Este é um novo capítulo que será inserido no meu livro Ser forte.
Antes de prosseguir relatando as peripécias das minhas vidas, preciso contextualizar onde se passa a história. Vivo em um subcontinente que não considero seja um simples país e sim um conglomerado de nações federadas sob uma única nacionalidade. Somos vinte e sete estados (um deles se denomina Distrito Federal), cada qual com a sua diferente etnia, religião, culinária e vertente linguística. Nas distintas combinações destas quatro variáveis, em proporções diversas, teceu-se uma vastíssima rede de culturas denominada Brasil.
Como o país promoveu uma imagem equivocada de si mesmo, preciso esclarecer que nossa terra e nossa gente talvez sejam muito diferentes da percepção que o leitor acalenta, mesmo que seja meu conterrâneo!
Estes esclarecimentos também servirão para forrar a cultura de alguns povos que sistematicamente nos perguntam sobre cobras e macacos atravessando a Avenida Paulista. Ou que declaram àquela curitibana ou gaúcha “Você não tem cara de brasileira. Você é loira de olhos azuis!” Assim, para incrementar a cultura geral de muita gente pelo mundo afora, aqui vão algumas informações que provavelmente irão surpreender.
Somos a quinta maior economia do mundo (dados da revista The Economist, de novembro de 2009). Nossa população corresponde a um terço de toda a população da América Maior[1], a qual conta com 33 países. O nosso país sozinho (8.514.876 km2) é maior que toda a Europa Ocidental.
Não se pode estereotipar o nosso povo, já que cada “nação” foi edificada a partir de imigrações muito diferentes. Não podemos, por exemplo, declarar que o povo aqui é branco, ou negro, ou oriental, ou aborígene. Cada estado tem preponderância de alguma dessas etnias ou de uma miscigenação particular. Também não podemos declarar que a população seja católica, ou protestante, ou judia, ou muçulmana, ou shintoísta, ou budista, ou espírita, ou que siga cultos afro. Cada cidade tem sua predominância. Para mencionar apenas alguns desses vinte e sete estados, podemos citar:
O estado do Rio Grande do Sul (281.748 km2) tem território maior que a Inglaterra, Escócia e Irlanda do Norte juntos (U.K. = 244.820 km2). A imigração foi principalmente alemã e italiana. Em algumas cidades, ainda é possível escutar os dialetos alemães (Hunsrückisch, Plattdeutsch) e italianos.
O estado de Santa Catarina (95.346 km2) é maior que a Hungria (93.030 km2). Nele, recebemos principalmente a imigração alemã e até hoje há cidades onde só se fala alemão, com exceção da capital, na qual a imigração foi principalmente açoriana. Também tivemos a presença italiana no sul do estado.
O estado do Paraná (199.709 km2) tem território maior que a Grécia (131.990 km2). A imigração foi principalmente alemã, holandesa, italiana, polonesa, ucraniana, japonesa e árabe.
O estado de São Paulo (248.808 km2) tem território em que cabem mais de oito Bélgicas (30.528 km2). A imigração majoritária foi a italiana. Depois, a japonesa. Em seguida, a “árabe” (libaneses, sírios e turcos). Tem uma população israelita bastante expressiva e que se dá muito bem com o segmento islâmico. Convivem lado a lado, fazem negócios entre si e ocorrem até casamentos entre suas famílias!
O estado do Rio de Janeiro (43.909 km2) é maior que a Suíça (39.770 km2). A imigração foi majoritariamente portuguesa, contudo, na serra instalaram-se finlandeses, suecos, suíços e alemães.
O estado da Bahia (567.692 km2) sozinho englobaria facilmente a Inglaterra, Escócia, Irlanda, Grécia, Hungria, Bélgica, Suíça e Portugal. Tem uma presença preponderante da cultura africana na religião, na culinária, na língua e na etnia.
Os estados do Norte são alguns dos maiores. São fascinantes, um outro mundo. Essas regiões apresentam uma influência maior das culturas indígenas.
No Nordeste tivemos invasões holandesas que deixaram muitos genes recessivos de olhinhos azuis que reaparecem aqui e ali; e também invasões francesas que resultaram no nome da capital São Luís, em homenagem ao Rei Luís IX, patrono da França e ao rei francês da época (1612), Luís XIII.
No Sul e Sudeste as temperaturas no inverno podem chegar a alguns graus celsius abaixo de zero e em algumas cidades, como São Joaquim (SC), costuma nevar.
A Região Centro-Oeste abriga a nossa capital federal e Goiânia, duas cidades que foram projetadas com um planejamento estratégico.
Segundo o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, dez por cento dos brasileiros tem ao menos um antepassado alemão e 25 milhões são descendentes de italianos, sendo que a metade desse número vive no estado de São Paulo. No entanto, como um todo, fomos colonizados pelo portugueses os quais nos concederam sua nobre língua que é a melhor língua literária do mundo. Oficialmente, falamos português. Coloquialmente, falamos brasileirês que possui uma sintaxe diferente da língua mater e um vocabulário bem diverso, com inumeráveis vocábulos agregados dos povos que para cá emigraram, mais os termos indígenas e africanos, o que tornou o brasileirês a língua de vocabulário mais vasto em uso hoje no mundo e de mais largo espectro fonético. No entanto, regionalmente, surgiram os dialetos simplificados do brasileirês, tais como o gauchês, o carioquês, o mineirês, o paulistês, o paulistanês etc. Fora esses dialetos do português, falam-se nesta terra nada menos que 180 línguas (isso mesmo: cento e oitenta)!
As pronúncias do português (brasileirês) são tão diversas que, normalmente, um habitante do Sul ou do Sudeste não compreende o falar do Nordeste. Temos, por exemplo, três tipos de r: o r francês, produzido na garganta; o r italiano, línguodental; e o r inglês (como em wright), articulado principalmente no interior de São Paulo e de Minas Gerais.
Com uma vastidão territorial como a que foi descrita, bem como com tantas línguas e dialetos, é impressionante que tenhamos preservado uma unidade federativa e uma identidade nacional.
Para completar esta contextualização, que aparência têm as nossas cidades? Bem, cada cidade tem sua personalidade própria, mas podemos afirmar que São Paulo é uma das mais sofisticadas, confortáveis e seguras cidades do mundo (seguras, sim, pois em 66 anos de vida fui assaltado uma única vez).
Se precisássemos comparar São Paulo com alguma cidade, essa seria New York. São Paulo lembra um pouco Manhattan, só que é melhor. A gastronomia é deliciosamente variada e refinada. Aqui encontrei a mais apurada qualidade de vida. Tanto que, depois de viajar o mundo todo, elegi esta capital para morar e como central internacional do nosso trabalho. Só o fato de que ninguém pára tudo e fecha para o almoço, como fazem em tantos países, já constitui um grande conforto. Além disso, a qualquer hora da madrugada encontramos bons restaurantes, livrarias e supermercados onde podemos fazer compras às duas, três ou quatro da manhã. Muitas empresas funcionam 24 horas por dia.
A qualidade dos produtos e serviços, bem como a cortesia dos profissionais e dos empregados paulistas é proverbial. Até a Polícia Militar é formada por pessoas educadas e de boa índole. O atendimento hospitalar é superior ao da maior parte dos países europeus. Ah! E os nossos chuveiros! É uma delícia retornar da Europa e poder tomar uma ducha decente, com chuveiro fixo na parede e muuuita água, sem o risco de que a água quente vá se acabar no meio do banho.
Então, pergunto eu, será que há crocodilos no Sena ou no Tâmisa?
[1] Denominamos América Maior àquela porção de terras e países que se estende pelas três Américas, desde a Patagônia, no extremo austral da América do Sul, passando por toda a América Central, até o México, na América do Norte. Mesmo assim, não gostamos que nos chamem de “americanos”. Acho que os argentinos, chilenos e todos os demais habitantes das Américas também não gostam e preferem ser conhecidos pelo nome da sua nacionalidade. Da mesma forma, imagino que os estado-unidenses também não gostem de ser chamados genericamente pelo nome de “americanos”, pois essa denominação só se refere ao continente, mas não ao seu país.




terça-feira, 8 de junho de 2010 às 8:11
bomfeeling.com
“São Paulo lembra um pouco Manhattan, só que melhor”!! Adorei essa! Vale ver a música de Caetano Veloso que explica que este nome vem dos índios é era (escrito na pronúncia portuguesa “mãnhatã” aqui neste vídeo: httpv://www.youtube.com/watch?v=aw3P7Q0uVUU
beijo enorme!
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 8:25
soniamonteiro.com
Fascinante! Uma pessoa que mora no Brasil pode quase assumir que mora num continente! É bem verdade pois já conheço algumas terrinhas de Vera Cruz e todas elas são bem únicas. As pessoas são outras, a línguagem e costumes são distintos. Pena é que tantos brasileiros ainda não conheçam o seu maravilhoso país. Viajar enriquece!…
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 9:35
Mestre, a área territorial de Santa Catarina está no Wikipédia como:
Área
– Total 95.346,181 km² (20º)
Abraços, Everton.
DeRose Reply:
junho 8th, 2010 at 12:07
Já corrigi. Obrigado.
