sábado, 7 de fevereiro de 2009 | Autor:
Curso de leitura

Se você é apenas um curioso que quer saber um pouco sobre muitas coisas e muito sobre coisa nenhuma, leia tudo o que quiser. Mas se tiver se identificado com a proposta deste tipo de Yôga, se ele representa para si um caminho suficientemente completo, que lhe satisfaça plenamente a ponto de não querer mais ficar buscando aqui e ali, então estas instruções são para você.

Ler tudo o que lhe caia às mãos só por tratar-se supostamente de Yôga ou de outra filosofia, arte ou “ciência” que você presume correlata, é um comportamento imaturo, fútil e dispersivo.

Primeiramente, a maior parte dos livros sobre Yôga e similares que se encontram comercializados é nociva. Sua leitura mais prejudica que ajuda. É melhor não saber do que pensar que sabe!

Depois, mesmo que encontrasse várias boas obras e vários bons Mestres – bem, aí seria mesmo um fenômeno de sorte – ainda assim, a dispersão de se envolver com mais de uma metodologia, comprometeria os eventuais resultados positivos que poderia colher caso se concentrasse numa só via.

Tenha foco

Imagine uma pessoa que quisesse achar água e ficasse dispersando tempo e trabalho a cavar vários poços ao mesmo tempo ao invés de se concentrar num só. A cada buraquinho recém começado, interrompesse para ir cavar outro e depois voltasse para o primeiro; trocasse de novo para experimentar um terceiro e assim sucessivamente. Após perder muito tempo e desperdiçar muito trabalho, provavelmente abandonaria todas as tentativas, desanimado, declarando que definitivamente não adianta cavar, pois supõe que nenhum deles dará água. Contudo, é provável que todos dessem água (de diferentes qualidades e com diferentes profundidades), desde que o inconstante tivesse se concentrado num só poço.

Vivêkánanda referia-se a esse tipo de gente na parábola do homem que, chegando a uma árvore frutífera, dera uma mordida em cada fruta para ver se havia alguma que lhe agradasse mais, ao invés de pegar uma para saciar sua fome.

Em suma, desaconselhamos veementemente a intoxicação de teoria. Não faça misturança. Adote uma linha de conduta séria e inteligente. Um planejamento para o estudo orientado numa direção definida, como quem sabe o que quer e jamais eclética sob pretexto algum.

São considerados praticantes de primeira classe os que se dedicam exclusivamente ao Yôga e, dentro deste, a uma só modalidade sem mesclá-la com nenhuma outra. O mesmo se diga dos instrutores. E, desses, com muito mais razão.

Os livros indicados no Curso de Leitura são alguns dos melhores e não são muitos. Se você já os tiver lido todos, mais vale relê-los várias vezes do que entregar-se a aventuras literárias que, certamente, comprometerão o seu bom encaminhamento.


Orientação ao leitor de Yôga

Busca, fora dos livros, dentro de ti.
DeRose

Há diversos tipos de literatura de Yôga. Vou descrever alguns para que você possa ter ideia do que está adquirindo ao comprar um livro sobre a matéria.

1.Os mais confiáveis são os livros escritos por yôgis que vivenciaram experiências e relatam os meios para obter bons resultados.

2.Em segundo lugar, vêm os que estão aquém da iniciação prática e teorizam a mais não poder com o fim de tentar compreender o que os primeiros ensinam. Este tipo de literatura é identificada facilmente uma vez que seus autores costumam usar frases tais como: “os yôgis dizem…” ou “segundo os yôgis…”, porquanto reconhecem que eles mesmos não sabem e tampouco são yôgis.

3.Depois, surgem os que simplesmente repetem aquilo que disseram os primeiros e os segundos, elaborando uma literatura de terceira, totalmente desnecessária, dispensável e meramente plagiada. Também é facílimo identificar esses livros já que seus autores abusam de frases de terceiros, acompanhadas de “conforme diz Fulano”, “segundo Sicrano”, “na opinião de Beltrano”, etc.

4.Não podem faltar os que publicam livros popularescos, para consumo e pseudo-informação dos leigos. Leigos, antes de lê-los. Depois, passam a ser desinformados e iludidos. Passam a repetir disparates. Geralmente os títulos são algo como: “cure a sua doença com a yóga” ou “yóga em 10 lições“. Claro que pode haver exceções. Recordemos sempre: “Todas as generalizações são perniciosas, inclusive esta.”

