segunda-feira, 26 de abril de 2010 | Autor:

Quando um amigo, familiar, jornalista ou o próprio instrutor perguntar:

“Quais são os benefícios do Yôga?”

Ou

“Quais foram os benefícios que o Yôga lhe proporcionou?”

Ou ainda:

“O que você veio buscar no Yôga?”

O que você responde?

Pense bem antes de ler a resposta abaixo

1

Pensar

2

refletir

3

matutar

4

carburar

5

Acabou o tempo!

Eis a

Resposta

Uma das melhores respostas pode ser:

“O Método DeRose não tem o foco em benefícios.”

Ou

“Qualquer benefício que tenha ocorrido é considerado como mera consequência. Eu não vim aqui buscando benefícios. Não vim buscando nada. Vim porque gosto do Método, gosto do ambiente e gosto das pessoas que o praticam.”

Que bonito! No dia em que todos derem esse tipo de resposta, sem titubear e de forma sincera – não simplesmente para agradar seu instrutor – aí sim, estarei feliz e realizado como escritor e professor!

31 comentários

  1. 1
    Lucas
    quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 às 0:37
     

    Buenas noches Mestre,

    Hace más de un año q practico, y cada vez que mis amigos preguntan porque lo hago, solo les pregunto que diferencia notan ellos en mi desde hace un año atrás.

    ninguno habla de la espalda, nadie me dice como tengo la postura, todos me dicen que me ven mas contento, que me escuchan reir mas fuerte, que me ven cada vez mejor…

    Y siempre dicen “yo deberia empezar”

    Abrazo enorme a usted y a todos mis compañeros de egrégora!!!!

    Che Cardoso Reply:

    Muitas vezes nem é preciso usar muitas palavras para responder esta pergunta, basta mesmo que as pessoas que a façam tirem suas próprias conclusões ao nos observarem!

    Gostei da sua resposta Lucas! ;)

  2. 2
    Regina W. Zarling
    quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 às 2:09
    yogabatel.blogspot.com
     

    Bom, a primeira vez que vim praticar Yôga, era para ter ido fazer jazz ou balet moderno. Mas uma amiga de minha prima nos convidou para praticar Yôga. Pensei comigo, vou fazer aquela ginástica chata, depois de um mês acho uma desculpa e saio, só que eu me apaixonei. Achei o pújá fascinante. Lembro até hoje do primeiro pújá (era para visualisar teu rosto, ou teu nome) Como eu não te conhecia, tentei visualizar teu nome. Mas um senhor de cabelos brancos e barbas longas me sorriu. Pensei, esse deve ser tal do DeRose, vou enviar o pújá para esse velhinho simpático, com um sorriso tão querido! Na aula seguinte, em cima da mesa, estava o prontuário aberto e nele a foto do velhinho, não era nada mais nada menos do que Bhavajánanda. .
    Assim, aconteceu ao contrário, elas saíram e eu estou desde 1982. Se eu mesma me pergunto porque continuo praticando SwáSthya Yôga,a resposta é porque amo. Por que comecei a praticar? Porque me convidaram. O que eu esperava quando comecei a praticar? Nada, apenas me identifiquei. Quantas coisas eu fazia desde criança sem saber que era Yôga, mudrás, ficar horas sem pensar… E que sorte que tive de ter entrado logo no lugar certo!

  3. 3
    DeRose
    quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 às 2:43
    uni-yoga.org
     

    É isso mesmo, minha querida Regina. Somos um baralho em que todas as cartas são curingas.

  4. 4
    Leilane Lobo
    quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 às 11:21
    leilanelobo.blogspot.com
     

    Quando aluna eu respondia que os benefícios eram efeitos colaterais. hehehehehehe

  5. 5
    Leilane Lobo
    quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 às 11:30
    leilanelobo.blogspot.com
     

    Bom dia, Dê!

    “Seja como os pássaros que, ao pousarem, um instante,
    sobre os ramos muito leves,
    sentem-nos ceder, mas cantam!
    Eles sabem que possuem asas “.
    (Vitor Hugo)

  6. 6
    Bruno Mazetto
    segunda-feira, 26 de abril de 2010 às 10:09
     

    Se eu respondesse que comecei porque gostava do método, estaria mentindo. Eu tinha uma certa desconfiança de qualquer escola de Yôga, inclusive esta. Não sabia muito bem porque queria, mas sabia que queria, e, como nunca acreditei nessa história de que a primeira impressão é a que fica, resolvi dar uma chance para a tal “escola do DeRose”. Bem, parece que gostei, ja que estou aqui a 4 anos e me tornei instrutor. Abraços Mestre! Obrigado por tudo até agora!

