Você já tomou consciência de que estamos mudando o mundo à nossa volta? Cada instrutor semeia a Nossa Cultura nos corações de centenas de alunos. São milhares de instrutores! Cada escritor nosso faz germinar nossa filosofia em milhares de leitores. São dezenas de autores! Cada aluno e cada leitor, ao adotar nosso life style, influencia de forma saudável familiares, colegas de trabalho ou de faculdade, cônjuge, amigos e desamigos. Isso, em vários países. Agora faça as contas. Calcule o número de instrutores, alunos e leitores do Nosso Método e tome consciência do poder de melhorar o mundo que você tem em suas mãos. Desfrute a satisfação de usufruir esse poder de ajudar as pessoas. Fale, escreva, esclareça, divulgue, mostre pelo seu bom exemplo o quanto a nossa proposta é boa, é séria e é agradável de incorporar no dia-a-dia, na vida real.
Que grande revolução a nossa. Leio este post e arrepio-me, pois nunca tantos estiveram tão comprometidos em mover o mundo, acenando com a Nossa Proposta.
Foram muitos e muitos anos de trabalho, pessoas, erros e acertos, sacrifícios de saúde e horas de trabalho para que pudéssemos reunir esta quantidade tão significativa de gente pró-ativa, jovem e comprometida com a Nossa Cultura.
Mas valeu cada segundo de suor para que pudesse estar vivo para poder desfrutar deste momento mágico.
Obrigado Mestre, por perseverar. E que possamos lhe retribuir todos os dias pela ação efetiva.
[ ... e cada segundo de lágrimas, Jojó! ]






Parabéns a toda família da nossa cultura, aos mais antigos, aos recém chegados e aos que estão por chegar.
É uma honra indescritível fazer parte desta família, este imenso pújá efetivo que tomou forma primeiro na mente do nosso amado Mestre DeRose e hoje já abraça todo o nosso planeta com toda força, poder e energia que lhe são peculiares.
Obrigado !!
Alex Souza
Uni-Yôga Pituba – Salvador-BA
Sem dúvida que estamos a mudar o mundo. No entanto, o mundo é muito grande e há muito e muito para fazer.
Hoje li no cabeçalho de um jornal português que daqui a 30 anos duplicará o nº de pessoas com doença de Alzeimer.
Comecei a pensar que se isso acontecer serão precisas, pelo menos, o dobro de pessoas que trabalham nos cuidados intensivos com esses doentes.
Que desperdício pois essas pessoas poderiam estar a fazer tarefas muito mais interessantes e importantes para o desenvolvimento da humanidade. E, que desperdício essas pessoas afectadas pela doença, pois também essas poderiam estar a fazer coisas interessantes e úteis em prol da sua vida e da dos outros.
Tudo isso se poderia evitar se as pessoas tivessem hábitos de vida mais saudáveis e qualidade de vida. Para onde caminhamos? Para um mundo de cada vez mais pessoas doentes? O que custa isso a cada um de nós? Muito! Directa e indirectamente custa muito mesmo!
Por isso, urge que cada vez mais pessoas se conscientizem que é preciso mudar. E que a mudança começa com cada um de nós.
Faço votos de que daqui a 30 anos se diga que o número de pessoas doentes diminuiu para metade ou menos, que a fome foi irradicada do nosso planeta e que as pessoas adquiriram qualidade vida.
Imaginemos e mentalizemos que será assim! Mentalizando e fazendo porque já não há mais tempo para perder.
Um grande bem-haja ao mentor desta cultura, a Nossa Cultura que um dia será a Cultura! Obrigada Mestre DeRose.
Zélia Couto e Santos – Unidade 5 de Outubro – Lisboa
Esse mesmo era o pensamento que eu tinha justo antes de fazer uma coreografia.
