sexta-feira, 28 de maio de 2010 | Autor: DeRose
Estou escrevendo um novo livro. Ele se denomina Manual de Civilidade. Pensei que fosse sair um pocket, mas há tanta coisa interessante relacionada ao tema que, parece, vai sair um livro de porte maior. Por outro lado, todos os dias quando releio para prosseguir, descubro que havia mais tópicos a ser abordados e que eu havia deixado de fora. Assim, me ocorreu que você pode me auxiliar, sugerindo temas e até inserindo sa sua opinião a respeito. Dessa forma, tenho a certeza, o livro vai ser mais abrangente e conterá também a sua participação. O que você acha?




sexta-feira, 28 de maio de 2010 às 12:36
Olá Mestre.
Ficaria bem feliz em participar desse Livro 2.0. (uma alusão ao termo internet 2.0, que foi cunhado a partir do momento em que os sites passaram a ser colaborativos)
Só corrigindo o texto do post, saiu: (sugerindo t’popico e até inserindo sa sua opinião)
Alguns temas que vem em mente nesse momento:
-Civilidade e o Trânsito (especial para as grande capitais);
-Civilidade e o sat chakra (tema esse, que eu gostaria de escrever sobre um dia, na verdade já tenho escrito);
-Civilidade no dia-a-dia, tolerância com os demais;
-Hoje, andando até o trabalho, tive três momentos em que minha civilidade contrastou com as três mulheres que eu peguei fumando na minha frente e andando na mesma direção, em momentos diferentes. Pensei… Tenho direito a respirar um ar sem essa fumaça. Tudo bem, fiz um kúmbhaka, acelerei o passo e me livrei do rastro de fumaça tóxica.
Abração,
Fernando Salvio
Al Campinas – São Paulo – SP – Brasil
DeRose Reply:
maio 28th, 2010 at 14:26
Obrigado, Fernando. Forte abraço.
sexta-feira, 28 de maio de 2010 às 12:57
Mestre, você é meu exemplo de civilidade. Muitas vezes me peguei imaginando como você agiria numa determinada situação para tentar agir de uma forma mais elegante e refinada possível.
Ser civilizado quando se esta relaxado com os amigos é fácil, difícil é manter a calma, elegância a cortesia o respeito e a CIVILIDADE nas horas mais difíceis ou perante algum problema.
Por ter tido a oportunidade de presenciar como você agiu em varias ocasiões, com certeza hoje sou mais civilizado.
DeRose Reply:
maio 28th, 2010 at 14:19
Obrigado, Caio. Isto já pode ser um aval para constar do livro. Beijão.
sexta-feira, 28 de maio de 2010 às 13:04
“Fala-se tanto na necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para ele.”
Autor Desconhecido
sexta-feira, 28 de maio de 2010 às 13:12
oi Mestre!!!
que legal, tenho certeza que o livro crecerá e será muito mais que um pocket, hihi.
vou pensar em assuntos para acrescentar, mas enquanto isso da uma olhada que sairam uns erros de digitação: “sugerindo t’popico e até inserindo sa sua opinião a respeito”. e o “Assim” ficou repetido, nas últimas duas orações.
beijinhos com muita saudade,
Mel
DeRose Reply:
maio 28th, 2010 at 14:17
É que eu estava com sono… Obrigado pela correção, assim nossos textos serão sempre dignos da nossa Marca. Beijinhos.
Melina Reply:
maio 28th, 2010 at 14:20
ah, eu sei, Mestre… acontece

e para dar essas sugestões, tem como vc disponibilizar o texto, ou ao menos o índice, para a gente se inspirar…?
beijinhos!!
Mel
DeRose Reply:
maio 28th, 2010 at 14:30
Sim, já está programado. Bicotas.
sexta-feira, 28 de maio de 2010 às 14:20
Durante a caminhada do almoço, pensei em outro:
-Civilidade e expansão de consciência: Acredito que quanto mais consciência, maior a probabilidade do indivíduo ver seus atos de um ponto de vista neutro.
sexta-feira, 28 de maio de 2010 às 15:05
Muy interesante! Espero poder leerlo pornto.