5.Há, ainda, os livros que misturam tudo o que é oriental e fazem uma salada de Índia, Tibet, Nepal, Egito, China e Japão, baralhando Hinduísmo, Budismo, Taoísmo, Xintoísmo, Sufismo, Xamanismo, Zen e o que mais o autor tiver lido. É que os ocidentais sucumbem ingenuamente à síndrome da ilusão de perspectiva, segundo a qual “Oriente” é um lugar muito distante, lá onde as paralelas se encontram. Então, julgam que todas as filosofias orientais conduzem ao mesmo lugar. Além disso, o escritor ocidental acha que constitui demonstração de cultura encontrar pontos de convergência entre as múltiplas correntes. Com isso, o leitor adquire um livro de Yôga, porque queria Yôga, e acaba levando para casa uma série de outras coisas que não queria e só servem para encher as páginas que o conhecimento limitado do autor ia deixar em branco, caso se ativesse ao assunto proposto. Há um livro que pretende dissertar sobre mudrás do Hinduísmo e, inadvertidamente, a obra passa a miscelanear mudrás de outros sistemas e países. Tal procedimento induz o estudante ao erro de introduzir mudrás alienígenas numa prática ortodoxa de Yôga, achando que está agindo corretamente. Estou farto de corrigir alunos de Yôga que sentam-se para meditar e põem as mãos em mudrá do Zen! Isso é uma gafe equivalente a executar um katí de Kung-Fu numa aula de Karatê ou sair dançando tango numa aula de ballet clássico. Eu mesmo, quando jovem, utilizava mantras em hebraico, da Cabala, nas práticas de Yôga, pois os livros que lia induziam a isso e ninguém me advertiu em contrário, como estou fazendo agora. Misturar, além de não ser procedimento sério, pode produzir consequências imprevisíveis. Em tempo: o Yôga mais antigo é de raízes Tantra e Sámkhya, portanto, essas três filosofias possuem compatibilidade de origem.

6.No entanto, os livros mais perigosos são os que visam à doutrinação do leitor para alguma outra ideologia e usam como chamariz o nome do Yôga, já que este tem um respeitável fã clube. O interessado compra o livro e leva gato por lebre. Se houver 5% de Yôga em todo o volume, é muito. O resto costuma ser catequese a favor de alguma seita exótica. O Yôga mais antigo – pré-clássico e clássico – era Sámkhya (naturalista). Portanto, o Yôga mais autêntico é dessa corrente. Na Idade Média apareceu um Yôga moderno, de linha Vêdánta (espiritualista). Como saber se o livro de Yôga é de tendência Sámkhya, mais antiga, ou Vêdánta, mais moderna? Aqui vão algumas dicas para o leitor que tem poucas noções das duas filosofias citadas.

a) Os livros que mencionam mais vezes o termo Púrusha e poucas (ou nenhuma) o termo Atmam, para designar o Self, costumam ser de tendência Sámkhya.

b) Ao contrário, os que citam muitas vezes o vocábulo Atmam e poucas (ou nenhuma) a palavra Púrusha, são quase sempre de linha Vêdánta ou, eventualmente, alguma outra sob sua influência.

c) Já os que usam indiscriminadamente os dois termos, não são de linha nenhuma. Nem sabem que existem linhagens e que é filosoficamente impossível você não se definir por uma única. Questionados a respeito, afirmam com orgulho fiasquento: “não sou de nenhuma linha específica – sou de todas“! Esses são certamente autores ocidentais (ou, em alguns casos, orientais sem iniciação). Não tiveram um bom Mestre. Se tiveram, não entenderam nada do que lhes foi ensinado.

Bibliografia indicada para estudo e documentação

Antes de se ter algum tipo de relação profissional com livros,
não se descobre quão ruim é a maioria deles.
George Orwell

Resista heroicamente à tentação de ler qualquer coisa, só por tratar-se de Yôga ou de alguma matéria supostamente semelhante. Repito: melhor é reler várias vezes um bom livro do que ler vários livros novos que possam ser nocivos. E, convenhamos, com uma bibliografia tão boa e extensa, você não tem necessidade de sair gastando o seu tempo e dinheiro com livros que poderão prejudicar não apenas a sua cultura, mas também a sua saúde mental. Consulte o capítulo sobre Egrégora.

Procure ler primeiramente as obras abaixo, mais ou menos nesta ordem, dependendo da disponibilidade das editoras. Com esta base sólida de boas obras, depois poderá ler qualquer coisa, pois já terá desenvolvido o senso crítico. Note que um bom número dos livros recomendados são de outros autores, de outras linhas de Yôga e até de temas que não tratam de Yôga.


1.DeRose, Tratado de Yôga, Selo Editorial Egrégora (Brasil e Portugal).

2.DeRose, Quando é preciso ser forte, Egrégora (Brasil e Portugal).

3.DeRose, Tudo o que você nunca quis saber sobre Yôga, Uni-Yôga.

4.DeRose, Programa do Curso Básico, Egrégora.

5.DeRose, Método de Boas Maneiras, Egrégora.

6.DeRose, Eu me lembro…, Egrégora.

7.DeRose, Encontro com o Mestre, Egrégora (Brasil) e Kier (Argentina).

8.DeRose, Sútras – máximas de lucidez e êxtase, Nobel.

9.DeRose, Método de Boa Alimentação, Egrégora.

10.DeRose, Origens do Yôga Antigo, Nobel.

11.DeRose, Alternativas de relacionamento afetivo, Egrégora (Brasil) e Afrontamento (Portugal).

12.DeRose, Tantra, a sexualidade sacralizada, Longseller (Argentina).

13.DeRose, Yôga Sútra de Pátañjali, Uni-Yôga.

14.DeRose, Mensagens, Egrégora.

15.DeRose, Karma e dharma – transforme a sua vida, Egrégora.

16.DeRose, Chakras e kundaliní, Egrégora.

17.DeRose, Guia do Instrutor de Yôga, Uni-Yôga (esgotado).

