<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Ao longo de 5000 anos muita deturpação pode acontecer</title>
	<atom:link href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/feed/?r=blogdoderose%2Fprofissao%2Fao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer%2Ffeed%2F" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer</link>
	<description>Canal de comunicação do escritor e educador brasileiro, que já vendeu mais de um milhão de exemplares e conta com mais de 25 livros escritos, esse blog aborda temas diversos como comportamento, culinária, etiqueta e cultura geral.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Feb 2012 02:56:50 -0200</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: DeRose</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/comment-page-1/#comment-35773</link>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 23:14:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/?p=2401#comment-35773</guid>
		<description>Eu é que lhe agradeço por aceitar o meu convite ao diálogo. 

1) Sua questão é válida. Não há nenhuma certeza sobre as propostas do SwáSthya. O que existe é um esforço sincero para buscar as raízes mais antigas e a constatação pela prática de que as premissas estão sendo confirmadas, em função dos resultados obtidos.

2) As fontes são, em parte, históricas e arqueológicas. Em parte, estão na mitologia e nas lendas. Algumas constam na bibliografia mais séria (Mircea Eliade, Van Lysebeth etc., assinalados nos meus livros). Outras foram colhidas em 24 anos de viagens à Índia e na transmissão oral. A fundamentação está publicada nos dois livros &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quando é Preciso Ser Forte &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tratado de Yôga&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. É muita documentação para re-publicar aqui.

3) Sua dedução está correta. Passa-se a ideia de que existe um sistema que é mais antigo e, portanto, satisfaz as expectativas dos que buscam um acervo anterior à ocupação ariana. Ao inspirar autoconfiança e incentivo ao estudante, trata-se de um recurso da pedagogia hindu tradicional. Sivánanda escreveu muitos livros sobre diferentes ramos de Yôga. Quando escreveu sobre Kundaliní Yôga dava a impressão de que fazia apologia de que esse era superior a todos os demais ramos. Mas quando escreveu sobre Hatha, deu a mesma impressão. E quando escreveu sobre Tantra também deu a mesma sensação.

4) O criador mitológico do Yôga tinha o título de Rei dos Bailarinos. Se o Yôga tivesse sido criado por um artista marcial, seria lógico que fizesse recordar uma luta. Tendo sido criado por um bailarino, faz sentido que pareça uma dança. Mas isso foi alterado com o tempo, principalmente após a colonização inglesa que produziu uma contaminação do Yôga indiano pela ginástica britânica dos séculos XVII, XVIII, XIX e XX. Entre outros desnaturamentos está a repetição dos ásanas três vezes, cinco vezes e até setenta vezes! O Yôga primitivo inspirava-se nos movimentos do animais e estes não fazem repetições ao exercitar-se. Alongam-se uma só vez com as patas dianteiras, uma só vez com as traseiras, mas não aplicam o &quot;um, dois, um, dois&quot; da ginástica ocidental. A repetição foi inserida no contágio causado pelos ocidentais. Havendo repetição, não pode ocorrer encadeamento de técnicas que permitem o vínculo com as origens proto-históricas na dança e nos movimentos de alongamento dos animais.

É interessante, porque quando declaro que é Yôga, sempre encontro alguém que questiona que isso não é Yôga. Mas quando apresento como Método DeRose as pessoas declaram: &quot;Ah! Isso é Yôga...&quot; 

Ossos do ofício!

