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	<title>Blog do DeRose &#187; Filosofia</title>
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	<description>Canal de comunicação do escritor brasileiro DeRose, sistematizador do Método DeRose. Mais mais de 25 livros escritos e um milhão de livros vendidos. Este blog aborda temas diversos como comportamento, etiqueta, alimentação, cultura geral, entre outros.</description>
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		<title>A ocupação da Amazônia</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 07:24:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[AO LONGO DE CINCO MIL ANOS MUITA DETURPAÇÃO PODE ACONTECER Nossa filosofia tem 5000 anos de existência. Nesses cinco milênios, foi desvirtuado sucessivas vezes pelas invasões que a Índia sofreu. Façamos uma comparação. Estamos no século XXI da Era Cristã. Muito bem. Existe uma luta chamada Capoeira, que é legitimamente brasileira. Tem suas raízes em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;"><br />
AO LONGO DE CINCO MIL ANOS MUITA DETURPAÇÃO PODE ACONTECER</p>
<p>Nossa filosofia tem 5000 anos de existência. Nesses cinco milênios, foi desvirtuado sucessivas vezes pelas invasões que a Índia sofreu. Façamos uma comparação. Estamos no século XXI da Era Cristã. Muito bem. Existe uma luta chamada Capoeira, que é legitimamente brasileira. Tem suas raízes em tradições africanas, porém nasceu no nosso país. Imaginemos que dentro de alguns anos, a Amazônia será invadida por uma outra nação com o pretexto de ocupá-la para salvar tão precioso patrimônio da humanidade das mãos desses latino-americanos irresponsáveis que a estão destruindo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Tal como os drávidas que viviam na Índia há 5000 anos, os brasileiros não têm tradição guerreira. Já os invasores, esses sim, contabilizam uma história de guerras, conquistas e império, tal como os sub-bárbaros arianos que invadiram a Índia a 1500 a.C. e cometeram o primeiro grande desnaturamento do Yôga.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Como ocorreu com o Império Romano, que ia incorporando outras culturas (ao absorver do Lácio o latim, da Grécia a arquitetura, escultura, mitologia etc.), esse novo império absorve a Capoeira. Em pouco tempo, digamos, um século, classificam-na como dança (“<em style="mso-bidi-font-style: normal;">afinal, eles não dançam?</em>”). E a reestruturam, pois isso de bater atabaques e tocar um instrumento de cordas com uma corda só é muito primitivo. Eliminam os tambores e substituem o berimbau pela guitarra eletrobioplásmica, com acompanhamento de “sincretizador” (que substituirá o computador, aquela máquina primitiva que vivia “dando pau” e pegando vírus).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Passam-se mil anos. Lá pelo ano 3000 da era Cristã, ocorre outra invasão. O Brasil é ocupado por uma terceira etnia e novos Mestres de <span style="letter-spacing: 0.1pt;">Capoeira introduzem uma codificação que a define como religião (“<em style="mso-bidi-font-style: normal;">a</em></span><em style="mso-bidi-font-style: normal;">final, eles não se benzem antes de jogar?</em>”). Uma dança religiosa, uma dança ritual. Surgem mosteiros, templos e igrejas do culto Capoeirista. Essa vertente passa a ser conhecida como Capoeira Clássica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; letter-spacing: 0.2pt;">Passado mais um milênio, e em torno do ano 4000, já não se fala a mesma língua, nem habita neste território o mesmo povo. Surpreendentemente, a Capoeira sobreviveu e tem mesmo um sólido sistema cultural que a preserva. Só que agora, após alguns concílios, decidiram que Capoeira é uma terapia. Passa a ser uma dança espiritual terapêutica. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Mais um milênio se passa. Estamos lá pelo ano 5000 d.C. Ninguém mais se lembra das suas origens. Criam mitologias. Surgem versões negando que a Capoeira tenha surgido em uma nação mítica chamada Brasil, a qual teria existido há tanto tempo que caiu no esquecimento. Alguns eruditos defendem que a Capoeira teria sido criada pelos negros escravos, mas a etnia então dominante nega-o peremptoriamente, e ameaça de punição quem se atrever a insistir nessa invencionice subversiva. A Capoeira é institucionalizada como uma prática para a terceira idade. Torna-se uma dança espiritual terapêutica para idosos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana; letter-spacing: 0.1pt;">Outros mil anos são transcorridos. Estamos agora no ano 6000 da Era Cristã. Todas as evidências de uma civilização latino-americana desapareceram, apagadas intencionalmente pelos cientistas e religiosos desse novo período histórico. A opinião pública de então, decide que Capoeira é para mulheres, que é ótima para TPM, gestação, rugas, celulite, varizes e que rejuvenesce. A Capoeira passa a ser classificada como uma dança espiritual, terapêutica, para idosos e para mulheres. Quem afirmar que a Capoeira legítima é uma luta, destinada a pessoas jovens e saudáveis, passa a ser acusado de discriminar os enfermos, os idosos e as mulheres; é acusado de ser polêmico; torna-se perseguido e severamente castigado com a difamação, exclusão, execração e ameaças de morte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Bem, no caso da Capoeira, nós só abordamos 4000 anos de deturpações, do ano 2000 ao ano 6000 d.C. No caso do Yôga precisamos computar mais um milênio de distorções, já que essa filosofia conta com cinco mil anos de existência. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;">Oh! Céus! Eu disse filosofia? Foi sem querer. Juro. Eu quis dizer uma terapia mística para enfermos, mulheres e idosos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 6pt 0cm 0pt; text-align: justify;"><span id="more-2401"></span></p>
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		<title>Mais subsídios sobre o conceito de egrégora</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 03:40:29 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0">
<tbody id="the-comment-list">
<tr id="comment-41549">
<td>Querido Mestre DeRose,</p>
<p>Encaminho um texto, o qual adaptei, da reportagem de capa da revista ISTOÉ de 16 de maio de 2012, relacionado ao tema evolução:</p>
<p>Segundo o biólogo Edward Wilson (<a href="http://eowilsonfoundation.org/wilson-the-scientist" rel="nofollow">http://eowilsonfoundation.org/wilson-the-scientist</a>), da Universidade de Harvard, o processo evolutivo é mais bem-sucedido em sociedades nas quais os indivíduos colaboram uns com os outros para um objetivo comum. Assim, grupos de pessoas, empresas e até países que agem pensando em benefício dos outros e de forma coletiva alcançam mais sucesso.</p>
<p>Esta tese é defendida no seu recém-lançado “A Conquista Social da Terra” (W.W. Norton &amp; Company, 2012), onde Wilson pôs à prova o benefício de agir em causa própria, presente na seleção individual de Darwin. O americano não contraria a teoria Darwinista, mas afirma que ela é insuficiente para se entender a evolução, que aconteceria em múltiplos níveis – o individual, como proposto por Darwin, e o de grupo.</p>
<p>——</p>
<p>Considero a egrégora do Método DeRose um ambiente muito propício para aprendermos uma cultura que, efetivamente, contribui para a nossa evolução e, consequentemente, influenciarmos na evolução da sociedade.</p>
<p>Muito obrigado, Mestre, pelo valiosíssimo legado que nos transmite!</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Sidney Batista Filho<br />
Sádhaka da Escola do Método DeRose de Copacabana – Rio de Janeiro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Envie-nos endereços de instrutores da Yóga para que os divulguemos no site específico</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 07:00:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Peço a todos os nossos amigos, alunos, instrutores e leitores que nos enviem o máximo possível de endereços de instrutores de Yôga, Yóga, Yoga e ioga. Nome, endereço, código postal, cidade, estado ou país, telefone, código de área (DDD), e-mail e site se houver. Nós divulgamos há anos no nosso site www.Uni-Yoga.org centenas de endereços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Peço a todos os nossos amigos, alunos, instrutores e leitores que nos enviem o máximo possível de endereços de instrutores de Yôga, Yóga, Yoga e ioga. Nome, endereço, código postal, cidade, estado ou país, telefone, código de área (DDD), e-mail e site se houver.</p>