Daniel Cambría Reply:
junho 8th, 2010 at 12:54
Oi Mestre.
Segue o link com as fotos do evento do Dr. Wagner Montenegro com cobertura jornalística do programa Amaury Jr.
O crédito das fotos é da fotógrafa e instrutora do nosso Método, Ana Paula Matta, da unidade Alphaville.
Beijão!
http://picasaweb.google.com/daniel.cambria/FestaDrWagnerMontenegro#
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 9:53
Macacos me mordam (se houvesse algum por perto)! Quanta informação interessante e importante, Mestre. Adorei o post. Um abração.
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 10:12
selvaurbana.blogs.sapo.pt
Olá senhor de luz!
Lançamento do livro “Histórias sem aquele era uma vez” foi um sucesso graças também ao seu generoso apoio de divulgação do projecto!
Os 40 jornalistas autores do livro cuja receita reverte integralmente para ajuda a meninas vítimas de tráfico sexual pedimos agora a todos que se tornem parte do projecto dando-o a conhecer e comprando um exemplar (através do link: http://www.wook.pt/ficha/historias-sem-aquele-era-uma-vez/a/id/7190111/filter ).
Já agora podem visionar a reportagem que lhe deu origem ao projecto através no meu blog (http://selvaurbana.blogs.sapo.pt) ou directamente no link da RTP
http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Jornalistas-unidos-em-projecto-contra-trafico-de-criancas.rtp&headline=20&visual=9&article=349221&tm=4
Abraço do coração
António Mateus
Jornalista – Lisboa
DeRose Reply:
junho 8th, 2010 at 12:03
Fico e ficamos todos bem felizes com o sucesso do projeto. Dá-nos um conforto no fundo da alma por supor que pudemos contribuir um poucochinho, mesmo a tantas léguas de distância. Um beijo nosso a todos os envolvidos na campanha e um especial ao António Mateus.
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 10:14
Parabéns Mestrão, achei ótimo e super útil esse capitulo, como sempre dando um show de literatura. Só mesmo quem viaja sabe da imagem que o mundo tem do Brasil.
Tudo bem que temos que falar bem do nosso país e mostrar a melhor imagem possível, mas falar que São Paulo ou Brasil é seguro é exagerar um pouquinho, ou melhor bastante.
Ontem em um dos shoppings mais conceituados de São Paulo onde muita gente que pratica nosso método freqüenta, dez bandidos armados assaltaram a loja da Rolex fazendo uma mulher refém que estava perto quando estes saiam. Dois dias atras numa rua num dos bairros mais privilegiados onde estão as mansões mais caras de São Paulo vizinha a casa de vários instrutores e praticantes, bandidos armados bloqueavam a rua obrigando os carros a pararem para roubavam-lhes todos os pertences. Nas manchetes de amanha é certo que iremos encontrar mais noticias como estas. Não que em Nova York, Roma, Lisboa, Barcelona ou Londres nao tenha latrocínios, é certo que eles existem, mas numa quantidade infinitamente menor, sendo mais comum o furto.
DeRose Reply:
junho 8th, 2010 at 11:57
Preciso reconhecer que New York deu um show com relação à segurança. Mas quando os filhos da nossa Diretora Solange Macagnan foram sequestrados, isso ocorreu na sua cidadezinha pacata de Cruz Alta (RS). Quando a Diretora Marilene Pinho foi sequestrada com a filhinha, isso ocorreu onde ela morava, em São Luís (MA). Quando a Mamãe da Vanessa teve sua fábrica assaltada várias vezes, isso foi em São José dos Pinhais, perto de Curitiba (PR). Eu estou na Jaú 2000 (SP) há quase 30 anos e nunca nossa casa foi nem sequer grafitada, muito menos coisa pior! Há mais de vinte anos, só faço supermercado em altas horas da madrugada. Jamais me abordaram. Será o ashtánga yantra? Será a medalha com o ÔM? Será que é porque ofertei a minha vida aos Mestres Ancestrais, em tempo integral, para resgatar e perpetuar sua herança cultural?
CaiOM Reply:
junho 8th, 2010 at 13:25
Na minha opinião pessoal é sim, sim e sim as respostas para as ultimas perguntas. Mas e para os outros onze milhões de paulistanos nao fazem parte na nossa egregora? Por isso eu disse que São Paulo e Brasil ainda nao sao seguro. Tambem tenho orgulho de ser brasileiro, paulistano e de como fomos agraciados mas só estou querendo ser realista e sei que um dia vou poder dizer que aqui é um lugar seguro.
Com relação a New York recomendo a leitura da Teoria das janelas partidas desenvolvida por James Q. Wilson e George Kelling.
DeRose Reply:
junho 9th, 2010 at 2:55
Vou ver se encontro. Um beijão.
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 10:19
euoutroeu.blogspot.com
Olá, Mestre.
Adorei ler este novo capítulo do “Ser Forte”. Retratou muito bem o nosso amado país. Teu sentimento de amor por nossa pátria deixa-me ainda mais orgulhoso de ser brasileiro.
Ainda não fiz nenhuma viagem internacional, mas pelo Brasil, já viajei, até mesmo, de carona! Sem dúvida alguma, o melhor que o nosso país tem para oferecer ao mundo, é o brasileiro!
Conheci muitos estrangeiros e eles sempre voltam para seus países encantados com nossa terrinha e, invariavelmente, reclamam do pouco tempo que tiveram para conhecer todo o Brasil (muitos só descobrem nossas dimensões geográficas quando chegam aqui).
Como você muito bem apontou, estas informações surpreenderam muitos de nós brasileiros e a grande maioria dos nossos visitantes.
———————–
Faço um apelo ao leitores:
Viajem mais! Pelo Brasil e pelo mundo. Há muito para se ver e maravilhar e, ainda melhor, muita gente diferente e bonita para se conhecer. É muito mais barato do que se imagina e do que os guias da Editora Abril fazem parecer.
Um abraço a todos e boa(s) viagem(ns).
————————————–
Pedro Gabriel
yôgin – Unidade Santos
—————————————
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 10:19
Mestre, apenas uma correção: As dimensões territoriais de Santa Catarina abrangem uma área de 95.346 km².
Abração!
DeRose Reply:
junho 8th, 2010 at 11:41
Tem razão! De onde tirei aquele número? Obrigado pela correção. Um forte abraço.
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 10:42
Me gusta el nuevo capítulo del Ser Forte, muy interesante!
Besitos desde Buenos Aires..
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 10:51
Bom dia querido Mestre.
Fico muito feliz e orgulhoso de ser um cidadão paulistano.
Segundo alguns estudos religiosos São Paulo é considerada a Nova Jerusalen. Terra de fartura onde corre o leite e o mel.
Acolhendo a todos que aqui chegam.
Um grande dia para nós paulistanos de origem ou de coração.
Henrique Malerba
Unidade Santana – SP
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 11:14
google.com/profiles/116349851075682293600
Caramba Mestre!
Cheguei ficar sem fôlego! É um oceano de informação, achei sensacional e nunca havia raciocinado deste modo em relação ao Brasil. Já criei um e-mail com a página do seu blog, enviei aos amigos e obtive algumas respostas em relação ao texto: “poderoso”! Queriam saber quem é o cara!? Quem é o DeRose!?
Impressionante, sempre surpreendendo os discípulos e leitores!
Um beijo grande!
Lu
Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
http://www.derosecentrocivico.org/
DeRose Reply:
junho 8th, 2010 at 11:34
Obrigado, Lu. Um beijinho.
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 11:49
Oi Mestrão querido!
Gosto tb de lembrar que as pessoas que habitam essa terra são bastante hospitaleiras, já que recebem gente de todas as parte do mundo, inclusive se esse visitante resolver morar não terá maiores dores de cabeça para conseguir isso
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 12:33
dmasarias.blogspot.com
Maestro, muy interesante su punto de vista antropológico, el cual se le podría aplicar a muchos países de América, aquí en mi isla es bien marcada la diferencias culturales según las zonas que visite, no somos tan grandes para tener dialectos distintos pero sí hay variaciones fonéticas.
De igual manera quería decirle que hoy es el día del Oceano, que es quien nos lleva en sus hombros a todas las naciones del mundo, alberga tanta vida y a mi en lo particular me proporciona una de mis pasiones preferidas, tubiarme en la ola
Aquí le dejo alguna información del internet
Fue creada en 1992 en la cumbre mundial en Río de Janiro y entró en vigor en 1994.
http://www.ambientum.com/calendario/oceanos.htm
http://www.lareserva.com/home/dia_mundial_del_oceano
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 12:42
edgardocaramella.com.ar
Querido Mestre, me parece excelente tu nuevo capítulo, para que los Latinoamericanos recordemos las generosas tierras en las que vivimos, como así también la linda gente que las puebla.
Con relación a Brasil, viajo a este querido país permanentemente desde el año 1988 y cada vez más lo descubro como una verdadera potencia en todos los aspectos. Además, su gente me ha recibido siempre con un sincero cariño que siempre me da deseos de regresar.
Un abrazo con orgullo de pertenecer a estas Tierras.
