Prána, a energia vital
Prána é o nome genérico que se dá a qualquer forma de energia manifestada biologicamente. Logo, calor e eletricidade são formas de prána, desde que manifestadas por um ser vivo. Após os mantras e as palmas que os acompanham ocorre uma intensa irradiação de prána pelas palmas das mãos e podemos aplicá-las sobre um chakra que queiramos desenvolver, sobre uma articulação que desejemos melhorar ou sobre um órgão que precise de algum reforço de vitalidade ou regeneração.
Prána, no sentido genérico, é uma síntese de energia de origem solar e que encontra-se em toda parte: no ar, na água, nos alimentos, nos organismos vivos. Assim, nossas fontes de reabastecimento pránico são o Sol, o ar que respiramos, o ar livre tocando nosso corpo, a água que bebemos, os alimentos que ingerimos. Podemos aumentar ou reduzir a quantidade de prána dos alimentos. O cozimento, por exemplo, reduz o prána[1]. Já a pranificação trocando a água várias vezes de um copo para o outro pode enriquecê-la de energia vital.
O prána pode ser visto e fotografado. Para vê-lo a olho nu, basta dirigir o olhar para o céu azul num dia de sol. Divise o infinito azul do céu. Pouco a pouco, começará a perceber miríades de pontos luminosos, extremamente dinâmicos, que realizam trajetórias curvas e sinuosas, com grande velocidade e brilho. Não confunda isso com fenômenos óticos, os quais também ocorrem, mas não guardam semelhança alguma com a percepção do prána. Quanto a fotografá-lo, a kirliangrafia já vem sendo estudada há quase meio século e conta com um acervo bastante eloquente.
Prána (genérico) divide-se em cinco pránas específicos:
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prána |
- localizado no peito |
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apána |
- localizado no ânus |
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samána |
- localizado na região gástrica |
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udána |
- localizado na garganta |
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vyána |
- localizado no corpo todo |
Os mais importantes são prána e apána, pelo fato de terem polaridades opostas. Prána é positivo e apána é negativo. Dessa forma, quando conseguimos fazer com que se encontrem, (por exemplo, levantando apána por meio do múla bandha) os dois polos opostos resultam numa faísca que é o início do despertamento da kundaliní[2].
Além dos pránas, há também o conhecimento dos sub-pránas que exercem funções muito particulares, tais como o piscar dos olhos, o bocejo e outros. Esses sub-pránas denominam-se krikára, kúrma etc.
Ilustração das bifurcações das nádís e a formação dos redemoinhos que são pequenos chakras secundários os quais regulam a energia que será distribuída para os órgãos, plexos e glândulas. Esses chakras secundários são chamados de “pontos” pela acupuntura, pelo shiatsu e pelo do-in.
Podemos influenciar a quantidade de prána que flui pelos respectivos canais, atuando sobre os chakras principais e sobre os secundários. Os principais, na verdade, controlam toda a malha de chakras secundários, regulando-os. No entanto, podemos proceder a uma sintonia fina, estimulando ou sedando os chakras secundários, que são mais ligados às funções dos órgãos físicos. Nisto, a acupuntura, o shiatsu, a mosha e o do-in são muito eficientes.







Olá Mestre
Ficou lindo o novo visual do blog. Gostei.
Muito interessante o testo sobre prána. Já havia lido esse texto no Tratado, mas lendo de novo, aprendi mais, pois percebi coisas que não havia captado da primeira vez.
Beijos
Fernanda
Beijinho, Fernanda. Continue lendo nossos posts.
Olá Mestre, tudo bem?
