quarta-feira, 6 de outubro de 2010 | Autor:

Este é um novo capítulo que será inserido no meu livro Ser forte.

Antes de prosseguir relatando as peripécias das minhas vidas, preciso contextualizar onde se passa a história. Vivo em um subcontinente que não considero seja um simples país e sim um conglomerado de nações federadas sob uma única nacionalidade. Somos vinte e sete estados (um deles se denomina Distrito Federal), cada qual com a sua diferente etnia, religião, culinária e vertente linguística. Nas distintas combinações destas quatro variáveis, em proporções diversas, teceu-se uma vastíssima rede de culturas denominada Brasil.

Como o país promoveu uma imagem equivocada de si mesmo, preciso esclarecer que nossa terra e nossa gente talvez sejam muito diferentes da percepção que o leitor acalenta, mesmo que seja meu conterrâneo!

Estes esclarecimentos também servirão para forrar a cultura de alguns povos que sistematicamente nos perguntam sobre cobras e macacos atravessando a Avenida Paulista. Ou que declaram àquela curitibana ou gaúcha “Você não tem cara de brasileira. Você é loira de olhos azuis!” Assim, para incrementar a cultura geral de muita gente pelo mundo afora, aqui vão algumas informações que provavelmente irão surpreender.

Somos a quinta maior economia do mundo (dados da revista The Economist, de novembro de 2009). Nossa população corresponde a um terço de toda a população da América Maior[1], a qual conta com 33 países. O nosso país sozinho (8.514.876 km2) é maior que toda a Europa Ocidental.

Não se pode estereotipar o nosso povo, já que cada “nação” foi edificada a partir de imigrações muito diferentes. Não podemos, por exemplo, declarar que o povo aqui é branco, ou negro, ou oriental, ou aborígene. Cada estado tem preponderância de alguma dessas etnias ou de uma miscigenação particular. Também não podemos declarar que a população seja católica, ou protestante, ou judia, ou muçulmana, ou shintoísta, ou budista, ou espírita, ou que siga cultos afro. Cada cidade tem sua predominância. Para mencionar apenas alguns desses vinte e sete estados, podemos citar:

O estado do Rio Grande do Sul (281.748 km2) tem território maior que a Inglaterra, Escócia e Irlanda do Norte juntos (U.K. = 244.820 km2). A imigração foi principalmente alemã e italiana. Em algumas cidades, ainda é possível escutar os dialetos alemães (Hunsrückisch, Plattdeutsch) e italianos.

O estado de Santa Catarina (95.346 km2) é maior que a Hungria (93.030 km2). Nele, recebemos principalmente a imigração alemã e até hoje há cidades onde só se fala alemão, com exceção da capital, na qual a imigração foi principalmente açoriana. Também tivemos a presença italiana no sul do estado.

O estado do Paraná (199.709 km2) tem território maior que a Grécia (131.990 km2). A imigração foi principalmente alemã, holandesa, italiana, polonesa, ucraniana, japonesa e árabe.

O estado de São Paulo (248.808 km2) tem território em que cabem mais de oito Bélgicas (30.528 km2). A imigração majoritária foi a italiana. Depois, a japonesa. Em seguida, a “árabe” (libaneses, sírios e turcos). Tem uma população israelita bastante expressiva e que se dá muito bem com o segmento islâmico. Convivem lado a lado, fazem negócios entre si e ocorrem até casamentos entre suas famílias!

O estado do Rio de Janeiro (43.909 km2) é maior que a Suíça (39.770 km2). A imigração foi majoritariamente portuguesa, contudo, na serra instalaram-se finlandeses, suecos, suíços e alemães.

O estado da Bahia (567.692 km2) sozinho englobaria facilmente a Inglaterra, Escócia, Irlanda, Grécia, Hungria, Bélgica, Suíça e Portugal. Tem uma presença preponderante da cultura africana na religião, na culinária, na língua e na etnia.

Os estados do Norte são alguns dos maiores. São fascinantes, um outro mundo. Essas regiões apresentam uma influência maior das culturas indígenas.

No Nordeste tivemos invasões holandesas que deixaram muitos genes recessivos de olhinhos azuis que reaparecem aqui e ali; e também invasões francesas que resultaram no nome da capital São Luís, em homenagem ao Rei Luís IX, patrono da França e ao rei francês da época (1612), Luís XIII.

No Sul e Sudeste as temperaturas no inverno podem chegar a alguns graus celsius abaixo de zero e em algumas cidades, como São Joaquim (SC), costuma nevar.

A Região Centro-Oeste abriga a nossa capital federal e Goiânia, duas cidades que foram projetadas com um planejamento estratégico.

Segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, dez por cento dos brasileiros tem ao menos um antepassado alemão e 25 milhões são descendentes de italianos, sendo que a metade desse número vive no estado de São Paulo. No entanto, como um todo, fomos colonizados pelo portugueses os quais nos concederam sua nobre língua que é a melhor língua literária do mundo. Oficialmente, falamos português. Coloquialmente, falamos brasileirês que possui uma sintaxe diferente da língua mater e um vocabulário bem diverso, com inumeráveis vocábulos agregados dos povos que para cá emigraram, mais os termos indígenas e africanos, o que tornou o brasileirês a língua de vocabulário mais vasto em uso hoje no mundo e de mais largo espectro fonético. No entanto, regionalmente, surgiram os dialetos simplificados do brasileirês, tais como o gauchês, o carioquês, o mineirês, o paulistês, o paulistanês etc. Fora esses dialetos do português, falam-se nesta terra nada menos que 180 línguas (isso mesmo: cento e oitenta)!

As pronúncias do português (brasileirês) são tão diversas que, normalmente, um habitante do Sul ou do Sudeste não compreende o falar do Nordeste. Temos, por exemplo, três tipos de r: o r francês, produzido na garganta; o r italiano, línguodental; e o r inglês (como em wright), articulado principalmente no interior de São Paulo e de Minas Gerais.

Com uma vastidão territorial como a que foi descrita, bem como com tantas línguas e dialetos, é impressionante que tenhamos preservado uma unidade federativa e uma identidade nacional.

Para completar esta contextualização, que aparência têm as nossas cidades? Bem, cada cidade tem sua personalidade própria, mas podemos afirmar que São Paulo é uma das mais sofisticadas, confortáveis e seguras cidades do mundo (seguras, sim, pois em 66 anos de vida fui assaltado uma única vez).

Se precisássemos comparar São Paulo com alguma cidade, essa seria New York. São Paulo lembra um pouco Manhattan, só que é melhor. A gastronomia é deliciosamente variada e refinada. Aqui encontrei a mais apurada qualidade de vida. Tanto que, depois de viajar o mundo todo, elegi esta capital para morar e como central internacional do nosso trabalho. Só o fato de que ninguém pára tudo e fecha para o almoço, como fazem em tantos países, já constitui um grande conforto. Além disso, a qualquer hora da madrugada encontramos bons restaurantes, livrarias e supermercados onde podemos fazer compras às duas, três ou quatro da manhã. Muitas empresas funcionam 24 horas por dia.

A qualidade dos produtos e serviços, bem como a cortesia dos profissionais e dos empregados paulistas é proverbial. Até a Polícia Militar é formada por pessoas educadas e de boa índole. O atendimento hospitalar é superior ao da maior parte dos países europeus. Ah! E os nossos chuveiros! É uma delícia retornar da Europa e poder tomar uma ducha decente, com chuveiro fixo na parede e muuuita água, sem o risco de que a água quente vá se acabar no meio do banho.

Então, pergunto eu, será que há crocodilos no Sena ou no Tâmisa?


[1] Denominamos América Maior àquela porção de terras e países que se estende pelas três Américas, desde a Patagônia, no extremo austral da América do Sul, passando por toda a América Central, até o México, na América do Norte. Mesmo assim, não gostamos que nos chamem de “americanos”. Acho que os argentinos, chilenos e todos os demais habitantes das Américas também não gostam e preferem ser conhecidos pelo nome da sua nacionalidade. Da mesma forma, imagino que os estado-unidenses também não gostem de ser chamados genericamente pelo nome de “americanos”, pois essa denominação só se refere ao continente, mas não ao seu país.

  1. Autor: Romina

    Mestre querido,
    Logo você estará aqui em Floripa e poderemos compartilhar da sua companhia, que coisa boa! Adorei ler este texto e é impressionante como prende nossa atenção e proporciona uma viagem mesmo que imaginária com base em todos os dados expostos. Gosto muito dos comentários de todos, é como se estivéssemos em uma grande sala conversando e cada um opinando, de acordo com suas experiências. A maneira como você descreve São Paulo, nos faz querer voltar e olhar a cidade com carinho, o mesmo carinho que você transmite. Obrigada pela reeducação que o Método proporciona e pela contribuição de seu blog para efetivar esta proposta.
    Um beijo,
    Romina
    Av. Rio Branco – Floripa

    DeRose |

    Beijinho e até já.

  2. Autor: Isis

    é bonito por natureza :)

    DeRose |

    Que beleza!

  3. Autor: patimezzomo

    Oi mestrinho querido.

    Ai vai o texto que me pediu.

