quinta-feira, 12 de janeiro de 2012 | Autor:

Oi Mestre!

Que feliz que você vem ministrar cursos no Rio de Janeiro nos dias 17 e 18 de setembro! Já estamos contando os dias…

Aproveito para deixar as imagens de uma ação efetiva dos instrutores da nossa cidade. Colaboramos com dois textos seus na revista Pilotis da PUC-Rio.

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Muito bom, Rafinha! Se todos replicassem nossos textos nas revistas e jornais de bairro, da faculdade, da empresa, as pessoas nos conheceriam muito melhor e gostariam mais de nós.

domingo, 8 de janeiro de 2012 | Autor:

Enviado por Pablo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011 | Autor:

Enviado por Juliana Machado Ferreira:

Olá Mestre,
Gostaria de desejar ao senhor e a todos aqui um Natal e um ano de 2012 (e 2013 e 2014….) iluminados, com muita energia, saúde e amor. Para tal, tomo a liberdade de postar abaixo um textinho que escrevi para enviar com votos de feliz Natal e feliz ano novo aos meus amigos mais queridos.
Um beijo com todo meu carinho, Juliana

Para cada monstro que maltrata um animal, seremos outros tantos que os resgatam das ruas e cuidam deles com todo amor do mundo, conscientes de que a sorte foi toda nossa de ganharmos amigos para a vida inteira;

Para cada utilitarista míope que acha que a natureza é apenas para nos servir e escolhe o lucro imediato à conservação ambiental seremos outros tantos, com visão de longo prazo e respeito pelo ambiente do qual somos parte e não senhores;

Para cada obscurantista que ainda acha que animais não têm sentimentos e não devem ter direitos, somos outros tantos que reconhecem o valor intrínseco de suas vidas e abraçam uma nova moral, guiada pelo entendimento de que são seres senscientes;

Para cada ser que não merece ser considerado humano, que covardemente maltrata crianças e idosos, somos outros tantos que os respeitam e os amam como nossos passados e nossos futuros, com quem aprendemos e a quem seremos eternamente gratos;

Para cada corrupto que consegue dormir à noite tendo desviado e se lambuzado em recursos que deveriam ser investidos para o bem comum, somos outros tantos que dizem não e que não se vendem jamais por preço algum;

Para cada ser triste que julga com base em posses, somos outros tantos que veem pessoas com corações, sentimentos, dores, alegrias e histórias de vida diferentes e especiais;

Para cada ser vazio que ativamente faz o mal, somos outros tantos a acreditar e praticar o bem sempre;

Para cada omisso que não percebe que não fazer nada é tão ruim quanto o ato errôneo, somos outros tantos que se manifestarão, movimentarão e não esquecerão;

Para cada ensurdecido, somos outros tantos que ouvirão como sentinelas;

Para cada entorpecido, somos outros tantos corações pulsantes;

Para cada emudecido, somos vozes que não se calarão;

E no dia em que percebermos que somos a maioria e muito maiores do que a soma de cada um de nós, nesse dia o mundo será um lugar melhor e a criança do amanhã poderá sorrir em paz.

Feliz Natal, Feliz Ano Novo

 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011 | Autor:

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sábado, 26 de novembro de 2011 | Autor:



A Luz não deve temer a Treva,
pois quando as duas se confrontam
é sempre a claridade que faz a escuridão recuar
e nunca o contrário.

DeRose

Há missões diferenciadas para o aluno e para o instrutor. No entanto, existe uma que é comum aos dois. Seja aluno, seja professor, todos são praticantes do Método DeRose.

A mais importante e nobre missão do(a) praticante é zelar ativamente pelo bom nome, pela boa imagem do seu Método, bem como do seu instrutor e da sua escola… através de ações efetivas.

Certa vez, um aluno declarou que queria muito cumprir a missão do praticante, mas não sabia como. Perguntou como poderia realizar essas ações efetivas. As explicações que dei a ele servem para todos, praticantes, estudiosos, leitores, simpatizantes, alunos e instrutores.

