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	<title>Blog do DeRose &#187; Imprensa</title>
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	<description>Canal de comunicação do escritor brasileiro DeRose, sistematizador do Método DeRose. Mais mais de 25 livros escritos e um milhão de livros vendidos. Este blog aborda temas diversos como comportamento, etiqueta, alimentação, cultura geral, entre outros.</description>
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		<title>Três-vezes-três ações de civilidade por dia</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2012 07:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
				<category><![CDATA[A bem da Justiça e da Verdade]]></category>
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		<description><![CDATA[Um bom exemplo de praticante do Método DeRose, na área de conceitos, é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de boas ações ou até de boas maneiras). Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos. Três vezes três O três é um dos números reverenciados nas nossas raízes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">Um bom exemplo de praticante do Método DeRose, na área de <strong><em>conceitos</em></strong>, é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de <em>boas ações</em> ou até de <em>boas maneiras</em>).</p>
<p>Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos.</p>
<p align="center"><strong>Três vezes três</strong></p>
<p>O <strong>três</strong> é um dos números reverenciados nas nossas raízes hindus. Vamos, então, fazer nossa contagem a partir dele.<br />
<span id="more-11607"></span><br />
Se você realizar hoje <strong>menos de três</strong> boas ações, considere este como um dia de chumbo.</p>
<p>Se realizar <strong>três</strong> ações de boas maneiras, este foi um dia de bronze.</p>
<p>Com <strong>duas-vezes-três</strong> ações meritórias, seu dia terá sido de prata.</p>
<p>Conquistando <strong>três-vezes-três</strong> ações de civilidade, comemore um dia de ouro.</p>
<p>Mas se conseguiu realizar mais de <strong>três-vezes-três</strong> ações, você é o nosso herói e o seu dia foi de diamante!</p>
<p align="center"><strong>Que ações poderiam ser essas?</strong></p>
<p>Efetue uma doação a alguma instituição de assistência social séria.</p>
<p>Participe como voluntário em alguma campanha filantrópica.</p>
<p>Envolva-se de corpo e alma com as campanhas da Defesa Civil da sua cidade.</p>
<p>Dê comida a quem tem fome.</p>
<p>Dê um agasalho a quem tem frio.</p>
<p>Dê um sorriso, uma atenção, um afeto a quem esteja precisando disso tanto quanto o que tem fome e o que tem frio.</p>
<p>Salve um cão abandonado.</p>
<p>Regue as flores do jardim do seu vizinho, desinteressadamente.</p>
<p>Pare o carro a fim de dar passagem a um pedestre que esteja querendo atravessar a rua, mesmo fora da faixa.</p>
<p>Socorra um desconhecido que esteja caído na calçada tendo um ataque epilético.</p>
<p>Dê flores a um amigo.</p>
<p>Não se abale quando outro motorista for mal educado, der uma fechada ou mesmo bater no seu carro.</p>
<p>Peça desculpas, mesmo quando tiver a certeza de que está com a razão.</p>
<p>Trate bem um mendigo que venha pedir dinheiro.</p>
<p>Telefone para um amigo, colega ou parente, só para perguntar como vai.</p>
<p>Converse amenidades com um desconhecido no supermercado ou no shopping center.</p>
<p>Dê a mão a uma senhora para sair do carro.</p>
<p>Ofereça-se para ajudar a carregar as compras ao vizinho no prédio em que mora ou ao desconhecido no estacionamento.</p>
<p>Carregue a bolsa pesada da sua amiga.</p>
<p>Ouça o desabafo de quem precise falar sobre um problema.</p>
<p>Jogue no lixo algo que alguém tiver deixado cair fora da lixeira.</p>
<p>Acaricie um cão.</p>
<p>Elogie o filho de alguém.</p>
<p>Dê os parabéns a um colega ou concorrente por uma conquista ou por um projeto vitorioso.</p>
<p>Dê uma gorjeta mais substancial do que o mínimo de praxe.</p>
<p>Agradeça pelo serviço e elogie a atuação do garçom ou de outro profissional.</p>
<p>Diga &#8220;você está com a razão&#8221;.</p>
<p>Sorria para as pessoas no clube, nas lojas, na sua empresa.</p>
<p>Trate com cortesia o seu porteiro, a sua auxiliar de limpeza e todo o pessoal subalterno.</p>
<p>Recicle.</p>
<p>Dê informações, auxilie, oriente (na empresa, no trânsito, na faculdade).</p>
<p>Converse com os funcionários que o atendem.</p>
<p>Escute as reivindicações do cônjuge (esposa ou maridão). E atenda-as.</p>
<p>Diga obrigado e sorria para alguém na rua, no trânsito, nas compras.</p>
<p>Responda com gentileza a um vizinho irritado.</p>
<p>Acalme um colega, um familiar ou um amigo quando ele estiver zangado com você.</p>
<p>Não insulte a quem bem que merecia.</p>
<p>Quando não precisar de algum objeto ou roupa não o guarde nem o jogue fora: procure quem esteja precisando e faça-lhe presente. O que não presta para um pode ser uma bênção para outro.</p>
<p>Dê uma informação útil a alguém.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Método Giraldi, da Polícia Militar do Estado de São Paulo:</strong></p>
<p>Não tome decisões emocionadas.</p>
<p>A família é o que há de mais importante. Tenha tempo para esposa e filhos.</p>
<p>A ausência de um pai e de uma mãe é a porta de entrada para as drogas</p>
<p>Serenidade em todos os momentos.</p>
<p>Há três formas de amor: a palavra, o tato e o olhar. Portanto abrace seu filho, sua esposa e seus amigos.</p>
<p>Sorria sempre.</p>
<p>Elogie seu filho e seu subalterno quando possível.</p>
<p>Não grite com seu filho ou com seu subalterno. Troque o medo pelo respeito.</p>
<p>Problemas no trabalho, não devem entrar no lar.</p>
<p>Visite sempre seus pais, para não visitá-los no cemitério.</p>
<p><strong>Observe que o Método Giraldi, da PM, tem muitas coisas em comum com o Método DeRose!</strong></p>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/imprensa/10692/" rel="bookmark" class="crp_title">&#8220;Três-vezes-três boas ações por dia&#8221; na revista da PUC Rio</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/a-missao-do-praticante-zelar-pelo-nosso-bom-nome-e-pela-nossa-boa-imagem/" rel="bookmark" class="crp_title">A missão do praticante: zelar pelo nosso bom nome e pela nossa boa imagem</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/nos-somos-cartoes-de-visita-do-nosso-metodo/" rel="bookmark" class="crp_title">Nós somos cartões de visita do nosso Método</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/coisas-que-a-vida-me-ensinou-capitulo-compre-dois-pares-iguais/" rel="bookmark" class="crp_title">Coisas que a vida me ensinou (Capítulo: Compre dois pares iguais)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/coisas-que-a-vida-me-ensinou-como-funciona-a-psicoterapia/" rel="bookmark" class="crp_title">Coisas que a vida me ensinou (Como funciona a psicoterapia)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/alea-jacta-est/" rel="bookmark" class="crp_title">Alea jacta est</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/desculpe-capitulo-do-meu-livro-metodo-de-boas-maneiras/" rel="bookmark" class="crp_title">Desculpe (capítulo do meu livro Método de Boas Maneiras)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/boas-maneiras-para-que-capitulo-do-meu-livro-metodo-de-boas-maneiras/" rel="bookmark" class="crp_title">Boas Maneiras, para quê? (Capítulo do meu livro Método de Boas Maneiras)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/voce-poderia-parar-de-trabalhar-por-ate-tres-meses-ou-mais/" rel="bookmark" class="crp_title">Você poderia parar de trabalhar por até três meses ou mais?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/eu-apoio-a-pm/" rel="bookmark" class="crp_title">&#8220;Eu apoio a PM&#8221; &#8211; Matéria publicada neste blog em novembro de 2011</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
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		<title>Solenidade de outorga substituirá nossa aula de terça-feira dia 10 de abril</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2012 15:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho a satisfação de convidá-lo à solenidade de outorga na qual receberei o Grão-Colar da Ordem do Mérito Cruz do Anhembi, no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo, no Viaduto Jacareí, 100 – 8o. andar, que terá lugar dia 10 de abril, terça-feira, a partir das 19 horas. _ Traje para os homens: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="id_4f81aa0b43f010400666883">Tenho a satisfação de convidá-lo à solenidade de outorga na qual receberei o Grão-Colar da Ordem do Mérito Cruz do Anhembi, no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo, no Viaduto Jacareí, 100 – 8o. andar, que terá lugar dia 10 de abril, terça-feira, a partir das 19 horas.</div>
<div>_</div>
<div>Traje para os homens: social (terno escuro com camisa branca e gravata).<br />
Traje para as mulheres: vestido com sapato de salto alto (não calçar sandália de salto).</div>
<div id="id_4f81aa0b43f010400666883">
<p>_</p>