Voy a pensar algún tema para sugerirte.
Abrazo
sexta-feira, 28 de maio de 2010 às 15:29
javieralemanno.blogspot.com
Maestro querido!
Qué buena noticia! Tu libro es tan necesario, ya me gustaría tenerlo en mis manos para “sugerirle sutilmente” a algunas personas que tienen que revisar su civilidad.
Y coincido con Fernando, el grado de civilidad de las personas es directamente proporsional a su nivel de conciencia. En ese sentido pienso en un tópico que hoy en día casi nadie tiene en cuenta: El espacio vital.
Estoy seguro de que este libro será una herramienta muy provechosa para todos los que queremos desarrollar y expandir la conciencia en todos los sentidos posibles.
Voy a seguir pensando.
Gracias!!!
Un abrazo profundo y luminoso.
Javier Alemanno
Yôgin – Sede Decana. Bs. As.
sexta-feira, 28 de maio de 2010 às 16:30
Olá, seria interessante falar sobre o processo civilizatório e a origem do termo “civilidade”, tendo em vista conotação que isso tinha aos europeus colonizadores. Como estudante de antropologia eu indicaria alguns autores da área, o próprio Darcy Ribeiro escreveu um livro: “O processo Civilizatório: etapas da evolução sociocultural”, e também “Processo Civilizador” de Nobert Elias.
sexta-feira, 28 de maio de 2010 às 19:16
romulojusta.blogspot.com
Olá querido Mestre,
Livro imperdível, certamente. Gostaria de sugerir que abordasse o tópico hierarquia e civilidade. Percebi que nas últimas webclasses este assunto vem sendo abordado, que tal perenizá-lo em livro?
Poderias abordar o diferencial da hierarquia em Nossa Cultura, como ela influencia o crescimento pessoal, o bem estar social, desenvolve o senso de gratidão etc. Poderias até usar tua experiência viajando pelo mundo e citar exemplos de diversos locais e povos acerca do comportamento hierárquico. Uau, ficaria incrível.
Um grande beijo saudoso,
Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/CE
sexta-feira, 28 de maio de 2010 às 21:48
anahiflores.org
Acho que o manual da civilidade, precisa mencionar as novas (não tão novas) tecnologias (celular, facebook, comportamento nos blogs, etc).
Beijinhos
AF
Bs As
Joaninha Reply:
maio 29th, 2010 at 16:33
Muito, muito importante neste momento! Também voto na abordagem deste tópico, querido Mestre!
Anahi Flores Reply:
maio 31st, 2010 at 0:33
beijinho
anahí
bs as.
sábado, 29 de maio de 2010 às 2:37
Mestre
Acho importante reforçar a civilidade tanto com os desconhecidos quanto com as pessoas mais próximas. Infelizmente há uma tendência do ser humano tratar melhor um estranho. Mesmo conhecendo a teoria do espaço vital, é preciso retribuir com amor àqueles que sempre estão ao nosso lado.
E também a civilidade ao dizer não e o outro entender isso como um respeito mútuo, sem constrangimentos. O sim existe e o não também: ao saber utilizá-lo e ser compreendido, todos ganham.
Beijos
Rosana Oliveira – Equipe Santos
sábado, 29 de maio de 2010 às 3:30
Hola Maestro,
Seria interesante un tema que hable sobre conversaciones, ¿Como ser objetivo en las charlas? ¿Cómo hablar correctamente? ¿Como defender puntos de vistas? ¿Como escuchar? y otro sobre las relaciónes en las familias ¿Como optimizar las relaciones? ¿Como potenciarla? ¿Cómo participar dentro de ella?
Desde ya exitos en su nuevo libro y un saludo fuerte desde San Isidro, Buenos Aires, Argentina Theo.
