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	<title>Comentários sobre: DeRose explica em vídeo o que é a Nossa Cultura</title>
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	<description>Canal de comunicação do escritor e educador brasileiro, que já vendeu mais de um milhão de exemplares e conta com mais de 25 livros escritos, esse blog aborda temas diversos como comportamento, culinária, etiqueta e cultura geral.</description>
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		<title>Por: DeRose</title>
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		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 18:39:24 +0000</pubDate>
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		<description>Que boa reminiscência daqueles bons tempos em que eu ia a Belém todos os anos. Que bom saber de você e da Glória. Continuamos com escola em Belém e eu ficaria bem feliz se você permanecesse conosco. Obrigado pelas suas palavras. Vamos nos falando aqui pelo blog, ok?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que boa reminiscência daqueles bons tempos em que eu ia a Belém todos os anos. Que bom saber de você e da Glória. Continuamos com escola em Belém e eu ficaria bem feliz se você permanecesse conosco. Obrigado pelas suas palavras. Vamos nos falando aqui pelo blog, ok?</p>
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		<title>Por: Haroldo Gomes Pereira</title>
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		<dc:creator>Haroldo Gomes Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 17:18:48 +0000</pubDate>
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		<description>Ola!De Rose é um grande prazer ver as coisas que tantos anos atras pareciam só um sonho. Vejo esta turma nova com muito gás. Ontem zapiando na net digitei intuitivamente teu nome. Ja se foram mais de 20 anos desde que a prof. Gloria me encontrou na Praça da Republica emBelem -Pa,eu verificando a pressão do povo para ir num congresso de Estudantes de Medicina, e me convidou para uma pratica de Yoga. Obrigado Mestre De Rose.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola!De Rose é um grande prazer ver as coisas que tantos anos atras pareciam só um sonho. Vejo esta turma nova com muito gás. Ontem zapiando na net digitei intuitivamente teu nome. Ja se foram mais de 20 anos desde que a prof. Gloria me encontrou na Praça da Republica emBelem -Pa,eu verificando a pressão do povo para ir num congresso de Estudantes de Medicina, e me convidou para uma pratica de Yoga. Obrigado Mestre De Rose.</p>
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		<title>Por: DeRose</title>
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		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 10:31:08 +0000</pubDate>
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		<description>Ju, suas palavras me emocionaram. Você está no caminho certo. Deixe fluir. Beijinho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ju, suas palavras me emocionaram. Você está no caminho certo. Deixe fluir. Beijinho.</p>
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		<title>Por: Juliana Correa</title>
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		<dc:creator>Juliana Correa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 05:59:14 +0000</pubDate>
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		<description>Mestre,
Eu estive pensando e escrevendo e falando e registrando e acabei chegando a um pensamento que queria te contar.
Eu percebi que ao escrever, meu pensamento toma o ritmo do escrever. Como se meu pensamento soubesse que está sendo registrado no escrever e por isso tomasse um rumo específico. E tomasse um ritmo, uma velocidade específicos. E uma forma específica.
Ao escrever o pensamento fica mais lento e mais atento.
Ele sabe que está sendo registrado.
Que vai ficar.
No papel, no pensamento de outra pessoa, enfim...
E por isso ele fica mais cuidadoso, o pensamento.
Para que o que se escreva seja mais ... certo!
Seja melhor. O melhor possível.
E então fiz um paralelo disso com você.
Você é uma pessoa consciente de que está sendo o tempo todo registrada.
E não só por mecanismos, por máquinas, ou mesmo pela própria escrita... 
Mas por outros seres humanos.
Fiquei me perguntando se você sempre soube disso e por isso chegou até aí ou se no chegar até aí é que percebeu. Ou ambos... Ou não importa! Tendo à primeira opção.
Só sei que você sabe que está o tempo todo sendo registrado pelos olhos, ouvidos, olfatos, paladares, tatos, memórias, imaginações e fantasias dos outros seres humanos.
E é como se isso, a sua consciência disso, te fizesse prestar mais atenção em você mesmo. 
O pensamento presta mais atenção nele mesmo quando sabe que está sendo escrito.
