quarta-feira, 8 de junho de 2016 | Autor:

Falar ou escrever com erros é uma das maiores demonstrações de que o indivíduo em questão não recebeu uma boa educação. Tenho acompanhado o fenômeno da evolução da nossa língua durante estas últimas décadas com perplexidade e apreensão. Muito em breve não estaremos mais falando português e sim algum dialeto esdrúxulo. Até quando poderemos declarar, com orgulho, que falamos uma língua vagamente aparentada com a de Camões, a melhor língua literária do mundo?

youtu.be/Nb_ZqK-evqU

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domingo, 15 de maio de 2016 | Autor:

Escolhi para você, dentre as mais de mil páginas dessa Obra colossal, cem páginas free, vários capítulos inteiros e alguns capítulos parcialmente, que você pode acessar sem custo algum, pelo link abaixo:

derose.co/pequenoextrato-tratado

O Tratado de Yôga é o único no mundo que contém mais de 2000 fotos de ásanas (técnicas corporais), fotos de 108 mudrás do hinduísmo, 58 exercícios respiratórios, 27 kriyás clássicos, 54 recursos de concentração e meditação, áudios de mantras e uma gravação com a pronúncia de todos os termos sânscritos do glossário (gravado na Índia), capítulos sobre chakras, kundaliní, karma, dharma, mantra, alimentação e links para muitas aulas gravadas em vídeo. No apêndice, inserimos o texto integral do Yôga Sútra, de Pátañjali, com sua escrita original de sânscrito em alfabeto dêvanágarí, a transliteração e a tradução.

O Tratado de Yôga, 46a. edição, deve ser lançado em torno do dia 10 de junho, se não ocorrer atraso. Seu valor será de R$ 475.

Haverá cerca de 20 noites de autógrafos em junho e julho, em todas as nossas escolas de São Paulo, São Bernardo e Santo André.

A partir de então, você poderá encontrar o Tratado de Yôga nas escolas do DeRose Method no Brasil, Argentina, Chile, Portugal, Espanha, Itália, França, Inglaterra, Escócia e Estados Unidos. Os endereços, e-mails e telefones estão nos sites das escolas.

Você também pode adquiri-lo, a partir de junho, diretamente da editora pelos telefones (11) 3081-9821 e 999 760 516. Pessoalmente, na Alameda Jaú, 2000 – São Paulo. Ou pela egregorabooks.com.

LANÇAMENTOS EM SÃO PAULO:

Alameda Jaú, 2000 – tel.: 3081-9821
Alphaville – Calçada das Hortências, 128 – tel.: 4191-3039
Alto da Mooca – Praça Visc. de Souza Fontes, 125 – tel.: 2769-0500
Anália Franco – R. Demétrio Ribeiro, 824 – tel.: 2675-0878
Berrini – Rua Pensilvania, 1383 – tel.: 5506-8335
Borba Gato – Av. João Carlos da S. Borges, 895 – tel.: 5641-0365
Brooklin – Av. Portugal, 1062 – tel.: 5041-1049
Campo Belo – Rua Zacarias de Gois, 1054 – Tel. : 2615-1054.
Casa Paulista – Rua Batataes, 288 – tel.: 3057-2878
Higienópolis – Rua Goiás, 113 – tel.: 3825-1422
Itaim Rua Jesuíno Arruda, 459 – tel.: 3079-1439
Ibirapuera – Rua Indianópolis, 724 – tel.: 5055-0405
Moema – Al. Jauaperi, 1245 – tel.: 5092-2484
Morumbi – Rua Ivorá, 23 – tel.: 3776-7092
Perdizes – Rua Cayowaá, 452 – tel.: 3868-3428
Plaza Sul – Rua Ribeiro Lacerda, 412 – tel.: 5058-6433
Oscar Freire – R. Oscar Freire, 2283 – tel.: 3062-3846
Santana – Av. Água Fria, 98 – tel.: 2950-4307
Villa-Lobos – Rua Carlos Weber, 300 – Vila Leopldina – tel.: (11) 3853-6951
Vila Madalena – Rua Wisard, 411 – tel.: 3034 2866
Vila Mariana – Rua Estado de Israel, 527 – tel.: 3589-7227
São Bernardo – Avenida Wallace Simonsen, 311 – tel.: 4125-6658
Santo André – Alameda Francisco Alves, 37 – Tel.: 4436-7254

terça-feira, 13 de agosto de 2013 | Autor:

 

 

 

Casamento deveria ser um dueto, não um duelo.