Espero ter esclarecido as suas questões. Um forte abraço pelo seu interesse.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu é que lhe agradeço por aceitar o meu convite ao diálogo. </p>
<p>1) Sua questão é válida. Não há nenhuma certeza sobre as propostas do SwáSthya. O que existe é um esforço sincero para buscar as raízes mais antigas e a constatação pela prática de que as premissas estão sendo confirmadas, em função dos resultados obtidos.</p>
<p>2) As fontes são, em parte, históricas e arqueológicas. Em parte, estão na mitologia e nas lendas. Algumas constam na bibliografia mais séria (Mircea Eliade, Van Lysebeth etc., assinalados nos meus livros). Outras foram colhidas em 24 anos de viagens à Índia e na transmissão oral. A fundamentação está publicada nos dois livros <strong><em>Quando é Preciso Ser Forte </em></strong>e <strong><em>Tratado de Yôga</em></strong>. É muita documentação para re-publicar aqui.</p>
<p>3) Sua dedução está correta. Passa-se a ideia de que existe um sistema que é mais antigo e, portanto, satisfaz as expectativas dos que buscam um acervo anterior à ocupação ariana. Ao inspirar autoconfiança e incentivo ao estudante, trata-se de um recurso da pedagogia hindu tradicional. Sivánanda escreveu muitos livros sobre diferentes ramos de Yôga. Quando escreveu sobre Kundaliní Yôga dava a impressão de que fazia apologia de que esse era superior a todos os demais ramos. Mas quando escreveu sobre Hatha, deu a mesma impressão. E quando escreveu sobre Tantra também deu a mesma sensação.</p>
<p>4) O criador mitológico do Yôga tinha o título de Rei dos Bailarinos. Se o Yôga tivesse sido criado por um artista marcial, seria lógico que fizesse recordar uma luta. Tendo sido criado por um bailarino, faz sentido que pareça uma dança. Mas isso foi alterado com o tempo, principalmente após a colonização inglesa que produziu uma contaminação do Yôga indiano pela ginástica britânica dos séculos XVII, XVIII, XIX e XX. Entre outros desnaturamentos está a repetição dos ásanas três vezes, cinco vezes e até setenta vezes! O Yôga primitivo inspirava-se nos movimentos do animais e estes não fazem repetições ao exercitar-se. Alongam-se uma só vez com as patas dianteiras, uma só vez com as traseiras, mas não aplicam o &#8220;um, dois, um, dois&#8221; da ginástica ocidental. A repetição foi inserida no contágio causado pelos ocidentais. Havendo repetição, não pode ocorrer encadeamento de técnicas que permitem o vínculo com as origens proto-históricas na dança e nos movimentos de alongamento dos animais.</p>
<p>É interessante, porque quando declaro que é Yôga, sempre encontro alguém que questiona que isso não é Yôga. Mas quando apresento como Método DeRose as pessoas declaram: &#8220;Ah! Isso é Yôga&#8230;&#8221; </p>
<p>Ossos do ofício!</p>
<p>Espero ter esclarecido as suas questões. Um forte abraço pelo seu interesse.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Vivekananda</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/comment-page-1/#comment-35764</link>
		<dc:creator>Vivekananda</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 20:27:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/?p=2401#comment-35764</guid>
		<description>Olá, obrigado por manter as portas abertas para o diálogo; vivemos tempos difíceis, não são todos os que tem grandeza suficiente para isso. O que não entendi foi o que me pareceu ser uma contradição: escreveu-se um exemplo hipotético de deturpação da capoeira, objetivando (obviamente) fazer um paralelo sutil com supostos séculos ou milênios de deturpação no ensino do Yoga, não é mesmo? O assunto é muito extenso, vou procurar mostrar alguns pontos que não entendi - talvez até por não ter dedicado muito tempo a um aprofundamento sobre o assunto. Vou direto a alguns pontos básicos que me motivaram a escrever meu comentário: quem garante que aquele que escreve sobre deturpação não tenha agido assim quando codificou o Swasthya? Onde acessar as fontes da origem do Swasthya, que me garantem que seu ensinamento não é uma deturpação? Ao escrever isso, passa-se a ideia de que existe um sistema superior a outros. Minha interpretação está correta?
Há algum tempo vi alguns vídeos sobre coreografias do Swasthya. Achei bonito e interessante, mas a pergunta foi inevitável: isso é Yoga? Yoga é dança? Ou seja, a pergunta volta à questão: isso também não seria mais uma deturpação do Yoga?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, obrigado por manter as portas abertas para o diálogo; vivemos tempos difíceis, não são todos os que tem grandeza suficiente para isso. O que não entendi foi o que me pareceu ser uma contradição: escreveu-se um exemplo hipotético de deturpação da capoeira, objetivando (obviamente) fazer um paralelo sutil com supostos séculos ou milênios de deturpação no ensino do Yoga, não é mesmo? O assunto é muito extenso, vou procurar mostrar alguns pontos que não entendi &#8211; talvez até por não ter dedicado muito tempo a um aprofundamento sobre o assunto. Vou direto a alguns pontos básicos que me motivaram a escrever meu comentário: quem garante que aquele que escreve sobre deturpação não tenha agido assim quando codificou o Swasthya? Onde acessar as fontes da origem do Swasthya, que me garantem que seu ensinamento não é uma deturpação? Ao escrever isso, passa-se a ideia de que existe um sistema superior a outros. Minha interpretação está correta?<br />
Há algum tempo vi alguns vídeos sobre coreografias do Swasthya. Achei bonito e interessante, mas a pergunta foi inevitável: isso é Yoga? Yoga é dança? Ou seja, a pergunta volta à questão: isso também não seria mais uma deturpação do Yoga?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: DeRose</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/comment-page-1/#comment-35751</link>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 15:30:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/?p=2401#comment-35751</guid>
		<description>Bom dia, viveka. Pela sua redação você é uma pessoa inteligente, portanto, entendo que um diálogo entre nós pode enriquecer-nos a ambos. Muitas vezes, os debates entre aqueles que discordam são os mais produtivos.

