Dize-me o que lês e dir-te-ei quem és – isto é verdade. Mas eu te conhecerei melhor se me disseres o que relês! (François Mauriac, Nobel de Literatura de 1952)
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Eu releio Manoel de Barros.
Revejo o ser e o estar.
Muitos beijos!
Mas que sincronicidade simpática Mestre. Estava no carro a caminho de casa e citei este pensamento de François e comentei que você gostava dele. Chego em casa, ligo o laptop, entro no blog e eis a citação por você!
Um abração meu querido!
É porque estamos sintonizados, Thomaz. Beijão.
Estou lendo…
Taxionomia de Objetivos Educacionais
Autor:Benjamin S. Bloom, David R. Krathwohl e Bertram B. Masia
Título original: Taxonomy of Educational Objectives
É isso..
Quando terminar de ler eu te digo se vale apena!
BEijinhos..
Mestre querido! Cómo me gusta tu blog! Es la primera página que leo a la mañana, y después, durante el día de trabajo, entro varias veces más para saber qué novedades hay, qué historias nuevas, que viajes, que alegrías y decepciones. Me siento mucho, mucho más cerca tuyo a causa de este recurso. Te imagino escribiendo con dedicación en tu cumputadora, día tras día. Imagino a Jaya bien cerquita tuyo, cuando estás en São Paulo.
Hehe! Me dispersé, porque no era eso lo que quería contarte! Pero ya que salió, lo dejamos ahí, junto con mi abrazo más apretado.
En relación a este post, resulta que yo siempre, siempre, fui relectora. Disfruto mucho más de leer otra vez una buena obra y descubrir sus pormenores, sus minucias, sus entrelíneas, que de comenzar nuevamente con un libro nuevo.
A veces, cuando me ataca la curiosidad por una buena novela, pido ayuda a algún amigo de confianza para que me recomiende. Otras veces, dejo que la intuición me guíe (los libros que descubro así suelen ser los mejores!).
Tus obras, por supuesto, las he leído muchísimas veces. Y algunas, como el “Quando é Preciso Ser Forte” están al lado de mi cama, y leo al azar, cualquier página, donde se abra el libro. Así descubro cosas que antes no había notado.
Releer es mucho mejor que simplemente leer! Eso sí, cuando yo cuento esto, mucha gente encuentra que es una característica un poco extraña de mi personalidad… y para mí es lo más natural del mundo!
Un abrazo cariñoso,
Nat
Apoyo tu característica de relectora, Nati.
También soy fan de pasar los ojos varias veces por el mismo libro.
Besos y buen feriado,
Anahí
Adoro frases sobre leitura, e sobre releitura.
Por falar de leitura, deixo aqui o link para um pequeno texto sobre este assunto, publicado numa revista digital de Buenos Aires.
Este é o texto do mes de maio (acho que tempo atrais deixei o link p o do mes de março). Trata-se de uma coluna mensual, sempre sobre leitura.
Beijinhos, espero que gostem!
A.
http://www.plume.com.ar/newsletter/05-09/columnista.html
je relis des passages des tes livres plusieurs fois dans la journée
ça m’amuse
Querido Master,
The Argumentative Indian by Amartya Sen (Winner of the Nobel Prize in Economics) is a book I tend to go back to frequently. I have only found this book printed in English, unfortunately. Through this book I was turned on to Rabindranath Tagore, who wrote some wonderful short stories that I have thoroughly enjoyed.
Big love from Argentina!
Hi John! Today is your birthday!
Happy birthday to you!
Kisses,
Anahí
Thank you Anahí! You are too kind.
kisses for you too!
“Livros! não sei se já disse isso antes, mas os livros são o maior presente que uma pessoa pode dar a outra” Bono Vox, músico irlanês.
Frase genial! Realmente, a personalidade condiz muito mais com o que se relê. Nunca havia parado para pensar nisso.
Fui reler alguns trechos do “Eu me lembro” e – veja só!- encontrei bem a parte que fala sobre o cálamo, aquela simpática “caneta pré-clássica” que você levou à aula na última terça-feira para nos mostrar:
” O FABRICO DO INSTRUMENTO DE ESCRITA
– Primeiramente, você precisa aprender a fabricar o instru-
mento de escrita. Tome uma vareta de bambu tenro. Corte-o
entre dois nós, no tamanho adequado, que é o de um palmo.
Depois, aponte e chanfre uma das extremidades. Deixe-o
secar bem num lugar ventilado, sob a luz do dia, mas ao a-
brigo do sol. Quando ficar bem seco estará pronto para o
uso – disse-me.
Treinei semanas até que conseguisse fazer uma ponta que o
Mestre aprovasse. Passava os dias cortando e apontando va-
retas de bambu. Por mais que eu achasse que já estavam per-
feitas, meu preceptor encontrava um defeito imperceptível
para os meus olhos. E ele ainda dizia que os seus olhos é
que estavam cansados! Como eu fizesse cara de quem não
compreendia o que estava errado, ele molhava a ponta na
tinta e me mostrava que tipo de traçado saía dali. Então, eu
me convencia. Estava mesmo uma porcaria.
Quando consegui acertar a elaboração do instrumento, ele
passou a me ensinar o fabrico da tinta. (…)”
Trecho extraído do livro “Eu me lembro”, do Mestre DeRose
Obrigado, Anahí. Já cadastrei meus livros e vou recomendar esse site aos demais escritores da Universidade de Yôga. Valeu, MESMO!
Eba, que bom que achou legal.
Eu cadastrei o meu livro pocket “10 propuestas de relax para llevar en el bolsillo”, mesmo sendo em espanhol.
Beijinhos.
Anahí
Anahí, estou lendo esse seu livro, adquiri no Fest-Yôga de Floripa. Muito bom. Parabéns. Beijos
Oi Lerivian.
Fico feliz em saber que está gostando do livrinho.
Beijos com carinho,
Anahí