Um homem ganancioso e outro invejoso encontraram um rei. O rei lhes disse: “Um de vocês dois pode me pedir alguma coisa e eu lhe darei, desde que possa dar o dobro ao outro”. O invejoso não quis ser o primeiro porque ficou com inveja do companheiro que receberia o dobro, e o ganancioso também não quis porque desejava tudo para ele. Finalmente, o ganancioso pressionou o invejoso para fazer o pedido. Aí o invejoso pediu ao rei para lhe furar um dos olhos.
Jewish Parable, de Salomon Schimmel.






É triste saber que, no mundo em que vivemos, esta parábola não seja tão fantasiosa. Muitas pessoas preferem ver a desgraça alheia a se “submeterem” a ter algo bom, porém menor do que o de seu vizinho.
Que nos valha como lição de vida. Se todos fossem menos gananciosos e invejosos o mundo seria um lugar muito melhor.
Felizmente, nossa filosofia é diferente e nos permite compartilhar coisas boas, sem inveja ou ganância.
Oi, Mestre.
É, se correr o bicho pega,
se ficar o bicho come,
se encarar o bicho foge,
e, se o bicho fugir, fica-se solitário,
e assim, junto com o “bicho”(e tudo mais)
se vai toda a graça e o sentido da vida…
Talvez seja mais gostoso e inteligente convidar o bicho pra jantar, saciar a fome coletivamente, e assim, familiarizar-se a cada dia mais com a beleza da pluralidade.
Do eu ao tú, ganha-se um espelho, e, talvez, um ele ou ela…
Eu e tú somos eles.
Do eu ao nós, aprende-se a conjugar os verbos através de 6 caminhos distintos num compartilhar os encontros com beleza e interessância.
Beijos com carinho.
Nossa…
que horror…. triste saber que existem pessoas assim né…
Mestre,
Tem algum lugar que tenha a progrmação de cursos aí em São Paulo? Tava olhando o site e ta beeem desatualizado, tem coisa de 2007 ainda, hehehehe
beijos e abraços cheios de carinho
Pois é Carol, também acessei para ver a agenda de cursos e realmente está desatualizada.
Triste, mas engraçado, hehe. Adorei a parábola.
Muito bom! Essa parábola é demais.
Carol e Regina. Com relação à agenda desatualizada, vocês precisam enviar e-mail para secretaria@uni-yoga.org e consultar sobre quem é que está responsável por ela. Alguns eventos eu peço que só sejam divulgados depois. No entanto, é preciso que retirem as atividades já realizada, como vocês disseram, desde 2007. Êta!
Quanto aos cursos que eu ministro nas diversas cidades, os interessados podem consultar os organizadores que são os diretores das escolas das capitais. Tenho ministrado menos cursos nas cidades de interior, embora eu goste muito dessas cidades, por uma questão de evitar deslocamentos terrestres. Para reduzir a abrangência das consultas, sugiro que perguntem aos presidentes das federações daqueles estados nos quais vocês tiverem interesse em participar de cursos. Com isso, podemos resumir a três ou quatro consultas. Na verdade, os próprios organizadores dos cursos e eventos ficam com a atribuição de realizar uma divulgação interna, quanto mais interna melhor. Leiam a esse respeito o post Medida de segurança que explica o porquê.
Valeu pela dica De. Quero ver se consigo participar de mais cursos esse ano. A minha intenção é ir mais a São Paulo, como fazia anos atrás. Em fevereiro já está agendado o aulão contigo. Já paguei minha inscrição.
Vou escrever para o endereço que citastes.
Beijos e obrigada.
Se eu pudesse pedir alguma coisa, pediria sabedoria. Assim se algum ganancioso ou algum invejoso, como na parábola tivesse o direito de receber em dobro, eu contribuiria com algo valioso.
Beijos
mais uma parábola.
O VELHO POTE RACHADO
Um carregador de água, na Índia, levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada em seu pescoço. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do Senhor para quem o carregador trabalhava. O pote rachado sempre chegava com água apenas pela metade.