<p style="text-align: justify;">Nós divulgamos há anos no nosso site <span style="text-decoration: underline;"><strong>www.Uni-Yoga.org</strong></span> centenas de endereços de instrutores de outras modalidades. Acontece que eles se mudam com muita frequência, outros saem do mercado, outros falecem. Assim, nossa listagem foi minguando. Tínhamos mais de 1000; temos agora menos de 800. Queremos manter a maior listagem possível de instrutores de todas as vertentes no nosso que é o site de Yôga mais relevante do país. Peço que você nos ajude, enviando o maior número de dados que conseguir.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos continuar mostrando que não temos nada contra os colegas de outras linhas e vamos prosseguir divulgando-os gratuitamente, como venho fazendo desde a década de 1960, quando afixava os cartões deles no mural da minha própria escola (hoje não é mais permitido esse procedimento) e desde as décadas de 1960 e 1970, quando imprimia nas páginas finais dos meus livros os endereços dos que ensinavam todas as modalidades de Yôga. Quer demonstração de tolerância e civilidade maior que essa?</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje só os divulgamos no nosso site, numa divisão específica, para evitar confusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que essa nossa demonstração de boa vontade possa algum dia contribuir para a conciliação entre todos os ramos, linhas e orientações.</p>
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		<title>Dissidente não é inimigo &#8211; mas ele tem que saber disso</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 05:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Percebemos que alguns colegas ainda acham que dissidente é sinônimo de inimigo. Mas não é. A maioria dos nossos dissidentes preservou o carinho e a amizade. Ademais, ainda temos o egresso, que nem sempre é dissidente. Vamos estudar essas três denominações para não cometer injustiças com alguém que goste de nós, mas apenas não esteja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Percebemos que alguns colegas ainda acham que dissidente é sinônimo de inimigo. Mas não é. A maioria dos nossos dissidentes preservou o carinho e a amizade. Ademais, ainda temos o egresso, que nem sempre é dissidente. Vamos estudar essas três denominações para não cometer injustiças com alguém que goste de nós, mas apenas não esteja trabalhando conosco.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, comparemos a Universidade de Yôga com outra Universidade. Digamos, a PUC. Ela forma uma boa quantidade de excelentes acadêmicos em diversas áreas. Alguns deles optam por continuar atrelados, agora com laços profissionais, à Universidade que os formara. Esses ficarão trabalhando na PUC. Os outros guardarão boas lembranças e uma imensa gratidão pela PUC, mas irão trabalhar noutros lugares. São os profissionais egressos da PUC. Assim, nós temos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Egressos ou formados pela Universidade de Yôga – </strong>são todos os que se formaram pela Uni-Yôga, os que <strong><em>saíram</em></strong> para o mercado de trabalho. Normalmente, chamamos de egressos ou de formados, aqueles que já não estão mais atrelados à Uni-Yôga, porém que não alimentam nenhum questionamento, nem discordância, nem animosidade. Falam bem de nós, preservam o carinho, o respeito e quando nos encontram sentimos reciprocamente uma grande alegria em nos ver. Temos até uma modalidade de filiação gratuita no nosso <em>website</em> que divulga sem ônus os endereços desses colegas que deixaram saudade.<br />
O <em>egresso</em> ou <em>formado</em> pela Universidade de Yôga pode continuar lecionando SwáSthya ou optar por outra modalidade. Pode continuar honrando a supervisão ou não. Pode revalidar seu certificado todos os anos ou não. Pode participar dos nossos cursos ou não. É claro que quanto mais proximidade ele nutrir, mais e mais subirá no nosso conceito. Não é filiado, mas pode vir a ser um amigo íntimo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dissidentes –</strong> são os que se formaram pela Universidade de Yôga e saíram por discordar de algo. É o seu direito. A maciça maioria continua sentindo carinho, saudade e gratidão pela Uni-Yôga, pelo seu instrutor, pelo DeRose, mas prefere ficar de fora, por qualquer razão de foro íntimo. Dissidente não é ofensa. Dissidente não é inimigo. Podemos preservar a amizade. Só não podemos trazê-los para o nosso convívio próximo nem para dentro das nossas unidades, já que um descontente pode contaminar os demais com o mesmo vírus que o vitimou. Mas podemos e devemos manter cordialidade, enviar cartões de Natal, de Páscoa, de aniversário; podemos telefonar e até, às vezes, sair para comer uma pizza.