Estivemos juntos sexta feira, na noite de lançamento do livro Meditação, olhe a nossa foto como está linda! (foto1)
Preciso da sua ajuda. Fundei o Instituto de Pesquisa Save Xingu, é uma iniciativa privada para pesquisar e produzir material e produtos culturais relacionados ao Parque Indígena do Xingu. O projeto está no início, mas é muito bacana! Semana passada estive lá na Reserva e fui muito bem recebida. Todos estão animados e dispostos a colaborar, voltei muito feliz! (foto2)
Entretanto, essa sexta feira, dia 9 de março, ocorreu um grave incêndio na aldeia Mawutsini da etnia Kamayurá do alto Xingu. Cerca de 150 pessoas ficaram desabrigadas e perderam todos os seus pertences. (foto3)
Conseguimos um avião da FAB para levar donativos até a aldeia Kamayurá na segunda feira, dia 19. Já estamos entrando em contato com empresas para receber doações, mas acho que todos devem ter a chance de ajudar. Estamos procurando instruir e informar a população também, precisamos levar alimentos não perecíveis e material de construção para ajudar os Kamayurás a se reerguer!
Ainda precisamos de postos de coleta no Rio de Janeiro e São Paulo. Será que as escolas do Método poderiam ser essa base? Na segunda feira, dia 19, um caminhão passaria para levar o material arrecadado até o aeroporto.
Obrigada, grande beijo, Duda
Para conhecer mais sobre o Save Xingu
http://www.facebook.com/SaveXingu
http://www.savexingublog.blogspot.com
http://twitter.com/savexingu
http://youtube.com/savexingu
Maria Eduarda Souza



Método DeRose Leblon
Tenho a certeza de que todos os Diretores de unidades do Rio e São Paulo estão à sua disposição para auxiliar no que for preciso. Basta você dizer o que eles precisam fazer. Beijos.
Muito obrigada Mestre! Você é demais! Amanhã mesmo vou conversar com a Vanessa e pedir para ela enviar um email avisando aos diretores das unidades do Rio e SP, além de fixar um aviso no mural da escola. Assim coloco o endereço das unidades no site do Save Xingu. Boa noite! Beijos
É um prazer e uma obrigação ajudar. Beijokas.
Querido Mestre:
Estou bem feliz por saber que amanhã já terei a oportunidade de vê-lo em Lisboa e dar-lhe aquele abraço há tanto prometido
Entretanto, gostaria de falar-lhe de um site que adoro (re)visitar pelo imenso conteúdo que proporciona, pelo vasto conhecimento partilhado: sobre o lema “Ideas Worth Spreading” o site Ted.com disponibiliza as denominadas tedtalks que são palestras com duração média de 20 minutos nas quais são convidadas pessoas que de alguma maneira com o seu trabalho e as suas vivências têm ideias que podem mudar o mundo (tudo a ver connosco
)
Acabei de rever esta palestra ( http://www.ted.com/talks/lang/ru/jill_bolte_taylor_s_powerful_stroke_of_insight.html ) na qual uma neurocientista conta a sua experiência de, no seguimento de um derrame cerebral, ter visto apagada a atividade cerebral do seu hemisfério esquerdo, tendo passado a perceber a vida apenas pelo hemisfério direito. Apesar de descrever o fenómeno como um “nirvana” (que claro está não tem nada a ver com a nossa filosofia), a descrição de dissolução da noção do eu, o conceito da perceção do todo, fez-me recordar muito o tantra e, mesmo sabendo que o samádhi é um estado que apenas o Yôga proporciona, não pude deixar de me questionar se existiriam similaridades face às perceções descritas pela oradora. Convido-o a ver a palestra e talvez no curso deste domingo, se achar oportuno, pudéssemos falar mais sobre o seu conteúdo…
Um beijo com saudade
Daniela Areal
(Instrutora do Método DeRose Matosinhos)
Querida!!! Que bom que vamos nos rever! Estou seco por um abracinho seu.
O samádhi é um estado de consciência que somente o Yôga como metodologia pode produzir. No entanto, esse estado pode ser desencadeado por outros motivos não-intencionais, tais como programação genética, acidentes etc.
Um beijinho doce com saudade.