DeRose Reply:
maio 29th, 2010 at 14:33
Gracias, por las sugerencias. Besos.
sábado, 29 de maio de 2010 às 9:45
yogaemsantos.com.br
Olá Mestre, adorei o tema deste livro. Será um grande sucesso com certeza. Todos nós estávamos precisando de um assunto tão abrangente para colocarmos em prática. Afinal, faz parte do nosso dia-a-dia ensinamentos como este. E o melhor, é poder atingir um público em geral, e não somente os alunos do nosso Método. Reverberando esta mudança efetiva no nosso planeta.
Um tema assim, ajuda a aumentar a nossa percepção de que podemos escrever um livro inteiro sem precisar utilizar a “tal palavrinha mágica”.
Aí vão alguns possíveis temas:
- Gratidão e civilidade;
- Expansão da consciência e respeito às diferenças (diferente não é gente);
- Liderar com civilidade;
- Saber calar e saber falar (hora certa para tudo); Ou falamos demais, ou deixamos de falar quando era necessário.
Bom… por hora é nisso que pensei. Vou aguardar os temas que você já tem em mente para não ser redundante.
Muitas saudades. Muitos beijinhos doces. Muitos abracinhos apertados.
Thais Lopes – Diretora da Unidade Santos
sábado, 29 de maio de 2010 às 14:32
Realmente, seria excelente se tivéssemos pelo menos o índice para não ficarmos perdidos em nossos comentários relativos ao nosso novo livro.
Tenho todo o prazer de colaborar com qualquer assunto.
Beijos do
Meireles!
sábado, 29 de maio de 2010 às 14:36
Me encantó la idea!
Qué te parece ir leyendo las partes del texto que nos vayas develando a través del Blog en los grupos de estudio de las escuelas y que, como parte de la actividad, elaboremos junto a los alumnos propuestas?
Besos
Gabi
sábado, 29 de maio de 2010 às 20:16
Oi Mestre!
Fiquei muito feliz com o tema do seu novo livro!
Tenho certeza que auxiliará na minha monografia, que tem como tema uma reeducação comportamental para uma consciência ambiental.
Um importante respeito entre cidadãos seria manter sua cidade limpa para que todos possam habitá-la e sustentar seu planeta abastecido de recursos naturais para que as próximas gerações tenham condições de sobrevivência.
Espero ter ajudado!
Aguardo ansiosamente pelo lançamento e pela sua vinda ao Rio de Janeiro!
Muitos beijinhos,
Vanessa Ferraz
Chêla – Unidade Downtown – Barra da Tijuca-RJ
DeRose Reply:
maio 30th, 2010 at 4:03
Obrigado pela sugestão, Vanessa. Também estou ansioso por voltar ao Rio. Beijokas.
sábado, 29 de maio de 2010 às 23:03
Olá Mestre querido!!!
Espero que já estejas com a sua saúde restabelecida!!
Sugiro o seguinte tópico:
- Civilidade nas relações com subordinados e prestadores de serviço (sejam eles domésticos ou afins e com TODOS os funcionários de locais onde lecionamos ou frequentamos como em escolas, Spas, academias, etc. desde a auxiliar de serviços gerais até o diretor do estabelecimento).
Muitas pessoas pensam que não é necessário ser cordial ou gentil com quem ”
não faz mais que a sua obrigação”.
Muitos beijinhos com amor!!
Instra. Cris Volter
Luis Eduardo Magalhães – BA
DeRose Reply:
maio 30th, 2010 at 3:55
Boa, Cris! Beijinhos.
domingo, 30 de maio de 2010 às 12:30
Olá Mestre, uma sugestão é relatar suas experiencias próprias sobre a meditação nos 3 mantras da programação para o sucesso: Quando receber uma agressão, quando alguem precisar de auxílio, e se algo der errado. Particularmente noto que melhorei muito minha civilidade pela meditação nesses mantras. Algumas vezes me afastei de egrégoras que não eram sadias, e em outra mandei flores pra namorada como forma de fazer as pazes.