Foi assim por dois anos. Diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu Senhor. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição. Sentia-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que lhe havia sido designado fazer.
Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote rachado, um dia, falou para o carregador à beira do poço: — Estou envergonhado. Quero lhe pedir desculpas.
— Por que? — perguntou o homem. — De que você está envergonhado?
— Nesses dois anos — disse o pote — eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho que leva à casa de seu Senhor. Por causa do meu defeito você não ganha o salário completo dos seus esforços.
O carregador ficou triste pela situação do velho pote, e, com compaixão, falou: — Quando retornarmos à casa do meu Senhor, quero que observes as flores ao longo do caminho.
De fato. À medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou muitas e belas flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas, no fim da estrada, o velho pote ainda se sentia mal, porque, mais uma vez, tinha vazado a metade da água, e, de novo, pediu desculpas ao carregador por sua falha.
O carregador, então, disse ao pote: — Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho? Notou ainda que a cada dia, enquanto voltávamos do poço, você as regava? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu Senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa.
Valeu Mestre
beijinhos
Adoro parábolas! Estas 2 são fantásticas. Uma faz-nos dizer: que horror! Como são feios esses dois defeitos. Eu não quero ser assim!
A outra faz-nos sorrir e encher o coração de alegria. Às vezes, aquilo que pensamos que são os nossos defeitos, transformam-se em qualidades. É aí que entram os outros, que com palavras sábias e generosas nos fazem ver que, afinal, temos valor.
Obrigada Mestre e Regina pela partilha.
maha abraço
Zélia
Para mim esse tipo de atitude não é triste nem mesmo um absurdo, acho até que é bem comum. O que nos diferencia é a consciência para tomar atitudes que sejam melhor a nós mesmos e também ao grupo. Mas é fato, sempre pensamos em nós mesmos e de que forma nos beneficiaremos…é natural!
bj
Ana G.
Oi Mestre,
É realmente uma pena saber que isso se aplica aos seres humanos nos dia de hoje na sociedade em que vivemos. Uma coisa que as pessoas não percebem é que quando se doa algo com generosidade, seremos sempre recompensados depois.
Nesse caso se pedisse algo muito bom que o outro pudesse ainda ter em dobro tenho certeza que aquele que pediu primeiro aproveitaria muito melhor o que ganhou por ter dado de coração ao outro em dobro.
Infelizmente não são muitas as pessoa que compartilham esses valores e essa conciência. Como nós temos conciencia disso é nosso deve espalhar e mostrar a todos, através de nossas atitudes, que o mundo pode ser bem melhor só depende de cada um.
Obrigado pelos constantes ensinamentos! A cada dia que passa fico mais feliz por me sentir mais proximo de você.
Bjo com carinho,
Jonatas
Oi Mestrão!
Lendo a parábola lembrei de sábado, na lanchonete Pé no Parque.
É muito bom estar perto de todos, quase lotamos a lanchonete!! =)
É como você diz Mestre: Quem vai só pode até ir mais rápido, mas unidos vamos muito mais longe.
Abração.
“É como você diz Mestre: Quem vai só pode até ir mais rápido, mas unidos vamos muito mais longe.”
me encantó!
Creio que essa frase é do Mestre Edgardo.
Muito Boa!
Fantástica parábola! Que bom que estes tipos estão em extinção na nossa egrégora.
beijinhos
¨Autosuficiencia ou Falta de Sentido de Jerarquia en el alumno ganancioso ¨
Mestre DeRose:
Con a leitura do seu texto, eu me pergunto se eu sou um ganancioso. Consulte o dicionário da Língua Espanhola ¨Espasa-Calpe¨ (http://www.wordreference.com/definicion/codicioso). Penso que tengo atitudes gananciosas. Pergunto-me como isso afeta as minas relações…
Além disso, eu notei que eu sou um estudante que não tem uma unidade da Rede de Escolas DeRose perto de minha cidade, mesmo com uma orientação acessívei de um Instrutor e eu sou um estudante que sente um profunda admiração pela Sua Pessoa e Obra, que sente a necessidade impulsiva de aproximar-se Aquel Ideal, apesar das adversidades, em consonância com o meu coração.