<p>Esse tipo de solenidade costuma atrasar meia hora e, às vezes, uma hora. Portanto, se você não conseguir chegar na hora não tem problema. É importante que compareça.</p>
<p>Há um estacionamento em frente à entrada lateral, na Rua Santo Antônio, mas é possível que a Câmara franqueie a entrada ao seu próprio estacionamento nessa mesma rua para quem chegar cedo.</p>
<p>Se nunca assistiu a uma solenidade de outorga de honrarias, é imperativo que compareça para testemunhar o quanto o nosso trabalho é respeitado, o quanto somos conhecidos fora do nosso círculo e constatar a relevante credibilidade que tem o nosso nome entre as autoridades, magistrados, militares, Polícia Militar e Civil.</p>
<p>Receberão a mesma honraria as seguintes autoridades:</p>
<p>General-de-Exército Adhemar da Costa Machado Filho, Comandante Militar do Sudeste.</p>
<p>Vice-Almirante Luiz Guilherme Sá de Gusmão, Comandante do 8o. Distrito Naval.</p>
<p>Major-Brigadeiro-do-Ar José Geraldo Ferreira Malta, Comandante do IV Comando Aéreo Regional.</p>
<p>Coronel PM Admir Gervásio Moreira, Secretário-Chefe da Casa Militar do Governo e Coordenador da Defesa Civil.</p>
<p>Dr. Fábio de Salles Meirelles, Presidente da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo.</p>
<p>Comendador DeRose, Conselheiro da Ordem dos Parlamentares do Brasil, Membro do CONSEG &#8211; Conselho de Segurança da Paulista e dos Jardins, Grão-Mestre da Ordem do Mérito das Índias Orientais.</p>
<p>Estarão presentes várias autoridades das Forças Armadas, Forças de Segurança, Polícia Militar, Polícia Civil, Vereadores, Deputados e outras autoridades.</p>
<p>Conto com a presença da nossa Tropa de Elite com seus alunos. Avise aos seus colegas que por desventura não tenham o bom hábito de visitar o nosso blog.</p>
<p>Instrutores e alunos, por favor, estendam este convite aos seus pais, familiares e amigos.</p>
</div>
<div></div>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/video-da-solenidade-de-outorga-do-grao-colar-do-merito-cruz-do-anhembi/" rel="bookmark" class="crp_title">Vídeo da solenidade de outorga do Grão-Colar da Ordem do Mérito Cruz do Anhembi</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/comendas-e-condecoracoes/convite-para-a-outorga-da-ordem-do-merito-da-cruz-do-anhembi-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Convite para a outorga da Ordem do Mérito da Cruz do Anhembi</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/comendas-e-condecoracoes/outorga-do-grao-colar-da-ordem-dos-nobres-cavaleiros-de-sao-paulo/" rel="bookmark" class="crp_title">Outorga do Grão-Colar da Ordem dos Nobres Cavaleiros de São Paulo</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/formatura-dos-instrutores-do-estado-de-sao-paulo/" rel="bookmark" class="crp_title">Formatura dos instrutores do Estado de São Paulo</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/comendas-e-condecoracoes/comenda-da-justica-militar-da-uniao/" rel="bookmark" class="crp_title">Comenda da Justiça Militar da União</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/comendas-e-condecoracoes/conselheiro-federal-emerito/" rel="bookmark" class="crp_title">Conselheiro Federal Emérito</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/comendas-e-condecoracoes/nos-nao-temos-ideia-da-nossa-relevancia/" rel="bookmark" class="crp_title">Nós não temos ideia da nossa relevância</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/conseg-conselho-de-seguranca-jardins-e-paulista/" rel="bookmark" class="crp_title">CONSEG &#8211; Conselho de Segurança Jardins e Paulista</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/comendas-e-condecoracoes/em-comemoracao-aos-65-anos-do-derose/" rel="bookmark" class="crp_title">HISTÓRICO DO DeROSE &#8211; Presente do moderador, Daniel Cambría, em comemoração ao seu aniversário de 66 anos</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/nao-darei-aula-nesta-terca-feira/" rel="bookmark" class="crp_title">Não darei aula nesta terça-feira</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
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		<title>Regulamentação da Profissão de Instrutor de Yôga (Yoga) &#8211; trecho do meu livro Quando é Preciso Ser Forte</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 07:45:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Primeiro Projeto de Lei proposto pelo Prof. DeRose em 1978. Novo Projeto de lei proposto por nós em 1999. Em 1999 elaborei um novo anteprojeto que fosse suficientemente simples para que todos pudessem compreender, e pequeno o bastante para que não houvesse a possibilidade de os interessados se engalfinharem numa disputa infértil. O texto que propus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Primeiro Projeto de Lei proposto pelo Prof. DeRose em 1978.<br />
Novo Projeto de lei proposto por nós em 1999.</strong></p>
<p>Em 1999 elaborei um novo anteprojeto que fosse suficientemente simples para que todos pudessem compreender, e pequeno o bastante para que não houvesse a possibilidade de os interessados se engalfinharem numa disputa infértil. O texto que propus tinha apenas dois artigos:</p>
<p><span id="more-11958"></span><em>Art. 1<sup>º</sup> <strong>–</strong> O exercício das atividades profissionais de Yôga e a designação de Profissional de Yôga são prerrogativas dos profissionais regularmente registrados nos Conselhos Regionais de Yôga.</em></p>
<p><em>Art. 2<sup>º</sup> <strong>–</strong> Para tanto, fica criado o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Yôga, que normatizarão e regularão o exercício profissional.</em></p>
<p>Ponto final.</p>
<p align="left">Por ocasião da votação na primeira comissão da Câmara dos Deputados, a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, fui consultado por telefone. Os deputados me informaram que estava ocorrendo um <em>lobby</em> contra a nossa regulamentação por parte, não da Educação Física, mas da facção que se autodenomina “a yóga”, com <strong><em>ó</em></strong> aberto. E que, para passar, o nosso projeto teria que abrir algumas concessões. Precisaria acrescentar mais texto. O acréscimo foi lido por telefone e, por achar que não prejudicaria ninguém, concordei. Foi acrescentada uma Emenda Aditiva, com o seguinte texto:</p>
<p><em>“Acrescentem-se os parágrafos 1<sup>º</sup>. e 2<sup>º</sup>.ao artigo segundo do projeto: </em></p>
<p><em>§1<sup>º</sup>. Os Conselhos Regionais de Yôga deverão convalidar e registrar os certificados e diplomas anteriormente expedidos por cursos regulares. </em></p>
<p><em>§2<sup>º</sup>. Os profissionais de Yôga que estejam no exercício da profissão poderão se habilitar perante os Conselhos Regionais.</em></p>
<p align="right"><em>Sala da Comissão, em 5 de dezembro de 2001.”</em></p>
<p>Mais tarde, quando o projeto de Lei foi para a Comissão de Constituição e Justiça, nova exigência dos colegas da yóga. Agora eles queriam outra emenda. Concordei novamente.</p>
<p>Portanto, a redação do nosso projeto de Lei passou a ser:</p>
<p><em>Art. 1º. – O exercício das atividades profissionais de Yôga e a desig­nação de Profissional de Yôga são prerrogativas dos profissionais regularmente registrados nos Conselhos Regionais de Yôga.</em></p>
<p>§ Os dispositivos desta lei aplicam-se aos profissionais de Yôga, Yóga, Yoga ou ioga, independentemente da grafia adotada, sem discriminações.</p>
<p>Art. 2º. – Para tanto, fica criado o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Yôga, que normatizarão e regularão o exercício profissional.</p>
<p>§1º.  Os Conselhos Regionais de Yôga deverão convalidar e registrar os certificados e diplomas anteriormente expedidos por cursos regulares.</p>
<p><em>§2º.  Os profissionais de Yôga que estejam no exercício da profissão poderão se habilitar perante os Conselhos Regionais.</em></p>
<p><em>Art. 3º.  – Ficam revogadas todas as disposições em contrário.</em></p>
<p><em>Art. 4º.  – Esta lei entra em vigor na data da sua publicação.</em></p>
<p align="center"><strong>Pode ser outro projeto de lei, não tem problema</strong></p>
<p>Não fazemos questão de que seja aceita a nossa proposta. Estamos abertos a aprovar outra que seja melhor, ou que seja fruto do consenso entre nossos pares. Exortamos apenas ao bom-senso, a fim de que este projeto não seja recusado apenas por não ter sido “o seu”. E, acima de tudo, se for tentado um substitutivo, que ele:</p>
<p>1. abarque todas as linhas de Yôga, Yoga, Yóga e ioga;</p>
<p>2. respeite a liberdade de ação de todos os instrutores;</p>
<p>3. não privilegie nenhuma Confederação, Federação ou União, enfim, nenhuma entidade e detrimento das demais;</p>
<p>4. preserve a nossa identidade, mantendo-nos autônomos e livres de qualquer nomenclatura ou linguagem que possa servir de pretexto para nos subordinar à Educação Física ou a qualquer outra profissão.</p>
<p align="center"><strong>Por que a regulamentação não aconteceu há mais de 30 anos?</strong></p>
<p>Foi uma questão de visão pequena e ego grande por parte dos instrutores de yóga.</p>
