sexta-feira, 1 de julho de 2011 | Autor:

Eu gosto muito dos nossos alunos advogados e juízes, porque eles não têm medo de defender. Esta me foi contada por um advogado. Alguém foi caluniar o nosso nome com ele, dizendo que “o DeRose é muito comercial”. A resposta veio certeira: “O senhor tem noção do tamanho do disparate que acaba de dizer? Sabe o senhor que o DeRose é o único autor de Yôga que coloca seus livros para download gratuito na internet? Sabe que ele disponibiliza mais de 80 webclasses gratuitas, pelas quais poderia cobrar, mas não cobra? Sabe o senhor que o DeRose divulga gratuitamente em seu site centenas de endereços de instrutores de outras linhas de Yôga? Sabe o senhor que o DeRose não vende nada no seu site, enquanto a maioria dos professores de outras modalidades vende até a mãe? O senhor sabe que em a escola do DeRose ministra aulas abertas ao público em parques, jardins e praias de várias cidades do Brasil e de outros países sem cobrar nada? O senhor sabe que o DeRose recebeu várias comendas e medalhas do Governo em reconhecimento por filantropia e obras sociais? O senhor sabe que pode ser processado por esse comentário? Basta que um amigo do Comendador DeRose, como eu, se sinta prejudicado pela sua afirmação.”

Quando ele me contou isto eu fiquei muito comovido. Nunca vi alguém me defender com tanta veemência e coragem. Só perguntei se ele havia dito estas palavras com agressividade. Nosso aluno me disse que em décadas de advocacia aprendeu que tudo pode ser dito com uma fisionomia simpática e com um tom de voz cordial. E que isso funciona mais do que partir para o confronto. Fiquei duas vezes mais feliz!

46 comentários

  1. 1
    Anahí
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 20:26
    anahiflores.org
     

    Nestes dias, li uma frase que estava no interior de uma casa de chocolates, em San Martín de los Andes (provincia de Neuquén, Argentina). Vou copiar aqui para compartilhar com vcs, pois achei ótima:
    “No hay casi nada en este mundo que alguien no pueda hacer un poco peor para venderlo un poco más barato. Y la gente que sólo se fija en el precio, constituye el grupo de sus víctimas naturales…” Jhon Ruskin, 1819-1900

    Beijinhos!
    A.

    Cleo Beserra de Magalhães Reply:

    Caríssima,Anahí,
    Desculpe-me a ignorância… Será q tu podes traduzir?
    Nem todo mundo teve a chance q tu tiveste p´ra poder está onde estás agora…
    Grata.
    Cleo.

    Anahí Reply:

    Bom dia Cleo. Que lindo o seu nome.
    Claro que posso traduzir, mesmo que com certeça terá erros de português. Mas pelo menos vc comprenderá o significado, certo?
    “Não existe quase nada neste mundo que alguém não possa fazer um pouco pior para poder vendê-lo um pouco mais barato. E as pessoas que só escolhem alguma coisa pelo preço, são o grupo das suas vítimas naturais”
    Espero que tenha comprendido.
    De qualquer forma, apos ler a minha tradução, releia a frase em espanhol, e com certeça conferira que não era tão complicada assim para entender. Aos poucos, a gente va comprendendo outras línguas…
    Abraço!
    Anahí

    Cleo Beserra de Magalhães Reply:

    A propósito Anahí, sempre que me deparo com uma situação dessas ( ñ entender algo q alguém escreveu para ser lido na minha língua e escrever noutra), fico um pouco chateada, pois acredito q esta no lugar do/o outro/o é sempre muito honrroso. Ainda bem q neste caso podemos ter direito de pedir esclarecimento, né?
    Outra coisa: aproveito p´ra te pedir (se puderes explicar) que me responda uma questão q há muito me deixa intrigada: Será q o fato d’eu nascer no lugar q nasci, na familia q nasci determina o que sou agora?
    Como é q é isso? Pq q eu tive q nascer aqui? Ter essa família ( ficarei muito mais feliz se tentares me responder)?
    Grata por tudo e por nada.
    Cleo.