Você que está lendo agora estas palavras pode se tornar um paladino, através de duas ferramentas importantes:

1)    A primeira é a sua atitude. O seu comportamento diz muito a respeito do seu instrutor, da sua escola e do seu Método. Por isso, é fundamental que você demonstre na vida uma atitude elegante, cordial, simpática, educada e, acima de tudo, honesta nos relacionamentos com os familiares, com os amigos, com os clientes, com os subordinados, com os desconhecidos, até mesmo com os inimigos. Você é o nosso cartão de visitas. É observando a sua atitude que as pessoas vão nos julgar bem ou mal. Cordialidade, civilidade e elegância devem ser nossa qualidade distintiva fundamental. Todos precisam gostar de nós, de cada aluno nosso, de cada leitor nosso. Não importa quem. Pode ser o nosso porteiro, carteiro, vizinho, mendigo, amigo, desamigo, colega ou familiar. Isso, para nós, é uma questão de honra.

2)    A segunda é o esclarecimento. Todo o mundo gosta de esclarecimento. Doutrinação, jamais! Contudo, não perca a oportunidade de elucidar quando alguém lhe pedir uma informação ou quando afirmarem algum disparate. Leve em consideração que algumas pessoas quando desejam uma explicação parecem estar agredindo ou puxando discussão. Procure compreender o que há por trás dessa atitude um tanto tosca. Nem todos são tão educados quanto você. Se conseguir manter a civilidade e a simpatia enquanto esclarece alguma imagem eventualmente distorcida, você estará prestando um serviço não apenas ao nosso Método, ao seu Mestre ou à sua escola. Estará prestando um serviço a todos, já que a Nossa Cultura é um patrimônio da Humanidade.

Para poder defender, explicar, documentar o que estiver afirmando é preciso que você conheça o suficiente a fim de não dar informações errôneas, nem reticentes, nem hesitantes. Peço-lhe, portanto, que leia, releia e pesquise os livros recomendados.

Outra medida de apoio bastante conveniente é você ter sempre no bolso, na bolsa, no carro, no escritório, em toda parte, alguns exemplares do libreto Yôga a sério. Trata-se de um pocket book bem pequeno e de custo irrisório, mas que contém uma grande quantidade de esclarecimentos relevantes. Esse livrinho foi escrito justamente para aclarar certas distorções surgidas pela desinformação. Quando está escuro não adianta brigar com as trevas ou tentar empurrar a escuridão para fora. Basta acender a luz que a escuridão sai sozinha.


quinta-feira, 24 de novembro de 2011 | Autor:

Porque os gansos voam na formação em V

 

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Quando você vê gansos voando em formação de V, pode ficar curioso quanto às razões pelas quais eles escolhem voar dessa forma. A seguir, algumas descobertas feitas pelos cientistas.

 

 

 

Primeiro Fato:

À medida que cada ave bate as suas asas, ela cria uma sustentação para a ave seguinte. Voando em formação de V, o grupo consegue voar pelo menos 71% a mais do que se cada ave voasse isoladamente.

Verdade:

Pessoas que compartilham uma direção comum e um senso de equipe chegam ao seu destino mais depressa e facilmente, pois apoiam-se reciprocamente. Por isso os instrutores filiados ao Método DeRose têm sido mais bem sucedidos, mais felizes, saudáveis e conquistam uma vida material com mais dignidade.

Segundo Fato:

Sempre que um ganso sai da formação, ele repentinamente sente a resistência e o arrasto de tentar voar só e, de imediato, retorna à formação para beneficiar-se do poder de sustentação da ave à sua frente.

Verdade:

Existe força, poder e segurança no grupo quando se viaja na mesma direção com pessoas que compartilham um objetivo comum. Isso explica porque quando um instrutor começa e se afastar de nós ele logo percebe que fica mais difícil vencer as dificuldades e de pronto retorna à nossa União.

Terceiro Fato:

Quando o ganso líder se cansa, ele reveza indo para a traseira do V, enquanto um outro assume a ponta.

Verdade:

É vantajosa a reciprocidade e o amparo dos parceiros. No Método DeRose todos sabemos que poderemos contar com nossos colegas, pois não existe disputa entre nós: o que há é carinho e sinceridade.

Quarto Fato:

Os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente a manter o ritmo e a velocidade.