    Imagem

    Segundo a Wikipédia “Imagem (do latim: imago) significa a representação visual de um objecto.”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem

    Concluindo que nós somos o objeto, imagino as formas ideais de fazer com que esse “objeto” tenha a melhor representação visual que queiramos comunicar.
    Algumas palavras me vêem à cabeça como: refinamento, elegância, sutileza, nobreza, civilidade, “politesse”, beleza, amizade, união.

    Mas o que mais me prende a atenção é saber que a imagem é frágil, difícil de se construir e extremamente fácil de ser destruída.

    Claro que se dermos a devida importância a todas as características antes mencionadas, provavelmente será mais fácil mantê-la intacta e preservada.

    Como a imagem faz parte do nosso trabalho de educadores, temos que lembrar diariamente de cuidar dela como a nossa maior fonte de exemplo e de evolução.

    Espero que cada dia mais, todo nós possamos ser o exemplo de uma imagem inquebrantável e poderosa.

    Te amo De.

    Beijinhos no coração.

    DeRose |

    Suas palavras fizeram meu coração bater mais feliz. É importante saber que tenho parceiros, colegas e amigos que vibram na mesma sintonia. Por favor, difunda esses princípios sobre os quais escreveu, a fim de que todos os nossos colegas caminhem de mãos dadas conosco. ‘love you too. Beijoka.

  4. Autor: mfilhou

    Olá, Mestre!
    Sou Marcelo Filhou, da Unidade Anália Franco, estou enviando o texto relacionado a imagem, com você nos recomendou ontem.

    segue abaixo:

    Quando penso sobre a imagem que pretendemos passar, acredito que devemos observar vários detalhes:

    De início, identificar o público que desejamos atingir, observando o nível cultural, educação e comportamento, entre outros detalhes, para que possamos avaliar se estamos atingindo as pessoas que desejamos.
    Nossa imagem deve condizer exatamente com esse grupo, para que estas pessoas se identifiquem conosco e com nosso trabalho; caso isso não ocorra, devemos fazer os ajustes necessários.
    Proporcionar uma boa primeira impressão, é uma ótima oportunidade para que tenhamos as pessoas que desejamos nas nossas escolas, eventos, etc. Este registro irá ditar a aproximação do público que desejamos em nossas escolas.
    Polidez e educação são necessidades primárias, para que a marca que representamos tenha estas qualidades atreladas ao nome.
    Organização e pontualidade também edificam a marca, são qualidades que transmitem seriedade e respeito.
    Coerência entre o que preconizamos e nosso comportamento faz a manutenção da identificação inicial, que deve ser valorizada e mantida.

    Escrevi de maneira sucinta e objetiva, o que entendo por imagem, relacionado ao nosso trabalho.

    Agradeço a atenção e qualquer orientação ou correção que se façam necessárias.

    Um grande abraço!

    DeRose |

    Excelente, Marcelo. Fico contente ao perceber que você me compreende e que está ombro a ombro comigo para conseguirmos a auto-superação necessária ao nosso progresso. Beijão.

  5. Autor: Gisele Correa

    Querido Mestre

    Aqui está o texto que você pediu!

    Com muito carinho, amor, gratidão e respeito.

    Um abraço bem forte!

    Há 6 anos que pratico e desde o início, ainda quando era aluna de complementação pedagógica, já estava aprendendo a importância de uma boa imagem. Se há pouco tempo este conceito já era muito valioso para nós, agora, considero ainda mais, pois estamos em um momento essencial para o reforço positivo da nossa marca. Os alunos, instrutores e as escolas são os representantes principais e o nosso papel é cuidar para que a cada dia, todos juntos, possamos fazer um ótimo trabalho.

    Há pouco tempo li um livro sobre Personal Branding, Arthur Bender, e o autor deu um exemplo muito claro, sobre como as outras pessoas nos vêem: imagine que você é um produto que está a venda no supermercado. Como seria a sua embalagem? Qual seria o seu posicionamento com relação aos seus concorrentes, ou seja, estaria mais para cima, na altura dos olhos do seu cliente, ou estaria lá embaixo, bem no cantinho, sem que ninguém possa vê-lo? Será que você ao menos estaria na sessão correta? E assim, o autor propõe uma reflexão muito boa sobre a impressão que causamos nos outros. No nosso caso, essa impressão, vai desde a forma como escrevemos em nossos livros, sites, artigos, blogs, etc. A forma como nos vestimos no dia-a-dia, para trabalhar, dar aulas, para sair com nossos alunos, ir a eventos, etc. A forma como nos relacionamos, com nossos amigos, alunos, fornecedores, enfim, se não estivermos dispostos a nos polir o tempo todo e nos tornarmos naturalmente uma pessoas educadas e refinadas, então, estaremos prestando um grande desserviço ao trabalho de todos.

