Algumas pessoas (a maioria) quando perdem alguma coisa ficam tão descontroladas que acabam piorando o que já estava ruim. Meu vizinho no Rio de Janeiro já tinha perdido algum dinheiro num assalto. Não satisfeito, quando os assaltantes foram embora ele saiu correndo atrás. Balanço da atitude descontrolada: perdeu também a vida.
Uma conhecida perdeu o namorado para outra sirigaita. Não satisfeita com a perda, foi tomar satisfações à sedutora. “Ah! Não vou deixar isso barato, não!” É, barato não saiu. Tomou uma surra da outra. Agora, perdera o namorado, o relógio, o vestido que ficou inutilizado e a reputação. Nenhum mancebo quis mais se aproximar dela. “É daquelas que fazem escândalo…”, diziam.
Minha filosofia a respeito é: se me atrasei e já perdi o avião, não vou agora perder também a calma, a saúde e a classe.






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…De certo, se aproveita muito mais…
Apenas para você, Mestre.
Ontem perdi a calma, a compostura, porque finalizei uma relação afetiva…
E hoje leio as suas palavras… Como será você tão sábio por sempre dizer, escrever e ensinar justamente aquilo que preciso ouvir?!
Obrigada por ter entrado em minha vida e ser uma referência.
Beijos de amor, Jujú – Unidade Rio Branco.
Jujú, obrigado por ter permitido que eu entrasse na sua vidinha. Guarde-me lá no fundo, bem guardado, com carinho, para sempre. Que nossa amizade só cresça a cada ano e que possamos usufruir de mais proximidade.
A volte la perdita di qualcosa segna la fine di un periodo, di una situazione…di qualcosa che non fa più parte della nostra vita.
Non ci appartiene più, oppure non ci volevamo andare, forse non ci piaceva…
La perdita di qualcosa, di qualcuno, l’impossibilità di non essere in un posto
ci costringe a guardare dentro di noi…a misurarci con la nostra presunta
delusione! A volte tiriamo solo un sospiro di sollievo!
Donatella Roma
Que bello, Donatella! Senti in mio cuore a sua emoção.
Ah, que lógica mais certeira e elegante!
feliz ano novo Mestrão!
Muita vida e amigos sinceros cada vez mais próximos para ti
Abraço e beijo
Thomaz Müller
Porto Alegre/RS
Obrigado, Thomaz. Um abração apertado para ti.
Pois é, Querido De!
Nessas horas o tamas pránáyáma vale mais do que mil palavras!
Beijos com carinho e um ótimo fim de ano pra todos vcs!
Beijinho, Marina!
Oi Mestre…
Nada ver com o texto, mas olha que vídeo fantástico!!!
Impressionante!
Gostei deste texto, em poucas linhas vc contou varias anedotas e ainda deixou um ensinamento forte: o íshwara pranidhána. Beijinhos e bom dia de sol,
Anahí
Buenos Aires
Beijos.
Salut, Maître!
Certo amigo levava as coisas tão na boa que considerava-se que, quando ele se deparasse com sua própria casa pegando fogo quando não houvesse mais nada para fazer que atenuasse o prejuízo, ele esfregaria a mão na barriga e diria: “é, acho que vou jantar fora hoje…“.
Bem, é um exemplo para lá de extremo, é verdade, mas vale para ilustrar que entrar em desespero é improdutivo e só causa mais males à saúde.
Um abraço apertado, e um ótimo fim de semana!
Outro abraço, mais apertado ainda. Teremos, como sempre, bastante trabalho neste fim-de-semana. Então, ele será ótimo.
Lendo esse post e o do dia 17/12, que se complementam, vejo como é vasta Nossa Cultura, que vai muito além dos muitos mudrás, ásanas, pránayámas e samyamas.
É swádhyáya total!! E muito tapas, hehehe.
E como eu precisava ler isso, Mestre. Obrigado por escrever a coisa certa na hora certa.
Um beijo grande.
Rô De Bona
Beijão procê.
Soube que vocês vão passar o feriadão de Natal em Buenos Aires. Eu e a Lucila também estaremos por lá.
Quem sabe nos encontramos para um helado de dulce de leche ou umas media lunas…
Vou ver a agenda de cursos pra fazermos uma visita aos nossos hermanos.
Um beijo.
Rô.
Que boa notícia! Vamos nos sincronizar, via Edgardo. Beijos e hasta pronto.
Pingback: Método DeRose – Antas – Porto – Portugal » Blog Archive » Do blog do DeRose: Coisas que a vida me ensinou (Quanto menos eu perder, melhor)
Todo sincronizado com o De Bona e a Lucila, eles já tem a nossa agenda para o final de semana (que será muuuutio descontraída!).
Ah! que bom esse artigo, sento muita falta de temperar a vontade imensa de que tudo ande direitinho com um pouco de íshwara pranidhana na hora certa
Beijões saudosos!
Yael – Buenos Aires
Hasta pronto, Yael.
Essa série Coisas que a vida me ensinou está divina! Parabéns pela inspiração! Sua experiência de vida sempre me ensinou muito. Obrigado do fundo do meu coração.
Feliz Natal e um belíssimo 2010! To do teu lado!
Para você também, amigão, um Natal maravilhoso e um ano de 2010 com mais amigos e cada vez mais dignos de você.
Mestre suas dicas são excelentes. É muito gratificante estar perto de ti.
Gostaria de compartilhar um link de um artigo do Reinaldo Polito. (E por sincronicidade ele escreveu um livro intitulado: O que a vida me ensinou).
http://economia.uol.com.br/planodecarreira/artigos/polito/2010/02/09/voce-fala-uma-coisa-e-as-pessoas-entendem-outra.jhtm
Link do livro:
http://www.polito.com.br/portugues/agenda.php?id_nivel=19&id_nivel2=194
um abração,
Thiago Ferreira
Unidade Tatuapé – São Paulo – SP
Obrigado, Thiago. Forte abraço.