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 13:58
Boa tarde Mestre
Concordo que São Paulo é uma cidade segura. Também moro nos jardins a vida toda e nunca me aconteceu nada, nem com minha família. Nunca nem sequer vi um assalto. Lógico que eles existem, a cidade é grande, é inevitável. Mas quando as pessoas sabem se cuidar e tem bom senso, é difícil acontecer algo grave.
Boa parte da culpa do Brasil ter má fama lá fora é dos próprios brasileiros. Não dessa fama de macacos, mas muitos brasileiros vivem reclamando daqui e desejando morar em outro país. É impressionante também como tanta gente reclama de São Paulo. Não sabem como são felizes. Todos os paulistas que eu conheci que foram morar em outros lugares, voltaram arrependidos.
Beijos
Rosália – Un. Itaim SP
DeRose Reply:
junho 9th, 2010 at 2:48
É isso mesmo, Rosália. Hoje assisti a uma palestra do Dr. Geraldo Alckmin na qual, por acaso, ele mencionou que a criminalidade de São Paulo baixou 75% e está em 25o. lugar entre os 27 estados do Brasil.
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 14:29
Moro num país tropical…
Muito forte!
Muito poder!
Muita energia!
Que bom seria se todos pudéssemos dizer isso a uma só voz, um grito em uníssono, um grito gregário!!!!
Agora e de repente lembrei-me de João Capelo Gaivota a(o) gaivota(o) temerária(o)………………. Porquê?
Sei lá
Obrigado a todos por me deixarem estar neste maravilhoso Blog fazendo a minha parte na minha cidade:)
Amarelinha em movimento.
Sara
Lagos – Algarve – Portugal
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 14:35
Olá Mestre querido!
Não poderia encontrar texto melhor sobre nosso lindo país!
Passei alguns meses morando na Europa e, por muitas vezes, fui obrigada a recorrer ao mapa mundi para ampliar um pouco a visão de muitos por lá sobre o Brasil….o mais incrível é que todos ficavam surpresos ao descobrir esta terra das palmeiras….
Para as minhas próximas aventuras este texto será item obrigatório na bagagem!!!!
Beijos carinhosos,
Vívian Mello (Unidade Santana)
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 14:43
universoyoga.org.br
Oi Mestrinho!
Adorei o texto e sua contextualização, como sempre nos ensinando em cada palavra – mesmo sobre o nosso próprio país! Encaminhei o link para o meu mailing pois ao terminar de ler tive dois desejos imediatos: o primeiro de reler uma, duas, três, cem vezes até poder assimilar de fato tantas informações ricas; o segundo de dividir esse conhecimento com meus amigos.
Obrigada mais uma vez e um beijo com carinho!
Carla Aguiar
Método DeRose Vila Olímpia, SP
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 15:09
Mestrão… Parabéns pelo texto. Como sempre uma delícia de ler. A sua visão do nosso país deve seguir de exemplo para muita gente.
Um beijo tchê!
Sandrão – Porto Alegre – RS
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 16:08
julianatoroswasthya.multiply.com
Amei Mestre!
Aqui, no oeste de Santa Catarina, já nevou duas vezes e Treze Tílias tem colonização principalmente Austríaca, alemã e italiana também. É conhecida como o Tyrol brasileiro.
beijos muitos muitos!!
Juju
Anália Franco
Treze Tílias – SC / São Paulo – SP
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 16:53
Olá querido educador.denominar esta nação, esta cultura, é realmente inviável . seus cursos aqui em BH foram otimos .achei este video singelo no you tube. (galinha ao molho pardo) curta metragem do conto de fernando sabino ,aqui de um pedacinho da nação Brasil.
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 17:39
universoyoga.org.br
Ótimo capítulo! Assino embaixo no que concerne a gastronomia de SP, é a melhor do mundo, sem sombra de dúvida! E o nosso clima também ajuda muito, pois nem o verão ou inverno são severos demais como são em tantos países, o que acaba por não destruir plantações e afins. Como disse Pero Vaz: aqui tudo o que se planta dá!
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 18:03
romulojusta.blogspot.com
Olá Mestrão!
Belo texto para um belo e complexo país. Poucos se dão conta de que vivem neste imenso continente e, talvez, por isso, não o valorizam e tampouco lutam para seu engrandecimento.
Parece que tudo nas relações humanas é função de fases de afastamento e aproximação. Quanto mais nos afastamos de nossa terra natal, mais tendemos a valorizá-la e retornar a esta com outro olhar.
Por isso concordo com o amigo Pedro Gabriel acima, que é necessário viajar muito pelos vários países que compõem nossa terra e também a outras nações. Esse cosmopolitismo é a raiz para um patriotismo saudável, lúcido e sem ufanismos.
Grande beijo
Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/CE
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 18:17
uni-yoga.org
Na verdade, o capítulo foi escrito para a tradução do Ser Forte para o espanhol, que vai servir de base para as traduções ao francês e inglês. Por outro lado, essa versão perdeu vários capítulos por serem desnecessários no exterior. Mas valeu a sua sugestão.
Amanhã, eu gostaria de passar no Fabrício e no SASDE. O que é que você acha?
terça-feira, 8 de junho de 2010 às 19:21
uni-yoga.org
Todos me preguntaron qual/donde es tu isla. Abrazote.
Dimas H. Arias Reply:
junho 8th, 2010 at 19:50
Para mi nada es innecesario, ya que en este caso puede comparar y adaptar las diferencias que existen entre unos y otros y verlas desde el punto de vista en que me encuentro.
Fuera una lástima que se perdiera un pedazo de un texto o capítulo por ser considerado innecesario y mucho mas si se tratara de una experiencia vivida por usted, incluso me molesta bastante las traducciones que realizan de algunos libros y subtítulos de películas, precisamente por eso por que sustraen algunos temas o palabras que “pueden” no ser entendidas por otras culturas de distinto idiomas.
Saber nunca esta de demás, y por ejemplo ese capitulo ya me culturizó un poco sobre Brasil y me salvó de cometer o emitir algún comentario conceptualizado sobre su país.
Ah! Soy de República Dominicana, la isla se llama Quisqueya y la compartimos con Haití.
Abrazote!
DeRose Reply:
junho 9th, 2010 at 2:37
Si, querido. Gracias!
A mi tambien me molestan esas traducciones de subtítulos de películas. La question es que el libro está muy grande y caro. Difícil de distribuirlo en librerías por el precio.
Dimas H. Arias Reply:
outubro 10th, 2010 at 16:59
Maestro ya que volvió a re-publicar este post le tengo un documental sobre una sub-cultura
del Perú, que antes solía ser la cultura de esas tierras.
Espero que lo disfrute.
http://vimeo.com/15625141
DeRose Reply:
outubro 10th, 2010 at 17:16
Quecha es una lengua muy linda. Yo soy un apasionado de idiomas y de etimologías. Gracias por el video.
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 1:01
Oi Mestre!!
Que rico este capítulo!
Por ser um livro internacionalmente lido é realmente importante informar sobre o epicentro desta Cultura!
Lembro que quando pequena, nos meus 12 anos de idade, morava na Itália e um amiguinho ficou impressionado quando eu disse que era brasileira.
Ele me respondeu: “ué! mas você é branca!” A maioria achava que moravamos em florestas.
Acredito que deva ter melhorado bastante com a internet, já que isso foi em 96.
Muitos beijinhus,
Vanessa Ferraz
chêla Unidade Downtown – Barra da Tijuca-RJ
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 1:24
Que belo capítulo. Gosto muito da forma como você fala do nosso país e resalta nossas qualidades como nação e povo.
Mestre preciso das cidades nas ordem correta para o logo. Caso convenha colocar um post explicando o porquê.
beijão
DeRose Reply:
junho 9th, 2010 at 1:34
As cidades estão na ordem correta no rodapé da carta da Campanha do Agasalho, que a Julia está levando para você.
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 1:37
uni-yoga.org
OK. Mas, please, avise a Vivi para que ela me agende isso e não haja desencontros. Beijokas.
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 7:25
Oi Mestre,
que delícia de capítulo!
Já fazem seis anos que moro na Europa, e confesso que conhecer outras cidades, outros países e outras culturas fez com que eu valorizasse ainda mais o meu país!
Sempre digo de boca cheia que sou brasileira, e quando questionam a segurança no Brasil eu digo que dos 21 anos que morei lá, em cidades como Rio e São Paulo, e Itanhandu, no sul de Minas, nunca fui assaltada, mas que em menos de três anos morando em Paris minha casa foi assaltada duas vezes!
Não vejo a hora de voltar para a pátria amada!!!
Beijinhos parisienses, quand même!
Amana
Espace Energie – Paris
DeRose Reply:
junho 9th, 2010 at 10:46
É verdade, Amana. Quando voltamos da Índia, um colega de Lisboa, António Manzarra, chegou em casa e haviam arrombado a porta de segurança e levado tudo o que ele tinha em casa. Amilton Rotella, de São Paulo, no seu primeiro dia em Lisboa foi assaltado. E Lisboa é uma das capitais mais seguras da Europa. No entanto, minha casa em São Paulo nunca foi arrombada nem assaltada. No Rio também não. Beijokinhas paulistanas.
