Prefácio
Um dia deparei-me com uma chocante verdade: nasci no século passado! Está bem, não só eu como todos os habitantes do planeta que nasceram até o raiar do ano 2001. Mas o fato é que mais de 60 anos de vida ensinam muita coisa.
De uns tempos para cá comecei a notar que para tudo sobre o que as pessoas me consultavam eu tinha uma regra ou conselho decorrente de experiências já ocorridas comigo nas mesmas circunstâncias uma porção de vezes. Era como se eu já tivesse visto aquele filme e soubesse exatamente como iria terminar.
Então, comecei a escrever os conselhos ou observações que eu tinha para repartir com quem vinha conversar sobre seus negócios, sua família, sua saúde, sua questões afetivas…
Muitas coisas que a vida me ensinou, já coloquei em outros livros. Assuntos referentes à etiqueta. reuni no livro Boas Maneiras. Palavras que falam ao coração, publiquei no Mensagens. Conselhos sobre casamento escrevi no Alternativas de relacionamento afetivo. Conceitos e técnicas a respeito de sexualidade, editei no livro A sexualidade sacralizada. Reflexões e insights sintetizei no Sútras – máximas de lucidez e êxtase. Temas referentes a uma vida riquíssima de experiências, viagens e fatos que dariam vários filmes, compilei na autobiografia Quando é Preciso Ser forte. Técnicas para maximizar a saúde e o autoconhecimento, reuni no Tratado de Yôga. Mas ainda havia muita coisa para ensinar e que não se encaixava em nenhum dos títulos acima.
Todo esse material eclético, eventualmente engraçado, mas essencialmente escrito para facilitar a sua vida, poupar o seu dinheiro e decepções, salvar seu casamento e suas amizades, evitar acidentes e processos criminais, minimizar a ocorrência de assaltos, furtos e agressões, tudo isso veio para este volume. Se você já nasceu com 50 anos de idade bem vividos e viajados, talvez este livro não tenha muito para lhe ensinar. Mas… vou-lhe confessar uma verdade: até eu preciso lê-lo de vez em quando para não repetir erros cometidos no passado. Afinal, ninguém erraria se ouvisse os próprios conselhos. Dizem que se conselho fosse bom ninguém dava de graça. Então, tudo bem: compre o livro!
A capacidade de autocura do organismo
Uma das coisas que a vida me ensinou foi que o corpo se cura sozinho na maior parte das ocorrências. Corremos para os remédios em busca de apoio e ajuda, mas o organismo, muitas vezes, teria conseguido curar-se sem a necessidade deles. Não estou falando do efeito placebo. Estou me referindo ao processo natural de reação e autocura. A homeopatia diz: Similia similibus curantur. DeRose redargue: Natura naturibus curantur.
Você já notou que algumas pessoas bem idosas declaram que nunca foram ao médico? E outras que vivem tomando remédios continuam doentes e, com frequência morrem cedo?
Certa vez, numa consulta médica, ao ver que os remédios receitados eram meio fortes e muito químicos, perguntei ao clínico se ele não conhecia outro meio de resolver o problema. Ele me disse que sim, tomando chazinhos medicinais da nossa flora, pois fariam o mesmo efeito. Ou, ainda, poderia ir à praia, caminhar a pé, fazer amor, praticar Yôga! Questionei, então, porque havia me receitado toda aquela parafernália química e ele justificou declarando que os pacientes em geral cobram isso do médico e que se o profissional não receitar os produtos da indústria farmacêutica, o cliente acha que trata-se de um mau médico e troca-o por outro que recomende bastante remédio.
Anos depois, minha esposa ficou grávida e passei a ir com ela mensalmente ao ginecologista. Ao longo dos nove meses de gestação, notamos que a qualquer sintoma mencionado pela paciente, o médico dizia:
- Está muito bem.
E não dava nenhuma medicação. No último mês confessei-lhe uma certa perplexidade, pois se o corpo da paciente podia resolver sozinho os problemas que iam surgindo, poderíamos ter economizado nove consultas. A resposta que esse ginecologista me deu foi semelhante à anterior e acrescentou que o organismo se cura sozinho de quase tudo. Mas, quando medicado, o paciente atribui a cura à eficácia do remédio e à competência do médico.
