sábado, 9 de junho de 2012 | Autor:

Porque recomendamos que o aluno comece estudando as obras indicadas

 

Aquele que lê maus livros não leva vantagem sobre aquele que não lê livro nenhum.

Mark Twain

Antes de se ter algum tipo de relação profissional com livros,
não se descobre quão ruim é a maioria deles.
George Orwell

Nos meus primeiros livros, eu recomendava uma bibliografia eclética e me orgulhava disso. Afinal, um estudante nosso travaria contato com uma profusão de autores e tradições. Depois de vinte anos de magistério, precisei reconsiderar minha posição. É sabido que recomendo aos meus estudantes o cultivo de uma cultura geral bem abrangente através do hábito da leitura. Ocorre que a quase totalidade dos livros deste segmento embaralham Yôga com o que não é Yôga, misturam Yôga com sistemas apócrifos e mesclam Yôga com filosofias que são conflitantes com ele.

No afã de acrescentar mais alguma coisa, o autor freqüentemente embaralha alhos com bugalhos, como foi o caso de um livro intitulado Mudrás, que começa descrevendo os mudrás do hinduísmo e no meio passa a ensinar mudrás de outras tradições, que não têm nada a ver com o Yôga. Só que a autora se esquece de deixar isso bem claro – pois não basta mencioná-lo en passant. Se o leitor tratar-se de um estudante em formação de instrutorado, quando formado ensinará aquela salada mista numa classe, sem nem sequer tomar conhecimento da barafunda. O pior é que tal comportamento tornou-se uma pandemia no planeta e todos acham que a misturança não tem nada de mais. No entanto, seria como ensinar um katí de Kung-Fu no meio de uma classe de Karatê, ou sair dançando gafieira numa aula de balé clássico. Uma verdadeira heresia!

Comecei a perceber isso bem cedo, mas demorei para tomar uma atitude porque estava com paralisia de paradigma e achava que, se todos faziam mesclas, não seria eu a adotar uma postura antipática, correndo mesmo o risco de exprobração pública.

Um dia, estava eu na sala do meu, então, editor (há muito tempo já não trabalho mais com aquela editora) quando fui apresentado ao jardineiro da empresa. Bem, ninguém me disse que ele era o jardineiro, mas suas roupas, seu linguajar e suas unhas o denunciavam. Entretanto, ao ser apresentado, meu editor declarou:

– DeRose, você conhece o Chico?

– Não –  respondi.

– Claro que conhece. Ele é o autor de sessenta livros desta editora, entre eles os livros sobre astrologia, numerologia, biorritmo, sucos, física quântica, maçonaria, reiki, florais, cristais, homeopatia, budismo…

Meio constrangido, supus que meu apressado julgamento anterior tivesse sido afetado pelo preconceito. Afinal, ele podia ter tido origem humilde, mas ser um gênio. Só que aí o editor acrescentou:

– Talvez você não o conheça de nome porque cada livro ele escreve sob um pseudônimo diferente. O da cura pelas frutas, por exemplo, ele assina como Dr. Fisher.

A essa altura comecei a considerar que meu julgamento inicial não estava tão mal assim. Se alguém já começa um livro mentindo sobre o seu próprio nome, quanto mais não inventará no conteúdo? Mesmo assim, dirigi-me ao profícuo escritor e lhe perguntei:

– Como você consegue escrever tanto? Eu levo anos para finalizar um livro!

Sua resposta foi surpreendente:

– É simples. Eu vou a uma biblioteca e pego tudo o que eles tiverem sobre qualquer assunto que me pareça assemelhado com o tema do meu futuro livro. Levo os volumes para casa, abro tudo em cima da mesa e vou copiando no computador uma frase de um, uma frase do outro… Em uma semana o livro está pronto.