Nesse instante em que se está de pé, frente as pessoas expentantes, e a música ainda não começou… pensava: é nos próximos cinco minutos que terei nas minhas mãos uma poderosa ferramenta para mudar as pessoas!
e com essa intenção (ou sankalpa) é que começava a me movimentar…
Beijinhos da
Anahí
Buenos Aires
É exatamente isso que devemos sentir antes do início de uma coreografia, de uma aula, de uma entrevista na TV ou de qualquer atividade cultural nossa. No seu caso, pode ter a certeza de que seu talento em demonstrar aqueles 3 a 5 minutos de pura beleza, me ajudou a mudar a vida de muita gente.
Obrigada, De, pela sua linda resposta
Nos vemos na sexta feira.
Beijinho desde Buenos Aires.
Anahí
Que grande revolução a nossa. Leio este post e arrepio-me, pois nunca tantos estiveram tão comprometidos em mover o mundo, acenando com a Nossa Proposta.
Foram muitos e muitos anos de trabalho, pessoas, erros e acertos, sacrifícios de saúde e horas de trabalho para que pudéssemos reunir esta quantidade tão significativa de gente pró-ativa, jovem e comprometida com a Nossa Cultura.
Mas valeu cada segundo de suor para que pudesse estar vivo para poder desfrutar deste momento mágico.
Obrigado Mestre, por perseverar. E que possamos lhe retribuir todos os dias pela ação efetiva.
… e cada segundo de lágrimas!
Bem,
Este artigo está diretamente relacionado com o ensino no Brasil hoje, mas acho que tem muito a ver com a Nossa Cultura.
O texto está bem interessante. Espero que gostem!
Beijinhos,
Luciana
A arte esquecida – Fábio Brazil
* Fábio Brazil
Onze anos é bastante tempo. Some, ou se preferir, subtraia onze anos de sua idade. Faz bastante diferença, não é? Onze anos é o tempo de formação do leitor brasileiro médio. Onze anos. Oito anos no fundamental 1 e 2 e três de ensino médio – não somados aí o tempo de Educação Infantil e o nono ano recém inserido na parte debaixo da seqüência.
Nesses onze anos o aluno é exposto continuamente à linguagem verbal escrita, não raro como fenômeno estético – prosa e poesia. No entanto, ao término desse período considerável de tempo, sequer apreciador de literatura ou leitor eficiente o aluno se tornou. Estranho, não é?
Nem tanto, responderiam aqueles acostumados a pensar e discutir Educação. Após os mesmos onze anos exposto à matemática a maioria das pessoas é incapaz de fazer cálculos básicos, após os mesmos onze anos expostos à produção de textos a maioria é incapaz de escrever de maneira minimamente clara e organizada e após os mesmos onze anos de ciências e biologia é justamente ao término deles que as meninas engravidam “sem querer”.
Claro que essas constatações avolumam-se numa onda que parece encobrir toda e qualquer reação, impedir qualquer avanço e só nos resta esperar pelo tranco e o afogamento sem esperanças: a Educação faliu, fracassou e não há mais salvação.
Muitos, pelos mais diversos motivos, de alguma forma aceitam bem essa conclusão. Seja pelo simples interesse em aplicar em outro lugar os 30% obrigatórios do orçamento público, seja por terem um cardápio de soluções a oferecer e vender desde que se tire o aluno e a verba de dentro da escola pública. Vale ressaltar que este problema não se restringe à escola pública e que para uma boa parcela da população os tais onze anos não chegue a pouco mais de três.
Essas mesmas constatações têm permitido o avanço de uma onda utilitarista na educação. Os utilitaristas ganham espaço nos governos, nas campanhas políticas, na mídia e nos cargos diretivos. Enfileiram-se defendendo um ensino profissionalizante, ligado à vida cotidiana, voltado para o mercado, prático e rápido – sob a bandeira utilitarista, muitas vezes se esconde à sombra o preparo de mão-de-obra barata a ser ofertada por um país periférico e reprodutor de tecnologia e conhecimentos desenvolvidos em outros lugares onde a Educação não é pensada sob a bandeira utilitarista.
