terça-feira, 16 de março de 2010 | Autor:

Se los conoce como DINK (doble ingreso, sin chicos, según las siglas en inglés) y priorizan su independencia económica, el desarrollo profesional y disfrutar del tiempo libre:

Hola, Mestre. ¿Cómo estás?
Hoy leyendo el diario La Nación encontré una nota que tal vez podría ser de tu interés.
Un abrazo fuerte,
Guido

http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1242613

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TRADUÇÕES DO LINK: UMA DA ROMINA, OUTRA DO MÁRIO E OUTRA DA BRUNA.

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Olá Mestre,
Fiz a tradução do artigo. Li e reli algumas vezes e acredito que esta é a melhor forma.
Adorei a aula de hoje !
Segue a tradução abaixo
Cada vez são mais casais que decidem não ter filhos
São conhecidos como DINK (ingresso em dobro, sem filhos, segundo as siglas em inglês) e priorizam sua independência econômica, o crescimento profissional e desfrutar o tempo livre.

Foto: Flikr/pedrosimoes7
Por Alejandro Rapetti
Especial para lanacion.com
Fazem vista grossa às regras sociais e decidem, sem culpa, que o núcleo familiar se limite só a dois, sem lugar para terceiros. São conhecidos como DINK, sigla de Doble Income, No kids ou “ingresso duplo sem filhos” e é um fenômeno crescente.
Trata-se de casais entre 25 e 39 anos que cada vez mais optam por não ter filhos, em troca de uma independência econômica maior, crescimento profissional e tempo livre disponível.
“É preciso buscar as explicações sociais deste fenômeno nas expectativas das mulheres por uma posição social melhor, que implicam em níveis educativos maiores e melhores posições sociais no trabalho. Dali que se retarde a chegada e também se reduza a quantidade de filhos a ter”, assinala Victoria Mazzeo, doutora em Ciências Sociais e também chefa do departamento de Análises Demográficas da Direção Geral de Estatística e Censos ( GCBA)
Segundo a Pesquisa Anual de Lares 2007, publicada pela Direção Geral de Estatísticas e Censos, a mudança das famílias ao longo do tempo tem dado origem ao conceito de etapas do ciclo de vida familiar, que se refere a diferentes fases pelas quais podem mudar os lares de tipo familiar.
Dentro delas se encontram “Casais jovens sem filhos”, definida como casais que não tiveram filhos, onde a mulher tem menos de 40 anos. A pesquisa demonstra que na cidade de Buenos Aires, em 2007 estes casais representavam 11,3 % dos núcleos de lares completos (cerca de 65.000 lares). Estes lares tem um alto ingresso per capitã familiar em relação ao total da cidade e em sua maioria (83%) estão localizados em um quinto no ingresso dos mais ricos.
“Esta tendência pertence mais às metrópoles, as civilizações em progresso, já que não acontece nas pequenas cidades nem nos povoados, que dirá nem sequer em Grande Buenos Aires, de onde as crianças continuam nascendo de mães jovens. Em geral acolhidas por suas familias de origem”, assinala de sua parte a licenciada Jazmín Gulí, psicóloga especializada em Constelações Familiares e terapia de casal e autora do livro Amor Delivery, editado por Aguilar.
E acrescenta “Sem dúvida esta nova forma pertence a o que chamamos de progresso e faz parte de um conjunto de ideáis que os sustentam, como ser que todo aquele que seja racional, premeditado e que adie os desejos “primitivos”, como é de reproduzir-se e continuar a espécie, irá nos distinguir cada vez mais dos animais que não pensam, nem tem a capacidade de planejar ou planejar-se objetivos reprodutivos”.
Sofia Roncatti 33 anos. É radiologista e vive casada há 4 anos, mesmo que até o momento adiou a possibilidade de sua maternidade para mais adiante. “Nunca descartei a idéia de ser mãe, apenas que até o momento estamos muito bem e gostaria de aproveitar este momento o máximo possível. Acredito que hoje em dia há tempo para ser mãe até uma idade mais avançada, e não vejo razão para nos apressarmos em tomar uma decisão que mudará completamente nossas vidas”, sustenta.
Em qualquer caso, os DINK não tem que preocupar-se em assistir todas as peças da escola, podem tirar férias em qualquer mês do ano, e com relação ao cardápio, permitem-se consumir artigos e serviços que para muitos poderia parecer luxo. Saem mais frequentemente a comer fora e levam uma vida muito saudável, dedicando grande parte de seu tempo a fazer exercícios e a levar uma dieta equilibrada.
Estes casais quebram o conceito da concepção tradicional da familia, e defendem sua escolha como uma opção cada vez mais viável na hora de eleger um modelo de vida.
As estadísticas demonstram desta maneira. Não é por acaso que a partir da década de 80, as mulheres aumentaram progressivamente a idade para se casar. No decorrer dessa década foi de 26 anos, nos anos 90 foi aos 28 anos e passa dos 30 anos na década de 2000.
“É a corrida da idade da pimeira união se fortalece ao examinar a idade média das mães que deram à luz pela primeira vez, que oscilou entre 26 e 28 anos durante as décadas de 1980 e 1990 e supera os 29 anos a partir de 2000. Como resultado a taxa global da fertilidade (quantidade de filhos por mulheres) em 2001 manteve o mesmo nível do que em 1991 (1,8 filhos por mulher) mas caiu em comparação à 1980 (2 filhos por mulher)” mostra Mazzeo.
Neste sentido, ao analizar o grupo de mulheres de 30 a 39 anos, a proporção que teve filhos foi de 71% em 1980 e foi reduzido para 65% em 2006. Agora veja, se dentro deste grupo de idade se observa o comportamento reprodutivo das mulheres com o nível educativo universitário completo, adverte-se que os níveis são distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com nível universitário completo que tiveram filhos reduziu de 65% em 1980 a 48% em 2006.
Melhor dizendo, na cidade, menos da metade das mulheres de 30 a 39 anos com o nível universitário completo teve filhos.
Por outro lado, se comprova a importância do nível educativo maior neste grupo de idade: a proporção de mulheres de 30 a 39 anos com nível universitário completo em um total de mulheres deste grupo foi em 14% em 1980 y subiu a 26% em 2006.
Para Gulí, por trás dessa nova conduta parece que se veem multidões de filhos que receberam a vida mas que não a passam a outros, mantendo uma juventude a força de negar-se a pertencer ao cilco da vida. “Não vejo separado do movimento, também crescente, das fertilizações em idades avançadas, insistências civilizadas a que as coisas aconteçam como dizem e não como são ou seriam. Uma atitude frente à vida”, assegura.
Qual sua opinião sobre casais que decidem não ter filhos? Adiaria a paternidade/ maternidade? Conte-nos sua experiencia
Fonte: http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1242613
Tradução Romina Natalia Pino Guajardo

Olá Mestre,
Mentalizo para que esteja tudo em harmonia!
Aqui vai o texto traduzido para português.

