domingo, 10 de janeiro de 2010 | Autor:

Não deixe para depois

Faça na hora. Tudo o que você deixa para depois acaba ficando eternamente para depois. O mecanismo psíquico é muito simples. Um dispositivo mental soa o alarme: atenção, tem que fazer tal coisa. Mas aí, você envia uma contra-ordem: não, é para depois. O psiquismo, obediente, arquiva no escaninho denominado “para depois”. E libera memória no HD.

No mundo profissional, assim como nas tarefas domésticas, deixar para depois é o atalho mais curto para o fracasso e consegue lhe sedimentar rapidamente uma neurose de desorganizatite crônica. Ela vem acompanhada da reputação correspondente, o que não é nada edificante para sua carreira, para a sua relação afetiva, nem para a sua auto-estima.

Quanto às compras, se vir uma coisa que lhe agrade, não deixe para depois. Quando você voltar para adquirir, poderá já não ter o modelo, a cor ou o tamanho que você quer. Entre logo. Peça para ver. Toque. Experimente. Decida-se. Se não tiver o dinheiro na hora, reserve. Informe-se discretamente sobre quem fabrica, para poder ir atrás, caso a loja não faça a reserva, ou não a honre, ou caso você deixe passar o prazo que o estabelecimento lhe concedeu para efetuar a transação.

Deixe para depois

Por outro lado, quando precisar fazer economia, mas não quiser sofrer com a frustração de desejar algo e não ter dinheiro para adquirir, use um truque. Diga a si mesmo: “Eu vou comprar isso. Mas não agora. Não faço compras por impulso. Vou pensar melhor e volto amanhã.”

Se a compra for realmente muito importante você voltará de fato amanhã. Mas na maior parte das vezes você vai simplesmente declinar. Com isso, no final de um mês terá feito alguma economia e ao fim de um ano você ficará impressionado com o total que terá economizado.

  1. Autor: Carla Ferraz

    Obrigada pela partilha, Mestre.
    Também já deixámos no nosso blog do Chiado (http://www.chiado-yoga.org/blog/) para juntos quebrarmos de uma vez com esse paradigma.

    Um abraço com saudades,

    Carla Ferraz
    Lisboa-Portugal

    DeRose |

    Sempre juntos, Carla. Beijinhos.

  2. Autor: romulojusta

    Olá querido Mestre,

    Deixar para depois é um dos sintomas da”síndrome de eternitite aguda”, aquela que nos faz pensar que somos eternos, temos todo o tempo do mundo e que amanhã é sempre o melhor dia para fazer as coisas.

    Ao que me consta, não inventaram xarope para isso ainda… que pena :(

    Um grande abraço! Para hoje!

    Rômulo Justa
    Unidade Dom Luís – Fortaleza/Ceará

    DeRose |

    Abraço recebido! Agora!

  3. Autor: romulojusta

    Oie Mestrão,

    Ah, a sincronicidade… Falando de eternitite aguda, acabei caindo num post do blog “Livros e afins” do Alessandro Martins “sobre as vantagens de ser mortal e a procrastinação”.
    http://tinyurl.com/ycmohj7

    A citação de Borges gelou minha espinha… sublime.

    Abraços,

    Rômulo Justa
    Unidade Dom Luís – Fortaleza/Ceará

    ps: de passagens compradas para o sádhana de 50 anos, ou vocês acham que eu deixaria para depois? :)

    DeRose |

    Bom exemplo, companheiro!

  4. Autor: Romina

    Oi Mestre!
    Feliz Ano Novo!!!
    Adorei o que você disse sobre economia, afinal nada melhor do que uma dica valiosa como essa para começarmos bem o ano.
    Um abraço
    Romina
    Florianópolis – Un Av. Rio Branco

  5. Autor: Ida Pinheiro


    The video cannot be shown at the moment. Please try again later.

    Olá Mestre não podia deixar para depois enviar-lhe este vídeo , com votos de um ano de 2010 cheio de amor e amizade :)

    beijinhos Ida Pinheiro

    DeRose |

    Que lindo, Ida! Coisas assim mexem com a emoção da gente.

  6. Autor: Federico

    Boa tarde Mestrão.