É perigosa essa bandeira. A transformação do senso-comum em currículo escolar, a transformação do básico para o trabalho em currículo escolar, a transformação das práticas para o mercado em currículo escolar, colocam em risco não somente a escola, mas a sociedade da qual ela faz parte. A função da escola não é preparar o reprodutor-funcional que os mercados atrasados exigem. Essa perigosa transformação perpetua o atraso e a subserviência ao mercado. A função da escola é construir, articular e democratizar o conhecimento e a crítica, atuando diretamente na transformação do atraso e do “mercado” – que é a maneira como os utilitaristas chamam a sociedade.
O ensino de Arte na escola pública pode e deve ser um contraponto a essa corrente. Talvez por isso, se veja diminuído, desvalorizado e gradativamente substituído por atividades lúdicas enfileiradas e oferecidas fora da escola. Educação estética não é necessariamente profissionalizante, não está ligada à vida cotidiana e não está voltada para o mercado. Por isso pode ser transformadora. – Quando a argumentação em contrário chega ao “pobre não precisa disso” constata-se claramente, mais uma vez, sob que bandeira o interlocutor utilitarista se encontra.
Percepção, análise e criação de obras de arte devem fazer parte da educação de qualquer cidadão – pobre ou rico – devem ser ofertadas sob todas as formas e em todos os anos da escolaridade básica, pois terá papel fundamental no desenvolvimento do cidadão-eleitor-consumidor. Ofertar percepção, análise e criação de obras de arte na escolarização básica é caminhar em direção ao cidadão crítico-autônomo e distanciar-se do raquítico-autômato que a educação profissionalizante por vezes pretende construir. Esse parece ser um consenso entre pesquisadores e professores de Arte. No entanto, há uma arte esquecida nessa discussão. Muitas vezes, aqueles que construíram e sustentam a bandeira da Arte, passam ao largo de uma arte importante dentro da escola, a literatura.
De todas as artes, ela é a que tem o melhor e o mais garantido espaço no currículo escolar e é a que mais sistematicamente é esquecida como arte. A literatura é a mais privilegiada das artes dentro da escola, até sob a bandeira utilitarista, afinal, “cai no vestibular” – como se isso fosse argumento, como se o vestibular fosse imutável, como se o que cai no vestibular fosse literatura e como se já não houvesse defensores de sua retirada.
Enquanto outras artes lutam para entrar pela porta da frente nas escolas, como a dança e o teatro, a literatura tem lugar reservado na divisão das aulas. Enquanto as artes plásticas muitas vezes resumem-se a divertimentos da pré-escola a literatura exige aula específica e professor graduado na área. Enquanto a música procura uma forma de entrada na escola, a dança uma forma de sair da festa junina, as artes plásticas de deixarem de ser enfeite na parede e o teatro uma forma de perder o diminutivo “teatrinho”, a Literatura tem espaço garantido na grade de aulas.
O que aconteceria se a dança, o teatro, a música e as artes plásticas tivessem o mesmo tempo de contato com o aluno que tem a alfabetizadora, a professora de Português e os de Redação, Gramática e Literatura? Já é possível ver os professores comprometidos de Arte esfregando as mãos com a mesma sem-cerimônia com que esquecem a incapacidade da escola, dos currículos e dos professores de Português de formarem sequer leitores, após onze anos de trabalho. – Se acreditamos na Educação como uma forma de transformação social, precisamos pensar nisso.
Salvo as sempre honrosas exceções, salvo os sempre raros trabalhos consistentes, salvo os raros professores que conseguem romper com a incompetência que engole seus colegas, a indigência é enorme. Basta olhar o acanhado mercado editorial brasileiro – não por culpa das editoras ou dos autores; o espaço mesquinho que a literatura ocupa na mídia – não por culpa dos autores ou da relevância dela para a sociedade; o fechamento das editoras para poesia – não por falta de bons poetas; o consumo de livros de autores brasileiros nas livrarias – não por má vontade dos livreiros; o ridículo consumo de poesia – não porque ela seja dispensável; o uso insipiente e o estado moribundo das bibliotecas públicas – não porque elas sejam inúteis. Talvez estejamos diante do fruto das escolas, dos currículos e de muitos dos professores de Português e Literatura. Esse é o resultado de onze anos de trabalho ruim fornecido a cada cidadão escolarizado com dinheiro público ou privado, mas jogado fora junto ao tempo escolar.