Fiquei tão ultrajado que nunca mais quis editar um livro meu por aquela editora. Sim, porque senti que eu estava sendo julgado um elemento da mesma laia daquele vigarista, enganador, plagiador e mais uma porção de adjetivos que não me permito escrever. Ainda expressei minha indignação antes de deixar para sempre a referida editora. Mas a justificativa do editor foi o pior:

– Esse é o mercado, DeRose. Um livro não vende mais por ser mais sério. Ele vende mais por dizer as mentiras que as pessoas querem ouvir, por ter um título apelativo e uma capa da moda.

Foi então que resolvi provar que obras sérias poderiam vender bastante e dediquei a minha vida a escrever e divulgar tais livros. Foi também, a partir de então, que nunca mais indiquei aos meus alunos ou leitores uma seleção bibliográfica qualquer, e passei a recomendar estritamente os livros que são realmente confiáveis. Reduzi a recomendação a cerca de 50 livros que incluem autores de várias linhas de Yôga, mas todos eles escritores íntegros.

Quanto às traduções, quando há mais de dez anos um livro meu foi traduzido na Espanha, ao efetuar a revisão encontrei nada menos que 3500 erros! Alertado por mim, o editor conseguiu corrigir 90% deles, o que significa que, ainda assim, o livro foi publicado com 350 erros. Que tipo de erros? Em certa passagem eu escrevi que determinada técnica era para bombear comburente para os pulmões. Referia-me, obviamente, ao oxigênio. A tradutora fez constar que era para bombear combustível para dentro dos pulmões. Imagine uma coisa dessas lida por uma pessoa inculta, ou muito crédula, ou um pouco desequilibrada. Não duvido que obedecesse à risca e fosse capaz de bombear gasolina para dentro dos pulmões! Conclusão: as traduções mal feitas são perigosas e praticamente todas as traduções são mal feitas.

Faço questão de revisar meus livros em espanhol, francês, inglês e italiano. No entanto, sei que os demais autores não têm esse cuidado nem dominam outras línguas. O português, por exemplo, nenhum deles fala (ou falava, quando vivo). Além disso, a maioria já havia falecido à época das traduções. Calcule a quantidade de erros que coalham seus livros. Isso já descartaria da nossa lista as obras traduzidas. No entanto, sou obrigado a indicar algumas delas, respaldado no bom nome do autor e na impossibilidade do leitor médio brasileiro ler em inglês ou francês.

Os esclarecimentos deste artigo são para que você valorize os livros recomendados, para que você os leia primeiro e para que compreenda nossas reservas quanto ao aluno inexperiente e sem nenhum lastro cultural sair por aí lendo qualquer coisa.

 

Deve-se ler pouco e reler muito. Há uns poucos livros totais, três ou quatro que nos salvam ou que nos perdem. É preciso relê-los sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, esvai-se em milhares de livros mais áridos do que três desertos.

Nelson Rodrigues

  1. Autor: Fernanda Neis

    Muito importante esse post né De, pois às vezes encontramos cada absurdo nas traduções!
    E por falar em livros, quero dividir com os nossos amigos dete blog que voltamos a trabalhar no livro de mudrás da Profa. Renata Sena e o quanto antes vamos lançá-lo. Não é o máximo?
    Beijocas

    Regina W. Zarling |

    É simplesmente maravilhoso Fée!!! Vai ser uma maneira linda de homenagear uma pessoa que foi tão querida e amada por esta nossa família. Obrigada por mais esse empenho de vocês. E quando for lançado, com certeza vou querer um exemplar deste também!

    Beijinhos

    Cristina Ribeiro |

    Ai fe, nem acredito nessa notícia, pois vivencio muito o anga mudrá e mal posso esperar por essa publicação.

    Beijinhos :)

    Zélia Couto e Santos |

    Querida Fe, essa notícia é maravilhosa. Vai ser muito bom termos o livro da nossa Renata, nas nossas mãos.
    SwáSthya!

    Carla Ferraz |

    Estou a trabalhar com todo o meu empenho.
    Beijo imenso!