18.DeRose, Prontuário de Yôga Antigo, (edição histórica só para colecionadores).

19.DeRose, A regulamentação dos profissionais de Yôga, Uni-Yôga.

20.De Bona, Rodrigo, A parábola do croissant, edição do autor.

21.Silva, Lucila, Léxico do Yôga Antigo, edição da autora.

22.Barcesat, Yael, Complementação pedagógica, Egrégora.

23.Melo, Ricardo e Caio, O poder do mantra, Edição dos autores.

24.Santos, Sérgio, Yôga, Sámkhya e Tantra, Uni-Yôga.

25.Santos, Sérgio, A força da gratidão, Uni-Yôga/Nobel.

26.Flores, Anahí, Coreografias, edição da autora.

27.Flores, Melina, Técnicas corporais do Yôga Antigo, edição da autora.

28.Marengo, Joris, 50 Aulas práticas de SwáSthya Yôga, futuramente, Nobel.

29.Castro, Rosângela, Gourmet vegetariano, futuramente, Egrégora.

30.Caramella, Edgardo, La dieta del Yôga, Kier, Buenos Aires.

31.Michaël, Tara, O Yôga, Zahar Editores.

32.Time-Life, Índia Antiga, Abril Coleções.

33.Shivánanda, Hatha Yôga, Editorial Kier.

34.Shivánanda, Pránáyáma, Pensamento.

35.Shivánanda, Kundaliní Yôga, Editorial Kier.

36.Shivánanda, Tantra Yôga, Nada Yôga e Kriyá Yôga, Editorial Kier.

37.Shivánanda, Autobiografia, Pensamento.

38.Shivánanda, Japa Yôga, Edição do Shivánanda Ashram.

39.Bernard, Theos, El Camino Práctico del Yôga.

40.Eliade, Mircea, Pátañjali y el Yôga, Editora Paidós.

41.Eliade, Mircea, Yôga, imortalidade e liberdade, Editora Palas Athena.

42.Purôhit Swámi, Aphorisms of Yôga, Faber & Faber (Londres e Boston).

43.Kastberger, F., Léxico de Filosofía Hindú, Editorial Kier.

44.Van Lysebeth, André, Tantra, o Culto da Feminilidade, Summus Editorial.

45.Blay, Antonio, Tantra Yôga, Iberia

46.Woodroffe, Sir John, Principios del Tantra, Editorial Kier.

47.Woodroffe, Sir John, Shaktí y Shakta, Editorial Kier.

48.Avalon, Arthur, El Poder Serpentino, EditorialKier.

49.Monier-Williams, Sanskrit-English Dictionary, Oriental Publishers.

50.Feuerstein, Georg, A tradição do Yôga, Pensamento[1].



 

[1] Este é o único livro de Yôga de autor estrangeiro, de outra linha de Yôga, que cita um autor brasileiro, no caso, o Mestre DeRose.

 

 

 

Bibliografia Discriminada

Esta bibliografia é independente da que consta nas páginas anteriores, que recomendam o estudo de 50 livros de vários autores e de diversos tipos de Yôga a fim de incrementar a cultura geral. Esta Bibliografia Discriminada serve para fundamentar uma boa parte da estrutura do nosso trabalho em aspectos pontuais.

Livro Conhecer Melhor a Índia de C. N. S. Raghavan, Publicações D. Quixote:

Pág.

12 -

origens do Tantrismo entre os drávidas, no período pré-clássico;

12 -

Shiva, personagem pré-ariano;

15 -

as Upanishads foram originalmente textos de transmissão oral;

15 -

as castas eram inicialmente discriminação racial entre os de raça ariana (louros) e os drávidas (morenos);

24 -

confirmação da conclusão acima;

19 -

a frase: “para que serve o fervor doentio…” do Rig Vêda, sugere uma tem­dência muito mais Sámkhya e muito menos Vêdánta; (aliás, o Rig Vêda, ci­tado como escritura religiosa, contém uma declaração explícita das inten­ções arianas: “O arco arruina o prazer do inimigo. Com o arco conquis­ta­re­mos todos os cantos do mundo.”)

25 –

menciona um surto de “ateísmo dravídico”, o que mais uma vez confirma que a tendência dravídica não era Vêdánta e, portanto, o Yôga original não era espiritualista.

Livro Yôga e Consciência, de Renato Henriques, da Editora Rigel:

Pág.

16 -

o nome de Pátañjali aparece corretamente escrito;

21 -

consta aqui que o Yôga Clássico era quase ateu;

56 -

nesta outra, a questão anterior é melhor explicada: o Yôga Sámkhya não é ateu, só não é espiritualista nem místico;

21 -

nessa mesma página, um erro: nem todas as vias do Yôga se baseiam no Yôga Clássico, como por exemplo, o Yôga Pré-Clássico;

28 -

origens do Tantrismo entre os drávidas, no período pré-clássico;

28 -

confirmação da presença do Yôga já entre os drávidas pré-arianos;

29 -

confirmação das origens do Tantrismo entre os drávidas;

29 -

confirmação da presença de Shiva entre os drávidas pré-arianos;

29-

o Yôga é vinculado à tradição shivaísta e não vishnuísta;