    Anahí Reply:

    Olá Cleo!
    Desculpe mas não comprendi a primeira parte dessa sua mensagem.
    Com relacão a segunda coisa que vc comenta no post, claro que tudo o que acontece a nossa volta interfere na maneira como somos e em quem somos. Tem um livro do Mestre DeRose que é super ilustrativo em relação a isso (a como tudo o que fazemos ou aconteçe com nosco transforma a nossa realidade). Chama-se Karma e dharma – transforme a sua vida, e vc pode fazer o free downloads no site da Uni-Yôga, http://www.uni-yoga.org
    Com certeça vc gostará muito dessa leitura.
    O seu último ponto, onde me pergunta por que naceu onde naceu, não está ao meu alcançe lhe responder, nem ninguém que eu conheça estaria, pois são coisas que simplesmente aconteçem.
    Espero que minha resposta seja clara e tenha ajudado nas suas dúvidas.
    Um abraço,
    Anahí

  2. 2
    Alexandre Montagna
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 20:36
    alexandremontagna.com
     

    Para ilustrar este ótimo post, sugiro aos praticantes e instrutores que releiam o capítulo “O grande defeito do brasileiro é que ele não tem a coragem de defender”, do livro Ser Forte, página 109.

  3. 3
    Fátima Ferreira
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 20:37
     

    Olá Mestre
    Eu também sou jurista (já exerci advocacia) e gostaria de acreditar que não se deve à minha formação nessa área o facto de eu nunca ter tido medo de defender o seu nome e o seu trabalho (e olhe que, desde o meu início no SwáSthya, até hoje, tenho que o fazer muitas vezes). Além do dever, para qualquer pessoa, de repôr a justiça e a verdade trata-se, afinal, também do nosso próprio nome e da nossa própria imagem que passam a estar envolvidos. Como nos poderia faltar a coragem para essa defesa? Que seja, então, com essa serenidade firme de quem está seguro da sua posição, pois argumentos não nos faltam.
    Beijinho

  4. 4
    Instr. Rafael Santana
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 21:18
     

    Simplesmente espetacular.
    Um exemplo típico de combatividade.
    Este aluno entendeu perfeitamente nosso conceito de yôgin.
    Beijão Mestre!!!

  5. 5
    Eimara Lima
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 22:05
    eimarablog.blogspot.com
     

    Que show de bola nosso colega advogado deu! Quero dar-lhe os parabéns. Gostaria de ver mais coisas assim acontecerem, inclusive com relação a outras pessoas igualmente vítimas de comentários destrutivos. Consegui uma vez mudar o tom da conversa que tendia a esse teor. Ouvi: “O DeRose é …” e outra pessoa confirmou: “Ah, é sim”. Era uma roda de conversa. Ato contínuo me manifestei:
    - “Você o conhece pessoalmente? E você? Já o viu? conversou com ele? Leu algum texto dele? Folheou qualquer livro dele, pelo menos?”
    - “Não.” “Não…”
    Os demais presentes se calaram.
    - “Pois eu o conheço pessoalmente, então acho que posso falar. Já conversei com ele várias vezes, acompanho de perto o trabalho dele há anos e de várias formas.”
    O silêncio se fez automaticamente. Essas pessoas me conhecem razoavelmente bem e sabem como sou exigente, nem precisei chamar a atenção para isso. Continuei:
    - “Pois então: Gostei tanto que o escolhi para supervisionar o meu trabalho na área de bem-estar. Ele é meu amigo, vocês também são, então gostaria que vocês considerassem isso da próxima vez que pensarem nele, ainda mais quando o mencionarem.”
    A outra parte do diálogo e seus resultados reservo para lhe contar pessoalmente. ;-) Adianto apenas que fiquei muito satisfeita com o resultado imediato dessa atitude e também com o resultado mais duradouro.

  6. 6
    Regina W. Zarling
    domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 22:51
    yogabatel.blogspot.com
     

    De, defender teu nome é para mim uma questão de honra. Mesmo não sendo advogada, muitas vezes já usei esses argumentos, pois são os mais fortes e verdadeiros. E o mais importante, sempre com um sorriso no olhar e nos lábios, a voz moderada porém firme. Só não usei a palavra processado, mas sempre deixo os caluniadores de queixo caído com meus argumentos.

