Você já notou a quantidade de textos que eu postei? O que foi que eu falei de “Yôga” (assim mesmo, entre aspas)? O que foi que eu falei de mantras, respiratórios, técnicas corporais, relaxamento? O que foi que eu dissertei sobre sua execução e seus “benefícios”?
Já compreendeu aonde eu quero chegar?
Nós não trabalhamos com o estereótipo de que Yôga é uma coisa “assim e assado”, que se faz dentro de uma sala de práticas para receber tal ou qual vantagem; depois, paramos de fazer esta ou aquela técnica – paramos de fazer Yôga – e vamos para casa. Não, para nós Yôga não é essa coisa consumista e estranha, conforme a imaginação da opinião pública pontificou que tal filosofia deve ser. Entre outras imagens equivocadas, que Yôga deveria ser uma coisa parada… “Eppur si muove!”, como dizia meu colega de infortúnio. [Responda rápido, envie um comentário: quem disse esta frase?] Não, a Nossa Cultura é algo que está integrado no nosso dia-a-dia, nas nossas relações familiares, afetivas, sociais, profissionais, no nosso desporto, na nossa arte, na nossa alimentação, no nosso lazer, no nosso prazer.
Você, certamente já compreendeu que a constelação cultural do Método DeRose não pode ser sufocada por falsos estereótipos (como se houvesse estereótipos verdadeiros!). Nosso Método não pode ser atado, tolhido, castrado e asfixiado por um rótulo daquilo que as pessoas supõem que Nossa Cultura deva ser.
Falamos de tantas coisas! Há muitas outras para se abordar. Tudo isso, meu caro, é Yôga- oops! – desculpe: tudo isso, meu caro, não é Yôga. É o Método DeRose, Méthode De Rose, DeRose Method.
Podemos entender que o Método DeRose é um método de Yôga. Mas podemos ampliar ainda mais o conceito e entender que o Método DeRose consiste em uma Cultura que utiliza o Yôga como ferramenta principal.




quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 2:46
yogaportoalegre.com
Olha que coincidência.
Havia escrito no meu blog as seguintes linhas no dia 16 de janeiro.
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Comecei a praticar Yôga em Porto Alegre em 1988. O acesso a essa cultura era realmente muito difícil. Tente imaginar nossa cidade nessa época, ainda sem internet, TV a cabo… pouco acesso às informações fora do nosso contexto. Ser yôgin era algo complicado, preciso confessar. Se fosse praticar uma meditação ao ar livre, por exemplo, logo aparecia alguém que ficava a vigiar, talvez imaginando que aquele cara parado, de olhos fechados e cara de feliz, estivesse drogado, ou coisa pior.
Não sei se a imagem do Yôga está mais clara para a população atualmente. No mínimo, está mais difundida. Até na novela da Rede Globo está exposta. Tenho a impressão de que ainda vai demorar mais algumas décadas para o público compreender sua verdadeira proposta de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Até lá, será preciso muita flexibilidade para lidar com o estigma e o preconceito. Faz parte!
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Coisas do inconsciente coletivo, hein?
Forte abraço do
Mallet
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 8:12
Quando queremos falar ou tentar enumerar o porquê da escolha do Método, num simples texto, cheio de mensagens, fica fácil descobrir ou “enxergar” a escolha, certa, não porque concordamos, mas pelo fato de que nos respeitamos, e ao próximo. Obrigado Mestre.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 8:38
yogarivegauche.fr
c’est même caricatural le fait de classer notre culture de cette façon tellement restreinte, et croyez moi cela se passe en France au Brésil au Portugal enfim dans le monde entier!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 9:40
yogabatel.blogspot.com
Ontem meu instrutor comentou que está batalhando diversos patrocínios para seu grupo de maratona, (corrida, bike, essas coisas), e falou que estava em dúvida se colocava SwáSthya ou Uni-Yôga. Sugeri que colocasse Método DeRose, justamente para evitar o uso da palavra Yôga e já o aconselhei a ler o tópico sobre a definição do Método DeRose, para que possa dar uma excelente resposta se algum leigo curioso venha perguntar o que é.
Do Yôga Mitos e Verdades, foram retirados alguns ítens e acrescentados outros, inclusive o título passando a ser Quando é Preciso Ser Forte ( omitiu-se a palavra Yôga). Que tal se fosse aos poucos omitindo Yôga dos outros títulos? Por exemplo: Faça Yôga Antes que Você Precise, ficaria Entre para o Método DeRose, antes que você precise. Mensagens do Yôga, Mensagens do Método DeRose, etc.
