Email do JB:
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Hoje, com tantos alunos, amigos, companheiros e irmãos na Polícia Civil, na Polícia Militar, no Exército, no Poder Judiciário, na Assembleia Legislativa, na Câmara Municipal, na Prefeitura, na OAB, na Receita Federal e Estadual, no CONSEG – Conselho de Segurança e em tantas outras esferas, sentimo-nos imensamente prestigiados e protegidos. Ficamos consolados em saber que aqueles que tentaram prejudicar-nos provaram o sabor amargo da espada da Justiça, tudo dentro da Lei como prevê a nossa digna Constituição.
Temos um sadio orgulho em constatar que dezenas de deputados, delegados, advogados e magistrados olham por nós para que a Justiça seja feita de forma honesta, sem privilégios, mas também sem prevaricação de nenhuma das partes.
Contamos com alunos e amigos em muitos círculos influentes da sociedade: Rotary, Maçonaria, Governo, todos eles Pessoas do Bem, que querem ajudar-nos a realizar nossos ideais edificantes de orientação para uma juventude sem drogas e para as obras sociais e filantrópicas. Todos querem nos ajudar.
Nós, coletivamente, temos dezenas de milhares de alunos, ex-alunos, leitores dos nossos livros (já mais de um milhão de exemplares vendidos) e alguns milhões de alunos à distância que estudam gratuitamente pela internet, pelos nossos CDs, DVDs e livros dos nossos instrutores. Contamos hoje com mais de 100 websites do Método DeRose coligados, em vários estados. É uma responsabilidade muito grande gerenciar o poder que isso nos traz. Mesmo que não seja o nosso objetivo, acabamos tendo muito poder.
Não é de se admirar que tenhamos tantos alunos à distância, já que o nosso site não vende nada e proporciona uma miríade de informações, free downloads dos nossos livros, MP3 de CDs com material didático e aulas práticas, endereços de centenas de instrutores da nossa linha e de outras correntes não ligadas a nós, bem como inúmeros outros serviços de utilidade, tudo gratuito. Poderíamos estar ganhando um dinheirão, mas fazemos questão de que a nossa proposta não seja comercial. Claro que é importante ganhar dinheiro, mas essa não é a nossa prioridade.
Com uma legião tão expressiva de estudantes, colaboradores e simpatizantes, seria um pecado não mobilizar todo esse exército para ações sociais, humanitárias e ambientais, colaborando com a Defesa Civil, com o Rotary e com as demais entidades assistenciais e culturais à quais estamos vinculados.
Estou escrevendo este texto para lhe relembrar: juntos, nós temos muito poder. Separados seríamos fracos! Portanto, vamos usar essa força sempre construtivamente. Vamos usá-la para melhor servir à Humanidade, ensinando à juventude um ideal de estilo de vida sem drogas, sem álcool e sem fumo e oferecendo-lhes a possibilidade de uma formação profissional na nossa área. Com isso, certamente, vamos reduzir a criminalidade por causa das drogas, vamos diminuir os acidentes por causa do álcool e vamos minimizar as enfermidades causadas pelo tabaco. Se só conseguíssemos isso com nossos alunos imediatos, já seria um belo trabalho social. Mas se os formarmos empreendedores do Método DeRose, torná-los-emos replicadores da nossa filosofia de vida e poderemos multiplicar por cem ou por mil o número de pessoas que serão beneficiadas com o nosso trabalho.
Una-se a nós! Vamos trabalhar juntos pelo Bem.
Enviado por Márcio Migliacci:
Pessoas re-ativas são aquelas que pensam e atuam dentro de padrões de causa e efeito.
Pessoas pró-ativas influenciam o meio, garantem harmonia, direcionam boas energias, iluminam tudo e a todos a seu redor. Nunca se sentem vítimas das circunstâncias. Escolhem com sabedoria as coisas que podem influir para uma mudança significativa que atenda a muitos
Quando um Proativo comete um erro, diz: “Enganei-me“, e aprende a lição.
Quando um Reativo comete um erro, diz: “A culpa não foi minha“, e responsabiliza terceiros.
Um Proativo sabe que a adversidade é o melhor dos mestres.
Um Reativo sente-se vítima perante uma adversidade.
Um Proativo sabe que o resultado das coisas depende de si.
Um Reativo acha-se perseguido pelo azar.
Um Proativo trabalha muito e arranja sempre tempo para para os demais.
Um Reativo está sempre “muito ocupado” e não tem tempo sequer para os seus.
Um Proativo enfrenta os desafios um de cada vez.
Um Reativo foge dos desafios e nem se atreve a enfrentá-los.
Um Proativo compromete-se, dá a sua palavra e cumpre.
Um Reativo faz promessas e quando falha só se sabe justificar.
Um Proativo diz: “Sou bom, mas vou ser melhor ainda”.