35 -

Todos os estudiosos aceitam que Shiva é personagem pré-ariano;

36 -

Shiva é considerado patrono do Tantrismo;

36 -

comprovação de que o Yôga é Sámkhya e não Vêdánta, ao citar o conceito da Prakrití;

40 -

…podemos dizer que o Yôga vishnuísta não é o Yôga antigo;

55 -

a influência Vêdánta (espiritualista) na literatura do Yôga;

55 -

o Yôga Clássico surgiu de uma tradição oral bem mais antiga;

56 -

“não se pode escrever sobre Yôga sem tratar do Sámkhya, tamanhos são os vínculos entre uma escola e outra”;

57 -

citações do Mahá Bhárata e do Bhagavad Gítá, vinculando o Yôga com o Sámkhya, portanto, estabelecendo para o Yôga uma natureza técnica, não espiritualista nem mística;

61 -

o conceito de Púrusha (Sámkhya) já aparece no Rig Vêda X:90 e na Katha Upanishad II:5;

67 -

sendo o Sámkhya muito complexo, encontra-se aqui a declaração de que não precisamos aprofundar-nos no seu estudo, mas é indispensável compreender seus fundamentos.

Livro Manual do Yôga, de Georg Feuerstein, Editora Cultrix:

Pág.

18 -

o Yôga não tem misticismo. Este foi introduzido no Yôga medieval;

19 -

o Yôga não é ciência: é técnica;

20 -

parampará, a transmissão oral;

20 -

as divergências entre escolas: “às vezes não podem nem mesmo reconciliar-se com nenhuma outra”;

21 -

nota de rodapé: “o Sámkhya é o mais próximo do Yôga”;

23 -

a palavra hatha tem o significado literal de força, esforço;

22 -

Hatha Yôga desafortunadamente tornou-se muito popular no Ocidente, de uma forma lamentavelmente distorcida e bizarra;

23 -

uma das particularidades que caracterizam o Hatha é a ênfase no despertamento da kundaliní, ao contrário do que os ensinantes leigos de Hatha no Ocidente costumam afirmar;

24 -

mesmo o Hatha tem restrições quanto a abordagens terapêuticas;

30 -

um estudioso do século XX criou um novo tipo de Yôga, “uma divergência revolucionária em relação aos caminhos já trilhados”;

30 -

o Yôga de Srí Aurobindo inclui o Tantrismo;

31 -

Srí Aurobindo espera que o Yôga cesse de parecer alguma coisa mística e anormal que não tenha relações com os processos comuns da energia terrena;

31 -

ele afirma também que é lícito o uso do sexo, saúde, dinheiro, posição social, poder político, etc.;

31 -

Srí Aurobindo não considera o Hatha necessário;

31 -

Srí Aurobindo tem franca admiração pelo Tantrismo. Ele o chama “um sistema yôgi notável que é, em sua natureza, sintético… um grande e poderoso sistema”;

94 -

nesta página, encontra-se um quadro sinótico que é o que melhor explica a relação de coerência entre o Sámkhya e o Tantra; explica, ainda, a frase atribuída a Shankara, citada por Shivánanda: “Sámkhya e Tantra são uma só coisa.”;

95 -

elementos que caracterizam a linha tântrica: mudrá, pújá, mantra, dhyána, nyása, bhúta shuddhi e visualização. Todos eles encontram-se no SwáSthya Yôga;

96 -

o Hatha é uma ramificação do Tantrismo;

96 -

o Hatha é o sucessor imediato do culto siddha do Tantrismo;

96 -

Gôraksha Natha foi o fundador do Hatha, na idade média;

103-

os Nathas;

104-

o fundador do Hatha é discípulo de Matsyêndra Natha;

104-

Matsyêndra Natha é o criador da Escola Kaula, do Tantrismo Negro;

110-

Rámakrishna era iniciado no Tantrismo (linha branca);

127-

o Sámkhya Clássico de Íshwara Krishna é um sumário métrico do Sasti Tantra.

Livro O Yôga, de Tara Michaël, Zahar Editores:

Pág.

18 -

o Yôga não é terapia;

27 -

o Yôga, desde suas mais remotas formulações, encontra-se indiscutivel­mente ligado a um outro ponto de vista: o Sámkhya;

27 -

Sámkhya e Yôga, os dois mais antigos ensinamentos;

28 -

“Os ignorantes falam do Sámkhya e do Yôga separadamente (como de duas vias diferentes), mas não as pessoas instruídas que, ao se dedicarem a um conhecem igualmente o fruto dos dois.” Bhagavad Gítá.

28 -

muitos param ou perdem-se no caminho do Yôga por não terem compreen­dido suas bases Sámkhyas;

59 -

o suposto ateísmo do Sámkhya mais antigo;

63 -

“Não há conhecimento como o Sámkhya, não há poder como o Yôga.”;

166-

Hatha significa força, violência. É uma via rápida para forçar kundaliní a despertar. Uma via demasiadamente curta, que necessita de um esforço extraordinário para atingir a meta (kundaliní), como que através de um arrombamento (dos granthis);

167-

Hatha Yôga também possui pújá, conquanto bem simplificado.

Livro Autobiografia, de Srí Swámi Shivánanda*, Editora Pensamento:

Pág.

