segunda-feira, 16 de março de 2009 | Autor:

Há quarenta ou cinquenta anos, quando algum instrutor de Yóga declarava: “DeRose é outra coisa”, eu interpretava essa afirmação como pejorativa. Hoje percebo que não era. Tratava-se da simples constatação de uma pura verdade.

Tive como aluna uma senhora, cujo marido era editor na Inglaterra. Certo dia, ela lhe propôs:

– Você não gostaria de publicar um livro de Yôga?

E ele contestou com certa rispidez:

– Não. Yôga, não! Por quê?

A esposa, chocada, respondeu:

– Bem, eu estou praticando no DeRose…

E para seu espanto, escutou:

– Ah! DeRose, sim, eu publico.

– Como assim? – perguntou ela, desorientada – Por que “Yôga não” e “DeRose sim”?

A resposta foi bastante lisonjeira:

– DeRose é outra coisa!

Estava muito claro, para aquele editor europeu, bem esclarecido, que o meu trabalho era, digamos, diferente da maioria daqueles que alardeiam ensinar Yôga. A partir de outros casos semelhantes, passei, pouco a pouco, a admitir a frase como um elogio. Gente que tinha resistência contra o Yôga admirava e respeitava a maneira como eu expunha a minha proposta. Soava-lhes como algo unique, algo com uma outra consistência. Não dá para pensar em DeRose (que está no ensino desta cultura há meio século), usando os mesmos estereótipos aplicáveis às demais correntes. Nosso trabalho é diferente. Com o tempo, eu também aceitei o fato e passei a repetir com o coro: DeRose é outra coisa”. Nem melhor, nem pior. Outra coisa. Por isso, de alguns anos para cá, estamos usando cada vez menos o rótulo Yôga e cada vez mais referindo-nos à Nossa Cultura, ao Método DeRose, à Reeducação Comportamental, a Life Style Coaching. Nosso carinho e respeito pelo Yôga permanecem mais fortes que nunca, mas precisamos que o público não confunda aquilo que fazemos com um produto completamente diferente. Nós trabalhamos com a vertente pré-clássica, a versão mais antiga, que não era utilitarista, não trabalhava com terapia, não tinha foco em benefícios – e as pessoas adotavam por identificação, sem interesse em auferir benefícios pessoais. É assim que atuamos hoje. E descobrimos que exisge um grande nicho de pessoas saudáveis, educadas, cultas, lidas e viajadas que querem simplesmente incorporar a filosofia de vida que ensinamos, sem nenhum interesse em “benefícios”.

 

Vendem-se cravos

Certo dia, um comprador viu a placa na porta de uma loja: “Vendem-se cravos”. Como estava precisando de uns condimentos, entrou. Pediu ao proprietário:

- Quero duzentos gramas de cravos, por favor.

Ao que o lojista respondeu:

- Desculpe, cavalheiro. Não trabalhamos com esse produto.

Para não perder a viagem, o freguês tentou adquirir outra especiaria:

- Então, dê-me duzentos gramas de orégano.

O vendedor, sem perder a elegância, informou:

- Sinto muito, meu senhor. Não trabalhamos com temperos.

O consumidor, indignado, contrapôs:

- Mas o senhor colocou um luminoso lá fora dizendo que vende cravos!

E o dono da loja esclareceu:

- Exatamente. Vendemos cravos, os nobres instrumentos renascentistas, predecessores dos pianos. Acho que não é o que o senhor está procurando.

Essa história acontece todos os dias nas escolas credenciadas pela Uni-Yôga. Muitos candidatos lêem a palavra Yôga e pensam tratar-se de academia, ou de terapia, ou de alguma outra amenidade. No entanto, o que nós oferecemos é uma Cultura, uma proposta de reeducação comportamental, um estilo de vida.

Por isso, em várias escolas nossas, em diversos países da Europa, os diretores optaram por não ostentar o rótulo Yôga em suas placas e letreiros. Estão utilizando somente Método DeRose e revelam-se bem satisfeitos. Ninguém entra equivocado procurando por cravos da Índia. Com isso, o trabalho de atendimento ao público passou a consumir-nos menos e não ocorre mais o constrangimento de esclarecer que não trabalhamos com aquilo que o interessado vem buscar.