Um Reativo diz: “Não sou tão mau assim; há muitos piores que eu”.
Um Proativo ouve , compreende e responde.
Um Reativo não espera que chegue a sua vez de falar.
Um Proativo respeita os que sabem mais e procura aprender algo com eles.
Um Reativo resiste a todos os que sabem mais e apenas se fixa nos defeitos deles.
Um Proativo sente-se responsável por algo mais que o seu trabalho.
Um Reativo não se compromete nunca e diz sempre: “Faço o meu trabalho e é o quanto basta”.
Um Proativo diz: “Deve haver uma melhor forma de o fazer. . .”
Um Reativo diz: “Sempre fizemos assim. Não há outra maneira.”
Um Proativo é parte da solução.
Um Reativo é parte do problema.
Um Proativo consegue “ver a parede na sua totalidade”.
Um Reativo fixa-se “no azulejo que lhe cabe colocar”.
Um Proativo compartilha esta mensagem com os amigos.
Um Reativo a lê e a deleta. Acredita que esse texto foi enviado apenas para ele!
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Olá, Mestre.
Recentemente escrevi um post justamente sobre isso também.
É incrível como a imensa maioria das pessoas são reativas! Depois não sabem por que o sucesso se não lhas chega, ficam apenas a esperá-lo…
Compartilho com a galera.
Beijos do DeBona.
http://rodrigodebonametodo.blogspot.com/2011/06/pro-atividade-virtude-nata-ou-habito.html
Lucas Delalibera enviou:
Oi Mestre, bom dia!
Estou terminando de ler a biografia do Steve Jobs escrita por Walter Isaacson. Uma parte muito interessante que encontrei foi esta (págs. 150 e 151):
“Jobs tinha aprendido com o pai que uma marca característica da alta qualidade do artífice é garantir que mesmo os aspectos que ficarão ocultos tenham beleza. Uma das aplicações mais radicais – e expressivas – dessa filosofia surgiu quando ele examinou a placa de circuito impressa onde ficariam os chips e outros componentes, bem no fundo do Macintosh. Nenhum consumidor jamais iria vê-la. Mas Jobs começou a criticá-la por razões estéticas. “Aquela parte é bem bonita”, disse. “Mas olhem os chips de memória. Feios. As linhas estão juntas demais”.
Um dos novos engenheiros interrompeu e perguntou que importância isso tinha. “A única coisa importante é se funciona bem. Ninguém vai olhar a placa do PC.”
Jobs reagiu à sua maneira típica. “Eu quero que seja o mais bonito possível, mesmo que esteja dentro da caixa. Um grande marceneiro não vai usar madeira vagabunda para o fundo de um armário, mesmo que ninguém veja.” Numa entrevista alguns anos mais tarde, depois do lançamento do Macintosh, Jobs repetiu mais uma vez aquela lição paterna: “Quando você é um marceneiro fazendo um belo gaveteiro, não vai usar uma placa de compensado na parte de trás, mesmo que ela fique encostada na parede e nunca ninguém vá ver. Você sabe que está lá, então vai usar uma bela madeira no fundo. Para você dormir bem à noite, a estética, a qualidade, tem de ser levada até o fim.”
Um abração.
Falar ou escrever com erros é uma das maiores demonstrações de que o indivíduo em questão não recebeu uma boa educação.
Tenho acompanhado o fenômeno da evolução da nossa língua durante estas últimas décadas com perplexidade e apreensão. Muito em breve não estaremos mais falando português e sim algum dialeto esdrúxulo. Até quando poderemos declarar, com orgulho, que falamos uma língua vagamente aparentada com a de Camões, a melhor língua literária do mundo?
Para quem fala bem o português, uma palavra errada, uma dicção viciosa, uma concordância mal feita por parte do interlocutor são coisas que causam má impressão. Se quem fala é um instrutor, mais grave ainda, pois precisa expressar-se de forma compreensível por tratar-se de pessoa que vai à frente do público para instruí-lo!
Ademais, somos especializados em público de nível superior. Já imaginou o desconforto que causaria a um cliente culto ter que aprender algo de um profissional que não sabe nem falar corretamente a própria língua?
Eu mesmo já abandonei cursos de informática, de anatomia e de outras disciplinas porque era insuportável receber em minha mente os sucessivos insultos à cultura perpetrados pelos semi-analfabetos que pretendiam receber o meu dinheiro para ensinar-me alguma daquelas matérias.
Os erros que se seguem denotam origens humildes e são sinalizadores de pouca cultura, mesmo se quem os aplicar for portador de diploma universitário, como vem ocorrendo cada vez com maior frequência.