<p>Em 1978 propus o primeiro Projeto de Lei para a regulamentação da nossa profissão. Foi cedo demais. Nossa classe profissional não estava amadurecida. Houve desunião, orgulhos feridos e um festival de egos. Os próprios beneficiados, os professores de yóga, boicotaram a proposta, apresentaram substitutivos, combateram a idéia, cada qual puxando a brasa para a sua sardinha. Resultado: a lei não foi aprovada.</p>
<p>Em 1998, vinte anos depois, a Educação Física foi regulamentada e em 2000 ameaçou a soberania, a identidade e a autonomia do profissional de Yôga. Isso poderia ter sido evitado se os nossos próprios colegas não tivessem puxado o tapete da nossa regulamentação em 78.</p>
<p>Em 2001, quando a barra começou a pesar contra os instrutores da Yóga, numa reunião entre o Yôga e a Yóga pela regulamentação, uma professora antiga me sai com esta:</p>
<p>– Pois é, se a regulamentação tivesse sido aprovada em 1978 não estaríamos passando por isso.</p>
<p>Então, perguntei:</p>
<p>– E a senhora sabe quem foi que propôs a regulamentação em 1978</p>
<p>– Não –  ela respondeu.</p>
<p>Ao que redargui:</p>
<p>– Fui eu, minha senhora. E a senhora sabe quem foi que boicotou a regulamentação firmando um abaixo-assinado contra ela?</p>
<p>– Quem foi?</p>
<p>– Foi a senhora. Eu tenho em meu poder esse abaixo-assinado que o Deputado Eloy Lenzi me enviou. Sua assinatura está lá, pedindo ao Deputado que o meu projeto pela regulamentação fosse rejeitado.</p>
<p>– [Silêncio constrangido...]</p>
<p align="center"><strong>Estou fora do movimento pela regulamentação</strong></p>
<p>Em 2002, numa grande assembléia realizada em Curitiba que reuniu centenas de instrutores do Yôga e da Yóga, declarei, publicamente, que a partir daquele momento eu estaria fora de qualquer participação direta pela regulamentação da profissão de instrutor de Yôga/Yóga.</p>
<p>A intenção ao me retirar voluntariamente do processo de moralização da profissão foi demonstrar que ele não depende de mim como meus opositores supunham. Noventa e nove por cento dos instrutores de Yôga são honestos e querem pôr ordem no <em>métier</em>. Tanto isso é verdade que desde 2002 eu fiquei apartado do movimento, recusei dar entrevistas sobre o tema, não escrevi mais nada a respeito e, apesar disso, o processo pela regulamentação continuou andando e contou com progressos notáveis. Hoje, limito-me a dar aconselhamento a quem me pedir.</p>
<p><strong>Ao reafirmar que estou fora e que não pretendo participar de nenhum movimento pela regulamentação da profissão, estou também informando aos ilustres ensinantes da Yóga que costumam me assestar seus mais elevados sentimentos, que procurem outros alvos, pois estarão perdendo tempo se continuarem a me obsequiar com as suas atenções.</strong></p>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/estou-fora-do-movimento-pela-regulamentacao-da-profissao-que-comecei-em-1978/" rel="bookmark" class="crp_title">Estou fora do movimento pela regulamentação da profissão que comecei em 1978</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/imprensa/nos-na-caras/" rel="bookmark" class="crp_title">Nós, na Caras</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/sobre/" rel="bookmark" class="crp_title">Sobre DeRose</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/comissoes-regionais-de-pre-aprovacao-de-projetos/" rel="bookmark" class="crp_title">Comissões Regionais de Pré-Aprovação de Projetos</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/a-universidade-de-yoga-emite-a-qualificacao-de-instrutor-do-metodo/" rel="bookmark" class="crp_title">A Universidade de Yôga emite a qualificação de Instrutor do Método?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/comendas-e-condecoracoes/um-abismo-entre-vaidade-e-contingencia/" rel="bookmark" class="crp_title">Um abismo entre vaidade e contingência</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/pedro-kupfer-responsabilizado-criminalmente-por-difamacao/" rel="bookmark" class="crp_title">Ensinante de Yóga submetido a sanção penal por difamação</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/comendas-e-condecoracoes/serra-e-alckmin-apoiando-o-nosso-trabalho/" rel="bookmark" class="crp_title">Serra e Alckmin apoiando o nosso trabalho</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/parabens-daniel-suassuna-pela-embalagem-do-dvd-da-entrevista/" rel="bookmark" class="crp_title">Parabéns, Daniel Suassuna, pela embalagem do DVD da entrevista</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/a-regulamentacao-do-yoga-nos-estados-unidos-trinta-e-um-anos-depois-do-brasil/" rel="bookmark" class="crp_title">A regulamentação do Yôga nos Estados Unidos&#8230; trinta e um anos depois do Brasil.</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
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		<title>A pronúncia correta da palavra Yôga (Yoga)</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 07:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma gravação ensinando a pronúncia correta A fim de pôr termo na eterna discussão sobre a pronúncia correta dos vocábulos sânscritos, numa das viagens à Índia entrevistamos os Swámis Vibhodánanda e Turyánanda Saraswatí, em Rishikêsh, e o professor de sânscrito Dr. Muralitha, em Nova Delhi. A entrevista com o Swámi Turyánanda foi muito interessante, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Uma gravação ensinando a pronúncia correta</strong></p>
<p>A fim de pôr termo na eterna discussão sobre a pronúncia correta dos vocábulos sânscritos, numa das viagens à Índia entrevistamos os Swámis Vibhodánanda e Turyánanda Saraswatí, em Rishikêsh, e o professor de sânscrito Dr. Muralitha, em Nova Delhi.</p>
<p>A entrevista com o Swámi Turyánanda foi muito interessante, uma vez que ele é natural de Goa, região da Índia que fala português e, assim, a conversação transcorreu de forma bem compreensível. E também pitoresca, pois Turyánandaji, além do sotaque característico e de ser bem idoso, misturava português, inglês, hindi e sânscrito em cada frase que pronunciava. Mesmo assim, não ficou confuso. É uma delícia ouvir o velhinho ficar indignado com a pronúncia “yóga”. Ao perguntar-lhe se isso estava certo, respondeu zangado:</p>
<p>– Yóga, não. Yóga não está certo. Yôga. Yôga é que está certo.</p>
<p>Quanto ao Dr. Muralitha, este teve a gentileza de ensinar sob a forma de exercício fonético com repetição, todos os termos sânscritos constantes do glossário do nosso livro <strong><em>Tratado de Yôga</em></strong>. Confirmamos, então, que não se diz <em>múdra</em> e sim <strong><em>mudrá</em></strong>; não se diz <em>kundal<span style="text-decoration: underline;">í</span>ni</em> e sim <strong><em>kundalin<span style="text-decoration: underline;">í</span></em></strong>; não se diz <em>AUM</em> e sim <strong><em>ÔM</em></strong>, não se diz <em>yóga</em> e sim <strong><em>Yôga</em></strong>; e muitas outras correções.</p>
<p>Recomendamos veementemente que o leitor escute e estude essa gravação. Se tratar-se de instrutor de Yôga, é aconselhável tê-la sempre à mão para documentar sua opinião e encurtar as discussões quando os indefectíveis sabichões quiserem impor seus disparates habituais.</p>
<p>_________________</p>
<p>Nota: os vocábulos dessa gravação podem ser escutados no site <a title="Glossário de sânscrito" href="http://uni-yoga.org/cultura-e-entretenimento/glossario/" target="_blank">http://uni-yoga.org/cultura-e-entretenimento/glossario/</a>.</p>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/afinal-a-palavra-yoga-yoga-tem-acento/" rel="bookmark" class="crp_title">Afinal, a palavra Yôga (Yoga) tem acento?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/voce-ja-visitou-o-novo-site-wwwuni-yogaorg/" rel="bookmark" class="crp_title">Você já visitou o novo site www.uni-yoga.org?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/chakras-capitulo-do-meu-livro-tratado-de-yoga/" rel="bookmark" class="crp_title">Chakras (capítulo do meu livro Tratado de Yôga)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/substantivos-comuns-no-sanscrito-nao-se-escrevem-com-iniciais-maiusculas/" rel="bookmark" class="crp_title">Substantivos comuns no sânscrito não se escrevem com iniciais maiúsculas</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/yoga-yoga-e-termo-masculino/" rel="bookmark" class="crp_title">Yôga (Yoga) é termo masculino</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/amigos/eleger-palavras-mais-universais-para-a-comunicacao-interlinguistica/" rel="bookmark" class="crp_title">Eleger palavras mais universais para a comunicação interlinguística</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/audiolivros-audiobooks/" rel="bookmark" class="crp_title">Áudiolivros &#8211; Audiobooks</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/yoga-se-escreve-com-y/" rel="bookmark" class="crp_title">Yôga (Yoga) se escreve com Y</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/redundancia-pleonastica-ao-quadrado-em-progressao-exponencial/" rel="bookmark" class="crp_title">Redundância pleonástica ao quadrado em progressão exponencial</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/novo-selo-editorial-nova-rubrica-da-nossa-editora/" rel="bookmark" class="crp_title">Novo selo editorial (nova rubrica) da nossa editora</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