Beijos,

Mário Vendas
http://www.MetodoDeRoseCampoAlegre.com

Fazem ouvidos surdos aos mandatos sociais e decidem, sem culpa, que o núcleo familiar se limite somente a dois, sem lugar para um terceiro. São conhecidos como DINK, acrónimo de de Double Income, No Kids, “ duplo salário sem filhos” e é um fenómeno crescente.

Trata-se de casais entre os 25 e 39 anos que cada vez mais optam por não ter filhos em troca de uma maior independência económica, desenvolvimento profissional e tempo disponível para o ócio.

“As explicações sociais a este fenómeno encontram-se nas expectativas das mulheres por uma melhor posição social, que implicam maiores níveis educacionais e melhores posições laborais. Daí que se protele a chegada e também se reduza a quantidade de filhos a ter”, assinala Victoria Mazzeo, doutorada em Ciências Sociais e chefe do Departamento Análise Demográfico da Direcção Geral de Estatística e Censos (GCBA).

Segundo a Pesquisa Anual de Lares 2007, publicada em 2009 pela Direcção Geral de Estatísticas e Censos, a passagem das famílias ao longo do tempo tem dado origem ao conceito de etapas do ciclo de vida familiar, que se refere às distintas fases pelas quais podem passar os lares de tipo familiar.

Dentro delas encontra-se o “Casal jovem sem filhos”, definido como o par que não teve filhos, onde a mulher tem menos de 40 anos. A inquirição assinala que na cidade de Buenos Aires, em 2007 estes casais representavam 11% dos lares nucleares completos (aproximadamente 65.000 lares).
Estes lares têm alto rendimento per cápita familiar respectivamente ao total da cidade e na sua maioria (83%) estão localizados no quintil de ordenados mais ricos.

“Esta tendência é mais visível nas metrópoles, nas civilizações em progresso já que o mesmo não sucede nas pequenas cidades nem nos pequenos povoados, ou seja, nem sequer na Grande Buenos Aires onde as crianças seguem nascendo de mães jovens, em geral acolhidas nas suas famílias de origem”, assinala por sua vez a licenciada Jazmín Gulí, psicóloga especializada em Constelações Familiares e terapia de casais e autora do livro Amor Delivery , editado por Aguilar.

E acrescenta: “Ainda assim, esta nova forma pertence ao que chamamos de progresso e forma parte de um conjunto de ideias que o sustem, como ser tudo aquilo que seja racional, premeditado e que protele os desejos”primitivos”, como o de reproduzir-se e continuar a espécie, que nos vá distinguindo cada vez mais do animal que nem pensa nem tem a capacidade de planear ou propor-se a objectivos reprodutivos.

Sofía Roncatti tem 33 anos, é radiologista, e vive em comunhão há 4 anos, ainda que até ao momento posterga a possibilidade da sua maternidade para mais tarde: “Nunca descartei a ideia de ser mamã, só que por agora estamos muito bem assim, e gostaríamos de estirar este momento o mais possível. Creio que hoje em dia há tempo de ser mãe até uma idade um pouco mais avançada, e não vejo a razão para apurar em tomar uma decisão que modificará completamente nossas vidas”, sustenta.
Em qualquer caso, os DINK não têm que se preocupar por assistir aos actos do colégio, podem Salir de férias em qualquer mês do ano, e frequentemente permitem-se consumir artigos e serviços que para muitos podem ser de luxo. Saem seguidamente mais vezes a comer fora e levam uma vida muito saudável, dedicando grande parte do seu tempo livre a fazer exercício e levam uma dieta equilibrada.
Este casais rompem com a concepção tradicional de família e defendem sua escolha como uma opção cada vez mais viável na hora de seleccionar um modelo de vida.

Qual a tua opinião dos casais que decidem não ter filhos? Adiarias a paternidade/maternidade?

As estatísticas assim demonstram. Não é por acaso que a partir da década de 80, as mulheres aumentaram progressivamente a sua idade para contrair matrimónio. A média dessa década foi de 26 anos, na década de 90 foi de 28 anos e supera a idade de 30 anos para a década de 2000.

”Este correr da idade para a primeira união se corrobora ao examinar a idade média das mães que deram à luz pela primeira vez, que oscilou entre os 26 e 28 anos durante as décadas de 1980 e 1990 e supera os 29 anos a partir de 2000. Como resultado a taxa global de fecundidade (quantidade de filhos por mulher) em 2001 manteve o mesmo nível que em 1991 (1,8 filhos por mulher) mas descendeu com respeito a 1980 (2 filhos por mulher)”, aponta Mazzeo.

*** Nesse sentido, ao analisar o grupo de mulheres de 30 a 39 anos, a proporção que teve filhos foi 71% em 1980, reduzindo para 65% em 2006. Ora bem, se dentro deste grupo de idade se observa o comportamento reprodutivo das mulheres com nível educacional universitário completo, adverte-se que os níveis são distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com universidade completa que tiveram filhos reduziu de 65% em 1980 a 48% em 2006. Quer dizer que, na cidade, menos da metade das mulheres de 30 a 39 anos com nível educacional universitário completo teve filhos.

Por outro lado corrobora-se a importância do maior nível educacional deste grupo de idade: a proporção de mulheres de 30 a 39 anos com estudo universitário completo no total de mulheres desse grupo de idade foi de 14% em 1980 y subiu até 26% em 2006.
Para Gulí por trás de esta nova conduta parece ver-se muitos filhos que receberam a vida mas não a passam a outros, mantendo uma juventude à força de negar-se a pertencer à roda da vida.
“ Não vejo separado do movimento, também crescente, das fertilizações em idades avançadas, insistências civilizadas a que as coisas ocorram como alguém diz e não como são ou seriam. Uma atitude de levar pela vida”, assegura

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Mestrão, segue abaixo a tradução do texto! Até mais tarde.
Um beijo carinhoso da Bruna
Unidade Granja Viana/SP