    Beijos

  7. 7
    Luís Lopes
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 0:19
     

    Querido Mestre,

    É mesmo verdade que nossos alunos advogados não tem medo de defender e ainda exercem o milenar Guru Sêva com empenho e uma fibra especial. Como o caso do nosso aluno advogado, hoje amigo, que batalhou connosco para a constituirmos a Ordem do Mérito das Índias Orientais, que o Mestre muito nos honrou ao aceitar o convite de Grão-Mestre.

    Esse amigo chama-se Duque, mas a sua nobreza não é só de nome é principalmente de alma.

    Um abraço de muito carinho e gratidão,
    Luís Lopes

  8. 8
    Gustavo Cardoso
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 1:01
     

    Querido Mestre,

    Vao aqui mais alguns videos que considero interessantes, espero que gostes e que possamos contribuir para um mundo melhor.
    Abracos

    http://uk.youtube.com/watch?v=bMgdJpVXcNM

    http://uk.youtube.com/watch?v=2DWFQ73cevU&NR=1

    http://uk.youtube.com/watch?v=fi5-iVb1YKA&NR=1

  9. 9
    Thiago Madruga
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 3:49
     

    É isso ai, se gosta de algo tem que defender, isso vale pra idéias também

    abraços

  10. 10
    Luc
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 9:15
     

    Olá, Mestre.
    Conforme você solicitou em um comentário passado, faço uma observação com relação ao português. O acento permanece na terceira pessoa do plural dos verbos ter e vir. Então fica “eles não têm medo de defender”.
    bjs.

  11. 11
    Sónia Saraiva
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 13:00
    yogarivegauche.fr
     

    C’est super ce post car en France je vois que les élèves les plus proches parlent de nos avec cette certitude en restant toujours polis :)
    Je pense que cela est une caratèristique du peuple français, le fait de se battre pour ce qu’ils croient.
    C’est marrant j’ai beacoup d’élèves qui sont des avocats et qui justement s’exprime de cette façon la ( en vrai dire il faut aprrendre avec eux ehehe)
    je t’embrasse bien fort
    Sonia

  12. 12
    Luiz Jacob
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 13:48
     

    Já tive de defender o Método algumas vezes e apesar de não ter intimidade com você Mestre ou conhecê-lo pessoalmente, sempre procuro defende-lo com um olhar simpático e com tom de voz agradável, mas percebo que as pessoas com quem argumento, após ouvirem fortes razões que mostram-lhes o quão estavam enganadas, estas pessoas se sentem intimidadas e na grande maioria das vezes gaguejam, com grandes pausas na fala e parecem um pouco zonzas como se tivessem recebido um nocaute, quando retomam os sentidos metade das pessoas se interessam e pergunta mais sobre o SwáSthya, a outra metade fica sem jeito e muda de assunto.

    DeRose Reply:

    Bravo, Luiz! É por aí mesmo. Abração do DeRose.

  13. 13
    Walter
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 15:07
     

    Imagino que este advogado deva ter muito prestígio e estar cheio de clientes fiéis, pois ele REALMENTE merece!!!

  14. 14
    Chrystine Omori
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 15:59
     

    Konnichiwa, Mestre!^-^
    Até hoje não canso de me surpreender com a facilidade que as pessoas têm de atacar as outras, sem nem ao menos fundamentar seus ataques – como advogada, pode ter certeza que já vi muito disso.
    Atualmente não advogo mais, mas o conhecimento fica.
    E recentemente, uma colega do trabalho começou a dizer que eu poderia procurar outras escolas de yôga, pois a sua não era boa, além de afirmações sobre sua pessoa que eu me recuso a repetir aqui, de tão absurdas.
    Somente pedi para que ela provasse o que falou.
    Estou esperando até hoje pelas provas… ;)

    DeRose Reply:

    Pedir as provas é pouco, Omori-san. Algumas pessoas tem um caráter tão malígno que se o ônus for só esse, prosseguirão em sua saga destrutiva. E ainda ficarão satisfeitas, com a sensação de missão cumprida: “Consegui abalar a convicção de mais uma!”