DeRose

Quase todo o mundo adquire, já na infância, uma fixação cultural pela instituição do casamento. Assim, mais cedo ou mais tarde, a maior parte das pessoas acaba se casando, seja formal ou informalmente.

Ainda quando um não quer, o outro acaba conseguindo. Há um pensamento que diz que “quando um não quer, dois não brigam”. Contudo, há um outro que sentencia: “mas quando um quer…”

O mesmo aplica-se ao casamento. Quase sempre é o homem que não quer maiores compromissos, porém, as mulheres movem montanhas para conseguir o que desejam. Claro que há exceções dos dois lados, no entanto, você não vê homens declarando publicamente “Ah! O meu ideal de vida é casar e ter filhos”. Será que isso se deve a causas culturais? Será biológico? Não importa. O fato é que esse comportamento é observado.

A desculpa de que elas fazem-no para não ficar sozinhas não convence ninguém, já que a solidão a dois é a pior. No filme Um caminho para dois (Two for the road), o jovem Albert Finney pergunta à adolescente Audrey Hepburn: “Por que pessoas casadas não conversam uma com a outra?”. Trata-se de uma comédia romântica muito bem feita, que documenta três fases na vida de um casal. A primeira, quando ainda jovens, namorando. A segunda, quando casados há pouco tempo. A terceira, quando já o casamento tinha uns bons anos. Pareciam três histórias distintas, protagonizadas por três casais diferentes. Depois, o diretor do filme embaralhou as cenas e editou tudo alternadamente. O resultado foi um portento da filmografia e da psicologia do matrimônio. Todo o mundo deveria assistir a esse documento antes (ou mesmo depois) de fazer besteira.

Então, por que as pessoas se casam? Por lavagem cerebral[1]. Afinal, nem cogitam se há outra opção de relacionamento fora daquele modelo único que a sociedade vigente nos impõe.

Não deveríamos casar-nos? Como seria o mundo, a sociedade, a família? Um caos! Há quem opine que o melhor é não casar, mas não conseguimos escapar dessa maravilhosa e, ao mesmo tempo, aterradora experiência. Por isso, os anglo-saxões, que sabidamente têm o estômago fraco, muitas vezes, “passam mal” nas cenas dos filmes quando está chegando a hora do enlace.

Você já notou que quando está acasalado (de acasalar = formar casal), mesmo num simples namoro, os amigos não o convidam tanto para sair? É como se afastassem-se polidamente para “não atrapalhar”. Fora isso, ainda há um bom número de casais que se fecham em copas e passam a declinar os convites dos amigos – convites esses que já não são tantos. O resultado disso é que o casal vai-se isolando por vontade própria e/ou vai sendo isolado por discrição dos demais.

No entanto, quando você se descasa ou fica sem parceiro(a) os amigos, muitas vezes, retornam e começam a convidá-lo outra vez. Parece, portanto, que há uma conspiração para que os casais fiquem sós, a saturar-se um ao outro com um excesso de invasão do espaço vital[2]. Isso acaba resultando mal.

O que fazer? Descasar-se? Jamais, se for possível evitar! O desgaste de um final de relacionamento, mais ainda de um casamento, compensa qualquer esforço para evitar o rompimento. Então, o quê? Bem, podemos repensar o modelo de relacionamento.

Por outro lado, se for mesmo necessário descasar-se, que isso seja feito na hora certa e da maneira certa.