    Portanto, entendo que uma boa imagem é conquistada com o tempo e devemos preservá-la ao máximo, pois, se em algum momento, por alguma distração, fizermos algo que a prejudique, então teremos que ter o dobro de energia e persistência para reconquistá-la e isso é muito mais difícil e trabalhoso.

    Gisele Correa
    Unidade Anália Franco – SP – Brasil

    DeRose |

    Muito bom, querida. Fiquei bem contente. Seu texto é maduro, equilibrado, profissional e mostra que você compreende a nossa proposta com perfeição. Peço-lhe que me ajude a fazer os demais compreenderem o que você escreveu. Beijinhos.

  6. Autor: DeRose

    Direttore della Scuola Parioli del Metodo De Rose, desde que “scuola” não signifique escola de crianças. Beijos com admiração e afeto.

  7. Autor: Rafael Wescher

    Este texto é ótimo Mestre!

    Eu moro aqui na Austrália há 4 anos e escuto muitos brasileiros falando mal do nosso Brasil. Sempre que ouço certas barbaridades em relação ao nosso país defendo veemente a nossa pátria. Apesar de eu estar morando longe e ter escolhido estar em outro país, me orgulho muito de nosso acervo cultural continental e se tem algo que aprendi com a cultura anglo-saxônica é ser patriota, algo que precisa ser modificado no inconsciente coletivo da egrégora da nossa nação, a famosa mania de reclamar. Na Austrália você viaja de uma cidade para outra, atravessa o país de leste a oeste e parece estar no mesmo lugar, pois não existe uma diversidade cultural. Certamente se você for ao norte ou ao interior terá uma diferença, mas nada comparado a nossa riqueza cultural. E a Austrália como o Brasil é um país enorme, um continente. Mas diferentemente da diversidade e criatividade brasileira, o país aqui funciona como uma caixa fechada, onde tudo funciona em um certo padrão e idéias novas são difíceis de serem aceitas na sociedade. O que tem suas vantagens e desvantagens, dependendo do ponto de vista.

    Muito obrigado pelo seu texto! Irei compartilhar e divulgar com muitos dos gratos e ingratos brasileiros que por aqui estão.

    Grande abraço,

    Rafael Wescher

    DeRose |

    Obrigado, Rachel. Divulgue-o mesmo. Acho que ele merece e nós, habitantes da Terra de Santa Cruz, também o merecemos. Beijo.

  8. Autor: Melina

    Oi Mestre! Bom dia :)
    Adorei o capítulo! Excelente acréscimo para um livro já excelente, hihi.
    Gostei de ver as descrições das “nações” que convivem sob a mesma nacionalidade, e mentalmente fui lembrando-me dos amigos da egrégora de cada estado.
    Sendo descendente de italianos e sírio-libaneses (além dos espanhóis) naturalmente me identifico com os naturais de São Paulo.
    Mas da cidade em que eu moro, Rio de Janeiro, gostaria de acrescentar também um comentário sobre a sua beleza única: a mistura de cidade e natureza imponente que permite ao mesmo tempo ter cultura, comercio, vida ativa 24h, e praias belíssimas, lagoas, montanhas para fazer trekkings, escalada, rapel, asa-delta, etc etc.
    Sempre que chego no Galeão me emociono com as palavras de Tom Jobim gravadas na parede de rocha:

    “Minha alma canta
    vejo o Rio de Janeiro
    estou morrendo de saudades
    Rio, seu mar
    praia sem fim
    Rio, você foi feito prá mim”

    Só tenho comentários positivos para este povo maravilhoso (os brasileiros de todas as nações) que me acolheu de braços abertos! Obrigada, sempre.
    Beijinhos para você e bom diaaaaa!
    Mel – Copacabana – RJ

    DeRose |

    E parabéns pelo português impecável. Ninguém vai acreditar se eu disser que você é porteña. Beijokitas.

    Melina |

    obaaaaaaaaa!!!
    que feliz, obrigada :)

    DeRose |

    Preciso lhe confessar que um dia escutei aquela música dentro do avião, chegando ao Rio e a emoção foi muito forte.

    Melina |

    mmm… compreendo perfeitamente :)
    Acho fantástico que valorizem os artistas populares ao ponto de nomear um dos principais aeroportos do pais com seu nome, e gravas as suas palavras na rocha!
    Uma vez conversando com a minha mãe comentamos como seria especial se o aeroporto de Buenos Aires se chamasse Carlos Gardel, e escrevessem na parede “Mi Buenos Aires querido, quando yo te vuelva a ver, no habrá más penas ni olvido.”
    :)
    Beijinhos!
    Mel – RJ

    DeRose |

    Lindo.

