Percebemos que alguns colegas ainda acham que dissidente é sinônimo de inimigo. Mas não é. A maioria dos nossos dissidentes preservou o carinho e a amizade. Ademais, ainda temos o egresso, que nem sempre é dissidente. Vamos estudar essas três denominações para não cometer injustiças com alguém que goste de nós, mas apenas não esteja trabalhando conosco.
Em primeiro lugar, comparemos a Universidade de Yôga com outra Universidade. Digamos, a PUC. Ela forma uma boa quantidade de excelentes acadêmicos em diversas áreas. Alguns deles optam por continuar atrelados, agora com laços profissionais, à Universidade que os formara. Esses ficarão trabalhando na PUC. Os outros guardarão boas lembranças e uma imensa gratidão pela PUC, mas irão trabalhar noutros lugares. São os profissionais egressos da PUC. Assim, nós temos:
Egressos ou formados pela Universidade de Yôga – são todos os que se formaram pela Uni-Yôga, os que saíram para o mercado de trabalho. Normalmente, chamamos de egressos ou de formados, aqueles que já não estão mais atrelados à Uni-Yôga, porém que não alimentam nenhum questionamento, nem discordância, nem animosidade. Falam bem de nós, preservam o carinho, o respeito e quando nos encontram sentimos reciprocamente uma grande alegria em nos ver. Temos até uma modalidade de filiação gratuita no nosso website que divulga sem ônus os endereços desses colegas que deixaram saudade.
O egresso ou formado pela Universidade de Yôga pode continuar lecionando SwáSthya ou optar por outra modalidade. Pode continuar honrando a supervisão ou não. Pode revalidar seu certificado todos os anos ou não. Pode participar dos nossos cursos ou não. É claro que quanto mais proximidade ele nutrir, mais e mais subirá no nosso conceito. Não é filiado, mas pode vir a ser um amigo íntimo.
Dissidentes – são os que se formaram pela Universidade de Yôga e saíram por discordar de algo. É o seu direito. A maciça maioria continua sentindo carinho, saudade e gratidão pela Uni-Yôga, pelo seu instrutor, pelo DeRose, mas prefere ficar de fora, por qualquer razão de foro íntimo. Dissidente não é ofensa. Dissidente não é inimigo. Podemos preservar a amizade. Só não podemos trazê-los para o nosso convívio próximo nem para dentro das nossas unidades, já que um descontente pode contaminar os demais com o mesmo vírus que o vitimou. Mas podemos e devemos manter cordialidade, enviar cartões de Natal, de Páscoa, de aniversário; podemos telefonar e até, às vezes, sair para comer uma pizza.
Inimigos – geralmente são concorrentes intoxicados de inveja até a alma; ou dissidentes recalcados, portadores de algum complexo de inferioridade. Felizmente, são poucos. Infelizmente, quem odeia faz muito barulho e os que amam fazem-no em silêncio.
É preciso incutir no futuro instrutor, desde quando aluno, que se um dia ele sair da Uni-Yôga deverá continuar amigo. Explicar-lhe que quando alguém é formado pela PUC, USP, UNIP ou qualquer outra universidade, tal pessoa não é obrigada a ficar trabalhando naquele estabelecimento de ensino. Forma-se ali e vai trabalhar onde quiser. O mesmo ocorre conosco.
Também é preciso lembrar algumas pessoas de que quando alguém não gosta de um curso de inglês, de ballet, de violino, de pintura, de judô, de dança de salão, seja lá do que for, essa pessoa simplesmente sai do curso e pronto. Ninguém é obrigado a gostar de todos os cursos, nem é obrigado a permanecer se não gostou. Por outro lado, ninguém que tenha saído de algum desses cursos por não ter gostado dedicaria sua vida a insultá-lo, agredi-lo, difamá-lo, gastando horas e horas nesse afã, ano após ano, sem trégua. Se o fizesse, algo de errado deveria haver com essa pessoa tão desequilibrada.
Imagine que você não tivesse gostado do que ensinaram em um curso de informática. Imagine mesmo que esse curso fosse completamente incompetente e ensinasse enganosamente contabilidade dizendo que era informática. O que qualquer pessoa normal faria? Sairia do curso, talvez pedindo o dinheiro de volta. E pronto. Ponto final. Agora imagine uma outra pessoa que tivesse ficado insatisfeita alimentasse tanto ódio pelo curso de informática que passasse a existência a agredi-lo anonimamente de todas as formas, investindo nisso um tempo enorme e que não parasse nunca ao longo dos anos. Ninguém duvidaria trata-se de um caso psiquiátrico grave.
