quarta-feira, 25 de março de 2009 | Autor:

Quando o sol se punha, todos parávamos o que estivéssemos fazendo e ficávamos em pequenos agrupamentos observando o crepúsculo. As famílias se reuniam, as crianças se encarapitavam nos ombros dos mais velhos ou no colo dos pais. Os casais se acolhiam e acariciavam.

Essa era a hora de fazer as pazes, se alguém ainda estava ressentido com alguma coisa; era também a hora de recitar poesias, quase sempre compostas de improviso, ali mesmo. Sempre foi muito fácil para o nosso povo compor poemas de amor, ao pôr-do-sol, pois os rostos ficavam docemente iluminados pelo alaranjado do sol poente.

Não tínhamos noção do que era aquele disco luminoso no céu, mas sabíamos que era lindo e que devíamos a ele a nossa vida, a luz que nos iluminava, o calor que nos aquecia no inverno. Não imaginávamos que fosse alguma divindade e sim um fenômeno natural como o raio, o trovão ou a chuva, e o reverenciávamos com um grande respeito e afeto.

 

Mauro

Na passada semana li esse mesmo excerto numa das minhas aulas, no samyama. O resultado foi que uma das alunas quis logo adquirir o livro para o ler, pela beleza do conteúdo.
Obrigado por partilhar connosco mais uma linda história!

 

 

 

11 comentários

  1. 1
    Luís Roldão
    quarta-feira, 25 de março de 2009 às 14:27
     

    “Eu me lembro…”

    E sente uma longa carícia começando no rosto como se desenhasse o sol.

    Um forte abraço

  2. 2
    Lauro Valente
    quarta-feira, 25 de março de 2009 às 14:37
    lauro.valente.eng.br
     

    Lembro-me bem da época que li este livro. Fiquei emocionado em diversas oportunidades. Livro fantástico. Grudei e vivi todas as histórias. Fantástico.

  3. 3
    Regina Wiese Zarling
    quarta-feira, 25 de março de 2009 às 15:02
    yogabatel.blogspot.com
     

    Esse trexo do livro, lembra a minha infância, quando passávamos as ferias na casa de praia do Paraíso em Bombinhas.

    Bjs

    Regina

  4. 4
    Marco Carvalho
    quarta-feira, 25 de março de 2009 às 17:35
    swasthya.marcocarvalho.com
     

    http://yogaaltodaxv.org.br/blog/como-nunca-perder-um-post-do-blog-do-derose/

    Olá Mestre, o Ale Martins que cuida do blog da Unidade Alto da XV escreveu este post, inclusive com o vídeo de como usar feed (RSS) para ficar sabendo das atualizações do seu blog e de todos os outros sites que usam RSS.

    Abraços

  5. 5
    Johnny
    quarta-feira, 25 de março de 2009 às 17:57
    yogasantodomingo.blogspot.com
     

    Hermoso,
    Me dan ganas de reunir un grupo de amigos para ir a ver la puesta del sol. :D
    Abrazo grande Mestre!

  6. 6
    Rafa Ramos
    quarta-feira, 25 de março de 2009 às 19:38
    yogajardimanaliafranco.com.br
     

    Mestre, que saudade de visitá-lo aqui.
    Esse livro é realmente um sonho. Faço a releitura dele pelo menos um vez a cada seies meses. Sinto-me parte de toda história, emociono-me como se estivisse vendo meu album da infância.

    Beijos.

  7. 7
    DeTigre
    quarta-feira, 25 de março de 2009 às 20:08
     

    Ah, Mestre!

    Quanto mais cresço, mais me emociono com a pureza da sua alma.
    Abraço forte de quem o ama muito!
    Obrigado…

  8. 8
    Patrícia Castillo
    quinta-feira, 26 de março de 2009 às 11:54
     

    Que vontade de assistir o pôr-do-sol em boa companhia…

    beijos,
    Pati.

  9. 9
    Marta Lopes
    quinta-feira, 26 de março de 2009 às 18:59
     

    Querido Mestre:
    Terminei de ler o seu livro “Eu me lembro…” precisamente esta semana…
    Foi um livro que me deu um prazer imenso ler…todos os capítulos são especiais e transmitem uma mensagem simples,doce e verdadeira…
    Obrigada pelo presente!!!
    Para mim um pôr do sol é tudo! Sou daquelas pessoas que faço realmente questão de parar tudo o que estou a fazer para valorizar essa grandeza da Natureza…

    Um beijo e um forte abraço!!!
    Marta.

  10. 10
    Che
    sexta-feira, 27 de março de 2009 às 13:06
     

    Este é um dos livros que mais gosto!
    Que mais estimula nossa criatividade.
    Já o li duas vezes no meu circulo de leitura, e sinto que a cada vez que leio, revejo na minha mente imagens diferentes.
    Você é uma inspiração para todos nós Mestrinho.
    Um beijo bem carinhoso.

  11. 11
    Mauro Bexiga
    sábado, 28 de março de 2009 às 16:58
    chiado-yoga.org
     

    Na passada semana li esse mesmo excerto numa das minhas aulas, no samyama. O resultado foi que uma das alunas quis logo adquirir o livro para o ler, pela beleza do conteúdo.
    Obrigado por partilhar connosco mais uma linda história!

Deixe seu comentário

» Registrar-se
» Log in



Você deve estar logado para comentar um post.