 

 

27 comentários

  1. 1
    graça lopes
    segunda-feira, 16 de março de 2009 às 7:08
     

    No outro fui convidada para um jantar de artistas da Peninsula Ibérica num restaurante bastante bonito e requintado da cidade do Porto. Todos falavam da sua arte e como a encaixavam no seu quotidiano. De repende olharam para mim e esperaram eu falar e dar o meu parecer. Quando falei que trabalhava com o Métod De Rose e expliquei a nossa proposta todos me cumprimentaram, e um disse…sim já ouvi falar …é muito chic…eu sorri discretamente e senti-me muito orgulhosa com o comentário…afinal ser chic e fazer bem ao mundo ao mesmo empo é mesmo muito poderoso…obrigada Mestre.

  2. 2
    juliarodrigues
    segunda-feira, 16 de março de 2009 às 10:56
    juliarodrigues.com
     

    Passando por aqui para desejar um bom dia, para deixar um beijo e um abraço forte para você, para a Fê…e um carinho na Jaya, rs…saudadinha
    E sim! DeRose é diferente!!!!:)

  3. 3
    Franco
    segunda-feira, 16 de março de 2009 às 11:39
     

    El yôga y el método DeRose.

    Buenos días mestre DeRose:

    ¿Me permite esta mañana hacerle un planteamiento (por más bobo que le pueda parecer)?…

    Usted oportunamente propone una definición técnica para el yôga. Esta es, ¨yôga, es cualquier metodología estrictamente práctica que conduzca al samádhi¨.

    Se me dificultó comprender abiertamente esta definición siempre que intentaba *extrapolarla a otros contextos de uso cotidiano, que otorguen un criterio más abarcante para el practicante lego (como es mi caso) fuera de los libros de texto.

    Revisando la última edición de su libro ¨programa do primeiro ano do curso básico¨, nuevamente me entusiasme con el siguiente fragmento: ¨Emoçôes pesadas sujam mais o organismo que fumar, beber e comer animais defuntos. Ñâo adianta praticar pújá, meditaçao, mantras, se você ñao souber se relacionar bem com as outras pessoas¨.

    Considerando que usted plantea el método DeRose como una cultura de reeducación comportamental (life style coaching), fundamentándolo en el culto por las buenas maneras (¨Nossa cultura só existe com um bom relacionamiento humano¨) ; a partir de allí, creo haber encontrado un *sincretismo entre el yôga y el método DeRose.

    El practicante concientizado que se adiestre en el arte de las buenas maneras mantendrá un organismo limpio (libre de emociones pesadas). La evolución en su sádhana (enfatizando el quinto anga) será la determinante para que el yôgin, logre concretar su objetivo fundamental, los estados mas adelantados y la meta en yôga.

    … Con esto destaco la relevancia de un buen relacionamiento para todos los miembros de esta tan especial comunidad yôgin. Comunidad caracterizada por la pro-actividad en sus quehaceres y libertad intelectual, en la que el yôga antiguo pre-clásico es parte esencial de nuestro patrimonio cultural (¨Uma excelente ferramenta para facilitar um bom relacionamento, baseado no respeito mútuo, é a observância da hierarquia. Ela contribui para evitar confrontos desnecessários e antiéticos¨, ¨programa do primeiro ano do curso básico, 10ª ed., p.35.).

    Todo de ôm para você… ¡swásthya!

    F.

    P.D: Mestre DeRose, ¿¨sincretismo¨ fue la palabra más apropiada?

    Extrapolar: tr. Aplicar un criterio conocido a otros casos similares para extraer conclusiones o hipótesis. http://www.wordreference.com/definicion/extrapolar
    Sincretismo: Sistema en que se concilian doctrinas diferentes. http://www.wordreference.com/definicion/sincretismo

    DeRose Reply:

    Estimado Franco, creio que sincretismo não traduz a ideia correta, já que não falamos de doutrina e já que as propostas não são diferentes e sim a mesma coisa.