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		<title>Yôga (Yoga) é termo masculino</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 07:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Yôga é termo masculino Quanto ao aportuguesamento da palavra, isto é, passando a grafá-la com i e convertendo-a para o gênero feminino, não podemos ignorar a regra para o uso de estrangeirismos incorporados à nossa língua a qual manda preservar, sempre que possível, a pronúncia e o gênero do idioma de origem. Por exemplo: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>O Yôga é termo masculino</strong></p>
<p>Quanto ao aportuguesamento da palavra, isto é, passando a grafá-la com <strong><em>i</em></strong> e convertendo-a para o gênero feminino, não podemos ignorar a regra para o uso de estrangeirismos incorporados à nossa língua a qual manda preservar, sempre que possível, a pronúncia e o gênero do idioma de origem. Por exemplo: <em>le chateau</em>, resulta em português <em>o chatô</em> e não <em>a xateáu,</em> e <em>la mousse</em> resulta em português <em>a musse,</em> e não <em>o musse</em>.</p>
<p>Ao mudar o gênero, altera-se o sentido de muitas palavras que passam a significar coisas completamente diferentes. Por exemplo: <strong><em>a moral</em></strong> significa código de princípios e <strong><em>o moral</em></strong> refere-se a um estado de espírito, auto-estima, fibra; <strong><em>meu micro</em></strong> designa um equipamento e <strong><em>minha micro</em></strong> é um tipo de empresa. O mesmo ocorre com <strong><em>a capital</em></strong> e <strong><em>o capital</em></strong>; <strong><em>a papa</em></strong> e <strong><em>o Papa</em></strong>; etc. Portanto, aceitemos que no Brasil <strong><em>o Yôga</em></strong> tem um significado diferente de “<em>a yoga”</em> ou, pior, “<em>a ioga”</em>.</p>
<p>Além do mais, declarar que Yôga precisa ser feminino só por terminar com <strong><em>a</em></strong>, é uma desculpa esfarrapada, pois estamos cheios de exemplos de palavras masculinas de origem portuguesa ou incorporadas à nossa língua, e todas terminadas em <strong><em>a<a title="" href="#_ftn1">[1]</a></em></strong>. Duvida? Então lá vai:</p>
<p>o idiota, o canalha, o crápula, o pateta, o trouxa, o hipócrita, o careta, o facínora, o nazista, o fascista, o chauvinista, o sofisma, o anátema, o estigma, o tapa, o estratagema, o drama, o grama, o cisma, o crisma, o prisma, o tema, o trema, o samba, o bamba, o dilema, o sistema, o fonema, o esquema, o panorama, o clima, o puma, o profeta, o cosmopolita, o plasma, o mioma, o miasma, o fibroma, o diadema, o sósia, o soma, o telegrama, o telefonema, o cinema, o aroma, o altruísta, o homeopata, o sintoma, o careca, o carioca, o arataca, o capixaba, o caipira, o caiçara, o caipora, o coroa, o cara, o janota, o agiota, o planeta, o jornalista, o poeta, o ciclista, o jud<em><span style="text-decoration: underline;">ô</span></em>ca, o karat<em><span style="text-decoration: underline;">ê</span></em>ca, o acrobata, o motorista, o atalaia, o sentinela, o pirata, o fantasma, o teorema, o problema&#8230; <em>et cætera</em>.</p>
<p>Para reforçar nosso argumento, invocamos o fato de que todos os cursos de formação de instrutores de Yôga em todas as Universidades Federais, Estaduais e Católicas, onde ele vem sendo realizado desde a década de 70, a grafia adotada foi com <strong><em>y</em></strong>, o gênero foi o masculino e a pronúncia foi a universal, com <strong><em>ô</em></strong> fechado. Por recomendação da Confederação Nacional de Federações de Yôga do Brasil, a partir de 1990 todos esses cursos passaram a adotar o acento circunflexo.</p>
<p><strong>Adotamos o circunflexo pelo fato de o acento já existir na grafia original em alfabeto dêvanágarí</strong>.</p>
<p>No inglês não há acentos. Como foram os ingleses que primeiramente propuseram uma transliteração para o sânscrito, a prática de não acentuar essa língua universalizou-se. Tal limitação do idioma britânico não deve servir de pretexto para que continuemos em erro. Mesmo porque, na própria Inglaterra esse erro está começando a ser corrigido.</p>
<p>Sempre que no sânscrito o fonema for longo, já que no português dispomos de acentos para indicar o fenômeno fonético, devemos sinalizar isso, acentuando. Um excelente exemplo é o precedente do termo Judô. Em língua alguma ele tem acento. Nem mesmo em português de Portugal!<a title="" href="#_ftn2">[2]</a> Não obstante, no Brasil, tem. Assim, quando alguém quiser usar como argumento a suposição de que a palavra Yôga não levaria acento em outras línguas, basta invocar o precedente da palavra Judô. Com a vantagem de que o dêvanágarí, ao contrário do japonês, é alfabeto fonético, logo, o acento é claramente indicado.<strong></strong></p>
<p>Esse acento é tão importante que mesmo em livros publicados em inglês e castelhano, línguas que não possuem o circunflexo, ele é usado na palavra <em>Yôga</em> (vide <em>Aphorisms of Yôga</em>, de Srí Purôhit Swami, Editora Faber &amp; Faber, de Londres; <em>Léxico de Filosofía Hindú</em>, de F. Kastberger, Editorial Kier, de Buenos Aires; a utilização do acento é ratificada pela <em>Encyclopædia Britannica</em>, no verbete <em>Sanskrit language and literature</em>, volume XIX, pag. 954, edição de 1954.).</p>
<div><br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref">[1]</a> Algumas destas palavras podem ser usadas nos dois gêneros, pormenor que não invalida a força do exemplo.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref">[2]</a> A falta do acento na palavra Judô (Judo) faz com que em Portugal seja pronunciada Júdo. Talvez devido a um fenômeno linguístico semelhante, alguns brasileiros pronunciem yóga, pela falta do circunflexo. No entanto, repetimos que o acento circunflexo <strong>não é</strong> utilizado para fechar a pronúncia e sim para indicar crase de vogais diferentes (a + u = ô).</p>
</div>
</div>
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		<title>Yôga (Yoga) se escreve com Y</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 14:19:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>A grafia com Y</strong></p>
<p>Quanto à escrita, o <strong><em>y</em></strong> e o <strong><em>i</em></strong> no sânscrito têm valores fonéticos, semânticos, ortográficos e vibratórios totalmente diferentes. O <strong><em>i</em></strong> é uma letra que não se usa antes de vogais, enquanto que o <strong><em>y</em></strong> é fluido e rápido para se associar harmoniosamente com a vogal seguinte. Tal fenômeno fonético pode ser ilustrado com a palavra <strong><em>eu</em></strong>, em espanhol (<strong><em>yo</em></strong>, que se pronuncia mais ou menos “<em>yô</em>”, em Buenos Aires “<em>jô</em>”) e em italiano (<strong><em>io</em></strong>, que se pronuncia “<em>ío</em>”). Mesmo as palavras sânscritas terminadas em <strong><em>i</em></strong>, frequentemente têm-na substituída pelo <strong><em>y</em></strong> se a palavra seguinte iniciar por vogal, a fim de obter fluidez na linguagem. Esse é o caso do termo <em>ádi</em> que, acompanhado da palavra <em>ashtánga</em>, fica <em>ády ashtánga</em>.</p>
<p>Vamos encontrar a palavra &#8220;<em>ioga</em>&#8221; sem o <strong><em>y</em></strong> no <strong>Dicionário Aurélio</strong>, com a justificativa de que o <strong><em>y</em></strong> &#8220;não existia&#8221; no português! Só que no mesmo dicionário constam as palavras <em>baby, play-boy, playground, office-boy, spray, show, water polo, watt, wind surf, W.C., sweepstake, cow-boy, black-tie, black-out, back-ground, slack, sexy, bye-bye, railway, milady</em> e muitas outras, respeitando a grafia original com <strong><em>k</em></strong>, <strong><em>w</em></strong> e <strong><em>y</em></strong>, letras que &#8220;não existiam&#8221;. Por que será? Por que usar dois pesos e duas medidas? (Aliás, eu gostaria de saber para que queremos o termo <em>railway</em>! Não utilizamos <em>estrada de ferro</em>?). Palavras tão corriqueiras quanto <em>baby</em>, <em>playboy</em> etc., deveriam então, com muito mais razão, ter sido aportuguesadas para <em>beibi</em> e <em>pleibói</em>. Por que não o foram e “<em>a ioga</em>”, sim? E o que é que você, leitor, acha disso? Não lhe parece covardia dos linguistas perante seus patrões anglo-saxônicos?</p>
<p>É, no mínimo, curioso que o <strong>Dicionário Michaelis</strong> da língua portuguesa, registre as palavras <em>yin</em> e <em>yang</em> com <strong><em>y</em></strong>, ao mesmo tempo em que declara que o <strong><em>y</em></strong> não podia ser usado na palavra <strong><em>Yôga</em></strong>, porque “não existe na nossa língua”!<a title="" href="#_ftn1">[1]</a></p>