Então, ¡eu decidi-me redirecionar o diferencial para a conquista de excelência e perfeição! (http : / / http://www.wordreference.com / sinônimos / mediocridade)
Neste grande Ègregora do Uni-Yôga (Swásthya Yôga), que cultiva um valor tão importante como o Autosuficiencia (swásthya), penso que as atitudes mal interpretadas poden ser confundida com Falta de Senso de Hierarquia. O alumno vai acatar todas as recomendações e directivas dos seus superiores, e seu instrutor, facilitárselas oportunamente, sin dando oportunidade para expor ou mostrar descontentamento com a confirmação, que, é a inexperiência do aluno, A Sua Mais Valiosa Ferramenta para a mudança e ultrapassar os seus instrutores, como resultado del feedback e evolución em conjunto; Tudo Isso, num clima de respeito e carinho, tal como Você, oportuna para nós, na Sua Obra e Trabalho (¨Cultive a sua imagem junto aos colegas¨. Categoria: Amigos, Filosofia, profissão http: / / http://WWW.UNI-YOGA.ORG/BLOGDODEROSE/UNI -YOGA_ARQUIVO_DEROSE/CATEGORY/FILOSOFIA /).
Filosofia dos Valores de Reeducación Comportamental, que graças ao registo escrito (¨Tratado De Yôga-DeRose¨) e virtual (cuja tecnologia de ponta Voce dominar com perfeição), servir as gerações yôgins futuras para reagir mais rapidamente e agir com a maior sinceridade do que seus antecessores.
Tudo de Ôm para você Mestre DeRose … ¡swásthya!
F.
Para ler obrigatoriamente!!!
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de
hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas
as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.
A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres,
famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos,
onde tinham passado as férias…
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se
sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas
as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de
uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a
actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes,
chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus
barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e
enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade
podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com
extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os
seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e
ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de
palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto
trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o
homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que
levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser
colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e
fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a
enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo,
para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente
olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede
de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu
falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão
maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver
a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem…
Moral da História:
Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos
nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando
partilhada, é dobrada.
Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o
dinheiro não pode comprar.
” O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente.”
(Autor desconhecido)
Beijinhos a todos
Lila
Oi Mestre.
As parábolas, assim como a mitologia e outras formas de narrativas nos proporcionam uma catarse e nos ensinam mais do que os textos objetivos, porque falam ao nosso coração e, assim como o enfermo deitado que ouvia as histórias do companheiro de quarto, podemos compreender melhor, porque nos colocamos no lugar do protagonista (nos identificamos com ele), mentalmente vivemos sua experiência e aprendemos com isso.
Grata pela oportunidade de viver cada história e refletir.
Um beijo grande,
Aline
Instrutora – Unidade Taquaral – Campinas-SP
Conhecia. É muito triste.
Beijinho e bom dia (de sol em Buenos Aires).
Anahí
Eu li em algum lugar que, ter inveja não é querer o que o outro tem, e sim, querer que ele não tenha!!
Muitos beijos para você, Mestre e obrigada por tornar minha vida melhor!
Muitos beijinhos para você também.
Boa Tarde Mestre
Muito profunda essa Midrash, boa para ter memorizada, porque nos faz pensar sobre nossas atitudes, e não agir simplesmente pelo instinto.
Mestre o sat chakra gregário ontem na sua escola foi maravilhoso. Pena que virei abóbora cedo e não fiquei muito.
A Gabi da unidade Ibirapuera apresentou coreografia, teve uma hora que ela chegou com o rosto perto do chão, a Jaya que estava ali deitada deu um beijinho na Gabi. Foi a coisa mais fofa do mundo. Várias pessoas estavam com máquinas nas mãos mas acho que ninguém capturou esse momento acredita? O senhor perdeu…
beijos
Rosália Kogan – Unidade Itaim, SP
Pois é! Todo o mundo só comenta esse momento. Parece que a maior sensação da noite foi a lambida da Jaya. Eu estava nos representando em um evento importante. Beijinho.