Você presta mais atenção em você mesmo porque assume que está sendo registrado. E que isso tem, sim, efeito na vida das pessoas. Você admite que todos ao seu redor estão registrando a sua existência. E não porque você é Mestre. Mas porque todos fazemos isso o tempo todo com todos ao nosso redor. Na verdade você é Mestre porque você assume sua responsabilidade nisso e faz com que sua existência seja o tempo todo um exemplo de “pensamento que se registra”. Você assume que está sendo registrado e quer que este registro seja o melhor possível para os que te rodeiam, os que te escutam, os que te sentem. Mestre, você é foda! Você é o maior exemplo de Amor que eu conheço! Você opta por ser “pensamento que se registra”, o tempo todo, para o maior número de pessoas que puder alcançar. Você nos dá, conscientemente, através de atenção e empenho, o melhor de si. E quer ensinar-nos a dar nosso melhor também. Você quer nos ensinar a dar Amor. A nos dar. A dar nossa existência, cada ação, cada palavra, cada olhar, Você quer que utilizemos todos os nossos meios de comunicação para dizermos ao outro que nós estamos sendo o melhor que podemos e que, portanto, ele também pode ser o melhor que ele pode ser. Mestre... 
Você assume a posição de educador, ou seja, expõe-se totalmente, expõe sua conduta, na vida, e diz, com todas as letras, que sabe o que está fazendo. Que sabe que se pode viver o Amor, de verdade. Que é uma questão te atenção e cuidado. Pelo outro, para o outro, na exata mesma medida que para si. E quer nos ensinar ferramentas práticas para que cheguemos lá. Para que vivamos este Amor. Através de nossa própria atenção a nossos pensamentos. Você quer que nós também sejamos “pensamentos que se registram”. E nossos próprios pensamentos que se registram. Não os seus pensamentos. Quer que sejamos nós educadores, pessoas que se propõem a serem exemplos, vinte e quatro horas por dia, com prazer, com muito prazer! E quer que nós saibamos que estamos sendo registrados. E portanto, que nós nos observemos. Para que nós também possamos ser exemplos do melhor que se pode ser. E assim possamos amar o outro. E assim possamos amar. Mostrando a ele que se pode ser o melhor que se pode. Para que ele queira também. E assim por diante... Já pensei uma vez que seu grande mérito era optar por dividir seu conhecimento conosco. Porque você poderia ter pegado seu conhecimento e guardado com você numa casinha de campo bem tranqüila e aconchegante, longe dos problemas inventados pelo homem. E por isso eu era grata, porque você optou por passar adiante. E agora, por algum motivo, sinto que não foi exatamente uma opção. Claro, foi! Tudo é! Mas ao mesmo tempo, sinto que não havia outra forma. Você não poderia viver o que lhe foi dado sem passá-lo adiante. O que você recebe e nos dá só existe porque você nos dá. Eu sei que isso está escrito em todos os seus livros e que você fala disso o tempo todo, mas só agora eu sinto que entendi. Pelo menos entendi algo que não tinha entendido ainda. A necessidade de se passar adiante. Mais do que para que não morra à frente, mas para que não morra agora. Porque só existe, só é possível de se existir, se estiver sendo passado adiante. Agora.     

Mestre, desculpa pelo texto gigante, por gastar minutos valiosos da sua vida. Principalmente com a minha escrita prolixa. Mas eu queria muito te falar isso. Te falar que eu te amo. Que você me ensina a amar. E que eu tenho medo porque eu sei que isso é muito grande. Muito maior do que eu. Do que eu e você. E eu tenho medo de viver esse amor. Mas acho que ta melhorando... Que to cada vez menos medrosa. E acho q eu assim será, cada vez mais. Mesmo que aos poucos, acho que eu to mais perto. :)
Te amo! Muito! Mais do que eu imaginava!