[1]  “Hey! Teacher! Leave them kids alone!”

[2] Leia o capítulo A teoria do espaço vital, no livro Método de Boas Maneiras, deste autor.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013 | Autor:

 

Programem-se! :)

 

HORÁRIO DE CHEGADA – 18:30 H

LOCAL – LIVRARIA DA VILA, ALAMEDA LORENA, 1731.

Vamos começar pontualmente às 19 horas porque precisamos terminar cedo. Pedimos que você chegue às 18:30 para dar tempo de adquirir seu(s) exemplar(es), receber o post-it com seu nome e organizarmos a fila para os autógrafos.

Por favor, replique este convite aos seus amigos, colegas e familiares.

Obrigado.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013 | Autor:

Uma conversa franca

 

Também sou pai e compreendo a sua preocupação no que diz respeito ao futuro do seu filho ou filha. Por esse motivo, escrevi este artigo, para tentar esclarecer as principais apreensões daqueles cujos filhos decidiram ser livres empreendedores. Desempenho esta profissão há mais de 50 anos, portanto, ninguém melhor do que eu para discorrer sobre as vantagens e desvantagens do métier.

Gostaria que você encarasse este texto como uma conversa franca e aberta sobre os riscos e compensações decorrentes daquela decisão, bem como um aconselhamento a pais e filhos sobre como enfrentar tal empreitada.

A partir da leitura deste texto estarei à disposição para complementar algum esclarecimento que se mostre necessário.

Espero que este texto ajude tanto no aspecto informativo quanto no afetivo, pois é disso que a garotada mais necessita. Frequentemente, é pela falta desses dois fatores que muitos jovens acabam se envolvendo com drogas, com amizades perniciosas ou com seitas aliciantes.

Quero que conte comigo como um aliado no compromisso de buscar o melhor para o seu filho ou filha. Coloco meu aconselhamento à sua disposição, já que comemorei mais de meio século de ensino e durante essas décadas conduzi muita gente ao sucesso profissional.

Questões sobre a profissão

1. Meu filho estava cursando engenharia e resolveu ser empreendedor do Método DeRose. O que devo fazer?

Em primeiro lugar, não creio que você deva se preocupar com isso logo de início. Pode tratar-se apenas de um impulso momentâneo. Também fomos jovens e sabemos que mudar de idéia é um privilégio da juventude. Se os mais velhos desapoiarem a aspiração do jovem, ele fincará pé e levará sua decisão até os limites, só para contrariar. Eu fui assim, você também foi. Basta dizer não para gerar uma defensiva e conflagrar uma guerra. O melhor a fazer é dar um tempo.

2. E se ele persistir na idéia?

Nesse caso, não há nada que uma boa conversa não resolva. Pais e filhos precisam conversar. Pre­cisam ser amigos. É necessário que confiem um no outro. Converse com ele para verificar por que tomou essa decisão. Se tiver sido uma decisão madura, fruto de uma vocação autêntica, então cabe a nós, os mais velhos, prestar aconselha­mento e apoio.

3. Mas eu quero que ele se forme em engenharia, medicina ou direito.

Nada contra essas profissões, contudo não podemos deixar de levar em consideração que a realização pessoal do seu filho vale mais do que a satisfação das nossas conveniências. Se ele estudar o que o pai deseja, só por obediência, certamente tornar-se-á uma pessoa frustrada. Nenhum pai deseja isso para o seu filho.

4. É que as carreiras tradicionais têm status e contam com o respeito da sociedade.