  9. Autor: pedrocarrer

    Oi Mestre,

    Fantástico o texto, sem dúvida ele será muito importante para o livro. Muitos brasileiros não imaginam a diversidade de nosso país e, pior ainda, preservam certos esteriótipos com relação a estados fora do eixo “sul-sudeste”.
    Uma sugestão, foram citados apenas alguns estado, mas com relação as regiões, só faltou a centro-oeste. Região que abriga a nossa capital federal e Goiânia, duas das poucas cidades brasileiras que nasceram com um planejamento estratégico.

    Beijos

    DeRose |

    É verdade. Mas antes de escrever, eu preciso me informar melhor sobre o Centro-Oeste. Beijão.

  10. Autor: GreSkajko

    Olá querido Mestre,

    Desde que iniciei minha formação profissional, venho me aperfeiçoando e recebendo lapidações constantes de pessoas que certamente estão habilitadas para difundir uma imagem única do refinamento, elegância, politesse, alegria, carinho e sutileza que nosso grupo busca firmar perante todos.
    Nossa marca deve estar em plena sintonia com aqueles que buscam o melhor trabalho relacionado à qualidade de vida e que tenham a sensibilidade de absorver e valorizar todo o conjunto de conceitos e técnicas que preconizamos.
    Sabemos que tal conjunto é valiosíssimo, então por que não estarmos no mesmo patamar de uma Ferrari, por exemplo?
    Atualmente, diante de nossos esforços em diferenciarmos a marca Método DeROSE, faz-se imperante que todos do nosso grupo evitem que quaisquer aspectos relacionados a esteriótipos equivocados venham à tona, principalmente em se tratanto de eventos públicos.
    Portanto, para mim, a imagem pessoal representa não algo estático e imutável, mas no nosso caso, algo que está sob constante lapidação em busca da melhor representação do que de fato é o Método DeROSE, sob todas as suas nuances.

    Com carinho e amor.
    Grace Skajko

    DeRose |

    Muito bem, Grace. Ler suas palavras foi uma experiência gratificante para mim, ao perceber que há mais gente que compreende minhas palavras. Beijinhos.

    DeRose |

    Estereótipos

  11. Autor: Cindy Araujo

    Amado, tenho um amigo (Christian Barbosa) que é consultor de Gestão do Tempo e tem um blog muito legal e bem frequentado. Interessante que esta semana ele postou exatamente sobre isso. Como os brasileiros não valorizam brasileiros. Tenho certeza que vais gostar!

    http://blog.maistempo.com.br/

    Até amanhã, na formatura em Floripa! Saudades!!
    Mil beijos

    DeRose |

    Até amanhã! Beijokas.

  12. Autor: Carol Mathias

    Oi Mestre, queria compartilhar uma experiência:

    Embora já tenha ouvido isso várias vezes, ontem pude constatar “na pele”, a diferença que faz usar “Método DeRose”, ao invés da “palavra mágica”. Ontem, pela primeira vez, ao conversar com um desconhecido que perguntou com o que eu trabalho, eu disse: “sou Instrutora do Método DeRose”. A pessoa ficou quieta e deu pra perceber que ficou também um pouco sem graça, por não saber do que se tratava. Aproveitei a deixa para dizer que dou aulas em uma escola, que fica ao lado do shopping da cidade, que o trabalho tem um componente forte de qualidade de vida, blá, blá, blá… a pessoa foi ficando cada vez mais interessada e me fez algumas perguntas, às quais pude responder dizendo mais sobre o nosso Método. Tenho certeza de que se tivesse usado a “palavra mágica”, a conversa teria sido bem mais breve ou, pior, enveredado para temas que não nos interessam. Foi bem bacana!

    E queria aproveitar o assunto para fazer uma pergunta: já passei por situações que, ao falar Método DeRose, ou mencionar a escola, a pessoa diz: “ah, mas é yóga, né?”. Como agir nesses casos? Até tento falar que é Yôga (não yóga, rs…), situar a urdidura entre conceitos e técnicas, etc… mas queria ver se tem alguma instrução mais objetiva.

    Muito obrigada por tudo e nos veremos em breve, no Curso de Ética do Insights!

    Beijos,

    Carol Mathias
    Instrutora da Unidade Itu

    DeRose |

    Quando a pessoa faz esse tipo de colocação, você responde: “O Método inclui algumas técnicas daquele acervo.” Assim você está sendo sincera, ao mesmo tempo não está concordando e, para culminar, com esta frase ainda evita repetir a palavra mágica. Mas é importante que, dita a frase, você não deixe um lapso que estimule a pessoa a questionar. Prossiga explanando alguma coisa mais que considere oportuno ou simplesmente mude de assunto na sequência. Beijinhos.