    Franco Reply:

    Mestre DeRose:

    ¿Qué le parece ¨correlación¨ en vez de ¨sincretismo¨?:

    Esta correlación (entre el yôga y el método DeRose) es la que me permite extrapolar una definición técnica sobre yôga, en diferentes contextos de mi cotidiano y otorgarme un criterio más abarcante.

    Considerando que a través de un método se obtienen los resultados, se puede afirmar entonces, que el método DeRose, ¡es el más eficaz!…

    Encontré este post bastante esclarecedor (18.8.9):

    ¨Pediram-me uma definição de Método DeRose¨
    A Cultura Preconizada- O Método DeRose é uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.

    Gracias por compartir su preciado tiempo conmigo… :)

    F.

    Franco Reply:

    … con ¨resultados¨ me refiero a la meta del yôga.

    Correlacion: Correspondencia o relación recíproca entre dos o más cosas, ideas, personas, etc.
    http://www.wordreference.com/definicion/correlacion

    DeRose Reply:

    No es una question de correlación. Es la misma cosa. Solamente optamos por ahorrar la palabra Yôga.

    Franco en Lima Reply:

    … No fue mi intención ser impertinente (me voy a expresar con más moderación).

    F.

  4. 4
    Paulo Ferreira
    segunda-feira, 16 de março de 2009 às 15:25
     

    Em Portugal o condimento se chama de “cravinhos” sendo que o nome “cravo” denomina uma flôr….

  5. 5
    Regina Wiese Zarling
    segunda-feira, 16 de março de 2009 às 16:45
    yogabatel.blogspot.com
     

    Certa vez em minha aula de hidroginástica, vendo a minha medalha, perguntaram-me se eu também fazia “ióga”. O que respondi, não eu prático o método DeRose. Então, perguntaram-me você já faz a posição do elefantinho? E respondi, eu faço ásanas e os nomes são em sânscrito, fazendo de conta que não havia entendido do que estavam falando. Logo, minha professora entrou na conversa e disse. Ah, ontem eu vi uma apresentação de coreografia do pessoal do DeRose, é muito diferente do que vocês estão falando. Como a Rê acabou de falar, ela faz o método DeRose, é outra coisa, muito mais bonita! Não é essa coisa mística!
    Fiquei super feliz com o elogio de minha professora, pois além de formada em Educação Física, antes foi formada em publicidade e seu marido é psicólogo. E acredito que ela só não tenha se matriculado numa escola em Floripa, pois trabalha das 6h00 da manhã até umas 21h30 e tem dois filhos adolescentes.

    Bjs

    Alexandre Rodrigues Lemes Reply:

    Oi Rê!
    Cada perguntas, né? Posição do elefantinho? Dei tantas risadas quando li. Ainda bem que você foi bem polida em sua resposta. Eu acharia que era gozação (rs). Certa vez eu estava na academia e fazendo “ioga” e a professora pediu para ficar na posição de cachorrinho, ou seja, mais precisamente, cachorro baixo e cachorro alto, achei muito estranho usar estas expressões. Como é ficar cachorro alto e cachorro baixo? Ela demonstrou a posição, ainda bem. Infinitamente prefiro Método DeRose que usa palavras em sânscritos, que fica muito mais técnico, qualificado.
    Bjs, Alê

    Regina Wiese Zarling Reply:

    Com certeza Alê, e agora quem está morrendo de rir, com essa de cachorros baixos e altos sou eu. Temos de pedir para a Jaya demonstrar!

    Beijos

    Alexandre Rodrigues Lemes Reply:

    kkk
    Olha que vi a foto da Jaya fazendo ásana e com certeza, não vai fazer não… Pois é, filho de peixe, peixinho é. Lol!!
    Bjnhusss, tenha um ótimo dia.

    DeRose Reply:

    Também gostei do bjnhusss. Vou usar!

    Alexandre Rodrigues Lemes Reply:

    Ops! …não vai fazer “feio” não, sabe que é quase meio-dia e estou com fome. rs

    Franco Reply:

    La postura del zapatero.