Infelizmente, em defesa do nosso nome e do nosso trabalho, precisamos processar algumas dessas pessoas, pois assim as outras param. Algumas delas talvez vão responder por seus atos na cadeia. Outras terão que pagar indenizações altíssimas, compatíveis com suas agressões. Mas todas deixarão de ser réus primários, o que significa que, a partir de agora, qualquer incidente que ocorra na vida delas, de trânsito, de briga, qualquer denúncia que façam contra eles, já não poderão mais contar com sursis. Irão para trás das grades.




quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 3:18
yogabatel.blogspot.com
Com certeza, essa explicação foi bastante útil. Eu da minha parte sempre mantive contato com estas pessoas, sejam elas egressas ou dissidentes. E realmente sempre que encontro alguma delas, falam de ti com muito carinho. Algumas deixaram a profissão, por resolverem seguir uma outra filosofia, outras preferiram trabalhar sozinhas, outras preferiram seguir outra carreira e lamentavelmente preferiram seguir com a prática sozinhas.
Os inimigos, esse só os vi em raras ocasiões, como aquela reunião no Rio de Janeiro, que nos impediam de te aplaudir… Mas com esses prefiro manter a tua frase que diz: “Só é admissível discutir com aqueles que estão de pleno acordo”. Então neste caso, prefiro a distância e o silêncio, só me manifestando para te defender, defender o nome da nossa egrégora e honrar a nossa família.
Um maha abraço
SwáSthya
Rê
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 8:40
adyashtanga.org
Querido Mestre
Deixo-lhe a referência de um link, http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/02/090225_yoga_patente_aw.shtml
onde se noticia um projecto, apoiado pelo governo indiano, de criar uma base de dados com todos os ásana que existirem nos shástra. Anunciam que, até à data já anotaram cerca de 600 e esperam, até ao fim do ano registarem 1 500. A finalidade será a de evitar a pirataria e a concessão de patentes a professores dos Estados Unidos, que proclamam serem inventores de ásana que têm uma existência milenar.
Verifico que, apesar de terem reunido cerca de 200 sábios, ainda estão aquém da recolha de ásana do Tratado de Yôga.
De acordo com a notícia, o «Dr V.P Gupta, que criou um arquivo digital do conhecimento indiano, a Traditional Knowledge Digital Library (TKDL).»
Um abraço
SwáSthya
João Camacho
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 9:16
yoga-go.com.br
Isso parece óbvio para nós, Mestre. Mas realmente precisamos ter certeza que os egressos e dissidentes também saibam disso.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 11:23
Grande Mestre !! Isto diz tudo ? Diz !!
ps: acho que o Mestre trocou, no 2º parag., ” Ela forma uma boa quantidade…,por ” Ela forma boa uma “…. ) rsrs.
Abraços.
Roberto
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 12:47
adyashtanga.org
Querido Mestre
A carta que lhe enviei em 23 de Dezembro de 2008, com parte da tradução do Yôga Sútra, veio agora devolvida.
Vou reenviar-lha. Por favor confirme se o endereço é o que reproduzo em seguida:
Al. Jaú, 2000
São Paulo – SP
Brasil
SwáSthya
João Camacho
DeRose Reply:
fevereiro 26th, 2009 at 14:38
O endereço está correto, Camacho. Talvez a correspondência tenha sido devolvida por falta do código postal que é 01420-002. Aceite um abraço do seu amigo DeRose.
João Camacho Reply:
fevereiro 26th, 2009 at 14:56
Obrigado Mestre.
Vou reenviar com o código postal
Um abraço
SwáSthya
João Camacho
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 13:29
YogaKobrasol.com.br
É fundamental que isso seja esclarecido, pois há pessoas que consideram quem sai da egrégora, inimigo.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 13:35
Nos brasileiros, deveríamos estar acostumados dissidência, afinal nossa política possui inúmeros dissidentes! Que de uma hora para outra conforme seus interesses pessoais passam a discordar da política oficial de seu partido ou de uma decisão de seu partido e migram para outro partido! Ora são todos dissidentes, mas continuam sendo políticos e continuam recebendo nossos votos! E nos continuamos recebendo seus cartões…
Um grande abraço de seu discípulo Malachini.