Sem dúvida. Mas também custam muito mais caro para obter a formação e depois a probabilidade é que a maioria fique desempregada porque o mercado de trabalho já está saturado há mais de duas décadas. Grande parte dos nossos alunos é constituída por engenheiros, advogados, arquitetos, psicólogos e até médicos que formaram-se mas não conseguiram ou não quiseram trabalhar em suas respectivas áreas. Quanto ao status, na nossa profissão, o jovem vai ensinar aos engenheiros, médicos, advogados, arquitetos, psicólogos, empresários, executivos, intelectuais, políticos e artistas. Vai ser tratado com reverência e admiração. Poderá dar cursos em Universidades. Poderá viajar pelo país todo e por outros países. Certamente, dará entrevistas para jornais e televisão. Provavelmente, vai escrever livros. Não há sombra de dúvida de que se pode conquistar o respeito da comunidade sendo empreendedor do Método DeRose.

5. Precisamos pensar no futuro. É preciso estudar e ter um certificado…

Certificado ele vai ter, expedido por uma Universidade Federal, Estadual, Católica ou outra particular, à sua escolha. Pela estrutura que oferecemos, provavelmente, vai conseguir qualificação em mais de uma Universidade no Brasil e com possibilidade de, mais tarde, receber outra na Europa.

6. E quanto ao nível sócio-econômico?

Se você visitar as escolas certificadas pelo Diretório Central do Método DeRose vai constatar que muitos dos seus Diretores tornaram-se empresários bem cedo e possuem instalações de excelente nível. Vai verificar que eles trabalham com um público classe A. Consultando esses instrutores, poderá tranquilizar-se com relação às oportunidades que a nossa profissão proporciona.

7. Qual é a viabilidade econômica que a carreira proporciona?

A viabilidade é grande e é um fato. Considere que cada cliente do seu filho pagar-lhe-á mensalmente aquilo que ele estiver pagando hoje para formar-se. Se ele tiver 50 alunos, o retorno mensal será de 50 vezes o investimento. Investimento esse que vai ser feito por alguns anos, mas o retorno será para a vida toda. A relação custo/benefício entre o investimento na formação profissional e a arrecadação durante a carreira é a melhor do mercado de trabalho.

O retorno é rápido e expressivo. No entanto, sejamos honestos, tudo depende da vocação, talento e esforço próprio do profissional. Se ele não se esforçar, ninguém poderá fazer milagre por ele. E isso vale para qualquer profissão.

Seu filho poderá, ainda, criar um produto e fornecê-lo a toda a Rede, que é bem grande. Temos hoje centenas de entidades filiadas no Brasil, Argentina, Chile, Portugal, Itália, Espanha, França, Inglaterra, Escócia e Estados Unidos (incluindo o Havaí).

8. Há casos concretos da viabilidade econômica da profissão?

Sim. Vários empreendedores já conseguiram comprar suas sedes próprias. Podemos citar como exemplo os seguintes profissionais que adquiriram suas casas próprias: Dora Santos (São Bernardo, SP); Miriam Rodeguer (Rio Claro, SP); Antônio Ferreira (Salvador, BA); Clélio Berti (Campinas, SP); Maria Cruz (Belém, PA); Carla Mader (Itu, SP); Fabiano Gomes (Porto Alegre, RS); Fábio Euksuzian (São Paulo, SP); Naiana Alberti (Porto Alegre, RS), Solange Macagnan (Cruz Alta, RS); Rosa Espinosa (Porto Alegre, RS); Edgardo Caramella (Buenos Aires, Argentina); e outros.

9. Em quanto tempo meu filho começará a ganhar dinheiro?

Cursando uma faculdade comum, levaria, no mínimo quatro a oito anos, com uma possibilidade real de não conseguir colocação. Na nossa formação, seu filho já poderá ingressar no mercado de trabalho após o primeiro ano de estudos, como assistente monitorado. Dessa forma, o próprio estudo começará a se pagar a si mesmo.

10. Como está o mercado de trabalho na área do Método DeRose?

A nossa é uma profissão em ascensão. O mercado está ávido por profissionais e os absorve imediatamente. A previsão é a de que continue assim por muito tempo.

11. Qual é a possibilidade de que meu filho firme contrato com alguma entidade filiada ao Diretório Central do Método DeRose?

