sexta-feira, 19 de junho de 2009 | Autor:

“Gracinha” cometida por um jovem ao apresentar sua noiva.

Esposa (ou marido), às vezes, tem prazo de validade. Ex-mulher é para o resto da vida. Este é o espírito da nossa política de boa vizinhança com projeção no futuro. Vamos explicar.

Quando você tiver uma relação afetiva, a cada palavra, a cada flor, carinho ou carta de amor, você deve estar o tempo todo aplicando o “Alcance da Visão” lá na frente: você precisa investir no seu relacionamento como o fazem as empresas mais sérias e responsáveis ao cuidar do cadastro de clientes, isto é, precisa administrar o respeito, a parceria e todas aquelas atitudes que vão garantir uma amizade eterna entre os dois ex.

Pois é. Como diretor e como instrutor é a mesma coisa. A maior parte dos alunos acabará se transformando em ex-alunos, mesmo que seja daqui a cinco, dez ou vinte anos. A maioria dos instrutores que você preparar eventualmente desistirá da carreira ou optará pelo solipsismo, pois aí não precisará cumprir normas, não precisará estudar para os exames da Federação de Yôga do seu estado e poderá dar aulas de qualquer modalidade legítima ou não de Yôga.

Então, como no exemplo anterior, do relacionamento afetivo, desde agora vamos investir cada vez mais nos futuros ex (ex-namorados, ex-cônjuges, ex-alunos, ex-instrutores e nos futuros ex-membros da nossa egrégora, enquanto eles ainda estão dentro), para que continuem sempre nossos amigos, admirando e respeitando o SwáSthya, a Uni-Yôga, o instrutor dele e o codificador da Nossa Cultura mesmo depois que saírem.

Complemente este post, lendo o “Dissidente não é inimigo“.

7 comentários

  1. 1
    Thiago Madruga
    sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 23:22
     

    Oi Mestre,

    Não sei como postar aqui, mas gostaria de compartilhar um vídeo com todos

    O vídeo é de uma matéria do SBT Realidade sobre longevidade. A cidade de Loma Linda nos Estados Unidos ficou em segundo lugar no mundo com a maior expectativa de vida, perdendo apenas para a ilha de Okinawa, no Japão

    O interessante é que a cidade é de adventistas do sétimo dia, ou seja, não comem carne, não bebem e não fumam

    Segue o vídeo abaixo:

    httpv://www.youtube.com/watch?v=1yv7goXOBVA

    Abraços

    Everton Vieira Reply:

    Os adventistas tem algo parecido com a Nossa Cultura.

  2. 2
    Renata Andrade
    sexta-feira, 19 de junho de 2009 às 23:26
    artedebemviver.worpress.com
     

    Mestre,
    Quando li os post´s antigos sobre amizade lembrei de um texto antigo que li uma vez mas que não tinha mais guardado comigo. Finalmente eu o achei e gostaria de compartilha-lo.

    O valor de uma amizade

    Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido
    por um grupo de missionários, foi atingido por um bombardeio.
    Os missionários e duas crianças tiveram morte instantânea
    e as restantes ficaram gravemente feridas.
    Entre elas, uma menina de 8 anos, considerada em pior estado.
    Foi necessário chamar ajuda por uma rádio e depois de algum tempo,
    um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local.
    Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria
    devido aos traumatismos e à perda de sangue.

    Era urgente fazer uma transfusão, mas como?
    Após alguns testes rápidos com o próprio pessoal da equipe
    de socorro, puderam perceber que ninguém ali possuía
    o sangue que a menina precisava.
    Reuniram, então, o povo da aldeia e, tentaram explicar
    o que estava acontecendo, gesticulando,”arranhando”
    o idioma que era difícil para eles. Queriam dizer que
    precisavam de um voluntário para doar sangue.
    Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho
    levantar-se timidamente. Era um menino chamado Cheng.

    Ele foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante
    e espetaram-lhe uma agulha na veia.
    Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto.
    Passado um momento, Cheng deixou escapar um soluço e tapou
    o rosto com a mão que estava livre.
    O médico perguntou a ele se estava doendo e ele disse que não.
    Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas.
    O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar,
    e novamente o menino negou.
    Os soluços ocasionais deram lugar a um choro
    silencioso mas ininterrupto.
    Era evidente que alguma coisa estava errada.
    Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia.
    O médico, então, pediu que ela procurasse saber
    o que estava acontecendo com o menino Cheng.

    Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele
    e explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando…
    minutos depois ele estava novamente tranqüilo.
    A enfermeira então explicou aos americanos: “Ele pensou que ia morrer.
    Não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando
    que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer”.
    O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
    “Mas, se era assim, por que então você se ofereceu para doar seu sangue?”
    E o menino respondeu:

    ELA É MINHA AMIGA.
    Autor desconhecido

  3. 3
    Bruno Vilela
    sábado, 20 de junho de 2009 às 0:46
     

    Adorei este post Mestre, obrigado. É engraçado como a percepção do tempo é tão facilmente alterada. Achei nessa aplicação do “Alcance da Visão” uma boa forma de não me deixar alterar tanto emocionalmente com os futuros acontecimentos, independentemente das casualidades que deles advenham.
    Um abraço forte com muitas saudades lusitanas.

    Braga / Portugal

  4. 4
    Franco en Lima
    sábado, 20 de junho de 2009 às 1:20
     

    Hola Mestre DeRose.

    … al realizar una introspección y hacer un recuento de los hechos, concluyo que soy un entusiasta con poca determinación, severo consigo mismo y que le teme al error.

    Ahora me pregunto: ¿cómo pude haber amado tanto para verme desolado por entero el entusiasmo?…¿De qué me sirve la pasión con el cumplimiento que carezco, cuando la prudencia no me ayuda o la gratitud es escaza?

    Me queda volcar el perfeccionismo que tanto me agrada, hacia el sádhana donde encuentre resonancia.

    Abrazo,

    F.

  5. 5
    Anísio
    sábado, 20 de junho de 2009 às 2:48
     

    Inicialmente a ideia da perda (o velho apego se manifestando) da uma sensação ruim ao pensar em ex-´s, mas ao encararamos essa constatação de que etivemos, estamos e estaremos rodeados deles podemos agir para que esse fato seja agradavel até…

    Creio que me perdi no raciocinio, mas queria registrar o quanto a politica de boa vizinhança e até a cordialidade amistosa ajudam em uma vida feliz.

    Grande abraço!

  6. 6
    Everton Vieira
    sábado, 20 de junho de 2009 às 13:17
     

    Mais uma “Boa Maneira” a incorporar…

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