Sugestões de Pratos Sem Carnes De Qualquer Espécie
(nem carne de frango, nem carne de peixe, nem carne de crustáceo etc.)
Todas as sugestões que se seguem devem ser bem temperadas com orégano, cominho, coentro, noz-moscada, tomilho, gengibre, cardamomo, açafrão, curry, páprica, louro, salsa, cravo, canela, manjericão, manjerona, masala, kümmel, pimentas (exceto a do reino), sem mencionar a cebola e o alho. Usar azeite de oliva virgem ao invés de manteiga. Colocar o azeite (ou qualquer óleo) de preferência quando tirar do fogo. Ou, se não for possível, deixá-lo o mínimo de tempo possível no fogo. Evitar sal, pimenta do reino e vinagre.
Sopas, soufflés e assados: de ervilhas, palmito, aspargos, legumes em geral, cebola, couve-flor, milho, champignon, queijo, beterraba com creme de leite, lentilha com batata cortada, etc.
Legumes à Milanesa, Empanados, Doré, Au Gratin: couve-flor, palmito, cenoura, enfim, todos os legumes separadamente ou em combinações tais como batata com cebola, aspargo com champignon e todas as possibilidades imagináveis.
Farofas: brasileira autêntica (cebola, azeitona, pimentão, tomate, salsa), ou de ovo com azeitonas, passas com ovos, só com cebola, só de cenoura ralada com salsinha, ou azeitonas com cebolas refogadas, ou ainda de banana, etc.
Feijões (desde que cozidos sem carne-seca, torresmo/bacon, paio nem caldo de carne de boi, de galinha, de peixe ou de qualquer outro bicho morto): preto, manteiga, fradinho, lentilha e tantos outros. Experimente o feijão azuki, ele é ótimo. Soja não! Por que soja? Só porque o coitado disse que era vegetariano? Pára com isso!
Arroz (branco ou integral): com ervilhas, com cenoura, com palmito, com azeitonas, com passas, com queijo. Arroz de forno é uma ótima proposta. E ainda há os risotos… de tudo o que você possa imaginar!
Massas: ao pesto, ao alho e óleo, ao suco de tomate, ao catupiry, ao tahine, ao creme de leite com cebolas refogadas, molho rosé com palmitos tenros, molho branco com champignons, ou com os molhos mais variados, ou com queijos diversos ao forno.
Bolinhos fritos ou assados: de arroz, milho, couve-flor, aipim, petit-pois, cenoura, batata, e mais uma infinidade de legumes, cereais, raízes, etc. Usamos pouca fritura, mas com moderação não tem problema.
Quibe sem carne: de triguilho com abóbora, com cenoura, com grão-de-bico, com espinafre, com ervilha e tudo que se queira experimentar. Podem também ser recheados com queijo, com cebola, etc.
Empadas, croquetes, barquetes, pastéis e empadões: de cebola, de cenoura, de palmito, de champignon, de aspargos, de legumes em geral, do que você tiver em casa!
Omeletes: usamos pouco ovo, mas se não houver mais nada no hotel ou restaurante ou se o cozinheiro não tiver tempo, apelamos para uma omelete de cebola, palmito, queijo, azeitonas, legumes diversos, couve-flor, salsa com cebola, tomate com qualquer outra coisa, milho, fines herbes, espanhola sem carne (azeitona, pimentão, salsa, tomate e legumes), etc.
Pizzas: o que você quiser colocar sobre a massa da pizza fica sempre muito bom. Vamos, dê asas à imaginação!
Sanduíches: com ciabata torrada (imbatível), baguete, croissant, brioche, focaccia, pão árabe, pão italiano, de milho, com um, dois ou três andares de pasta de ovo e azeitonas; alface e tomate; tomate e queijo; pasta de cebola com creme de leite; cenoura cozida com tahine; saladas diversas com maionese; algum legume batido no liquidificador com salsa, azeitona, cebola e creme de leite; e todas as experiências que você quiser fazer. Menos aquele famigerado sanduíche natural que de natural só tem o nome.
Saladas Diversas: NÃO! SALADA NÃO! Minha preocupação é deixar claro que o não-carnivorismo verdadeiro e antigo não aprecia saladas e sim pratos elaborados de forno e fogão, seguindo a tradição da corrente gastronômica não-carnívora mais antiga e autêntica do mundo que é o da culinária indiana – a qual não tem saladas! Ou se as tem, em 24 anos de viagens à Índia, peregrinando pelas capitais, cidades de interior, pequenas aldeias e montanhas, hotéis de alto luxo, hospedarias de meia estrela abaixo de zero, Tourist Bangalows e mosteiros espartanos, nunca vi uma salada que não fosse do cardápio disponível para turistas ocidentais.