Gostei muito da sua entrevista, Andy. Ficou excelente. Fotos lindas. Não vou divulgá-la porque publicaram meu nome inteiro e, como sempre, o nome está errado, porque um jornalista se baseia no que o outro publicou anteriormente e o erro vai se perpetuando. Contudo, na próxima vez você pode evitar outra palavra mágica – “vegetariano” – que tem o mesmo peso em termos de desinformação, preconceito e discriminação. Observe que sem esse rótulo a mesma entrevista seria muito mais “palatável”!
Oi Mestre!
Aproveitando que estamos com várias histórias bonitas, te mando uma que sei que não é tão bonita quanto às demais, mas que fui eu que fiz. Escrevi ontem à noite, depois da minha prática com a Taty. Confesso que fiquei surpreso quando vi no blog hoje seu post com uma parábola, tudo a ver com a intenção do meu texto de ontem!
Construí com base no que venho praticando, assimilando e percebendo do Nosso Método! Fiz para você, para a Taty e para todos os que gostam dessa maravilha.
Um beijo, um abraço e um grande sorriso!
—-
O Lápis e o Apontador, o Homem e o Método
O Método está para o homem, assim como o apontador está para o lápis.
Pois viver desaponta – e quão mais pesado é o seu traçado, mais rápido o lápis se esvai. Nossa vida é como um lápis – trabalhar, estudar, rabiscar e assinar.
Mas há sempre o sorriso: o bem-viver, bem-estar, bem-passar e bem se relacionar. Com os outros e consigo.
No fundo, todos sabemos o que queremos: uma ponta afiada, firme, mas leve, que nos dê um traçado vigoroso e marcante, mas ao mesmo tempo tão belo que contagiante.
Podemos conseguir algo próximo com a faca. Ou com o estilete. Quem sabe até mesmo roçando nosso lápis contra a pedra! Sim, alguns só aprendem na dificuldade…
Mas não. Aquela ponta, firme e delicada, igualzinha à da matéria preferida do primário… aquela não. Aquela ali só com o apontador. Pois se o fim é comum, o resultado é incomum. Apontador, sim, e não lápis: apenas apontador. Nem também fábrica de lápis: se o grafite já vier quebrado, não há apontador que dê jeito…
Com um lápis, sozinho, se escreve uma história. Mas qualquer um que já o tentou, mesmo na redação da terceira série sobre as férias, sabe que o prazer não é o mesmo. Lá pelas tantas, a letrinha caprichada já não fica tanto assim. O sol e a piscina que estão na sua mente, desses você nem quer mais falar sobre, quer logo abreviar a história. Porque bate uma vontade… uma vontade de apontar.
Felizes aqueles que têm apontador…
Muitos negam sua origem, se fingindo de lapiseira. Outros, pior ainda, se fazem de caneta – “a que nunca volta atrás, pois não dá para apagar!”. Lapiseira não se é. Somos todos lápis. Os anglofônicos, aqui, entendem melhor: somos pencils, e não mechanic pencils.
Mas não basta ter o apontador: é preciso saber usá-lo. Da forma correta, de uma só forma. Aqueles que misturam tudo, rodam para um lado, depois rodam para o outro, inclinam para cima, depois torneiam para baixo, só encontram no final não aquilo desejado: apenas um lápis desapontado. E pior ainda: mais cedo do que se queria, vira-se um lápis acabado.