Penso que você poderia relatar alguns comportamentos no estilo antes-depois da meditação, adquiridos em sua vivencia.
Caso a verdade escancarada agrida alguem, ela pode ser sempre expressa de forma mais suave através de estórias
Abraços e swásthya!
DeRose Reply:
maio 30th, 2010 at 14:22
Verdade! Obrigado pela sugestão. Nao gostaria de me enviar algumas estórias e/ou histórias? Abração.
domingo, 30 de maio de 2010 às 17:19
Mais uma!
Certo dia, o rei Culpa decidiu que não mais queria viver. O peso do mundo era demais pra ele e ele não conseguia lidar com o fardo que era a sua vida. Ele somatizou
um cancer e acabou morrendo. Seu sucessor, o rei Responsabilidade, ao saber disso ficou feliz. Ele lidava competentemente as situações da própria vida. Sempre que queria algo ele dava atenção para algo, e aquilo vinha a ele. Ele sabia que tudo de bom e ruim que vinha a ele, vinha por causa dele. Então trabalhava pra só atrair coisas boas para seu reino. Assim, o reino sombrio e triste do Rei Culpa deu lugar ao reino feliz e alegre do rei Responsabilidade.
domingo, 30 de maio de 2010 às 17:21
E outra:
A estória do cara que se apoiava em muletas
Certa vez um menino conheceu a Bíblia. Achou o livro muito bonito, e cheio de verdades. Porem não entendia que aquele livro não continha *toda* a verdade. Eventualmente, notou que precisava de conhecimentos que estavam fora de lá. Então acabou conhecendo a obra de Alan Kardec, e se apaixonou pelo Espiritísmo. Mais tarde viu que essa obra não tinha toda a verdade. Então leu o Corão, os Analetos de Confúcio, os Vêdas, e todos textos sagrados da humanidade que encontrou. Mas também não achou toda a verdade. Então lembrou de uma pequena frase de Cristo:
“O reino de Deus está dentro de vós” (Lucas, 17:20-21). Assim, procurou a verdade dentro dele mesmo, e encontrou a parte da verdade que estava procurando.
domingo, 30 de maio de 2010 às 23:58
uni-yoga.org
Obrigado. Já corrigi.
segunda-feira, 31 de maio de 2010 às 7:38
Aproveitando o tópico da Mel, seria interessante ter alguns títulos do que já foi escrito para termos uma idéia mais concreta do que podemos acrescentar. Bom, mas já posso falar sobre o que ocorreu aqui na minha escola, ontem foi dia de vacinação aqui em Salvador, havia uma fila gigantesca que passava pela frente da unidade, ao chegar hoje cedinho para ministrar minhas aulas me deparo com meu jardim imundo, cheio de sacos plásticos, garrafas, copos, enfim, muita sujeira, teve até um ser que achando diferente dos outros pendurou o seu saco de lixo no meu portão.
Acho que esse será um bom tópico, civilidade do ser humano ao sujar o espaço alheio. E também podemos dar uma dica do que fazer num momento desses, eu realmente não aguentei e soltei um grande palavrão, pois ver toda aquela sujeira doeu demais meu coração.
Muitos beijos mestre e obrigado por tudo.
Dani Cardoso
Unidade Itapuã-BA
segunda-feira, 31 de maio de 2010 às 10:16
Bom dia, Mestre!
