito bem. É uma carreira de futuro. Trabalha numa grande empresa.” (Com sorte e se trabalhar direito, dentro de dez anos ele poderá estar ganhando bem, se não for despedido antes.)</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Quando</span><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"> escuto isso sinto como se o pai de um escravo no Império Romano estivesse respondendo: “Meu filho é escravo. Mas ele está muito bem. Trabalha para um rico senhor, muito conceituado.”</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">E se o filho ou filha encontra um caminho melhor, instala-se em casa um clima de tragédia e tortura psicológica. Mas os pais não querem justamente o bem dos seus filhos?</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Querem. Contudo, são condicionados pelo Sistema e acham honestamente que o melhor é ser empregado.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="font-size: 14pt; font-variant: small-caps;">Primeiro</span></strong><strong><span style="font-size: 14pt; font-variant: small-caps;"> paradigma: o sistema de escravagismo</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Os historiadores estimam que nos últimos 50.000 anos, desde o período pré-histórico até o final do século XIX, o escravagismo era um princípio aceito e praticado por quase todos os povos. Pode-se declarar, então, que a humanidade sempre explorou a escravatura e que a supressão dela no século XX foi um pequeno espasmo, um soluço na história laboral. Era considerada uma prática natural, pois, se não fossem os escravos, quem construiria as grandes obras e quem trabalharia nas residências? O trabalho escravo parecia ter todas as vantagens e sempre contou com o beneplácito da religião. Mesmo pessoas tidas como bondosas e inteligentes não viam nada demais em ter escravos.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="font-size: 14pt; font-variant: small-caps;">Segundo</span></strong><strong><span style="font-size: 14pt; font-variant: small-caps;"> paradigma: a revolução industrial</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Num dado momento, ocorreu um arroubo de transição reforçado, em grande parte, pela revolução industrial. A maior parte das nações e quase todos os intelectuais, repentinamente, despertaram da sua letargia e declararam-se contra a escravidão. A nova onda era o emprego! O que eles não confessaram – talvez nem se tenham dado conta – é que a legião de empregados era apenas uma leve adaptação do sistema de escravagismo. Ninguém quis reconhecer que a instituição da mão de obra descartável beneficiava a todos, menos aos empregados que eram explorados para que o Sistema se mantivesse em movimento. Sem a massa anônima de empregados, as indústrias não funcionariam; o comércio entraria em colapso; e os serviços, quem os faria? Portanto, o melhor sempre foi usar um tapa-olho e enxergar só a metade que convinha à sociedade.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Nessa ótica, os empregados são como os soldados de um exército. Os generais sabem que os soldados estão ali para ser sacrificados. Antes de uma batalha são avaliadas as expectativas de baixas: 30%, 50%, 70% – mas a batalha precisa ser ganha. Para a instituição militar, se o comandante tivesse pena de enviar seus comandados para a carnificina, estaria subvertendo o Sistema e seria, ele próprio, sacrificado.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Na instituição do emprego é a mesma coisa. Os empregados ganham mal, são humilhados, contraem doenças laborais e vivem na corda bamba, já que a qualquer momento podem ser demitidos. E o serão, inexoravelmente. Todo empregado já esteve desempregado e sabe que o estará outras vezes. Então, por que cargas d’água nossos pais nos empurram para esse destino impiedoso? Porque toda a sociedade tem que ser condicionada, mediante uma verdadeira lavagem cerebral sistemática, a considerar que a única opção é ser empregado.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">É a mesma coisa com o militarismo. É melhor achar bonito um batalhão marchando ao som de hinos marciais, com seus uniformes e armas viris; é melhor louvar o heroísmo e condecorar os mortos. Porquanto, se questionássemos isso, o que poríamos no lugar? Como garantiríamos a soberania nacional? Como defenderíamos nossos lares?</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Assim</span><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;">, mandamos nossos filhos para o sacrifício do emprego, um verdadeiro holocausto, achando que é para o bem deles. Não é. É para o bem da sociedade, que se nutre das vidas dilaceradas de tantos jovens que são obrigados a humilhar-se por um salário ofensivo, em um emprego sem segurança. Mas, se não tem segurança, por que nossos pais aplicam o chavão “a segurança de um emprego”?</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">É sabido que as empresas demitem. É sabido que se você for demitido com mais de trinta anos de idade será difícil conseguir outra colocação. Com mais de trinta e cinco será quase impossível. Conheço profissionais capacitados, com diversos diplomas, que ficaram desempregados por vários anos. Por que ocorre isso? Primeiro, porque o Sistema educa as pessoas para ser empregadas como ideal de vida. Os cursos técnicos e as faculdades todos os anos despejam milhões recém-formados no mercado de trabalho. Isso cria uma oferta maior que a procura, o que desvaloriza o profissional e o obriga a aceitar condições indignas. Segundo, porque um recém-formado tem mais entusiasmo, dedica-se mais, exige menos regalias e aceita um salário mais modesto. Tudo isso, porque ele é jovem, cheio de esperanças, está ali para vencer e quer tomar o lugar dos mais antigos. Como vantagem adicional, tendo sido formado mais recentemente, deve estar mais atualizado. Quem você acha que o empregador vai preferir? O veterano que tem quase dez anos de casa, está mais velho, mais acomodado, já tem família, precisa ganhar mais, exige regalias e não aceita certas tarefas nem hora extra? Quem você acha que o empregador vai preferir? Isso mesmo. Qualquer um escolheria o mais novo. A tão propalada segurança do emprego é uma balela. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 14pt; font-variant: small-caps;"><span style="font-family: Times New Roman;">Terceiro</span></span></strong><strong><span style="font-size: 14pt; font-variant: small-caps;"><span style="font-family: Times New Roman;"> paradigma:<br />
