quarta-feira, 16 de junho de 2010 | Autor:

Fe Rengel


Olá querido Mestre,

Quero lhe agradecer pelo sádhana no domingo, foi muito especial. Além disso, foi uma oportunidade de estarmos próximos e rever os amigos.

Escrevo também para tirar uma dúvida: quando falamos sobre a nossa formação, dizemos que somos instrutores do Método DeRose formados pela …? Já sei que não devemos misturar a palavra mágica com o Método. Mas neste caso qual seria a forma mais adequada para falar que somos formados por uma instituição sem citar a palavra mágica?

Talvez esta questão já tenha uma resposta e eu é que estou desatualizada, neste caso peço-lhe desculpas por perguntar algo que já deveria saber.

Um beijo cheio de carinho.

Fernanda Rengel
Joinville – SC

Sua pergunta é bem pertinente, Fernanda. É um tópico que ninguém ainda havia perguntado, mas certamente alguém titubearia ao tentar responder.

Os instrutores do Método DeRose são formados pelo próprio sistematizador e homologados pelo Diretório Central do Método DeRose.

Vou lhe contar uma história muito interessante. Há alguns anos, houve um encontro do Yôga com a ióga para debater sobre a regulamentação da profissão. O outro time convidou um alto funcionário do MEC, que era amigo deles, para esclarecer algumas questões. Para me espezinhar, perguntaram-lhe se era possível que alguém tivesse uma Universidade de Yôga. O alto funcionário do MEC respondeu-lhes “Por que não?”. Visivelmente abalados, questionaram: “Mas então teria que ser reconhecida pelo MEC, não é mesmo?” E, mais uma vez, o amigo deles que fora convidado para tentar me desmoralizar, respondeu que não era preciso nenhum reconhecimento do MEC. Aí ficaram zangados: “Mas, ô Fulano, se não precisa do reconhecimento do MEC o que é que dá a credibilidade a essa universidade?” E a resposta que ele deu em seguida é antológica: “O reconhecimento do MEC não dá credibilidade. Quantas faculdades e universidades fajutas você conhece e que são reconhecidas pelo MEC? Muitas, não é? O que dá credibilidade não é o MEC, é o nome de quem expede os certificados. Se o Dr. Pitanguy resolver dar um curso de cirurgia plástica na sua clínica, o que dá a credibilidade é o nome dele. Ninguém está ligando a mínima que o curso não seja reconhecido pelo MEC.” Com isso, o outro time me ajudou bastante, pois, graças à polêmica levantada, várias pessoas presentes decidiram fazer o curso da Universidade de Yôga, não por causa do nome Universidade e sim pelo nome DeRose, que assinava o certificado.

Nossos inseparáveis amigos que vivem prestando atenção ao que eu faço para me atacar prestaram-me mais um grande serviço. Eu queria consultar oficialmente o MEC a respeito, mas hesitava para não levantar a lebre e evitar chamar a atenção sobre a nossa Universidade de Yôga, pois poderia criar mais problemas do que soluções. Então, meus grandes colaboradores de plantão me ajudaram denunciando-me ao MEC. Com isso, o MEC respondeu a eles por escrito declarando que a minha Universidade de Yôga não precisava de registro naquele Ministério e que eu tinha a liberdade de ensinar o que bem entendesse. O documento acabou nas minhas mãos e hoje eu tenho essa declaração oficial. Devo isso aos que queriam me prejudicar e, como sempre, acabaram me ajudando. Por que lhe contei toda essa história? Só para ilustrar que o que dá credibilidade ao certificado é o meu nome, marca forte que está há 50 anos no mercado e que constitui o maior grupo desse segmento não apenas do Brasil ou da América Latina, mas o maior do mundo, com escolas na França, Inglaterra, Itália, Espanha, Portugal, Estado Unidos, Argentina, Chile e tantos outros países.

Assim sendo, nossos certificados já não serão mais expedidos pela Universidade e sim pelo Método, ou melhor, pelo Diretório Central do Método e firmados pelo próprio sistematizador. A União Nacional de Yôga e sua divisão Universidade de Yôga estão praticamente inativas, convertendo-se em chancelas de garantia de qualidade dos livros de Yôga, mas sem divulgação externa e sem movimentação financeira.