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inimigos –</strong> geralmente são concorrentes intoxicados de inveja até a alma; ou dissidentes recalcados, portadores de algum complexo de inferioridade. Felizmente, são poucos. Infelizmente, quem odeia faz muito barulho e os que amam fazem-no em silêncio.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso incutir no futuro instrutor, desde quando aluno, que se um dia ele sair da Uni-Yôga deverá continuar amigo. Explicar-lhe que quando alguém é formado pela PUC, USP, UNIP ou qualquer outra universidade, tal pessoa não é obrigada a ficar trabalhando naquele estabelecimento de ensino. Forma-se ali e vai trabalhar onde quiser. O mesmo ocorre conosco.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é preciso lembrar algumas pessoas de que quando alguém não gosta de um curso de inglês, de ballet, de violino, de pintura, de judô, de dança de salão, seja lá do que for, essa pessoa simplesmente sai do curso e pronto. Ninguém é obrigado a gostar de todos os cursos, nem é obrigado a permanecer se não gostou. Por outro lado, ninguém que tenha saído de algum desses cursos por não ter gostado dedicaria sua vida a insultá-lo, agredi-lo, difamá-lo, gastando horas e horas nesse afã, ano após ano, sem trégua. Se o fizesse, algo de errado deveria haver com essa pessoa tão desequilibrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine que você não tivesse gostado do que ensinaram em um curso de informática. Imagine mesmo que esse curso fosse completamente incompetente e ensinasse enganosamente contabilidade dizendo que era informática. O que qualquer pessoa normal faria? Sairia do curso, talvez pedindo o dinheiro de volta. E pronto. Ponto final. Agora imagine uma outra pessoa que tivesse ficado insatisfeita alimentasse tanto ódio pelo curso de informática que passasse a existência a agredi-lo anonimamente de todas as formas, investindo nisso um tempo enorme e que não parasse nunca ao longo dos anos. Ninguém duvidaria tratar-se de um caso psiquiátrico grave.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, em defesa do nosso nome e do nosso trabalho, precisamos processar algumas dessas pessoas, pois assim as outras param. Algumas delas talvez vão responder por seus atos na cadeia. Outras terão que pagar indenizações altíssimas, compatíveis com suas agressões. Mas todas deixarão de ser réus primários, o que significa que, a partir de agora, qualquer incidente que ocorra na vida delas, de trânsito, de briga, qualquer denúncia que façam contra elas, já não poderão mais contar com <em>sursis</em>. Irão para trás das grades.</p>
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		<title>Eu não comeria o meu cachorro.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 07:43:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enviado pela Raquel Santos: &#160; Bom dia Mestre Gostaria de partilhar este vídeo, onde um menino de 10 anos relata como e porquê decide optar pela alimentação não-carnívora. Uma exposição clara, sensível e esclarecedora. http://www.youtube.com/watch?v=zruElb8Gt_4 Abraço carinhoso Raquel Santos Espaço Telheiras – Portugal &#160; Veja também:Ursus amábilisNão adianta só assistir e não agirAos que amam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enviado pela Raquel Santos:</p>
<table cellspacing="0">
<tbody id="the-comment-list">
<tr id="comment-41363">
<td>&nbsp;</p>
<p>Bom dia Mestre</p>
<p>Gostaria de partilhar este vídeo, onde um menino de 10 anos relata como e porquê decide optar pela alimentação não-carnívora. Uma exposição clara, sensível e esclarecedora.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zruElb8Gt_4" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=zruElb8Gt_4</a></p>
<p>Abraço carinhoso</p>
<p>Raquel Santos<br />
Espaço Telheiras – Portugal</p>
