Assista ao discurso do Steve Jobs:
Sobre produção, indústrias, emprego, consumo, poluição, reciclagem, contaminação do solo, do ar e da água:
Obrigada pelas lindas palavras, Mestre!
Olha este vídeo que os alunos do Leblon fizeram em sua homenagem com um dos áudios do seu lindo CD Mensagens.
Beijos
Querido Mestre,
Esta e a primeira vez que deixo um comentario no teu blog, que por sinal esta fantastico.
Queria compartilhar contigo e com todos os outros leitores este video, sao apenas alguns minutos do nosso tempo mas que pode fazer uma grande diferenca.
Todos a quem eu mostro este video se dizem emocionados quando terminam de ver, acho que esta na mao de todos nos espalharmos Informacao relevante, que nao manipule e que ajude a mudar a vida das pessoas para podermos construir um mundo melhor.
Um grande abraco
http://video.google.com/videoplay?docid=5473738085353371179&ei=HWqFSdnDB42siALT5fj8Cg&q=vegan
Peco perdao pela falta dos acentos, mas o teclado nao os tem. [Gustavo é instrutor do Método DeRose em Londres.]
recomendo esse também para quem ainda não viu…
Abraço.
Existe um documentário muito bom sobre os testes feitos em animais: “Não matarás”, do Instituto Nina Rosa.
Para quem ainda não viu confira no you tube, são 7 partes.
href=” rel=”nofollow”>
Fiquei muito indignado quando assisti a este documentário.




domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 13:23
anahiflores.org
os discursos do steve joves são muito inspiradores!
beijinhos,
a. [da Argentina, daí o Joves]
DeRose Reply:
fevereiro 1st, 2009 at 13:30
Anahí, dê uma espiada no post: O que gansos tem a ver com a Uni-Yôga. Especialmente a ilustração!
DeRose Reply:
fevereiro 1st, 2009 at 13:36
Por causa desse fenômeno linguísitico que existe no espanhol, no lusitanês e até no sânscrito, é que o nome do instrutor Vikram, que vive nos States, está sendo mal pronunciado Bikram! Pesquise para ver como ele é escrito em caracteres dêvanágarí e vai constatar que é com a letra inicial va, e não ba. Isso também ocorre em jala vasti (pronuciado e até escrito jala basti) e parvata, montanha, masculino de Parvatí (que aparece como parbata, parbatásana).
Anahí Reply:
fevereiro 1st, 2009 at 13:40
hahahaha, foi erro de digitação!
desculpas!
amei esse disenho dos gansos, já conhecia.
e o texto é muito bom também.
beijinhos!
a.
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 13:41
Esse discurso do Steve Jobs é tudo!
“Um tapa na cara” pra acordar aqueles que só conseguem pensar dentro de um determinado padrão e não conseguem pensar livremente e diferente!
abraços
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 16:28
yogabatel.blogspot.com
Eu tenho esse vídeo entre os meus preferidos.
Beijos
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 16:36
Achei marcante no video a frase: You got to find what you love. E a intensidade que ele fala “You got” é muito expressivo. Como num caso de vida e morte.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 22:19
Oi Mestre, gosto muito deste video. Steve Jobs certamente e um visionario e por conta disso passou pelo que passou, como todos os que conhecemos ate hoje!
Ele agora tem um livro? Chama Cabeça de Steve Jobs, de Leander Kahney.
Bjinhos
DeRose Reply:
fevereiro 6th, 2009 at 1:57
Acabo de ganhar esse livro (A cabeça de Steve Jobs) na Unidade Higienópolis, alguns minutos atrás.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009 às 9:05
Oi Mestre!
Aqui é o Daniel Suassuna de Brasília.
Venho acompanhando o seus posts desde o início e fico admirado com a quantidade de conhecimentos preciosos que você nos brinda todos os dias. E admirado também com o seu ritmo de trabalho… é impressionante. Cheguei a suspeitar que você tivesse alguns clones para poder fazer tudo o que você faz (rsrsrs)!
Sobre educação, no YouTube tem outro vídeo muito interessante, divertido e inteligente de Ken Robinson, chamado “Escolas matam a criatividade”
Parte 1: httpv://www.youtube.com/watch?v=yFi1mKnvs2w
Parte 2: httpv://www.youtube.com/watch?v=0pn_oTIwy4g
Luiz Felippe Furtado Reply:
fevereiro 5th, 2009 at 20:04
Daniel, não conhecia este do Ken Robison. Muito bom! É impressionante como o pessoal que “frequenta”o blog também brinda os outros com essas preciosidades.