Ju Corrêa

Ps: Estava na dúvida se lhe mandava este texto ou não (&quot;sempre que lhe escrevo considero a possibilidade de não lhe enviar&quot;), mas ao reler essas palavras, elas mesmas me responderam... Eu precisava passar adiante! ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mestre,<br />
Eu estive pensando e escrevendo e falando e registrando e acabei chegando a um pensamento que queria te contar.<br />
Eu percebi que ao escrever, meu pensamento toma o ritmo do escrever. Como se meu pensamento soubesse que está sendo registrado no escrever e por isso tomasse um rumo específico. E tomasse um ritmo, uma velocidade específicos. E uma forma específica.<br />
Ao escrever o pensamento fica mais lento e mais atento.<br />
Ele sabe que está sendo registrado.<br />
Que vai ficar.<br />
No papel, no pensamento de outra pessoa, enfim&#8230;<br />
E por isso ele fica mais cuidadoso, o pensamento.<br />
Para que o que se escreva seja mais &#8230; certo!<br />
Seja melhor. O melhor possível.<br />
E então fiz um paralelo disso com você.<br />
Você é uma pessoa consciente de que está sendo o tempo todo registrada.<br />
E não só por mecanismos, por máquinas, ou mesmo pela própria escrita&#8230;<br />
Mas por outros seres humanos.<br />
Fiquei me perguntando se você sempre soube disso e por isso chegou até aí ou se no chegar até aí é que percebeu. Ou ambos&#8230; Ou não importa! Tendo à primeira opção.<br />
Só sei que você sabe que está o tempo todo sendo registrado pelos olhos, ouvidos, olfatos, paladares, tatos, memórias, imaginações e fantasias dos outros seres humanos.<br />
E é como se isso, a sua consciência disso, te fizesse prestar mais atenção em você mesmo.<br />
O pensamento presta mais atenção nele mesmo quando sabe que está sendo escrito.<br />
Você presta mais atenção em você mesmo porque assume que está sendo registrado. E que isso tem, sim, efeito na vida das pessoas. Você admite que todos ao seu redor estão registrando a sua existência. E não porque você é Mestre. Mas porque todos fazemos isso o tempo todo com todos ao nosso redor. Na verdade você é Mestre porque você assume sua responsabilidade nisso e faz com que sua existência seja o tempo todo um exemplo de “pensamento que se registra”. Você assume que está sendo registrado e quer que este registro seja o melhor possível para os que te rodeiam, os que te escutam, os que te sentem. Mestre, você é foda! Você é o maior exemplo de Amor que eu conheço! Você opta por ser “pensamento que se registra”, o tempo todo, para o maior número de pessoas que puder alcançar. Você nos dá, conscientemente, através de atenção e empenho, o melhor de si. E quer ensinar-nos a dar nosso melhor também. Você quer nos ensinar a dar Amor. A nos dar. A dar nossa existência, cada ação, cada palavra, cada olhar, Você quer que utilizemos todos os nossos meios de comunicação para dizermos ao outro que nós estamos sendo o melhor que podemos e que, portanto, ele também pode ser o melhor que ele pode ser. Mestre&#8230;<br />
Você assume a posição de educador, ou seja, expõe-se totalmente, expõe sua conduta, na vida, e diz, com todas as letras, que sabe o que está fazendo. Que sabe que se pode viver o Amor, de verdade. Que é uma questão te atenção e cuidado. Pelo outro, para o outro, na exata mesma medida que para si. E quer nos ensinar ferramentas práticas para que cheguemos lá. Para que vivamos este Amor. Através de nossa própria atenção a nossos pensamentos. Você quer que nós também sejamos “pensamentos que se registram”. E nossos próprios pensamentos que se registram. Não os seus pensamentos. Quer que sejamos nós educadores, pessoas que se propõem a serem exemplos, vinte e quatro horas por dia, com prazer, com muito prazer! E quer que nós saibamos que estamos sendo registrados. E portanto, que nós nos observemos. Para que nós também possamos ser exemplos do melhor que se pode ser. E assim possamos amar o outro. E assim possamos amar. Mostrando a ele que se pode ser o melhor que se pode. Para que ele queira também. E assim por diante&#8230; Já pensei uma vez que seu grande mérito era optar por dividir seu conhecimento conosco. Porque você poderia ter pegado seu conhecimento e guardado com você numa casinha de campo bem tranqüila e aconchegante, longe dos problemas inventados pelo homem. E por isso eu era grata, porque você optou por passar adiante. E agora, por algum motivo, sinto que não foi exatamente uma opção. Claro, foi! Tudo é! Mas ao mesmo tempo, sinto que não havia outra forma. Você não poderia viver o que lhe foi dado sem passá-lo adiante. O que você recebe e nos dá só existe porque você nos dá. Eu sei que isso está escrito em todos os seus livros e que você fala disso o tempo todo, mas só agora eu sinto que entendi. Pelo menos entendi algo que não tinha entendido ainda. A necessidade de se passar adiante. Mais do que para que não morra à frente, mas para que não morra agora. Porque só existe, só é possível de se existir, se estiver sendo passado adiante. Agora.     </p>