Para o DeRose: pois é, torna-se necessário informar que quando eu for jantar na sua casa, salada nem em fotografia! Arroz tem uma história interessante. Em 1960, passei a comer só arroz integral, quando ninguém sabia o que era isso. Na década de 70, grassou uma praga de patrulhamento ideológico que cobrava de todo o mundo (mais ainda de quem fosse instrutor de Yôga) que só comesse arroz integral. Então, me rebelei contra aquela inquisição e não comi mais arroz integral. Como já não comia arroz branco, aboli o arroz. Fora isso, como de tudo o que for preparado sem pobreza de espírito. Os pratos de forno contam com um aplauso especial.
http://brasil.indymedia.org/pt/blue/2005/10/331464.shtml






eeeee Mestre
Vi no YôgaPress a sua participação no evento do ex governador Geraldo Alckmin, achei muito legalll.
Vou fazer muito nyasa com o senhor para poder sempre estar em todos os lugares rsrsrs..
super beijo, te admiro muito
Dicas sempre bem vindas e deliciosas!
Como aqui na Anália sou eu quem comanda o Gourmet Vegetariano, amei o post e assino em baixo que a comida vegetariana nada tem de sem graça.
Aqui, cada semana é um prato mais saboroso que o outro, cheio de condimentos, cores e, principalmente, deliciosos!
Beijinhos com água na boca
Boa tarde Mestre.
Não há jeito, passa o tempo e minha querida mãe ainda fica preocupada com minha alimentação.
No último fim de semana tentei cozinhar algo um pouco mais elaborado como venho aprendendo com pessoal na Unidade, para que ela perdesse esse receio.
Bem, não foi tão bom assim confesso. Preciso praticar mais esta arte. Mas valeu, eu aprendo a cozinhar melhor e ela a criar pratos cada vez mais elaborados, aromatizados e muito bem temperados!
Abraços,
Sei bem como é isso, Luiz Felippe, pois eu fiz minha opção alimentar quando tinha 16 anos de idade e isso foi em meados do século passado, 1960! Você não tem idéia da falta de informação daquela época, nem do desespero da minha mãe. Acabou que eu fiquei o mais alto e o mais forte da família. Abraços para a mamãe.
Buen Dia Mestre!
Es increible que aun muchas personas sigan durmiendo entre las sabanas de la ingnoracia…
La Gastronomia es un Arte milenario!
Primitivamente el Ser Humano como necesidad basica debia de alimentarse.. y aun asi hoy en dia, muchas gente lo sigue viendo ..”la costumbre de comer”… mamma mia!!
Me fasina la frase en el libro de Edgardo… “La Alimentacion del Yoga”
……”Dime como comes y te dire quien eres…”
Tristetemente sorprendida muy a menudo con pobres comentarios sobre vegetarianismo que es una manera aburrida de comer.. .. ?!?.. …
Este es un arte que debe ser reeducado a todos..
Uno de los placeres mas benebolos para disfutar y sentirse vivo…
…con tanto frutos, legumbres y vegetales y especias para mezclar y me dicen que es aburrido… !?!
Y la imaginacion a donde esta?!!!
Invito a todos “think out of the box”
(…”a pensar fuera de la caja …” como se dice por estos pagos…)
y reeducarnos que es en una valiosa oportunidad de reaprender lo que ya sabemos!
Buen Apetito!
Carinos,
Lelia Stina
NYC
Hola Lelia, me alegra que disfrutes de mi libro de alimentación, La Dieta del Yôga.
Espero que nos visites pronto y especialmente para nuestro Fest-Yôga de setiembre.
Un abrazo cargado de cariño de
Edgardo
Hola Edgardo!
Gracias, Gracias a Vos! Tu libro es optimo, super util y practico, lo disfruto mucho!
Perdon por mi memoria distraida, no era mi intension cambiarle el titulo a tu libro!
Gracias por corregirme tan dulcemente…
Casualmente estoy en contacto con Diana haciendole unas preguntitas acerca de los Festivales..
Si….. muy prontito los estare visitando !!!
Un fuerte abrazo, con todo mi carino y admiracion.