37 -

discípulos egoístas que dizem: “não tenho Mestre, não preciso”;

38 -

“a obrigação do Mestre para com o discípulo é tão somente…”

47 -

“Quando viajo, esgoto toda a minha energia em uma semana.” E como fica a saúde daqueles Mestres brasileiros que viajam sistematicamente há mais de 30 anos, realizando até quatro ou mais viagens por mês, cobrindo distâncias de milhares de quilômetros?

49 -

manasika pújá;

68 -

incentivo para a criação de núcleos de Yôga;

69 -

“dê aulas sobre os chakras”;

69 -

incentivo e aprovação para demonstrações públicas;

73 -

“ensine a milhares”;

49 -

“não faço discípulos”;

83

“não tenho discípulos”. Portanto, aqueles que se declaram seus discípulos são inverídicos em suas declarações;

91 -

ponto de vista do brahmáchárya (linha patriarcal): “as mulheres deveriam renunciar ao mundo”; felizmente a nossa linha é tântrica (matriarcal, mas que não exclui o homem);

95 -

“dinheiro ajuda o sádhaka em seu sádhana e evolução”;

97 -

o kripá;

102-

“o desenvolvimento unilateral não é muito benéfico”;

105-

não omitir o sânscrito;

113-

cuidados com a propriedade: apego?

124-

não admite discussão e exige obediência imediata;

125-

fofocas… até na Índia!

140-

outra opinião da linha brahmáchárya: “afaste-se das mulheres. Não brinque nem se divirta com elas”; viu só, você que ataca a linha tântrica e defende a linha brahmáchárya?

142-

“um desenvolvimento unilateral não o ajudará”. Conclusão: as escolas que se especializam só em meditação, só em mantra, só na parte física ou qualquer outra coisa, são desaconselháveis;

142-

permissão para dançar;

142-

instruções para que se coma açúcar!

* Shivánanda, médico hindu, é um dos mais importantes Mestres de Yôga de linha Vêdánta-brahmáchárya do século XX.


Livros usados:

 

 

 

camila
camila.cabete@gmail.com | 201.17.104.118

Muito obrigada Mestre!!!!
Você já entrou no site http://www.estantevirtual.com.br ?
Cheguei a citá-lo na Sede Histórica.
Lá encontramos o acervo dos principais sebos [alfarrabistas] do Brasil e é muito seguro comprar. Já comprei vários livros. Agora vou buscar estes que indica!
Muitos beijos e abraços apertados!


Everton
everton_murilo@yahoo.com.br | 201.25.242.64

Dos importados, gosto muito do site http://www.amazon.com , o serviço deles é muito bom, a compra é segura, a entrega demora um pouco pois vem de longe mas vale a pena quando o livro é bom. No site da amazon também tem um serviço de sebos mas que não funciona tão bem quanto o nacional. Então para os livros importados e fora de catálogo, fica REALMENTE difícil.

  1. Autor: Taty Nascimento

    Boa tarde Mestre querido!
    A cada dia percebo a importância da leitura bem orientada. Precisamos cuidar do conhecimento milenar do Yôga Antigo com muito carinho, sem fazer misturanças desnecessárias que dispersam e nos impedem de realmente crescer nesta filosofia.
    Obrigada por tudo!

    Ahhh parabéns pelo blog!
    Beijosssss.

  2. Autor: Luiz Jacob

    Mestre,isto aqui é ouro em pó!

    Muito obrigado

  3. Os praticantes de Yôga se não possuem dinheiro para comprá-los, por serem em sua maioria estudantes, podem fazer download [gratuito] de uma grande maioria no site da Uni-Yôga, ou ler na bíblioteca da representante da Uni-Yôga que freqüenta ou da Federação de Yôga do seu Estado. Então não há desculpas para ler qualquer coisa, só porque os outros são supostamente mais baratos.. Não se esqueçam da frase: “O barato muitas vezes saí caro”!!!
    Beijos

  4. Lectures de haut niveau, c’est ce que tu nous a donné dans ce post, merci encore une fois
    Je t’embrasse
    Sonia

  5. Autor: Rafael Schoenfelder

    Mestre, isto aqui é ouro em pó! (2)

    Obrigado.

  6. Autor: Everton

    Muitos dos livros recomendados são de dificil localização mas eu conheço um site que é muito bom: http://www.estantevirtual.com.br , já encontrei cada preciosidade nesse site.

  7. Autor: Ana Paula Machert

    Mestre,
    Esse post foi o melhor de todos… hehehe
    Vale ressaltar que a maior parte dos seus livros são disponibilizados [para download gratuito] no site http://www.uni-yoga.org.br/downloads.php
    Então, boa leitura a todos!
    Beijão.

  8. Autor: camila

    Muito obrigada Mestre!!!!
    Você já entrou no site http://www.estantevirtual.com.br ?
    Cheguei a citá-lo na Sede Histórica.
    Lá encontramos o acervo dos principais sebos do Brasil e é muito seguro comprar. Já comprei vários livros. Agora vou buscar estes que indica!
    Muitos beijos e abraços apertados!