Livros caros, falta de apoio da família, desprestígio social, falta de hábito cultural, desinteresse do educando, novas mídias, são argumentos que se enfileiram em qualquer sala de professores e na boca dos profissionais de Português e Literatura nas nossas escolas. No entanto, esconder-se atrás da miséria não é uma forma de transformá-la, é garantir a sua perpetuação. Por outro lado, se é a pobreza que explica a falta de leitores, como se explica que a classe média e rica dessa mesma sociedade também não sejam leitoras? A falta de acesso à leitura e à literatura não é somente fruto da falta de recursos econômicos do cidadão e da escola, é também falta de quem propicie, construa e garanta esse acesso.
Se os onze anos de trabalho contínuo e em espaço curricular privilegiado não fosse tão questionável, tão desvinculado de propósitos sociais relevantes não teríamos uma literatura tão pobre que sustenta somente três ou quatro autores vivos e nunca foi capaz de sustentar um poeta. A anêmica literatura no Brasil, incapaz de sustentar seus autores, incapaz de permitir às editoras arriscarem-se em lançamentos fora dos convencionais, incapaz de apresentar dignamente qualquer poeta nascido nos últimos cinqüenta anos tem muito a cobrar da escola, dos currículos e dos professores, mas principalmente desses últimos. São os autores, os livros não-didáticos e as editoras corajosas que garantem a existência viva da arte e da língua que eles se profissionalizaram para ensinar – as faculdades que os profissionalizaram também precisam ser cobradas, os professores dos nossos professores.
Enquanto a Literatura não for pensada como arte dentro das escolas, a leitura como uma forma específica de fruição e a redação como construção estética, o resultado será sempre esse com o qual silenciosamente convivemos. Enquanto os professores de Português e de Literatura não mudarem o foco utilitarista – ensino da leitura e da escrita funcional – que nem sequer dão conta, continuaremos num país de letras silenciadas cujo único ruído é o próprio riso daquilo que os vestibulandos escrevem em suas provas.
Enquanto professores de Português e Literatura continuarem ignorando os avanços teóricos, os encontros, as discussões, as leituras e o aprimoramento dos seus colegas de Arte continuarão inutilmente sentados sobre a privilegiada cadeira dos currículos escolares a espera de uma simples “canetada utilitarista” que lhes tirará o trono e que será aplaudida pela sociedade iletrada que ajudaram a construir.
*Fábio Brazil é diretor do Instituto Caleidos e do Caleidos Cia. de Dança, em São Paulo, capital.
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Muito bom este texto do Fábio Brazil. Gosto de quem tem coragem para dizer o que precisa ser dito. Li, reli e – de tanto ler e reler – tornei-me admirador do Brazil. Vale a pena replicar este texto para ver se assim algum administrador da Pátria acaba por lê-lo, sensibiliza-se e se empenha em investir vontade política para melhorar a Educação.
Maestro, ¡te quiero!
Sos un ejemplo de amor y fortaleza.
Gracias!
Pablo – Belgrano AR
Bom dia,
Estamos mudando o mundo sim.
Um beijo grande de Paris.
Filipa – Espace Energie, Paris
Querido Mestre
Eu queria ter estado aí para te abraçar, passear, rir contigo, na semana passada. Mas qual não foi o meu espanto quando abro o blog hoje e tomo consciência mais uma vez do porquê de estar na França
Sou eternamente grata a ti pela vida q tenho e escolhi mudar a vida dos franceses..esta é a minha humilde contribuição.