Apesar do seu texto ser muito lúcido, não entendi algumas passagens sobre as quais você poderá me esclarecer. Não compreendi a expressão &quot;puro e perfeito&quot;. Não me lembro de ter escrito isso. Também não entendi por que você quer negar a influência do Mestre Caio Miranda (&quot;Vamos negar a influência do Hatha Yoga de Caio Miranda, autor muito anterior a de Rose que já usava a incomum expressão “não abastardar o sexo” em seus livros.&quot;). É preciso prestar a ele o devido reconhecimento, como faço nos meus livros, afinal suas obras muito me ensinaram quando as estudei em 1960 (&lt;em&gt;A Libertação pelo Yôga&lt;/em&gt;) e 1962 (&lt;em&gt;Hatha Yóga, a ciência da saúde perfeita&lt;/em&gt;). Por isso, também, fiz uma dedicatória em memória a ele no nosso livro &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tratado de Yôga&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.

Acho que você é um estudioso bem-intencionado. Por isso, gostaria de manter uma conversação adulta e polida entre nós. Afinal, estamos do mesmo lado: o lado do Yôga.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia, viveka. Pela sua redação você é uma pessoa inteligente, portanto, entendo que um diálogo entre nós pode enriquecer-nos a ambos. Muitas vezes, os debates entre aqueles que discordam são os mais produtivos.</p>
<p>Apesar do seu texto ser muito lúcido, não entendi algumas passagens sobre as quais você poderá me esclarecer. Não compreendi a expressão &#8220;puro e perfeito&#8221;. Não me lembro de ter escrito isso. Também não entendi por que você quer negar a influência do Mestre Caio Miranda (&#8220;Vamos negar a influência do Hatha Yoga de Caio Miranda, autor muito anterior a de Rose que já usava a incomum expressão “não abastardar o sexo” em seus livros.&#8221;). É preciso prestar a ele o devido reconhecimento, como faço nos meus livros, afinal suas obras muito me ensinaram quando as estudei em 1960 (<em>A Libertação pelo Yôga</em>) e 1962 (<em>Hatha Yóga, a ciência da saúde perfeita</em>). Por isso, também, fiz uma dedicatória em memória a ele no nosso livro <em><strong>Tratado de Yôga</strong></em>.</p>
<p>Acho que você é um estudioso bem-intencionado. Por isso, gostaria de manter uma conversação adulta e polida entre nós. Afinal, estamos do mesmo lado: o lado do Yôga.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Vivekananda</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/comment-page-1/#comment-35737</link>
		<dc:creator>Vivekananda</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 03:00:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/?p=2401#comment-35737</guid>
		<description>Qui qui é issu? O Yoga tem 5 mil anos de existência. E a Medicina? Se contarmos a partir de Hipócrates, cerca de metade disso. Daquele tempo até os dias de hoje, muita coisa mudou, a medicina progrediu e muito. Esperava-se que o Yoga (assim como todos os ramos do conhecimento humano) também tivesse um progresso natural. Mas, qual o que, o Yoga bom mesmo é o &quot;original&quot;, o pré-histórico, que chegou a nossos dias graças a... a quem mesmo? Segure-se para não cair no chão rolando de tanto rir, mas foi graças a um guru invisível. Ele transmitiu por via espiritual tais conhecimentos originais a um brasileiro que recebeu a dádiva e divulgou-a em sua imaculada forma.