Cada vez mais casais decidem não ter filhos

Eles são conhecidos como DINK renda (casal, sem filhos, segundo a sigla em Inglês) e priorizar a independência econômica, desenvolvimento profissional e desfrutar do seu tempo livre.
Por Alejandro Rapetti
Especial para lanacion.com
Eles ignoraram os mandatos sociais e decidem, sem culpa, que a família é limitada apenas dois, não há espaço para um terceiro. Eles são conhecidos como DINK, uma sigla para Double Income, No Kids, ou “renda dupla sem filhos” e é um fenômeno crescente.
Esses casais com idade entre 25 e 39 anos, que cada vez mais optam por não ter filhos em favor de uma maior independência econômica, o desenvolvimento profissional e tempo disponível para lazer.
“As explicações sociais para este fenômeno deve ser buscada nas expectativas das mulheres por uma melhor posição social, que implicam maiores níveis educativos e melhores posições no mercado de trabalho. Daí que se adiada a chegada e também reduz a quantidade filhos a ter”, assinala Victoria Mazzeo, Doutora em Ciências Sociais e chefe do Departamento de Análises Demográficas da Direção Geral de Estatística e Censo (GCBA).
Segundo a Pesquisa Anual de Domicílios de 2007, publicado em 2009 pela Direção Geral de Estatística e Censos, o trânsito de famílias ao longo dos anos deu origem ao conceito de estágios do ciclo de vida familiar, que se refere às distintas fases que se pode transitar nos tipos de casas de família.
Entre eles está “jovem casal sem filhos”, definido como um casal que não teve filhos, onde as mulheres têm menos de 40 anos. A pesquisa constata que na cidade de Buenos Aires, em 2007, estes parceiros representaram 11,3% das famílias nucleares completas (cerca de 65.000 famílias). Estas famílias têm alta renda per capita em relação ao total da cidade, a maioria (83%) está localizadas na população de renda mais alta.
“Esta tendência pertence mais às metrópoles, às civilizações em andamento e já que ainda não acontece nas pequenas cidades nem nas aldeias, quer dizer, mesmo em Buenos Aires, onde as crianças continuam nascendo de mães jovens, de modo geral, são acolhidas em suas famílias de origem”, explica Jasmine Gulí, psicóloga especializada em Constelações Familiares e Terapia de Casais, autora do livro Amor Delivery, editado por Aguilar.
E acrescenta: “No entanto esta nova forma pertence ao que chamamos de progresso e é parte de um conjunto de idéias que o sustentam como tudo aquilo que seja racional, premeditado e que se posterguem os desejos primitivos, como o de reprodução e o de continuar a espécie, vai se distinguindo cada vez mais dos animais que nem pensam e nem possuem a capacidade de planejar ou considerar objetivos reprodutivos”.
Sofia Roncatti tem 33, é um radiologista, e vive com um companheiro há 4 anos, e até agora vê a possibilidade da maternidade adiada: “Eu nunca descartei a idéia de ser mãe, porem agora nós estamos muito bem, e gostaria de prolongar este momento na medida do possível. Acredito que hoje em dia dá tempo para ser mãe em uma idade um pouco mais avançada, e não vejo razão para apressar uma decisão que mudará completamente a nossa vida”, diz ele.
Em qualquer caso, o Dink não precisa se preocupar em ver eventos da escola, eles podem sair de férias em qualquer mês do ano, e muitas vezes podem consumir bens e serviços que para muitos podem ser considerados de luxo. Saem mais para comer fora e levam uma vida muito mais saudável, dedicando grande parte de seu tempo livre a exercício e a possuem uma dieta equilibrada.
Esses casais rompem com a concepção tradicional de família, e defendem a sua escolha como uma opção cada vez mais viável, na hora de escolher um modelo de vida.
As estatísticas confirmam isso. Não é por acaso que desde os anos 80, as mulheres aumentaram gradualmente a idade para se casar. A média nesta década foi de 26 anos, na década de noventa foi de 28 anos e mais de 30 anos na década de 2000.
“Esta mudança na idade ao primeiro casamento é confirmado pela análise da idade média das mães dando à luz pela primeira vez, que variou entre 26 e 28 anos durante os anos 1980 e 1990 e mais de 29 anos em 2000. Como resultado, a taxa de fecundidade total (número de filhos por mulher) em 2001 manteve o mesmo nível que em 1991 (1,8 filhos por mulher), mas foi baixo em comparação com 1980 (2 filhos por mulher)”, disse Mazzeo.
Nesse sentido, ao analisar o grupo de mulheres com idade entre 30 a 39 anos, a proporção dos que tinham filhos era de 71% em 1980 e foi reduzida para 65% em 2006. Pois bem, se dentro desta faixa etária observa-se o comportamento reprodutivo das mulheres com nível educacional completo, adverte-se que os níveis são distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com formação superior completa que tiveram filhos reduziram de 65% em 1980 para 48% em 2006. Ou seja, na cidade, menos da metade das mulheres 30 a 39 anos com nível de ensino universitário teve filhos.
Por outro lado, se confirma a importância de maior nível educacional nesta faixa etária: a proporção de mulheres com idade entre 30 a 39 anos com formação universitária no total de mulheres deste grupo de idade foi de 14% em 1980 e subiu para 26 % em 2006.
Para Gulí, por trás desta nova conduta também aparece uma multidão de crianças que receberam a vida, mas não passaram para o outro lado, mantendo a juventude, a força de negar a pertencer à roda da vida. “Não vejo movimento em separado, também crescente, das fertilizações em idades avançadas, insistência civilizada para que as coisas ocorram como você diz e não como são ou seriam. Uma atitude frente à vida”, diz ele.

 

  1. Autor: Everton Vieira

    Olha sów que vídeo legal:

    http://tvuol.uol.com.br/#view/id=massagista-ou-cabeleireira-04021C346CC4C96326/user=34jkow52xbh2/date=2010-03-15&&list/type=user/codProfile=34jkow52xbh2/

    Abraços
    Everton

    DeRose |

    Debe ser bom, esse Mirror Method. Obrigado por compartilhar. Abraço.

  2. Autor: Mario Vendas

    Olá Mestre,
    Mentalizo para que esteja tudo em harmonia!
    Aqui vai o texto traduzido para português.

    Beijos,

    Mário Vendas
    http://www.MetodoDeRoseCampoAlegre.com

    Fazem ouvidos surdos aos mandatos sociais e decidem, sem culpa, que o núcleo familiar se limite somente a dois, sem lugar para um terceiro. São conhecidos como DINK, acrónimo de de Double Income, No Kids, “ duplo salário sem filhos” e é um fenómeno crescente.

    Trata-se de casais entre os 25 e 39 anos que cada vez mais optam por não ter filhos em troca de uma maior independência económica, desenvolvimento profissional e tempo disponível para o ócio.

    “As explicações sociais a este fenómeno encontram-se nas expectativas das mulheres por uma melhor posição social, que implicam maiores níveis educacionais e melhores posições laborais. Daí que se protele a chegada e também se reduza a quantidade de filhos a ter”, assinala Victoria Mazzeo, doutorada em Ciências Sociais e chefe do Departamento Análise Demográfico da Direcção Geral de Estatística e Censos (GCBA).