Abraços
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 13:52
espacoin.net
É sem dúvida um prazer trabalhar com aquilo que amamos, principalmente quanto estamos certos de que o nosso trabalho passa, fundamentalmente, por fazer os outros mais felizes, ao mesmo tempo que crescemos com pessoas.
Mil vezes obrigada Mestre, todos os dias, a toda a hora.
Maravilhoso! Que privilégio imenso poder contar com os
teus ensinamentos.
Beijos com muito amor
Ana
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 15:29
anahiflores.org
Querido Mestre, sempre lembro de quando revisávamos os meus livros no seu escritório. A cada vez que aparecia uma palavra em espanhol que não era tão familiar p vc, pegava o seu diccionario e lá iamos buscar o significado exacto. E as vezes uma palavra levava a outra, e íamos paseando pelas páginas do diccionário… sei do seu grande gosto, que compartilho, pelas palavras, por isso acho que este site pode ser divertido para vc:
http://savethewords.org/
É um site onde se encontram as palavras (da língua inglesa) que, por falta de uso, estão em perigo de extinção.
Beijão e bom dia!
Anahí
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 16:25
Como é triste o sistema educacional vigente, eu fui um dos que praticamente nada apreenderam na escola. Lembro-me de falar comigo mesmo: vou ter que apreender sozinho até a andar porque nada me ensinam. E então eu encontrei a Uni-Yôga, que para mim foi como um oásis em meio a um deserto tão, mas tão, árido.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 16:26
todosobreyoga.com.ar
Oi Master!
While we are on this subject, I am sure you have heard about Randy Pausch who wrote “The Last Lecture”. Here is a link to a great video about Randy’s actual last lecture, it is wonderful and inspiring,
httpv://www.youtube.com/watch?v=ji5_MqicxSo
beijo
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 16:44
diegoborba.com.br
Muito bom os vídeos Mestre.
recomendo esse também para quem ainda não viu…
http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024&ei=JzOLSeabFpKwqwLO8bzHCw&q=zeitgeist+portugues
Abraçoo
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 18:09
juliarodrigues.com
Cito aqui um trecho do livro: Emílio, ou da educação, de Rousseau, sobre o qual comentei certa vez em meu blog (http://juliarodrigues.com/algo-que-se-aproxima-daquilo-que-entendo-por-educacao/), num post sobre educação…achei pertinente…espero que gostem:
“Arrastados pela natureza e pelos homens a caminhos contrários, forçados a nos dividir entre esses diversos impulsos, seguimos uma composição que não nos leva nem a um nem a outro objetivo. Assim, combalidos e errantes durante toda nossa vida, terminamo-la sem termos podido entrar em contato com nós mesmos, e sem termos sido bons nem para nós nem para os outros.
(…)
Na ordem natural, sendo os homens todos iguais, sua vocação comum é a condição de homem, e quem quer que seja bem educado para tal condição não pode preencher mal as outras relacionadas com ela. Pouco me importa que destinem o meu aluno à espada, à igreja ou à barra. Antes da vocação dos pais a natureza o chama para a vida humana. Viver é o ofício que quero ensinar-lhe. Ao sair das minhas mãos, concordo que não será nem magistrado, nem soldado, nem padre; será Homem em primeiro lugar; tudo o que um Homem deve ser, ele será capaz de ser, e se preciso, tão bem quanto qualquer outro; e, ainda que a fortuna o faça mudar de lugar, ele estará sempre no seu.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 18:09
Hola Maestro!
Muy buenos los videos, los de Steve Jobs ya los había visto en el post anterior, pero el de Ken Robinson me pareció fascinante, una idea genial expresada de la mejor forma, con seriedad y un poco de humor..
Un abrazo fuerte!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 18:55
Me encantaron los discursos, Mestre!
Ya los estoy reenviando a todos mis amigos.
Un abrazo y hasta mañana
Guido
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 19:01
livroseafins.com
Quanto ao Ken Robinson, fico admirado com o fato de ele conseguir passar tanto conteúdo realmente relevante e, ao mesmo tempo, ser um verdadeiro comediante no melhor estilo contido dos britânicos.
Não deixo de ficar emocionado todas as vezes em que ele conta a história da coreógrafa. Imaginou? Quantas crianças que deixaram de exercer seus potenciais infinitos para se tornarem alunos normais (é o que os pais querem, não?), tomando remédios e sob a sombra de uma doença hoje comercializável – como ironiza o palestrante – chamada Transtorno do Déficit de Atenção?
Abraços do Alessandro.