a obsolescência da relação patrão/empregado</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Em pleno século XXI, podemos afirmar sem margem de erro que o conceito de emprego e a relação patrão/empregado estão obsoletos. Ainda vão durar bastante, pois a mudança de paradigma demora muito para se processar. Contudo, hoje já existem plenas condições de sucesso para os jovens que optarem por carreiras não convencionais. Aliás, é onde se encontram as maiores e melhores oportunidades.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Acontece que toda a sociedade está estruturada para produzir um contingente humano que constitua força de trabalho. Por isso, desde pequenos sempre escutamos: “Você tem que estudar para conseguir um bom emprego.” Tudo gira em torno disso. Emprego para o homem e casamento para a mulher. Até parece que estamos escrevendo no início do século passado! No entanto, as coisas continuam assim. É como os cadarços dos sapatos. Há mais de meio século, quando eu ainda era criança, lançaram os primeiros calçados sem cordão. Eram os sapatos de fivela. Tempos depois introduziram o elástico. Depois, o velcro. Depois, o zíper. E até hoje a maior parte dos sapatos continua usando os absurdamente <em>unpractisch</em> cadarços que dão trabalho para calçar, para descalçar e desamarram-se o tempo todo, fazendo crianças e adultos tropeçar e cair. Por que continuam usando uma coisa dessas, trabalhosa, sem praticidade e perigosa, ao invés de substituí-la por alguma das muitas alternativas mais modernas? A explicação é que o humanóide demora a incorporar as mudanças.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;">Com</span><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"> a universidade é a mesma coisa. Antigamente, poucos tinham o privilégio de estudar. O diploma era cobiçado. Os tempos mudaram, não obstante, ainda hoje é assim, especialmente para aqueles que não puderam estudar na época em que ter diploma era chique. Naquela época era um diferencial. Hoje todo o mundo tem diploma. E ele não vale mais nada. Foi banalizado. Quem cursa uma faculdade “para conseguir um bom emprego” vai ficar desempregado se não fizer uma pós-graduação no exterior, mestrado, doutorado, especializações etc. Isso custa caro. Custa tempo. Anos verdes de vida, anos preciosos de início de carreira na juventude. Quando o brilhante e esforçado estudante consegue ingressar no mercado de trabalho terá perdido tanto tempo que jamais aprenderá a ganhar dinheiro, como o aprenderam aqueles que, sem diploma algum, começaram a trabalhar em tenra idade.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Estaríamos pregando que os jovens deixassem de estudar? De forma alguma. Defendemos o direito de quem quiser estudar para ser empregado numa carreira comum, que o seja; mas, por outro lado, que respeitemos a liberdade de escolha de quem quiser seguir uma carreira nova, criativa, inusitada, que o realize e gratifique mais. Ainda que seja a de saxofonista ou a de instrutor do Método DeRose!</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><em>Assista agora ao discurso do Steve Jobs:</em></strong> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><a onclick="pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/br.youtube.com');" href="http://br.youtube.com/watch?v=yplX3pYWlPo" rel="nofollow"><span style="color: #666666; font-family: Lucida Sans Unicode;">httpv://br.youtube.com/watch?v=yplX3pYWlPo</span></a></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><em>Continuação do dircurso:</em></strong> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><a onclick="pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/br.youtube.com');" href="http://br.youtube.com/watch?v=ksoo-G_YB2o&amp;feature=related" rel="nofollow"><span style="color: #666666; font-family: Lucida Sans Unicode;">httpv://br.youtube.com/watch?v=ksoo-G_YB2o&amp;feature=related</span></a></span></span></span></p>
<div><em><strong><em><strong>Este vídeo é sobre educação, escola e diploma. Papai deveria assisti-lo, depois do discurso do Steve Jobs:</strong></em></strong></em></div>
<div><em><strong>Parte 1: </strong></em></div>
<div><em><strong><a onclick="pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/www.youtube.com');" href="http://www.youtube.com/watch?v=yFi1mKnvs2w" rel="nofollow"><span style="color: #666666;">httpv://www.youtube.com/watch?v=yFi1mKnvs2w</span></a><br />
</strong></em></div>
<div><em><strong>Parte 2: </strong></em></div>
<div><em><strong><a onclick="pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/www.youtube.com');" href="http://www.youtube.com/watch?v=0pn_oTIwy4g" rel="nofollow"><span style="color: #666666;">httpv://www.youtube.com/watch?v=0pn_oTIwy4g</span></a></strong></em></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"><em><strong>Sobre produção, indústrias, emprego, consumo, poluição, reciclagem, contaminação do solo, do ar e da água:</strong></em></span></span></p>
<div><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><a onclick="pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/www.unichem.com.br');" href="http://www.unichem.com.br/videos.php" rel="nofollow"><span style="color: #666666;">http://www.unichem.com.br/videos.php</span></a><br />
