Quando o sol se punha, todos parávamos o que estivéssemos fazendo e ficávamos em pequenos agrupamentos observando o crepúsculo. As famílias se reuniam, as crianças se encarapitavam nos ombros dos mais velhos ou no colo dos pais. Os casais se acolhiam e acariciavam.
Essa era a hora de fazer as pazes, se alguém ainda estava ressentido com alguma coisa; era também a hora de recitar poesias, quase sempre compostas de improviso, ali mesmo. Sempre foi muito fácil para o nosso povo compor poemas de amor, ao pôr-do-sol, pois os rostos ficavam docemente iluminados pelo alaranjado do sol poente.
Não tínhamos noção do que era aquele disco luminoso no céu, mas sabíamos que era lindo e que devíamos a ele a nossa vida, a luz que nos iluminava, o calor que nos aquecia no inverno. Não imaginávamos que fosse alguma divindade e sim um fenômeno natural como o raio, o trovão ou a chuva, e o reverenciávamos com um grande respeito e afeto.






“Eu me lembro…”
E sente uma longa carícia começando no rosto como se desenhasse o sol.
Um forte abraço
Lembro-me bem da época que li este livro. Fiquei emocionado em diversas oportunidades. Livro fantástico. Grudei e vivi todas as histórias. Fantástico.
Esse trexo do livro, lembra a minha infância, quando passávamos as ferias na casa de praia do Paraíso em Bombinhas.
Bjs
Regina
http://yogaaltodaxv.org.br/blog/como-nunca-perder-um-post-do-blog-do-derose/
Olá Mestre, o Ale Martins que cuida do blog da Unidade Alto da XV escreveu este post, inclusive com o vídeo de como usar feed (RSS) para ficar sabendo das atualizações do seu blog e de todos os outros sites que usam RSS.
Abraços
Hermoso,
Me dan ganas de reunir un grupo de amigos para ir a ver la puesta del sol.
Abrazo grande Mestre!
Mestre, que saudade de visitá-lo aqui.
Esse livro é realmente um sonho. Faço a releitura dele pelo menos um vez a cada seies meses. Sinto-me parte de toda história, emociono-me como se estivisse vendo meu album da infância.
Beijos.
Ah, Mestre!
Quanto mais cresço, mais me emociono com a pureza da sua alma.
Abraço forte de quem o ama muito!
Obrigado…
Que vontade de assistir o pôr-do-sol em boa companhia…
beijos,
Pati.
Querido Mestre:
Terminei de ler o seu livro “Eu me lembro…” precisamente esta semana…
Foi um livro que me deu um prazer imenso ler…todos os capítulos são especiais e transmitem uma mensagem simples,doce e verdadeira…
Obrigada pelo presente!!!
Para mim um pôr do sol é tudo! Sou daquelas pessoas que faço realmente questão de parar tudo o que estou a fazer para valorizar essa grandeza da Natureza…
Um beijo e um forte abraço!!!
Marta.
Este é um dos livros que mais gosto!
Que mais estimula nossa criatividade.
Já o li duas vezes no meu circulo de leitura, e sinto que a cada vez que leio, revejo na minha mente imagens diferentes.
Você é uma inspiração para todos nós Mestrinho.
Um beijo bem carinhoso.
Na passada semana li esse mesmo excerto numa das minhas aulas, no samyama. O resultado foi que uma das alunas quis logo adquirir o livro para o ler, pela beleza do conteúdo.
Obrigado por partilhar connosco mais uma linda história!