  9. “É melhor não saber do que pensar que sabe”. Esta frase me chamou muito a atenção. É impressionante a quantidade de pessoas que eu conheço que acham que sabem de um determinado tema e ficam se auto-afirmando, quando na verdade não sabem de nada.

  10. Esta lista é excelente. Consegui adquirir alguns desses livros pela internet, mas há outros que são muito difíceis de encontrar.

    Regina W. Zarling |

    Pois é Leri, eu também dei uma olhada naquele site dos sebos, mas a maioria dos livros importados não consta ali.
    Bjs

    Everton |

    Dos importados, gosto muito do site http://www.amazon.com , o serviço deles é muito bom, a compra é segura, a entrega demora um pouco pois vem de longe mas vale a pena quando o livro é bom. No site da amazon também tem um serviço de sebos mas que não funciona tão bem quanto o nacional. Então para os livros importados e fora de catálogo, fica REALMENTE difícil.

  11. Autor: Caio Melo

    Querido Mestre,

    Ontem, durante curso do Jojó aqui em Florianópolis, foi muito bacana perceber como seu blog já faz parte de nosso cotidiano. O Joris mencionava informações que foram publicadas aqui, como o vídeo sobre educação, e os participantes prontamente respondiam que também tinham visto.

    A qualidade da leitura e a quantidade de livros que cada um de nós lê também fizeram parte da pauta em nosso curso… aí vemos aqui um post sobre isso, contando ainda com uma bibliografia recomendada atualizada.

    Cada vez mais fica claro que as pessoas não visitam o Blog do DeRose para somente ler, mas levam as conversas daqui, por assim dizer, para seu cotidiano.

    Um abração, Mestre!

  12. Autor: Sonia Silva (Soninha)

    Concordo com a Ana Paula, Mestre querido cada vez mais me convenço que o seu blog foi o melhor presente para instrutores novos.
    Um beijo e até sábado!!

  13. Autor: Lili

    Obrigada Mestre

    Grande Beijo

    Amo você

  14. ¡Hola Mestre!
    Estoy realmente agradecido por este medio de comunicación. Es increíble la difusión que su blog tiene aquí en Buenos Aires. Todo el mundo lee y conversa de sus publicaciones y de los comentarios.
    Por esa misma razón, me gustaría contar que el último sábado asistí al espectáculo Padma, que el grupo de coreografías de Buenos Aires está presentando los días sábados en un hermoso teatro de la ciudad.
    La experiencia fue verdaderamente cautivante. Se podían palpar en el aire cientos de hermosas sensaciones.
    Al concluir la obra sólo pensaba en agradecer: a la directora del grupo, la instructora Adriana Bruer, y a todos los que lo forman, porque me han hecho sentir intensamente que el Yôga está dentro de cada uno de nosotros.
    ¡SwáSthya!

    [Padma es el nombre de un espetáculo del grupo de coreografías de Swásthya Yôga.]

    John Conway Chisenhall |

    Thank you for those wonderful comments Brian!

    For those interested in seeing a short video clip from a previous presentation by Grupo SwáSthya of Buenos Aires, visit

    httpv://www.youtube.com/watch?v=2a-emNw-q2w

    Padma is the name of the show. We will be presenting again February 20 and 27 at 10:00pm. For more information please contact me at barrionorte@uni-yoga.com.ar.
    On behalf of Grupo SwáSthya of Buenos Aires, thank you Master for your support and inspiration! None of it would be possible without you!

  15. Querido Mestre,

    Your post concerning the Recommended Bibliography came at an opportune time. Myself, and a few of my students, have come across numerous books by some of the authors mentioned in Recommended Bibliography, but books themselves are not in the bibliography (in this case, I am referring to the authors Mircea Eliade and André Van Lysebeth). I have the sensation that our temptation to trust the editors that publish other books from the same authors listed in the Recommended Bibliography is not risk free. This situation makes me recall your frase, “resista heroicamente à tentação de ler qualquer coisa, só por tratar-se de Yôga ou de alguma matéria supostamente semelhante”.

    The Recommended Bibliography is extremely important. Anyone who heeds it will save their time, money, and, perhaps, sanity.

  16. Autor: Adriana

    Querido Maestro, ante todo quiero agradecerte y felicitarte por el blog, es increíble como está influyendo positivamente en nuestra egrégora, generando un canal de comunicación que nos vuelve más próximos. Personalmente leer tu blog diariamente me hace sentir más informada y más unida a todos aquellos, instructores y alumnos, que comparten esta misma filosofía de vida.
    Por eso mismo, quiero aprovechar este medio para contarte que me llena de orgullo poder estar difundiendo el SwáSthya Yôga a través del trabajo que estamos realizando con los chicos del Grupo de coreografías. Como directora asumí esa misión desde el mismo momento en que decidí montar el Grupo y fue lo que me mantuvo siempre fuerte a pesar de todo el trabajo y el esfuerzo que llevó. Recuerdo que fue hace más de un año cuando, por sugerencia de Laurita Ferro, a la cual le estoy muy agradecida por su empujoncito, empecé con este proyecto.
    Actualmente estamos presentando con el Grupo SwáSthya (así se llama el grupo de coreografías) en un teatro muy lindo de Buenos Aires, nuestra primera obra Padma.
    La repercusión que está teniendo en la gente es muy reconfortante, quedan todos cautivados, muy conmovidos y emocionados al ver el show. Eso a mí me llena de alegría, saber que estamos logrando transmitir algo muy fuerte y valioso: Yôga, SwáSthya Yôga. Reforzando el concepto de que el Yôga es una filosofía que se transmite como un arte.
    La verdad es que está resultando una experiencia maravillosa, gracias Mestre por haber inspirado cada ladrillo de esta obra.
    Besos cargados de mucho cariño!

