De vez em quando, diversas pessoas (algumas que eu nem conheço) manifestam sua indignação com respeito a alguma matéria sobre a nossa filosofia que tenha sido publicada. Em virtude disso, peço que ao escrever emitindo a sua opinião à revista ou jornal em questão, meus amigos moderem sua revolta e recordem-se de que a elegância, o polimento e a fidalguia são virtudes dos praticantes do nosso Método.
Não saiu nenhuma matéria recentemente, contudo, é melhor estarmos todos conscientes de que devemos reagir com educação a qualquer circunstância futura que por acaso venha a ocorrer. Inclusive em eventuais debates com adeptos de outros pontos de vista. Lembre-se de que você é o nosso cartão de visitas, mesmo que não seja nosso aluno. Só o fato de nos defender já o atrela à Nossa Cultura, na percepção do interlocutor. Então, cumpre que saiba defender suas opiniões de maneira impecável e cavalheiresca – mesmo se o seu debatedor não merecer! Afinal, não somos educados para mostrar aos outros e sim porque nós mesmos merecemos o nosso respeito.






Cada vez mais acho que as boas maneiras são fundamentais para viver em sociedade.
Era “mais”, mesmo, Alexandre. Mas se o “mais vale” deu confusão, vou trocar a frase por outra que não dê duplo sentido. Obrigado pelo toque.
Acho que assim como hoje ao entrar em algum processo reflexivo/meditativo minhas mãos já pulam pro Shiva Mudrá também os aspectos comportamentais são incorporados naturalmente. Como uma vela que acende outra.
Bjos Mestre
Everton
Gostaria de compartilhar com vocês um texto sobre como tratar bem os clientes. Bj
Lerivan Ribeiro – Floripa – SC
O Cliente
Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe após três semanas somente.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si, ou simplesmente baixam a cabeça e fingem não me ver. Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se…
Sabe quem eu sou?
Eu sou o cliente que nunca mais volta!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua empresa. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de “CORTESIA”.
“Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.”
Sam Walton
Fundador da Wal-Mart, a maior cadeia de varejo do mundo.
La politesse et l’arme fatal pour conquerir le respect de soi même et des autres