Everton Reply:
fevereiro 26th, 2009 at 15:12
A escolha livre é feita segundo os valores de cada um, no caso dos políticos, é melhor nem comentar… mas, existe exceções em todos os lugares.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 14:13
eimarablog.blogspot.com
… Isso me parece tão óbvio… mas já vi várias vezes, algumas delas senti na pele, que é mesmo necessário esse tipo de esclarecimento. Mais uma vez penso com meus botões: ainda bem que existe alguém lúcido e atento a isso.
Penso que a questão talvez não seja apenas informar ou trabalhar a pessoa para que, quando sair, ela continue amiga. Se ela for verdadeira e sinceramente tratada como tal, como amigo mesmo, em qualquer momento ou situação, quando entra, enquanto está ou quando sai e até mesmo quando volta, não haverá nem mesmo a necessidade desse tipo de preocupação. Tão natural isso! É ação e reação. O segredo de Tostines, vende mais porque é fresquinho, é fresquinho porque vende mais… Afinal, é tudo questão de empatia. Dá para sentir com clareza quando há fingimento. Está nos olhos, na respiração, no cheiro. Isso me lembra também uma certa frase sobre a mulher de César (“A mulher de César não basta ser honesta. Precisa parecer honesta”), à qual costumo acrescentar: e não basta parecer honesta, tem que ser honesta. Se você é, sua imagem acompanha com naturalidade. Mesmo que haja alguma força externa, basta continuar sendo e a imagem certa vem, é só usar o poder pessoal. Parodiando a paródia: “Não basta parecer amigo, tem que ser amigo.” Bem, mas sendo mesmo necessário… Mesmo sentindo como a coisa mais natural do mundo, vejo ser mesmo muito bom que haja o cuidado, por precaução.
Li recentemente num texto sobre liderança que equipes com alta rotatividade certamente têm um grave problema de falta de educação. E é verdade, não só para equipes de trabalho quanto para qualquer grupo que se reúna para produzir qualquer coisa. Se estiver realmente bom, gostoso, agradável, saudável, rentável e produtivo, porque será que alguém sairia voluntariamente (ou “seria saído”) de uma equipe ou um grupo? (fora os motivos de força maior)
Sugiro mais este adendo à definição de egresso: “Pode inclusive organizar cursos e eventos nossos, em qualquer lugar e de qualquer ministrante, principalmente do Mestre DeRose. Pode organizar eventos e cursos de outros egressos. Se lhe interessar, pode até criar e organizar cursos e eventos para todos nós (por exemplo, sobre assunto em que seja especialista e cuja especialidade nos interesse) e também para profissionais de outra linha e para o público externo. Pode organizar eventos e cursos de e para profissionais de outra linha, se quiser. Não precisa nem ser instrutor para isso.” Se eu estiver errada, por favor me corrija: qualquer pessoa pode organizar cursos e eventos. Praticante ou não. Aluno, ex-aluno, mãe de aluno, ou não. Instrutor ou não. Diretor ou não. Presidente de federação, ou do que lá que seja, ou não. Presidente da República ou não. Dono do mundo ou não. Basta ser simpatizante e ser consciente do seu próprio e do nosso potencial. (Que o óbvio seja dito e repetido…)
Me sinto uma egressa que escolheu o SwáSthya e não outra linha. No ano passado trouxe o mestre Carlos Cardoso a Brasília duas vezes, como instrutora independente. Uma delas, em parceria com a Unidade Sudoeste, aproveitando a mesma oportunidade para realizar eventos diferentes. Isso me faz sentir “trabalhando conosco”, mesmo não fazendo parte de equipe de unidade alguma. O Mestre Carlos é um dos ministrantes por quem alimento o mais profundo respeito e carinho e a quem desejo muito sucesso mesmo. Ele, como sempre, foi fantástico e deu seu show de competência habitual. Ainda hoje recebo com gratidão e satisfação o feed-back carinhoso dos participantes: “Aquele curso mudou minha vida para melhor, Eimara”. Levei também a Unidade Sudoeste, do Ricardo Souza, para participar junto comigo de um evento sobre qualidade de vida na Presidência da República. Tenho o Ricardo em altíssima conta, é um parceirão para muitas e muitas realizações. Veja só que legal: Temos até um certificado de participação nesse evento. Essas são apenas algumas das minhas divertidas façanhas de 2008. Detalhe (e levantando só um pouco a lebre): desde que iniciei minhas atividades como instrutora, alguns dos apoios mais efetivos que recebi e continuo recebendo foi de praticantes de outras linhas. Eles me tratam com muito carinho, respeito e admiração. E me valorizam, diga-se de passagem, sem me assediar. Assim como me tratam várias pessoas de dentro e de fora da egrégora. Sentimentos recíprocos. Karma: Ação e reação. Mais uma vez, o segredo de Tostines.