  2. Autor: Anahí

    Alguns livros são grossos, outros finos; poucos os profundos.
    Julio Camargo.

  3. Autor: Anahí

    Yo encuentro a la televisión muy instructiva. Cada vez que alguien la enciende, voy a la biblioteca y leo un buen libro. Groucho Marx.

  4. Autor: Gi Anália

    Oie
    Eu já tinha ouvido o Mestre contar esta história pessoalmente. :-) Fiquei feliz!
    Eu adoro livros e adoro passear nas livrarias. Depois de ler bastante os livros sérios e bons que são escritos e recomendados pelo Mestre, somos capazes de perceber a seriedade de um livro apenas pela capa. Isso é muito bom.
    Um super beijo

  5. Autor: Anahí

    Que otros se jacten de los libros que les ha sido dado escribir; yo me jacto de aquellos que me fue dado leer. No se si soy un buen escritor; creo ser un excelente lector o, en todo caso, un sensible y agradecido lector.
    Jorge Luis Borges

    Regina W. Zarling |

    Anahí me encanta mucho Borges.

    Besos

    Anahí |

    Oi Re! Que bom que gosta, é dos meus escritores favoritos!
    Justamente semana próxima vamos começar um grupo de leitura em Buenos Aires, com instrutores, porém para ler obras clássicas da literatura mundial, e vamos começar com o querido Borges.
    Beijão!
    Anahí

    Regina Wiese Zarling |

    Oi Anahí, todos os dias me lembro de ti, pois comecei a ler outro livro do Borges. O livro dos seres imaginários. Na verdade já estou na metade do livro.
    Bjs

    Anahí |

    Que legal que ler a Borges faça com que vc lembre de mim!
    Está lendo o original em espanhol, ou traducão?
    Beijinhos,
    Anahí

    Regina Wiese Zarling |

    A tradução, comprei na livraria que trabalha uma amiga para prestigiá-la e só tinha a tradução. Mas li alguns exemplares de Borges em espanhol, quando morei em Cannes, há muitos anos atrás. Lá eu tinha um super amigo argentino que sempre me emprestava um livro do Borges em trocas de aulas de português.

    Bjs

    Anahí |

    Que bom.
    Nunca li ao Borges em português…
    Beijos e bom dia.
    Anahí

    Regina Wiese Zarling |

    Então, depois que eu terminar de ler, guardo este exemplar e levo para ti no Fest-Yôga de Floripa. Assim poderás ler um em português.
    Bjs

    Anahí |

    Eba!
    bjs
    a.

  6. Autor: Anahí

    Oi… coloquei tres post com frases que vieram a minha mente apos ler seu texto.
    Beijinhos e boa noite!
    A.

  7. Que bom que além de um grande Mestre de SwáSthya, és também um grande escritor. Há dias em minha casa que tenho teus livros todos espalhados por cima da bi-cama. Estou sempre os relendo. Também são muito bons os livros dos outros autores que recomendas, contudo não são tão gostosos de ler, reler, reler há mais de vinte anos um mesmo livro ( como é o caso dos restos do Prontuário de Yôga Antigo, que restaram do meu exemplar) e tantos outros não tão antigos, mas que são ainda mais relidos. Em época de escolas, nos recomendam tantos livros chatos, até Os Sertões de Euclides da Cunha eu li. O professor mesmo falou que ninguém conseguiria passar da página 18 e eu decidi, que leria até o fim e assim o fiz, mesmo achando insuportável. Agora não, agora tenho o prazer de poder ler os livros que recomendas e mais ainda de reler teus livros e ficar imaginando quão maravilhoso não será o próximo! Obrigada De, por todo esse talento, essa dedicação e esse empenho em sempre nos oferecer o melhor!