    En febrero, encontré en la internet, un anuncio de yôga que ofrecía *¨svasthya¨ como parte de su programa de entrenamiento personalizado (http://www.evisos.com.pe/servicios/cursos-clases/yoga-hatha-tantra-svasthya). Llamé y concreté una cita con el presunto yôgin.

    En cierto punto en que la práctica se tornó frustrante y tediosa, me vi sentado en rája bhadrásana frente a mi falso enemigo, quien mencionaba fortuitamente el nombre de los ejercicios, le llamaba a éste en particular, ¨la postura del zapatero¨.

    Pregunté nuevamente, apenas para confirmar (confiado de estar distorsionando la información), luego de permanecer todo ese tiempo filtrando narraciones tan inucitadas sobre buddha, inmortalidad y otras más, entonadas con voz oscurantista. ¨Postura del zapatero¨, insistió el joven instructor…

    Al finalizar la clase, reconsideré mostrarle algunos libros de mi colección del mestre DeRose, que llevé para ese esperado encuentro. Me desanimé, creyendo que alguien tan desentendido con certeza distorsionaría todo ese trabajo.

    Lo que más me cuestioné durante la sesión, fue considerar la posibilidad que algún profesional joven e inteligente, con la esperanza de encontrar un trabajo serio y después de una justificada pesquisa, ya haya asistido a esta práctica y finalmente, se haya decepcionado por completo del yôga. Aquel interesado no invertiría más tiempo o se permitiría una nueva oportunidad para conocer mejor el yôga. Contribuirá con la misma egrégora de la desinformación, atenuando sus reclamos en su entorno inmediato…

    Hoy voy a buscar a ese instructor de yoga, le voy a regalar un ejemplar del ¨yôga a serio¨-DeRose, le voy a recomendar el blog del mestre DeRose y el site de la Uni-Yôga. Con un poco de karma, se interesará por la lectura seria y de investigación, revisará otros ejemplares más avanzados de igual trascendencia y valor.

    Como sádhaka y alumno del método DeRose, esa será una pequeña contribución para evitar que en mi ciudad, se continúe diseminando tanta desinformación, respecto a nuestra disciplina.

    Todo de ôm para vocês…:)

    F.

    * Este instructor no utilizó un formato coreográfico y tampoco reglas generales de ejecución.

    P.D: ¿me pregunto que pasaría si éste instructor de ¨yoga¨ llega a interesarse de verdad y lee este post?… ¿reaccionará apropiadamente a mi planteamiento con esta anécdota?

    ¿Qué tal estos posts?

    Visite os posts das páginas mais antigas (15 de Março de 2009 )
    (…) ¨E, não se esqueça, divulgue este blog para todos os seus pares, amigos, desamigos, conhecidos, desconhecidos, parentes, clientes, alunos, monitores e monitorados.¨
    (…) Instrutores das outras modalidades de Yôga não são os nossos concorrentes, já que trabalhamos com outra coisa e lidamos com outro público. Nossos concorrentes são os cursos de línguas, os campos de golfe, as quadras de squash, os clubes de pólo e de equitação, os cruzeiros marítimos, as escaladas às montanhas do Nepal, atividades essas cujo tempo tem que ser dividido com a frequência nas nossas escolas.

    Franco Reply:

    ¡Hola Regina!… (lo pegué desde un word y se me olvidó incluir mi saludo)

    A penas te quise compartir contigo una anécdota parecida a la tuya… si te agrado, ¿derrepente te animas y me escribes alguito?

    Beso,

    F.

    Regina Wiese Zarling Reply:

    Por supuesto Franco, la ajé muy interesante. Cuando la leí, reí mucho imaginando la situación.

    Besos

    Franco Reply:

    ¡Wau!… que bueno que está tu español.

    Que bueno que te agradó… oye! ¿y tus compañeros de hidrogimnasia te siguen bromeando con animalitos?… Aquí hay unas galletas de animalitos sabor a vainilla que me me hicieron recordar (… ya me provocaron).