</span></div>
<div><span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"><a onclick="pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/www.storyofstuff.com');" href="http://www.storyofstuff.com/international/" rel="nofollow"><span style="color: #666666;">http://www.storyofstuff.com/international/</span></a></span></div>
<p class="comment-author"><strong><a class="row-title" title="Editar Comentário" href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/wp-admin/comment.php?action=editcomment&amp;c=2857"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/81467644f92a78b2615b5ef385002001?s=32&amp;d=http%3A%2F%2Fwww.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D32&amp;r=G" alt="" width="32" height="32" /><span style="font-size: x-small; color: #2583ad;"> Instr. Bruno Sousa</span></a></strong><br />
<a href="mailto:brunosousa@xbb.com.br"><span style="color: #666666;">brunosousa@xbb.com.br</span></a> | <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/wp-admin/edit-comments.php?s=201.38.112.140&amp;mode=detail"><span style="color: #666666;">201.38.112.140</span></a></p>
<p>Mestre, não tem a ver com assunto, mas achei este texto sobre trabalho interessante. Fica bem clara a diferença entre o profissional preso a um emprego que não o satisfaz e o Instrutor de SwáSthya, que alia uma enorme paixão pelo que faz ao desafio do empreendedorismo. Beijão!</p>
<p>Um mundo sem desafios: os riscos de infelicidade da carreira “confortável”<br />
SÃO PAULO &#8211; A certeza é uma necessidade do ser humano. Quem não quer garantia de que amanhã terá emprego e salário? Mas essa premissa se transforma em armadilha a partir do momento em que os profissionais criam uma zona de conforto e, ao mesmo tempo em que conseguem prever o futuro, se sentem infelizes. A explicação é do presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Coaching), Villela da Matta.</p>
<p>Ele conta que oito em cada dez profissionais estão infelizes. Por conta de tanta infelicidade, as empresas necessitam operar com um número maior de funcionários do que realmente era necessário para se manterem competitivas.</p>
<p>O motivo é que gente desmotivada trabalha aquém de seu potencial. Não é só uma questão de produtividade, mas principalmente de qualidade e envolvimento. Para sobreviverem, as organizações necessitam de quem enxerga além e pensa de forma estratégica.</p>
<p>A falta de desafios</p>
<p>A necessidade da certeza afastou as pessoas dos desafios. Daí surgiu um paradoxo. Segundo Villela da Matta, a incerteza também é uma necessidade do ser humano. Sem ela, não é possível ser feliz!</p>
<p>Imagine um mundo no qual tudo é fácil: as pessoas não precisam estudar, uma vez que há ótimos empregos para todos, sem exceção. Os salários, as casas, os carros são todos iguais. E não há preocupações, porque o governo cuida de tudo, até mesmo paga salários extras para a população.</p>
<p>O que aconteceria se vivêssemos em um lugar assim? Sem objetivos a serem perseguidos, a vida ficaria sem graça! Acredite, o ser humano também não suporta muitas certezas!</p>
<p>O que a maioria das pessoas buscam, ainda que não notem? Desafios. O problema é que encarar desafios significa trilhar caminhos desconhecidos, o que envolve riscos. E então, dependendo da pessoa, a necessidade da certeza pode falar mais alto.</p>
<p>Escravo da certeza</p>
<p>Como é possível ser escravo da certeza e, ao mesmo tempo, necessitar de desafios para ser feliz? A vida é feita de escolhas. A necessidade da incerteza faz com que as pessoas cresçam e trilhem caminhos inimagináveis, cujo fim provável é o sucesso ou, no mínimo, a satisfação pessoal.</p>
<p>Empresários hoje admirados pelo público, por exemplo, não existiriam se não fosse a busca incessante por desafios. Quantas pessoas têm coragem de investir o dinheiro de toda uma vida ou o empréstimo obtido no banco, mesmo sabendo dos riscos de o negócio aberto não dar certo? Por sua vez, a necessidade da certeza leva muitas pessoas a terem apenas um objetivo com relação ao trabalho: as férias. Conforme explica o presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, existem três formas de lidar com as barreiras à realização profissional e pessoal:</p>
<p>Ignorando-as: o profissional se convence de que a situação não é tão ruim, sendo capaz de ficar anos a fio em uma mesma empresa, que não o agrada;</p>
<p>Responsabilizando fatores externos e as pessoas ao redor: “Neste caso, o profissional diz para si mesmo: não tenho dinheiro suficiente porque sou jovem; não cresço porque meu chefe não quer um rival; não consigo mudar de emprego porque a situação na minha área é crítica. É uma forma desesperadora de se enganar. Quem encara a vida dessa forma enfrentará todos os dias os mesmo problemas”, diz da Matta.</p>
<p>Fazendo algo novo, para virar o jogo: trata-se da melhor maneira de enfrentar problemas. “É uma insanidade buscar coisas novas para sua vida fazendo sempre o mesmo”, adverte o especialista. “Nos caminhos que envolvem riscos, não existem erros, apenas aprendizados”, garante.</p>
<p>Como não ser refém de sua zona de conforto?</p>
<p>Segundo o presidente da SBC, para fugir da zona de conforto, as pessoas precisam ter objetivos de vida. Mas atenção: não estamos falando de desejos como “quero comprar uma Ferrari”.</p>
<p>Além disso, é importante estabelecer uma data para que a meta seja atingida, bem como os meios para tal.</p>
<p>No entanto, saiba que, para fazer algo grandioso, é preciso mudar a partir de agora, trabalhando as limitações. “Poucas pessoas entendem que, para mudar algo em suas vidas, precisam fazer coisas diferentes e ser alguém diferente desde já. A maioria diz: na segunda-feira, eu começo a dieta; ou quando eu terminar a faculdade, tentarei viajar para aquele lugar que sempre quis conhecer”.</p>