    Um maha abraço
    Re

    Lerivan Ribeiro |

    Rê,
    A sua dedicação e afinco com a leitura e os estudos do Yôga, foram minha maior inspiração para mergulhar nos estudos da complementação e me tornar um Instrutor de SwáSthya.
    Fico muito grato e feliz por ter estudado contigo naquele comecinho de tudo pra mim.
    Beijos!

    Regina W. Zarling |

    Lerivan, tuas palavras me emocionaram. Fico feliz por saber que participei um pouco que seja nesta decisão tão sublime em tua vida. E mais feliz ainda por ter certeza que és um instrutor maravilhoso. Aproveito para perguntar, estarás presente no aulão do dia 14? Vou amar te reencontrar. Ah, falei com a Amanda, fiquei super feliz em saber que ela também irá voltar para a egrégora… Um maha abraço.

    Lerivan Ribeiro |

    Rê, Infelizmente não poderei ir. Mas com certeza não faltará oportunidade para o nosso reencontro!
    Saudades! Beijos

  8. “Nós mudamos incessantemente. Mas se pode afirmar também que cada releitura de um livro e cada lembrança dessa releitura renovam o texto.”
    (Jorge Luis Borges)

  9. “A leitura é uma conversação com os homens mais ilustres dos séculos passados.” (René Descartes)

  10. Autor: Ana Ribeiro

    Bom dia Mestre,

    Foi pelo seu “Faça Yôga” que tomei contacto com este magnífico estilo de vida. O livro saltou para as minhas mãos na livraria e ficou latente até que um dia, não por um livro mas por uma entrevista sua que foi capa da revista do “Jornal de Notícias”, eu recebi o empurrão final que me levou a ler vários outros livros seus antes de visitar a então Unidade António Pereira que agora é um Espaço Lifestyle. Cada vez que releio um dos nossos livros há mais uma frase que não tinha reparado na última leitura. Cada contacto com o mesmo livro mostra-nos um ângulo que ainda não tínhamos explorado talvez por sermos pessoas diferentes em cada leitura.

    Estou ansiosa pelo lançamento do Tratado aqui em Portugal e pela sua presença ao vivo mais uma vez.

    Muito Obrigada por todas as linhas que escreve para nós Mestre.

    Um abraço forte
    Ana Ribeiro

  11. C’est très important ce post. Parler ouvertement de ça montre combien tu t’inquiètes par la honnéteté de l’enseignement dans les livres. En France on a de la chance car certains des livres recomandés ont été écris en français, donc on peut accéder à sa version originale.
    Fê pour le livre de Renata je suis ravi :)
    Sonia

  12. Autor: Chrystine Omori

    Ohayou Gozaimasu, Mestre!^-^
    Já bem diz um provérbio árabe, “pode-se curar a ferida feita com a espada; porém, é incurável a feita com palavras.”
    Também é um dos motivos pelos quais os muçulmanos aconselham (com ênfase, até) que o Alcorão seja aprendido em sua língua original.
    Pensando dessa forma, eu até poderia ficar feliz por livros de origami apresentarem esquemas/ desenhos/ fotos, assim não há (muita) dependência de palavras para entender a montagem… mas nem assim se fica livre de esquemas/desenhos mal elaborados, fotos não muito nítidas e a lista é longa… :(
    Então, já que sempre há o risco de nos “perdermos na tradução” (mesmo em nossa maltratada língua mãe), pelo menos temos a certeza de poder contar com o Amor que dedicas em tudo que fazes, Mestre, na forma dos seus livros (entre outras formas).
    Logicamente, não nos exime de nos aperfeiçoarmos cada dia mais um pouco. SwáSthya!;)