Acho que com essa larga explanação você fica municiada para qualquer questionamento.
Um forte abraço para você.

___________________

Regina Wiese Zarling

Eu jamais me esquecerei desse encontro lá no Rio de Janeiro, no qual fomos proíbidos por eles de te aplaudir. Então só levantavamos os braços fazendo movimentos de alegria… Na minha equipe [de debates], fizeram de tudo para boicotar a nossa egrégora [os instrutores da nossa modalidade] … E tinha uma senhora bem querida de uns quase 70 anos ou mais que olhou para todos e disse: “Eu fui formada pelo DeRose e na minha frente ninguém fala mal dele!” Enquanto nós tentávamos [pedir que parassem de atacá-lo] era só gritaria [por parte dos ensinantes da ióga] , mas aquela mulher calou a boca de todos, pois os surpreendeu [talvez pela idade] ! Mesmo assim, durante os debates, a nossa egrégora [nossos instrutores] foi praticamente proibida de falar! [ ... ] Hoje, depois de um tempo até que lembramos disso com uma certa diversão, mas na hora, a pressão foi tão grande, que causou outra dor a nossa querida Ro de Castro. Sei que sabes do que estou falando. [Como isso já foi publicado em livro, creio que não há problema em mencionar aqui: A Rosângela estava grávida e por causa das agressões perpetradas contra nós, perdeu o bebê.]
Bjs
Regina
Método DeRose Alto da XV
Curitiba-PR

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Renata

Estou com uma dúvida, e o nome Uni-Yoga, permanecerá?

Obrigada!

Sim. A Uni-Yôga – União Nacional de Yôga continua existindo, mas apenas como um selo de qualidade. É também com quem são firmados os contratos de credenciamento enquanto não houver outra entidade que possa substituí-la. Já a Uni-Yôga – Universidade de Yôga é quem avaliza a qualidade dos livros de Yôga que forem editados por nós ou mesmo por edições independentes. E todas as escolas que não conseguirem a certificação para colocar o logo do Método DeRose em sua fachada, continuarão a ostentar a placa da Uni-Yôga.
Obrigado por nos ajudar colocando a sua dúvida. Abraço.

  1. Autor: Anahi Flores

    Bom dia!
    Hoje tem vários aniversários.
    O do Gustavo Marson, o da Ro de Castro e o da Sara Cadore.
    Parabéns a cada um deles!
    Com carinho da
    Anahí
    Buenos Aires

    DeRose |

    Parabéns pelo aniversário dos colegas Gustavo Marson, Ro de Castro e Sara Cadore. E também comemoramos mais um aninho da nossa amiga Alessandra Roldan, sempre participando e contribuindo com seu entusiasmo e brilho no olhar.
    Um forte e longo abraço a todos esses pilares da nossa Obra.

    Anahi Flores |

    Acho que o dia de hoje tem alguma coisa… muitas comemorações juntas! beijinhos.
    A.
    Bs As.

    Daniel Cambría |

    Eeeee! Parabéns a todos!
    Um beijo grande!

    rodecastro |

    Obrigaaaadaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!

    Anahi Flores |

    :-)

    Franco |

    … ¡Un saludo afectuoso, querida profesora Rosangela De Castro!

    Franco
    Perú

    P.D.: Ojalá que algún día pueda asistir a uno de sus cursos en Rio de Janeiro.

    Gustavo Marson |

    Obrigado pela lembrança Anahi!
    Beijinhos.

    Anahi Flores |

    :-)

  2. Autor: Fe Rengel

    Querido Mestre,

    Obrigada pela resposta, esclareceu muito.

    Também aproveito para lembrar que hoje é aniversário do Prof. Gustavo Marson, neste mesmo dia ele comemora vinte aninhos de profissão. Parabéns para ele!

    Beijocas.

    Fernanda Rengel
    Joinville – SC

    DeRose |

    Parabéns, Gustavo. Você é uma pessoa que posso chamar de “um GRANDE amigo”.

    rodecastro |

    Poxa, fiquei com ciúmes! :( Bjinhos :)

    DeRose |

    Não fique!… Eu te amo!

    rodecastro |

    Tudo bem, já passou. :) Bjocas

    Gustavo Marson |

    Obrigado Mestre!!
    Beijo.
    Gus

  3. Autor: erica

    Maestro:

    Què buena aclaraciòn sobre este tema.