    DeRose Reply:

    Valeu, Bruno!

  7. 7
    Everton Vieira
    segunda-feira, 26 de abril de 2010 às 10:52
     

    Praticar pelo prazer que dá ao praticar. Tão tántriko.

  8. 8
    Instrutora Thais Lopes
    segunda-feira, 26 de abril de 2010 às 11:17
    yogaemsantos.com.br
     

    Querido Mestre, este vídeo foi enviado por um aluno. Com certeza você já deve ter visto. Pois sempre comenta sobre isso em aula. Achei interessante pois mostra muito sobre Karma e sobre a nossa relação com a natureza no planeta. Como uma grande família que somos. TODOS os seres vivos. E não só os humanos. Um beijo carinhoso. Thais Lopes – Unidade Santos/SP

    http://www.youtube.com/watch_popup?v=QlpB3PKZ9pU

  9. 9
    Filipa Loureiro
    segunda-feira, 26 de abril de 2010 às 13:29
    espaceenergie.fr
     

    Olá Mestre,
    Espero que tenham feito boa viagem. Aqui está conforme falamos o que encontrei na net sobre XPTO.

    XPTO, ou X.P.T.O. (pron. “xis pê tê ó”) é uma abreviatura da palavra grega “Χριστός” (“Christós” = Cristo). As letras X (qui), ρ (ró), τ (tau) e o (omicron) foram seleccionadas e capitalizadas para formar a abreviatura.
    Não sendo usada em contexto denotativo — i.e. no estudo de monumentos, moedas, documentos e quaisquer outros suportes desta sigla, tanto como elemento decorativo como em inscrição, onde se refere por extenso e em português (“Cristo”) —, esta sigla popularizou-se e ganhou em Portugal dois significados:
    Acepção jocosa que se traduz, em contexto irónico, por “sofisticado” ou “de qualidade”, frequentemente reforçado com o adjectivo “todo”: «Compraste logo o computador mais X.P.T.O.», «Um carro todo X.P.T.O.». Semelhante ao uso em gíria brasileira de “mauricinho”, no papel de adjectivo. (Significado mais frequente.);
    Forma de indicar “qualquer” quando é necessário utilizar um nome genérico em exemplos (nomeadamente em programação), de forma semelhante a “Acme” em inglês. (Significado menos frequente).
    No Brasil, apenas o segundo significado é usado.

    E é isto :-)
    Um beijo

  10. 10
    pedrogabriel22
    segunda-feira, 26 de abril de 2010 às 13:39
    euoutroeu.blogspot.com
     

    Querido Mestre,

    Sou sádhaka e participante da complementação pedagógica na Unidade Santos, dirigido pela querida Thaís Lopes.

    Antes de conhecer o Método eu tinha um enorme desejo de praticar Yôga e, como que por instinto, só procurei uma escola quando me senti suficientemente seguro de que não estava procurando alguma terapia ou benefício.

    Quando cheguei a unidade Santos e a sua diretora apresentou o Método deixando MUITO claro que o nosso foco não são os benefícios, senti que estava no lugar certo.

    Mas, assim como as bruxas, “que los hay, hay”.

    Assim como para a Regina, o pújá tem sido minha maior “ferramenta” de evolução e a cada vez que fecho meus olhos e visualizo-te coberto por luzes verde-claro e alaranjadas, maior é a segurança de que estou no lugar certo.

    Pouco após ter travado contato com o Método, escrevi mais uma das minhas poesias. Alguns meses depois, assisti a uma entrevista que você cedeu ao jornalista António Mateus e resolvi publicá-la. A poesia segue abaixo:

    Título: Nos encontramos lá!

    Sonhei que os homens eram iguais e
    que havia descanso ao fim de cada dia,
    haviam abraços, beijos, alegria e
    em cada olhar, havia um frescor de paz.

    Não se abria mão dos ideias,
    eram irmãos, capital e trabalhador,
    a moeda de troca era o amor e
    em casa alguma, havia um prato vazio.

    Nenhuma criança morria de frio,
    homem algum sofria de fome,
    ninguém se valia de seu sobrenome,
    nem haviam brigas, apenas respeito.

    Cidadãos valiam o que tinham no peito
    e a luz cobria toda a cidade
    entre as pessoas, valia a igualdade,
    e o mundo brilhava a cada emoção.

    No lugar de gritos, a voz do coração,
    ao invés de murros, apenas sussurros
    de tanta harmonia, baniram-se os muros,
    com milhões de flores, cobriu-se o chão.