Saludame con todo amor Yael y la Egregora Portena.
Besos!
Lelia.
Oi Mestre!
Nós vegetarianos estamos sempre tentando nos informar sobre alimentação, procurando novas feceitas, aprimorando as antigas. Muitas vezes esquecemos ou desconhecemos alguns alimentos e as possiveis combinações que o paladar apurado merece. Este post é uma pérola que deveria ser pregado um toda geladeira.
Obrigado Mestre! São por essas e outras que diariamente frequento o blog e o indico a todos os meus amigos, inclusive não praticantes.
Um grande abraço!
Y para contribuir una de mis recetas favoritas..
.. Simple, rapida, sana y rica!
Ensalada de Hinojo y Naranja:
Ingredientes:
Hinojo 1
Naranja 1
Rucula o radichetta o alguna lechuga
Olivas negras un punado
Queso Peccorino Romano o algun otro de rallar.
Aceite de Oliva, miel, balsamico.
Sal y pimienta a gusto
Un punado de Bhava Honesto y dedicado sino no sale eh..
Preparacion:
Incorporamos todo en un Bol tamano grande.
Lavamos la rucula y la escurrimos para dejarla fresca pero sin agua.
Cortamos el Hinojo a la juliana
Olivas negras sin carozo
Moler o triturar las nuezes
Pelamos la naranja
( y aca va la dedicacion: la naranja se pela hasta tener el gajo desnudo (no cascara no piel finita )esto hace la diferencia cuando llevamos a la boca y desgustamos todos los ingredientes, si los gajos al pelarlos se te rompen
o pieren mucho jugo no importa trabaja sobre un plato hondo donde puedas recolectar el jugo,este va ser el vinagre de la receta.
Nota:
Dressing – Condimentos-
( importante!es como el Carezza..)
asi que aca tambien hay que poner dedicacion…
en un bol se pone la sal a gusto,
la pimienta a gusto,
el jugo de naranja,
aquellos que les guste mas fuerte se le agrega un chorrito extra del balsamico
y una cucharadita de miel.
mezclar energeticamente hasta que estos ingredientes se incorporen entre si.
( me gusta trabajar este procedimiento en un mortero de ceramica, personalmente,se puede usar un bol y cuchara de madera)
Volcar sobre la ensalada y mezclar (Usa tus manos limpias para mezclar son las mejores pinzas que tenes..)
Servir y decorar con el queso Pecorino cortado en capitas bien finitas por ensima de la ensalada.
Voila!
Ojala que la prueben les guste mucho y los refresque en estos caluros dias alla por el hemisferio Sur.
Buon Apetit!
Carinosamente,
Lelia Stina
NYC
Vai uma dica, o Mestre Carlos Cardoso dá um curso de culinária vegetariana bahiana, que todos se deliciaram ( com excessão de mim mesma que sou uma chata para comer, apesar de adorar cozinhar). Já fiz para alguns amigos da Uni-Yôga Batel, o Vatapá vegetariano ( fiz receita tripla e foi pouco) . Ainda faltam algumas receitas, quem sabe qualquer hora eu prepare um bobó vegetariano, bien sûr! Também há muitas receitas boas na internet, como cuz-cuz. soufflés, empadões….
Que tal de vez em quando preparar um bom jantar sem qualquer tipo de carne, para seus familiares e mostrar que realmente não há necessidade desse ingrediente na culinária do dia-à-dia? Agora se um dia me convidarem… ih, coitados, só gosto de molho 4 queijos ou gorgonzola! Pois é, eu sou um porre em se tratando de alimentação…
Beijos e bom-apetite a todos!
Querida Lelia. Sua salada deve ser deliciosa. Infelizmente, como eu disse no post, não utilizo saladas no meu sistema alimentar, a não ser excepcionalmente. Mas tenho a certeza de que muita gente vai apreciar.
Minha preocupação é se compreenderam que vegetariano verdadeiro e antigo não aprecia saladas e sim pratos elaborados de forno e fogão, seguindo a tradição do vegetarianismo mais antigo e autêntico do mundo que é o da culinária indiana – a qual não tem saladas! Ou se as tem, em 24 anos de viagens à Índia, andando pelas capitais e interiores, hotéis de luxo e mosteiros espartanos, nunca vi uma salada que não fosse do cardápio disponível para turistas ocidentais.
Quando nos encontrarmos em NYC espero que você não me ofereça uma salada… Besotes de su amigo DeRose.