  13. Autor: Pedro Mar

    Obrigado De pelas tuas direcções.
    Se outrora o problema dos livros era a sua extinção pela escassez de exemplares, actualmente os problemas são bem diferentes.
    Os mais graves são a simplicidade das edições e a manutenção do paradigma antigo de que ler instrui.
    Era este conceito verdadeiro quando se editava pouco, quando as barreiras à produção eram fortes ao ponto de deixarem passar apenas os bons livros. Com a revolução tecnológica, que permite editar sem sequer imprimir, deixamos de ter o sábio a gravar conhecimento em papel e passamos a ter “um qualquer ser humano a dizer nada mais nada menos do que qualquer coisa”. E isto de ter vários quaisquer e um nada mais nada menos é demasiada incerto para ser publicado. A vida não é para ser lida, é para ser vivida. Devemos aproveitar os bons livros na medida em que eles produzam uma diferença efectiva na nossa existência, e não perder sequer tempo com os restantes. Afinal, o tempo é o nosso bem mais precioso :)

    SwáSthya!
    Pedro Mar

  14. Autor: Aline Azevedo

    Fê, adorei a notícia sobre o livro de mudrás :) Existe algum projeto para um livro sobre mantras? Seria bacana uma “listagem” com todos os mantras utilizados pelo Swásthya Yôga.
    Hummm… e a propósito, por falar em mantras, não posso deixar de parabenizar o Mestre Edgardo Caramella pelo fantástico curso de mantras ministrado na Unidade Copacabana – RJ. Foi delicioso e ficou um gostinho de quero muito mais hihihihih. Beijos Mestre Edgardo!

    Abração
    Aline

    Melina Flores |

    Oi linda. Tem sim um livro de mantras chegando! da Profa. Yael Barcesat, de Argentina. quase prontinho :)
    Para lista dos principais mantras, é só olhar no Tratado, no capítulo correspondente! hehe
    Já estamos vendo de agendar a próxima visita do Edgardo ao Rio, e será para um curso, justamente, de mudrá :)
    beijinhos,
    Mel

    Aline Azevedo |

    Uauuu que coisa boa!
    Beijos linda.
    Aline

    Anahí |

    O livro de mantras da Yael que a Mel recomendou, está super bom! Aguarde que logo mais estará disponível.
    Em relacão a livro de mudrás, tem alguém que eu conheço que está preparando um… mas não posso dizer quem pois ainda está muito no inicio (só esclareço que não sou eu!)
    beijos!
    Anahí

  15. Autor: Everton

    As vezes uma única palavra de boca a ouvido vale mais que um livro inteiro, é aquela sementinha que é colocada exatamente no ponto em que dará uma alavancada no conhecimento. Coisa de Mestre evidentemente.

  16. Autor: Laiza

    Sempre adorei ler. Li muito e, do muito que li, pouco retive. Focada em aprender, nem sempre dei importância às indicações que me faziam e lia qualquer coisa. Aprender até que aprendi, mas confesso que perdi muito tempo com leituras que nada acrescentaram ou que me levaram a desencontros frustrantes.
    Entretanto, orgulho-me de iniciar meu aprendizado no Yôga com as valiosas indicações feitas pelo senhor.
    Como disse, sou apenas uma iniciante, mas acabo de ler “Quando é preciso ser forte” e, asseguro que meu entusiasmo só fez aumentar. A leitura é leve e divertida, sem deixar de ser séria. Adorei Mestre!
    Obrigada!!

  17. Autor: Cristina Ribeiro

    Mestre querido,

    Antes mesmo de me matricular na Ibira já havia comprado o Faça Yôga !

    Beijinhos…

  18. Autor: Carla Mader

    “Acontece com os livros o mesmo que com os homens, um pequeno grupo, desempenha um grande papel.” – Voltaire

    Anahí |

    muito boa a sua frase.
    beijinhos p vc,
    anahí

  19. Autor: Mauro Bexiga

    Eu convivo todos os dias com uma tradutora (shuac, shuac) e entendo bem a responsabilidade e cuidado em não trair o conceito e termos originais. É Hercúleo!
    Sempre que posso, leio a obra no seu original. E releio sempre os seus livros Mestre.

    Abraços do Chiado!