    O artista de rua saiu do porão,
    o palhaço de circo deixou o picadeiro,
    espalhou alegria no mundo inteiro e
    até o delegado ranzinza se riu.

    A Terra, uma nova raça, pariu,
    e o nome que lhe foi dado eu não sei,
    mas com um baita sorriso no rosto, acordei
    sabendo que tudo que vira, era sonho.

    E sorrindo, ainda assim, te proponho
    para a viva Vida acordar
    pois não é tão difícil mudar,
    o mundo em que hoje vivemos.

    Porque, meu amigo, nós temos
    a força impulsora da Liberdade
    toda mudança é igual à Vontade,
    e não temos do que reclamar.

    Olhe para dentro, conheça a Verdade,
    faça de si, um mundo melhor pra morar.

    Nos encontramos lá.

    DeRose Reply:

    Que bonito! Somos nós!

  11. 11
    Alessandra Fernandes
    segunda-feira, 26 de abril de 2010 às 13:56
     

    Olá Mestre!
    É engraçado pensar nos caminhos que me trouxeram até a prática do Método. Cheguei buscando uma série de benefícios, mas não demorou muito para eu entender que eu não queria mais nada do Método.
    Eu continuava praticando por causa dele, porque a prática em si me satisfazia e me completava.
    Até que, um dia, eu não só não quis mais que o Método me “desse” algo, como quis também poder fazer algo por ele, e aí veio a decisão de ser instrutora.

    Somos realmente um baralho de coringas. Lembro que quando li seu livro Karma e Dharma, pensei: “eu sempre pensei isso, mas nunca consegui colocar em palavras de maneira tão perfeita!”
    E assim foi com tudo, quanto mais fui conhecendo o Método, maior foi a identificação.

    Um beijo carinhoso,
    Alessandra Fernandes
    Instrutora – Un. Plaza Sul / SP

    DeRose Reply:

    Querida! Fico tão feliz!

  12. 12
    Sara Adriano
    segunda-feira, 26 de abril de 2010 às 16:59
     

    Foi algures no ano de 2000 que a Márcia de Nacionalidade Brasileira veio a Lagos – Algarve – Portugal, em um ginásio e ministrou uma aula de SwáSthya Yôga.
    Falou de seu Mestre: DeRose e fez Germinar a semente que habitava em mim, o Yôga.
    Mas a Márcia não ficou por cá :( e eu tinha que saber mais sobre o que me causou uma sensação de Reencontro (reencontro é a palavra que melhor define aquilo que senti naquela aula).
    Procurei, e encontrei a Prof. Catarina Candeias em Lisboa, na capital. Logo comprei seu livro: Faça Yôga Antes que Você Precise.
    Depois de terminar senti que era esta a minha família, a minha casa… finalmente!
    [....]
    Uns anitos depois Nuno e Daniela abriram Unidade em Faro – Algarve – Portugal
    Comecei a prática p’ra valer!
    Estudei, cursei:
    Vásaná – A Força dos Condicionamentos – Jóris Marengo – 2006
    Yôganidra – Técnicas de Descontração – António Pereira – 2007
    Kriyá – Luís Lopes – 2007
    Karma e Dharma – Transforme a Sua Vida – DeRose – onde, finalmente, o conheci pessoalmente, bem como no dia anterior no Lançamento do livro Chakras e Kundaliní – 2007
    Coreografias do SwáSthya Yôga – Anahí Flores – 2007
    [...]
    Hoje continuo sendo uma amarelinha praticando à distância :)
    [...]
    Benefícios? Mera consequência.
    O que busco? Nada busco.

    Já achei! É aqui mesmo.
    Método DeRose

    Sara Adriano
    Lagos – Algarve – Portugal

    DeRose Reply:

    Que linda história! Mas… por que continua amarelinha, querida? Você merece mais. Beijinhos.

    Sara Adriano Reply:

    Nascendo eu em 1971, com 18 aninhos dei à luz minha primeira filha, Rita, aos 23 a segunda, Zora e com este acontecimento minha vida mudou.
    [...]
    Eu também caminhei terras e mares buscando você, procurando, na certeza de te encontrar.
    E encontrei algures no 2000!
    Estou eternamente grata. Obrigado!
    [...]
    Amarelinha hoje, mas quiçá no futuro outra cor?
    (adoro cores! ih ih ih)
    Barreiras de alguma ordem me impedem de deslocar-me a Faro à Unidade – Nuno Jacob.
    De qualquer forma, eu sei saltar barreiras! E a Egrégora dá-me colo e amparo quando preciso…
    Não é bestial o quanto a tecnologia avançou? E tão rápido!
    Falando assim consigo neste momento p’ra mim é um Milagre! e olhe que eu não acreditava em Milagre.