  13. Autor: Fernando Diniz

    Oi Mestrão, bom dia.

    Escutei a gravação El sonido del universo. Fantástico!

    Quantos detalhes importantes, tirei muitas dúvidas.Obrigado por disponibilizar este tipo de conhecimento em áudio.

    Gostei muito também da entrevista como bonus track, e neste bate papo
    aprendi as sutilezas de como vocalizar o pranava.

    Forte abraço

    Fernando Diniz
    Unidade Santana/SP

    DeRose |

    Que bom que gostou. Beijão.

  14. Autor: cecilia sampaio

    Que delícia seus livros Mestre!

    E nesse melting pot cá estamos em São Paulo, a sede central do Método DeRose, compartilhando com seu representante mor momentos de enlevo, construindo a história.

    Que felicidade morar em São Paulo e você ter escolhido essa cidade para viver. Sinto-me honrada, privilegiada.

    A aula de ontem foi deslumbrante, espetacular. Instrutores queridos, programem-se para o próximo mês. Esse convívio é …………(não há palavras para exprimir!!!) e constituem um pújá efetivo.

    Tudo o que foi falado já é do nosso conhecimento, mas, vindo de ti, ecoa em nós profundas reflexões, transformações, reverbera para a superfície o potencial de cada um.

    com carinho e gratidão, muitos beijos!

    Cecilia Sampaio / Unidade Tatuapé – SP

    DeRose |

    Para mim, é muito bom receber esse feedback, pois nem sempre podemos estar certos de que tenha havido receptividade ou que nossas palavras tenham sido úteis. Obrigado por me fazer ciente. Beijos.

  15. Autor: maribeluco

    Mestre
    você foi muito querido ontem em nossa conversa. Obrigada por nos orientar e cuidar de todos sempre. Beijos com carinho.

    Mari Beluco
    Monitorada pelo Prof. Flávio Moreira

    DeRose |

    Obrigado, Mari. Seu comentário fez muito bem ao meu coração. E um alívio também. Beijinhos emocionados.

  16. Autor: Gu Pelicano

    Olá, Mestre! :)

    Surgiu, na equipa da Unidade do Campo Alegre a ideia de acrescentar ao logo as palavras “Lifestyle Coaching”, por baixo do segundo traço.

    Ou seja, associar de imediato ao Método DeRose essas palavras-chave. Da mesma forma que o Holmes Place não tem apenas o nome no logo, mas acrescenta abaixo do logo “Heatlh Club”. E muitas marcas acrescentam ao próprio logo um slogan ou palavra-chave para efectuar de imediato um link com o propósito dessa empresa. Assim, o Método é associado de imediato a “Lifestyle Coaching” e nem passará pela cabeça do observador a “palavra mágica”…

    Achámos que seria uma boa ideia partilhar consigo, Mestre. E esperamos que esta ideia possa ser útil.

    Um abraço a transbordar de afecto e saudades,

    Gu Pelicano
    Campo Alegre, Porto, Portugal

    DeRose |

    Estamos mesmo sintonizados. A nova edição do pocket bopok O Método DeRose” já tem as palavras-chave “qualidade de vida” sob o segundo traço. Beijos.

  17. Autor: murilolessabraga

    Oi mestre,

    Fantástico o post!!! Cada vez que entro no blog, ganho muito com o tempo aqui despendido!!!

    Em tempo, assisti uma animação muito interessante, vale a pena gastar um pouquinho do tempo e curtir a idéia dos animadores!!!

    http://haznos.org/2010/10/fallen/

    Mahá abraços…

    Murilo – Aluno Uni. Vila Mariana

  18. Abençoado, sempre, quem nos adiciona saber(es), nos sentando, meninos, na imensidão do nosso não saber.
    E é preciso ter um coração sem-fim para saber olhar e ver, a importância de cada formiguinha, no pentear harmonioso do mundo que nos rodeia.
    Por isso o releio e releio sempre que posso. Senhor de luz que nos olha com doçura e assim nos torna, pele de um mesmo abraço.
    No próximo mês tenho uma “retaliação” para si; vai-se chamar MANDELA – A construção de um Homem. E ao escrevê-lo pensei muitas vezes em alguém que semeia luz e flores por esse mundo fora. Há 50 anos.
    Obrigado por isso. Com humildade.
    António Mateus
    Jornalista – Lisboa

    DeRose |

    É muito bom ter amigos, que sempre enxergam em nossos defeitos, virtudes. Especialmente, um amigo como o António Mateus. Quanto à retaliação, estou em pulgas para lê-la. Abraço forte.

  19. Autor: camila.cabete

    Oi De!
    Amei o novo capítulo e os comentários também!