<p>Para mudar, por sua vez, o especialista recomenda que a pessoa cultive crenças fortalecedoras, tais como “Eu sou responsável pelo meu mundo” e “Eu crio meus próprios caminhos”. Acreditar que cada um é responsável por sua vida e felicidade é o primeiro passo. Confira as dicas de Villela da Matta para enfrentar desafios e sair da zona de conforto:</p>
<p>Saiba quais são seus objetivos de vida;</p>
<p>Acredite que você é o único responsável por sua vida;</p>
<p>Convença-se de que não existem erros, apenas aprendizados. “Se analisar a biografia das pessoas mais bem-sucedidas do mundo, perceberá que elas erraram muito mais do que acertaram”, diz da Matta;</p>
<p>Aprenda a dar tempo ao tempo;</p>
<p>Ao realizar seu planejamento de carreira, não superestime o que pode fazer em um ano, mas também não subestime o que pode conseguir em cinco;</p>
<p>Não existe milagre. É necessário entrar em ação constantemente, todos os dias;</p>
<p>Aprenda que tudo na vida tem um preço e pague o preço que for necessário.<br />
<a onclick="pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/economia.uol.com.br');" href="http://economia.uol.com.br/planodecarreira/ultnot/infomoney/2009/01/26/ult4229u2258.jhtm" rel="nofollow"><span style="color: #666666;">http://economia.uol.com.br/planodecarreira/ultnot/infomoney/2009/01/26/ult4229u2258.jhtm</span></a></p>
<p class="comment-author"><strong><a class="row-title" title="Editar Comentário" href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/wp-admin/comment.php?action=editcomment&amp;c=8011"><img class="avatar avatar-32" src="http://www.gravatar.com/avatar/6ba05eb99cd27cc4332bf1c59ca6f629?s=32&amp;d=http%3A%2F%2Fwww.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D32&amp;r=G" alt="" width="32" height="32" />Alexandre Montagna</a></strong></p>
<p>Vídeo interessante para retratar o paradigma do empregado (e um pouco a questão burocrática também).</p>
<p><a style="text-decoration: none;" onclick="pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/http://www.youtube.com/watch?v=oYmWPucPRTQ');" href="http://www.youtube.com/watch?v=oYmWPucPRTQ" rel="nofollow">httpv://www.youtube.com/watch?v=oYmWPucPRTQ</a></p>
<p>______________________</p>
<p>Olá Mestre! Mais um ano se passou, e que alegria poder dizer com convicção que não se tratou de apenas mais um ano. Um ano bom para o Brasil e ótimo para o Método DeRose. Em 2009 me formei instrutor e parece que já faz décadas, tamanha a intensidade das mudanças que se operam na minha vida. Nunca trabalhei tanto, nunca aprendi tanto e nunca conheci tantas pessoas legais, de bem com a vida como nestes poucos meses de formado. Nunca ganhei tão bem, nem viajei tanto! Deixo no meu caminho pessoas felizes, e eu mesmo me torno a cada dia portador de uma felicidade sincera e contagiante. Finalmente, estou trabalhando em algo de que gosto, mas mais do que isso num ambiente de trabalho incrível, rodeado de pessoas fantásticas. E para completar ainda caminhando paralelamente a meus propósitos individuais de vida. Agradeço de coração à equipe de instrutores do Alto da XV, em especial ao Prof. Rogério Brant, e ao meu monitor Alexandre Meireles. E um abraço especial a você meu Mestre querido. Sem você nada disso seria possível. Que neste ano vindouro minhas ações possam honrar o nome que portamos nas nossas insígnias e medalhas, o DeRose que está na ponta das nossas línguas e no fundo do nosso coração. Que venha 2010 cheio de força! Encontramo-nos no Param-Paraná, Beijos.</p>
<p>Felipe Lengert &#8211; Unidade Alto da XV &#8211; Curitiba, Brasil</p>
<p>______________________</p>
<table cellspacing="0">
<tbody>
<tr id="comment-19468">
<td><strong><img src="http://www.gravatar.com/avatar/3e5b527d2efd8d396dbc9d774d7e9230?s=32&amp;d=http%3A%2F%2Fwww.gravatar.com%2Favatar%2Fad516503a11cd5ca435acc9bb6523536%3Fs%3D32&amp;r=G" alt="" width="32" height="32" /> </strong><strong>gustavo321</strong></td>
<td>
<div id="submitted-on">Enviado em <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/nos-nao-damos-apenas-o-peixe-nos-ensinamos-a-pescar/comment-page-1/#comment-19468">23/01/2010 às 10:29</a></div>
<p>Mestre,</p>
<p>Eu assino esta revista online e olha só que interessante este artigo que vem ao encontro daquilo que dizes e que muitos desdenharam, achando que os tempos nunca mudam e que vivemos num mundo cristalizado.<br />
Interessante o artigo não e mesmo?<br />
Também tem algo muito valido em relação ao tal plano B, que deixa de ser uma opção para ser algo obrigatório para quem queira alguma segurança para o final de vida.<br />
Um grande beijo<br />
Gustavo de Londres<br />
————————————————————————</p>
<p>21/01/2010 – O Enigma da Longevidade – Júlio Sérgio Cardozo<br />
Você está preparado para a era do fim dos empregos?</p>
<p>A tecnologia tem o seu lado perverso, apesar de aumentar a produtividade, tira o emprego. Como você vai se posicionar em um mundo em que cada vez mais há menos oportunidades de trabalho? Pense em sua empregabilidade futura.</p>
<p>O problema do desemprego é uma ameaça real em todo o mundo, que se agrava diante do crescimento desordenado da população e se torna um desafio quando enfrentamos crises como a que vivemos no último ano. Apesar dos sinais de recuperação da economia, uma lição ficou na mente dos executivos: fazer mais com menos.</p>
<p>Não tem jeito, os duros prejuízos reportados ao longo das inúmeras crises que passamos deixaram marcas e as empresas estão cada vez mais conscientes de que não podem jogar dinheiro fora. Aquela era de gastos desvairados em momentos de torneiras abertas acabou. Hoje, qualquer investimento que for feito será muito bem avaliado, pensado e dimensionado. E mais do que nunca a questão custo versus retorno certamente ditará as regras de todos os projetos que sairão da gaveta.</p>