    Fernanda Neis |

    Que coincidência, é essa mesma tradutora que está cuidando do livro da nossa querida Renata. E depois vai pras suas mãos… Só então para as minhas. É um livro de mudrás feito a muitas mãos! Que conceito incrível :D
    Beijos com saudade de vcs

    Carla Ferraz |

    Que linda imagem, doçura :)
    Mas afinal, quando é que nos voltamos a abraçar, nesse mudrá mais lindo, que é os braços enlaçados à volta de uma amiga querida?? :)

    Mauro Bexiga |

    Vai ser um privilégio poder ter as mãos nesse livro que trata dos gestos do SwáSthya. Ainda para mais por ser da Renata, quem me formou e acreditou em mim. O meu agradecimento será eterno e esta é uma pequena forma que tenho de retribuir.
    Espero que o contributo seja útil para que o livro da Rê seja publicado.
    Beijinhos de saudades!

  20. Autor: David Cruz

    Es verdad, es importante tomarlo en cuenta, a veces pensamos que mientras un libro indiscirminadamente es traducido a muchos idiomas, es éxito total, y adquirimios una copia traducida a nuestro idioma sin preguntarnos que diferencia habrá con el original, y posiblemente nunca nos interesaremos por revisar la publicación en su idioma de origen, justamente por no conocerlo.

  21. Autor: Júlio Eccheli

    Eu nunca fui muito de ler.
    Depois de ler meu primeiro livro do DeRose, Chega de Abobrinha sobre alimentação vegetariana, fiquei apaixonado pela leitura. O Mestre tem uma escrita cativante! Confesso que antes de ler esse livro não era muito chegado em leitura, e era um carniceiro irreparável. Contudo, após minha leitura não consegui mais comer defuntos, e ainda passou a florecer em mim um amor pela leitura.

  22. Autor: Everton

    E o Hinduísmo é tão rico, tão fértil, não tem porque ficar fazendo misturebas.

  23. Somos privilegiados por toda essa herança cultural que o Mestre nos presenteou, assim, como toda a vontade que ele nos indica sempre a bibliografia mais correcta, séria e actualizada, não só do mundo do yôga, como em geral.
    É sempre um prazer enorme poder dizer a todos que ainda não o conhecem direito ou julgam sem razão, que você não é só Mestre, é um educador, escritor, uma amigo e lá vão mais centenas de coisas.
    Obrigado sempre!!!
    Valter

  24. Autor: Anahí

    E por falar de livros… Mestre, quero lhe agradecer pois hoje recebi o prefácio que você fez para o meu pequeno livro… super lindo, e algo também muito bom é que o prefácio é pequeno como o livrinho.
    Achei meigo! (adjetivo não muito utilizado em relacão aos prefácios, hehe).

    Como sempre que um livro está por ser lanzado, estou ansiosa por ver-lo impresso! (mas é uma boa ansiedade, agradável e saudável).

    Assim que tivermos um exemplar, enviaremos para você.

    Quem quiser ir fazendo encomendas, comunique-se com Luciano López Guzmán, que é o patrocinador, e é também o diretor da Unidade Callao de Buenos Aires.
    Os e-mails são:
    lucorbita@hotmail.com
    callao@uni-yoga.com.ar

    Beijinhos felices,
    da Anahí

  25. “A leitura de um bom livro é um diálogo incessante: o livro fala e a alma responde.” (André Maurois)

  26. Autor: Pablo Lewin

    Es impresionante la cantidad de cosas que uno descubre y re-descubre releyendo los libros recomendados. Hay libros que leo todos los años, y cada vez (considerando que uno tiene cada vez más tiempo de práctica de SwáSthya) se comprenden cosas nuevas, y se fijan conceptos que evidentemente no estaban tan claros. Es importantísimo tener en cuenta esta recomendación, gracias Mestre una vez más por refrescar esta idea. Un abrazo!