    Preciso de uma indicação sua: estamos querendo lançar o livro da Yael na última semana de novembro, quando ela virá ministrar cursos. O miolo já está aprovado por ela e usaremos a mesma capa, mas gostaria de um aval seu quanto a tradução que foi bem revisada pela Aninha Müller, por revisores do Português etc e também pela própria Yael. Como devo proceder? Será que dá tempo para organizarmos o lançamento?

    Outra dúvida: reescutamos todo o arquivo do Eu Me Lembro e não conseguimos identificar as falhas de que me falou…me ajuda? Foi falha de gravação mesmo ou da qualidade da gravação? O Zé Paulo não nos respondeu, mas estamos vendo outras possibilidades e enviaremos em breve!

    Muitos beijoscaki

    DeRose |

    Qual é o título do livro? É que Yael tem dois ou três. Tempo dá, se ela já tiver enviado o livro paginado e diagramado. Claro que eu ajudo.

    Quando você vier a São Paulo ou quando eu for ao Rio eu lhe mostro. A qualidade (pelo menos a do CD que você me enviou) não está boa. Fora isso, detectei falhas de som.

    Quanto ao Zé Paulo, os portugueses são muito educados e ele não deixaria de responder. Se você usou e-mail, deve levar em conta o nosso axioma transitório. Se não sabe qual é, pergunte à Melina.

    Use o graham-bell que ele nunca falha.

    Beijocaski. Ou beijocakis?

    camila.cabete |

    Oi De! É o último livro “Mantra”. Aguardo suas coordenadas =0)
    Sobre o som, a qualidade está inferior por termos comprimido em mp3, mas vamos fazer uns estudos e te apresento quando estiver no Rio ou quando eu for a São Paulo. Se necessário vou a São Paulo especialmente para isso, aproveitando para ficar mais pertinho ;o)
    Conheço nosso axioma e vou colocá-lo em prática. Te envio mais notícias.
    Muitas beijocascaki (beijocas com gosto de caki ;o)

    DeRose |

    Não me lembro se revisei a tradução, mas se foi revisada pela Aninha deve estar perfeita. Beijjjs.

  20. Autor: Rodrigo Theofilo

    Hey Mestre, le dejo un poema que me surgio inspirado por la fuerza del ultimo Derose Festival de Buenos Aires. Un Abrazo, Theo.

    El creador de mi filosofia.

    A los niños les gustaba su andar,
    era un rey en su caminar.
    Lo adoraban ver bailar.
    Lo querían ver cantar.
    El aire a su alrededor solía brillar.
    Al hablar mil regalos te podría dar,
    revelando los secretos del universo
    con un solo movimiento, un gesto.
    Atención requería para poder entender
    Su visión del día.

    Un rey en toda su expresión,
    Hombres de lugares lejanos querían ver
    a este sutil emperador,
    cuyo principal fin era la evolución.
    Mirando lo bueno y bello
    En la razón.
    Con la sonrisa firme en su corazón.
    Un día se fue y no regreso.
    Sabiendo que su legado no acabaría,
    muchos años perduraría,
    pasando de hombre a hombre
    cosechando la flor hasta en el sisal.

    DeRose |

    Atención: es DeRose Festival! Gracias por el poema. Besotes.

  21. Autor: Nina de Holanda

    Que lindo, Mestre. Parabéns!
    Ah! Somos felizes nesta terra, tem de tudo, até Tiririca, rsrsrsrsr.
    Beijos,
    Nina

  22. Autor: Julio Simões

    Bom dia Mestre,

    Esse novo capítulo do livro Ser forte é muito esclarecedor. Nos faz refletir! Deveríamos valorizar ainda mais essa grande nação e as pessoas que o habitam.

    Aproveito para compartilhar um texto retirado do blog http://www.blog.maistempo.com.br, do consultor e palestrante Christian Barbosa, que fala um pouco sobre a valorização do povo brasileiro:

    BRASILEIRO NÃO GOSTA DE BRASILEIRO
    Publicado em 4 setembro, 2010 por Christian Barbosa

    Estou na convenção nacional para os franqueados do Boticário e antes de falar sobre Produtividade, o Ozires Silva fez uma palestra, como sempre fantástica.
    No final ele comentou um assunto que me chamou a atenção. Ele disse que quando foi na Academia em Estocolmo-Suécia, com o pessoal responsável pelo Prêmio Nobel, ele questionou porque o Brasil era um dos poucos Países da América Latina a não ter nenhum vencedor do Prêmio Nobel. Os Estados Unidos, por exemplo, tem mais de 350 premiados, até a Argentina tem seu premiado. E por que não o Brasil?