<p>As perspectivas para 2010 e os anos que se seguirão são bastante positivas. Mas como já disse, nada será como antes. Haverá emprego como antes? Minha resposta é não. As estatísticas mostram claramente que o modelo do emprego formal, como estamos acostumados a ver da carteira assinada, está acabando. Da mesma forma que assistimos a uma reinvenção das profissões.</p>
<p>Pode parecer um cenário catastrófico, mas as mudanças que vemos hoje terão impactos profundos bem mais cedo do que imaginamos. Quando o economista Jeremy Rifkin, em seu livro “O Fim dos Empregos” previu um futuro sombrio há 16 anos, não só causou grande polêmica, como foi alvo de olhares desconfiados, já que estamos acostumados a ver futurologias caírem por água abaixo. Infelizmente, ele estava certo.</p>
<p>A busca com sofreguidão por redução de custos na produção provocou cortes e mais cortes de postos de trabalho. Por outro lado, esta nova fase, chamada por Rifkin de a terceira revolução industrial, é o resultado do surgimento de novas tecnologias, como o processamento de dados, a robótica, as telecomunicações e as demais tecnologias que aos poucos vão pondo máquinas nas atividades anteriormente realizadas por seres humanos.</p>
<p>O pior de tudo é que as pessoas ainda não se deram conta de que viverão cada vez mais, não encontrarão tantas oportunidades de trabalho porque já não há empregos para todo mundo como antes e terão carreiras mais curtas nas empresas. Esses aspectos já estão afetando suas vidas e é um caminho sem volta.</p>
<p>O mercado de trabalho não consegue absorver os milhares de profissionais que perdem seus empregos todos os dias e quem passou dos 60 enfrenta o dilema de encontrar um lugar ao sol. O que fazer então se dados recentes do IBGE chamam a atenção para o aumento da expectativa de vida dos brasileiros, que está na casa dos 72 anos? A resposta para este paradoxo – menos emprego, carreiras mais curtas e a longevidade – é planejar a carreira o mais cedo possível e antes que a tragédia do desemprego perene bata à sua porta.</p>
<p>Ter um plano B deixou de ser uma possibilidade para se transformar em necessidade imperiosa. No livro “O Melhor Vem Depois”, que escrevi em coautoria com a jornalista Andrea Giardino, retratamos bem essa questão. Impressionante os depoimentos que nos chegam diariamente dos leitores que comprovam esse movimento que acontece no mercado. Tem sido difícil dar conta de tantos pedidos de conselhos de como enfrentar a situação. Casos, às vezes, desesperadores.</p>
<p>Muitos dos profissionais que entrevistamos para ilustrar o livro foram reféns desse cenário e por não terem um plano B, ingenuamente acreditavam que se recolocariam rapidamente. O ex-presidente da GVT, Marcio Kaiser, enfrentou um duro golpe ao se ver um belo dia sem o sobrenome corporativo e descobrir que não havia mais espaço para seu talento. Após meses e meses de tentativas, parece ter encontrado um caminho.</p>
<p>Se tivesse traçado uma meta desde cedo, talvez seu destino tivesse sido outro e não o da vítima do acaso. Cabe a nós dentro dessa sociedade baseada na informação, valorizar nosso conhecimento e transformar as competências adquiridas em algo que nos perpetue como população ativa, mesmo aos 70 anos.</p>
<p>Quer um conselho? Corra e prepare o terreno desde já e comece a traçar seu plano B.<br />
A vida não segue roteiros, mas para quem se planeja a rota seguirá seu curso desejado. Pode não ser exatamente do jeito que você idealizou, no entanto, não o deixará refém do destino. Lembre-se que se você não conduzir o barco da sua vida, ele vai fazê-lo por você.</p>
<p>Se você não for o comandante pelo menos seja um passageiro da primeira classe e aproveite a paisagem. Ficar aí ao sabor do destino não dá. Reaja!</p>
<p>Por Julio Sergio Cardozo (CEO da Julio Sergio Cardozo &amp; Associados e professor livre docente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Website: <a onclick="pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/http://www.cardozo-group.com/');" href="http://www.cardozo-group.com/" rel="nofollow">http://www.cardozo-group.com/</a>. Twitter: <a onclick="pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/http://Twitter.com/juliocardozo)');" href="http://twitter.com/juliocardozo)" rel="nofollow">http://Twitter.com/juliocardozo)</a></p>
<p>———————————————————————–<br />
Para quem quiser o link direto esta aqui:</p>
<p><a onclick="pageTracker._trackPageview('/outbound/comment/http://br.hsmglobal.com/notas/56065-voc%C3%AA-esta-preparado-era-do-fim-dos-empregos?utm_source=220110_colunistas&amp;utm_medium=220110_colunistas&amp;utm_content=220110_colunistas_voc%C3%AA-esta-preparado-era-do-fim-dos-empregos&amp;utm_campaign=220110_colunistas');" href="http://br.hsmglobal.com/notas/56065-voc%C3%AA-esta-preparado-era-do-fim-dos-empregos?utm_source=220110_colunistas&amp;utm_medium=220110_colunistas&amp;utm_content=220110_colunistas_voc%C3%AA-esta-preparado-era-do-fim-dos-empregos&amp;utm_campaign=220110_colunistas" rel="nofollow">http://br.hsmglobal.com/notas/56065-voc%C3%AA-esta-preparado-era-do-fim-dos-empregos?utm_source=220110_colunistas&amp;utm_medium=220110_colunistas&amp;utm_content=220110_colunistas_voc%C3%AA-esta-preparado-era-do-fim-dos-empregos&amp;utm_campaign=220110_colunistas</a><br />