Muito bom! Ensino puro, original, sem progresso (pra que?) e transmitido por meio místico - nada mau para alguém que renega o misticismo no Yoga... Vamos pegar os livros originais de Hatha Yoga e respeitar sua letra, onde afirma-se que o ar inspirado vai para o estômago... Afinal, o livro é antigo, &quot;puro e perfeito&quot;... Vamos negar a influência do Hatha Yoga de Caio Miranda, autor muito anterior a de Rose que já usava a incomum expressão &quot;não abastardar o sexo&quot; em seus livros. E o que dizer da ameaça para quem procurar conhecimentos de outras variedades do Yoga? Apenas o &quot;original&quot; tem valor, o resto são deturpações. E não busquem conhecimentos fora disso, as egrégoras se misturam, o buscador vai se dar mal. Não, não há misticismo nisso, tudo é bem racional.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qui qui é issu? O Yoga tem 5 mil anos de existência. E a Medicina? Se contarmos a partir de Hipócrates, cerca de metade disso. Daquele tempo até os dias de hoje, muita coisa mudou, a medicina progrediu e muito. Esperava-se que o Yoga (assim como todos os ramos do conhecimento humano) também tivesse um progresso natural. Mas, qual o que, o Yoga bom mesmo é o &#8220;original&#8221;, o pré-histórico, que chegou a nossos dias graças a&#8230; a quem mesmo? Segure-se para não cair no chão rolando de tanto rir, mas foi graças a um guru invisível. Ele transmitiu por via espiritual tais conhecimentos originais a um brasileiro que recebeu a dádiva e divulgou-a em sua imaculada forma.<br />
Muito bom! Ensino puro, original, sem progresso (pra que?) e transmitido por meio místico &#8211; nada mau para alguém que renega o misticismo no Yoga&#8230; Vamos pegar os livros originais de Hatha Yoga e respeitar sua letra, onde afirma-se que o ar inspirado vai para o estômago&#8230; Afinal, o livro é antigo, &#8220;puro e perfeito&#8221;&#8230; Vamos negar a influência do Hatha Yoga de Caio Miranda, autor muito anterior a de Rose que já usava a incomum expressão &#8220;não abastardar o sexo&#8221; em seus livros. E o que dizer da ameaça para quem procurar conhecimentos de outras variedades do Yoga? Apenas o &#8220;original&#8221; tem valor, o resto são deturpações. E não busquem conhecimentos fora disso, as egrégoras se misturam, o buscador vai se dar mal. Não, não há misticismo nisso, tudo é bem racional.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franco en Arequipa.</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/comment-page-1/#comment-18338</link>
		<dc:creator>Franco en Arequipa.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 20:27:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/?p=2401#comment-18338</guid>
		<description>http://www.flickr.com/photos/11626818@N03/4213870059/[/img]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/11626818@N03/4213870059//img" rel="nofollow" target="_blank" class="liexternal">http://www.flickr.com/photos/11626818@N03/4213870059//img</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: DeRose</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/comment-page-1/#comment-18193</link>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 15:31:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/?p=2401#comment-18193</guid>
		<description>A imagem não entrou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A imagem não entrou.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franco en Arequipa.</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/comment-page-1/#comment-18185</link>
		<dc:creator>Franco en Arequipa.</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 01:51:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/?p=2401#comment-18185</guid>
		<description>Hola mestre DeRose:

El diario ¨El Comercio¨ (Lima, 19/12/9), publicó un artículo sobre un hallazgo arquelógico de la cultura Cupisnique (Perú). Me pareció interesante compartir una de las fotografías. Le llamaron, el ¨Contorsionista de Puémape¨ (200 a.C.).