<p>Pior: no <strong>Dicionário Houaiss</strong> encontra-se registrado até <em>yacht</em> (iate), <em>yachting</em> (iatismo), <em>yanomami</em> [do tupi-guarani], <em>yen</em> [do japonês], <em>yeti</em> [do nepalês], <em>yom</em> <em>kippur</em> [do hebraico], <em>yama</em>, <em>yantra</em>, <em>yoni</em> [do sânscrito], todos com <strong><em>y</em></strong>, mas o Yôga, não. Isso é uma arbitrariedade.</p>
<p>O próprio Governo do Brasil nunca admitiu que as letras <strong><em>y</em></strong>, <strong><em>k</em></strong> e <strong><em>w</em></strong> não existissem, pois sempre as colocou nas placas dos automóveis! Em Brasília, desde 1960, existe a Avenida W3 (W de West!!!). E se é o povo que faz a língua, nosso povo jamais aceitou que <em>quilo</em> fosse escrito sem <strong><em>k</em></strong>, como no resto do mundo, assim como recusa-se a acatar que a palavra Yôga não seja grafada com <strong><em>y</em></strong>, como no país de origem (Índia) e nos países de onde recebemos nossa herança cultural (França, Espanha, Itália, Alemanha e Inglaterra). Basta fazer uma consulta popular para constatar que a <em>vox populi</em> manda grafar Yôga com <strong><em>y</em></strong>.</p>
<p>Se tivéssemos que nos submeter à truculência do aportuguesamento compulsivo, deveríamos grafar assim o texto abaixo, de acordo com as normas atuais da nossa ortografia, palavras estas citadas pelo Prof. Luiz Antonio Sacconi, autor de vários livros sobre a nossa língua:</p>
<p><em>Declarar que a palavra <strong>ioga</strong> deve ser escrita com </em><strong>i</strong><em> por ter sido aportuguesada, está virando <strong>eslogã</strong>. Mas basta um <strong>flexe</strong> com uma amostragem de opinião pública para nos dar ideia do absurdo perpetrado. Podemos utilizar o <strong>nourrau</strong> de um <strong>frilâncer</strong> e entrar num <strong>trole</strong> para realizar a <strong>enquete</strong>. Perguntemos a um <strong>ripe</strong>, um <strong>panque</strong>, um estudante, um desportista e um empresário, como é que se escreve a palavra </em>Yôga<em>. Todos dirão que é com </em><strong>y</strong><em> . Isso não é um <strong>suipsteique</strong>. É muito mais um <strong>checape</strong>. Se, passado o <strong>râxi</strong>, você pedir uma <strong>píteça</strong> igual à que está no <strong>autedor</strong>, e ela vier sem <strong>muçarela</strong> e com excesso de <strong>quetechupe</strong>, não entre em <strong>estresse</strong>. A vida na <strong>jângal</strong> de uma megalópole tem que passar mesmo por um <strong>runimol</strong> de tensões. Por isso é que aconselhamos a prática de algum <strong>róbi</strong>, tal como <strong>jujutso</strong>, <strong>ioga</strong> ou mesmo a leitura de um bom livro cujo <strong>copirráite</strong> seja de autor confiável e o <strong>leiaute</strong> da capa sugira uma obra séria. Em último caso, ouvir um <strong>longuiplei</strong> em equipamento estéreo com <strong>uótes</strong> suficientes de saída. Se você não possuir tal equipamento, sempre poderá ir a um <strong>xópingue</strong> comprá-lo ou tentar um <strong>lísingue</strong>. Caso nada disso dê certo, console-se com um <strong>milque</strong> <strong>xeque</strong> e com a leitura de um livro brasileiro sobre o aportuguesamento de palavras estrangeiras. Garanto que você vai rir bastante e será um excelente <strong>márquetingue</strong> a favor da minha tese que reivindica a manutenção do </em><strong>y</strong><em> na palavra </em>Yôga<em>.</em> (Texto composto seguindo rigorosamente o vocabulário corrigido de acordo com as normas de aportuguesamento vigentes em 1996.)</p>
<p>Se um tal texto não parece adequado, também não o é grafar Yôga com <strong><em>i</em></strong>, nem colocá-lo no feminino (&#8220;<em>a ioga</em>&#8220;). Recordemos ainda a norma da língua: &#8220;os vocábulos estrangeiros devem ser pronunciados de acordo com seu idioma de origem&#8221;. Por isso <em>watt</em> virou <strong><em>uóte</em></strong> e não <em>váte;</em> e <em>rush</em> virou <strong><em>râxi</em></strong> e não <em>rúxi</em>. Demonstrado está que deve-se pronunciar <strong>o Yôga</strong> com <strong><em>ô</em></strong> fechado, como na sua origem.</p>
<p align="center"><strong><br />
</strong></p>
<div>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref">[1]</a> Com o novo acordo ortográfico, o <strong><em>y</em></strong> foi reintegrado à nossa língua. Quer apostar como vão conseguir uma desculpa para que o Yôga continue desfigurado, escrito com <strong><em>i </em></strong>?</p>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Afinal, a palavra Yôga (Yoga) tem acento?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 07:41:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na verdade, tem. Se alguém declarar que a palavra Yôga (Yoga) não tem acento, peça-lhe para mostrar como se escreve o ô-ki-matra (ô-ki-matra é um termo hindi utilizado atualmente na Índia para sinalizar a sílaba forte). Depois, peça-lhe para indicar onde o ô-ki-matra aparece na palavra Yôga (Yoga) [ele aparece logo depois da letra y]. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: 13px;"><strong>Na verdade, tem</strong>. Se alguém declarar que a palavra Yôga (Yoga) não tem acento, peça-lhe para mostrar como se escreve o <strong>ô-ki-matra</strong> (<strong>ô-ki-matra</strong> é um termo hindi utilizado atualmente na Índia para sinalizar a sílaba forte). Depois, peça-lhe para indicar onde o <strong>ô-ki-matra</strong> aparece na palavra Yôga (Yoga) [ele aparece logo depois da letra <strong><em>y</em></strong>]. Em seguida, pergunte-lhe o que significa o termo <strong>ô-ki-matra</strong>. Ele deverá responder que <strong>ô-ki-matra</strong> traduz-se como “<strong><em>acento do o</em></strong>”. Então, mais uma vez, provado está que a palavra Yôga (Yoga) tem acento.</span></h1>
<p>O acento no sânscrito transliterado deve aparecer sempre que no original, em alfabeto dêvanágarí, houver uma letra longa. A letra longa, via de regra, é representada por um traço vertical a mais, logo após a sílaba que deve ser alongada. Para indicar isso em alfabeto latino, na convenção que adotamos usa-se acento agudo quando tratar-se dos fonemas <strong><em>a</em></strong>, <strong><em>i</em></strong>, <strong><em>u</em></strong>; ou circunflexo quando for <strong><em>o</em></strong> ou <strong><em>e</em></strong>.</p>
<p>O acento circunflexo na palavra Yôga (Yoga) é tão importante que mesmo em livros publicados em inglês e castelhano, línguas que não possuem o circunflexo, ele é usado para grafar este vocábulo.</p>
<p><strong>Bibliografia para o idioma espanhol: </strong></p>
<ul>
<li><em>Léxico de Filosofía Hindú</em>, de Kastberger, Editorial Kier, Buenos Aires.</li>
</ul>
<p><strong>Bibliografia para o idioma inglês:</strong></p>
<ul>
<li><em>Pátañjali Aphorisms of Yôga (Yoga)</em>, de Srí Purôhit Swámi, Faber and Faber, Londres.</li>
<li><em>Encyclopædia Britannica, no verbete Sanskrit language and literature, volume XIX, edição de 1954.</em></li>
</ul>
<p><strong>Bibliografia para o idioma português:</strong></p>
<ul>
<li><em>Poema do Senhor (Bhagavad Gítá), </em>de Vyasa, Editora Assírio e Alvim, Lisboa.</li>
</ul>
<p align="center"><strong>A convenção que utilizo<br />
para transliteração do sânscrito</strong></p>
<p>Minha convenção para a transliteração do sânscrito é mais lógica e mais prática para o uso na nossa profissão. Portanto, não vou abrir mão de uma convenção melhor só porque existe uma outra, acadêmica, que não nos satisfaz.</p>
<p>Esta não é uma convenção acadêmica. É a convenção que eu adotei. Querer discutir ou comparar a minha convenção com a convenção acadêmica é o mesmo que querer somar elefantes com tangerinas.</p>
<p>A linguagem acadêmica de um advogado (o advoguês) ou de um economista (o economês) pode ser muito boa dentro do círculo acadêmico, mas para uso fora da profissão mostra-se inadequada, incompreensível e, em alguns casos, até caricata.</p>
<p>Da mesma forma, a transliteração acadêmica do sânscrito pode ser muito boa no ambiente acadêmico, mas não fora dele, por exemplo, quando determina usar o <strong><em>ç</em></strong> para escrever a o nome de Shiva (Çiva). Ora, o som do primeiro fonema é levemente chiado. O leitor que não tenha sido informado que para a transliteração acadêmica <strong><em>çi</em></strong> tem o som aproximado de <strong><em>shi</em></strong>, instintivamente pronunciará errado e dirá “<em>ssiva</em>” Na escrita que aprendi na Índia, o <strong><em>sh</em></strong> sugere a pronúncia correta mesmo para leigos em sânscrito. Além do mais, utilizar o <strong><em>ç</em></strong> para escrever o nome de Shiva agride não apenas uma, mas duas regras da nossa língua. Em português, não se usa <strong><em>ç</em></strong> antes de <strong><em>i</em></strong>; e não se aplica <strong><em>ç</em></strong> no início de palavras.</p>