    Abraço daqueles que não se define com palavras…

    Sentiu?

    Que Alegria!!!!!! É esse mesmo! :)

    Obrigado,

    Sara Adriano
    Lagos – Algarve – Portugal

    DeRose Reply:

    Senti!!!

  13. 13
    Dorah Andrade
    segunda-feira, 26 de abril de 2010 às 18:11
     

    pedrogabriel22

    Seu poema tocou meu coração.
    Somos, realmente ligados, por nossos ideais de vida!
    Que bom ler suas palavras.
    Grata, Pedro.
    Gratíssima Mestre.

    Dorah Andrade
    Espaço de Cultura do Método DeRose – Jardim Anália Franco – SP – Brasil

  14. 14
    Dorah Andrade
    segunda-feira, 26 de abril de 2010 às 18:44
     

    Mestre,

    Meu primeiro contato com a Nossa Cultura foi por meio de uma foto da Stefanny, em kapodásana, na capa de uma Revista Veja.

    Eu estava na sala de espera de um consultório de quiropraxia, cujo profissional, é um ex aluno da Unidade Jardins, o Cláudio José de Souza. Depois do atendimento, mostrei a ele a foto e ele me contou que foi aluno da sua Unidade e me recomendou o Método, como o melhor, confirmando o que eu senti ao ver a foto da capa e em seguida a reportagem.

    Eu não sabia nada sobre a Nossa Cultura, mas já intuía sua existência.

    Aquela foto me emocionou de tal forma, que eu abri a revista, com voracidade à procura da reportagem.

    Travei contato, pela primeira vez com você, por meio da foto, que ilustrava a reportagem e… me apaixonei imediatamente. Primeiro, pela foto da Stefanny, em seguida pela sua, como a uma confirmação do que eu sentia, quando a vi… ali…tão linda, tão real.

    De tudo o que eu lia, na referida reportagem, intuitivamente eu sabia distringuir, o que era do que não era especulação, verdade, mentira ou realidade.

    Aí então, pesquisei no site de busca e encontrei você e mais um monte de linhas, as quais não me agradaram.

    A afinidade foi imediata e a certeza, incontestável, do que aquilo que eu via e lia no site da Nossa Cultura, eu queria pra mim, pra minha vida, pra vida dos que eu amo.

    Há anos busquei, mas creio que, só agora estava pronta a encontrar.

    Obstáculos de toda a sorte, a partir desse dia, se levantaram… e eu vou vencendo-os, um após outro. Afinal, uma bagagem de mais de 50 anos de condicionamentos e paradigmas equivocados… não é nada fácil se livrar dessa bagagem.

    Os Mestres sempre têm razão: quanto mais cedo iniciar nessa Cultura melhor, pois há menos condicionamentos e paradigmas equivocados e incorporados em nossos planos mental-intelectual-emocional.

    Mas, estou firme e forte, agora mais do que nunca, por me sentir privilegiada em estar em contado com você, Mestre do meu coração, bebendo e alimentando-me de seus ensinamentos, tão diretamente, por meio deste blog.

    Gratíssima por sua disponibilidade e carinho, para com todos nós.

    Dorah Andrade
    Espaço de Cultura do Método DeRose – Jardim Anália Franco – SP – Brasil

    DeRose Reply:

    Obrigado, Dorah.

  15. 15
    DeRose
    segunda-feira, 26 de abril de 2010 às 20:18
    uni-yoga.org
     

    Não encontrei o comentário anterior. A que se refere?

  16. 16
    sonia.monteiro
    terça-feira, 27 de abril de 2010 às 6:16
    soniamonteiro.com
     

    Procurar chegar ao fim sem aproveitar o percurso, ou a viagem para lá chegar… Isso é ter foco em benefícios ou nas meras consequências. Adorei uma frase que a Naiana Alberti colocou no facebock que dizia “melhor do que ser feliz para sempre é ser feliz agora”..
    Isso reflecte uma maior coerência em relação ao estar bem aqui e agora. Esse é um truque para alcançar a felicidade, ter o que se quer, no lugar certo e no momento certo. Obrigada pela presença diária no meu coração.