  27. Autor: Pablo Lewin

    Es impresionante la cantidad de cosas que uno descubre y re-descubre releyendo los libros recomendados. Hay libros que leo todos los años, y cada vez (considerando que uno tiene cada vez más tiempo de práctica de SwáSthya) se comprenden cosas nuevas, y se fijan conceptos que evidentemente no estaban tan claros. Es importantísimo tener en cuenta esta recomendación, gracias Mestre una vez más por refrescar esta idea. Un abrazo!

  28. Autor: Thiago Madruga

    huahuahua, quando tem dinheiro no meio, para esse povo tudo é normal, picaretagem se transforma em genialidade com conotações heróicas

    Há pouco tempo, escapei de trabalhar num curso, que era de deixar de boca aberta, enganavam e tiravam dinheiro de pessoas humildes, tudo como jogo de marketing e estratégia de vendas

    Tem que se ter muito cuidado, não apenas com o a leitura, mas com o que se compra, com a comida, com quem se anda, porque quando se fala em dinheiro, o ser humano se torna um diabinho. Uma obra de uma pessoa normal se torna um obra de Shakespeare, num piscar de olhos

    Mas ainda bem que o mundo não está perdido por completo, ela está repleta também de pessoas brilhantes, honestas e com caráter!

    “Nunca perca a fé na humanidade, pois ela é como um oceano. Só porque existem algumas gotas de água suja nele, não quer dizer que ele esteja sujo por completo.”

    (Mahatma Gandhi)

    Thiago Madruga |

    Não apenas repletas de pessoas brilhantes, honestas e com caráter, como repletas delas aos milhões! ainda bem :)

  29. Autor: Rafael Schoenfelder

    Adquiri hoje em um sebo próximo, o livro
    “Fundamento e técnica do Hatha Yôga ” de Antonio Blay, em bom estado e por apenas 10,00 reais.

    Ainda completo a minha coleção..

    Abraço.

    DeRose |

    Êh! Rafa! Esse livro foi retirado da bibliografia há anos. Olha o delay…

    Rafael Schoenfelder |

    Ops..
    Tinha achado a capa um pouco feiúsca mesmo..
    Sou mais o Tratado de Yôga..

    Brincadeiras a parte, meu muito obrigado pelo esforço à nossa boa formação..

    Grande abraço..

    Rafael Schoenfelder |

    Dei sorte e ainda consegui troca-lo pelo
    Guia do Instrutor de Yoga.

    Abraço.

    P.S. Teclado sem acentos.

  30. Autor: Rafael Schoenfelder

    Ops, quero meu dinheiro devolta, rs

  31. Autor: Anahí

    El recuerdo que deja un libro a veces es más importante que el libro en sí.

    Adolfo Bioy Casares (1914-1999) Escritor argentino.

  32. Autor: Anahí

    E continuando com os pensamentos sobre livros, gosto desta frase pois deixa tão claro que cada livro é diferente dependendo dos olhos que o leiam…

    “No hay dos personas que lean el mismo libro.”
    Edmund Wilson (1895-1972) Escritor norteamericano.

    Beijos e boa noite!
    Anahí

  33. Autor: Mariana Garrido

    Por falar em livros, na semana passada achei um exemplar do Prontuário num leilão on-line! Vale a pena estar atento a esses sites, sempre se encontra um bom livro que já não se encontra em circulação.
    Beijos e bom fim de semana!
    Mariana

  34. Autor: Rafael Schoenfelder

    Tenho guardado no fundo do armário à sete chaves meu Prontuário de Swásthya Yôga de 1974 que encontrei dando sopa no balcão de um sebo. Quanta alegria !!

    É emocionante dar de cara com os livros raros da bibliografia recomendada.

    Abração.