Um beijo enorme
Soninha
Que importante es leer textos tan sentidos como el del querido Jojó. Ocurre que en el fragor del día a día, nos vamos olvidando de todo lo que hemos construído y logrado. El desarrollo y las metas obtenidas como institución, como grupo humano, como individuos…Es valioso hacer una retrospectiva de la obra del Maestro DeRose y de la nuestra (en cada país, federación, grupo,etc…) para observar lo alcanzado, lo superado y como se afianzó como movimiento cultural. La base y principal catalizador es nuestro querido De, la llama viva el ideal y la gran fuerza, la egrégora. Quiero contarles una historia sobre egrégora muy linda:
Había una vez un Maestro que enseñaba y estimulaba siempre a sus discípulos para que estuvieran juntos, transmitiéndoles la importancia de entender que el grupo poseía una fuerza que catapultaba al crecimiento individual y colectivo.
Un día, uno de los discípulos dejó de participar. Los demás, entristecidos por su alejamiento, hablaron con el Maestro para ver si se podía hacer algo.
El Maestro esperó un par de días y fue hasta su casa. Lo encontró sentado, en silencio, frente a un hogar de leños encendidos.
Al verlo entrar, el discípulo pensó que seguramente recibiría una reprimenda. En cambio, el Maestro se sentó a su lado y permaneció observando el fuego, sin pronunciar palabra.
Transcurridos unos minutos, tomó una brasa, la retiró del fuego y la colocó al lado de los pies del discípulo. Rápidamente la brasa comenzó a apagarse hasta transformarse en un trozo de leño oscuro y grisáceo.
A los pocos minutos, el Maestro tomó el trozo de leño y lo colocó nuevamente en el fuego. En instantes la brasa volvió a encenderse, adquiriendo un rojo intenso y transmitiendo luz y calor.
El Maestro, en silencio se levantó y comenzó a caminar hacia la puerta de salida.
El discípulo corrió detrás de él y, colocando una mano en su hombro, le dijo: Gracias, Maestro, por su enseñanza. Mañana estaré nuevamente con el grupo.
Abrazos cariñosos
Quando escolhi o curso que queria fazer na faculdade, pensei: quero fazer algo que seja relevante na vida das pessoas.
Quando optei em investir meu tempo na profissão de Instrutor do Método DeRose, inclusive deixando de lado faculdade e trabalho tradicional, pensei: quero fazer algo que seja realmente relevante na vida das pessoas.
Ainda bem que pude encontrar a Nossa Família.
Abraços do Caio
Unidade Kobrasol – SC
Isso é o que me entusiasma.
Como o instrutor Isaac Freire disse em Goiânia nesse final de semana em que tivemos uma série de cursos com o Mestre Carlos Cardoso (Que foram excelentes!). Devemos alterar até mesmo o imaginário da cidade em que vivemos, fortacelendo assim a mentalidade da população, que por vezes se mostra provinciana.
Nossa cultura é simplesmente bela.
Um grande beijo Mestre.
Obrigado!
Wadih Elkadi
Unidade Bueno – Goiânia / GO
Mestre e amigos, também tenho um blog:
Os textos geralmente ocorrem quando tento,
através da palavra, pisotear a ignorancia que encontro.
Quem quiser ler e comentar:
http://rafael1111.blogspot.com/
Grato,
Rafael
Emocionante! É simplesmente ótimo fazer parte de tudo isso… Agradeço do fundo do coração! Primeiro, iniciar somente praticando, e mesmo assim mudando o mundo à minha volta, sem perceber… Para depois passar a ensinar, aprendendo ainda mais! Desfrutando “a satisfação de usufruir esse poder de ajudar as pessoas”. É fascinante como, na Nossa Cultura, quanto mais aprendemos, mais temos o que aprender.
Abraços carinhosos,
Karen (Bal. Camboriú – SC)
O Blog é uma ferramenta fantástica de troca de idéias, informações e emoções. É uma maneira muito eficiente de estar próximo das pessoas mais queridas da nossa egrégora. É um contato direto com o Mestre, uma pessoa que fez a diferença no Planeta e motivou tantos para mudarem também.