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 12:02
Mestre,
gostei muito deste capítulo e da sua visão optimista do Brasil. Tal como os brasileiros, os portugueses também precisam de aprender a valorizar o seu país! Embora sempre conscientes do que é necessário fazer para o tornar ainda melhor!
Entretanto, o meu namorado, que é brasileiro, alertou-me para duas incorrecções no texto: o Brasil tem 26 estados e um distrito federal, não sendo correcto afirmar que tem 27 estados. Por outro lado, a rigor não se deveria dizer “população israelita em São Paulo”, será sim população judaica. Israelita é o termo para os nacionais de Israel.
Um abraço forte desde Portugal
Cristina Coutinho
DeRose Reply:
junho 9th, 2010 at 13:11
Bom dia, Cristina. Seu namorado tem razão. São 26 estados mais um estado chamado Distrito Federal. Copiei este texto da internet: “Cada um dos 27 Estados do Brasil (incluindo o Distrito Federal) é representado no Congresso Nacional por um mínimo de oito deputados. O número de eleitos por cada Estado varia de acordo com a população. É por isso que São Paulo tem 70 deputados, contra oito do Amapá, por exemplo.”
Quanto a israelita, acho que ele se confundiu. Veja o que diz o dicionário Houaiss da Língua Portuguesa:
ISRAELITA
relativo a ou descendente do patriarca bíblico Jacó (Israel)
2 Derivação: por extensão de sentido.
relativo a ou indivíduo de qualquer das 12 tribos hebréias que se estabeleceram na Palestina, por volta dos sXIII-XII a.C.
2.1 relativo a ou indivíduo do povo delas originado
Obs.: cf. judeu
3 relativo ao reino hebreu de Israel (c1020 a.C.-922 a.C.), formado da união dessas tribos, ou o seu natural ou habitante
4 relativo ao reino de Israel (922 a.C.-732 a.C.), resultante da cisão do primeiro reino e que abrangia a região setentrional da Palestina, ou o seu natural ou habitante
n adjetivo de dois gêneros
Rubrica: religião.
5 relativo à religião monoteísta do povo hebreu e dos seus descendentes; judeu, judaico.
A nacionalidade não é israelita. É israelense.
ISRAELENSE
adjetivo e substantivo de dois gêneros
relativo ao Estado de Israel ou o que é seu natural ou habitante; israeliano.
Portanto, neste caso, não havia incorreções no texto. Mesmo assim, eu agradeço a atenção do seu namorado brasileiro por colaborar para que nossos textos sejam mais e mais exatos. Mas não desanimem por causa disso. Fiquem de olho, porque gosto muito dessa ajuda que meus amigos me proporcionam. Por exemplo, eu havia me equivocado quanto à extensão do território de Santa Catarina. Um colega me alertou e eu pude corrigir. Obrigado e beijinhos aos dois.
Cristina Coutinho Reply:
junho 21st, 2010 at 10:14
Sempre a aprender
também eu tinha sido induzida em erro na confusão entre israelita e israelense! Obrigada pela paciência de dar uma explicação tão completa!
Quanto à questão dos 27 estados, talvez alguém com formação em direito possa esclarecer de forma mais fundamentada esse tema. Tanto quanto sei, o Distrito Federal tem um estatuto próprio que não corresponde a estado nem a município e juridicamente pode ser uma gafe grave designá-lo de estado.
Um abraço grato por tudo o que partilha connosco
DeRose Reply:
junho 21st, 2010 at 11:31
Obrigado, Cris. Agradeça ao namoradão também.
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 12:31
anahiflores.org
Hahahahaha, muito bem humorado este texto, deu uma vontade de sair viajando pelo Brasil e descobrindo todas essas nações das que fala.
Saudades do seu país tropical
Beijinhos,
Anahí
Buenos Aires
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 12:57
Oi Mestrão!
Adorei o texto, gerou ainda mais satisfação por ser brasileiro.
Grande abraço
Fernando Diniz
Método DeRose Santana – SP
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 16:16
Uau! Que banho de cultura! Adorei! Beijos com carinho para o Mestre! : )
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 17:59
Gosto tanto tanto tanto dos seus textos, e de como nos educa, nos mostra variantes da nossa cultura, compartilha a sua visão sobre tantas coisas!
Só que tem a oportunidade de passar horas, dias e semanas ao seu lado (e me sinto privilegiada por ter podido ter isso por muito tempo!) sabe o quão enriquecedor é. Aprendemos por osmose.
Acompanhar seu blog é melhor do que acompanhar qualquer outro site de cultura ou entretenimento =).
Bjos com amor.
DeRose Reply:
junho 9th, 2010 at 20:08
Puxa! Obrigado!
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 18:34
Poxa, Mestre: você está sempre me surpreendendo… Obrigada pelo novo texto cheio de cultura e história.
Beijocas saudosas, Jujú – Unidade Rio Branco, PoA.
DeRose Reply:
junho 9th, 2010 at 20:09
Sabe de uma coisa? Eu também gostei desse texto. Beijinhos na bochecha.
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 22:28
leilanelobo.blogspot.com
Nossa Mestre!
Você não pára de me impressionar.
Quanta informação maravilhosa, que belo banho de cultura e dignidade a nós, brasileiros.
Obrigada por me sentir tão orgulhosa da minha nacionalidade.
Beijooooos mais próximos que nunca!
Lê.
quinta-feira, 10 de junho de 2010 às 3:13
metododerosevilamariana.com.br
Oi Mestrão!!
Sem palavras para elogiar este texto. Simplesmente fiquei impressionado com a suavidade de suas palavras ao descrever nosso belíssimo país.
Quanto à segurança, vale frisar o que já foi citado no post Rosália: Quem sofre a violência, mesmo que sem perceber, deu algum motivo para viver tal situação. Amo São Paulo! Já estive em diversos locais da cidade, em diversos horários e nunca tive também problemas com violência. O mesmo cito para a cidade do Rio de Janeiro. Já caminhei pelas proximidades da igreja da Candelária de madrugada e nada vi de anormal. Tendo leitura de ambiente, você fica seguro em qualquer lugar.
Já fui assaltado? Sim, mas porque vacilei. Poderia ter acontecido isso em qualquer cidade do mundo.
Parabéns Mestrão. Como é bom ter a oportunidade de aprender com você pelo grande exemplo de vida que nos dá.
Abraços!
Fernando Almeida
Unidade Vila Mariana, direto da minha adorada Paulicéia Desvairada (São Paulo/SP).
quinta-feira, 10 de junho de 2010 às 12:00
Espetacular o texto!!!
Estamos tão acostumados a falar bem dos outros países e mal de nosso Brasil, que esquecemos o lugar maravilhoso onde vivemos!
Ver o Brasil ou São Paulo sob esta ótica só nos faz bem. Lembrei de sua frase da mentalização matinal:
“Desejo compartilhar as boas coisas, bons pensamentos.”
Aproveitando e dividindo contigo um bom pensamento, gostaria de elogiar o logotipo do Método DeRose. Trabalho há 12 anos em áreas ligadas a marketing em grandes empresas de consumo (Danone, AmBev, Ypê) e na minha opinião o logo ficou sofisticado, limpo (clean, na linguagem corporativa), estético e passando sensação de credibilidade. O adesivo de carro ficou o máximo também!
Abraço
Luiz
sexta-feira, 11 de junho de 2010 às 16:18
Depois de ler este maravilhoso capítulo, fiquei pensando como a maioria dos brasileiros é nacionalista apenas na época da Copa do Mundo. Passado o grande evento, voltam a valorizar apenas o que vem de fora. Será que é a “cultura do colonizado” ou “a grama do vizinho é mais verde”?
Mestre, obrigada por mais uma vez destacar as maravilhas do nosso país!
um beijo,
Renata Guimarães
Método DeRose Vila Olímpia, SP
quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 9:56
Este post é maravilhoso. O país inteiro precisa ler isso!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 10:26
Olá mestre. Adorei estar contigo neste domingo. Depois daquelas conversas fiquei lembrando deste texto que um dia uma aluna comentou. Acredito que tenha origem em algum ensinamento religioso, mas minha leitura sugere a possibilidade de estrapolação deste contexto.
Os floquinhos quentinhos
Era uma vez uma cidade… onde todos eram felizes.
Quando as pessoas se encontravam, elas trocavam floquinhos quentinhos.
Ah! Você não sabe o que é um floquinho quentinho?
Eu explico. É fofinho como algodão e cabe na palma da mão. É quentinho, porque é cheio de carinho e muito amor.
Um dia chegou ali uma mulher muito má, que detestava a amizade e o carinho. Ela morava sozinha, num enorme jardim não longe da cidade.
Ali, todos se davam muito bem, eram amigos e ela detestava isso!
Foi então que resolveu dar um fim nessa alegria toda.
Disfarçou-se, foi até um mercado e disse para o porteiro:
– Você sabia que os floquinhos quentinhos vão acabar? Se você for esperto, guarde os seus só para você.
Ah! A notícia se espalhou logo. Uma onda de medo tomou conta de todos. Já não trocavam mais floquinhos quentinhos. Ninguém mais cumprimentava ninguém, nem se olhavam mais. Nas ruas, não batiam mais aquele papo, nada… Cada um só pensava em si mesmo!