————————————————————————-</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/voce-sabe-quais-sao-os-outros-axiomas/" rel="bookmark" class="crp_title">Você sabe quais são os outros axiomas?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/caes-e-animais/o-melhor-amigo/" rel="bookmark" class="crp_title">O melhor amigo</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/mensagens/mensagem-a-mulher/" rel="bookmark" class="crp_title">8 de março, Dia Internacional da Mulher</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/eu-soube-que-carlo-mea-nao-havia-conseguido-alugar-o-imovel/" rel="bookmark" class="crp_title">Carlo Mea não conseguiu alugar o imóvel porque era para Yôga</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/novo-livro-do-edgardo-ja-esta-na-reta-final/" rel="bookmark" class="crp_title">Novo livro do Edgardo já está na reta final</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/imprensa/qual-o-seu-objetivo-no-yoga-ou-que-beneficio-voce-veio-buscar/" rel="bookmark" class="crp_title">&#8220;Para que você veio praticar o Método DeRose?&#8221; Ou &#8220;Que benefício você veio buscar?&#8221;</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-que-e-o-metodo-derose/" rel="bookmark" class="crp_title">O que é o Método DeRose</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/mensagens/mensagem-da-meditacao-de-1967/" rel="bookmark" class="crp_title">Mensagem da Meditação (de 1967)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/atividades-culturais/vamos-conhecer-mais-aquilo-que-praticamos/" rel="bookmark" class="crp_title">Vamos conhecer mais aquilo que praticamos?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/cultura-geral/como-a-humanidade-trata-seus-luminares-john-gorrie-o-inventor-da-geladeira-e-do-ar-condicionado/" rel="bookmark" class="crp_title">Como a humanidade trata seus luminares: John Gorrie, o inventor da geladeira e do ar condicionado</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-paradigma-do-emprego/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>87</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Que tratamento utilizar com uma autoridade?</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/que-tratamento-utilizar-com-uma-autoridade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=que-tratamento-utilizar-com-uma-autoridade</link>
		<comments>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/que-tratamento-utilizar-com-uma-autoridade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 07:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura geral]]></category>
		<category><![CDATA[metododerose.org]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[cartas]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[ofícios]]></category>
		<category><![CDATA[textos formais]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.metododerose.org/blogdoderose/?p=12199</guid>
		<description><![CDATA[O meu amigo Alexandre Montagna me enviou um link muito interessante. Como fazer o endereçamento de cartas, ofícios, documentos, textos formais? Confira: http://www.algosobre.com.br/cartas/formas-de-tratamento-como-se-dirigir-ao-destinatario.html Faltou a forma de tratamento para os membros de famílias reais e imperiais que ainda existem e são muito importantes pelo mundo afora, inclusive no Brasil. Por exemplo, Suas Altezas Imperiais e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O meu amigo Alexandre Montagna me enviou um link muito interessante. Como fazer o endereçamento de cartas, ofícios, documentos, textos formais? Confira:</p>
<p><a href="http://www.algosobre.com.br/cartas/formas-de-tratamento-como-se-dirigir-ao-destinatario.html">http://www.algosobre.com.br/cartas/formas-de-tratamento-como-se-dirigir-ao-destinatario.html</a></p>
<p>Faltou a forma de tratamento para os membros de famílias reais e imperiais que ainda existem e são muito importantes pelo mundo afora, inclusive no Brasil. Por exemplo, Suas Altezas Imperiais e Reais, os Príncipes Dom Luiz e Dom Bertrand de Orleans e Bragança.</p>
<p>_________________________</p>
<p>Olá Mestre,</p>
<p>Muito legal o post. Gostaria de sugerir também a leitura do Manual de Redação da Presidência da República. Contém informações interessantes sobre redação oficial, padrões de ofício, ortografia e gramática, pronomes de tratamento e muito mais conteúdo. Segue o link.</p>
<p><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/index.htm" rel="nofollow">http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/index.htm</a></p>
<p>Um abracinho bem apertado.</p>
<p>Guilherme Medeiros.<br />
Unidade Av. Rio Branco – Floripa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/hernia-de-disco/" rel="bookmark" class="crp_title">Hérnia de disco</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/tratamento-de-coluna-sem-cirurgia/" rel="bookmark" class="crp_title">Tratamento de coluna sem cirurgia</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/coisas-que-a-vida-me-ensinou-capitulo-quando-o-medico-tem-muita-certeza/" rel="bookmark" class="crp_title">Coisas que a vida me ensinou (capítulo: Quando o médico tem muita certeza)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/vamos-ajudar-a-isadora/" rel="bookmark" class="crp_title">Vamos ajudar a Isadora</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/manual-de-vida-manual-for-life-licao-de-tolerancia/" rel="bookmark" class="crp_title">Manual de Vida &#8211; Manual for life &#8211; Lição de tolerância</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/manual-de-civilidade-meu-novo-livro/" rel="bookmark" class="crp_title">Manual de Civilidade, meu novo livro</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/cultura-geral/condolencias/" rel="bookmark" class="crp_title">Condolências</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/imprensa/uma-grande-honra/" rel="bookmark" class="crp_title">Uma grande honra</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/caes-e-animais/cao-vegetariano-que-viveu-29-anos/" rel="bookmark" class="crp_title">Cão vegetariano que viveu 29 anos!</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/india/video-da-bbc-sobre-a-india/" rel="bookmark" class="crp_title">Vídeo da BBC sobre a Índia</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/que-tratamento-utilizar-com-uma-autoridade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quanto vale um dia da sua vida?</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/quanto-vale-um-dia-da-sua-vida-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=quanto-vale-um-dia-da-sua-vida-2</link>