Oi Mestre!
Gracias por lllamar mi atencion con su “spicy” sentido del humor!!
..me ruborize frente a la pantalla! Vera que tengo mucho para aprender..
Procurare entonces no ofrecerle una ensalada… se lo prometo!!
Um grande abraço!
Lelia.
E as pessoas ainda insistem em nos perguntar “Mas então o que você come????”.
Mestre, agradeço por este post! Isso irá atiçar ainda mais minha criatividade na cozinha.
Gracias, mi amor. Es muy querida. Besos a tu instrutor Marcelo Tessari, a quien admiro muchíssimo.
Tenho mais dicas para quem um dia vai fazer comidinhas para o Mestre:
Batatas, desde que bem cozidas, são sempre bem vindas.
Queijos ele gosta, mas dos de sabor mais suave: prato, muzzarela, brie no máximo
Não arrisque nos cogumelos. Apesar de serem uma delícia, ele costuma não gostar.
Pãezinhos sim, pãezinhos sempre. E sempre bem torrados.
Farofas ele adora, feijões também.
Sopinhas quando bem feitas são muito bem-vindas.
Qualquer coisa que você for fazer: cozido, muito bem cozido, porque a comida indiana é assim, bem cozida, bem macia. Em 24 anos de viagens à Índia o Mestre se acostumou com aquela orientação culinária. Isso vale para massas, legumes etc.
Pratos de forno costumam ser um sucesso.
Acho que ajudei né?
Beijinhos a todos da Fê
Adorei o post, Fê.
Merecia até ir por Informativo!
bjaum.
Mestrão!!
Adoro ler tudo o que você escreve, mas me divirto mesmo quando o assunto é alimentação. Adoro cozinhar e assim que a reforma do meu apartamento terminar vou convidar você e a Fê pra jantarem em casa, sem salada!
Beijo.
Rafa.
Querido Mestre, te cuento que desde el mes de diciembre comencé con una consultoría práctica de culinaria y me sorprendió la cantidad de interesados. Cada lunes nos juntamos con un grupo de 30 alumnos e instructores y cocinamos juntos las recetas de tu libro Alimentación Vegetariana y el mío, La dieta del Yôga. Cada noche crece el entusiasmo al preparar platos muy sazonados con variados condimentos, gratinados con excelentes quesos, acompañados con vegetales salteados en delicada manteca, etc. Creamos postres que incluyen nuestro típico dulce de leche y otras delicias para templar nuestros paladares.
Lo que me pone muy feliz es ver la sorpresa y el renovado entusiasmo de los participantes que descubren lo que verdaderamente es la alimentación biológica que forma parte de la Cultura SwáSthya.
Gracias por iniciarme en este arte y darme la oportunidad de seguir transmitiéndolo.
Un abrazo con cariño de
Edgardo
Olá, Mestre Edgardo.
Gosto muito do seu livro, mas fiquei surpreendido com a enorme quantidade de receitas que levam pimenta-do-reino (pimienta negra). É algum hábito da cultura argentina?
Abraços.
En realidad uso más pimienta de cayena que es chile molido. Es verdad que en Argentina la pimienta negra es una de las más usadas.
Me alegro que te guste el libro la dieta del Yôga.
Un abrazo
Edgardo
Olá a todos!
Gostaria de fortalecer ese assunto divulgando e oferecendo um trabalho muito legal com pizzas vegetarianas que venho fazendo há mais de 10 anos.
A Squarepizza hoje é uma das opções em pizzas vegetarianas pioneiras em combinar leveza e sabor com produtos de altíssima qualidade.
Visite o site da Square: http://www.squarepizza.com.br
contato direto: 11-8626 5509
Faço em todo Brasil.
Será um grande prazer serví-los!
Namastê.
Luciano Muradas
Olá mestre, excelente as dicas. Muito sabor e saúde juntos. Obrigado!
Aproveito para incrementar as sugestões do Mestre com minhas pizzas vegetarianas. Venho fazendo esse trabalho há mais de 10 anos. Quem quiser saber mais acesse o site: http://www.squarepizza.com.br ou entre em contato direto comigo: 11 8626 55 09
Um grande abraço!
Luciano.
Querido Mestre,
Também não gosto nada nada de saladas, e o simples fato de o nosso sistema alimentar não exigí-las já enche o meu coraçãozinho de alegria!