    Segundo a Pesquisa Anual de Lares 2007, publicada em 2009 pela Direcção Geral de Estatísticas e Censos, a passagem das famílias ao longo do tempo tem dado origem ao conceito de etapas do ciclo de vida familiar, que se refere às distintas fases pelas quais podem passar os lares de tipo familiar.

    Dentro delas encontra-se o “Casal jovem sem filhos”, definido como o par que não teve filhos, onde a mulher tem menos de 40 anos. A inquirição assinala que na cidade de Buenos Aires, em 2007 estes casais representavam 11% dos lares nucleares completos (aproximadamente 65.000 lares).
    Estes lares têm alto rendimento per cápita familiar respectivamente ao total da cidade e na sua maioria (83%) estão localizados no quintil de ordenados mais ricos.

    “Esta tendência é mais visível nas metrópoles, nas civilizações em progresso já que o mesmo não sucede nas pequenas cidades nem nos pequenos povoados, ou seja, nem sequer na Grande Buenos Aires onde as crianças seguem nascendo de mães jovens, em geral acolhidas nas suas famílias de origem”, assinala por sua vez a licenciada Jazmín Gulí, psicóloga especializada em Constelações Familiares e terapia de casais e autora do livro Amor Delivery , editado por Aguilar.

    E acrescenta: “Ainda assim, esta nova forma pertence ao que chamamos de progresso e forma parte de um conjunto de ideias que o sustem, como ser tudo aquilo que seja racional, premeditado e que protele os desejos”primitivos”, como o de reproduzir-se e continuar a espécie, que nos vá distinguindo cada vez mais do animal que nem pensa nem tem a capacidade de planear ou propor-se a objectivos reprodutivos.

    Sofía Roncatti tem 33 anos, é radiologista, e vive em comunhão há 4 anos, ainda que até ao momento posterga a possibilidade da sua maternidade para mais tarde: “Nunca descartei a ideia de ser mamã, só que por agora estamos muito bem assim, e gostaríamos de estirar este momento o mais possível. Creio que hoje em dia há tempo de ser mãe até uma idade um pouco mais avançada, e não vejo a razão para apurar em tomar uma decisão que modificará completamente nossas vidas”, sustenta.
    Em qualquer caso, os DINK não têm que se preocupar por assistir aos actos do colégio, podem Salir de férias em qualquer mês do ano, e frequentemente permitem-se consumir artigos e serviços que para muitos podem ser de luxo. Saem seguidamente mais vezes a comer fora e levam uma vida muito saudável, dedicando grande parte do seu tempo livre a fazer exercício e levam uma dieta equilibrada.
    Este casais rompem com a concepção tradicional de família e defendem sua escolha como uma opção cada vez mais viável na hora de seleccionar um modelo de vida.

    Qual a tua opinião dos casais que decidem não ter filhos? Adiarias a paternidade/maternidade?

    As estatísticas assim demonstram. Não é por acaso que a partir da década de 80, as mulheres aumentaram progressivamente a sua idade para contrair matrimónio. A média dessa década foi de 26 anos, na década de 90 foi de 28 anos e supera a idade de 30 anos para a década de 2000.

    ”Este correr da idade para a primeira união se corrobora ao examinar a idade média das mães que deram à luz pela primeira vez, que oscilou entre os 26 e 28 anos durante as décadas de 1980 e 1990 e supera os 29 anos a partir de 2000. Como resultado a taxa global de fecundidade (quantidade de filhos por mulher) em 2001 manteve o mesmo nível que em 1991 (1,8 filhos por mulher) mas descendeu com respeito a 1980 (2 filhos por mulher)”, aponta Mazzeo.

    *** Nesse sentido, ao analisar o grupo de mulheres de 30 a 39 anos, a proporção que teve filhos foi 71% em 1980, reduzindo para 65% em 2006. Ora bem, se dentro deste grupo de idade se observa o comportamento reprodutivo das mulheres com nível educacional universitário completo, adverte-se que os níveis são distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com universidade completa que tiveram filhos reduziu de 65% em 1980 a 48% em 2006. Quer dizer que, na cidade, menos da metade das mulheres de 30 a 39 anos com nível educacional universitário completo teve filhos.

    Por outro lado corrobora-se a importância do maior nível educacional deste grupo de idade: a proporção de mulheres de 30 a 39 anos com estudo universitário completo no total de mulheres desse grupo de idade foi de 14% em 1980 y subiu até 26% em 2006.
    Para Gulí por trás de esta nova conduta parece ver-se muitos filhos que receberam a vida mas não a passam a outros, mantendo uma juventude à força de negar-se a pertencer à roda da vida.
    “ Não vejo separado do movimento, também crescente, das fertilizações em idades avançadas, insistências civilizadas a que as coisas ocorram como alguém diz e não como são ou seriam. Uma atitude de levar pela vida”, assegura.

    DeRose |

    Obrigado, Mário. Muito boa tradução. Forte abraço.

  3. Autor: Bruna

    Mestrão, segue abaixo a tradução do texto! Até mais tarde.
    Um beijo carinhoso da Bru
    Unidade Granja Viana/SP