Chrystine Omori Reply:
fevereiro 28th, 2009 at 11:15
Oi Alessandro, tudo bem?^-^
É verdade que todos os pais têm aquelas horas em que tudo o que querem é sossego, mas com crianças descobrindo o mundo e seu potencial, nem sempre é possível… e resolveram, com apoio médico, dar calmante na garotada (Ritalina é o que?), chamando-os de hiperativos e portadores de TDA. Lógico, isso é só o que eu penso. ¬.¬
Meus pais não eram diferentes – também queriam sossego de vez em quando – mas como broncas não funcionavam e não tinha médico na época para falar em TDA, hiperatividade e muito menos Ritalina, arrumaram um jeito bem original de manter a menina quieta: papéis coloridos e 4 livrinhos de origami para crianças!
Funcionou? Meu pai achou que sim, minha mãe até hoje não tem muita certeza, tinha papel e dobraduras espalhadas pela casa inteira, por mais que ela fizesse eu recolher tudo…
(mas eu aprendi a ser organizada [bem] depois)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 19:05
livroseafins.com
Um adendo: sobre educação, são muito boas as palestras do Mário Sérgio Cortella:
http://tinyurl.com/cne7m6
Abraços!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 21:00
Mestrão… Simplemente sem palavras! Obrigada por compartilhar conosco destes discursos… Nada diferente do que você sempre diz… Obrigada mais uma vez.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 21:57
Gostei sobretudo do do Ken Robinson. A ideia de que o “canudo” já não responde às necessidades do mundo actual já vai sendo veiculada, mas a de que escolas matam a criatividade das nossas crianças tem de se fazer ouvir mais alto.
É absolutamente fascinante poder beber directa e de forma tão imediata da taça…a evolução acelera-se, como se se aprendesse pelo mero contágio!
Ao percorrer uma vez mais este Blog, acompanhar os comentários de varios cantos do mundo, sinto estreitarem-se os laços da egrégora.
Mais uma vez, muito obrigado, Mestre, nem eu sabia que precisava disto!
Beijos,
A “i-carried-the-watermelon” superada
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009 às 22:07
Querido Mestre DeRose,
Quantas coisas interessantes tenho conhecido neste blog!
Obrigada pela partilha e mais ainda pela vontade de partilhar as coisas boas e belas que nos fazem crescer com prazer em percorrer o nosso caminho sempre melhorando, educando-nos, aprendendo, ensinando, partilhando, amando…
Beijinhos da Isabel, amiga e aluna da Cris aqui em Guimarães, [Portugal]!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009 às 0:08
Querido Mestre,
Mais uma vez lhe digo, foi um imenso prazer ter lhe conhecido pessoalmente, agora pouco, no bate papo da unidade Higienópolis.
Mesmo sendo um singelo bate papo, confesso ter aprendido muito. Tenho lido livros de sua autoria e de outros instrutores do nosso método, como o Sérgio Santos e a Rô Castro, mas não tenho receio em afirmar como este bate papo foi uma fonte de sabedoria e aprendizado digna destas grandes obras. Suas palavras, em poucas horas, foram capazes de amplificar meu entendimento. Estou certo de que ainda tenho muito a aprender, contudo, isto me deixa ainda mais feliz.
Obrigado por resgatar esta incrível filosofia e compartilhá-la conosco!
Um grande e carinhoso abraço!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009 às 2:11
Olá
O discurso do Steve Jobs eu já conhecia. Mas o vídeo do TED nunca tinha visto. Este segundo vídeo me fez refletir de uma forma que nunca havia pensado. Para nós que somos educadores, sem dúvida, nos faz reforçar o que existe de mais especial no SwáSthya:
Sempre cuidamos e tratamos os nossos alunos de forma pessoal e especial. Todos os alunos são pessoas próximas, amigas, companheiras. É diferente das escolas muito grandes nas quais os alunos são apenas números. Enfim, adorei todos esses vídeos.
Saudades do Mestre
Super beijo
DeRose Reply:
fevereiro 6th, 2009 at 2:14
Saudadinha também Gi.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009 às 2:12
Caro Mestre
Creio que o conselho final do Steve Jobs poderia ser melhor interpretado como “Nunca se satisfaça, esteja sempre ávido”, ou em outras palavras, se uma pessoa sempre faz aquilo que sempre fez, ela continuará a obter, exatamente, o mesmo.
Ou no nosso contexto filosófico, exorte a Auto-superação…
Um abraço
DeRose Reply:
fevereiro 6th, 2009 at 2:18
Oi, Alê Tutida. A frase que eu conheço diz assim: “Se você continuar fazendo o que sempre fez, continuará ganhando o que sempre ganhou.” Mas não me lembro do autor. Gosto desta versão, porque que tem mais impacto, já que fala do metal incorruptível que é a mola do mundo.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009 às 7:38
yogarivegauche.fr
Je ne connaissais pas
mais quelle inspiration! Quel espoir!