<p>Outro exemplo contundente é quando a transliteração acadêmica impõe grafar Yôga (Yoga)  com <strong><em>i</em></strong>. No curso de sânscrito que tive o privilégio de fazer em 1976 com um ilustre professor da USP – Universidade de São Paulo, um dia perguntei por que eu deveria transliterar “ioga”, se a letra <strong><em>y</em></strong> é diferente da letra <strong><em>i</em></strong>, tem outro formato e outro som, e está claramente indicada na palavra Yôga (Yoga)? Pior: quando eu transliterasse “Layá Ioga”, por que eu deveria respeitar a exatidão ao transliterar o <strong><em>y</em></strong> de Layá, mas deveria não respeitar essa exatidão ao substituir o <strong><em>y</em></strong> de Yôga (Yoga)  por uma letra <strong><em>i</em></strong>?</p>
<p>Meu ex-professor, por quem eu guardo muito carinho e profundo respeito, me esclareceu com toda a paciência. Disse-me que eu estava com a razão, mas que ele, como professor universitário, precisava obedecer à norma acadêmica, caso contrário poderia até perder o emprego. E que norma seria essa? “<em>Termos sânscritos que já tenham sido dicionarizados, um professor universitário precisa transliterar da forma como constarem nos dicionários de português</em>.”</p>
<p>Desculpe, mas isso não está certo. Respeito que os professores acadêmicos precisem se dobrar a essa norma, mas eu não preciso e não o farei. Até porque a palavra Yôga (Yoga)  aparece grafada com <strong><em>y</em></strong> em vários dicionários de português, como o <em>Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea</em>, da Academia das Ciências de Lisboa; o <em>Dicionário da Língua Portuguesa</em>, da Porto Editora; a <em>Enciclopédia Verbo</em>; <em>et reliqua</em>, aceitam a grafia de Yôga (Yoga)  com <strong><em>y</em></strong> e no gênero masculino.</p>
<p>Muito interessante é observar que mesmo naquela época recuada na qual esta escritura hindu foi elaborada (mais ou menos no século sexto antes de Cristo), o texto da Gítá declara solenemente:</p>
<ol>
<li>que o Yôga (Yoga)  Antigo fora recebido por revelação pelos, assim chamados, “videntes reais”;</li>
<li>que, após muito tempo, o Yôga (Yoga)  “proclamado antigamente” havia sido perdido. Imagine que no século VI a.C. ele já era considerado antigo e, mais, já havia sido perdido!</li>
</ol>
<p>A que Yôga (Yoga)  o texto ancestral se referia? Obviamente, o Yôga (Yoga)  Pré-Clássico, pré-vêdico, pré-ariano, dravídico, que fora perdido com a ocupação ariana. Sabe-se que sua fundamentação era matriarcal e não-mística. Com a arianização, tornou-se patriarcal e, depois, mística. Logo, a estrutura original e antiga havia sido perdida, já nos tempos da elaboração da Bhagavad Gítá.</p>
<p align="center"><strong>Palavra é mantra:<br />
pronuncie corretamente com ô fechado</strong></p>
<p align="right">Pronunciar <em>Yôga (Yoga) </em> (com <strong><em><span style="text-decoration: underline;">ô</span></em></strong> fechado) é tão pedante<br />
quanto pronunciar <em>problema</em>, para quem habitualmente diz “pobrema”.</p>
<p>Pronunciar um mantra erradamente pode desencadear forças desconhecidas com efeitos imprevisíveis. Recordemos o caso daquele professor de &#8220;<em>yóga</em>&#8221; do Rio de Janeiro (Vayuánanda, aliás, Carlos Ovídio Trota) que ensinava o bíjá mantra errado para o chakra do coração <strong>–</strong><strong> </strong>usava <em>pam</em> no lugar de <strong><em>yam</em></strong> <strong>–</strong><strong> </strong>e morreu de ataque cardíaco. Uma coincidência, certamente!</p>
<p>Se o mantra que designa esta filosofia de poder, saúde, amor e união, pronuncia-se Yôga (Yoga) , com <strong><em>ô</em></strong> fechado, quem pronunciar erradamente “<em>a</em> <em>yóga</em>”, com ó aberto, não conseguirá entrar em sintonia com o seu clichê arquivado no inconsciente coletivo ou registro akáshiko. Por isso, tais pessoas que pronunciam “<em>a yóga</em>” não conseguem poder, saúde, amor nem união, mas fraqueza, enfermidade, intolerância e desunião.</p>
<p>Quando os Mestres ancestrais determinaram o som mântrico Yôga (Yoga) , com <strong>ô</strong> fechado, para designar a nossa filosofia, eles sabiam muito bem o que estavam fazendo e a ninguém mais cabe a arrogância de achar que pode adulterar impunemente o nome do Yôga (Yoga) .</p>
<p>Muito da força que os mantras possuem deve-se ao conhecimento dos Mestres que souberam elaborá-lo numa alquimia de vibrações. Mas outro tanto do seu poder é adquirido com o passar dos séculos, cujo tempo impregna-o cada vez mais profundamente no inconsciente coletivo da humanidade. E, ainda, um outro tanto é gerado pela multiplicação quantitativa de pessoas que usam e veneram tais mantras, imantando-os com o poder dos seus próprios inconscientes individuais, prána, mente e <em>ānima</em>. No caso da palavra Yôga (Yoga) , com <strong><em>ô</em></strong> fechado, temos todos esses três fatores:</p>
<p>a) foi criado pelos Mestres ancestrais;</p>
<p>b) tem milhares de anos de antiguidade;</p>
<p>c) vem sendo utilizado e venerado por milhões de pessoas em cada geração, há milênios.</p>
<p>Tudo isso, porém, só se aplica à pronúncia correta do mantra Yôga (Yoga)  com <strong><em>ô</em></strong> fechado. Depois destas explicações, você ainda acha justificável o argumento evasivo de que &#8220;estamos no Brasil e aqui se fala <em>a yóga</em>&#8220;? Além do mais, essa premissa é falsa: no nosso país pronuncia-se o Yôga (Yoga) , sim senhor, numa percentagem bem elevada, especialmente entre os que mais entendem do assunto. E por estarmos no Brasil, acaso pronunciamos “<em>Vachínguitom</em>” o nome da capital dos Estados Unidos?</p>
<p>Não se trata de uma simples filigrana sem valor. Trata-se de um detalhe da mais alta importância, que utilizamos para separar o joio do trigo. Uma pessoa que entenda do assunto pronunciará o Yôga (Yoga) , enquanto que um <em>ensinante</em> sem boa formação pronunciará &#8220;<em>a yóga</em>&#8220;.</p>
<p>Por isso, quando alguém diz que está fazendo &#8220;<em>yóga</em>&#8220;, é exatamente isso o que está fazendo. Noutras palavras, não está praticando aquela filosofia que na antiguidade recebeu o nome de Yôga (Yoga)  e assim tem sido chamada durante milênios, no mundo inteiro.</p>
<p>Quem diz que faz ou ensina &#8220;<em>yóga</em>&#8220;, está se referindo a uma outra modalidade totalmente distinta, que teve origem no século vinte, aqui mesmo no Brasil. <span style="text-decoration: underline;">A &#8220;<em>yóga</em>&#8221; tem outra finalidade. Não pode ser confundida com o Yôga (Yoga) </span>.</p>
<p>Ainda há aqueles que argumentam:</p>
<p><strong>–</strong><strong> </strong>Yôga (Yoga) , <em>yóga</em>, tanto faz; com acento, sem acento, não faz diferença.</p>
<p><strong>Quer dizer que não há diferença entre sábia, sabia e sabiá?</strong> Pois as diferenças entre uma pessoa sábia e um sabiá são as mesmas que existem entre o Yôga (Yoga)  e <em>a &#8220;yóga</em>&#8220;. Não sabia?</p>
<p>Quando pronunciamos corretamente os fonemas abertos ou fechados, isso estabelece distinções de significado. Veja, por exemplo, a frase: “Meu molho (<em>mólho</em>) de chaves caiu dentro do molho (<em>môlho</em>) de tomate.” Imaginou inverter para um “<em>môlho</em>” de chaves e um “<em>mólho</em>” de tomates? As chaves teriam que ser deixadas dentro da panela com água, e os tomates estariam em um feixe. Considere agora este outro exemplo: “Aquela menina travessa quebrou a travessa de comida.” E mais este: “Segure a fôrma desta forma.” Em todas as frases, a pronúncia, fechada em um vocábulo e aberta em outro de grafia idêntica, determina significados totalmente diferentes.</p>
<p align="center"><strong>A grafia com Y</strong></p>
<p>Quanto à escrita, o <strong><em>y</em></strong> e o <strong><em>i</em></strong> no sânscrito têm valores fonéticos, semânticos, ortográficos e vibratórios totalmente diferentes. O <strong><em>i</em></strong> é uma letra que não se usa antes de vogais, enquanto que o <strong><em>y</em></strong> é fluido e rápido para se associar harmoniosamente com a vogal seguinte. Tal fenômeno fonético pode ser ilustrado com a palavra <strong><em>eu</em></strong>, em espanhol (<strong><em>yo</em></strong>, que se pronuncia mais ou menos “<em>yô</em>”; em Buenos Aires “<em>jô</em>”) e em italiano (<strong><em>io</em></strong>, que se pronuncia “<em>ío</em>”). Mesmo as palavras sânscritas terminadas em <strong><em>i</em></strong>, frequentemente têm-na substituída pelo <strong><em>y</em></strong> se a palavra seguinte iniciar por vogal, a fim de obter fluidez na linguagem. Esse é o caso do termo <em>ádi</em> que, acompanhado da palavra <em>ashtánga</em>, fica <em>ády ashtánga</em>.</p>
<p>Vamos encontrar a palavra &#8220;<em>ioga</em>&#8221; sem o <strong><em>y</em></strong> no <strong>Dicionário Aurélio</strong>, com a justificativa de que o <strong><em>y</em></strong> &#8220;não existe&#8221; no português! Só que no mesmo dicionário constam as palavras <em>baby, play-boy, playground, office-boy, spray, show, water polo, watt, wind surf, W.C., sweepstake, cow-boy, black-tie, black-out, back-ground, slack, sexy, bye-bye, railway, milady</em> e muitas outras, respeitando a grafia original com <strong><em>k</em></strong>, <strong><em>w</em></strong> e <strong><em>y</em></strong>, letras que &#8220;não existem&#8221;. Por que será? Por que usar dois pesos e duas medidas? (Aliás, eu gostaria de saber para que queremos o termo <em>railway</em>! Não utilizamos <em>estrada de ferro</em>?). Palavras tão corriqueiras quanto <em>baby</em>, <em>playboy</em> etc., deveriam então, com muito mais razão, ter sido aportuguesadas para <em>beibi</em> e <em>pleibói</em>. Por que não o foram e “<em>a ioga</em>”, sim? E o que é que você, leitor, acha disso? Não lhe parece covardia dos linguistas perante seus patrões anglo-saxônicos?</p>