    Sara Adriano Reply:

    Olá Sónia,

    Essa frase que você refere de Naiana Alberti:
    “melhor do que ser feliz para sempre é ser feliz agora”..
    Deixou-me deveras a pensar. a reflectir, a matutar e a carburar…
    Pode dar-me uma ajuda? ou tem que ser de interpretação individual consoante a própria experiência de vida…

    Grata,

    Sara Adriano
    Lagos – Algarve – Portugal

  17. 17
    Che Cardoso
    terça-feira, 27 de abril de 2010 às 7:29
     

    Hoje eu olho o caminho que já percorri com o Método, que é um passo curtinho ainda diante de todo o seu trabalho e dos demais professores e Mestres da nossa família e recordo do dia em que comecei!

    Diferentemente da maioria eu não procurei pelo Método, eu se quer sabia o que era a prática, o que proporcionava e que bem ou não me faria!

    Vim até uma das Unidades forçosamente pelas mãos de uma amiga (irmã), que sem dúvida sabia que se tratava de algo com o qual eu me identificaria.

    No entanto, hoje eu estou aqui, firme, forte e convicta do que eu quero e desejo com nosso trabalho e ela infelizmente já não faz parte mais de nenhuma egrégora ligada a Unidades, mas segue fiel aos ensinamentos que teve no período em que ainda era aluna, mostrando que se trata muito mais de uma cultura e uma reeducação comportamental!

    Se não fosse pelas mãos e credibilidade desta minha amiga eu talvez não chegasse a conhecer o seu trabalho! Portanto, nunca menciono benefício algum, faço como o nosso amigo e aluno Lucas, que apenas pede a quem o pergunta que observe e veja o que vê nele de diferente!

    Este blog é essencial para que continuemos ainda mais unidos.

    Beijinhos e mais beijinhos.

  18. 18
    celine
    terça-feira, 27 de abril de 2010 às 10:04
    yogarivegauche.fr
     

    Ola querido mestre !
    Entao no inicio (mesmo ainda faz pouco) sim eu falava que me procurava relaxamento, concentraçao, introspeçao… e agora sei que os beneficios sao tantos que nem posso enumerar ! e o melhor e que cada dia eu descrubro novas coisas lindas e apreciaveis. Começei para os beneficios, e descrubri muito mais. Me apaxonei totalmente pelo metodo, pela cultura, pelas pessoas que pratiquam. Até que nao precisa mas falar porque faço o se e bom : da para ver na minha cara, so joia, adorou ! :-) Merci !

  19. 19
    yo
    terça-feira, 27 de abril de 2010 às 15:00
     

    mesmo estando afastado das praticas desde 2007, ainda consigo alcançar meus pés… ou pelo menos bem perto deles… as pessoas me perguntam porque nao como carne, como se fosse o fim do mundo um cara de dois metros se manter nutrido com todo o resto dos alimentos…
    Acho que a filosofia é para a vida toda, não importa o que voce faça ou aonde você vá, sempre terá lá dentro a essencia do ensinamento do Sat Guru.
    Beijo Mestrão.

  20. 20
    marlene
    quarta-feira, 20 de outubro de 2010 às 13:07
     

    hum, eu tenho uma duvida, que não tem anda a ver com os comentários, o que me assusta (espero que não seja uma duvida anormal ou desapropriada).

    sinto que sou “chamada” para ajudar na evolução espiritual, ou seja, não me refiro a magia ou essas coisas, mas ao amor incondicional, aos anjos, etc. nunca fiz yôga, mas também não quero começar se o meu motivo for superficial ou desonesto ou inadequado.

    eu simplesmente sinto que o yôga é uma boa prática, uma boa filosofia de vida que me abrirá as portas para o caminho dos trabalhadores da luz (abrir-me-á a porta para poder estar em contacto com as forças superiores e assim poder trabalhar para ajudar todos a ascender). É SÓ ISSO. não tenho objectivos, apenas o despertar da minha consciencia.

    a minha questão é se tem mal gostar de anjos e acreditar na ascensão (entre outras coisas) e seguir uma filosofia de yôga simultaneamente.
    pergunto isto porque nunca encontrei nada nos livros que tenho disponiveis na biblioteca sobre este assunto especifico.

    espero que entendam aquilo que sinto, esse chamamento de que falei no 2º paragrafo!

    DeRose Reply:

    Olá, Marlene. Sugiro que você leia os livros disponíveis para download gratuito no site http://www.MetodoDeRose.org e que assista as webclasses que o mesmo site oferece sem custo algum. A partir de então você compreenderá tudo com mais clareza.

  1. [...] This post was mentioned on Twitter by DeRose, Yôga GO, Juliana Adelino ツ, Juliana Adelino ツ, DeRose C. Cívico and others. DeRose C. Cívico said: “Para que você veio praticar Yôga?” Ou “Que benefício você veio buscar?”: Quando um amigo, familiar, jornalista … http://bit.ly/9dDgNC [...]

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