<p>Mestre, desculpa pelo texto gigante, por gastar minutos valiosos da sua vida. Principalmente com a minha escrita prolixa. Mas eu queria muito te falar isso. Te falar que eu te amo. Que você me ensina a amar. E que eu tenho medo porque eu sei que isso é muito grande. Muito maior do que eu. Do que eu e você. E eu tenho medo de viver esse amor. Mas acho que ta melhorando&#8230; Que to cada vez menos medrosa. E acho q eu assim será, cada vez mais. Mesmo que aos poucos, acho que eu to mais perto. <img src='http://www.metododerose.org/blogdoderose/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Te amo! Muito! Mais do que eu imaginava!<br />
Ju Corrêa</p>
<p>Ps: Estava na dúvida se lhe mandava este texto ou não (&#8220;sempre que lhe escrevo considero a possibilidade de não lhe enviar&#8221;), mas ao reler essas palavras, elas mesmas me responderam&#8230; Eu precisava passar adiante! <img src='http://www.metododerose.org/blogdoderose/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: DeRose</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/derose-explica-em-video-o-que-e-a-nossa-cultura/comment-page-1/#comment-15542</link>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 13:02:06 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado, Le. Becitos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, Le. Becitos.</p>
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		<title>Por: Le</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/derose-explica-em-video-o-que-e-a-nossa-cultura/comment-page-1/#comment-15533</link>
		<dc:creator>Le</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 04:50:16 +0000</pubDate>
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		<description>Mestre querido
nesses vídeos vc mostra de uma maneira simplificada, mas muito coerente e didática, o que é uma filosofia e uma técnica que hoje nomeamos por Método De Rose... o nosso Yôga que vem de tão longe... que fazemos questão de manter e difundir... Adoro estar perto de ti... becitos hahahaha</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mestre querido<br />
nesses vídeos vc mostra de uma maneira simplificada, mas muito coerente e didática, o que é uma filosofia e uma técnica que hoje nomeamos por Método De Rose&#8230; o nosso Yôga que vem de tão longe&#8230; que fazemos questão de manter e difundir&#8230; Adoro estar perto de ti&#8230; becitos hahahaha</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: DeRose</title>
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		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 15:41:50 +0000</pubDate>
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		<description>Que legal, Paula! E a galera de Buenos Aires é muito querida, não é? Beijinho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que legal, Paula! E a galera de Buenos Aires é muito querida, não é? Beijinho.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: paula.dwa</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/derose-explica-em-video-o-que-e-a-nossa-cultura/comment-page-1/#comment-15518</link>
		<dc:creator>paula.dwa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 15:23:18 +0000</pubDate>
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		<description>Yôgins se identificando pelo mundo:

Mestrao, ontem aconteceu algo comigo que creio valer a pena compartilhar! Moro em Pelotas-RS mas estou em Buenos Aires para um congresso de meteorologia. Ontem no hotel do congresso depois do coffee break, percebi um dos meninos que trabalhava la me olhando como quem quer dizer algo... O cumprimentei e logo ele largou &quot;voce pratica o Método DeRose?!&quot; e me explicou que tinha me reconhecido pela medalha no peito. Puxou a sua por entre o uniforme para me mostrar que também era praticante e combinamos de nos encontrar a tardinha na Unidad Callao! Achei fantástico! Eis um exemplo claro de como é importante e interessante usarmos a medalha para nos reconhecermos por aí!

Beijos com muito carinho,
Paula Moreira</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Yôgins se identificando pelo mundo:</p>
<p>Mestrao, ontem aconteceu algo comigo que creio valer a pena compartilhar! Moro em Pelotas-RS mas estou em Buenos Aires para um congresso de meteorologia. Ontem no hotel do congresso depois do coffee break, percebi um dos meninos que trabalhava la me olhando como quem quer dizer algo&#8230; O cumprimentei e logo ele largou &#8220;voce pratica o Método DeRose?!&#8221; e me explicou que tinha me reconhecido pela medalha no peito. Puxou a sua por entre o uniforme para me mostrar que também era praticante e combinamos de nos encontrar a tardinha na Unidad Callao! Achei fantástico! Eis um exemplo claro de como é importante e interessante usarmos a medalha para nos reconhecermos por aí!</p>
<p>Beijos com muito carinho,<br />
Paula Moreira</p>
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