    Chrystine Omori Reply:

    Konbanwa, Mestre!^-^
    Não nego que tenha sido pouco apenas pedir provas.
    Mas minha fama no serviço de ser alguém (muito) exigente, quase chata mesmo, mais as gozações dos outros colegas que ouviram a conversa dizendo que ela arrumou “missão impossível” deve ter surtido efeito. ;)

  15. 15
    Vitor Calisto
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 16:14
     

    Olá querido Mestre!!

    As saudades são sempre muitas, mas com esta nova ferramenta de divulgação estaremos de certeza mais perto uns dos outros.
    Pois é, o nome do Mestre começa por De de Defesa, Desenvolver, Definição, e juntado estas palavras podemos dizer que por Definição temos de Desenvolver a capacidade de Defender quem nós mais amamos, Deve fazer parte da nossa cultura!

    Abraços e beijos para todos, De coração

    Vitor Calisto

  16. 16
    DeRose
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 16:28
    uni-yoga.org
     

    Konnichiwa, Omori-san.

  17. 17
    Rafa Ramos
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 16:53
    yogajardimanaliafranco.com.br
     

    Muito bom!!! =)

    Imagino que essa pessoa deve ter se arrependido de falar algo sem pensar.

    Vamos defender mesmo!

    Beijos

  18. 18
    Marco Santos
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 18:10
    palavrejar.blogspot.com
     

    São palavras dessas que deveremos ter sempre na ponta da língua, pois permitem que defendamos o nosso Método de forma inteligente e sem hipótese de resposta.
    Sempre com um tom de voz cordial, claro. E quem sabe ganhamos mais um adepto.
    Beijos e abraços para todos.

    DeRose Reply:

    Eu me satisfaria, Marco, se ganhássemos apenas mais um amigo. DeRose.

  19. 19
    Alessandra
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 20:43
     

    Olá, querido Mestre!!
    Também sou estudante de Direito, e esse mês comecei o curso preparatório para formação de instrutores. Sempre que tenho oportunidade, faço questão de falar que, se eu não tivesse visto com meus próprios olhos a seriedade de seu trabalho, já teria abandonado o Swásthya há muito tempo, pois sou testemunha do quão precioso é o Método. Falar é fácil. O difícil é manter o posicionamento diante de bons argumentos, e mais que isso, provas concretas! Principalmente quando a pessoa sequer conhece do que se trata, ou se baseia em informações distorcidas que “ouviu falar” por aí. É muito triste isso…
    Beeijos!!!

  20. 20
    Ric Poli
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 21:51
     

    Em aula, na parte da mentalizacao do pújá efetivo, temos instruído nossos alunos a estarem muito bem preparados para esclarecer os leigos e invejosos de plantao, sobre quem somos e o que realmente fazemos. Ao gerarmos o arquétipo e treinarmos isto nao seremos pegos de surpresa, e nao ficaremos paralisados quando for necessária a argumentacao rápida e certeira.
    Valeu!

  21. 21
    Instr. Bruno Sousa
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 23:03
     

    Como todo advogado que se preze, adoro uma boa briga. Quando o assunto é algo que nos toca fundo, há uma verdadeira satisfação em entrar na contenda. A força da convicção íntima é infinitamente maior que aquela gerada por anos de estudo e prática. Em outras palavras: mexeu com o SwáSthya na minha frente, sai da frente! Na verdade, há anos que isso não ocorre comigo, acho que porque demonstro tamanho amor e certeza na minha dedicação ao SwáSthya que ninguém se atreve a cometer uma leviandade.
    Mestre, é um imenso prazer e orgulho nos defender. Estou aqui de plantão sempre, incondicionalmente.
    Beijos com saudades e carinho.
    Bruno

  22. 22
    Instr. Bruno Sousa
    segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 às 23:07
     

    Uma coisa mais: sem esquecer a elegância jamais! Torna tudo muito mais poderoso e incontestável.