<p>&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Bem-estar animal</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 07:18:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá Mestre, bom dia !! Quero compartilhar um documentário da Sociedade Mundial de Proteção Animal, interessantíssimo no que diz respeito ao bem estar animal. Com muitas informações atuais, cita entre outras coisas, as práticas de criação animal que estão sendo colocadas em uso na Europa graças a pressão dos ativistas por lá. http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&#38;v=JJN6deox0hk Grande abraço, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table cellspacing="0">
<tbody id="the-comment-list">
<tr id="comment-41338">
<td>Olá Mestre, bom dia !!</p>
<p>Quero compartilhar um documentário da Sociedade Mundial de Proteção Animal, interessantíssimo no que diz respeito ao bem estar animal. Com muitas informações atuais, cita entre outras coisas, as práticas de criação animal que estão sendo colocadas em uso na Europa graças a<br />
pressão dos ativistas por lá.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=JJN6deox0hk" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=JJN6deox0hk</a></p>
<p>Grande abraço,</p>
<p>Rafael Schoenfelder<br />
Curitiba Pr</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/caes-e-animais/ursus-amabilis/" rel="bookmark" class="crp_title">Ursus amábilis</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/responsabilidade-ambiental/aquecimento-global-denunciado-em-1958/" rel="bookmark" class="crp_title">Aquecimento global denunciado em 1958</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/compaixao-pelos-animais/" rel="bookmark" class="crp_title">Compaixão pelos animais</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/caes-e-animais/se-amamos-os-caes-vamos-divulgar-este-link/" rel="bookmark" class="crp_title">Se amamos os cães, vamos divulgar este link</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/responsabilidade-ambiental/a-verdade-sobre-a-gripe/" rel="bookmark" class="crp_title">A verdade sobre a gripe</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/responsabilidade-ambiental/vamos-dar-uma-mao-ao-planeta/" rel="bookmark" class="crp_title">Vamos dar uma mão ao planeta</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/amigos/gato-salva-outro-gato-com-massagem-cardiaca/" rel="bookmark" class="crp_title">Gato salva outro gato com massagem cardíaca</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/caes-e-animais/eu-nao-comeria-o-meu-cachorro/" rel="bookmark" class="crp_title">Eu não comeria o meu cachorro.</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/imprensa/11291/" rel="bookmark" class="crp_title">Vaquinhas também sabem apreciar jazz</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/videos/gatinha-pianista/" rel="bookmark" class="crp_title">Gatinha pianista</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
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		<title>Comer carne como causa de câncer</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 07:11:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enviado por Juan: Hola querido Mestre!Um amigo me enviou esta materia sobre consumo de carne e cancer. Um grande abraço! “Câncer de intestino está ligado à ingestão de carne vermelha, aponta estudo” http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2012/04/23/ligado-a-ingestao-de-carne-cancer-de-intestino-avanca.htm &#160; ____________________ Isto é mesmo incrível! Há mais de trinta anos isso já é sabido e publicado em jornais, revistas e livros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enviado por Juan:</p>
<table cellspacing="0">
<tbody id="the-comment-list">
<tr id="comment-41339">
<td>Hola querido Mestre!Um amigo me enviou esta materia sobre consumo de carne e cancer. Um grande abraço!</p>
<p>“Câncer de intestino está ligado à ingestão de carne vermelha, aponta estudo”</p>
<p><a href="http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2012/04/23/ligado-a-ingestao-de-carne-cancer-de-intestino-avanca.htm" rel="nofollow">http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2012/04/23/ligado-a-ingestao-de-carne-cancer-de-intestino-avanca.htm</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>____________________</p>
