segunda-feira, 13 de abril de 2009 | Autor:

Como o mundo dá voltas! Há pouco tempo pedíamos dinheiro emprestado ao Fundo Monetário Internacional. Hoje, oferecemos dinheiro ao FMI.

Quem pede dinheiro emprestado ao sistema bancário (seja o tomador uma pessoa física, jurídica ou uma nação), afunda-se na areia movediça do pagamento de juros. Um gerente de banco amigo meu, disse certa vez: “O banco é a aids das empresas.” Acrescento: e das pessoas e das nações”!

Durante décadas, não conseguíamos sair do círculo vicioso: tomávamos um empréstimo para quitar o outro. Em 2009 a situação se inverteu. Isso faz muito bem à nossa auto-estima. Esperemos que o Governo saiba o que está fazendo.

 

9 comentários

  1. 1
    Martin Pereira
    segunda-feira, 13 de abril de 2009 às 11:46
     

    Buenos dias Maestro!

    Los bancos son la perdición, es verdad. Tuvo la posibilidad de asistir al film ZEITGEIST? Cuenta bastante acerca de la manipulación de los bancos a nivel mundial. Y realmente son la perdición de las naciones y del ser humano.

    Para ver la pelicula este es el site http://www.zeitgeistmovie.com/

    Abrazos!
    Martín

    Anna Contieri Reply:

    Io ho visto questo film-documentario. E’ davvero illuminante per quanto riguarda il perverso sistema bancario.

    Un abbraccio da Roma!

    Anna

  2. 2
    Cissa
    segunda-feira, 13 de abril de 2009 às 13:41
     

    É por isso que na reunião do G20 o Obama falou :
    -Ele é “o cara”( que vai emprestar a grana….)
    :)

    Regina Wiese Zarling Reply:

    Com certeza!!! Agora é esperar para ver quando a receberemos de volta!!!
    Bjs

    Chrystine Omori Reply:

    Será que os “claros de olhos azuis” vão devolver, depois da (infeliz, na minha opinião) observação do “cara”? Mistério… :)

  3. 3
    Rafael Schoenfelder
    quinta-feira, 16 de abril de 2009 às 3:51
     

    O Brasil deveria ser credor internacional a décadas,
    não fosse o paradigma servil que norteia as atitudes de nossos conterrâneos.

    Desde os primórdios que nosso país exporta para o
    mundo todo suas riquezas a preço de banana para
    depois recomprar produtos importados com valor
    agregado caríssimo .

    Este é o exemplo do café e do nióbio , sendo este último um metal fundamental para a indústria tecnológica de ponta, mesmo o Brasil detendo praticamente 94% de todas as jazidas ( Araxá MG e Catalão GO ) mundiais, permite que seu preço seja determinado há décadas pelo exterior.

    Celebremos o belo exemplo que a União Nacional de Yôga dá ao capacitar brasileiros para exportar “Cultura” e não café.

    Mahá abraço .

  4. 4
    Rafael Schoenfelder
    quinta-feira, 16 de abril de 2009 às 3:54
     

    Leia-se “há décadas” no primeiro parágrafo.

  5. 5
    Tiago Francischini
    sexta-feira, 17 de abril de 2009 às 18:59
     

    Em realidade o Brasil poderia estar emprestando dinheiro a outros países há muito tempo. Não fosse a “política da corrupção” como política, tanto os cidadãos brasileiros quanto os países em crise (sejam ricos ou não) estariam em melhor posição.
    Agora o que me deixa com a pulga atrás da orelha é a dúvida se o Brasil se tornará, em breve, um “assassino de governos” como foram alguns países ricos num passado não muito distante.

  6. 6
    Thiago Madruga
    sábado, 18 de abril de 2009 às 0:28
     

    Que isso em, não há melhor pais pra se viver!

    Podem falar o que quiser, mas aqui tem o melhor futebol, as melhores mulheres, os melhores artistas, o melhor yôga, o carisma e simpatia que cativa o mundo todo!

    Sem terremoto*, maremoto, tanta beleza e tanta natureza!

    *Os terremotos aqui não são os naturais, são os corruptos e ladrões de terno, rsss. Mas prefiro o foco do que o Brasil tem de melhor

    Abraços

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