  23. 23
    Francine Rosa
    terça-feira, 3 de fevereiro de 2009 às 18:05
     

    Que bela defesa! Parabéns a esse advogado e ao Mestre todo o merecimento desta bela atitude.
    Sádhaka Francine (unidade Anália Franco)

  24. 24
    Genoveva
    terça-feira, 24 de março de 2009 às 16:43
     

    … está muito bom sim, gosto!

    Eu acho piada é a tendencia para se confundir esta nossa “opção” com “seitas”.. mas daquelas que manipulam o nosso espirito (buuuuuu u u ).. . Bem, dá-me uma vontade de rir… só falta dizerem que o karaté também é seita!!… (costumo responder..).
    Nao canso de dizer.. é uma metodologia prática (!).. etc, etc.

    Penso também, que o bem estar e a alegria descomplicada que passamos a irradiar trava muito as pessoas de pensarem que o swásthya é algo meio “estranho” ou “obscuro”… a nossa positiva transformação deita muito preconceito ao chão, logo à partida.

    Salta demasiado à vista que os praticante são pessoas saudáveis, responsaveis, activas.. e nada como uma boa risada depois de darmos as boas respostas aos preconceituosos!!

    beijinhos do Porto português

  25. 25
    Anabella
    quinta-feira, 20 de agosto de 2009 às 15:04
     

    Este post me hizo recordar las veces que me defendí de esa misma frase “De Rose es muy comercial”, y utilicé casi los mismos argumentos que el abogado para la defensa. Soy estudiante de abogacía también.
    Justamente estoy haciendo un curso de Oratoria, en el cual nos enseñan que en un debate, no es necesario hablar con tono agresivo, y tampoco para hacer énfasis en alguna frase o palabra, no es necesario hablar en un tono fuerte. Lo que me hizo recordar, que también Ud. Maestro nos enseña a defendernos sin la necesidad de ser agresivos en nuestra reacción.
    Saludo!

  26. 26
    Tamara Queiroz
    sexta-feira, 21 de agosto de 2009 às 12:17
    palavrasatropeladas.blogspot.com
     

    Bravo!

    Bravíssimo!

    .
    .
    Algo um pouco parecido ocorreu comigo, bem no início das minhas práticas…

    Uma senhorinha que prática yóga, comentou que sua vontade inicial era praticar o Método DeRose, porém não fora aceita (sic). Demonstrei um olhar mais curioso. Ela, então, olhou para um lado, para o outro e sussurrou algumas trivialidades (confesso que deu-me vontade de gargalhar por conta do drama). Perguntei se o conhecia para fazer tais afirmações e esta disse que não tinha tido este prazer. Eu sorri e pedi para que ela não acreditasse em tudo o que ouve.

    Senti que a admiração que ela tem por você, Mestre, prevaleceu após esta discreta defesa.

    B-joletas saudosas

    DeRose Reply:

    Obrigado, querida, pela intervenção.

  27. 27
    Joao Marcelo
    sexta-feira, 21 de agosto de 2009 às 16:08
    joaomarcelomarketingdireto.blogspot.com
     

    E mais… mesmo nao sendo advogados… temos os mesmos direitos!

  28. 28
    John Conway Chisenhall
    sexta-feira, 1 de julho de 2011 às 11:22
    deroselifestyle.org
     

    I love this post! To defend with respect, honor and courage is a wonderful lifestyle trait.

    Fê told me that you received the English pocket books yesterday. I am happy to know that the books arrived to you so quickly. I must acknowledge that my father is responsible for shipping you the books from Texas with DeRose Rhythm… so aside from running his business, during the busiest time of year, he made time to help us during crunch time.

    I would love to get your thoughts and critiques of the pocket book so we can improve it for the next print.

    I really hope you like it :)

    Since I like adding pictures to my posts on your blog, I thought I would show you a picture I took of the Andaz West Hollywood Hyatt lounge which included complimentary apples, Nespresso, gourmet teas and use of a few MacBook Pro laptops! If they only knew about DeRose chai!

    Hugs!

    John Conway Chisenhall Reply:

    Oh yeah, they also offered assorted chocolates and I made sure to test each flavor to verify their supreme quality! ;)

    DeRose Reply:

    Excelent!
    Hug-hugs.

