“Burros! Burros!”, é o brado que me ecoa na mente cada vez que escuto um áudiolivro no meu carro. A ideia é muito boa. Poder ler os grandes clássicos e todas as obras que eu sempre quis conhecer e nunca tive tempo. No entanto – que irritância – os locutores só têm voz, falta-lhes estofo cultural. Imagine escutar “cêdro”, quando a pronúncia da madeira é cedro (“cédro“); “por consegüinte”, pronunciando a letra u; pronunciando “míster” (como se fosse inglês) o vocábulo mister (mistér) do português… e mais uma quantidade de analfabetismos da nossa própria língua. E quando surgem citações em inglês, francês, italiano, espanhol e latim? Em um livro de Machado de Assis, o locutor cometeu a leitura “ma-i-çon“ para a palavra francesa maison que, qualquer criança sabe, pronuncia-se mesôn (ex.: Maison de France)! C’est, ele pronunciou “sésti“… sem comentários! Em uma citação do italiano, che foi lido como “tchê“. Em O Píncipe, de Maquiavel, o locutor pronuncia o nome da cidade de Piza como se fosse “pizza” (na segunda vez, acerta!). E tantas outras que nem vale a pena mencionar.
E os tradutores! No mesmo livro citado, o autor, dirigindo-se ao nobre (singular) a quem o livro fora ofertado, diz, em brasileirês: “A vocês…” quando no original era “A vós…” Como o animal entendeu que “vós” é a segunda pessoa do plural, lascou um “vocês” na tradução! Depois, passa a misturar o tratamento “tu” e “você” na mesma frase pelo livro todo.
Que o locutor não saiba pronunciar outras línguas, ou que o tradutor seja semianalfabeto, poder-se-ia solucionar desde que houvesse a responsabilidade da editora em providenciar uma revisão eficiente da gravação.
Eu gravei um audiobook do meu livro Eu me lembro… . Embora a locução tivesse sido minha, revisei a gravação um sem-número de vêzes, até que nada mais houvesse a corrigir. Considero uma falta de respeito com o leitor, com o consumidor, jogar o áudio no mercado de qualquer maneira, só para gastar o mínimo e faturar rapidamente.
É preciso que os leitores se insurjam e reclamem! Basta do silêncio dos inocentes.







Maestro, qué bueno haberte tenido cerca estos días en Buenos Aires. Increíble el festival!! Gracias por tan lindo curso y por la hermosa charla de anoche en Barrio Norte!!
Te mando un besotote gigante!!!
Daniela Suárez
Alumna sede Barrio Norte.
Daniela, fue un placer conocerla. Te dejo un abrazo apretado y hasta la próxima vez.
Oi Mestre,
Gostei muito desse vídeo.
.
Beijos
Fabrício
Anália Franco.
Eu o recebi quando estava na Argentina e agendei para publicação hoje. Que bom que estamos sintonizados! Beijão.
Hola Maestro! Gracias por estos días maravillosos, ya tengo muchas saudades… Miles de besos y hasta octubre!
Sol
Sol Montenegro
Directora de la Sede Palermo
Buenos Aires
Besitos!!!!!!!!!!
É verdade, já baixei vários audiobooks que me decepcionaram com a pronúncia errada do locutor, desvalorizando a obra e fazendo o ouvinte se desinteressar pela obra.
Uma obra muito boa, que ouvi recentemente e que recomendo foi Pai Rico, Pai Pobre, do Robert Kiyosaki, que pode ser baixado gratuitamente neste link : http://www.megaupload.com/?d=UC3V1ITJ
Este livro mostra a diferença entre um ativo e um passivo.
Ativo é aquilo que coloca dinheiro no nosso bolso. Um passivo é algo que tira dinheiro do nosso bolso.
Kiyosaki ainda diz que enquanto os ricos compram ativos e os pobres compram passivos, a classe média compra passivos achando que são ativos.
Ele propõe realizar atividades que convertem passivos em ativos, como por exemplo alugar
aquela casa de praia que nos dá despesa de modo que ela comece a gerar renda.
Assim que você receber dinheiro, converta a maior quantidade possível em ativos – não gaste em passivos!
Para quem quiser comprar o livro, segue o link: http://www.submarino.com.br/produto/1/136822/pai+rico+pai+pobre
Mudando de assunto, gostaria de parabenizar os 40 anos da Unidade Copacabana (se não me engano, hoje ela completa 40 anos), assim com o Prof. Dr. Derose, por ter aberto a primeira de todas as Escolas da Rede, e também elogiar sua atual Diretora, Melina Flores, que vem fazendo um excelente trabalho por lá.
Bjos a todos
Fretta
Diretor da BeiraMar
Ocorreu uma contradição entre o parágrafo que fala de Copacabana e o texto que escrevi no livro Ser Forte. Confira.
Então Mestre, na página 24 do capítulo: 1944 – O Começo de Tudo, da 40a edição do Ser Forte, consta esta informação:
Por mera coincidência, nossa sede de Copacabana, sala 306, foi inaugurada no dia 27 de setembro de 1971…
Esta foi uma pegadinha…. até o Mestre caíu.
Bjos do Fretta
Já não sei mais do que se trata. Vou procurar.
Como estais Mestre, espero que bem, até logo mais na aula on-line.
Abração.
Dê, uma correção:
Faltou um ‘r’ na palavra francês:
“citações em inglês, fancês, italiano”
bjs
Valeu, Heduan.
Querido Mestre,
Reitero a minha profunda gratidão pelas aulas de Terça, que tanto nos molda a sermos melhores seres humanos, tornando-nos mais felizes.
Esse é também o sentimento dos portugueses.
Um abraço de amizade e de reconhecimento,
Luís Lopes
Obrigado, Luís. Um abraço apertado.