    Instr. Adriana Bruer

  17. Autor: Anahí

    Adoro livrarias de livros usados. Eles não apenas são mais baratos, como também traem consigo um ar de experiencia do qual eu gosto. Parece bobagem, mas vc sente nas suas páginas que não é o primeiro leitor do livro, que outro, antes que vc, disfrutou dessas páginas.
    Em fim, para quem for do Rio de Janeiro, ou passar de visita, fica aqui a recomendação do meu sebo predileto, onde muitas vezes achei livros ótimos (dos autores Saramago, DeRose, e tantos mais) em excelente estado e a bom preço. Eu passei muitas tardes lá dentro, na procura do próximo livro para ler! Chama-se Baratos da Riveiro, e Fica na Rua Barata Riveiro e Siqueira Campos (Sobre a Barata). Vale a pena!
    E a dois cuarteirões da Sede Histórica, assim que pode fazer duas visitas em uma!
    Beijinhos,
    Anahí

    DeRose |

    Obrigado, Anahí. Só uma correção. O nome da loja é Baratos da Ribeiro e fica na Rua Barata Ribeiro esquina da Rua Siqueira Campos. Baleu a indicação. Avraços do seu amigo DeRose.

    Anahí |

    Obrigadaaaaaaaaaaaaa!
    Bom dia e beijinhos!
    Anahí

  18. Autor: Anahí

    E por falar de livros… va aqui um texto meu (sobre ser leitor) que o Daniel acaba de publicar no seu blog (que é o: http://www.livrepensardoyoga.com)
    Espero que gostem! Beijinhos.

    Ser leitor

    A leitura é muito mais do que uma simples relação dos olhos com os livros…
    A leitura é um espaço, um lugar predileto, uma luz escolhida,
    um ritual em que importa até a época do ano.
    Luis García Montero

    Há muitos livros para ler. Seleccionar um livro, por uma questão de disponibilidade de tempo de vida, implica deixar de ler outros. Já que cada simples leitura desencadeia uma série de pensamentos e influências no leitor, é importante escolher bem as obras que se vão ler, e más ainda as que serão relidas.

    Acostume-se a ler com papel e lapiseira sempre à mão, para registar os fragmentos que mais lhe interessem e as ideias que apareçam. As ideias que possam surgir durante uma leitura, que possam ser disparadas pelas palavras do livro em combinação com os pensamentos do leitor. Por isso desprendem-se da própria leitura no instante em que esta se realiza, e se não se registam no momento, podem se perder na memória até novo aviso.

    Há leitores que utilizam esse método; outros vêm ao próprio livro como um caderno de anotações. Muitos exemplares acabam sendo assim livros escritos por várias mãos, com tintas de diferentes cores, em distantes épocas e lugares.

    Ao ler, a produção de imagens visuais que se desenvolvem -algo assim como um filme mental que reproduz a leitura – estimula o trabalho cerebral. Este pode limitar-se a recriar o que está recebendo, ou pode disparar uma série de novas associações de pensamentos, transformando-se numa fonte de conhecimentos intelectuais. Por isso, ser leitor é característica de todo escritor.

    Aprenda a apreciar a leitura, para logo a poder gerar esse sentimento nos outros.

    Anahí Flores
    Tradução ao português: Sonia Monteiro.

  19. Autor: Anahí

    Voltando ao assunto livros, hoje conclui a leitura do último livro do Saramago, A viagem do elefante.
    Que livro bom!
    Além de ter tudo o que os livros do Saramago costumam ter (aquela forma de falar tão característica que só ele tem), a personagem principal deste último livro é indiana, e ao longo da história transmite muitos pensamentos super acertados sobre a cultura indiana. Num momento do livro os occidentais acreditam numa besteira qualquer, e esta personagem pensa que, ao final de contas, na terra dele as pessoas não são tão crédulas como na Europa. Por se chamar o livro A viagem do elefante, tem também várias vezes mencionada a história de Ganesha.
    Um livro que vale a pena ser lido!
    Beijinhos, num dia de chuva em Buenos Aires,
    Anahí

  20. “20. De Bona, Rodrigo, A parábola do croissant, edição do autor.

    21. Silva, Lucila, Léxico do Yôga Antigo, edição da autora.

    23. Melo, Ricardo e Caio, O poder do mantra, Edição dos autores.”

    Parabéns Rodrigo DeBona, Lucila, Caio e Ricardo. Vocês merecem esse privilégio!

  21. Autor: Pablo Lewin

    Hola Mestre!
    En sintonía con tu post estaba releyendo el Hatha Yôga de Shivánanda (Edit. Kier, Bs. As., edición de 1996) y me encontré con una sorpresa muy interesante:

    En la pág. 108 (¡¡exactamente la Nro. 108!!) hay un cuadro cuyos ítems son los chakras, tattwas, Nro. de pétalos, etc, en el cuál, al llegar al ájña, vemos la correspondencia con el yantra ÔM, cuyo trazado… ¡es el de nuestra escuela!!