    Umas das pessoas da secretaria do premio, respondeu ao Ozires o seguinte: “O Brasil não tem um premiado no Nobel, porque quando um Brasileiro é indicado, é o próprio povo Brasileiro que derruba a sua indicação”.

    O próprio Ozires comentou que uma vez perguntaram para ele quem ele indicaria ao Prêmio Nobel, em uma palestra de médicos em SP, ele disse que indicaria o Dr. Adib Jatene, e no mesmo instante veio “ahhh! Que isso! Por que esse cara, etc,etc,etc…”. Ele simplesmente riu e comprovou a teoria que Brasileiro não gosta, ou tem inveja, ou sei lá o que, do próprio povo.

    Quando alguém é indicado nos EUA, por exemplo, o pessoal faz campanha, descobrem os grandes feitos para ajudar, criam todo aquele clima. Quando é aqui o povo começa a descobrir os podres para ferrar o coitado! Não é verdade?

    Que atire a primeira pedra que nunca criticou o Rubinho na F1, ou nossos jogadores na recente Copa, ou nossos cientistas, etc. Por que somos assim? Só posso concluir que Brasileiro não Gosta de Brasileiro.

    Eu mesmo já passei por isso, no começo da Triad, do livro e do software eu ouvi várias vezes, mas é Brasileira a Triad???
    Eu quero ver um Brasileiro no Prêmio Nobel, no Oscar, no Gremmy, na ONU e em todo o lugar. Somos um povo único e precisamos agora criar um povo “unificado”.
    Viva o Brasil!

    Um beijão Mestre,
    Julio Simões
    Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
    http://www.DeRoseCentroCivico.org

    DeRose |

    Sensacional! Essa é a pura verdade. Eu já disse várias vezes essa frase que serviu de título. Eu gostaria de reproduzir este texto no meu livro Quando é Preciso Ser Forte. Será que você conseguia uma autorização do Christian Barbosa em uma carta assinada?

    Julio Simões |

    Oi Mestre, já solicitei e ele irá me mandar.
    Um abração e nos vemos no Insights.
    Julio

    DeRose |

    Obrigado! Até já.

    Carla Aguiar |

    Ótima dica Julio, adorei o texto: “somos um povo único e precisamos agora criar um povo unificado”.
    Beijinhos!
    Carla Aguiar
    Método DeRose Vila Olímpia, SP

  23. Autor: Instrutora Thais Lopes

    Que lindo texto Mestre! Muitas saudades de você…

    Beijinhos da Thais Lopes

    DeRose |

    Bicotinhas.

  24. Autor: martinha

    Olá Mestrinho,

    Hoje mando a foto do sat chakra de ontem na escola em Soho em New York City.

    Como é bom ver os nossos amigos, de lá, do Brasil, de Paris, de Portugal, de Londres e da Argentina.
    A nossa cultura está mesmo espalhada pelo mundo! :D

    Beijinhos e ron-rons.

    DeRose |

    Que linda gente!

  25. Autor: Ana Claudia

    Oie!
    Esse post é especial para mim… Sabe que adoro relê-lo e tb cada comentário e resposta?
    Que coisa mais boa!
    Beijinhos com carinho. Até o Insights, querido!
    Ana Claudia
    Instra. Unidade Copacabana – RJ

    DeRose |

    Beijokas.

  26. Autor: Thiago

    Querido Mestre,
    É tão bom estar em família, conviver com pessoas que compartilham com você da mesma causa.
    Sinto dentro de mim um fervilhar de desejo, uma vontade de realizar cada vez mais por nossa obra. É tão gratificante passar adiante todas essas técnicas e conceitos para as pessoas. Sentir que como Instrutor do Método estou prestanto serviço à humanidade para que quem sabe um dia ela possa estar impregnada por tais técnicas e conceitos da Nossa Cultura.
    Agradeço a você tudo isso Mestre, pois sem você nada disso existiria.
    Que frase linda aquela no final do nosso encontro na unidade Santana:
    “Existo porque insisto.”

    Um abraço super apertado!

    Instrutor Thiago Ferreira da Silva – Unidade Tatuapé – São Paulo

    DeRose |

    Vamos insistir juntos! Beijão.

Deixe um Comentário

Equipe de Desenvolvimento:

Daniel Cambría   |   Coordenação Geral http://www.facebook.com/danielcambria

Tiago Pimentel   |   Layout & Identidade Visual https://www.facebook.com/tiagopimentel http://www.flickr.com/designinabox

Alex William   |   Programação Visual (Front End) http://www.facebook.com/alex.brasileiro http://www.artinblog.com

Douglas Gonzalez   |   Programação Back End http://www.facebook.com/douglas.s.gonzalez

Visite o Office em facebook.com/officemetododerose