    Este post y el anterior es una demostraciòn de lo que siempre explicas, de como a partir de las tècnicas, los conceptos, la especializaciòn, todo se va expandiendo, dando forma a nuestra cultura y evoluciona cada dìa en algo mayor, màs importante y que influye positivamente no solo en los que estamos dentro, si no que tambièn a aquellos que nos rodean.

    Un beso enorme.

    DeRose |

    Bezote!

    Mariana Guerreiro |

    Olá Mestre! Peço desculpa por estar a comentar aqui mas foi a única maneira que consegui falar consigo. Estou a falar-lhe do outro lado do mundo, de Portugal. Sou uma aluna da Universidade Católica Portuguesa e estou a tirar o curso de comunicação social e no âmbito da disciplina de Métodos e Técnicas de investigação nas ciências sociais, estou a realizar um trabalho sobre o yoga. O seu livro “tudo sobre o yoga” está a ser um grande auxilio mas também gostava muito que o mestre me respondesse a umas perguntas pois iria ajudar muito no trabalho. Aguardo a sua resposta e agradeço a disponibilidade.
    Cumprimentos
    Mariana Guerreiro

    DeRose |

    Estou ao seu dispor, Mariana. Pode enviar as perguntas pelo blog. Se forem de utilidade para os nossos leitores, responderei aqui mesmo. Caso contrário, enviarei as respostas por e-mail. Minhas cordiais saudações.

  4. Autor: Bruno Diniz

    O termo Yôga, através da explanação de vários depoimentos ao longo da vida desse autor, mostram a inviabilidade do mesmo. Um termo que remete a uma via tortuosa se não o contrária da proposta da obra do mesmo. Algo que torna a expressão “tiro no próprio pé” plausível para descrever as suas conseqüências.

    Mas.

    O autor, pelo que eu pude de maneira supérflua analisar, foi realmente muito mais corajoso, valente, bravo etc do que por exemplo muitos artistas marciais brasileiros por exemplo. Imagine. A obra que o autor realizou não se comparou a nenhuma outra nesse outro campo, mesmo que o militar.

    Veja, o que fizeram com o Taichichuan (termo erroneamente usado, e muitos hoje em dia o abreviaram para taichi, esquecendo o chuan que significa punho, ponderação, medida) hoje se tornou medida profilática para senhores e senhoras, não e nunca desmerecendo esse grupo, afinal eles são os nossos mestres! e não o contrário.

    Mesmo o termo mais correto taijiquan que é a transliteração em pinyin oficial da região onde a prática nasceu, já foi chamado por outros nomes. A própria prática nasceu em uma aldeia ou condado rural no interior, onde os homens mais fortes foram convocados para expulsar os bandidos que infestavam a região.
    Hoje, tudo isso foi deturpado. As coisas foram invertidas de ponta a cabeça.

    Bom, por isso eu pergunto:

    Renegando o termo, qual o risco de tornar o método paralelamente ao que pode ser chamado de Yôga e fazer com as duas coisas sejam encaradas de modos distintos?
    Não poderia acontecer, de as pessoas engajadas em obterem o estado último do Yôga (samádhi) de não mais procurarem o método? Evitando esse ao invés da Yôga e outras linhas?

    Não seria mais interessante, tentar cunhar o termo original em sânscrito no consciente coletivo ao invés de nomear o mesmo com outro?

    Tornar-se o que é. Não apenas ser rotulado como uma prática calistênica nas praças, como aconteceu com o taijiquan.

    Bruno Diniz

    p.s:Gostaria de ter essa dúvida esclarecida, mesmo que não a publiquem no blog. Sei que esse tema já foi discutido exaustivamente nesse blog… Mas o cerne dessa dúvida eu não vi em nenhum post. Se não, não perguntaria.

    Muito Obrigado!