<p>É, no mínimo, curioso que o <strong>Dicionário Michaelis</strong> da língua portuguesa, registre as palavras <em>yin</em> e <em>yang</em> com <strong><em>y</em></strong>, ao mesmo tempo em que declara que o <strong><em>y</em></strong> não podia ser usado na palavra <strong><em>Yôga (Yoga) </em></strong>, porque “não existia na nossa língua”!<a title="" href="#_ftn1">[1]</a></p>
<p>Pior: no <strong>Dicionário Houaiss</strong> encontra-se registrado até <em>yacht</em> (iate), <em>yachting</em> (iatismo), <em>yanomami</em> [do tupi-guarani], <em>yen</em> [do japonês], <em>yeti</em> [do nepalês], <em>yom</em> <em>kippur</em> [do hebraico], <em>yama</em>, <em>yantra</em>, <em>yoni</em> [do sânscrito], todos com <strong><em>y</em></strong>, mas o Yôga (Yoga) , não. Isso é uma arbitrariedade.</p>
<p>O próprio Governo do Brasil nunca admitiu que as letras <strong><em>y</em></strong>, <strong><em>k</em></strong> e <strong><em>w</em></strong> não existissem, pois sempre as colocou nas placas dos automóveis! Em Brasília, desde 1960, existe a Avenida W3 (W de West!!!). E se é o povo que faz a língua, nosso povo jamais aceitou que <em>quilo</em> fosse escrito sem <strong><em>k</em></strong>, como no resto do mundo, assim como recusa-se a acatar que a palavra Yôga (Yoga)  não seja grafada com <strong><em>y</em></strong>, como no país de origem (Índia) e nos países de onde recebemos nossa herança cultural (França, Espanha, Itália, Alemanha e Inglaterra). Basta fazer uma consulta popular para constatar que a <em>vox populi</em> manda grafar Yôga (Yoga)  com <strong><em>y</em></strong>.</p>
<p>Se tivéssemos que nos submeter à truculência do aportuguesamento compulsivo, deveríamos grafar assim o texto abaixo, de acordo com as normas atuais da nossa ortografia, palavras estas citadas pelo Prof. Luiz Antonio Sacconi, autor de vários livros sobre a nossa língua:</p>
<p><em>Declarar que a palavra <strong>ioga</strong> deve ser escrita com </em><strong>i</strong><em> por ter sido aportuguesada, está virando <strong>eslogã</strong>. Mas basta um <strong>flexe</strong> com uma amostragem de opinião pública para nos dar ideia do absurdo perpetrado. Podemos utilizar o <strong>nourrau</strong> de um <strong>frilâncer</strong> e entrar num <strong>trole</strong> para realizar a <strong>enquete</strong>. Perguntemos a um <strong>ripe</strong>, um <strong>panque</strong>, um estudante, um desportista e um empresário, como é que se escreve a palavra </em>Yôga (Yoga) <em>. Todos dirão que é com </em><strong>y</strong><em> . Isso não é um <strong>suipsteique</strong>. É muito mais um <strong>checape</strong>. Se, passado o <strong>râxi</strong>, você pedir uma <strong>píteça</strong> igual à que está no <strong>autedor</strong>, e ela vier sem <strong>muçarela</strong> e com excesso de <strong>quetechupe</strong>, não entre em <strong>estresse</strong>. A vida na <strong>jângal</strong> de uma megalópole tem que passar mesmo por um <strong>runimol</strong> de tensões. Por isso é que aconselhamos a prática de algum <strong>róbi</strong>, tal como <strong>jujutso</strong>, <strong>ioga</strong> ou mesmo a leitura de um bom livro cujo <strong>copirráite</strong> seja de autor confiável e o <strong>leiaute</strong> da capa sugira uma obra séria. Em último caso, ouvir um <strong>longuiplei</strong> em equipamento estéreo com <strong>uótes</strong> suficientes de saída. Se você não possuir tal equipamento, sempre poderá ir a um <strong>xópingue</strong> comprá-lo ou tentar um <strong>lísingue</strong>. Caso nada disso dê certo, console-se com um <strong>milque</strong> <strong>xeque</strong> e com a leitura de um livro brasileiro sobre o aportuguesamento de palavras estrangeiras. Garanto que você vai rir bastante e será um excelente <strong>márquetingue</strong> a favor da minha tese que reivindica a manutenção do </em><strong>y</strong><em> na palavra </em>Yôga (Yoga) <em>.</em> (Texto composto seguindo rigorosamente o vocabulário corrigido de acordo com as normas de aportuguesamento vigentes em 1996.)</p>
<p>Se um tal texto não parece adequado, também não o é grafar Yôga (Yoga)  com <strong><em>i</em></strong>, nem colocá-lo no feminino (&#8220;<em>a ioga</em>&#8220;). Recordemos ainda a norma da língua: &#8220;os vocábulos estrangeiros devem ser pronunciados de acordo com seu idioma de origem&#8221;. Por isso <em>watt</em> virou <strong><em>uóte</em></strong> e não <em>váte;</em> e <em>rush</em> virou <strong><em>râxi</em></strong> e não <em>rúxi</em>. Demonstrado está que deve-se pronunciar <strong>o Yôga (Yoga) </strong> com <strong><em>ô</em></strong> fechado, como na sua origem.</p>
<p align="center"><strong>O Yôga (Yoga)  é termo masculino</strong></p>
<p>Quanto ao aportuguesamento da palavra, isto é, passando a grafá-la com <strong><em>i</em></strong> e convertendo-a para o gênero feminino, não podemos ignorar a regra para o uso de estrangeirismos incorporados à nossa língua a qual manda preservar, sempre que possível, a pronúncia e o gênero do idioma de origem. Por exemplo: <em>le chateau</em>, resulta em português <em>o chatô</em> e não <em>a xateáu,</em> e <em>la mousse</em> resulta em português <em>a musse,</em> e não <em>o musse</em>.</p>
<p>Ao mudar o gênero, altera-se o sentido de muitas palavras que passam a significar coisas completamente diferentes. Por exemplo: <strong><em>a moral</em></strong> significa código de princípios e <strong><em>o moral</em></strong> refere-se a um estado de espírito, auto-estima, fibra; <strong><em>meu micro</em></strong> designa um equipamento e <strong><em>minha micro</em></strong> é um tipo de empresa. O mesmo ocorre com <strong><em>a capital</em></strong> e <strong><em>o capital</em></strong>; <strong><em>a papa</em></strong> e <strong><em>o Papa</em></strong>; etc. Portanto, aceitemos que no Brasil <strong><em>o Yôga (Yoga) </em></strong> tem um significado diferente de “<em>a yoga”</em> ou, pior, “<em>a ioga”</em>.</p>
<p>Além do mais, declarar que Yôga (Yoga)  precisa ser feminino só por terminar com <strong><em>a</em></strong>, é uma desculpa esfarrapada, pois estamos cheios de exemplos de palavras masculinas de origem portuguesa ou incorporadas à nossa língua, e todas terminadas em <strong><em>a<a title="" href="#_ftn2"><strong>[2]</strong></a></em></strong>. Duvida? Então lá vai:</p>
<p>o idiota, o canalha, o crápula, o pateta, o trouxa, o hipócrita, o careta, o facínora, o nazista, o fascista, o chauvinista, o sofisma, o anátema, o estigma, o tapa, o estratagema, o drama, o grama, o cisma, o crisma, o prisma, o tema, o trema, o samba, o bamba, o dilema, o sistema, o fonema, o esquema, o panorama, o clima, o puma, o profeta, o cosmopolita, o plasma, o mioma, o miasma, o fibroma, o diadema, o sósia, o soma, o telegrama, o telefonema, o cinema, o aroma, o altruísta, o homeopata, o sintoma, o careca, o carioca, o arataca, o capixaba, o caipira, o caiçara, o caipora, o coroa, o cara, o janota, o agiota, o planeta, o jornalista, o poeta, o ciclista, o jud<em><span style="text-decoration: underline;">ô</span></em>ca, o karat<em><span style="text-decoration: underline;">ê</span></em>ca, o acrobata, o motorista, o atalaia, o sentinela, o pirata, o fantasma, o teorema, o problema&#8230; <em>et cætera</em>.</p>
<p>Para reforçar nosso argumento, invocamos o fato de que todos os cursos de formação de instrutores de Yôga (Yoga)  em todas as Universidades Federais, Estaduais e Católicas, onde ele vem sendo realizado desde a década de 70, a grafia adotada foi com <strong><em>y</em></strong>, o gênero foi o masculino e a pronúncia foi a universal, com <strong><em>ô</em></strong> fechado. Por recomendação da Confederação Nacional de Federações de Yôga (Yoga)  do Brasil, a partir de 1990 todos esses cursos passaram a adotar o acento circunflexo.</p>
<p><strong>Adotamos o circunflexo pelo fato de o acento já existir na grafia original em alfabeto dêvanágarí</strong>.</p>
<p>No inglês não há acentos. Como foram os ingleses que primeiramente propuseram uma transliteração para o sânscrito, a prática de não acentuar essa língua universalizou-se. Tal limitação do idioma britânico não deve servir de pretexto para que continuemos em erro. Mesmo porque, na própria Inglaterra esse erro está começando a ser corrigido.</p>