    Cada vez mais casais decidem não ter filhos

    Eles são conhecidos como DINK renda (casal, sem filhos, segundo a sigla em Inglês) e priorizar a independência econômica, desenvolvimento profissional e desfrutar do seu tempo livre.
    Por Alejandro Rapetti
    Especial para lanacion.com
    Eles ignoraram os mandatos sociais e decidem, sem culpa, que a família é limitada apenas dois, não há espaço para um terceiro. Eles são conhecidos como DINK, uma sigla para Double Income, No Kids, ou “renda dupla sem filhos” e é um fenômeno crescente.
    Esses casais com idade entre 25 e 39 anos, que cada vez mais optam por não ter filhos em favor de uma maior independência econômica, o desenvolvimento profissional e tempo disponível para lazer.
    “As explicações sociais para este fenômeno deve ser buscada nas expectativas das mulheres por uma melhor posição social, que implicam maiores níveis educativos e melhores posições no mercado de trabalho. Daí que se adiada a chegada e também reduz a quantidade filhos a ter”, assinala Victoria Mazzeo, Doutora em Ciências Sociais e chefe do Departamento de Análises Demográficas da Direção Geral de Estatística e Censo (GCBA).
    Segundo a Pesquisa Anual de Domicílios de 2007, publicado em 2009 pela Direção Geral de Estatística e Censos, o trânsito de famílias ao longo dos anos deu origem ao conceito de estágios do ciclo de vida familiar, que se refere às distintas fases que se pode transitar nos tipos de casas de família.
    Entre eles está “jovem casal sem filhos”, definido como um casal que não teve filhos, onde as mulheres têm menos de 40 anos. A pesquisa constata que na cidade de Buenos Aires, em 2007, estes parceiros representaram 11,3% das famílias nucleares completas (cerca de 65.000 famílias). Estas famílias têm alta renda per capita em relação ao total da cidade, a maioria (83%) está localizadas na população de renda mais alta.
    “Esta tendência pertence mais às metrópoles, às civilizações em andamento e já que ainda não acontece nas pequenas cidades nem nas aldeias, quer dizer, mesmo em Buenos Aires, onde as crianças continuam nascendo de mães jovens, de modo geral, são acolhidas em suas famílias de origem”, explica Jasmine Gulí, psicóloga especializada em Constelações Familiares e Terapia de Casais, autora do livro Amor Delivery, editado por Aguilar.
    E acrescenta: “No entanto esta nova forma pertence ao que chamamos de progresso e é parte de um conjunto de idéias que o sustentam como tudo aquilo que seja racional, premeditado e que se posterguem os desejos primitivos, como o de reprodução e o de continuar a espécie, vai se distinguindo cada vez mais dos animais que nem pensam e nem possuem a capacidade de planejar ou considerar objetivos reprodutivos”.
    Sofia Roncatti tem 33, é um radiologista, e vive com um companheiro há 4 anos, e até agora vê a possibilidade da maternidade adiada: “Eu nunca descartei a idéia de ser mãe, porem agora nós estamos muito bem, e gostaria de prolongar este momento na medida do possível. Acredito que hoje em dia dá tempo para ser mãe em uma idade um pouco mais avançada, e não vejo razão para apressar uma decisão que mudará completamente a nossa vida”, diz ele.
    Em qualquer caso, o Dink não precisa se preocupar em ver eventos da escola, eles podem sair de férias em qualquer mês do ano, e muitas vezes podem consumir bens e serviços que para muitos podem ser considerados de luxo. Saem mais para comer fora e levam uma vida muito mais saudável, dedicando grande parte de seu tempo livre a exercício e a possuem uma dieta equilibrada.
    Esses casais rompem com a concepção tradicional de família, e defendem a sua escolha como uma opção cada vez mais viável, na hora de escolher um modelo de vida.
    As estatísticas confirmam isso. Não é por acaso que desde os anos 80, as mulheres aumentaram gradualmente a idade para se casar. A média nesta década foi de 26 anos, na década de noventa foi de 28 anos e mais de 30 anos na década de 2000.
    “Esta mudança na idade ao primeiro casamento é confirmado pela análise da idade média das mães dando à luz pela primeira vez, que variou entre 26 e 28 anos durante os anos 1980 e 1990 e mais de 29 anos em 2000. Como resultado, a taxa de fecundidade total (número de filhos por mulher) em 2001 manteve o mesmo nível que em 1991 (1,8 filhos por mulher), mas foi baixo em comparação com 1980 (2 filhos por mulher)”, disse Mazzeo.
    Nesse sentido, ao analisar o grupo de mulheres com idade entre 30 a 39 anos, a proporção dos que tinham filhos era de 71% em 1980 e foi reduzida para 65% em 2006. Pois bem, se dentro desta faixa etária observa-se o comportamento reprodutivo das mulheres com nível educacional completo, adverte-se que os níveis são distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com formação superior completa que tiveram filhos reduziram de 65% em 1980 para 48% em 2006. Ou seja, na cidade, menos da metade das mulheres 30 a 39 anos com nível de ensino universitário teve filhos.
    Por outro lado, se confirma a importância de maior nível educacional nesta faixa etária: a proporção de mulheres com idade entre 30 a 39 anos com formação universitária no total de mulheres deste grupo de idade foi de 14% em 1980 e subiu para 26 % em 2006.
    Para Gulí, por trás desta nova conduta também aparece uma multidão de crianças que receberam a vida, mas não passaram para o outro lado, mantendo a juventude, a força de negar a pertencer à roda da vida. “Não vejo movimento em separado, também crescente, das fertilizações em idades avançadas, insistência civilizada para que as coisas ocorram como você diz e não como são ou seriam. Uma atitude frente à vida”, diz ele.

    DeRose |

    Obrigadaço, Bruna. Amor para você.

  4. Autor: Rodrigo Vivas

    Querido Mestrão, temos uma aluna bem querida aqui na escola que foi aluna da Jardins a uns 15 anos atrás. Marcia Regina Bernart, ela foi para a India com você e me trouxe várias fotos. Queria saber se você quer essas fotos digitalizadas e se posso coloca-las no meu blog como fotos históricas. Vou enviar para o email presidente@uni-yoga.org e você me responde se posso publicar.
    Beijão cheio de saudades.
    Rodrigo Vivas
    Espaço Culture – Balneário Camboriú/SC

    DeRose |

    Uau! A Regina está com você!? Eu adoro a Regina! Ela nasceu para ser instrutora do Método, mas na época era empresária e não dava para trocar de carreira. Morava aqui em frente, onde residem atualmente a Virgínia, o Gabriel, o Federico e vários colegas nossos. Acho até que vamos mudar o nome do prédio para Residencial DeRose…
    Mande um beijo meu para ela.

  5. Autor: Júlio Silva

    Querido Shrí DeRose,

    Respeitar as opções de cada um é algo que procuro sempre fazer, mas por vezes é difícil, apanho-me várias vezes a julgar e a desrespeitar as opções dos outros, mesmo com os ensinamentos do meu querido João Camacho que sempre me diz para que eu procure ser sempre exigente comigo e tolerante com os outros, e não o contrário.

    A opção por não ter filhos é isso mesmo, uma opção. E só posso aceitar quando alguém me diz que não quer ter filhos porque quer viver o seu projecto de vida sem filhos, é essa a sua opção, e ponto final.

    Já me chateia um pouco mais quando as pessoas se perdem em justificações de porque não querem ter filhos, e pior, chegando mesmo a ser intolerantes com os que optam por ter filhos, e chegando mesmo a fazer campanha para que não se tenha filhos, isso é doutrinar, e me assusta um pouco.

    Compreendo todas as motivações, até das que se apresentam no outro post sobre o galopante aumento de população mundial, isso são necessidades práticas que em situações de excepção obrigam a medidas de controlo da natalidade, mas daí até se fazer doutrina de que viver sem filhos é que é bom, e que criança só atrapalha, confesso que não gosto.

    Cada um tem as suas opções e desde que essas opções não prejudiquem os outros, por mim tudo bem, já se essas opções prejudicam os próprios, bom.. meus amigos.. azar! Cada um tem que saber viver com as consequências dos seus actos e opções.

    Eu posso mudar de dharma.