Sem o carinho das pessoas, sem os floquinhos quentinhos que aquecia o coração por dentro, as pessoas começaram a ficar doentes, tristes e sozinhas.
Várias reuniões foram feitas para saber que atitudes iriam ser tomadas para resolver aquela situação. Foi então que os adultos resolveram que iriam dar os seus floquinhos quentinhos para as crianças que precisavam mais.
Cada um, então, saiu da reunião e passou a distribuir seus floquinhos quentinhos para as crianças! Elas ficaram tão contentes, com o coração tão aquecido, que o velho costume de trocar floquinhos quentinhos voltou na cidade.
Com isso, a felicidade foi voltando, voltando…
Foi então que um grupo bem grande de crianças foi até a casa daquela mulher e encheram seu coração de floquinhos quentinhos, de muito… muito carinho.
Aquele coração duro foi derretendo… Ela percebeu que era uma delícia trocar floquinhos quentinhos e abriu as portas de sua casa para as crianças brincarem em seu imenso jardim.
[autor desconhecido]
Um abraço
Bruno Mazetto
Unidade Londrina
DeRose Reply:
setembro 8th, 2010 at 12:25
Quer um floquinho quentinho?
quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 10:31
Que delícia de texto, hein?
Se há uma coisa que adoro nessa vida é viajar, especialmente pelo nosso país…
Esse seu texto me fez lembrar de um verão em especial quando (lá por 1997, num espaço de uns 3 meses) sai aqui do RJ (já tinha ido a Santos-SP no Natal e a Búzios-RJ no reveilon) e passei um tempo pela Bahia (Trancoso, Caraiva, Itacaré e Morro de São Paulo) e no carnaval fui para Bombinhas e Piçarras (litoral Norte de SC) com direito a pitstop em Curitiba e pequenas viagens pelo interior (Tijuca, Canelinhas, Brusque e Blumenau). Na volta passei 2 semanas entre Pipa (RN), Natal(RN), Noronha (a ilha em PE), Fortaleza e Jericoacora no CE… ouvi e falei tantas línguas, observei tantos comportamentos, provei tantos sabores e aromas, conheci gente de todo o mundo… esse Brasil é realmente incrível! Viajar é preciso!
Ahhhh… nunca fui assaltada no Rio (onde vivo circulando por toda a cidade há quase 36 anos), nem em Sampa para onde vou com certa frequencia. Embora não seja minha intenção disfarçar a violência que é um questão para toda a cidade grande do planeta.
Agora… a minha primeira (de muitas, espero!) viagem internacional. Contando os dias para conhecer Buenos Aires. Eba!!! Nos vemos lá no Festival!
Beijinhos
Ana Claudia
Instra. Unidade Copacabana – RJ
DeRose Reply:
setembro 8th, 2010 at 12:23
Ya nos veremos en Buenos Aires. Besos.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 15:31
Adorei o texto, Mestre!
Como instrutores, temos privilégio de compartilhar com nossos alunos e monitorados esse acervo de conhecimento, cultura, história, antropologia e experiência de vida registrado no Ser Forte.
“Estamos nos construindo na luta para florescer amanhã como uma nova civilização, mestiça e tropical, orgulhosa de si mesma. Mais alegre, porque mais sofrida. Melhor, porque incorpora em si mais humanidades. Mais generosa, porque aberta à convivência com todas as raças e todas as culturas e porque assentada na mais bela e luminosa província da Terra.” (Darcy Ribeiro)
Beijinhos com admiração.
Fernanda Monteforte
Instra. Unidade São Bernardo – SP
DeRose Reply:
setembro 8th, 2010 at 18:35
Obrigado. E, mais, pelo texto de Darcy Ribeiro.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 15:53
Adorei o texto e divulguei para alunos! O brasileiro precisa ter noção real do nosso país! Parabéns, o blog está cada vez melhor!
beijos
quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 15:58
Nao postar, por favor.
Mestre, o Mauro Bex já está fazendo o logo com 100% preto ou outra cor escolhida, deve chegar para sua aprovacao na proxima reuniao de Aprovação.
bjs
DeRose Reply:
setembro 8th, 2010 at 18:33
Obrigado, Charlão. Beijos.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 17:02
Mestre querido,
Na aula de ontem o senhor comentou de sites que citam egrégora, e que alguns deles copiaram praticamente todo o capítulo do Tratado. Há um tempo atrás estava pesquisando na internet e econtrei um desses sites que não citavam a fonte correta. Procurei novamente e agora sim! Citam o livro e seu nome, fiquei feliz. Este é o site: http://www.imagick.org.br/pagmag/themas2/egregora.html.
Beijinhos
DeRose Reply:
setembro 8th, 2010 at 18:32
De fato, agora consta a fonte. Se foi você quem cuidou para que essa atitude ética fosse respeitada, meus agradecimentos. E beijinhos.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 18:35
metododerose.org
Já imprimi os diplomas. Vou levá-los a Floripa. Besote.
Maestro Edgardo Caramella Reply:
setembro 8th, 2010 at 20:15
Yupiiii, gracias !!!!
Y ya que estamos pidiendo será posible divulgar esta información?
Noticias del DeRose Festival Buenos Aires 2010.
Amigos, los esperamos con el corazón abierto para participar del VII DeRose Festival de Buenos Aires. La programación incluye la presentación del Grupo SwáSthya de coreografías en el prestigioso Teatro del Globo, una fiesta inolvidable en el Hotel Etoile, más vivencias que en las ediciones anteriores, la participación de diez profesores internacionales, la presencia de nuestro querido Maestro DeRose que dictará un curso único y engalanará el evento con su participación.
Además, vamos de disfrutar del intercambio de conocimiento, amistad, y momentos inolvidables que caracterizan a nuestros Festivales.
Hay tiempo hasta el viernes 10 de setiembre para inscribirse con descuento. Quedan pocas vacantes.
http://www.DeRoseFestival.com.ar
Decana.ar@MetodoDeRose.org
Miles de abrazos agradecidos
quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 19:37
MetodoDeRose-5deOutubro.org
Querido Mestre, desde pequena que tenho uma atracção enorme pelo Brasil. Não sei porquê, mas tenho! Talvez tenha algum gene de índia da América do Sul, quem sabe… Sei que andava na escola primária e fiz um desenho sobre a chegada dos portugueses ao Brasil. Ficou tão bonito, que a minha mãe o mandou emoldurar e ainda hoje está pendurado numa das paredes lá de casa. Lembro-me que muitas vezes ficava parada a olhar o quadro e a sonhar com essas longíquas e misteriosas paragens.
Eu adoro o Brasil e, principalmente, São Paulo. Tenho pena de não poder ir aí mais vezes para viver a cidade e a nossa egrégora linda daí.
Mal sonhava eu que um dia um brasileiro teria tamanha influência na minha vida
No entanto. o meu pensamento todos os dias vai para junto de si e desse País maravilhoso.
Um grande abraço cheio de carinho e fico feliz por terem sido os lusitanos a chegarem ai primeiro e por partilharmos a mesma língua.
Beijinhos doces
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 11:45
E eu mal sonhava que os portugueses ocupariam um espaço tão grande no meu coração. Beijos lambuzados de doces d’ovos.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010 às 23:07
E mais uma vez, pura sintonia!!!
Na aula de hoje, nos reunimos ao final para conversar um pouco exatamente sobre esta enorme diversidade cultural que compõe nosso país continente.
Só no grupo em que estávamos haviam pessoas que moraram em Santa Catarina, Paraná, Acre, Goiás e Bahia e conseguimos trocar várias impressões sobre a diferença gritante de sotaques, os dialetos que são bem distintos mesmo na nossa língua portuguesa ou brasileirês, sem contar a culinária que vai sendo levada de um extremo ao outro do país à medida em que as pessoas se mudam e levam consigo a sementinha das suas tradições.
Que privilégio temos nós em difundir a Nossa Cultura num lugar tão rico, num verdadeiro caldeirão étinico!!
Agradeço muito por compartilhares suas impressões conosco!!
Beijinhos muito carinhosos!!!
Instra. Cris Volter
Luis Eduardo Magalhães – BA
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 1:51
Pois é, Cris. Beijoka.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010 às 0:12
Mestre querido,
Logo você estará aqui em Floripa e poderemos compartilhar da sua companhia, que coisa boa! Adorei ler este texto e é impressionante como prende nossa atenção e proporciona uma viagem mesmo que imaginária com base em todos os dados expostos. Gosto muito dos comentários de todos, é como se estivéssemos em uma grande sala conversando e cada um opinando, de acordo com suas experiências. A maneira como você descreve São Paulo, nos faz querer voltar e olhar a cidade com carinho, o mesmo carinho que você transmite. Obrigada pela reeducação que o Método proporciona e pela contribuição de seu blog para efetivar esta proposta.
Um beijo,
Romina
Av. Rio Branco – Floripa
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 1:50
Beijinho e até já.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010 às 0:27
é bonito por natureza
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 1:49
Que beleza!
quinta-feira, 9 de setembro de 2010 às 0:49
Oi mestrinho querido.
Ai vai o texto que me pediu.
Imagem
Segundo a Wikipédia “Imagem (do latim: imago) significa a representação visual de um objecto.”