Um maha abraço.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 10:14
uni-yoga.org
Na verdade, Regina, o Mensagens do Yôga virou Mensagens; o Boas Maneiras no Yôga, virou Boas Maneiras; o Programa do Curso Básico de Yôga, virou Programa do Curso Básico. Já o Tratado de Yôga não tem jeito e é um título bem forte que precisa ser mantido assim. Mas acho que já demos uma boa “limpa”.
Regina W. Zarling Reply:
janeiro 21st, 2009 at 10:46
Sim, o Tratado concordo plenamente que não se deve mudar.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 10:27
É verdade, o Yôga se move junto conosco no nosso dia-a-dia. De manhã, ao acordar, fazendo um exercício de meditação, ao programar o seu dia, fazendo um molde mental das futuras ocasiões, sorrindo com facilidade a pessoas que você encontra, fazendo torções no banco do carro parado em algum sinal de trânsito, conversando com as pessoas, tentando trasmitir a elas o seu sankalpa através de gestos, olhares, relacionando-se com o namorado sendo amorosa e carinhosa, sentindo aquele prazer ao respirar ou ao ingerir um alimento gostoso.. o Yôga está presente até (!) quando damos damos aulas ou quando conversamos com o Mestre pelo blog.. ; )
Adoro tudo isso!
Obrigada sempre
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 10:29
paraviverbem.com.br
O que norteia as publicações em meu blog é justamente demonstrar como tudo no nosso cotidiano faz parte da nossa Cultura, desde que estejamos dispostos a agir de tal forma.
Tenho usado os posts do seu blog, assim como os do meu, como assunto para as conversas com meus alunos antes ou depois da prática. Por vezes eles mesmos puxam o tema, de tão interessados que ficam em saber que a filosofia que preconizamos não se limita àquela uma hora dentro da sala de práticas.
Abraço do Caio!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 11:06
Adoro quando vejo algo mencionando o Método DeRose, tenho orgulho desse nome e de fazer parte dessa Cultura e dessa família. Orgulho que transmito aos meus alunos e a todos que encontro.
A Nossa Cultura permite que vivamos 24 horas do nosso dia com plena consciência, respeito e admiração ao próximo, ao planeta e a todos os seres que o habitam.
Obrigada querido Mestre por me ensinar tudo isso e me fazer mais feliz a cada dia.
Um beijo carinhoso e um abraço apertado da Helô
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 12:06
“Falamos de tantras coisas! “heheheh
adorei isso!
beijos e um bom dia a todos
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 14:33
Sabe que agora tem meu total e irrestrito apoio!
Bjs!!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 às 17:06
Realmente Dê
Depois que parei de usar o termo de Yôga as coisas melhoraram bastante em todos os sentidos. Pessoas e amigos proximos que eram contra ou não tinham opinião à Nossa Cultura, passaram a assimilar e se interessar pelo Método como nunca, coisa impressionante. Obrigado pela dica preciosa!
Bj
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 às 3:10
yoganosjardins.com.br
Nosso Mestre é realmente uma fonte de sabedoria.
Além de falar de India, boas maneiras, como salvar o planeta, alimentação,… ainda dá um jeitinho de aumentar a cultura geral dos leitores citando Galileu.
Quem ensinaria tanto?
Beijinhos
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 às 6:22
Todos os posts e os assuntos desse blog sao uma fonte valiosa que adoro ler e reler a cada dia.
Algums, como este, sao mais preciosos ainda para mim porque é outro tanto estrepitoso o contributo dos comentarios.
O que Vcs escrevem sobre o Método DeRose contribue mais e masi a minha formacao permanente.
Agradeco infinitamente meu Querido Mestre e Vcs amigos da egregora.
Manu (da Roma)
p.s. estou escrevendo com teclado mal funcionante (desculpe os acentos)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 às 12:27
uni-yoga.org
Pois é, Fezinha, mas a experiência do magistério me garante que quase ninguém notou a referência a Galileu.
sábado, 24 de janeiro de 2009 às 18:29
yogabatel.blogspot.com
Eppur si muove é Galilei Galileu.. Ah, só depois de escrito que vi o comentário do De.. Mas realmente só voltei a este post, depois do de hoje, dia 24… aí bateu a curiosidade de rever a pergunta.. Bom então acertei!
beijos
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 12:20
Sempre foi voltada para esta milenar prática chamada Yõga, primeiro em outra categorias até conhecer o método DeRose onde estou até hoje. Mesmo quando estive fora das práticas, por situações que não dependia da minha vontade, na minha cabeça eu continuava sendo adpta dos pricipios que havia aprendido durante períondo de prática com este método. Retornei faz apenas um ano, com bastante dificuldades, mas sinto que estou sutilmente recebendo benefícios. Graças ao “pega pesado” do instruto Alexandre. Beijos, Isa – Chapecó/SC
DeRose Reply:
fevereiro 1st, 2009 at 12:36
Querida Isabel. No Método DeRose nós não falamos de benefícios. A não ser quando isso é absolutamente inevitável, como no texto de um livro. Mesmo assim, mencionamos o mínimo possível e ainda envolvemos o texto em explanações de que não somos adeptos de praticar uma filosofia com finalidade de levar vantagens pessoais. Converse com o seu instrutor que ele lhe dará mais esclarecimentos sobre o nosso posicionamento. Leia o post O que foi que eu falei de Yôga?