Voltando aos eventos: em março, dia 21, sábado, teremos aqui em Brasília o meu querido professor e monitor, Roberto Locatelli. Enfim, apenas não faço parte de uma equipe de unidade e isso não me impede de produzir. Ao contrário, me estimula, estou exercendo e valorizando ainda mais a minha liberdade.
Parece simples e óbvio, mas, por incrível que pareça, eu mesma suei muito a cachola e o coração para chegar a essa conclusão e encontrar o meu lugar. Isso não é segredo para ninguém. Minhas opiniões também não são segredo. E precisei demais de ajuda. Felizmente contei e conto com a sorte de ter gente muito boa ao meu lado para me acompanhar nisso. Sou imensamente grata a todas essas pessoas. Quero que todos os que “saíram ou saírem” tenham o mesmo e até mais do que isso.
Mestre, com todo o respeito e delicadeza, sou da opinião de que não é só o dissidente que precisa saber que não é inimigo (como está colocado no título). Será compreensível a conclusão a que ele pode chegar se for tratado como tal. Como você bem colocou, o simples egresso também precisa saber, mas é necessário também que ele sinta que é amigo, o formado também, o aluno que entra, o que fica e o que sai e, principalmente, quem costuma aplicar e usar indiscriminadamente esse tipo de rótulo (o de “inimigo”), se preocupa demais com isso, e tem por hábito tomar certas atitudes e pensamentos em relação a seus pares, ou melhor, às pessoas. Nosso código de ética é muito claro quanto a isso o tempo todo. Se tal criatura tiver sorte e escolher como “inimigo” uma pessoa muito legal, ganhará no mínimo o seu desprezo e indiferença. Se o escolhido for quase um santo: compaixão. Um irmãozinho como esse vive a desventura de não vivenciar plenamente o SwáSthya ou parte dele. Curiosamente é quem normalmente usa os yamas e niyamas para fazer patrulhamento ideológico. Felizmente, são muito poucos os que fazem isso.
No final das contas, quem cria mais inimigos do que precisa é inimigo de si mesmo. Não precisa de inimigos…
Amkorajn kisojn,
Eimara
Luc Reply:
fevereiro 28th, 2009 at 10:46
Muito bom texto, Eimara. Você tem toda razão!
A amizade sincera é muito importante. Não podemos deixar que nenhum egresso se sinta sozinho. Acho que vale a mesma regra do relacionamento afetivo: o ex- sempre deve ser tratado de forma muito especial.
Eimara Lima Reply:
fevereiro 28th, 2009 at 21:11
Puxa! Obrigada, Luc! Você me emocionou. Tenho que admitir que esse assunto mexe comigo, rs rs rs.
Essa é uma das características mais bonitas do SwáSthya, na minha opinião. Imagine: ser um sério superlativo com amizade sincera e inquebrantavelmente leal. Só assim dá para se ter um sentimento gregário verdadeiro. Tudo de bom. Importantíssimo lembrar sempre disso e aplicar sempre, com quem quer que seja. A perpetuação da nossa cultura depende também, e muito, do egresso. Até mesmo porque o egresso está ali, sincero, dedicado, mais do que seria de se esperar. Poderia passar a trabalhar com qualquer outra coisa, mas se mantém firme. Ele não precisaria nem mesmo se esforçar para manter qualquer atividade com o SwáSthya, pois não teria esse compromisso e o faz com empenho e carinho e muitas vezes sem apoio, espera-se que sem oposição, pelo menos. Falo como egressa, que já viu outros se transformarem também em egressos, e que se sente completamente dentro e nem uma partícula fora. Mas isso é agora. E só não me senti completamente sozinha graças a swasthas de muitíssimo valor que me apoiaram e ainda me apoiam. E são muitos. Mas nem todos os que passam por esse processo têm essa sorte. É aí que perdemos muito mesmo. Uma pessoa que poderia ser um egresso valioso e até mesmo voltar a ser instrutor de equipe e, quem sabe, diretor ou investidor pode facilmente se afastar irremediavelmente em decorrência da forma como é tratada ou apenas por falta de um tratamento (o que pode ser até pior). É meu desejo mais sincero ver todos crescendo muito, dentro ou fora da rede (o que não significa ser/estar melhor ou pior), mas se possível, dentro do SwáSthya, ou ao menos, dentro do Yôga. Hoje sinto-me inteiramente da família. Ser egressa, para mim, não significa estar fora, e sim, muito dentro da família. É apenas uma questão de opção que pode ser valiosa para todos. É também questão de horizontes. Como alguém da família que apenas mudou de endereço e saiu da casa dos pais e irmãos. Não deixa de ser família, está apenas firmando seu endereço (físico e emocional) para crescer. E nessa fase precisa é de muito apoio, e ainda mais carinho e atenção, e não o contrário, pois o próprio desafio e coragem de mudar já é grande por si só. Só quem já passou por isso para saber de verdade. Garanto que nessa fase delicada as sensações (boas ou não) são ampliadas e ficam descomunais. E depende de cada um e de todos a escolha em ter e manter uma amizade descomunal. Esse me parece o caminho mais inteligente.