Por outro lado, quanta gente nós conhecemos que à primeira sugestão de que se submeta a uma cirurgia, corre para a sala de operações, especialmente se tem um seguro saúde que cubra tudo. Pergunto ao leitor: como está a saúde dessas pessoas? Está melhor do que a sua ou a minha? Ou está bem pior?
Note bem: não estou condenando as cirurgias ou medicamentos necessários. Procuro apenas salvar a sua vida, propondo que ao invés de levar uma facada na barriga e outra no bolso, você repense cem vezes. Uma cirurgia pode lhe custar muitas dores, pode dar errado e pode resultar em acidentes cirúrgicos, choques anafiláticos, paradas cardíacas, enganos do instrumentador, infecção hospitalar ou até falecimento na mesa de operação. Medicamentos desnecessários podem gerar efeitos colaterais, intoxicações medicamentosas, dependências etc.
Repito para que fique bem claro: se precisar, tomarei remédios e aceitarei a contra-gosto uma cirurgia. Mas antes tentarei tudo o que for possível, começando por uma alimentação tão mais rígida quanto mais radical for a circunstância.
Alimentação saudável, mudança de ares, férias, carinho, sexo, alegria, mudança de profissão, podem salvar a sua vida. Ou podem ampliar expressivamente a sua expectativa de vida. E se nada disso funcionar, pelo menos você terá se divertido bastante e terá sido feliz o tempo de vida que ainda lhe restar.
Basicamente, com relação a este tema, o que a vida me ensinou é que a natureza cura. Só precisa de tempo e de uma ajudinha, reduzindo os estímulos prejudiciais.
Quando você tiver algum problema de saúde, além de consultar o seu médico e mais uma segunda opinião (e uma terceira, quarta, quinquagésima…) é importante consultar também as pessoas que já passaram por problemas semelhantes. É curioso, mas os que sofreram do mesmo mal podem lhe dar dicas que os médicos, incompreensivelmente, ignoram.




sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 17:50
Este é o meu Mestre!
Que delícia de sabedoria de vida.
Pena que para ficarmos sábios temos que ficar mais velhos.
Ainda bem que o Nosso Método dobra nossa expectativa de vida, Mestrão. Nossa Cultura nos oferece tudo para estarmos sempre muito bem e felizes. E por muuuuuuito tempo.
Bjs
DeRose Reply:
dezembro 12th, 2009 at 1:06
Conto com isso, amigão.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 18:09
yogajoinville.com.br
Mestre, estou aguardando ancioso por este livro!
Com muita alegria informo também o lançamento do meu livro, intitulado SwáSthya Yôga em Dupla.
Com 130 páginas impressas a 4×4 cores, contém mais de 200 fotos de técnicas corporais executadas a dois com suas respectivas descrições.
Mais uma vez percebi a força de fazer parte de uma rede de apoio mútuo como a nossa. Antes mesmo do livro sair da gráfica, já havia vendido 1/4 de toda a edição.
Estou muito feliz com meu “primeiro filho” e espero que ele contribua com a nossa obra.
Um grande abraço Mestrão!
Gustavo Marson
Joinville – SC
DeRose Reply:
dezembro 12th, 2009 at 1:05
Eu recebi os exemplares que você me enviou. Parabéns! O livro está lindo e muito didático. Orgulho-me muito de você.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 18:19
universoyoga.org.br
Estava assistindo Simpsons há um certo tempo e um quadro do desenho me chamou a atenção – duas crianças andavam pelas ruas e uma delas avistou um amontoado de gente e disse ao outro: – olha, um mais velho falando, vamos lá e correram em direção ao grupo, sabendo que dali sairiam coisas novas a eles pois ao centro estava alguém que já havia vivido mais do que ambos.
Quero muito ler esse livro, pois de um Mestre vivido e viajado, certamente encontraremos algo que não estão nos livros. Bjs
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 18:20
julianatoroswasthya.multiply.com
Ôba!!! Livro novo!! =D Já estou na expectativa Mestre!
beijos para todos e um ótimo fim de semana!!=D
Juju
Treze Tílias – SC
DeRose Reply:
dezembro 12th, 2009 at 1:04
Venha também. Vamos estar em Curitiba.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 18:53
Que texto genial! É por essas e outras que você é meu Mestre, sempre trabalhando para que tenhamos uma vida mais lúcida, completa e feliz. Aguardo ansiosamente o novo livro.
Grande beijo, com saudades! Nos vemos na semana que vem.