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem
Concluindo que nós somos o objeto, imagino as formas ideais de fazer com que esse “objeto” tenha a melhor representação visual que queiramos comunicar.
Algumas palavras me vêem à cabeça como: refinamento, elegância, sutileza, nobreza, civilidade, “politesse”, beleza, amizade, união.
Mas o que mais me prende a atenção é saber que a imagem é frágil, difícil de se construir e extremamente fácil de ser destruída.
Claro que se dermos a devida importância a todas as características antes mencionadas, provavelmente será mais fácil mantê-la intacta e preservada.
Como a imagem faz parte do nosso trabalho de educadores, temos que lembrar diariamente de cuidar dela como a nossa maior fonte de exemplo e de evolução.
Espero que cada dia mais, todo nós possamos ser o exemplo de uma imagem inquebrantável e poderosa.
Te amo De.
Beijinhos no coração.
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 11:42
Suas palavras fizeram meu coração bater mais feliz. É importante saber que tenho parceiros, colegas e amigos que vibram na mesma sintonia. Por favor, difunda esses princípios sobre os quais escreveu, a fim de que todos os nossos colegas caminhem de mãos dadas conosco. ‘love you too. Beijoka.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010 às 1:10
Olá, Mestre!
Sou Marcelo Filhou, da Unidade Anália Franco, estou enviando o texto relacionado a imagem, com você nos recomendou ontem.
segue abaixo:
Quando penso sobre a imagem que pretendemos passar, acredito que devemos observar vários detalhes:
De início, identificar o público que desejamos atingir, observando o nível cultural, educação e comportamento, entre outros detalhes, para que possamos avaliar se estamos atingindo as pessoas que desejamos.
Nossa imagem deve condizer exatamente com esse grupo, para que estas pessoas se identifiquem conosco e com nosso trabalho; caso isso não ocorra, devemos fazer os ajustes necessários.
Proporcionar uma boa primeira impressão, é uma ótima oportunidade para que tenhamos as pessoas que desejamos nas nossas escolas, eventos, etc. Este registro irá ditar a aproximação do público que desejamos em nossas escolas.
Polidez e educação são necessidades primárias, para que a marca que representamos tenha estas qualidades atreladas ao nome.
Organização e pontualidade também edificam a marca, são qualidades que transmitem seriedade e respeito.
Coerência entre o que preconizamos e nosso comportamento faz a manutenção da identificação inicial, que deve ser valorizada e mantida.
Escrevi de maneira sucinta e objetiva, o que entendo por imagem, relacionado ao nosso trabalho.
Agradeço a atenção e qualquer orientação ou correção que se façam necessárias.
Um grande abraço!
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 11:38
Excelente, Marcelo. Fico contente ao perceber que você me compreende e que está ombro a ombro comigo para conseguirmos a auto-superação necessária ao nosso progresso. Beijão.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010 às 1:14
giselecorrea.com
Querido Mestre
Aqui está o texto que você pediu!
Com muito carinho, amor, gratidão e respeito.
Um abraço bem forte!
Há 6 anos que pratico e desde o início, ainda quando era aluna de complementação pedagógica, já estava aprendendo a importância de uma boa imagem. Se há pouco tempo este conceito já era muito valioso para nós, agora, considero ainda mais, pois estamos em um momento essencial para o reforço positivo da nossa marca. Os alunos, instrutores e as escolas são os representantes principais e o nosso papel é cuidar para que a cada dia, todos juntos, possamos fazer um ótimo trabalho.
Há pouco tempo li um livro sobre Personal Branding, Arthur Bender, e o autor deu um exemplo muito claro, sobre como as outras pessoas nos vêem: imagine que você é um produto que está a venda no supermercado. Como seria a sua embalagem? Qual seria o seu posicionamento com relação aos seus concorrentes, ou seja, estaria mais para cima, na altura dos olhos do seu cliente, ou estaria lá embaixo, bem no cantinho, sem que ninguém possa vê-lo? Será que você ao menos estaria na sessão correta? E assim, o autor propõe uma reflexão muito boa sobre a impressão que causamos nos outros. No nosso caso, essa impressão, vai desde a forma como escrevemos em nossos livros, sites, artigos, blogs, etc. A forma como nos vestimos no dia-a-dia, para trabalhar, dar aulas, para sair com nossos alunos, ir a eventos, etc. A forma como nos relacionamos, com nossos amigos, alunos, fornecedores, enfim, se não estivermos dispostos a nos polir o tempo todo e nos tornarmos naturalmente uma pessoas educadas e refinadas, então, estaremos prestando um grande desserviço ao trabalho de todos.
Portanto, entendo que uma boa imagem é conquistada com o tempo e devemos preservá-la ao máximo, pois, se em algum momento, por alguma distração, fizermos algo que a prejudique, então teremos que ter o dobro de energia e persistência para reconquistá-la e isso é muito mais difícil e trabalhoso.
Gisele Correa
Unidade Anália Franco – SP – Brasil
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 11:35
Muito bom, querida. Fiquei bem contente. Seu texto é maduro, equilibrado, profissional e mostra que você compreende a nossa proposta com perfeição. Peço-lhe que me ajude a fazer os demais compreenderem o que você escreveu. Beijinhos.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010 às 1:54
metododerose.org
Direttore della Scuola Parioli del Metodo De Rose, desde que “scuola” não signifique escola de crianças. Beijos com admiração e afeto.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010 às 3:34
Este texto é ótimo Mestre!
Eu moro aqui na Austrália há 4 anos e escuto muitos brasileiros falando mal do nosso Brasil. Sempre que ouço certas barbaridades em relação ao nosso país defendo veemente a nossa pátria. Apesar de eu estar morando longe e ter escolhido estar em outro país, me orgulho muito de nosso acervo cultural continental e se tem algo que aprendi com a cultura anglo-saxônica é ser patriota, algo que precisa ser modificado no inconsciente coletivo da egrégora da nossa nação, a famosa mania de reclamar. Na Austrália você viaja de uma cidade para outra, atravessa o país de leste a oeste e parece estar no mesmo lugar, pois não existe uma diversidade cultural. Certamente se você for ao norte ou ao interior terá uma diferença, mas nada comparado a nossa riqueza cultural. E a Austrália como o Brasil é um país enorme, um continente. Mas diferentemente da diversidade e criatividade brasileira, o país aqui funciona como uma caixa fechada, onde tudo funciona em um certo padrão e idéias novas são difíceis de serem aceitas na sociedade. O que tem suas vantagens e desvantagens, dependendo do ponto de vista.
Muito obrigado pelo seu texto! Irei compartilhar e divulgar com muitos dos gratos e ingratos brasileiros que por aqui estão.
Grande abraço,
Rafael Wescher
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 11:23
Obrigado, Rachel. Divulgue-o mesmo. Acho que ele merece e nós, habitantes da Terra de Santa Cruz, também o merecemos. Beijo.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010 às 7:46
metododerosecopacabana.com
Oi Mestre! Bom dia
Adorei o capítulo! Excelente acréscimo para um livro já excelente, hihi.
Gostei de ver as descrições das “nações” que convivem sob a mesma nacionalidade, e mentalmente fui lembrando-me dos amigos da egrégora de cada estado.
Sendo descendente de italianos e sírio-libaneses (além dos espanhóis) naturalmente me identifico com os naturais de São Paulo.
Mas da cidade em que eu moro, Rio de Janeiro, gostaria de acrescentar também um comentário sobre a sua beleza única: a mistura de cidade e natureza imponente que permite ao mesmo tempo ter cultura, comercio, vida ativa 24h, e praias belíssimas, lagoas, montanhas para fazer trekkings, escalada, rapel, asa-delta, etc etc.
Sempre que chego no Galeão me emociono com as palavras de Tom Jobim gravadas na parede de rocha:
“Minha alma canta
vejo o Rio de Janeiro
estou morrendo de saudades
Rio, seu mar
praia sem fim
Rio, você foi feito prá mim”
Só tenho comentários positivos para este povo maravilhoso (os brasileiros de todas as nações) que me acolheu de braços abertos! Obrigada, sempre.
Beijinhos para você e bom diaaaaa!
Mel – Copacabana – RJ
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 11:20
E parabéns pelo português impecável. Ninguém vai acreditar se eu disser que você é porteña. Beijokitas.
Melina Reply:
setembro 9th, 2010 at 12:12
obaaaaaaaaa!!!
que feliz, obrigada
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 12:48
Preciso lhe confessar que um dia escutei aquela música dentro do avião, chegando ao Rio e a emoção foi muito forte.
Melina Reply:
setembro 10th, 2010 at 12:06
mmm… compreendo perfeitamente

Acho fantástico que valorizem os artistas populares ao ponto de nomear um dos principais aeroportos do pais com seu nome, e gravas as suas palavras na rocha!
Uma vez conversando com a minha mãe comentamos como seria especial se o aeroporto de Buenos Aires se chamasse Carlos Gardel, e escrevessem na parede “Mi Buenos Aires querido, quando yo te vuelva a ver, no habrá más penas ni olvido.”
Beijinhos!