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Não diga: |
Diga: |
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Um desse, um daquele. |
Um desses, um daqueles. |
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Um óculos, meu óculos. |
Uns óculos, meus óculos. |
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Quer que eu faço? |
Quer que eu faça? |
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Quer que eu vou? |
Quer que eu vá? |
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Como é que você chama? |
Como é que você se chama? |
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Que nem. |
Como. |
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Eu vou vim. |
Eu virei, eu venho. |
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Se você ver. |
Se você vir. |
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Se você manter. |
Se você mantiver. |
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Se você compor. |
Se você compuser. |
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Antes de ontem. |
Anteontem. |
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Duzentas gramas. |
Duzentos gramas. |
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Dou aula de terças e quintas. |
Dou aulas às terças e quintas. |
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Ele falou assim que não vai poder. |
Ele falou que não vai poder. |
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Ele falou assim: “não vou poder”. |
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Se caso ele não puder. |
Se ele não puder. |
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Caso ele não possa. |
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Provavelmente ele não possa. |
Provavelmente ele não vai poder. |
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É provável que ele não possa. |
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Por causa que… |
Porque… |
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Estou meia cansada. |
Estou meio cansada. |
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Já são uma hora. |
Já é uma hora. |
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Já é meio dia e meio. |
Já é meio dia e meia. |
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Faço assim, igual: quando sair eu aviso. |
Faço assim: quando sair eu aviso. |
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Igual: sábado eu falei corretamente. |
Por exemplo: sábado eu falei… |
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Igual ontem, igual eu. |
Como ontem, como eu. |
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Subzídio. (Com som de z.) |
Subsídio. (Com som de s.) |
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Môlho de chaves. (Só se puser as chaves de molho). |
Mólho de chaves (sem acento). |
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Deitar de costa. |
Deitar de costas. |
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Eu truce. |
Eu trouxe. |
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Entre 4 a 6 dias. |
Entre 4 e 6 dias. |
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Trabalho tanto como ele. |
Trabalho tanto quanto ele. |
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Muitas das vezes. |
Muitas vezes. |
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Oras bolas. |
Ora bolas. |
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Fulano é píssico. |
(Alucinação idiomática). |
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Os guarani. |
Os guaranis. |
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O filme ganhou oito oscar. |
O filme ganhou oito oscars. |
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Comprei uma Mercedes. (Só se você comprou uma mulher) |
Comprei um Mercedes. |
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Metereológico. |
Meteorológico. |
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Com nós. |
Conosco. |
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Própio. |
Próprio. |
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Poblema, pobrema. |
Problema. |
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Adevogado. |
Advogado. |
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Largatixa, largato, iorgute. |
Lagartixa, lagarto, iogurte. |
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Foi uma situação onde… |
Foi uma situação na qual… (onde, só lugar físico.) |
Você acha que só quem fala assim não foi alfabetizado? Então, preste atenção quando seus amigos falarem. Vai identificar muitas destas gralhas no falar da maior parte deles. A partir daí, por autocrítica, considere a possibilidade de você, que é amigo daquelas pessoas, estar cometendo escorregadelas similares. E passe a prestar atenção à sua locução.
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P.S. – Aos colegas de Portugal, peço que corrijam os seus monitorados e equipes quanto aos erros mais comuns em suas cidades. O mesmo com relação aos demais países.
Foi-me perguntado se há algum motivo para não divulgar que só ministro aulas gratúitas e que o faço há mais de vinte anos. Na verdade, não há nenhuma razão. Só não nos ocorrera motivo para divulgá-lo. Mas, para mero registro, fica a informação de que há mais de duas décadas só ministro uma aula por semana. Essa aula sempre foi gratuita, portanto, todas as aulas que ministrei nos últimos vinte e poucos anos foram sem ônus para os interessados. Esse dado é interessante como demonstração de que não trabalhamos visando dinheiro. Talvez por isso, tenha sido solicitado que divulgássemos a presente informação, em benefício de todos.
Com o tempo, a maior parte dos interessados nessas aulas veio a ser constituída pelos próprios instrutores, a quem demos prioridade nas vagas. Hoje, temos um salão com setenta lugares sempre lotados e 95% das vagas são ocupadas por instrutores que acorrem de diversas cidades.
Única exceção: de uns tempos para cá, comecei a ministrar também uma prática avançada, uma vez por mês, em turma exclusiva para instrutores formados. Esse sádhana é a única aula regular que tem um fee. Como se trata de uma turma fechada, só para instrutores formados, não é aberta ao público.
Fora as aulas, tenho a satisfação de ministrar os cursos nos fins-de-semana, cada vez em uma cidade ou país diferente e esses sim, precisam de uma taxa de inscrição que cubra as despesas com deslocamentos aéreos, hotéis, alimentação etc, que pague a instalação em uma sala da Universidade Federal, Estadual ou Católica e que remunere os organizadores.