    Eu posso mudar de profissão (de dharma), deixo de ser engenheiro e vou procurar outra profissão.

    Ser pai engloba um conjunto de deveres e obrigações, um dharma, que não é fácil de mudar, como se muda de profissão. Abandonar uma carreira de engenharia é uma opção, abandonar um filho sozinho na rua sem qualquer sustento isso é criminoso, e é também criminoso viver o resto da vida mostrando a uma criança que ela é um fardo para si. Portanto se se tem o dharma de ser pai deve-se cumprir em conformidade com esse dharma.

    Se por outro lado já sou pai e achar que ser pai resulta num karma difícil de suportar, então devo trabalhar e me autosuperar para que isso não seja um fardo.

    Fardo esse que acho que é o problema da autora do mais recente e famoso/polémico livro “No Kids” de Corinne Maier, se a autora não suporta os seus dharma e karma de uma opção que fez, ou de um “acidente” que a fez tornar-se mãe, tem que resolver esse problema por si mesma. Não acho é correcto agora vir fazer doutrina com esse livro para que os casais não tenham filhos, mostrando as “40 razões para não se ter filhos”, e eu compreendo várias razões para se optar por não ter, mas nestas 40 razões quase que se faz das crianças uns bichos monstros, qual grande origem de todos os males da sociedade, não posso concordar com isto, mas claro que tolero porque aceito a liberdade de expressão, e esta autora tem toda a liberdade de expressão para se expressar como bem entende, mas desconfio que os filhos dela quando lerem esse livro, vai gerar um karma difícil de ela suportar :-) Boa Sorte distinta Corinne! :-)

    Tolerância para com as opções de vida de cada um é de facto algo fantástico.

    Cada qual deve analisar bem e depois saber viver com os deveres (dharma) de suas escolhas e as consequências (karma) de suas opções. É assim com fihos e todas as coisas da vida.

    É nobre não doutrinar e deixar cada um escolher suas opções.

    Por isso digo:

    Força aos que querem ter filhos!
    Força aos que não querem ter filhos!

    Sem doutrinação, e acima de tudo, que tenham todos lindos e maravilhosos projectos de vida :-)

    SwáSthya!

    Júlio Silva
    Discípulo de João Camacho, Yôgachárya
    Espaço Cultural Môksha
    http://www.nossacultura.org

  6. Autor: Yossugo

    Mestre, uma tradução feita com a ajuda de um dicionário, visto que não sou fluente no espanhol:

    Cada vez mais os casais decidem não ter filhos.

    Eles são conhecidos como DINK (casal, sem filhos, segundo a sigla em Inglês) e priorizam a independência econômica, desenvolvimento profissional e desfrutar do seu tempo livre:

    Olá, Mestre. Como vai você?
    Hoje lendo o jornal La Nacion encontrei uma nota que talvez pudesse ser de seu interesse.
    Um grande abraço,
    Guido

    http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1242613

    Abraços!

    Alessandro Yossugo – Unidade Asa Norte – Brasília/DF

    DeRose |

    Valeu, Alessandro. Mas a tradução da matéria não apareceu. Um abração para você.

  7. Autor: Cesar Campello

    Oi Mestre

    Estou vendo na sua aula você falando sobre o chá que está tomando.

    Recomendo vivamente o fabricante/distribuidor Teeladen – (11)3823-2776 – que fica num shopping aí de São Paulo.

    Além do Earl Grey, eles possuem um ótimo que é o Rooitea Pannacotta (que não é exatamente chá e dá um pouco de sono).

    Como sei que você gosto muito de chá, recomendo a experiência.

    Um abraço

    César – Unidade Saquarema

    DeRose |

    Na verdade, não gosto muito de chá. Nem mesmo gosto de chá. Mas tomo, como alternativa de bebida quente, para não ingerir café nem chocolate quente, que é só leite! De qualquer forma, obrigado pela dica. Um abraço bem querido.

  8. Autor: Romina

    Olá Mestre,
    Fiz a tradução do artigo. Li e reli algumas vezes e acredito que esta é a melhor forma.
    Adorei a aula de hoje !
    Segue a tradução abaixo
    Cada vez são mais casais que decidem não ter filhos
    São conhecidos como DINK (ingresso em dobro, sem filhos, segundo as siglas em inglês) e priorizam sua independência econômica, o crescimento profissional e desfrutar o tempo livre.