Por conta de sua mensagem no blog sobre o Manual de Civilidade, asunto da maior relevância, especialmente no dia a dia de uma cidade grande, achei que poderia contribuir com alguns comentários. O primeiro tem a ver com a expressão “civilidade”. Sei que ela é de uso corrente hoje em dia e muitos livros usam-na para se referir ao que consideram como boas maneiras que devemos seguir em nossas interações sociais. Contudo, no caso de seu uso na Nossa Cultura, achei que seria importante esclarecer que a origem desse termo está associada ao conceito de civilização, criado no Ocidente por volta do século XVII, para identificar a consciência que este procurou estabelecer sobre si mesmo, usando-o para se diferenciar e desconsiderar as demais culturas tidas inferiores e “primitivas”. Por meio desse termo também se justificou o processo de colonização e subjugação de outros povos e culturas, distintas da cultura européia, ainda que esta tenha se apropriado de muito dos costumes e tecnologias desenvolvidas por aqueles povos. O conceito de civilidade, desse modo, traz em sua história uma forte visão etnocêntrica, que considera como correto, de valor e superior apenas aquilo que é ocidental.
“Ele resume tudo em que a sociedade ocidental dos últimos dois ou três séculos se julga superior a sociedades mais antigas ou a sociedades contemporâneas ´mais primitivas´. Com essa palavra, a sociedade ocidental procura descrever o que lhe constitui o caráter especial e aquilo de que se orgulha: o nível de sua tecnologia, a natureza de suas maneiras, o desenvolvimento de sua cultura científica ou visão de mundo, e muito mais. ” (Elias, Nobert. O processo civilizador: uma história dos costumes. RJ: Zahar, 1994: pg. 23)
Considerando a história de colonização da Índia e também do Brasil, além da força que algumas palavras carregam em si, ainda que nem todos conheçam sua origem, fiquei pensando se não seria importante esclarecer que não se pretende usar o termo civilidade associado a essa conotação.
Esse livro que acabei de citar, do sociólogo alemão Norbert Elias, além de documentar a história do conceito de civilidade, também traz uma interessante reconstrução histórica do processo civilizador ocidental a partir de uma análise justamente das regras e manuais de etiqueta escritos na Europa desde o século XVI até o XX.
Esse seria meu segundo comentário, ou melhor, sugestão. O livro, além de uma leitura agradável e que traz fatos curiosos, também poderia ajudar a identificar outros assuntos sobre os quais valeria comentar no livro que está a redigir. Ele também mostra como nossos hábitos e costumes (como, por exemplo, nosso senso de higiene, de nojo, o hábito de comer carne) não são naturais, mas sim construídos socialmente e, portanto, passíveis de serem modificados.
Um longo abraço,
Sabrina
Unidade Copacabana-RJ
DeRose Reply:
maio 31st, 2010 at 10:52
Muito boa contribuição, Sabrina. Vou mencionar a conotação europeia do termo, levando em conta que a acepção hindu, chinesa etc., deve ser até oposta. Para os latinos, bárbaros eram os germânicos e outros povos, mas para os ancestrais dos germânicos, “bárbara” (masculino) era qualquer um que não fosse ariano! As palavras vão mudando de conotação…
Quanto às consultas a outras obras, vou esperar o nosso livro se desenvolver para que não haja a tendência de copiar alguma coisa. Depois, sim, para enriquecê-lo. Obrigado e beijinhos.
segunda-feira, 31 de maio de 2010 às 14:04
yogacentrocivico.com
Ansiosa pelo novo livro!!!!
Revendo meus atos de (in)civilidade cotidianos, sugiro explorar o tema civilidade e relacionamentos afetivos.
Beijocas!!!!
Cris de Lara
(Unidade Centro Cívico – Curitiba-PR)
DeRose Reply:
maio 31st, 2010 at 17:20
Já está contemplado! Bjs.
terça-feira, 1 de junho de 2010 às 12:34
uni-yoga.org
Bom dia, Rafael. Lindas histórias, você nos enviou. Você pratica em alguma unidade?
terça-feira, 1 de junho de 2010 às 13:20
No momento não, me formo em análise e desenvolvimento de sistemas em um ano, e pretendo começar assim que me formar. Nesse dia subirei da classe C cultural para a classe B. O que é um progresso pra quem já esteve na D
Em papel tenho o Faça(edição de 2003) o Encontro com o Mestre, Forte e os Sútras. Em pdf tenho tudo que existe disponível no site.