    DeRose |

    Fique tranquilo, Bruno, porque não deixamos de ensinar o [palavra mágica] e esse termo continua sendo usado dentro das nossas escolas, conforme expliquei em um dos posts (ou talvez em mais de um deles). Além disso, o número de alunos aumentou com a utilização da marca Método DeRose. E a qualidade melhorou também. Portanto, estamos satisfeitos com os resultados no Brasil e fora dele. Mas obrigado pela explanação sobre o Taijiquan.

    DeRose |

    Este comentário que você escreveu a um colega poderá gerar constrangimento, razão pela qual não foi aprovado. Compreendi que sua intenção foi carinhosa, mas o colega pode não interpretar dessa forma.
    Por outro lado, gostaria que você me reavivasse a memória: onde é que consta que ” ¨practicantes de primer nivel¨, los cuales invierten el 51% de su tiempo a la práctica de nuestras ¨técnicas¨(… y el otro 49% a nuestros ¨conceptos¨) “?
    Não me lembro de ter dito isso nem escrito isso em parte alguma. Mas escrevo tanto que posso estar equivocado
    .
    Um abraço do DeRose.

  5. Autor: Roberto

    Grande Mestre !!

    Já que está a postos para dirimir as dúvidas, e que o Método “é uma urdidura de conceitos.. “, poderia fazer uma boa explanação a respeito dos mesmos, acho que também ajudaria. Minha opinião.

    Grande abraço !!

    Roberto
    Ctba/Pr

    DeRose |

    Isso está na entrevista que dei na Europa e que consta aqui no blog, no post “Entrevista”. Também consta no pocket O que é o Método DeRose. Mas tem bastante coisa noutros posts aqui do blog, pois o blog é mais Método que outra coisa. Lendo os posts, creio que as pessoas começarão a assimilar um pouco mais sobre a nossa proposta. Outro abraço para você.

  6. Eu jamais me esquecerei desse encontro lá no Rio de Janeiro, no qual fomos proíbidos por eles de te aplaudir. Então só levantavamos os braços fazendo movimentos de alegria…Na minha equipe [de debates], fizeram de tudo para boicotar a nossa egrégora…E tinha uma senhora bem querida de uns quase 70 anos ou mais que olhou para todos e disse! Eu fui formada pelo DeRose e na minha frente ninguém fala mal dele! Enquanto nós tentavamos era só gritaria, mas aquela mulher calou a boca de todos, pois os surpreendeu!Mesmo assim, durante os debates, a nossa egrégora foi praticamente proíbida de falar! Ah, o mais engraçado era a Nina mechendo no lóbulo daquela “estimada senhorinha” de 1m30 de altura e largura…

    Hj depois de um tempo até que lembramos disso com uma certa diversão,mas na hora, a pressão foi tão grande, que causou outra dor a nossa querida Ro de Castro. Sei que sabes do que estou falando.
    Bjs
    Regina
    Método DeRose Alto da XV
    Curitiba-PR

  7. Autor: guido

    Gracias, Mestre. Es muy esclarecedor el articulo.
    Fuerte abarzo!

  8. Olá mestre de luz!

    Vamos pedalar por um projecto humano de todos nós!

    Aui na “lusolândia”, depois de termos produzido o livro “Histórias sem aquele era uma vez” para financiar um projecto de apoio a meninas vítimas de tráfico sexual na Guiné-Bissau, um grupo de jornalistas das três tvs, diversas rádios e periódicos escritos vamos participar no Lisboa Bike Tour.

    As bicicletas em que vamos pedalar na prova serão doadas como meio de transporte à escola sustentada pelo projecto “SOS Meninas Talibés”.

    Posso abusar de vós e convidar-vos a tornarem-se parte deste abraço colectivo comprando e divulgando o livro, cuja receita reverte integralmente para um projecto que é também seu?

    Obrigado!

    Abraço do coração!
    António Mateus

    Lisboa


  9. Foto: Autores do livro “Histórias sem aquele era uma vez”

    DeRose |

    A foto não entrou, amigo. Tente de novo, por favor.

  10. Querido Gustavo

    Sucesso, realização, prosperidade, alegria, saúde, amor, dinheiro, festa, viagem, aventura…sabemos que já tem tudo isso e desejamos muito, muito, muito mais!
    Parabéns.
    Beijos com carinho.
    Dora e equipe.