Um forte abraço do DeRose
domingo, 1 de fevereiro de 2009 às 17:14
Entendi perfeitamente as colocações feitas pelo Méstre, pois compreendo que praticar Yôga é sobretudo uma filosofia de vida e muito mais, dentro do Método DeRose.
Beijos – Isa Chapecó/SC
quarta-feira, 10 de junho de 2009 às 20:40
Galileo Galilei!!! Fue él! Antes de morir, así dice la leyenda, dijo ““Eppur si muove!”. pobrecito Galileo… un gran pensador, pionero de un cambio de paradigmas absolutamente necesario.
Gracias, Maestro por tus palabras. Son inspiradoras, como siempre.
Un beso,
Natalia
quarta-feira, 10 de junho de 2009 às 20:46
A diferença entre as outras escolas é que os alunos apenas participam das aulas e naquelas horinhas praticam Yôga. Enquanto que nós, independente da prática duas, ou mais vezes por semana, vivemos Yôga 24 horas por día.
Bjkas
Regina-Curitiba
quarta-feira, 10 de junho de 2009 às 22:07
Galileo Galilei, um homem notável que, até na hora da morte, defendeu o sistema heliocentrico por ele descoberto.
Galileo dizia que os planetas giravam à volta do sol e não o contrário como afirmava o sistema geocêntrico de Copérnico, o qual defendia que era o sol a girar à volta da Terra, estando esta parada e era o centro do Universo.
Pagou com a vida esta mudança de paradigma. O que hoje nos parece natural e lógico, o sistema heliocêntrico, foi contestado na época e Galileo condenado à morte por heresia. Ficou célebre a sua última frase: “E, no entanto, ela move-se.”
Também convém frisar que foi graças à sua descoberta que, anos mais tarde, foram descobertas leis de atracção entre os planetas e foi com a ajuda dessas leis que Isaac Newton pôde encontrar a forma correta da força de atracção entre o Sol e os planetas, entre os planetas e seus satélites, e até entre o planeta Terra e os objetos comuns como uma maçã.
Um grande abraço queridos Mestre e Fée. Até Viseu por vídeo-conferência
quinta-feira, 11 de junho de 2009 às 0:33
“O Método DeRose consiste em uma Cultura que utiliza o Yôga como ferramenta principal.”
Gostei bastante desta última frase Mestre.
Abração!
quinta-feira, 11 de junho de 2009 às 10:47
Salve Mestre querido!
Este post, para os mais antigos, que sofreram contigo toda a discriminação com relação a palavra Yôga, é o paraíso.
Este é o sonho e a cada dia torna-se uma realidade mais palpável.
Temos todos muito orgulho da nossa Cultura e progressivamente, de forma metabolizável, estamos substituindo a palavra Yôga por Método DeRose nos sat chakras, atendimento, divulgação, nas aulas, nas conversas informais, telefonemas etc.
Viva nós!
Abração do seu discípulo.
quinta-feira, 11 de junho de 2009 às 16:52
Mestre,
En la firma de mis e-mails yo coloco el link a tu blog pero de la siguiente manera:
http://www.metododerose.org/blogdoderose
Así evito por completo la palabra yôga en la firma.
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Dwayne – Argentina – Buenos Aires
sexta-feira, 12 de junho de 2009 às 9:12
Gostária de compartilhar um pensamento que me ocorreu esses dias, que a meu ver cabe no post colocado:
Do coração do SwáSthya nasce o Ashtánga Sádhana e ele é permanente para o SwáStha realizado.
Abraços…
Everton
DeRose Reply:
junho 12th, 2009 at 11:43
… nasce o ashtánga sádhana…
Everton Vieira Reply:
junho 12th, 2009 at 15:49
ops, inflação do momento, thanks
sexta-feira, 12 de junho de 2009 às 11:14
Como é simplesmente maravilhoso e engrandecedor tê-lo como Mestre…
Ah! E a citação é de Galileo Galilei!
sexta-feira, 12 de junho de 2009 às 18:28
Para mim, pelo menos, não tem mais como separar as práticas na sala do meu dia-a-dia. Para ser Yôga de verdade, tem que estar presente sempre e empregado em tudo o que for fazer, falar, agir … é mesmo um life style!
(Unidade Alphaville)