Cada vez que entro no Blog e leio um post como este, fico pensando: Como posso melhorar ainda mais o mundo a minha volta?
O que posso fazer para melhorar e auxiliar os outros a melhorarem?
De que maneira posso contribuir para que o mundo seja um lugar melhor para se viver?
Então algo dentro de mim brota com uma força incrível para uma realização maior e o meu dia se torna mais produtivo, criativo e feliz para mim e para as pessoas que convivem comigo.
E fico imaginando isto acontecendo com milhares de pessoas ao mesmo tempo e em vários lugares do Globo.
E posso afirmar e concordar contigo Mestre.
Estamos mudando o mundo!
Ooi, Mestre!
Que bom que você gostou do texto. Espero que outros também o tenham lido.
Achei uma boa idéia postá-lo aqui, pois mostra a importância de formar pessoas mais conscientes, capazes de analisar, criar, transformar, gerir uma nação…
Fico muito orgulhosa de ter encontrado essa Família, esse belíssimo Método.
Beijokitas,
Luciana
Temos realmente ferramentas poderozissímas, e não são poucas não!
É tão bom sair da sala de aula e saber que você contribuiu para o crescimento de alguns, isso me faz um bem enorme.
A Anahí é a grande culpada na minha vinda para esta família tão querida… A beleza dos movimentos dela me tocou profundamente. (Volta!)
É isso que temos que fazer, como disse o Mestre, tocar os corações das pessoas com as coreografias, com as nossas aulas, com as conversas, com o nosso comportamento…
Durante toda a minha adolescência tive uma vontade enorme de mudar a mundo a minha volta. Falava muito e era meio rebelde, pois não me conformava com a poluição que geramos, com a escola que não me ensinava o que eu queria aprender, com o comportamento hipócrita da sociedade…
Enfim, vi que eu mesma não estava fazendo nada de fato para mudar. E me aquietei!
Percebi que, primeiro precisava começar a mudar algo dentro de mim, e assim, o mundo ao meu redor também começaria a mudar de alguma forma.
Tal atitude me trouxe a conhecer essa Cultura linda, na qual me identifiquei, me inseri e agora passo adiante.
Obrigada Mestre, pelas palavras, livros, ensinamentos. Muito obrigada pelo sorriso sincero e pelo olhar penetrante.
Obrigada por continuar firme e forte!
Grande beijo no coração e um abraço apertado.
Má Engler
Unidade Paes de Barros – SP
Obrigado, querida. Beijinho do seu amigo.
Querido Mestre DeRose,
é uma alegria muito grande sentir tudo isso que todos relataram. É um privilégio e tenho muito que lhe agradecer. Aprendi muito com você, seus ensinamentos e também com muitos do que aqui escreveram. Minha vida tem um sentido muito mais nobre do que antes do SwáSthya entrar na minha vida. Obrigada eternamente!
Só tenho a agradecer a todos os instrutores, principalmente ao meu querido Juka, e é claro ao Mestre DeRose, por compartilhar os ensinamentos dessa cultura tão especial, que com certeza me mudou…para muito melhor.
Por gratidão imensa estou na Complementação Pedagógica para me tornar mais uma semeadora.
Tenho muito orgulho de fazer parte dessa grande família.
Com muito carinho.
Pê
Ana Paula Matta / Unidade Alphaville
Zeitgeist, The Movie
Eu gostaria de deixar um link para Zeitgeist, um vídeo muito interessante, que desmistifica e denuncia certos paradigmas e sofismas da nossa sociedade.
http://video.google.com/videoplay?docid=-2282183016528882906#
[Vinícius Pessoa - Chêla - Unidade Serra - Belo Horizonte MG]
Obrigado por compartilhar, Vinícius. Na verdade, já umas quatro pessoas colocaram o Zeitgeist aqui no blog, mas é sempre bom ter mais um para facilitar a pesquisa e o acesso. Abração.