Beijo muito especial do tamanho da gratidão em encontrar em você mais um amigo que quero conhecer pessoalmente.
Luc Reply:
março 1st, 2009 at 21:12
A gente já se conhece dos festivais. Eu já conversei mais com a Eida.
bjim.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 14:41
eimarablog.blogspot.com
Mestre, no segundo parágrafo do seu post há palavras em ordem trocada: (…) forma uma boa (…).
Beijocas.
DeRose Reply:
fevereiro 26th, 2009 at 15:55
Obrigado, Eimara. Já corrigi. Beijos.
Eimara Lima Reply:
fevereiro 26th, 2009 at 17:47
De nada. Mais beijos e beijos.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 16:46
yogamatosinhos.pt
Bom dia a todos
Só por curiosidade, os dias em Portugal estão a crescer, o céu está azul e o sol já ilumina!
Quero apenas partilhar um ensinamento simples do Mestre.
Tudo o que nos rodeia é temporário, não só as pessoas como seres, que nascem e um dia morrem, mas também tudo aquilo que elas representam. Tudo muda, o tempo todo.
Devemos tratar todos pensando que um dia, sabe-se lá quando, eles vão deixar de existir ou de representar esses determinados papéis. Pensando em tudo como futuro ex, com certeza teríamos mais cuidado nas impressões que deixamos, nas ideias que passamos, no carinho que damos. Não criaríamos tantos pontos de discórdia, pois se com parceiros se resolvem facilmente, o mesmo não acontece quando essas pessoas se afastam. Teríamos o cuidado de criar tantos momentos mágicos quanto possível, eclipsando quase por completo os trágicos, que por vezes são inevitáveis. Permitir que as únicas lembranças fossem as boas e não as outras. Se desta forma evitássemos apenas um mal entendido já teria valido a pena.
Evitar todos… não sei se será possível, não me parece… Mas, custará tentar?
SwáSthya!
Eimara Lima Reply:
fevereiro 26th, 2009 at 18:53
Falou e disse, Pedro! Super oportuno o seu comentário e o lembrete. Está coberto de razão. Vale mesmo a pena. Dar e receber carinho, respeito, valor, bom humor, alto astral é a coisa mais legal do mundo. Aprender com as situações agradáveis e as nem tanto também. É fácil ser amigo, ser legal, fazer e manter amizades. Melhor ainda quando é feito com naturalidade. Isso cativa e muito. E é fácil, basta querer. Já é um ótimo começo. É muito bom também compartilhar tudo isso, inclusive os desafios. E, como com o SwáSthya fica tudo muito mais forte, e na egrégora a maioria tende a isso, que bom, né? Muito prazer!
DeRose Reply:
janeiro 20th, 2011 at 19:25
Aproveito para acrescentar um apelo aos nossos amigos e irmãos que estarão no DeRose Pro – Europa.
Peço carinhosamente que todas as reuniões fluam em harmonia, amizade, companheirismo, tolerância e afeto. Que, como sempre, possamos dar um belíssimo exemplo de civilidade e boa educação, mesmo – e principalmente – se ocorrer divergência de opiniões. No entanto, o ideal é que não haja divergências e que todos nós envidemos esforços numa mesma direção. Que não desperdicemos, nem tempo, nem energia protagonizando cabos-de-guerra. Vamos reforçar uma corrente de união entre todos nós para gerar a predisposição de concordar e jamais discordar.
Com essa força de coesão, vamos todos ajudar-nos uns aos outros e saborear o prazer da autossuperação, do crescimento pessoal e do sucesso como uma família em que cada um apoia e é apoiado por todos os demais.