Não basta, também, só saber como: é preciso usá-lo sempre. Não dá para fazer estoques: apontar um montão no início da história e depois esquecê-lo por completo no decorrer da trajetória. Quebradiço ele ficará, fino demais. E depois que essa ponta inútil se quebrar, seu lápis ficará grosso, novamente desapontado. Tem que ser aos pouquinhos, anotar e apontar, anotar e apontar. Muitos fazem só a passeio, mas quem é escritor de verdade sabe: apontar e anotar são mesmo inseparáveis. Na verdade, os dois são a mesma coisa…
E assim se vai vivendo, apontando e anotando, apontando e anotando. Mesmo afiado, apontado, o lápis vai se acabando. Sorte do lápis se no meio da história ele perceber aquilo que é – apenas um lápis, um lápis conectado, que vai para lá e para cá. Quando chega em seu final, alguns podem até dizer, “esse lápis acabou!”. Para esses, ele sorri, pois sabe bem onde está: está no texto, em cada linha. Em cada palavra, em cada frase, em cada sorriso do leitor. Seu pozinho antes junto, agora jaz separado. Mas é ele, inteirinho, o mesmo de antes, que está ali, contando a todos uma história – tão bela quanto ele quiser. E o resto do grafite, junto com sua madeira? Não era nada, diz o lápis, aquilo era só sujeira. Que o apontador fez seu papel. Seu papel em retirar.
Édison Renato.
Praticante da Unidade Downtown, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
Você é um escritor, Édison Renato. Muito bonito o seu texto, assim como o seu estilo. Continue exercitando e brevemente teremos um livro seu publicado.
Uma Midrash sobre o Homo Malignus e suas patetices…
Bjos ao querido Mestre,
Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza-CE
Bonjour cher Maître,
J’ai beaucoup aimé ton texte : “PESSOAS QUE PASSAM, PESSOAS QUE FICAM”
Je te propose une traduction :
BEAUCOUP DÉFILENT, CERTAINS NOUS ACCOMPAGNENT
IIs sont nombreux, si nombreux,
à défiler, tout au long de notre vie,
comme peuvent défiler des paysages
par la fenêtre d’un train.
Ils ne sont que des paysages,
et ne veulent pas être autre chose.
Parfois de beaux paysages, mais toujours des paysages …
Mais il y en a aussi certains
qui voyage avec nous dans ce train,
Et qui restent à nos côté durant tout ce voyage,
partageant chaque moment de joie,
mais aussi de peine.
Et à ceux là j’offre mon amitié,
mon cœur
et mon âme.
Est-ce que je peux signer Professeur DeRose et le diffuser ?
Um abraço enorme plein de tendresse,
Instr. Jonathan
Rive Gauche – Paris
Oui, mon Ami. C’est très joli, ça! Un autre abraço plein de tendresse.
Olá meu Mestre querido,
Infelizmente, até mesmo nos círculos mais nobres, existem pessoas tão invejosas que chegam a ser burras, pois não aproveitam o que há de melhor ao seu redor. O difícil é ter de conviver com essas pessoas e saber superar as mazelas diárias.
Por outro lado, a linda parábola que a Dalila escreveu serve para nos recordar que tal como existem os invejosos, o mundo também está repleto de pessoas magníficas e que sentem um prazer infinito em ajudar o próximo e em ve-lo feliz. E assim é a maioria das pessoas que formam a nossa Egrégora, pois como dito num provérbio árabe: os pássaros só se unem aos seus.
Um lindo fim de semana a todos e a você um beijinho especial,
Lílian Doern
Instr. Método DeRose Brooklin
Eu gostaria de ver como ficou o último modelo que aprovei, que foi o da Vanessa. A partir daí, posso lhe dar uma posição. Beijokas.
Mestre querido,
Como sempre estou amando viajar pelo teu blog e é um prazer poder compartilhá-lo nas minhas redes sociais.
Parábolas como essa fazem-me sentir como é bom estar entre a nossa família.
beijinhos doces e cheios de carinho para você, Fée e Jaya!
A Jaya manda-lhe uma lambida.
Bom dia Mestre querido!
Passando para deixar-te um beijo e agradecer por todas as coisas maravilhosas que tive acesso ao conhecer a Nossa Cultura.
Ao Édison, aluno querido, dedico o meu carinho e o desejo de vê-lo, muito em breve, tornando-se instrutor do Método DeRose.
Beijos com amor,
Taty.
Unidade Downtown – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ
Imagina então uma pessoa que fosse ao mesmo tempo invejosa e gananciosa, ninguém sobraria do lado dela.
Pensei em música para o Blog, Mestre.
Gosto da letra, da melodia.
Não encontrei outro vídeo clip.
Espero que goste!
Abração,
Fábio Santana
Joinville SC