Pratiquei no espaço Vera Edler aqui em Porto Alegre a anos atrás, mas como insisti em entrar
direto no yôga, sem passar pelo pré-yôga(que na época ainda era chamado bio-ex), meu organísmo não aguentou o tranco e acabei abandonando. Felzimente, na próxima estarei um pouco mais sábio e o meu organísmo aguentará.
Abraços,
Rafael
DeRose Reply:
junho 1st, 2010 at 16:10
Muito bem, Rafael. Gostei da sua sinceridade. Parabéns por ascender do D para o C. Estou torcendo para você chegar logo ao B e mais tarde ao A. Estude bastante, querido, para melhorar seu português e a sua cultura. Isso vai alavancar o seu progresso na vida e na profissão. Um forte abraço deste seu amigo.
quarta-feira, 2 de junho de 2010 às 0:34
Olá querido Mestre!
Que tal um tópico sobre a falta de civilidade na selva empresarial?
Alguns de nós, ainda em formação para instrutores, duvidamos da existência de civilidade em alguns ambientes corporativos (entre colegas de trabalho, entre gestores e equipes, entre departamentos e por aí vai…).
Conviver com as diversas espécies deste reino, na maioria das vezes, não é nada fácil….
Um abraço carinhoso!!!!
Vivian Mello (Unidade Santana)
DeRose Reply:
junho 2nd, 2010 at 0:42
Escreva um pouco mais sobre isso para me dar munição. Beijinho.
Vivian Mello Reply:
junho 4th, 2010 at 2:12
Olá Mestre
Que gostoso ver o seu interesse pelo tópico!
Acredito que são as pequenas atitudes que mostram esta falta de civilidade:
- O colega que fala alto ao telefone,
- A interrupção indevida daquele que acha ser sempre prioridade, ou do chefe que o faz por ter o título de chefe
- o indivíduo que atrasa em reuniões ou na entrega de um trabalho prejudicando aos demais
- o hábito de levar vantagem do trabalho alheio sem reconhecer o mérito do realizador
- o tão usado hábito de jogar a culpa de tudo no outro (subordinado, colega ou departamento) e de não se comprometer
- fofocas
- o abuso de autoridade de alguns gestores
- o chefe que decide fechar um assunto momentos antes do horário do almoço ou do fim do expediente
- a insegurança daquele que quer parecer indispensável e não compartilha informações.
São pontos que encontramos todos os dias de forma bem parecida no mundo em que vivemos, porém, neste pequeno mundo paralelo, mais conhecido como trabalho, eles parecem tão maiores…
Um abraço bem forte!
Vívian Mello
quarta-feira, 2 de junho de 2010 às 8:43
Bonjour Maitre,
Je lisais hier que les Tororos, un peuple d’Afrique, retenaient pour critère de la beauté d’une personne, seulement sa gentillesse, son sourire, ses attitudes positives envers les autres…. J’ai pensé qu’ils étaient tous adeptes avec Nous de la belle Méthode de Rose !!
Mais je retiens aussi que quelque part dans le monde, d’autres personnes oeuvrent aussi pour cette paix au quotidien… Dieu que certains devraient prendre exemple!!! je ne voudrais pas aborder un sujet politique mais je suis très très effrayée des récents évènements en Méditerrannée !!!
Comment leur dire ?? Comment leur faire comprendre ?? Nous avons encore beaucoup de travail !!
Je vous envoie toute mon affection .
Sonia Winogradoff
DeRose Reply:
junho 2nd, 2010 at 13:39
Merci, Sonia. Bisous.
quarta-feira, 2 de junho de 2010 às 12:04
Olá querido!
Saudades imensas e intensas!!!
Depois de ler seu post e todas as contribuições fiquei pensando em duas coisas distintas:
A primeira – me parece que vale a pena investigar a tal origem da palavra, ou pelo menos deixar bem claro o posicionamento político da sua adoação (a partir do aporte da Sabrina aqui de Copa) para evitar qq contratempo, já que é um termo emprestado da sociologia.