Abrazo.

F.

P.D.: Según los especialistas, representaciones escultóricas parecidas, de estos personajes enigmáticos, se repiten en otras culturas del Preclásico mesoamericano de la altiplanicie del Anahuac, México y del Formativo Tardío de los Andes Septentrionales (Ecuador).

[img]&lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/11626818@N03/4213870059/&quot; title=&quot;¨Contorsionista de Puémape¨ por busterfoli, no Flickr&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;/a&gt;[/img]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hola mestre DeRose:</p>
<p>El diario ¨El Comercio¨ (Lima, 19/12/9), publicó un artículo sobre un hallazgo arquelógico de la cultura Cupisnique (Perú). Me pareció interesante compartir una de las fotografías. Le llamaron, el ¨Contorsionista de Puémape¨ (200 a.C.).</p>
<p>Abrazo.</p>
<p>F.</p>
<p>P.D.: Según los especialistas, representaciones escultóricas parecidas, de estos personajes enigmáticos, se repiten en otras culturas del Preclásico mesoamericano de la altiplanicie del Anahuac, México y del Formativo Tardío de los Andes Septentrionales (Ecuador).</p>
<p>[img]<a href="http://www.flickr.com/photos/11626818@N03/4213870059/" title="¨Contorsionista de Puémape¨ por busterfoli, no Flickr" rel="nofollow" target="_blank" class="liexternal"></a>[/img]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Franco en Arequipa.</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ao-longo-de-5000-anos-muita-deturpacao-pode-acontecer/comment-page-1/#comment-18184</link>
		<dc:creator>Franco en Arequipa.</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 01:50:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/?p=2401#comment-18184</guid>
		<description>Hola mestre DeRose:

El diario ¨El Comercio¨ (Lima, 19/12/9), publicó un artículo sobre un hallazgo arquelógico de la cultura Cupisnique (Perú). Me pareció interesante compartir una de las fotografías. Le llamaron, el ¨Contorsionista de Puémape¨ (200 a.C.).

&lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/11626818@N03/4213870059/&quot; title=&quot;¨Contorsionista de Puémape¨ por busterfoli, no Flickr&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;/a&gt;

Abrazo.

F.

P.D.: Según los especialistas, representaciones escultóricas parecidas, de estos personajes enigmáticos, se repiten en otras culturas del Preclásico mesoamericano de la altiplanicie del Anahuac, México y del Formativo Tardío de los Andes Septentrionales (Ecuador).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hola mestre DeRose:</p>
<p>El diario ¨El Comercio¨ (Lima, 19/12/9), publicó un artículo sobre un hallazgo arquelógico de la cultura Cupisnique (Perú). Me pareció interesante compartir una de las fotografías. Le llamaron, el ¨Contorsionista de Puémape¨ (200 a.C.).</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/11626818@N03/4213870059/" title="¨Contorsionista de Puémape¨ por busterfoli, no Flickr" rel="nofollow" target="_blank" class="liexternal"></a></p>
<p>Abrazo.</p>
<p>F.</p>
<p>P.D.: Según los especialistas, representaciones escultóricas parecidas, de estos personajes enigmáticos, se repiten en otras culturas del Preclásico mesoamericano de la altiplanicie del Anahuac, México y del Formativo Tardío de los Andes Septentrionales (Ecuador).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
<!-- WP Super Cache is installed but broken. The path to wp-cache-phase1.php in wp-content/advanced-cache.php must be fixed! -->