<p>Sempre que no sânscrito o fonema for longo, já que no português dispomos de acentos para indicar o fenômeno fonético, devemos sinalizar isso, acentuando. Um excelente exemplo é o precedente do termo Judô. Em língua alguma ele tem acento. Nem mesmo em português de Portugal!<a title="" href="#_ftn3">[3]</a> Não obstante, no Brasil, tem. Assim, quando alguém quiser usar como argumento a suposição de que a palavra Yôga (Yoga)  não levaria acento em outras línguas, basta invocar o precedente da palavra Judô. Com a vantagem de que o dêvanágarí, ao contrário do japonês, é alfabeto fonético, logo, o acento é claramente indicado.<strong></strong></p>
<p>Esse acento é tão importante que mesmo em livros publicados em inglês e castelhano, línguas que não possuem o circunflexo, ele é usado na palavra <em>Yôga (Yoga) </em> (vide <em>Aphorisms of Yôga (Yoga) </em>, de Srí Purôhit Swami, Editora Faber &amp; Faber, de Londres; <em>Léxico de Filosofía Hindú</em>, de F. Kastberger, Editorial Kier, de Buenos Aires; a utilização do acento é ratificada pela <em>Encyclopædia Britannica</em>, no verbete <em>Sanskrit language and literature</em>, volume XIX, pag. 954, edição de 1954.).</p>
<p align="center"><strong>Uma gravação ensinando a pronúncia correta</strong></p>
<p>A fim de pôr termo na eterna discussão sobre a pronúncia correta dos vocábulos sânscritos, numa das viagens à Índia entrevistamos os Swámis Vibhodánanda e Turyánanda Saraswatí, em Rishikêsh, e o professor de sânscrito Dr. Muralitha, em Nova Delhi.</p>
<p>A entrevista com o Swámi Turyánanda foi muito interessante, uma vez que ele é natural de Goa, região da Índia que fala português e, assim, a conversação transcorreu de forma bem compreensível. E também pitoresca, pois Turyánandaji, além do sotaque característico e de ser bem idoso, misturava português, inglês, hindi e sânscrito em cada frase que pronunciava. Mesmo assim, não ficou confuso. É uma delícia ouvir o velhinho ficar indignado com a pronúncia “yóga”. Ao perguntar-lhe se isso estava certo, respondeu zangado:</p>
<p>– Yóga, não. Yóga não está certo. Yôga (Yoga) . Yôga (Yoga)  é que está certo.</p>
<p>Quanto ao Dr. Muralitha, este teve a gentileza de ensinar sob a forma de exercício fonético com repetição, todos os termos sânscritos constantes do glossário do nosso livro <strong><em>Tratado de Yôga (Yoga) </em></strong>. Confirmamos, então, que não se diz <em>múdra</em> e sim <strong><em>mudrá</em></strong>; não se diz <em>kundal<span style="text-decoration: underline;">í</span>ni</em> e sim <strong><em>kundalin<span style="text-decoration: underline;">í</span></em></strong>; não se diz <em>AUM</em> e sim <strong><em>ÔM</em></strong>, não se diz <em>yóga</em> e sim <strong><em>Yôga (Yoga) </em></strong>; e muitas outras correções.</p>
<p>Recomendamos veementemente que o leitor escute e estude essa gravação. Se tratar-se de instrutor de Yôga (Yoga) , é aconselhável tê-la sempre à mão para documentar sua opinião e encurtar as discussões quando os indefectíveis sabichões quiserem impor seus disparates habituais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref1">[1]</a> Com o novo acordo ortográfico, o <strong><em>y</em></strong> foi reintegrado à nossa língua. Quer apostar como vão conseguir uma desculpa para que o Yôga (Yoga)  continue desfigurado, escrito com <strong><em>i </em></strong>?</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref2">[2]</a> Algumas destas palavras podem ser usadas nos dois gêneros, pormenor que não invalida a força do exemplo.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref3">[3]</a> A falta do acento na palavra Judô (Judo) faz com que em Portugal seja pronunciada Júdo. Talvez devido a um fenômeno linguístico semelhante, alguns brasileiros pronunciem yóga, pela falta do circunflexo. No entanto, repetimos que o acento circunflexo <strong>não é</strong> utilizado para fechar a pronúncia e sim para indicar crase de vogais diferentes (a + u = ô).</p>
</div>
</div>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/yoga-yoga-e-termo-masculino/" rel="bookmark" class="crp_title">Yôga (Yoga) é termo masculino</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/yoga-se-escreve-com-y/" rel="bookmark" class="crp_title">Yôga (Yoga) se escreve com Y</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/a-pronuncias-correta-da-palavra-yoga-yoga/" rel="bookmark" class="crp_title">A pronúncia correta da palavra Yôga (Yoga)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/yoga-tem-acento-noutras-linguas/" rel="bookmark" class="crp_title">Yôga tem acento noutras línguas?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/substantivos-comuns-no-sanscrito-nao-se-escrevem-com-iniciais-maiusculas/" rel="bookmark" class="crp_title">Substantivos comuns no sânscrito não se escrevem com iniciais maiúsculas</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/uma-ode-a-estupidez-humana/" rel="bookmark" class="crp_title">Uma ode à estupidez humana</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/ah-a-yoga-e-muito-boa-para-equilibrar-e-relaxar/" rel="bookmark" class="crp_title">&#8220;Ah! A &#8216;yôga&#8217; é muito boa para equilibrar e relaxar!&#8221;</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/uma-ode-contra-falsos-estereotipos/" rel="bookmark" class="crp_title">Uma ode contra falsos estereótipos</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/mais-documentacao-sobre-o-uso-do-circunflexo-no-sanscrito/" rel="bookmark" class="crp_title">Mais documentação sobre o uso do circunflexo no sânscrito</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/redundancia-pleonastica-ao-quadrado-em-progressao-exponencial/" rel="bookmark" class="crp_title">Redundância pleonástica ao quadrado em progressão exponencial</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
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		<title>Aos colegas e à comunidade em geral  (à guisa de prefácio da 40a. edição do meu livro Quando é Preciso Ser Forte)</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 02:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Deveríamos ter duas vidas: uma para ensaiar e outra para viver.&#8221; Vittorio Gassman Esta edição foi reestruturada em 2010, ao raiar dos meus 66 anos de idade. Senti que o livro precisava ser praticamente reescrito pelas razões que vou expor neste preâmbulo. Retirei do livro qualquer frase que eu ou meus revisores identificássemos como potencialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em>&#8220;Deveríamos ter duas vidas:<br />
uma para ensaiar e outra para viver.&#8221;<br />
</em>Vittorio Gassman</p>
<p style="text-align: justify;">Esta edição foi reestruturada em 2010, ao raiar dos meus 66 anos de idade. Senti que o livro precisava ser praticamente reescrito pelas razões que vou expor neste preâmbulo. Retirei do livro qualquer frase que eu ou meus revisores identificássemos como potencialmente polêmica ou impertinente. A presente declaração é um exercício de humildade que, com a vida, estou aprendendo a cultivar. Espero ser bem-sucedido nessa dura empreitada para que tudo seja justo e perfeito.</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira parte da minha existência tive que lutar bastante para me aprumar, como você vai constatar nas próximas páginas. Eu era muito moço. Comecei a lecionar há mais de meio século, aos 16 anos de idade e passei a maior parte da vida sendo considerado “muito jovem” para desempenhar este instrutorado e as funções a que me propunha. No afã de vencer as resistências, posso ter sido arrogante ou agressivo e talvez tenha ofendido alguém, involuntariamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quero dedicar esta segunda parte da minha existência, os próximos 66 anos, para compensar e corrigir algum mal que eu eventualmente tenha feito. Só não erra quem não faz. Então, certamente errei muito. Pelos meus erros peço a sua indulgência. Se você me conceder uma segunda chance, eu a agarrarei com gratidão e procurarei retribuir da melhor forma possível. Mesmo nesta idade ainda estou disposto a aprender e melhorar. Que este seja o meu pedido de desculpas a você se no passado fui muito intolerante ou se cometi alguma outra falta.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que, com as modificações feitas na obra, esta 40ª. edição seja do seu agrado. Mesmo com a “faxina” que fizemos, sem dúvida, restam muitas passagens que podem ser interpretadas como antipáticas ou ranzinzas. Se, apesar disso, algo aqui escrito ferir as suscetibilidades de alguém, estou aberto às críticas e sugestões para que a próxima edição seja ainda mais aprimorada. Aquele que tiver colaborado com suas críticas tornar-se-á meu parceiro para melhorar o livro e o nosso trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigado pela compreensão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p align="right"><em>“Não importa como você começa e sim como você termina.”<br />
</em>Autor desconhecido</p>
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			<wfw:commentRss>http://www.metododerose.org/blogdoderose/profissao/aos-colegas-e-a-comunidade-em-geral-a-guisa-de-prefacio-da-40a-edicao-do-meu-livro-quando-e-preciso-ser-forte/feed/</wfw:commentRss>
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