    Foto: Flikr/pedrosimoes7
    Por Alejandro Rapetti
    Especial para lanacion.com
    Fazem vista grossa às regras sociais e decidem, sem culpa, que o núcleo familiar se limite só a dois, sem lugar para terceiros. São conhecidos como DINK, sigla de Doble Income, No kids ou “ingresso duplo sem filhos” e é um fenômeno crescente.
    Trata-se de casais entre 25 e 39 anos que cada vez mais optam por não ter filhos, em troca de uma independência econômica maior, crescimento profissional e tempo livre disponível.
    “É preciso buscar as explicações sociais deste fenômeno nas expectativas das mulheres por uma posição social melhor, que implicam em níveis educativos maiores e melhores posições sociais no trabalho. Dali que se retarde a chegada e também se reduza a quantidade de filhos a ter”, assinala Victoria Mazzeo, doutora em Ciências Sociais e também chefa do departamento de Análises Demográficas da Direção Geral de Estatística e Censos ( GCBA)
    Segundo a Pesquisa Anual de Lares 2007, publicada pela Direção Geral de Estatísticas e Censos, a mudança das famílias ao longo do tempo tem dado origem ao conceito de etapas do ciclo de vida familiar, que se refere a diferentes fases pelas quais podem mudar os lares de tipo familiar.
    Dentro delas se encontram “Casais jovens sem filhos”, definida como casais que não tiveram filhos, onde a mulher tem menos de 40 anos. A pesquisa demonstra que na cidade de Buenos Aires, em 2007 estes casais representavam 11,3 % dos núcleos de lares completos (cerca de 65.000 lares). Estes lares tem um alto ingresso per capitã familiar em relação ao total da cidade e em sua maioria (83%) estão localizados em um quinto no ingresso dos mais ricos.
    “Esta tendência pertence mais às metrópoles, as civilizações em progresso, já que não acontece nas pequenas cidades nem nos povoados, que dirá nem sequer em Grande Buenos Aires, de onde as crianças continuam nascendo de mães jovens. Em geral acolhidas por suas familias de origem”, assinala de sua parte a licenciada Jazmín Gulí, psicóloga especializada em Constelações Familiares e terapia de casal e autora do livro Amor Delivery, editado por Aguilar.
    E acrescenta “Sem dúvida esta nova forma pertence a o que chamamos de progresso e faz parte de um conjunto de ideáis que os sustentam, como ser que todo aquele que seja racional, premeditado e que adie os desejos “primitivos”, como é de reproduzir-se e continuar a espécie, irá nos distinguir cada vez mais dos animais que não pensam, nem tem a capacidade de planejar ou planejar-se objetivos reprodutivos”.
    Sofia Roncatti 33 anos. É rodiologista e vive casada há 4 anos, mesmo que até o momento adiou a possibilidade de sua maternidade para mais adiante. “Nunca descartei a idéia de ser mãe, apenas que até o momento estamos muito bem e gostaria de aproveitar este momento o máximo possível. Acredito que hoje em dia há tempo para ser mãe até uma idade mais avançada, e não vejo razão para nos apressarmos em tomar uma decisão que mudará completamente nossas vidas”, sustenta.
    Em qualquer caso, os DINK não tem que preocupar-se em assistir todas as peças da escola, podem tirar férias em qualquer mês do ano, e com relação ao cardápio, permitem-se consumir artigos e serviços que para muitos poderia parecer luxo. Saem mais frequentemente a comer fora e levam uma vida muito saudável, dedicando grande parte de seu tempo a fazer exercícios e a levar uma dieta equilibrada.
    Estes casais quebram o conceito da concepção tradicional da familia, e defendem sua escolha como uma opção cada vez mais viável na hora de eleger um modelo de vida.
    As estadísticas demonstram desta maneira. Não é por acaso que a partir da década de 80, as mulheres aumentaram progressivamente a idade para se casar. No decorrer dessa década foi de 26 anos, nos anos 90 foi aos 28 anos e passa dos 30 anos na década de 2000.
    “É a corrida da idade da pimeira união se fortalece ao examinar a idade média das mães que deram à luz pela primeira vez, que oscilou entre 26 e 28 anos durante as décadas de 1980 e 1990 e supera os 29 anos a partir de 2000. Como resultado a taxa global da fertilidade (quantidade de filhos por mulheres) em 2001 manteve o mesmo nível do que em 1991 (1,8 filhos por mulher) mas caiu em comparação à 1980 (2 filhos por mulher)” mostra Mazzeo.
    Neste sentido, ao analizar o grupo de mulheres de 30 a 39 anos, a proporção que teve filhos foi de 71% em 1980 e foi reduzido para 65% em 2006. Agora veja, se dentro deste grupo de idade se observa o comportamento reprodutivo das mulheres com o nível educativo universitário completo, adverte-se que os níveis são distintos: as mulheres de 30 a 39 anos com nível universitário completo que tiveram filhos reduziu de 65% em 1980 a 48% em 2006.
    Melhor dizendo, na cidade, menos da metade das mulheres de 30 a 39 anos com o nível universitário completo teve filhos.
    Por outro lado, se comprova a importância do nível educativo maior neste grupo de idade: a proporção de mulheres de 30 a 39 anos com nível universitário completo em um total de mulheres deste grupo foi em 14% em 1980 y subiu a 26% em 2006.
    Para Gulí, por trás dessa nova conduta parece que se veem multidões de filhos que receberam a vida mas que não a passam a outros, mantendo uma juventude a força de negar-se a pertencer ao cilco da vida. “Não vejo separado do movimento, também crescente, das fertilizações em idades avançadas, insistências civilizadas a que as coisas aconteçam como dizem e não como são ou seriam. Uma atitude frente à vida”, assegura.
    Qual sua opinião sobre casais que decidem não ter filhos? Adiaria a paternidade/ maternidade? Conte-nos sua experiencia
    Fonte: http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1242613
    Tradução Romina Natalia Pino Guajardo

    DeRose |

    Obrigado, Romina. Beijinhos.

  9. Autor: Romina

    Caso fique melhor posso mandar o arquivo via e-mail.
    Uma forte abraço,
    Romina

  10. Autor: Well

    Oi Mestre!
    Quando virá à Campinas na unidade Flamboyant?
    Será um prazer conhecê-lo. Admiro sua luta, o senhor representa para muitos um grande pai, um amigo ou um ser iluminado que desperta o melhor que há naqueles que buscam compreender ou que já compreenderam o significado do é Yôga no seu cotidiano.
    Obrigado.

    Um forte abraço Well de Cerquilho SP

    DeRose |

    Obrigado, Well. Um amigo, sim. É um privilégio. Um iluminado, não! Esse termo é um perigo. Cuidado com o entusiasmo excessivo que pode me comprometer!
    Estive recentemente na Unidade Flamboyant. Pena que você ainda não devia ser aluno na época e não pudemos nos conhecer. Mas estou sempre revisitando essa cidade tão simpática e que me recebe tão bem há mais de trinta anos. Um abração procê.

  11. Autor: Nádia Quinteiro

    Concordo com você Júlio, o livro da Corinne é realmente muito triste, fica claro que ela deve ter sofrido alguma grande decepção e culpar os filhos é sempre mais fácil. Tenho muitos casais de amigos que optaram por não ter filhos e são felizes, entretanto devemos tomar cuidado ao julgar e generalizar comportamentos sociais deste tipo.
    Há casos em que a pessoa deixa de ter filhos, mas tem um animal de estimação no qual ela deposita amor e preocupação, o que psicologicamente é a mesma coisa. Não é a toa que o número de amimais de estimação cresce consideravelmente na proporção inversa ao de filhos.
    Cada um que faça sua escolha, mas que seja consiente!

    Um beijo,
    Nádia – Unidade Londrina

  12. Autor: Rodrigo Vivas

    A Regina é mesmo incrivel! Está bem feliz conosco, fazendo muitas aulas e divulgando muito nosso trabalho. Quem sabe ela se torna instrutora. Ela tem um carinho muito grande por você. E tem uma força em nossa defesa, exatamente como você quer. Um exemplo para os alunos.
    Alguma hora vocês se encontram.
    Um beijo!

    Rodrigo Vivas
    Espaço Culture de SwáSthya Yôga – Balneário Camboriú/SC

    DeRose |

    Tornar-se instrutora, só se partir dela essa aspiração. Beijos.

  13. Adorei a aula ontem! Esse é o tema da minha monografia, por isso contribuiu para dar mais um reforço teórico. Obrigada pela presença todas as terças, e todos os dias, no meu coração!

  14. Autor: cris campos

    É isso mesmo, Mestre querido!
    Ainda bem que hoje as pessoas, principalmente as mulheres, podem optar por terem ou não seus filhos e não serem vistas como animais estranhos, caso não tenham vocação para a maternidade, o que é tão natural quanto querer exercer essa função. Acho essa liberdade de escolha fantástica, pois já vi muitas mães instisfeitas com a maternidade por não seguirem o que realmente gostariam de fazer de suas vidas e acabaram seguindo os padrões estabelecidos pela sicoedade em que vivem.
    Beijinhos coloridos de quem adoooora ser mamãe!
    Cris.