    Que legal que você escreveu esse post! Olha só, um tópico de um capítulo do livro que estou escrevendo, ainda está bem primario, mas em breve melhorará :

    NUNCA DEJE NADA PARA DESPUÉS

    Cierta vez, en una de las clases que DeRose da los martes
    por la noche en la Sede Central , se abordó el tópico “Ritmo DeRose” , el cual es un tema sumamente interesante y pertinente para nuestro abordaje. En esa oportunidad, aproveché la ocasión para pedirle al renombrado educador, que hablara un poco al respecto de “dejar para después”. La explicación fue movilizante; o por lo menos, lo fue para mí. Él explicó que, al dejar para después, activamos un mecanismo en nuestra mente, que dice que aquella determinada tarea es para ser postergada, es decir, ¡que no es para ser realizada! Posiblemente, al leer esto, una serie de cosas que usted dejó para después y nunca hizo, vinieron a su memoria y, tal vez, algunas antiquísimas. Eso es bastante lógico si pensamos un poco al respecto, pues al dejar para después nos estamos condicionando a no hacer. Cuando uno deja para después, en general, lo está dejando para la eternidad.

    Recuerdo que durante su explicación, DeRose mencionaba que en su juventud él exigía de sí mismo con bastante vehemencia e insistencia. Se presionaba mucho para hacer, hacer y hacer y, sin embargo, prácticamente no hacía nada… Él mencionó que “descubrió” que al no dejar para después, todo aquello que debería hacer y no hacía, comenzó a ser realizado. Percibió que es mucho más fácil hacer que exigirse constantemente el hacer algo.

    Conclusión, ¡no deje nada para después! Si considera que visitar a su familia es importante, no lo postergue, separe inmediatamente un horario en su agenda y vaya lo antes posible. Si quiere perder peso, comience a alimentarse de forma más moderada y a ejercitarse a partir de este momento. No vale dejar para mañana, ni para el lunes ni ¡para el 1° de enero!

    Si detectó esa falencia en su forma de ser, precisamos corregirla, a fin de acercarnos más a la Realización Integral que proponemos en este libro. En este momento surge la pregunta ¿cómo hacer entonces, para no dejar para después? El principio es bastante simple. Sabemos que nuestra conducta proviene de nuestros condicionamientos, los cuales fuimos adquiriendo desde el momento en que nacimos. Esos condicionamientos nos indican lo que pensamos, sentimos, vemos, oímos, vestimos, comemos, queremos, etc. En otras palabras, ellos determinan quienes somos como individuos. Para modificar este condicionamiento, uno de los recursos más sencillos es revertir la situación a 180°. O sea, precisamos primeramente exagerar para el otro lado, a fin de posteriormente encontrar un balance más adecuado. Esto quiere decir que en cada momento que usted detecte que dejará para después, su acción inmediata y en carácter de urgencia, será la opuesta. O sea, hará en ese exacto momento lo que se proponía a postergar. Muchas veces serán cosas que no habría ningún problema en postergarlas, pero a pesar de eso, la misión será hacerlas inmediatamente. De esa forma, estaremos descondicionándonos de un comportamiento inconveniente, para quien pretende crecer y triunfar en la vida.

    DeRose |

    Mas posso publicá-lo?

  7. Autor: Bruno Sousa

    Mestre, acho que esta é a principal razão para o insucesso de alguns projetos nossos. Essa falta de disciplina e foco no enreda numa teia da qual é difícil se livrar depois de algum tempo. Pessoalmente, sinto que o melhor a fazer é cultivar disciplina em todas as ações possíveis, do sádhana ao uso do fio dental, hahaha, para que assimilemos rapidamente novas obrigações e compromissos.

    Recebi hoje uma frase interessante sobre maus hábitos. E do Warren Buffet, o terceiro homem mais rico do mundo, guru dos investimentos:

    “Bad habits are like chains that are too light to feel until they are too heavy to carry.”

    ou seja, “Maus hábitos são como correntes leves demais para serem sentidas, até que elas sejam pesadas demais para se carregar.”

    Quando você se der conta da confusão em que se meteu, pode ser tarde demais.

    Beijos!

    DeRose |

    Buffet tem razão. A pessoa não se dá conta. Mas a disciplina serena e metódica é uma solução sem stress. Questão de costume. Beijão do seu amigo.

  8. Autor: Eider

    Bom dia Mestre eu sou Eider da Colombia; eu estive lendo varios de seus livros e agora estou praticando por meio da pratica basica, eu gosto muito de seu método.
    Não sei se neste blog é permitido fazer perguntas mas gostaria de saber Vc que pensa sobre o Avatar desta era?.

    Muito obrigado e mando um grande abraço para vc desde a Colombia.

    DeRose |

    Um abraço para você, Eider.

  9. Pingback: Não deixe pra depois | Espaço Cultural Morumbi do Método DeRose

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