Mel – RJ
DeRose Reply:
setembro 10th, 2010 at 12:09
Lindo.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010 às 10:24
Oi Mestre,
Fantástico o texto, sem dúvida ele será muito importante para o livro. Muitos brasileiros não imaginam a diversidade de nosso país e, pior ainda, preservam certos esteriótipos com relação a estados fora do eixo “sul-sudeste”.
Uma sugestão, foram citados apenas alguns estado, mas com relação as regiões, só faltou a centro-oeste. Região que abriga a nossa capital federal e Goiânia, duas das poucas cidades brasileiras que nasceram com um planejamento estratégico.
Beijos
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 11:17
É verdade. Mas antes de escrever, eu preciso me informar melhor sobre o Centro-Oeste. Beijão.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010 às 14:13
Olá querido Mestre,
Desde que iniciei minha formação profissional, venho me aperfeiçoando e recebendo lapidações constantes de pessoas que certamente estão habilitadas para difundir uma imagem única do refinamento, elegância, politesse, alegria, carinho e sutileza que nosso grupo busca firmar perante todos.
Nossa marca deve estar em plena sintonia com aqueles que buscam o melhor trabalho relacionado à qualidade de vida e que tenham a sensibilidade de absorver e valorizar todo o conjunto de conceitos e técnicas que preconizamos.
Sabemos que tal conjunto é valiosíssimo, então por que não estarmos no mesmo patamar de uma Ferrari, por exemplo?
Atualmente, diante de nossos esforços em diferenciarmos a marca Método DeROSE, faz-se imperante que todos do nosso grupo evitem que quaisquer aspectos relacionados a esteriótipos equivocados venham à tona, principalmente em se tratanto de eventos públicos.
Portanto, para mim, a imagem pessoal representa não algo estático e imutável, mas no nosso caso, algo que está sob constante lapidação em busca da melhor representação do que de fato é o Método DeROSE, sob todas as suas nuances.
Com carinho e amor.
Grace Skajko
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 14:40
Muito bem, Grace. Ler suas palavras foi uma experiência gratificante para mim, ao perceber que há mais gente que compreende minhas palavras. Beijinhos.
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 14:41
Estereótipos
quinta-feira, 9 de setembro de 2010 às 19:11
Amado, tenho um amigo (Christian Barbosa) que é consultor de Gestão do Tempo e tem um blog muito legal e bem frequentado. Interessante que esta semana ele postou exatamente sobre isso. Como os brasileiros não valorizam brasileiros. Tenho certeza que vais gostar!
http://blog.maistempo.com.br/
Até amanhã, na formatura em Floripa! Saudades!!
Mil beijos
DeRose Reply:
setembro 9th, 2010 at 23:39
Até amanhã! Beijokas.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 9:41
aralume.blogspot.com
Oi Mestre, queria compartilhar uma experiência:
Embora já tenha ouvido isso várias vezes, ontem pude constatar “na pele”, a diferença que faz usar “Método DeRose”, ao invés da “palavra mágica”. Ontem, pela primeira vez, ao conversar com um desconhecido que perguntou com o que eu trabalho, eu disse: “sou Instrutora do Método DeRose”. A pessoa ficou quieta e deu pra perceber que ficou também um pouco sem graça, por não saber do que se tratava. Aproveitei a deixa para dizer que dou aulas em uma escola, que fica ao lado do shopping da cidade, que o trabalho tem um componente forte de qualidade de vida, blá, blá, blá… a pessoa foi ficando cada vez mais interessada e me fez algumas perguntas, às quais pude responder dizendo mais sobre o nosso Método. Tenho certeza de que se tivesse usado a “palavra mágica”, a conversa teria sido bem mais breve ou, pior, enveredado para temas que não nos interessam. Foi bem bacana!
E queria aproveitar o assunto para fazer uma pergunta: já passei por situações que, ao falar Método DeRose, ou mencionar a escola, a pessoa diz: “ah, mas é yóga, né?”. Como agir nesses casos? Até tento falar que é Yôga (não yóga, rs…), situar a urdidura entre conceitos e técnicas, etc… mas queria ver se tem alguma instrução mais objetiva.
Muito obrigada por tudo e nos veremos em breve, no Curso de Ética do Insights!
Beijos,
Carol Mathias
Instrutora da Unidade Itu
DeRose Reply:
outubro 6th, 2010 at 10:31
Quando a pessoa faz esse tipo de colocação, você responde: “O Método inclui algumas técnicas daquele acervo.” Assim você está sendo sincera, ao mesmo tempo não está concordando e, para culminar, com esta frase ainda evita repetir a palavra mágica. Mas é importante que, dita a frase, você não deixe um lapso que estimule a pessoa a questionar. Prossiga explanando alguma coisa mais que considere oportuno ou simplesmente mude de assunto na sequência. Beijinhos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 11:34
Oi Mestrão, bom dia.
Escutei a gravação El sonido del universo. Fantástico!
Quantos detalhes importantes, tirei muitas dúvidas.Obrigado por disponibilizar este tipo de conhecimento em áudio.
Gostei muito também da entrevista como bonus track, e neste bate papo
aprendi as sutilezas de como vocalizar o pranava.
Forte abraço
Fernando Diniz
Unidade Santana/SP
DeRose Reply:
outubro 6th, 2010 at 12:37
Que bom que gostou. Beijão.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 12:59
Que delícia seus livros Mestre!
E nesse melting pot cá estamos em São Paulo, a sede central do Método DeRose, compartilhando com seu representante mor momentos de enlevo, construindo a história.
Que felicidade morar em São Paulo e você ter escolhido essa cidade para viver. Sinto-me honrada, privilegiada.
A aula de ontem foi deslumbrante, espetacular. Instrutores queridos, programem-se para o próximo mês. Esse convívio é …………(não há palavras para exprimir!!!) e constituem um pújá efetivo.
Tudo o que foi falado já é do nosso conhecimento, mas, vindo de ti, ecoa em nós profundas reflexões, transformações, reverbera para a superfície o potencial de cada um.
com carinho e gratidão, muitos beijos!
Cecilia Sampaio / Unidade Tatuapé – SP
DeRose Reply:
outubro 6th, 2010 at 14:10
Para mim, é muito bom receber esse feedback, pois nem sempre podemos estar certos de que tenha havido receptividade ou que nossas palavras tenham sido úteis. Obrigado por me fazer ciente. Beijos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 13:00
Mestre
você foi muito querido ontem em nossa conversa. Obrigada por nos orientar e cuidar de todos sempre. Beijos com carinho.
Mari Beluco
Monitorada pelo Prof. Flávio Moreira
DeRose Reply:
outubro 6th, 2010 at 14:07
Obrigado, Mari. Seu comentário fez muito bem ao meu coração. E um alívio também. Beijinhos emocionados.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 14:27
Olá, Mestre!
Surgiu, na equipa da Unidade do Campo Alegre a ideia de acrescentar ao logo as palavras “Lifestyle Coaching”, por baixo do segundo traço.
Ou seja, associar de imediato ao Método DeRose essas palavras-chave. Da mesma forma que o Holmes Place não tem apenas o nome no logo, mas acrescenta abaixo do logo “Heatlh Club”. E muitas marcas acrescentam ao próprio logo um slogan ou palavra-chave para efectuar de imediato um link com o propósito dessa empresa. Assim, o Método é associado de imediato a “Lifestyle Coaching” e nem passará pela cabeça do observador a “palavra mágica”…
Achámos que seria uma boa ideia partilhar consigo, Mestre. E esperamos que esta ideia possa ser útil.
Um abraço a transbordar de afecto e saudades,
Gu Pelicano
Campo Alegre, Porto, Portugal
DeRose Reply:
outubro 7th, 2010 at 0:52
Estamos mesmo sintonizados. A nova edição do pocket bopok O Método DeRose” já tem as palavras-chave “qualidade de vida” sob o segundo traço. Beijos.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 15:28
Oi mestre,
Fantástico o post!!! Cada vez que entro no blog, ganho muito com o tempo aqui despendido!!!
Em tempo, assisti uma animação muito interessante, vale a pena gastar um pouquinho do tempo e curtir a idéia dos animadores!!!
http://haznos.org/2010/10/fallen/
Mahá abraços…
Murilo – Aluno Uni. Vila Mariana
quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 15:31
selvaurbana.blogs.sapo.pt
Abençoado, sempre, quem nos adiciona saber(es), nos sentando, meninos, na imensidão do nosso não saber.
E é preciso ter um coração sem-fim para saber olhar e ver, a importância de cada formiguinha, no pentear harmonioso do mundo que nos rodeia.
Por isso o releio e releio sempre que posso. Senhor de luz que nos olha com doçura e assim nos torna, pele de um mesmo abraço.
No próximo mês tenho uma “retaliação” para si; vai-se chamar MANDELA – A construção de um Homem. E ao escrevê-lo pensei muitas vezes em alguém que semeia luz e flores por esse mundo fora. Há 50 anos.
Obrigado por isso. Com humildade.
António Mateus
Jornalista – Lisboa
DeRose Reply:
outubro 7th, 2010 at 1:09
É muito bom ter amigos, que sempre enxergam em nossos defeitos, virtudes. Especialmente, um amigo como o António Mateus. Quanto à retaliação, estou em pulgas para lê-la. Abraço forte.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 18:08
cakibooks.com.br
Oi De!