A segunda – gostaria muito de ler suas reflexões (recheadas de suas deliciosas histórias) sobre como algumas pessoas até conseguem tratar bem seus pares ou aqueles que considerem em condições superiores a si mesmas (por distintos motivos e circunstâncias), mas tem dificuldade de dispensar o mesmo tratamento aos que julgam em condições inferiores (por qq motivo que seja). Além disso, seria interessante também abordar a questão tão contemporânea do assédio moral, especialmente nas relações de trabalho em todos os tipos de empresas e associações.
Junho será um mês especial! Terei a oportunidade e o enorme prazer de estar pertinho de você por duas vezes! Que delícia!!!
Beijinhos com carinho e na contagem regressiva,
Aninha
DeRose Reply:
junho 2nd, 2010 at 13:32
Beijokas, querida. Obrigado pelas dicas. Já-já nos veremos.
quarta-feira, 2 de junho de 2010 às 21:48
derosecentrocivico.org
Olá, Mestrão!
O Festival de Floripa foi muito bom, especialmente a conversa com o Mestre, que foi bem divertida!
Minha dica de civilidade para este novo livro é sobre cocô de cachorro. Ao levar seu bichinho de estimação para passear e fazer suas necessidades ao ar livre, lembre-se de ter em mãos um saquinho para recolher as fezes. Infelizmente, quase todos os dias tenho que me desviar das “minas terrestres” deixadas pelos cachorros na calçada da nossa escola.
Grande abraço!
Rogério Chimionato
Instrutor da Unidade Centro Cívico – Curitiba – PR
http://www.DeRoseCentroCivico.org
DeRose Reply:
junho 3rd, 2010 at 12:01
Boa dica!
quinta-feira, 3 de junho de 2010 às 1:17
Hola mestre DeRose:
… ¡Lo encuentro excelente!… Gracias por compartirlo. ¿Nos podría ofrecer un adelanto?… Será el complemento perfecto para su libro: ¨Cosas que la vida me enseño¨.
A.
F.
quinta-feira, 3 de junho de 2010 às 14:03
Manual de Civilidade. Aqui está um tema muito interessante e abrangente. Ainda por cima, o número de grupos e tribos urbanas parece cada vez maior.
Podia começar pelos detalhes referindo, por exemplo, em qualquer evento social vemos as pessoas bem vestidas mas que se esquecem de limpar e engraxar os sapatos.
Na linguagem comum, a palavra adeus e obrigado, suscitam-me sempre interrogações. Adeus como sinal de despedida dá a ideia que nunca mais nos vamos ver e com uma carga muito dramática. Prefiro usar outro termo mais aberto. Obrigado, embora seja usado para agradecer, soa sempre a algo tipo obrigação. Prefiro usar o termo agradeço. Mas também eu uso muitas vezes a palavra obrigado por hábito. Várias vezes em tom de brincadeira quando alguém diz obrigado, eu digo, foi de livre vontade.
As expressões e a linguagem são, certamente, muito importantes em qualquer civilidade.
Grande abraço
Luís Roldão – Unidade Marquês de Pombal/Lisboa
DeRose Reply:
junho 3rd, 2010 at 15:19
Às vezes, quando dá, substituo o “obrigado” pelo “grato”. Faz mais sentido. Muito grato pelo seu abraço.
quarta-feira, 9 de junho de 2010 às 16:57
fernandosalvio.wordpress.com
Boa tarde Dê!
Vi um vídeo interessante sobre uma tecnologia incrível que irá mudar o mundo!
httpv://www.youtube.com/watch?v=_an5z2lxXH4
Parece ser baseado em um texto, atribuído ao Millôr Fernandes. Não consegui confirmar.
Aqui:
http://www.jefferson.blog.br/2010/06/hightech-de-millor-fernandes.html
Abraço,
Fernando Salvio
Al Campinas – São Paulo – SP – Brasil