No entanto gostaria de manifestar meu apreço pelos deliciosos tomatinhos cereja e tomatinhos grape, que quando mordidos crus, explodem na boca com um sabor espetacular! Não sei se eles seriam tecnicamente classificados como salada, mas como são utilizados vastamente dessa forma na culinária paulistana, acho que a maioria das pessoas os entendem como tal. O meu paladar certamente os classifica como uma iguaria de altíssimo nível. Pra quem a idéia apetecer, fica a sugestão.
Um abraço apertado cheio de carinho.
Boas Noites para todo o mundo, pois já reparei que o blog viaja pelo mundo inteiro!
Esta é uma questão ainda polémica, e incrivelmente já vivemos em pleno século XXI. . .Engraçado, tal como o Mestre DeRose, eu me tornei vegetariana aos 16 anos, antes mesmo de ter contacto com o Swásthya, foi mesmo como uma espécie de intuição linear que sempre me acompanhou, e que vejo agora ser algo que todos nós partilhamos.
Mesmo assim, os nossos pais não cesam de se preocuparem, mesmo que raramente nos engripemos, ao contrario de tanta gente que nos rodeia, o que devia ser uma prova de que a nossa alimentação é muito rica!
E em relação às saladas, são mais comestíveis no verão, quando queremos algo mais leve, no entanto, os restaurantes e até mesmo os mercados raramente têm produtos para as receitas de “forno e fogão” que o Mestre DeRose refere. Teremos então que nos dirigirmos àquelas lojas específicas para vegetarianos, um infeliz sinal da segregação que ainda sofremos. Seja como for, segregados ou não, marcamos a nossa posição pelo exemplo que é a nossa saúde!
Beijao a todos!
Swásthya!
Nádia “Dakshina”
Nádia, eu não como carne desde os 5 anos de idade.. ( nunca gostei de qualquer espécie de carne, nem de gelatina e achava nojento as pessoas mascando chiclets, prá minha sorte!) E sempre tem alguém que vem com aquela conversa: _ Ai prova só um pedacinho, da minha vais gostar..
Assim como o Mestre DeRose, eu não como saladas e em 38 anos sem comer carne, devo ter ido umas cinco vezes num restaurante vegetariano, sendo que 99% das vezes foi para acompanhar outras pessoas.
Uma dica aos que estão começando, aprendam a cozinhar cedo. Eu comecei a preparar minha própria comida com uns 11, 12 anos de idade. Comecei a adaptar receitas com carne, retirando esse ingrediente. Para os meus pais e amigos, sempre procurava alguma receita daquelas de dar água na boca, com isso consegui amenizar um pouco o preconceito. Ao menos a minha família, apesar de só saber que eu não comia carne, quando já era adolescente, respeitou a minha escolha. (antes de contar, eu passava o prato de carne por baixo da mesa, para a empregada de meus pais. E quando minha mãe perguntava se eu tinha comido toda a carne, como se isso fosse a coisa mais importante do mundo, a empregada, sempre dizia que sim).
Beijos
Regina
Apenas uma correção gramatical à minha postagem. A frase na qual escrevi num restaurante vegetariano, o correto é a um restaurante vegetariano. Desculpem pela gafe.
Beijos a todos
Querida Nádia. Mesmo sob o fogo cerrado da discriminação, aprendamos a não nos restringir aos restaurantes vegetarianos, até porque não são tantos, fecham cedo e muitos deles utilizam receitas preconceituosas contra os próprios vegetarianos ao aplicar produtos “diferentes” e de paladar questionável. Aprenda a entrar em qualquer restaurante comum e a selecionar o que lhe aprouver. Eu faço refeições em restaurantes, lanchonetes e pizzarias há 40 anos e nunca tive problemas. Leia o meu livro Alimentação Vegetariana e verifique a relação dos restaurantes em vários países. Beijos do DeRose.
Na verdade há quase 50 anos né De?
Pois, é verdade. . .tive mesmo que aprender a cozinhar, a inventar mesmo coisas novas, o que se torna realmente interessante! vou a restaurantes com familia e amigos e troco comida com o meu irmao, que prefere a carne e eu como o arroz dele!
é preciso é sabermos nos demarcar e nao deixar que alguem nos dê um pouco de carne, como a Regina dizia que faziam com ela, e que tambem ainda contece comigo, mesmo sabendo que vao ter pouca sorte!
Já li o seu livro DeRose, e gostei imenso, matou aquele paradigma de saladas, o que foi um verdadeiro alivio!