Je me demande s’il a appris avec toi
Je t’embrasse
Sonia
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009 às 8:49
O autor deste texto é João Pereira Coutinho, jornalista. Vale apena ler!
“Não tenho filhos e tremo só de pensar.
Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades.
Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da
benesse, não levam vidas descansadas.
Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e
numa ansiedade de contornos particularmente patológicos.
Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço,
da posição social e da fortuna familiar. Hoje, não.
A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com
as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro,
lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de
professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a
criança fosse um potro de competição.·
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas
sociedades modernas: a vida não é para ser vivida – mas construída
com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em
progressão geométrica para o infinito
É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de
sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de
sonho.
Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a
mamar forte no Prozac. É a velha história da cenoura e do burro:
quanto mais temos, mais queremos.Quanto mais queremos, mais desesperamos.
A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por
arrasar o mais leve traço de humanidade.O que não deixa de ser uma lástima.·
Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne,
saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a
felicidade!”
Muitos beijinhos Mestre
DeRose Reply:
fevereiro 6th, 2009 at 12:15
Dalila, como é bom ler um texto bem escrito! Obrigado pela atenção que teve comigo ao redigir com capricho e com cultura. Escreva sempre, pois servirá de exemplo a todos nós.
Dalila Reply:
fevereiro 8th, 2009 at 10:22
Obrigada eu Mestre…é sempre um enorme prazer poder contribuir de alguma forma para o seu blog.
Muitos beijinhos
domingo, 8 de fevereiro de 2009 às 5:58
YogaKobrasol.com.br
Adorei os vídeos.
Uma lição de vida!
domingo, 8 de fevereiro de 2009 às 14:46
Obrigado Gustavo por passar este video a frente , realmente é emocionante e deixou o meu domingo muito mais cheio de alegria e
esperança !
Parabéns.
Pessoas como você e atitudes assim é que fazem a grande diferença para viver e acreditar que o mundo pode ser MARAVILHOSO !!!
E ao Mestre por sua emocionante e contagiente mensagem dedico as mesmas palavras .
Obrigado!
um beijo carinhoso
gigi beirigo
domingo, 8 de fevereiro de 2009 às 14:48
Obrigado Gustavo por passar este video a frente , realmente é emocionante e deixou o meu domingo muito mais cheio de alegria e
esperança !
Parabéns.
Pessoas como você e atitudes assim é que fazem a grande diferença para viver e acreditar que o mundo pode ser MARAVILHOSO !!!
E ao Mestre por sua emocionante e contagiente mensagem dedico as mesmas palavras .
Obrigado!
um beijo carinhoso
Obrigado Gustavo por passar este video a frente , realmente é emocionante e deixou o meu domingo muito mais cheio de alegria e
esperança !
Parabéns.
Pessoas como você e atitudes assim é que fazem a grande diferença para viver e acreditar que o mundo pode ser MARAVILHOSO !!!
E ao Mestre por sua emocionante e contagiente mensagem dedico as mesmas palavras .
Obrigado!
um beijo carinhoso
Gigi Beirigo
domingo, 8 de fevereiro de 2009 às 17:36
Caro Mestre.
Tenho dado uma olhadela no blog apesar de não o poder fazer com assiduidade. Tem temas e vídeos muito interessantes é muito bom para nos sentirmos “ligados à corrente”.
Um abraço com muito carinho.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009 às 9:37
*Currículo Vitae **
Pede-se experiência…
A redacção que se segue foi escrita por um candidato numa selecção de
Pessoal na Volkswagen. A pessoa foi aceite e o seu texto está a fazer furor na
Internet, pela sua criatividade e sensibilidade.
-*-
‘Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, ja me queimei a
brincar com uma vela, ja fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara
toda, ja falei com o espelho, ja fingi ser bruxo.
Ja quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; ja me
escondi atras da cortina e deixei esquecidos os pés de fora.
Ja roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda
sigo caminhando pelo desconhecido.
Ja raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, ja me cortei ao
barbear-me muito apressado e chorei ao escutar determinada música no
autocarro.
Ja tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis de
esquecer.
Já subi às escondidas até ao terraço para agarrar estrelas, já subi
a uma árvore para roubar fruta, já caí por uma escada.
Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinho
na casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa
para sempre e voltei no instante seguinte.
Ja corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil
pessoas sentindo a falta de uma única.
Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na
piscina e não quis sair mais, já tomei whisky até sentir os lábios
dormentes, já olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o
meu lugar.
Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de
amor e renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e senti medo de me levantar.
Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei
rosas num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para
sempre, mas era um ‘para sempre’ pela metade.
Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já
chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros novos e
que a vida é um ir e vir permanente.
Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados pela lente
da emoção e guardados nesse baú chamado coração…
Agora, um questionario pergunta-me, grita-me desde o papel:
- Qual é a sua experiência?
Essa pergunta fez eco no meu cérebro. Experiência….
Experiência… Será que cultivar sorrisos é experiência?
Agora… agradar-me-ia perguntar a quem redigiu o questionario:
- Experiência?! Quem a tem, se a cada momento tudo se renova???
Muitos beijinhos
Lila
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009 às 17:21
swasthya.marcocarvalho.com
Mestre, o Alessandro martins escreveu um ótimo texto sobre educação em que ele comenta o vídeo do Ken Robison e faz elocubrações sobre como seria a educação do Futuro.
http://queroterumblog.com/blogs-podem-fazer-sua-parte-por-uma-educacao-melhor/
DeRose Reply:
fevereiro 27th, 2009 at 20:08
Sensacional, Marco! Gostei muito do seu raciocínio. Recomendo a todos a leitura do seu artigo. Abração do DeRose.
Marco Carvalho Reply:
fevereiro 28th, 2009 at 2:01
Puxa, bem que eu gostaria de ter feito o texto, mas foi meu grande amigo Alessandro Martins que o fez
DeRose Reply:
fevereiro 28th, 2009 at 2:42
Parabéns, Alessandro! Admiro muito a sua verve.
segunda-feira, 13 de abril de 2009 às 23:26
alexandremontagna.com/blog
Mestre, eu coloquei no YouTube o trecho de uma webclass sua com a convicção de que isso auxiliaria o nosso trabalho e a compreensão de todos. Você gosta da ideia de ter alguns trechos das aulas perpetuados nesse conhecido site de vídeos ou prefere que esta ação não se torne um hábito, mantendo o foco somente no site da Uni-Yôga?
(O link do vídeo em questão é httpv://www.youtube.com/watch?v=D_wt8OVH7xo)
Um abração!
DeRose Reply:
abril 14th, 2009 at 1:16
Aprovo a iniciativa, desde que o trecho seja bem selecionado, como os que eu já encontrei no YouTube até agora, inclusive este. Acho ótimo, se todos os trechos continuarem sendo bem selecionados, levando em conta que vão ser assistidos por todo tipo de gente, desde leigos até eruditos, desde amigos até desamigos que ficam de plantão para tentar encontrar alguma coisa a qual possam expor fora do contexto para distorcer e usar contra nós. Mas bons trechos postados no YouTube são imensamente úteis e quantos mais, melhor. Obrigado pela sua atenção e colaboração. Forte abraço do DeRose.
quarta-feira, 15 de abril de 2009 às 18:27
alexandremontagna.com/blog
Mestre, gosto muito desse vídeo porque expõe o Universo de uma maneira lúcida e, ao que me parece, está na mais perfeita afinidade com nossa raiz Niríshwarasámkhya. Espero que goste: “O pálido ponto azul”, de Carl Sagan – httpv://www.youtube.com/watch?v=mGkBBMQLyX8
Aliás, nosso ponto de vista está em perfeita afinidade com todos estes recentes vídeos da Física e da Ciência, posto que utilizamos o Saber como verbo de compreensão. Bons exemplos são o “Quem Somos Nós?” (título original: What the bleep do we know?) e “O Ponto de Mutação” (título original: Mindwalk).
quinta-feira, 27 de outubro de 2011 às 10:59
Mestre querido!
Que alegria ter a oportunidade de viajar para São Paulo e estar pertinho de você!
Veja este texto que recebi por email. Achei ele bem divertido.
Redação feita por uma aluna do curso de Letras da UFMG que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática portuguesa:
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
Forte abraço.
André Bouchardet
Graduado
Unidade Asa Norte
DeRose Reply:
outubro 27th, 2011 at 11:39
“Achei-o divertido.”
Fiquei com uma dúvida no segundo parágrafo, na frase “um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos”. Quem eram os fanáticos: o sujeito oculto ou os vícios de linguagem? Acho que se tratava de param-pará corrompido na hora de redigitar.
Não deu tempo de ler tudo, mas achei-o genial para quem entende de gramática – o que não é o meu caso! Obrigado por compartilhar.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011 às 13:10
Another good one:
httpv://www.youtube.com/watch?v=KuNQgln6TL0&feature=related
Hugs, Everton
DeRose Reply:
outubro 27th, 2011 at 13:38
Very good. Thanks.