Bruno
DeRose Reply:
dezembro 12th, 2009 at 1:03
Beijão, Bruno.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 19:01
Oi Mestrão,
Desde que me conheço por gente guardo as mesmas convicções sobre os remédios e a nossa medicina. Remédios só em último caso, até porque não acredito numa medicina que tenta tratar apenas consequências .
Meu pai e um dos meus irmãos são médicos e céticos , imagine quão divertida é esta convivência !
Risos .
Grande abraço verde esmeralda !
Alex Souza
Uni-yôga Pituba – Salvador -BA
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 19:38
Tenho esta mesma opinião, de que o corpo por si só se cura de tudo o que aparece em forma de patologias. Muitas vezes usamos remédios para mascarar uma sensação de dor mais forte, mas se percebemos bem, já somos conscientes de que estamos apenas mascarando-a, que quando o corpo estiver bem, nem a dor mais será perceptível.
Eu evito ao máximo remédios, médicos, consultas. Normalmente sou julgada por não seguir esses rituais, mas nem ligo.
Adorei este post Mestre.
Beijinhos
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 20:07
anahiflores.org
Concordo plenamente com este texto sobre a saúde, é muito bom. Vou adorar ler esse livro!
beijinhos,
Anahí
Buenos Aires
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 20:47
Oi Mestre!!!
Gostei muito do capítulo/artigo. Lembro-me de vários artigos nessa linha do Coisas Que a Vida Me Ensinou.
Sou filho de dois doutores e raramente consulto um médico. E meus pais também…
Tem um ponto do texto que embora concorde com ele também, acho que da forma como ficou escrita, torna-o vulnerável a uma contra-argumentação. Acho que você poderia dizer que é a favor dos exames pré-natais que são importantes para avaliar a evolução do feto. Senão fica parecendo que você não os recomenda.
Acho que os médicos, assim como boa parte das profissionais de qualquer área, tem uma posição corporativista e tentam monopolizar ao máximo o tratamento dentro da medicina, apesar de existirem outras formas tais como a fisioterapia e a acupuntura (excluídas as alternativóides).
Assim, existem muitas leis e tabus que restrigem o trabalho de outros profissionais.
(A tradução dessa frase em latim seria “a natureza cura” ?)
Um abração!!!
DeRose Reply:
dezembro 12th, 2009 at 1:02
A frase é uma brincadeira. Seria mais ou menos “a Natureza se cura a si mesma”, no sentido de que a Natureza sabe nos curar melhor do que qualquer recurso humano. Mas isso não invalida os remédios e as cirurgias, quando realmente necessários.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 21:44
metododerosepelomundoeventos.blogspot.com
Eu quero!!!! Mais um prá minha coleção de livros autografados pelo De. Vai ter lançamento aqui em Curitiba ?
Bjs
Regina- Método DeRose Alto da XV- Curitiba-PR
DeRose Reply:
dezembro 12th, 2009 at 0:59
Calma… ainda vou publicar vários capítulos no blog. Mas já, já sai em papel. Beijinhos.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 22:38
E Mestre,
Mais uma vez vens explanar a tua sabedoria sobre a gente, estou super curioso para ter este livro nas minhas maos.
Abracos
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 23:28
Olá Mestre querido!!
Agradeço por sempre compartilhares suas experiêcias e aprendizado conosco.
Sábias palavras de um verdadeiro sábio!
Beijinhos carinhosos..
Instra. Cris Volter
Luis Eduardo Magalhães – BA
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 às 23:49
anahiflores.org
Hoje, sábado, tem dois aniversários importantes: O Dani De Nardi e a Karla Juliane.
A cada um deles, parabéns!
Tenham um óptimo dia e um excelente ano, cheio de tudo de bom.
Beijinhos da
Anahí
Buenos Aires
sábado, 12 de dezembro de 2009 às 6:19
Mestre querido!!
Você é incrivel e com seu exemplo nos impulsiona sempre adiante!!!
Obrigada por compartilhar conosco sua sabedoria e por nos envolver com tanto carinho!!
Parabéns por mais uma de tantas obras que ja vieram e tantas outras que ainda estão por vir!
Beijos com amor
DeRose Reply:
dezembro 12th, 2009 at 20:52
Muitas coisas estão por vir, com a sua ajuda. Beijos.
sábado, 12 de dezembro de 2009 às 9:41
Querido Mestre,
parabéns por mais esta obra, que estou certo será um sucesso. Anseio o meu exemplar para o debulhar de uma ponta a outra, com um gosto imenso.