Um beijao muito forte e cheio de Pújá!
Nádia “Dakshina”
Nádia, minha querida gostei muito dos teus posts. És um exemplo de como os alunos podem e devem contribuir para o enriquecimento deste blog. Só falta colocares uma foto da tua linda carinha.
Beijinhos doces
Zélia Couto e Santos
Pingback: Dicas do DeRose sobre gastronomia « Evelyne Baldan :: Yôga | Cultura | Arte
Mestre, tenho uma dúvida que talvez seja boba, mas… gostaria de saber porque a pimenta do reino não é recomendada.
Obrigada!
Pode ser preconceitos das fontes, Laila, mas a literatura especializada crucifica o sal e a pimenta do reino. Evitamo-la por via das dúvidas, mas não acreditamos (Ax. no. 1). Abraços.
Oi Mestre!!! Olha eu aqui de novo atrapalhando seu tempo mandando vídeos legais que eu recebo na Net…esse é muito bom, da WWF, mostrando que todos estamos conectados!!!
Abraços!!!
Murilo L. Braga – Un. Vila Mariana
http://vimeo.com/19569018
A cultura indiana deve mesmo considerar uma salada uma pobreza de cultivo da alimentação por isso não as utiliza.
Oi Mestre,
Essa postagem veio em ótima hora, pois eu ia mesmo te escrever. Estou em uma baita “saia justa” aqui na Unidade… explico: tenho conduzido o Círculo de Leitura e estamos lendo o La Dieta del Yôga, do Mestre Edgardo. Esse livro subiu bem o “ibope” da atividade, tanto por ser em espanhol, agregando uma habilidade extra, quanto por ser sobre alimentação (a Unidade Itu é famosa pelas orgias gastronômicas, rs…).
Só que na parte das justificativas fisiológicas, comparando animais carnívoros, herbívoros e ser humano, está bem complicado… participam do grupo um veterinário, aluno antigo nosso, muito dedicado e estudioso (tanto de veterinária, quanto do Método!) e uma médica, aluna também antiga e dedicada. E eles dizem que quase todas as comparações estão equivocadas, chegando a “forçar a barra” e também a cometer erros.
Eu também venho da área acadêmica, onde estamos acostumados a sempre citar as fontes, justamente para deixar de lado o “eu acho isso”, “eu acho aquilo”, que não leva a nada. O livro tem sim uma lista de referências bibliográficas, mas não tem nenhuma referência específica de fisiologia. Além disso, o ideal é citar a fonte junto com o parágrafo, mas, enfim, aí já entra em outro assunto.
De qualquer forma, preciso muito de uma orientação sua sobre o que dizer aos alunos, pois mesmo em seus cursos e livros algumas das comparações ditas equivocadas, são usadas. Se quiser, posso pedir ao Ari, esse aluno veterinário, fazer uma revisão técnica do capítulo…
Muito obrigada,
Carol Mathias
Instrutora da Unidade Itu
Querida Carol.
Se fôssemos cientistas ou acadêmicos, estaríamos restritos aos currais da ortodoxia. Como nossa área é a filosofia hindu, não precisamos nos preocupar com justificativas fisiológicas. Por essa razão, eu evito utilizar abordagens pseudo-científicas que são tão comuns na literatura de alimentação inteligente. Não li o livro La dieta del Yôga, portanto, não saberia emitir opinião a respeito dos argumentos nele contidos, mas assumo a responsabilidade pelos elementos fornecidos no meu livro Tratado de Yôga, capítulo de alimentação não-carnívora.
Você está precisando fazer o meu curso de Apologética para saber responder a qualquer questionamento de forma clara, verdadeira, transparente e convincente, documentando com fatos mais do que com bibliografia. Lembre-se do que Schopenhauer disse a respeito de documentação bibliográfica, conforme trecho dele reproduzido no meu livro Quando é Preciso Ser Forte.
Quanto a pedir que um aluno faça uma revisão no livro do Mestre dele, há aí uma gravíssima inversão de valores. Jamais parta do princípio de que o seu aluno sabe mais do que o seu Mestre. Se você pensa assim, não há confiança no que eu escrevi e você não está amadurecida o suficiente para ensinar.