Agradeço de coração se você puder me proporcionar isso.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 às 21:35
Penso que não me enquadro em nenhuma das três categorias que foram descritas….
Pratiquei SwáSthya na Uni-Yôga de Guimarães em Portugal, que agora se chama Espaço de Cultura, e estava também a fazer a complementação pedagógica…. Mas tive de sair por motivos financeiros.
Há situações na vida que nos levam a mudar o caminho que pensamos ter traçado, mas devemos ser como as águas do rio, correcto?
Contudo, continuo ligada a esta filosofia, continuo a nutrir um carinho e respeito muito grande pelas pessoas que conheci e pelos ensinamentos que me foram passados e pretendo voltar quando tiver possibilidades para o fazer.
Abraço com carinho!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009 às 0:49
yogatatuape.com
Olá Mestre Querido.
Agradeço pelo esclarecimento. Hoje recebi um contato de uma egressa, pois ela quer passar as aulas que ministra em uma academia para um outro instrutor. E achei super interessante a preocupação dela em manter o SwáSthya nessa academia. Ela disse que adora o método e que precisava deixar as aulas, mas queria que o SwáSthya se preservasse lá.
Eu a atendi com cordialidade, pois sou convicto de que pelo fato de ela não estar engajada com a nossa família, isso não a torna uma inimiga.
Vale ressaltar que o método nos ensina a ter um bom relacionamento com todos.
Abraços,
Thiago Ferreira
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009 às 1:26
Mestre, querido,
Estava lendo alguns textos para a faculdade, li uma frase que me remeteu a esse post. É do filósofo Fichte:
“Cada pessoa escolhe a filosofia de acordo com o filósofo que já é”.
Com o SwáSthya é assim, também. Quem é, sempre foi, apenas não sabia disso até nos conhecer.
Ainda bem que eu encontrei logo essa filosofia linda!
Um beijo carinhoso.
sábado, 28 de fevereiro de 2009 às 13:36
Quem sabe, sabe!
sábado, 28 de fevereiro de 2009 às 14:01
yogaweb.com.pt
O que é preciso é que as pessoas saibam que têm liberdade de opção. Podem escolher formar-se e ficar connosco ou sair seguindo, por outro lado, a sua via profissional. Há pessoas que saiem e, talvez por algum paradigma mal formado, pensam que nós ficamos aborrecidos por isso. Não é verdade. Cada qual tem a liberdade de escolher o seu caminho e, seja qual fôr a opção, amigos na mesma.
Por isso Mestre, considero este seu texto de extrema importância e sugiro que ele faça parte da Complementação Pedagógica para evitar, logo de início, mal entendidos entre os formandos.
Um grande abraço cheio de SwáSthya
Zélia Couto e Santos
DeRose Reply:
fevereiro 28th, 2009 at 14:07
Boa ideia, Zélia. Na verdade, este texto já foi enviado há alguns anos, como circular a todas as escolas. Será enviado oportunamente como informativo a todos os instrutores. Mas seria mesmo ótimo se os instrutores o divulgassem pelos alunos e não apenas os da Complementação Pedagógica, mas a todos. Beijinhos do verão paulistano.
Zélia Couto e Santos Reply:
março 1st, 2009 at 13:53
Olá Mestre, obrigada. Pela minha parte vou divulgar a todos os alunos e sugerir, na reunião geral de directores, que todos façam o mesmo.
Um grande abraço e beijinhos do inverno lisboeta (que este ano tem sido bem rigoroso!)
Para o mês que vem já nos vemos para matar saudades:)
sábado, 18 de abril de 2009 às 1:11
Gostaria de comentar o que julgo ser pertinente…
Sou praticante a quase 1 ano, agora iniciando o Módulo Filosófico da Complementação Pedagógica. Mas antes de me juntar ao amigos da Uni-Yôga, ainda tinha dúvidas sobre qual linha de Yôga me dedicaria, ou qual seria mais adequada a meu gosto pessoal (o daquela época). Um amigo meu, que já não era mais praticante do Método DeRose, me incentivou a abandonar os “pré-conceitos” que eu carregava comigo na época, e visitar uma escola ou frequentar aulas abertas em algum parque da minha cidade (Curitiba). Quero com este comentário reafirmar a todos por experiência pessoal, que mesmo ex-alunos, por qual motivo for, tem nas suas memórias, todas as boas lembranças que construo agora.
SwáSthya!
DeRose Reply:
abril 18th, 2009 at 10:01
Obrigado, Gustavo. Seu depoimento foi muito gratificante para mim.