		<comments>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/quanto-vale-um-dia-da-sua-vida-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 May 2012 19:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
				<category><![CDATA[metododerose.org]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[destino]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[estabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Método]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[persistência]]></category>
		<category><![CDATA[Preceitos]]></category>
		<category><![CDATA[prioridade]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[reeducação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.metododerose.org/blogdoderose/?p=12216</guid>
		<description><![CDATA[Quanto você pagaria por mais um dia de vida? Hoje, provavelmente, não pagaria nada, pois acredita que está longe daquele momento fatídico. No entanto, imagine que o tempo passou e que você está na hora da verdade. Por motivo de acidente ou doença, é informado de que este é o seu último dia de vida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><br />
</strong></p>
<p>Quanto você pagaria por mais um dia de vida? Hoje, provavelmente, não pagaria nada, pois acredita que está longe daquele momento fatídico. No entanto, imagine que o tempo passou e que você está na hora da verdade. Por motivo de acidente ou doença, é informado de que este é o seu último dia de vida. E que alguém lhe conseguisse mais um dia. Quanto você lhe pagaria para viver mais 24 horas?</p>
<p>Certamente, você lhe daria tudo o que tem por <strong>um dia</strong> a mais de vida. Pense, agora, quanto vale <strong>um ano</strong> a mais de vida? Quanto valem <strong>dez anos</strong> a mais? Pois isso é o mínimo que o Método DeRose lhe proporcionará, desde que você se dedique com disciplina, pratique metodicamente e incorpore os preceitos deste sistema. Quanto vale, então, em termos de investimento de tempo, de dinheiro ou de dedicação o estudo da Nossa Cultura?</p>
<p>No dia em que decidiu praticar o Método DeRose você deu uma grande guinada no seu futuro. No dia em que leu o primeiro livro da nossa filosofia começou a consolidar essa mudança de destino. Quando alterou os seus hábitos, substituindo-os por outros mais saudáveis, conforme ensina esta corrente, você contabilizou mais dez, vinte ou trinta anos de vida. Ao travar contato pessoal com uma escola da nossa linhagem, passou a cultivar <strong>qualidade de vida</strong> naqueles 10, 20 ou 30 anos que está incrementando à sua existência.</p>
<p>O que você precisa a partir de então é de estabilidade nessa decisão. Precisa ter persistência, disciplina e permanecer nesta reeducação comportamental. Quanta gente há que está numa boa casa, num bom trabalho, numa boa relação afetiva e resolve mudar só “para variar”? Há quem pare de praticar a Cultura que propomos para fazer outra coisa, ou por ter-se mudado de residência e estar morando longe de uma boa escola, por motivos de família ou por falta de tempo.</p>
<p>Na verdade, nenhuma dessas desculpas justifica a interrupção, até porque você pode continuar praticando através de livros, CDs e DVDs. A razão verdadeira é a instabilidade, é não conseguir se dedicar a alguma atividade por mais tempo. Quanta coisa você já começou e não continuou, não é mesmo? Pois a Nossa Cultura merece uma atenção especial. Merece que você invista nele. Merece prioridade. Aplicando prioridade ao Método DeRose, você verá que há tempo, sim senhor, para ele em seu dia-a-dia. É só colocá-lo em primeiro lugar na sua agenda. Depois, preencha os demais compromissos no tempo que sobrar. E não o contrário.</p>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/filosofia/quanto-vale-um-dia-da-sua-vida/" rel="bookmark" class="crp_title">Quanto vale um dia da sua vida?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ro-de-castro/" rel="bookmark" class="crp_title">Ro de Castro</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-que-e-o-metodo-derose-3/" rel="bookmark" class="crp_title">O que é o Método DeRose</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/livro-coisas-que-a-vida-me-ensinou-para-poupar/" rel="bookmark" class="crp_title">Livro Coisas que a vida me ensinou (Para poupar)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/as-tecnicas-aprimoram-o-individuo-mas-os-conceitos-podem-mudar-o-mundo/" rel="bookmark" class="crp_title">As técnicas aprimoram o indivíduo, mas os conceitos podem mudar o mundo.</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/um-texto-da-profa-vanessa-de-holanda/" rel="bookmark" class="crp_title">Um texto da Profa. Vanessa de Holanda</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/amigos/juventude-sem-alcool/" rel="bookmark" class="crp_title">Juventude sem álcool</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/precisamos-de-instrutores-para-trabalhar-na-federacao-francesa-de-swasthya-yoga/" rel="bookmark" class="crp_title">Precisamos de instrutores para trabalhar na Federação Francesa de SwáSthya Yôga.</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/feliz-dia-dos-pais/" rel="bookmark" class="crp_title">Feliz Dia dos Pais</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ensino-esta-filosofia-desde-antes-de-voce-nascer/" rel="bookmark" class="crp_title">Ensino esta filosofia desde antes de você nascer</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/quanto-vale-um-dia-da-sua-vida-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quanto vale o seu trabalho?</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/qual-e-o-seu-valor/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=qual-e-o-seu-valor</link>