Sobre o que dizer ao seu aluno, isso é muito simples: Magister dixit. Questionar não é bem visto em uma escola para adultos, que já não são mais adolescentes. É identificar-se e seguir a filosofia preconizada ou exercer o direito à liberdade e não seguir. Nós não fazemos doutrinação. Não há debates. Optando por não seguir, continuaremos amigos, mas não é coerente que o aluno prossiga pagando por um ensinamento com o qual não concorda. Nesse caso recomendo que busque mais esclarecimentos sobre a nossa corrente cultural milenar e não desejando adotá-la sugiro que busque uma escola menos estrita. Aqui, fazemos um trabalho sério, tradicional e ortodoxo. Isto não está em discussão.
Um beijo com carinho para você e um abraço apertado para o Ari.
Obrigada Mestre. Sua resposta ecoou em minha cabeça a noite toda e confesso que existem ainda alguns pontos que eu gostaria de conversar mais, mas é claro que não vou fazer isso aqui, pois preciso de um pouco de tempo pra assimilar, afinal, as mudanças de paradigma raramente são rápidas. Quando a minha monitora voltar de viagem conveso com ela, principalmente no que diz respeito à condução do Círculo de Leitura.
De qualquer forma, queria registrar aqui o meu profundo respeito e admiração pelo Mestre Edgardo Caramella! Infelizmente ainda não tive o privilégio de um contato mais próximo com ele, mas já pude sentir a força de seus sádhanas. O livro, apesar da pequena polêmica, está agradando a todos e estamos ansiosos para chegar na parte das receitas para, claro, colocá-las em prática!
Mais uma vez obrigada pela atenção, dedicação e paciência com esses jovens discípulos! Me sinto cada vez mais honrada por tê-lo como Mestre.
Carol.
Estou à sua disposição, querida, para tirar todas as dúvidas e prestar o aconselhamento que você precisar. Vou lhe ensinar como contornar e evitar polêmicas. Eu demorei muito para aprender os pulos do gato. Se tivesse alguém para me ensinar, teria poupado muitos dissabores. Quero poupá-los a você. Beijoka.
Esse vídeo mostra a força dos vegetarianos e da união: um grupo de búfalos defende um filhote do ataque de vários leões. Muito interessante.
Aí está o link:
Impressionante, Isa.
Já fiz essa intervenção e correu muito bem. Tive outra (por outro motivo) no ano passado e mais uma no mês de janeiro. Vamos remendando um poucochinho daqui outro tanto dali e procurando levar uma vida com mais qualidade do que a que tiveram nossos pais e avós. Mentalizarei para que corra tudo da melhor forma possível para você.
Obs.: Na Europa grassa uma praga na classe médica que é a de deixar o paciente sentir dor e não dar os analgésicos na quantidade necessária. Carlo me relatou isso da Itália e o António Mateus me relatou o mesmo da França. Trate de conseguir, antes da intervenção, com algum médico amigo, os analgésicos pós-operatórios e tome-os se precisar, de acordo com as prescrições do seu médico amigo (seja responsável e siga as indicações desse médico, evitando doses excessivas). Pelos relatos que me fizeram os dois companheiros citados, o cirurgião não vai ligar a mínima para a sua dor. Nossa vingança é que um dia ele também vai ser operado na Europa e não vão lhe dar analgésicos. Bem feito! Mas nós, que somos espertos, vamos levar os ditos-cujos no bolso!
Querido Mestre, aqui no Espaço Gourmet da Unidade Batel o Instrutor Malachini preparará nesta quinta-feira:
* Lasanha de espinafre ao molho gorgonzola
* Risoto de tomate seco
* Batatas sorriso (batatas assadas com carinhas felizes, assim como nós, hehehe)
Será uma delícia!
Beijinhos
Parabéns! Isso é o que nós comemos. Bom, eu particularmente não gosto de gorgonzola, mas isso é uma questão de preferências pessoais.
Beijocas.
Mestrinho, aqui em Porto Alegre temos um aluno da Rio Branco que inspirado pela culinária sem carnes e sendo um profundo apreciador de comida japonesa, resolveu se especializar em fazer menus totalmente sem peixe.
O seu trabalho se chama prána sushi. Viramos fã aqui na Mont’Serrat. Tudo é motivo para fazermos pedido rsrs..
Eu recomendo e divulgo:http://pranasushi.blogspot.com/
Bjinhos
Che
fãs
faltou o s do fãs..
É…
Há cerca de um ano que minha avó me vem fazendo aquela pergunta clássica que aparece até no “Tratado(…)” se não estou em erro, “Eu gostava imenso de fazer uma comidinha para ti, mas não sei o que comes.”, tão fofa, no entanto se ainda não tiver conseguido esclarecer a dúvida, irei imprimir este post e oferecer-lhe, certamente lhe alegrará a possibilidade de cozinhar para o neto. hehehe.