A probabilidade é de noventa por cento, pois estamos crescendo muito e a procura do público por profissionais da nossa área está aumentando. O mais importante é que ele não será contratado como empregado e que entrará na instituição com participação nos lucros.

12. E se nenhuma empresa filiada ao grupo o convidar ou se ele não quiser trabalhar na rede de credenciados?

Nesse caso, poderá dar aulas, cursos e workshops em empresas, clubes, academias ou montar o seu próprio estabelecimento.

13. Qual é o investimento para montar a sua própria empresa?

O investimento é muito pequeno, pois não precisamos imobilizar capital em máquinas e equipamentos, como seria o caso de uma academia ou de uma clínica. Não precisamos pagar a manutenção desses equipamentos e sua substituição de tempos em tempos. Não sendo uma loja do comércio, também não precisamos preocupar-nos com estoques de mercadorias (geralmente perecíveis). Não temos empregados e não incide praticamente nenhum imposto sobre o nosso trabalho.

Recomendamos que, sempre que possível, o maior investimento seja na compra do imóvel em que vai instalar sua empresa. Na nossa área essa imobilização de capital só trás vantagens e segurança. Segurança de poder investir nas instalações e no ponto sem se preocupar em ter que sair do imóvel caso o proprietário o pedisse de volta. Segurança caso o empreendedor do Método DeRose mude de ideia e queira trabalhar com outra coisa, pois sempre restaria o investimento imobiliário.

14. Eu quero que ele, primeiro, forme-se em Engenharia, Direito ou Medicina. Depois, se quiser, pode se formar no Método DeRose.

Faria sentido que ele gastasse tanto dinheiro, tempo e sacrifício para formar-se em Odontologia ou Arquitetura e depois fosse trabalhar com Publicidade ou Informática? Para que jogar fora todo esse dinheiro e juventude se não vai exercer a profissão? Claro que se isso tornar a vida do seu filho mais feliz, depois da sua formação profissional nós o receberemos de braços abertos.

15. Mas o que é o Método DeRose, afinal?

O Método DeRose é uma proposta de qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algu­mas das nossas ferramentas são a reeducação res­piratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a fle­xibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental.

16. A questão é que não sei quem são vocês.

Somos uma marca séria que está no mercado desde 1960. Temos profissionais muito bem preparados em cursos de extensão universitária nas Universidades Federais, Estaduais e Católicas de vários estados do Brasil e em universidades de outros países. Nossa história está documentada no livro “Quando é Preciso Ser Forte”, 42ª edição.

17. E quais são os seus hábitos de vida?

Nossos alunos e profissionais aprendem a valorizar a saúde, a higiene e as boas maneiras, de forma que não fumam, não ingerem bebidas alcoólicas e não usam drogas. Aliás, somos o único segmento cultural em que você pode ter a certeza de que o seu filho não travará contato com drogas!

18. Com que público meu filho lidará?

Nossos clientes são das classes A e B, a maioria entre 18 e 50 anos de idade. São pessoas cultas, educadas e saudáveis. A maior procura é por profissionais liberais, executivos, empresários, intelectuais, artistas, universitários e atletas de alta performance. É um público bem mais seleto do que a clientela da maior parte das profissões.


Questões sugeridas e respondidas pelos nossos alunos

 

– Se o trabalho de vocês não é comercial, como é que o DeRose tem tantas escolas?

O DeRose só tem uma escola, situada na Alameda Jaú no. 2000, em São Paulo. Mesmo assim, está arrendada para a Engenheira Fernanda Neis.

– Como assim? Não são centenas de escolas e associações filiadas? Para todo o lado que eu vá encontro um estabelecimento com o nome dele, no Brasil e noutros países.

As entidades são todas autônomas e cada qual tem o seu diretor, presidente ou proprietário.

– É uma franquia?

Não, não é uma franquia. Quem afirmar isso não está bem informado.

– Mas levam todas o nome dele.