Se as pessoas soubessem como é bom reler os post antigos, quantos temas maravilhosos encontramos por aqui, quantas palavras bonitas escritas por nossos amigos, como estas do Jojó, postadas neste blog, o fariam constantemente.
Maha abraço
Regina- Alto da XV- Curitiba-PR
Mestre querido,
Lembro de quando visitei a Unidade Botafogo para conhecer o Swásthya Yôga, em agosto de 2005, e fui muito bem recebido pelo Instrutor Gabriel Gayer. Me senti em casa.
Durante nosso bate-papo, ele mostrou um vídeo com uma coreografia da Anahí.
Fiquei muito impressionado e profundamente emocionado. Lembro de ter pensado assim mesmo: “é para isso que o ser humano foi criado. É isso que quero alcançar”.
Então, tenham certeza de que realmente temos em nossas mãos “uma poderosa ferramenta para mudar as pessoas”, como escreveu a Anahí.
Forte abraço.
Marcos Felice
Unidade Leblon
Vamos juntos nessa missão.
Na palestra sobre escolhas que o Jojó deu ontém na Unidade Kobrasol ele falou uma frase que eu gostei tanto que vou compartilhar aqui: “Você faz parte da espécie mais bem sucedida dentro do Universo conhecido.” Hum? Demais eim!
Esse Jojó é um gênio!
Essas mudanças ocorrem não só no âmbito profissional, mas no pessoal. Sinto que com cada pessoa que travamos contato, desde familiares a amigos, influenciamo-os de certa maneira a uma reflexão.
Meus pais já mudaram muito desde que eu também mudei! Optam por cultivar hábitos mais saudáveis por virem em mim o reflexo disso.
Como educadores estamos sempre agindo como profissionais sem dúvida, mas esse espargir da nossa cultura e dos nossos ensinamentos ultrapassam a barreira da sala de prática e Unidade, e é realmente incrível o feedback que recebemos sempre por conta disso!
=)
Olá Mestre,
A cada dia que vivo, agradeço ter encontrado essa filosofia de vida, saboreada e vivenciada por nós, praticantes do Método DeRose.
Realmente estamos mudando o mundo – as matérias postadas aqui no blog são a prova viva de pró-atividade, filantropia, cidadania, responsabilidade, ética, honestidade e tantas qualidades, que encontramos com escassez fora desse convívio – principalmete por se tratar de uma egrégora formada, em sua maioria, por jovens.
Recebi, por e-mail, o texto abaixo, um tanto longo, que gostaria de compartilhar, pois considero-o importante, para pais e filhos, de todas as idades, principalmete àqueles, que infelizmente ainda não usufruem da convivência, nem vivenciam as técnicas e não conhecem os princípios e os conceitos, que norteiam o nosso estilo de vida. Se você entender pertinente sua publicação.
” – Meu filho, você não merece nada! ”
A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada.
ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada.
Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço.
Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe (pai)complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
Por que boa parte dessa nova geração é assim?
Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização, nem reciprocidade.
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal.
Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver: a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar, dia após dia com os limites, tanto de sua condição humana, como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina.
Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.
Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro, que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pago caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. BExpressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam, que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil” ? É no passar dos dias, que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece, deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais, vamos sofrer, se não temos espaço, nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Parece-me que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí – se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo, que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos, para serem considerados bem sucedidos – como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar, construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças, que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.
Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno, se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber, o que só eles podem buscar. E por isso, logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.
O resultado disso é: pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem, porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar, não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem, que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “ Te vira, meu filho.
Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua ”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “ Olha, meu dia foi difícil ” ou “ Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso ” ou “ Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir ”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode – significa dizer ao seu filho, que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim, quanto ligar a TV em volume alto, o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico, possa ser dito.
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo – ou seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado, porque um dia ela acaba.
Muito bom. Obrigado por compartilhar. Beijos.