Desta tarde Algarvia fresca e ensolarada lhe envio um abraço longo e apertado querido Mestre.
Chêla David — Espaço Faro do Método DeRose
Portugal.
Recebo seu abraço como uma lufada de frescor na minha noite quente de São Paulo. Outro forte para si.
Mestre, em casa meus familiares aderiram um dia por semana sem carnes, gostam da culinária vegetariana, até meu pai, carnívoro convicto, uma vez por semana não come carnes.
Foram mais de seis anos de brincadeirinhas, de questionamentos, de ter que aturar a conversa que eu tinha que comer ao menos peixe para não ficar anêmica. Bom, as coisas melhoraram muito, agora é só de vez em quando…rs
Mas, quando achei que as coisas estavam indo bem, nasceu o Enrico e tomamos a decisão que ele também seria vegetariano (pelo menos até ele poder escolher o que come) aí começou… “Mãe desnaturada, vai deixar seu filho doente, o cérebro dele não vai se desenvolver direito, não é justo privar o coitadinho de comer um bifinho…” Vamos lá né, agora será preciso mais quantos anos? Será que terei que esperá-lo crescer, mais saudável que todos os amiguinhos, mais bonito, mais inteligente e mais forte?
Apesar disso tudo, sou muuuito otimista, as coisas estão melhorando muito, cada dia temos mais opções em todos os lugares e um maior número de pessoas tornando-se adeptas.
É muito bom acordar todos os dias e sentir fazer parte dessa revolução cultural, obrigada Mestre por me mostrar esse mundo mais colorido.
Muitos beijinhos,
Júlia Fadel
Unidade Tatuapé
É importante que o Enrico tome sol, faça esportes e desenvolva o gosto pela cultura. Porque se um papa-defuntos for branquelo ninguém diz “viu? ele é pálido assim porque come carnes” e se for magrelo ninguém diz “ele é magrinho assim porque come carnes”… Mas se não comer carnes “Ah! É por isso que é pálido” ou magro. Compre brinquedos que estimulem a inteligência e incentive a leitura. Nós temos que estar sempre atentos. Um dia eu fui dar uma entrevista sobre alimentação inteligente na televisão. Macaco velho, tomei um bronze na semana anterior. Não deu outra. Um dos convidados perguntou: “Como é que o senhor tem essa cor bonita de pele sem comer carne?” Deu-me gancho para dissertar sobre o fato de que comer carne ou não comer não altera nada. A questão é se toma sol ou se fica dentro de casa. E quando eu era adolescente, nenhum outro menino se atrevia a implicar com a minha alimentação porque eu praticava esportes de macho e muitas artes marciais. No fim, esses nossos cuidados até se tornam bem úteis para a vida. De resto, qual o motivo de você manter pessoas menos esclarecidas no seu círculo de amizades, pessoas que não respeitam a sua liberdade de escolha e que se acham no direito de se meter na sua vida e na educação do seu filho? Se você decidir que ele deve comer carne, ele vai comer e está acabado. Ou vice-versa! Beijinhos.
Tem razão Mestre. Por isso mesmo, aos 3 meses já o colocamos na natação, ele fez sete meses agora e já foi algumas vezes para a praia, tentamos estimulá-lo o tempo todo, tanto que todos se impressionam com a simpatia e com o tanto de coisas que ele faz mesmo tão novinho. Assim que estiver maiorzinho iremos colocá-lo em alguma arte marcial. A educação é um desafio e você está certíssimo, temos que ter ao nosso lado apenas pessoas esclarecidas e que respeitem as nossas decisões, no círculo familiar às vezes temos que ser mais maleáveis, mas faz parte…rsrs Obrigada.
Beijão.
Oi Mestre.
Ainda temos o delicioso Strogonoff DeRose que é um sucesso!
Sempre que preparo este prato para a família e os amigos, eles adoram e elogiam muito.
Sem dúvidas nossa alimentação é a mais criativa, estimulante e saborosa do mundo.
Super beijo.
Querido Mestre,
acabei de jantar e já fiquei cheio de fome outra vez com tantas sugestões maravilhosas
Um abraço grande!
Uma das razões para se evitar a palavra mágica com “V”.
É mesmo um fenômeno!
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