    O sea, en algún momento los editores de Kier tomaron el yantra de alguno de tus libros (¿será que lo consideraron más bonito?) y lo utilizaron en el libro de Shivánanda. Sería interesante verificar esto en alguna edición de este libro previa al Prontuario de Yôga Antiguo, en dónde seguramente el trazado del yantra es otro.

    Te paso los links con las 2 páginas escaneadas del libro, ambos lugares dónde figura esto:

    http://img21.imageshack.us/img21/9633/hyshivnandapg108aj0.jpg
    http://img27.imageshack.us/img27/9969/hyshivnandapg120tl0.jpg

    De hecho, la primera sílaba que aparece en el margen superior izquierdo en la pág. 120 corresponde a otro trazado del símbolo, que probablemente sea el original del libro de Shivánanda en las ediciones previas o de otros países.

    Interesante, no?

    Un abrazo muy grande y gracias por compartir el blog con todos nosotros!! Me hace bien sentirte cerca.

    Pablo

    DeRose |

    Talvez, Pablo, seja porque a escola em cuja biblioteca encontrei o nosso ÔM foi a de Shivánanda, em Rishikêsh, de onde proveio o original do livro. O ÔM é o mesmo, conforme eu digo no Quando é Preciso Ser Forte. Abraços.

    Pablo Lewin |

    Qué interesante Mestre… voy a intentar conseguir una edición del libro previa a 1960 para sacarnos la duda. Gracias por tu respuesta! Pablo

    DeRose |

    Eu tenho a edição de 1956 Pablo. Não há dúvida. É mesmo como eu disse. Abraços.

    Caio Melo |

    Muito legal, Pablo.

    Eu, que ainda não tenho em minha biblioteca pessoal esta obra, fiz questão de salvar em meu computador as imagens que você mandou e imprimí-las para ter como documentação e referência bibliográfica sempre que preciso.

    Muito obrigado!

    Abraço do Caio

  22. Autor: Pablo Lewin

    Círculo de lectura de Belgrano:

    ¨Everything has been said before, but since nobody listens we have to keep going back and beginning all over again¨ (André Gidé)

    ¨Todas la cosas ya fueron dichas, pero como nadie escucha es preciso comenzar de nuevo.”

  23. Autor: Everton Vieira

    Esse post é inspiração e apologia à integridade da Cultura.
    Puro Ouro, em outras palavras.

  24. Autor: Rafael

    Olá, alguns livros do Shivananda podem ser comprados(ou melhor recebidos de presente, pois o Hatha Yôga dele a menos de 5 R$ é presente) em:

    http://www.dlshq.org/cgi-bin/store/commerce.cgi?category=Yoga&cart_id=1273778239.299

  25. Talvez alguém de Floripa possa entrar em contato.

    Incrível como existem pessoas sem coração por este mundo. Este caso aconteceu agora dia 11 de maio em Floripa.
    O depoimento que se encontra no site http://www.ajudaparaosanimais.blogspot.com é de uma moça ou senhora (não sei a idade) chamada Fernanda e diz o seguinte:

    Preciso da ajuda de vocês:

    Apareceu aqui na frente da minha casa uma cachorrinha toda machucada de maus tratos…o pior de tudo é que arrancaram um olho dela. Isso mesmo!!!

    Absurdo! A coitadinha toda machucada, sem um olho, manca, sarnenta…

    Não consegui deixar de ajudar porque me sensibilizei e não conseguiria simplesmente virar as costas….

    Coloquei ela isolada no meu quintal e estou cuidando.

    Uma moça que trabalha em um posto de saúde perto de casa estava junto na hora e também quis ajudar..ela trouxe algumas coisas para curativo, analgésico e juntei mais com as coisas que tinha aqui em casa dos meus cachorros. Estou fazendo curativos pra não deixar o olho exposto, dando comida, passando remédio..enfim, cuidando…

    O grande problema é que ela tem que fazer uma cirurgia pra fechar o olho e já falei com ongs, veterinários e ninguém pode ajudar. Queria ver com vocês se me ajudam a mobilizar algum veterinário pra fazer essa cirurgia pois não tenho como arcar com esta despesa agora. Além da cirurgia, ela vai precisar continuar tomando os remédios e todo o tratamento.

    Preciso da ajuda de vocês e até para dar um destino pra ela…alguém que adote, pois já tenho 3 cachorros e 2 gatos..

    Não posso ficar com mais um.

    Por favor pessoal, falem com amigos, com veterinários, ou com alguém que faça uma boa ação e banque a cirurgia pra depois podermos colocar pra doação.
    abaixo, fotos.. ( as fotos estão no site indicado)

    Bjão e obrigada
    Fernanda
    (48) 3259-8761 e (48) 8831-6677
    fernanda@fabrikadeideias.com.br

    Bjs

    Regina
    Método DeRose Alto da XV

  26. Pingback: Busca, fora dos livros, dentro de ti. DeRose « O Feérico – Blog do Ferreira

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