		<comments>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/qual-e-o-seu-valor/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 05 May 2012 07:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura geral]]></category>
		<category><![CDATA[Profissão]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[ajudar]]></category>
		<category><![CDATA[comenda]]></category>
		<category><![CDATA[discípulo]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[preço]]></category>
		<category><![CDATA[Talento]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[valor]]></category>
		<category><![CDATA[verdade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.metododerose.org/blogdoderose/?p=11454</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Um discípulo procurou seu Mestre porque se sentia um inútil. Achava-se incompetente. No seu trabalho, não conseguia ganhar dinheiro. Seus clientes não pagavam o justo. Ele queria saber como poderia melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem. O Mestre, olhando-o firmemente, lhe disse: – Antes de lhe responder quero que você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Um discípulo procurou seu Mestre porque se sentia um inútil. Achava-se incompetente. No seu trabalho, não conseguia ganhar dinheiro. Seus clientes não pagavam o justo. Ele queria saber como poderia melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.</p>
<p>O Mestre, olhando-o firmemente, lhe disse:</p>
<p>– Antes de lhe responder quero que você cumpra uma missão.</p>
<p>Tirou do dedo um anel muito bonito e deu ao discípulo, recomendando:</p>
<p>– Vá até o mercado popular. Pergunte quanto dão por este anel . É importante que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.</p>
<p>O discípulo agarrou o anel e foi oferecê-lo aos mercadores da praça. Eram vendedores de frutas, comerciantes de tecidos, artesãos de cerâmica e  lojistas de bugigangas. Eles olhavam com algum interesse, mas quando dizia o quanto pretendia pela jóia, desistiam.</p>
<p>Quando mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel. Que ele estava fora da realidade. Que devia cobrar o que as pessoas podiam pagar.</p>
<p>Abatido pelo fracasso, o discípulo retornou à presença do Mestre, informando-o de que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!</p>
<p>O Mestre respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o discípulo fosse ao joalheiro para uma avaliação adequada. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.</p>
<p>O discípulo foi, um tanto desanimado, cumprir a missão dada pelo Mestre.</p>
<p>O joalheiro, depois de examinar a jóia com uma lupa, pesou-a e lhe comunicou:</p>
<p>– Diga ao seu Mestre que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinquenta e oito moedas de ouro.</p>
<p>O rapaz teve um sobressalto:</p>
<p>– CINQUENTA E OITO MOEDAS DE OURO?</p>
<p>– Sim, retornou o joalheiro. Eu sei que é pouco. Com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta. Mas, se a venda é urgente, não pago mais de sessenta e cinco moedas de ouro.</p>
<p>O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao Mestre. Depois de ouvi-lo, o Mestre disse:</p>
<p>– Sente-se, meu rapaz. Seu trabalho é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto. Por acaso você imaginou que qualquer um poderia reconhecer o seu verdadeiro valor? Se o joalheiro ofereceu 65 ou 70 moedas de ouro é porque vale muito mais.</p>
<p>Tomando o anel das mãos do discípulo, tornou a colocá-lo no dedo, completando:</p>
<p>– Nosso trabalho é como esta jóia: muito valioso. No entanto, andamos a oferecê-lo a pessoas muito simples e que não têm nos seus valores de vida nem na sua cultura os recursos para compreender o quanto vale o nosso trabalho. A culpa não é dessas pessoas. É nossa, ao levar uma jóia preciosa, de ouro e diamantes, para oferecê-la a um público que só conhece e só compra bijuteria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-discipulo-leal-ao-mestre/" rel="bookmark" class="crp_title">O discípulo leal ao Mestre</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/as-tecnicas-aprimoram-o-individuo-mas-os-conceitos-podem-mudar-o-mundo/" rel="bookmark" class="crp_title">As técnicas aprimoram o indivíduo, mas os conceitos podem mudar o mundo.</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-discipulo-leal-ao-ensinamento-do-mestre/" rel="bookmark" class="crp_title">O discípulo leal ao ensinamento do Mestre</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/obrigado-pelos-presentes/" rel="bookmark" class="crp_title">Obrigado pelos presentes</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/amigos/hoje-e-o-dia-do-amigo/" rel="bookmark" class="crp_title">Hoje é o Dia do Amigo</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/por-que-alguns-profissionais-progridem-e-outros-nao/" rel="bookmark" class="crp_title">Porque alguns profissionais progridem e outros não</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/filosofia/preceitos-aos-instrutores-de-yoga/" rel="bookmark" class="crp_title">Preceitos aos Instrutores de Yôga</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/o-discipulo-ideal/" rel="bookmark" class="crp_title">O discípulo ideal</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/mensagens/mensagem-a-mulher-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Mensagem à Mulher</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ode-a-competencia/" rel="bookmark" class="crp_title">Ode à competência</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/qual-e-o-seu-valor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>19</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<!-- WP Super Cache is installed but broken. The path to wp-cache-phase1.php in wp-content/advanced-cache.php must be fixed! -->