Não temos nada contra o dinheiro, mas a vida me ensinou que há valores e satisfações mais importantes do que o nobre metal. Por isso, disponibilizo vários livros meus para free download (gratuito) no nosso site. Por isso, permito que assistam gratuitamente minhas webclasses na internet, mais de 60 vídeo-aulas, sem pagar nada. Por isso, damos as aulas gratuitas em parques, jardins e praias de várias cidades e de vários países (consulte o post Aulas gratuitas do Método DeRose em parques e jardins). E pelo mesmo motivo, nossos instrutores interrompem o trabalho que lhes dá o ganha-pão a fim de dedicar seu tempo a ações de responsabilidade social e humanitária. E, ainda, nosso site divulga gratuitamente os endereços de mais de mil concorrentes de outras linhas. Creio que somos os únicos na nossa área a proporcionar tudo isso desinteressadamente à população.
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[O acento em "gratúitas" não existe, mas coloquei-o assim mesmo para alertar algumas pessoas que proncunciam mal, "gratuítas" (na verdade, muita gente). Inclusive, alguém já escreveu aqui no blog com acento no i. Quanto mais corretamente conseguirmos falar e escrever, mais credibilidade terá a nossa proposta.]
Querido Mestre,
Hoje eu acordei mais feliz do que nunca. Feliz por escolher continuar a cada dia neste grupo maravilhoso e alegre no qual estou inserida. Feliz por ter saúde e adotar hábitos saudáveis em uma era na qual a grande maioria adota hábitos extremamente maléficos e destrutivos à própria saúde. E ainda muito, mas muito feliz, por ter realizado um grande desejo meu, para o qual a sua contribuição e dicas foram imprescindíveis.
Quero agradecer por todas as correções e sugestões feitas durante os meses em que as sandálias passaram pelo processo de aprovação e dizer que mal posso esperar para vê-las em todos os vestiários que eu visitar e nos pés de todos os alunos com os quais eu travar contato, associado ao sorriso de quem tiver a oportunidade de usá-las, pois as sandálias ficaram realmente lindas.
Muito obrigada do tamanho do mundo pela oportunidade de ser feliz e ainda por poder contribuir com todos.
Um beijo com saudades!
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E ainda realizar um importante empreendimento industrial com potencial de exportação para mais de dez países da Europa e das Américas – e com o merecido retorno financeiro! Parabéns!
Tive a satisfação de visitar a Unidade Itu e de dar um curso nessa escola.
Fiquei pasmado. Minha boa impressão já começou quando me aproximei e me deparei com uma majestosa casa construída em um ponto estratégico, especialmente para ser sede de uma escola do Método DeRose.
Ao chegar, uma mordomia: a escola tem um estacionamento próprio para os carros dos alunos.
Deixei meu carro na segurança do estacionamento e dirigi-me à porta de entrada. Novo choque! A porta é magestosa, espetacular, prenunciando o que o interessado vai encontrar lá dentro.
Entrei. Quase caí para trás. A Carla Mader, sua proprietária e Diretora, compreeendeu quando eu pedi que nossas instalações tivessem uma bela arquitetura e uma decoração digna do nosso nome. Encontrei uma sala de recepção imensa e chiquérrima.
Carla nos convidou a comer alguma coisa no seu espaço gourmet. Antes, fui lavar as mãos. Encontrei um banheiro e um vestiário masculino que me moveram a admiração. Considerando os vestiários, a Unidade Itu deve ter alunos de um excelente perfil.
Fomos, eu e a Fernanda, ao espaço gourmet. “É aqui que vamos encontrar alguma falha” , pensei, “porque a alimentação é sempre onde as pessoas pecam”. Mas que nada! A comida e as bebidas, todas muito elegantemente apresentadas, eram deliciosas e estavam exatamente de acordo com o que preconizamos.
Próximo passo, sala de aula. Não podia ser diferente. Encontramos uma sala de aula de muito bom gosto e com todos os requintes indispensáveis a uma boa escola.
Os alunos que encontrei eram lindos, inteligentes, de excelente nível sócio-cultural, simpaticíssimos e me receberam muito bem. Percebi que a Carla é muito bem quista pelos colegas de outras unidades, pois encontrei gente de várias escolas que lá estavam para prestigiá-la. O curso transcorreu agradavelmente e deixou “gostinho de quero mais”. Pelo menos para mim.
Meus cumprimentos à Carla e à cidade de Itu, onde tudo é grande, até a nossa escola e o apoio da comunidade.
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Mestre querido,
Foi uma enorme alegria receber os amigos, alunos e principalmente a Fê e você.
Costumo falar que aquela escola é o mínimo que poderia ofertar em troca do muito que recebi com o Método DeRose!
Que seja a segunda de muitas visitas!
bj
Carla Mader
P.S. – Estou abrindo vaga para mais um instrutor na minha equipe. Se alguém estiver interessado, por favor, entre em contato comigo.