O fato de o nome DeRose aparecer, é como a rede mundial de escolas Montessori. São milhares. Nem por isso são filiais ou franquias da professora Maria Montessori.

– Então, o que são as entidades que levam o nome DeRose?

Levam o nome DeRose as entidades (escolas, núcleos, associações, espaços culturais, federações) que utilizam o Método DeRose.

 

Se desejar mais esclarecimentos

 

Desejando mais esclarecimentos sobre a nossa instituição, queira consultar o nosso site e blog:

www.MetodoDeRose.org

www.MetodoDeRose.org/blog

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012 | Autor:


Nunca perca contato visual com a sua bagagem. Há mais de trinta anos eu viajo sistematicamente para países próximos e distantes, das Américas, Europa e Ásia. Jamais me furtaram coisa alguma.

Nos aeroportos existem quadrilhas especializadas em roubar as malas que são despachadas. A maioria trabalha do lado de dentro. Em viagens diretas, eles têm que trabalhar rápido para sumir com a mala ou para abri-la, mas eles têm experiência. Por outro lado, nas viagens com escala, em que você tem que descer de um avião e embarcar noutro – e suas malas também – eles trabalham mais sossegadamente. Primeiro, porque dispõem de mais tempo. Depois, porque você nunca poderia afirmar com certeza em que aeroporto ocorreu o furto.

Sempre que viajo acompanhado presencio os amigos despachando tudo, pelo ilusório conforto de embarcar com as mãos abanando. Várias vezes testemunhei o resultado: chegando ao destino, a bagagem roubada ou extraviada, meus amigos não tinham nem uma muda de roupa. Nada!

Mas não é só a mala despachada que vira fumaça. Basta olhar para o lado e adeus bagagem. Levando grupos de amigos para a Índia, percebi porque as pessoas são furtadas. A maioria se virava de costas para a bagagem para falar com alguém, olhar alguma coisa que lhes chamara a atenção ou para responder a algum espertinho contratado para desviar suas vistas da mala. Felizmente, eu estava por perto para evitar que o distraído ficasse sem a equipagem.

O truque é nunca perder contato visual com a sua mala. Mas melhor mesmo é jamais perder contato físico. Tem que fazer check-in? Ponha o pé em cima da mala. Vai tomar um lanche no bar ou pagar algo no caixa? Pé em cima da mala. Vai esperar o próximo vôo, sentado mais ou menos confortavelmente, num marasmo que pode dar sono? Recoste-se sobre a mochila, enrosque a alça da bolsa no seu braço, apoie-se na mala de tal jeito que se alguém a mover você caia.

Nos restaurantes, tanto em viagem quanto na sua cidade, mantenha a bolsa não apenas à vista, mas presa da melhor forma possível no encosto. Se alguém tentar levá-la embora, a cadeira vai junto.

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012 | Autor:

Quando você for a um médico, ele fizer um diagnóstico muito rápido e tiver certeza absoluta, é melhor consultar outro. Eu poderia lhe contar 200 casos, mas vou mencionar um que ocorreu com a Fernanda Neis.

Ela não é chegada a ter alergias, mas um dia ficou com o vários vergões vermelhos e coçando. Foi a um alergista. Ele perguntou o que ela havia tomado de medicação no dia anterior.

– Tomei Buscopan.

– Você tem alergia a dipirona. Vai fazer um tratamento durante quarenta e cinco dias com cortisona.

Fernanda, embora impressionada com a certeza do médico, preferiu consultar um outro. Este lhe perguntou:

– Mas qual foi o Buscopan?

– Foi o Plus.

– Acontece que o Plus não contém dipirona.

E lhe indicou um teste para identificação de alergias. De fato, com o resultado do teste ela constatou que não tinha alergia alguma a dipirona. O primeiro médico errara feio. Nem precisou fazer o tratamento equivocado, caro e com efeitos colaterais indesejáveis. Tomou um anti-alérgico e ficou boa num instante.
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