  15. Autor: Helder

    Parece-me ser mais uma evidência que o sistema social vigente está em profunda transformação. As mulheres estão cada vez mais a fazer as suas escolhas e decidindo em função das suas vidas, sejam ao nível pessoal sejam profissional.
    Estarão a emergir de novo as sociedades matriarcais?

  16. Autor: Selva

    Hola, Maestro, soy practicante del Método en la Sede Decana en Buenos Aires. Sigo, desde hace ya un tiempo, su blog, muchas veces desde el círculo de lectura en la escuela y aprendo muchas cosas a través de él. Soy mamá de una niña de 7. Pienso que cuando yo no tenía hijos no podía saber lo que ello implicaba. Y ahora siento que ser mamá es una experiencia maravillosa e intransferible. Una experiencia de aprendizaje, crecimiento y evolución. Uno aprende de los hijos. No sólo hay mandato para tener hijos, hay mandato para tenerlos y para no tenerlos. Depende de cada individuo y de su entorno familiar. No importa el mandato sino lo que uno hace con él. Claro que sería deseable que todas las personas que desean tener hijos tuviesen los recursos económicos básicos y la madurez suficiente para embarcarse en esa responsabilidad. Pero, ya se sabe que no siempre es así, la realidad es otra, muy variada y compleja. Y, a pesar de ello, considero que el deseo de tener un hijo es y será irracional, y que no requiere de ninguna justificación. Así como también, es respetable la decisión de no tenerlo. La nota del diario La Nación describe una realidad pero me parece que hay que reflexionar sobre la oposición que plantea entre “tener hijos y tener la posibilidad de desarrollarse en lo personal”. Esa oposición no es real, ya que tener hijos, además de un acto de amor intenso, implica evolucionar como persona. En mi caso, mi vida cotidiana es un rompecabezas en el que me esfuerzo por volver eficiente día a día: además de tener una hija, trabajo, llevo adelante una casa, soy separada y aplico toda mi inteligencia para llevar una vida saludable y más consciente. Tomo varias clases del Método de manera semanal, además de la práctica que realizo en mi casa, participo de varias actividades culturales en la sede y este año estoy realizando el Curso Básico. Por último, me encantaría que mi hija algún día se acercara con sinceridad y felicidad al Método, que difunde y propone técnicas tan antiguas y bellas. Gracias por permitir este contacto directo y fluido con usted!

    DeRose |

    Y gracias por su opinion basada en experiencia propia. Muy importante y útil.

  17. Autor: Yael Barcesat

    Es maravilloso poder desarrollarse de mil maneras diferentes, y que tener hijos pueda ser una vocación más como tantas otras. Que la existencia pueda seguir su rumbo hacia los lugares anhelados por uno mismo, y no hacia donde está implícito que debe conducirse, es un alivio para mucha gente que elige transitar otro camino. Y sobre todo, que los hijos sean una elección y una prioridad como merecen.

    Gracias a todos por la diversidad de puntos de vista!
    Gracias Mestre, por ponernos a pensar.
    Besitos desde la noche compartida,

    Yael

  18. Muito interessantes esses dados!
    Eu mesmo até uns dois anos atrás, nem sequer cogitava a idéia de ter filhos, uma vez que não sentia que poderia compartilhar minhas atividades e demandas particulares com pessoas completamente dependentes de mim. Hoje já penso e me sinto diferente. Sempre achei que ter um(a) filho(a) é uma responsabilidade muito grandiosa e que não pode ser tratada como hoje (e desde há milênios) muitos casais fazem, tal qual mero gado se reproduzindo no piloto automático. A diferença é que o gado tem a seu favor o álibi de agir pelo mero fluxo de seus instintos, sem a contraposição de valores culturais (a não ser os do bicho homem).

    Já conheci uma menina que era partidária de uma filosofia cujo nome não me recordo ao certo, mas era algo como auto-extinção, ou coisa parecida. É uma filosofia que defende a não procriação entre nós, humanos, como forma de compensar os impactos sociais e ambientais oriundos do crescimento vegetativo positivo em escalas assustadoras, os quais vem gestando um planeta superpopuloso, e que conjugados à filosofia consumista vigente, levaria a espécie humana e todo o planeta ao colapso inexorável. Assim, os adeptos dessa visão optam apenas pela adoção, que além de minorar esse afluxo de mais crianças num mundo impróprio para a criação, ainda aproveita menores abandonados, dando-lhes chance de viver com dignidade num lar.

    Eu, apesar de respeitar e até entender o ponto-de-vista destas pessoas, assim como daqueles que optam por não ter filhos por simplesmente não se sentirem preparados (ou como bem apontou a Yael, por falta de vocação), ainda acho que a beleza de poder criar um outro ser (e se recriar neste processo) é algo que vale algum esforço.
    Mas ainda bem que nem todos pensam como eu, pois, de outra forma, o mundo iria realmente às favas, ou seria algo, no mínimo, semelhante a pegar o metrô na Estação da Carioca (RJ), às 18 h. rsss

    Beijos,
    Dário Andrade

    DeRose |

    O pior é que o mundo já está assim, como pegar o metrô na estação da Carioca às 18 h… Forte abraço.

  19. Autor: Che Cardoso

    Este assunto é tão polêmico ainda!

    Vendo melhor a cultura do Porto percebo como tudo depende de como você é educado. Seja dentro da sua família, ou no grupo de amigos ou até mesmo na escola.

    A questão de ter filhos e casar é mesmo muito cultural, mas ainda tão mau visto. Os grupos que optam por não quererem ter filhos são sempre muito questionados. Não há ainda uma explicação que lhes convença de que é uma opção! Assim como o casamento.

    Esses dias conheci uma “rapariga” e conversando com ela comentou comigo que já vive com seu namorado há 6 anos, mas mesmo assim ainda tem o sonho de vestir o vestido lindo de noiva, que isso é o que mais lhe apetece no que diz a casamento. Será que muitos não casam apenas pra suprir o sonho de vestir um vestido de noiva?

    Enfim, cheguei a brincar com ela: “mas se este é seu maior desejo, compra ou aluga o vestido e entra em casa e brinca com seu namorado que vocês estão casando”. Não daria na mesma? rsrsrs..

    Tomara que as pessoas preocupem-se mais em viver melhor uma com as outras, que gerem mais tolerância e amor, do que aparências com festas e vestidos de noiva. O mesmo com relação a querer ter filhos! Percebendo mesmo se é uma opção pessoal ou se não o fazem só por cobrança social.

    DeRose |

    Excelente reflexão, Cherrine.

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