    Gustavo Marson |

    Obrigado Dorinha e equipe!
    Grande beijo a todos.
    Gus

  11. Autor: dwayne

    Que bueno este post, ¡Muy esclarecedor!

  12. Autor: DeRose

    Já pedimos providências a quem de direito. Obrigado pela lembrança. É até bom que me relembre de vez em quando. Abrazote.

  13. Autor: Yael Barcesat

    Excelente! en esta egrégora, cuando uno tiene una duda entra al blog y muy probablemente ya otro la formuló ;) gracias Fernanda y Mestre querido.

    Besitos desde Oporto,

    Yael – Buenos Aires

    DeRose |

    Transmita meus abraços aos colegas portugueses.
    De uma São Paulo fria.

  14. Autor: DeRose

    Sem dúvida. Vou pedir ao Cambria, que é o moderador e blogmaster, porque eu também não tenho o traquejo necessário. Estou feliz em poder ajudar. Tenho a certeza de que o nosso pessoal se sensibilizará. Um forte abraço deste seu amigo.

  15. Autor: Everton Vieira

    Logo no início da resposta está: “homogados”, um “lo” está a faltar.
    Abraços, Everton.

    DeRose |

    Obrigado. Consertei.

  16. Autor: Everton Vieira

    Mario Quintana tem um pensamento interessante:

    Não te irrites, por mais que te fizerem…
    Estuda, a frio, o coração alheio.
    Farás, assim, do mal que eles te querem,
    Teu mais amável e sutil recreio…

    Abraços, Everton.

  17. Autor: DeRose

    Já falei com o nosso amigo Cambria para inserir as fotos. Forte abraço e bons sonhos.

    Daniel Cambría |

    Feito,
    Beijos!

    DeRose |

    Obrigado.

  18. Autor: silvina tenenbaum

    Gracias Mestre por la explicación y gracias Fe por compartir tu duda en el blog.

    Silvina
    Unidad San Isidro

  19. Quais fotos gostaria de enviar, Antonio?
    Experimente enviar as fotos pelo botão “Enviar imagens do computador”.
    Caso não consiga, retorne o contato com a indicação das imagens que gostaria de publicar.
    Abraços,

    Cambría

  20. Autor: Ale Filippini

    Mestre querido,
    Ontem me surgiu uma dúvida após a sua aula.
    O que falamos para o prospect que vem nos procurar com a pergunta: “Aqui vocês ensinam [palavra mágica]?” ou “Estou procurando [palavra mágica]” … ?
    Pensei na resposta e queria saber se está correta: Utilizamos as técnicas deste acervo, mas ensinamos muito mais que isso. O Método DeRose é um Método de Qualidade de Vida … e falar sobre a reeducação respiratória, administração de stress …

    beijos com carinho.

    Alê Filippini
    Unidade Alphaville / SP

    DeRose |

    Lembro-me de um plebiscito que foi realizado aqui no Brasil e no qual o povo deveria responder “sim” ou “não”. Alguém pichou uma parede com o protesto “nem sim, nem não: feijão!” Pois a resposta que lhe sugiro é essa.

    “Aqui vocês ensinam [palavra mágica]?” ou “Estou procurando [palavra mágica]”. Resposta: “Vou lhe dar algumas informações sobre como trabalhamos e você avaliará se é o que está buscando.” Que tal?

  21. Mestre,

    Obviamente, não haveria ninguém melhor para dar esta explanação, do que o próprio criador do Método.

    Quero agradecer a Fe Rangel por ter realizado a pergunta de “um milhão de dólares” e que acabou servindo para clarear as idéias de tantos instrutores e praticantes (como eu). Eu tive a mesma dúvida quando me perguntaram sobre quem me certificaria caso eu venha a formar-me instrutor e fiquei com cara de interrogação. Não gostei da sensação.

    Pedi à minha instrutora, Thaís Lopes, que ela divulgue este ‘post’ para todos os alunos da Unidade Santos.

    Ainda não somos uma Unidade certificada, mas acredito que já devemos assumir a postura de alguém que anseia por sê-lo.

    Um forte abraço alaranjado,

    ——————————
    Pedro Gabriel
    yôgin – Unidade Santos
    ——————————

    DeRose |

    Muito bem colocado, Pedro. Com detalhes brancos!

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