    Beso,

    F.

    :) P.D: hallé, es el indicativo, pretérito, 1º persona del verbo hallar.

    Regina Wiese Zarling Reply:

    No Franco, ahora vivo en Curitiba. Y mismo allá en Floripa, fue solo un día, pronto comprendieron que hablavamos de cosas distinctas.

    Yo ya vi estas galletas…

    Besos

  6. 6
    Nuno Jacob
    terça-feira, 17 de março de 2009 às 0:02
     

    Confesso que tenho uma certa dificuldade em entender quando se diz às pessoas que nós não oferecemos nada, que a nossa proposta é muito Nobre e simples, Auto-conhecimento acrescido de qualidade de vida, fruto das suas próprias escolhas e elas nos olham com uma certa indignação. Felizmente não é a maioria e com o decorrer do tempo, vão mesmo entendendo que o Método DeRose é uma Cultura, a life style (eu gosto de uma revolução cultural).
    Fez de mim uma outra pessoa, hoje sou mais tolerante do que ontem, estou mais consciente de mim próprio e isso deixa-me feliz! Sei que tenho um longo caminho a percorrer, mas também sei que estou no caminho certo.
    Mestre posso deixar aqui um sútra seu?

    “As pessoas gostam de se iludir:
    chamam verdade à mentira;
    compram sonhos e ilusões a qualquer
    preço, mas repudiam a realidade
    com indignação irracional.”
    DeRose

    Quem não está não sabe o que perde!
    Obrigado Mestre

    Com carinho
    Nuno Jacob

  7. 7
    Lerivan Ribeiro
    terça-feira, 17 de março de 2009 às 14:37
    YogaKobrasol.com.br
     

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Outracoisa é uma revista lançada pelo músico Lobão em 2003.

    A Outracoisa sempre traz um CD encartado, e já lançou discos de artistas, como BNegão, Cachorro Grande, Mombojó e Carbona.

    Achei interessante.rs

  8. 8
    Chico
    terça-feira, 17 de março de 2009 às 18:58
     

    Um estilo de vida que, preserva o meio ambiente, cultiva boas e sinceras amizades, trabalha com prazer ( no sentido da satisfação pessoal e o jeito shakta de lidar com as pessoas), tem qualidade de vida com liberdade, procura levar a essência do Yôga pré-clássico para antigos e novos amigos…..ainda somos diferentes…..to dentro….literalmente.
    Swásthya
    [Um vocábulo foi substituído no seu texto pela moderação. Se achar que alterou o sentido e não concordar, queira informar-nos. Obrigado.]

  9. 9
    Instr. Federico Fontana
    terça-feira, 17 de março de 2009 às 21:09
     

    Todos los días recibo a gente en la Sede Callao que agradece cuando les explicamos la diferencia entre lo que hacemos y otras cosas que se practican.
    Me dí cuenta que a veces las personas eligen cuando ven dentro de la sede a gente con la cual se identifican, empezando por los instructores, y sintiendo que realmente hay una conexión que los invita a pasar tiempo dentro de la escuela.
    Aquellos que no sienten esa afinidad se van contentos, porque fuimos capaces de explicar cosas que no sabían, e incrementaron su conocimiento, y hasta saben un poco mejor que es lo que buscan.
    Siento que cumplimos un rol social acercando informaciones en forma escrita y verbal, todos los días, a una gran cantidad de personas!
    Gracias Maestro por enseñarnos que no hay que modificar nada, cambiar o deformar, solo hay que ser excelentes y profesionales.

  10. 10
    Leilane Lobo
    quinta-feira, 19 de março de 2009 às 18:18
     

    nem me fale, Mestre.
    Quase todos dias recebemos visitas procurando os tais macaqunhos yóga.

    Hehehehehehe
    Beijos saudosos.

    Franco Reply:

    ¡Hola Instructora Leilane!

    Sus fotos en flickr estan bellas…¡felicitaciones!

    …¡swásthya!

    F.

    Leilane Lobo Reply:

    Obrigada, querido!

    Besos!

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