Verdade:

Todos necessitam ser respaldados com apoio ativo e encorajamento dos companheiros. Por isso, quando um colega que ficou para trás grasna, nós não interpretamos como agressão nem como crítica, mas sim como estímulo.

Quinto Fato:

Quando um ganso ou se fere ou deixa o grupo, dois outros gansos saem da formação e o seguem para ajudá-lo e protegê-lo. Eles o acompanham até a solução do problema e, então, reiniciam a jornada.

Verdade:

A solidariedade nas dificuldades é imprescindível em qualquer situação. É importante não estar só.

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A Nossa Cultura é isso. É uma formação em V, de vitória, para alçar vôo mais rápido e seguro, rumo ao infinito, sempre para a frente e para cima, graças ao apoio do grupo. Vamos seguir juntos!

A União fez de nós o que somos. Fará de nós o que nem imaginamos.

 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011 | Autor:

O culpado se você não vencer na vida, aquele graças a quem a sua prosperidade não vem, é um conhecido criminoso cujo retrato falado é reproduzido abaixo, e que é hóspede parasitário em algumas Unidades. Seu nome é Não Posso da Silva Preguiça.

Ele tem pacto com a sua prima, a Crise*. É amigo dos seus inimigos e agente secreto dos seus concorrentes. Nosso Serviço de Inteligência aconselha a seguinte fórmula como remédio eficaz contra essa endemia:

Primeiramente, faça um caldo com uma dose generosa de qualidade, uma pitada de boa administração, alguns gramas de linda embalagem. Deixe fermentar. Depois adicione aos poucos: uma tonelada de trabalho sem esmorecimento; todos os dias uma colher das de chá de tentar-de-novo, sem autopiedade; alguns litros de não-deixar-para-depois; muitas sementinhas de investimento e de divulgação. Tempere bem e adicione constantemente uns torrõezinhos de açúcar para a coisa toda não ficar sem graça. Evite fogo brando porque morno ele não dá liga. Mexa o tempo todo sem parar nem nos fins de semana. Se tirar férias, a mistura apodrece. Quando ficar dourado e você sentir o sabor do sucesso, tome um cálice desse coquetel diariamente. Se achar a mistura amarga, você não deve ter um negócio próprio, pois vai azedar. Nesse caso, jogue tudo fora e recomece como empregado – mas isso é uma outra fórmula. Se achar esta receita estimulante, prossiga: para você ela será a cura de todos os males.

__________

* Falsa identidade. A Crise usa nome suposto porque não tem coragem de assumir sua identidade verdadeira. Alguns dizem que ela se chama Derrotismo, outros dizem que é Alarmismo. Mas todos concordam com o nome de família que é Incompetência da Santa Acomodação.

Não Posso da Silva Preguiça

Foto de Não Posso da Silva Preguiça

sábado, 19 de novembro de 2011 | Autor:

Enviado por CissaVidal:

 

Mestre: gostei muito desse texto, (mas não sei quem é o autor).
É sobre relações de trabalho.

João trabalhava em uma empresa havia muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já contava com seus vinte anos de casa.

Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:

– Patrão, tenho trabalhado durante estes vinte anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.

O patrão escutou atentamente e disse:

– João, foi muito bom você vir aqui. Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria da sua ajuda. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.

João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão. Em cinco minutos estava de volta.

– E aí, João?

– Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.

– E quanto custa?

– Isso eu não perguntei, não.

– Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?

– Também não perguntei isso, não.

– Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?

– Não sei, não…

O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:

– Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor. Em oito minutos o Juca voltou.

– Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal; e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão. – Abacaxi é vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo – explicou Juca.

Agradecendo as informações, o patrão dispensou-o para retornar ao trabalho. Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe:

– João, o que foi mesmo que você estava me dizendo?

– Nada, não.

E voltou ao seu trabalho.

 

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Bem, nós não temos patrão nem empregados. No entanto, alguns colegas são convidados para funções mais importantes e ascendem mais rapidamente na hierarquia da instituição. Outros, ficam marcando passo e talvez pensem que alguém não gosta deles. Há companheiros muito estimados que perdem diretorias ou até presidências. Para esses, esta parábola é muito ilustrativa. Espero que leiam-na, compreendam a moral da história e passem a agir como o Juca.

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