    DeRose |

    Parabéns, Rafael, pelo Prontuário. Lembre-se, apenas, que esse é livro de coleção. Tenho alertado – já há anos – que a linguagem está desatualizada e o texto do PSY não deve ser citado em testes nem em trabalhos escritos.
    Você deve ter feito uma compra muito boa, pois há uns quatro anos, um Prontuário de segunda edição foi arrematado por três mil e quinhentos reais em um leilão no Festival Internacional de Yôga em Saquarema.
    Só um detalhe: não sinalize crase antes de palavra que não seja feminina (“à sete chaves”). Leia meus esclarecimentos sobre uso da crase nos comentários daqui do blog ou no meu livro Boas Maneiras. Precisamos primar pela linguagem, pois os que lerem nossos comentários vão julgar o bom nível dos frequentadores também pela correção do português.
    Um abração para você deste seu amigo.

    Rafael Schoenfelder |

    Muito obrigado Mestre, tenho consciencia de que trata-se de um livro raro e o conservo apenas a titulo de coleçao.

    Estou me esforçando para melhorar meu texto, mas ainda assim alguma coisa tem passado e entao so me resta lamentar.

    Forte abraço de amizade sincera.

    P.S. Teclado sem acentos.

    Rafael Schoenfelder |

    Tres mil e quinhentos reais !!!
    Realmente fiz uma otima compra, vou providenciar mais algumas chaves…rs

  35. Mestre,
    Estou muito motivado para começar a reler todos os seus livros e depois os livros da bibliografia recomendada. Este Blog está impulsionando todos a lerem e estudarem mais.
    Obrigado por nos dar este precioso presente.

  36. Autor: Marcia Oliveira

    Uma das coisas mais lamentáveis no desenvolvimento profissional, é ter paralisia de paradigma. Em nossa Cultura, felizmente somos estimulados a ultrapassar as barreiras da estagnação, a fim de sermos vencedores em vários aspectos de nossas vidas. Tenho a satisfação de dizer que o meu instrutor, Michael Fretta, sempre nos recomenda e estimula a leitura da bibliografia recomendada pelo Mestre.

  37. Autor: Thomaz Fortes

    Oi Mestrão querido.

    Gostaria de compartilhar um vídeo muito bonito que vi pela primeira vez no curso de reeducação emocional do Luís Lopes. Segue a linha dos outros vídeos recém postados sobre paradigmas e trata sobre a tolice das noções de bem e de mal e das vaidades humanas. Ajuda a ampliar nossa ótica da realidade, expandir a consciência e colocar as coisas nas devidas proporções. É emocionante.

    Não sei como colocar o vídeo diretamente no post,
    mas o link é este :

    Um abração no coração.

    DeRose |

    Obrigado por compartilhar. Um beijão para você.

    Ricardarv |

    Muito bom!

  38. Autor: mafrayoga

    Olá!

    Este post está sensacional. Sua posição no meio editorail realmente é algo de se tirar o chapéu. Sabe que as vezes nos esquecemos que esssa nossa postura é muito nobre.

    O mundo precisa saber disso! Um livro como o Tratado de Yôga, por exemplo, exemplifica muito o conteudo deste post.

    Parabéns! Ah! O curso da Faculdade [o nome da faculdade foi retirado por motivo de segurança, já que outros projetos estão em andamento lá] foi ótimo, nosso alunos adoraram

  39. (Achei apropriado deixar este comentário aqui neste post que fala de livros.)

    Já está no ar o site da Biblioteca Brasiliana que vai tornar acessível boa parte do gigantesco e raro acervo de José Mindlin, doado à USP.

    http://www.brasiliana.usp.br/

    Quase 3 mil volumes já foram digitalizados e estão disponíveis para a consulta de qualquer um que tenha acesso à internet. Mas ainda há mais, muito mais.

    Que bom que há mulheres e homens capazes de, ainda em vida, deixar um legado como esse ao país e ao mundo.

    Por outro lado, é uma felicidade travar este contato diário com um deles.

    Abraços do Alessandro.

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