Amei o novo capítulo e os comentários também!
Preciso de uma indicação sua: estamos querendo lançar o livro da Yael na última semana de novembro, quando ela virá ministrar cursos. O miolo já está aprovado por ela e usaremos a mesma capa, mas gostaria de um aval seu quanto a tradução que foi bem revisada pela Aninha Müller, por revisores do Português etc e também pela própria Yael. Como devo proceder? Será que dá tempo para organizarmos o lançamento?
Outra dúvida: reescutamos todo o arquivo do Eu Me Lembro e não conseguimos identificar as falhas de que me falou…me ajuda? Foi falha de gravação mesmo ou da qualidade da gravação? O Zé Paulo não nos respondeu, mas estamos vendo outras possibilidades e enviaremos em breve!
Muitos beijoscaki
DeRose Reply:
outubro 7th, 2010 at 1:01
Qual é o título do livro? É que Yael tem dois ou três. Tempo dá, se ela já tiver enviado o livro paginado e diagramado. Claro que eu ajudo.
Quando você vier a São Paulo ou quando eu for ao Rio eu lhe mostro. A qualidade (pelo menos a do CD que você me enviou) não está boa. Fora isso, detectei falhas de som.
Quanto ao Zé Paulo, os portugueses são muito educados e ele não deixaria de responder. Se você usou e-mail, deve levar em conta o nosso axioma transitório. Se não sabe qual é, pergunte à Melina.
Use o graham-bell que ele nunca falha.
Beijocaski. Ou beijocakis?
camila.cabete Reply:
outubro 7th, 2010 at 10:00
Oi De! É o último livro “Mantra”. Aguardo suas coordenadas =0)
Sobre o som, a qualidade está inferior por termos comprimido em mp3, mas vamos fazer uns estudos e te apresento quando estiver no Rio ou quando eu for a São Paulo. Se necessário vou a São Paulo especialmente para isso, aproveitando para ficar mais pertinho ;o)
Conheço nosso axioma e vou colocá-lo em prática. Te envio mais notícias.
Muitas beijocascaki (beijocas com gosto de caki ;o)
DeRose Reply:
outubro 7th, 2010 at 11:27
Não me lembro se revisei a tradução, mas se foi revisada pela Aninha deve estar perfeita. Beijjjs.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 18:28
Hey Mestre, le dejo un poema que me surgio inspirado por la fuerza del ultimo Derose Festival de Buenos Aires. Un Abrazo, Theo.
El creador de mi filosofia.
A los niños les gustaba su andar,
era un rey en su caminar.
Lo adoraban ver bailar.
Lo querían ver cantar.
El aire a su alrededor solía brillar.
Al hablar mil regalos te podría dar,
revelando los secretos del universo
con un solo movimiento, un gesto.
Atención requería para poder entender
Su visión del día.
Un rey en toda su expresión,
Hombres de lugares lejanos querían ver
a este sutil emperador,
cuyo principal fin era la evolución.
Mirando lo bueno y bello
En la razón.
Con la sonrisa firme en su corazón.
Un día se fue y no regreso.
Sabiendo que su legado no acabaría,
muchos años perduraría,
pasando de hombre a hombre
cosechando la flor hasta en el sisal.
DeRose Reply:
outubro 7th, 2010 at 0:54
Atención: es DeRose Festival! Gracias por el poema. Besotes.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010 às 19:00
Que lindo, Mestre. Parabéns!
Ah! Somos felizes nesta terra, tem de tudo, até Tiririca, rsrsrsrsr.
Beijos,
Nina
quinta-feira, 7 de outubro de 2010 às 9:58
juliosimoes.blog.br
Bom dia Mestre,
Esse novo capítulo do livro Ser forte é muito esclarecedor. Nos faz refletir! Deveríamos valorizar ainda mais essa grande nação e as pessoas que o habitam.
Aproveito para compartilhar um texto retirado do blog http://www.blog.maistempo.com.br, do consultor e palestrante Christian Barbosa, que fala um pouco sobre a valorização do povo brasileiro:
BRASILEIRO NÃO GOSTA DE BRASILEIRO
Publicado em 4 setembro, 2010 por Christian Barbosa
Estou na convenção nacional para os franqueados do Boticário e antes de falar sobre Produtividade, o Ozires Silva fez uma palestra, como sempre fantástica.
No final ele comentou um assunto que me chamou a atenção. Ele disse que quando foi na Academia em Estocolmo-Suécia, com o pessoal responsável pelo Prêmio Nobel, ele questionou porque o Brasil era um dos poucos Países da América Latina a não ter nenhum vencedor do Prêmio Nobel. Os Estados Unidos, por exemplo, tem mais de 350 premiados, até a Argentina tem seu premiado. E por que não o Brasil?
Umas das pessoas da secretaria do premio, respondeu ao Ozires o seguinte: “O Brasil não tem um premiado no Nobel, porque quando um Brasileiro é indicado, é o próprio povo Brasileiro que derruba a sua indicação”.
O próprio Ozires comentou que uma vez perguntaram para ele quem ele indicaria ao Prêmio Nobel, em uma palestra de médicos em SP, ele disse que indicaria o Dr. Adib Jatene, e no mesmo instante veio “ahhh! Que isso! Por que esse cara, etc,etc,etc…”. Ele simplesmente riu e comprovou a teoria que Brasileiro não gosta, ou tem inveja, ou sei lá o que, do próprio povo.
Quando alguém é indicado nos EUA, por exemplo, o pessoal faz campanha, descobrem os grandes feitos para ajudar, criam todo aquele clima. Quando é aqui o povo começa a descobrir os podres para ferrar o coitado! Não é verdade?
Que atire a primeira pedra que nunca criticou o Rubinho na F1, ou nossos jogadores na recente Copa, ou nossos cientistas, etc. Por que somos assim? Só posso concluir que Brasileiro não Gosta de Brasileiro.
Eu mesmo já passei por isso, no começo da Triad, do livro e do software eu ouvi várias vezes, mas é Brasileira a Triad???
Eu quero ver um Brasileiro no Prêmio Nobel, no Oscar, no Gremmy, na ONU e em todo o lugar. Somos um povo único e precisamos agora criar um povo “unificado”.
Viva o Brasil!
Um beijão Mestre,
Julio Simões
Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
http://www.DeRoseCentroCivico.org
DeRose Reply:
outubro 8th, 2010 at 4:00
Sensacional! Essa é a pura verdade. Eu já disse várias vezes essa frase que serviu de título. Eu gostaria de reproduzir este texto no meu livro Quando é Preciso Ser Forte. Será que você conseguia uma autorização do Christian Barbosa em uma carta assinada?
Julio Simões Reply:
outubro 13th, 2010 at 16:09
Oi Mestre, já solicitei e ele irá me mandar.
Um abração e nos vemos no Insights.
Julio
DeRose Reply:
outubro 13th, 2010 at 19:35
Obrigado! Até já.
Carla Aguiar Reply:
outubro 9th, 2010 at 1:53
Ótima dica Julio, adorei o texto: “somos um povo único e precisamos agora criar um povo unificado”.
Beijinhos!
Carla Aguiar
Método DeRose Vila Olímpia, SP
quinta-feira, 7 de outubro de 2010 às 12:11
Que lindo texto Mestre! Muitas saudades de você…
Beijinhos da Thais Lopes
DeRose Reply:
outubro 7th, 2010 at 13:57
Bicotinhas.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010 às 12:46
Olá Mestrinho,
Hoje mando a foto do sat chakra de ontem na escola em Soho em New York City.
Como é bom ver os nossos amigos, de lá, do Brasil, de Paris, de Portugal, de Londres e da Argentina.
A nossa cultura está mesmo espalhada pelo mundo!
Beijinhos e ron-rons.
DeRose Reply:
outubro 7th, 2010 at 13:57
Que linda gente!
quinta-feira, 7 de outubro de 2010 às 13:24
Oie!
Esse post é especial para mim… Sabe que adoro relê-lo e tb cada comentário e resposta?
Que coisa mais boa!
Beijinhos com carinho. Até o Insights, querido!
Ana Claudia
Instra. Unidade Copacabana – RJ
DeRose Reply:
outubro 7th, 2010 at 13:55
Beijokas.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010 às 4:34
Querido Mestre,
É tão bom estar em família, conviver com pessoas que compartilham com você da mesma causa.
Sinto dentro de mim um fervilhar de desejo, uma vontade de realizar cada vez mais por nossa obra. É tão gratificante passar adiante todas essas técnicas e conceitos para as pessoas. Sentir que como Instrutor do Método estou prestanto serviço à humanidade para que quem sabe um dia ela possa estar impregnada por tais técnicas e conceitos da Nossa Cultura.
Agradeço a você tudo isso Mestre, pois sem você nada disso existiria.
Que frase linda aquela no final do nosso encontro na unidade Santana:
“Existo porque insisto.”
Um abraço super apertado!
Instrutor Thiago Ferreira da Silva – Unidade Tatuapé – São Paulo
DeRose Reply:
outubro 8th, 2010 at 11:49
Vamos insistir juntos! Beijão.