Um beijo do tamanho do mundo.
—
Método DeRose Campo Alegre – Porto – Portugal
sábado, 12 de dezembro de 2009 às 9:51
Espectacular “As coisas que a vida me ensinou”.
Também concordo em falarmos com pessoas que já tiveram o mesmo problema que nós, seja ele físico ou emocional. Às vezes pensamos que há coisas que só acontecem connosco, mas a conversar com os outros percebemos que problemas que nós temos tb afectam os outros. Isso já me aconteceu! E depois de conversar conseguimos, além de sentirmos apoio afectivo, ultrapassar os problemas.
Beijinhos Dê e obrigada pela partilha.
Zélia Couto e Santos – Lisboa
PS – Acho que há um erro no texto. Em vez de “mal médico” não será “mau médico”?
DeRose Reply:
dezembro 12th, 2009 at 20:49
Já foi corrigido, Zélia. Obrigado pela ajuda. Beijinhos.
sábado, 12 de dezembro de 2009 às 10:23
Olá, Mestre!!!!!!
Me identifiquei muito com o que você escreveu… Sou médica infectologista e procuro sempre passar para meus pacientes com doenças crônicas que mesmo que a doença não tenha cura a qualidade de vida vai depender mais do paciente, suas atitudes, alimentação, relações sociais do que dos medicamentos que prescrevo… Remédio sozinho não tem eficácia alguma e às vezes é mesmo desnecessário… Nosso corpo é muito perfeito e nossa mente muito poderosa, temos que aprender a utilizá-los a nosso favor.
Beijos e abraços,
Renata – Goiânia – Unidade Oeste
DeRose Reply:
dezembro 12th, 2009 at 20:35
Obrigado, Renata. Beijos.
sábado, 12 de dezembro de 2009 às 10:24
Bom dia Mestre,
Obrigada por partilhar mais um pouco de si.
Ainda ontem depois de ter esperado alguns meses que um problema no ombro se resolvesse sem nenhuma intervenção externa tive que pedir uma ajudinha a um Médico que me foi recomendado por uma amiga. Claro que a solução vai passar por uns quantos medicamentos que eu sempre que posso evito.
Há uns meses atrás consultei outro médico que faz um exame baseado em 2 ou 3 sistemas em que um deles foi inicialmente inventado pelos russos e depois desenvolvido ou apenas utilizado pela NASA. Em conversa com este médico que me pareceu muito diferente de todos os outros, felizmente poucos médicos que consultei, ele dizia que a maior parte das doenças tem origem no emocional. Não sei dizer palavra por palavra o que ele disse mas basicamente as doenças são muitas vezes carências de energia nos órgãos e que isso é controlado ainda que inconscientemente pelo emocional.
Aquilo que observo na medicina de hoje e que deverá ser reinventado é o foco na cura em vez de na prevenção. Os médicos deveriam ser mais educadores de comportamentos de risco que curadores. O problema é que a maior parte das pessoas só percebe, ou nem chega a perceber, que muitas doenças são da sua própria responsabilidade.
Beijinho e abraço com muito afecto.
Ana Cerqueira Ribeiro
Espaço Lifestyle – Lisboa
DeRose Reply:
dezembro 12th, 2009 at 20:34
110% de acordo, Ana. Beijinhos.
sábado, 12 de dezembro de 2009 às 12:52
Olá Mestrão,
rsrsrsrsrs… quando leio você falando de coisas da vida, sinto na pele o sentido do termo “upanishad”, “sentar-se junto”, pois parece que estou sentado ao teu lado, escutando e aprendendo, como devem ter feitos os yôgins desde o alvorecer de nossa Filosofia…
Ansioso pelo livro!
Abraços carinhosos
Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/CE
DeRose Reply:
dezembro 12th, 2009 at 20:33
Haveremos de estar “sentados juntos”, amigo.
domingo, 13 de dezembro de 2009 às 13:20
julianatoroswasthya.multiply.com
Vai ter lançamento em Curitiba??!!!=D Eu quero!! Quando, quando??!!! =D
DeRose Reply:
dezembro 14th, 2009 at 1:46
Ainda não sabemos, porque teremos mais uns três lançamentos antes desse. Beijinhos.
domingo, 13 de dezembro de 2009 às 17:10
Querido Mestre,
esta notícia vem de encontro ao que refere no presente post:
“50 mil portugueses vitimas de erros médicos. Os erros médicos nas cirurgias afectam 50 mil portugueses por ano e chegam a provocar complicações graves ou até a morte em 2500 doentes. Em cada cem doentes que entram num bloco operatório, 11 saem com um problema decorrente da cirurgia”
In. Jornal Expresso n.º 1937, de 12 de Dezembro de 2009.