    DeRose Reply:

    Congratulations for the DeRose Rhythm! For now, it’s ok. For the next print we must criate a new beautiful design and color photos. Great strategy of Andaz West Hollywood Hyatt. And a big name to.

  29. 29
    Ana Claudia
    sexta-feira, 1 de julho de 2011 às 11:43
    metododerosenoriodejaneiro.com
     

    Bom dia!!!

    Dessa vez vou mudar completamente de assunto, posso? rsrs

    Compartilho aqui material bem bacana de uma aluno/atleta querido que apoiamos aqui na nossa escola de Copacabana. Espero que goste!

    http://rioondas.com.br/portal/especial/965-galeria-especial-barrels-in-australia.html

    Beijinhos com carinho,
    Aninha
    Instra. Unidade Copacabana

    DeRose Reply:

    Muito boa matéria e excelente menção ao nome do Método DeRose. Parabéns!

  30. 30
    marisa nascimento
    sexta-feira, 1 de julho de 2011 às 18:08
     

    Olá Mestre,
    Parabéns pelo seu trabalho. A lealdade inquebrantável é a melhor defesa!
    Beijos,
    Marisa

    DeRose Reply:

    Obrigado, Marisa.

  31. 31
    Alan Hecktor
    sábado, 2 de julho de 2011 às 21:59
     

    Oi Mestre!

    Quando li esse texto achei a nossa cara.

    Só é tarde se você não fizer

    14 jun
    2011Deixe seu
    Comentário
    Fulano gostava de ler e escrever, então foi estudar Publicidade. Formou-se numa boa Universidade e logo começou a trabalhar com marketing e vendas. Ao perceber que a Tecnologia de Informação estava transformando o mundo dos negócios, resolveu fazer uma pós-graduação no tema, para melhor entender suas aplicações em sua área.

    Por causa do seu interesse em ler e aprender, acabou fazendo um Mestrado, para consolidar melhor os ensinamentos que o mundo lhe proporcionava. Mudou-se de cidade e de estado em busca de oportunidades ainda melhores. Mas quanto mais estudava e trabalhava, mais Fulano percebia que o marketing que se pratica nas grandes empresas tem mais a ver com preencher planilhas, fazer previsões e construir relacionamentos do que com o que aprendera em seus estudos e livros.

    Fulano passou a escrever sobre isso. Criou um blog mixuruca e mostrou para os seus amigos. Ninguém quis saber. Aí coisas estranhas começaram a acontecer, quando estranhos começaram a ler o que ele escrevia. Alguns viam sentido nas coisas que dizia – ou melhor, escrevia. Aí Fulano passou a escrever num outro blog, depois mais outro e outro.

    Então Fulano decidiu realmente mudar. Aos 38 anos, Fulano abriu uma empresa de treinamento, ignorando todos os que diziam que mudar de carreira nessa idade seria uma loucura. Fulano acreditava que não havia idade certa para largar o caminho errado. Loucura seria insistir no erro.

    E Fulano foi atrás da sua empresa. Ideias surgiam umas atrás das outras. Cursos, treinamentos, textos, palestras e tudo o mais que pudesse mudar uma percepção, um conceito, um entendimento. Fulano trabalhava nas suas ideias a qualquer hora do dia ou da noite.

    Embora fosse um ritmo pesado, Fulano não reclamava. Às vezes Fulano tinha uma ideia no sábado à noite e sentava-se para colocá-la no papel. Às vezes só parava no domingo à tarde. Por outro lado, não tinha nenhum problema em ir passear no parque na segunda-feira ao meio-dia.

    Hoje Fulano não tem hora para trabalhar, porque gosta do que faz e, mesmo que esteja, nunca parece estar trabalhando. Tudo parece divertido, motivante, desafiador. A cada dia que passa, Fulano tem certeza de ter tomado a decisão correta.

    Fulano se chama Rodolfo. Fulano sou eu.
    http://vocesa.abril.com.br/blog/rodolfo/2011/06/14/so-e-tarde-se-voce-nao-fizer/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+BlogDoRodolfo+%28Blog+do+Rodolfo%29

    ____________________

    DeRose Reply:

    Muito bom!

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