Beijos e abraços.
—
Método DeRose Campo Alegre – Porto – Portugal
DeRose Reply:
dezembro 14th, 2009 at 1:45
Chocante!
domingo, 13 de dezembro de 2009 às 17:56
Que buena idea! Voy a esperar ansiosa este nuevo libro.
Algo que me llama mucho la atención sobre la medicina occidental es que, en la mayoría de los casos, se encarga de los síntomas y no de las causas profundas que los provocan.
Lo que hacen es “tapar” la molestia, en lugar de que la experiencia resulte en un proceso de crecimiento, autoconocimiento y hasta de autocura.
Yo trato de recibir asi todo lo que la vida me propone: como oportunidades de aprendizaje.
Un abrazo grande y nos veremos en unos dias!!!
Gabi
DeRose Reply:
dezembro 14th, 2009 at 1:44
Ya nos vemos…
domingo, 13 de dezembro de 2009 às 19:23
Mestre,
Que delícia ouvir essas palavras…. Vieram em um bom momento para mim, assim como todas as outras.
Passar pelo seu blog, é como visitar um amigo muito especial, e quando saio dele, fico com a sensação de que foi uma das melhores coisas que fiz no dia…
Obrigada e bejinhos
DeRose Reply:
dezembro 14th, 2009 at 1:42
Romina, que lindo! Beijinho.
domingo, 13 de dezembro de 2009 às 20:19
Às vezes andamos só à procura de um abraço. Às vezes de uma música para coreografar, de nos juntarmos para fazer uma caminhada, de alargarmos ainda mais o sorriso para nosso coração mostrar, de uma palavra que nos faça crescer juntos! Assim como este livro…
Abraços
Luís Roldão
Unidade Marquês de Pombal – Lisboa
DeRose Reply:
dezembro 14th, 2009 at 1:41
Valeu, Luís. Vamos crescer juntos!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 às 10:09
Adorei o texto, Mestre. É sempre útil relembrarmos das coisas boas, pois nosso cérebro adora nos pregar umas pecinhas.
Para mim, nossa saúde deve ser tratada prioritariamente de dentro para fora. “Ninguém” melhor do que a própria natureza para nos curar. Basta que estejamos dispostos a colaborar com ela, limpando nossas vias para que o acesso seja mais fácil.
Um abraço.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 às 10:43
Obrigado, Mestre, por compartilhar conosco também essas experiências de vida, nos permitindo evitar dissabores, erros e possibilitar maior evolução.
Sinto como se você estivesse pertinho, cuidando de mim. Que gostoso!
beijão.
Alê – Unidade Alphaville / SP
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 às 11:12
edgardocaramella.com.ar
Felicitaciones Mestre. Es un libro necesario y que llega en un momento en que la ciencia está comprendiendo que el “arte de curar” es algo mucho más simple y profundo a la vez, que solo dar drogas.
Estoy justamente leyendo un libro de un médico francés que tenía muy pocas esperanzas de vivir, y superó dos cánceres, principalmente con ejercicio físico, alimentación conciente y meditación…Tres elementos principales de Nuestra Cultura.
Espero con ansias los nuevos capítulos de tu nuevo e inspirado libro.
Con cariño.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 às 19:33
julianatoroswasthya.multiply.com
Vou ficar antenada para não perder!! =D
beijos muitos muitos!
Juju
Treze Tílias – SC
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009 às 22:43
Como é incrível nosso corpo,Mestre.
Tão perfeito.Por muito tempo fiz tratamentos que irritavam e cansavam meu corpo,minha mente.Somente quando eu disse “Chega!Vou confiar em mim.” que eu comecei a melhorar,sabe.Fiquei tão contente comigo mesma,por ter ouvido e confiado no meu corpo.
Mal posso esperar pelo livro,Mestre.
Um grande beijo!!
Mariana
Unidade Asa Norte – Brasília – DF
DeRose Reply:
dezembro 15th, 2009 at 0:26
Você vai poder ler uma boa parte dele aqui no blog. Beijos.