<p>Isto é mesmo incrível! Há mais de trinta anos isso já é sabido e publicado em jornais, revistas e livros do mundo todo. Agora descobriram no Brasil.</p>
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		<item>
		<title>Kundaliní (kundalini) &#8211; capítulo do meu livro Tratado de Yôga</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 07:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DeRose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que é a kundaliní Kundaliní é uma energia física, de natureza neurológica e manifestação sexual. O termo é feminino, deve ser sempre acentuado e pronunciado com o í final longo. Os leigos aplicam o termo no masculino e pronunciam “o kundalíni”, mas está errado. Repetimos: o termo é feminino, deve ser pronunciado com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>O que é a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní</strong></p>
<p>K<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndalin<strong>í</strong> é uma energia física, de natureza neurológica e manifestação sexual. O termo é feminino, deve ser sempre acentuado e pronunciado com o <em>í</em> final longo. Os leigos aplicam o termo no masculino e pronunciam “<em>o</em> <em>kundal</em><strong><span style="text-decoration: underline;">í</span></strong><em>ni</em>”, mas está errado. Repetimos: o termo é <strong>feminino</strong>, deve ser pronunciado com a tônica na primeira sílaba e <span style="text-decoration: underline;">a longa na última</span>.</p>
<p>Pronuncie em voz alta para fixar a correção: k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndalin<strong>í</strong><a title="" href="#_ftn1"><strong><strong>[1]</strong></strong></a>. Significa <em>serpentina</em>, aquela que tem a forma de uma serpente. De fato, sua aparência é a de uma energia ígnea, enroscada três vezes e meia dentro do múládh<span style="text-decoration: underline;">á</span>ra ch<span style="text-decoration: underline;">a</span>kra, o centro de força situado próximo à base da coluna e aos órgãos genitais. Enquanto está adormecida, é como se fosse uma chama congelada. É tão poderosa que o Hinduísmo a considera uma deusa, a Mãe Divina, a Sh<span style="text-decoration: underline;">a</span>ktí Universal. Todo o sistema do Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga, de qualquer ramo, apoia-se no conceito da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní.</p>
<p>De fato, tudo depende dela conforme o seu grau de atividade – a tendência do homem à verticalidade, a saúde do corpo, os poderes paranormais, a iluminação interior que o arrebata da sua condição de mamífero humano e o catapulta em uma só vida à meta da evolução sem esperar pelo fatalismo de outras eventuais existências.<span id="more-11930"></span></p>
<p>Se você já tiver lido explicações místicas ou confusas sobre a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní, vamos simplificar isso. O conceito freudiano de <em>libido</em> e o reichiano de <em>orgônio</em> chegaram bem perto do princípio e anatomia da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní no Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga Antigo. Se você quiser um termo leigo, mais compreensível, pode traduzir k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní simplesmente como <em>sexualidade</em>. Freud e Reich tentaram domá-la para fins terapêuticos. Como nenhum dos dois possuía a Iniciação de um Mestre nesses mistérios, ambos fracassaram e deixaram à posteridade uma herança meramente acadêmica de teorias sobre o assunto, sem grandes resultados práticos.</p>
<p>A energia da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní responde muito facilmente aos estímulos. Despertá-la é fácil. Um exercício respiratório que aumente a taxa de comburente é suficiente para inflamar o seu poder. Um b<span style="text-decoration: underline;">í</span>ja m<span style="text-decoration: underline;">a</span>ntra corretamente vocalizado é capaz de movimentá-la. Um <span style="text-decoration: underline;">á</span>sana que trabalhe a base da coluna posiciona-a para a subida pela medula. Uma prática de maith<span style="text-decoration: underline;">u</span>na pode deflagrá-la. Basta combinar os exercícios certos e praticá-los com regularidade.</p>
<p>Já que despertar a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní não é difícil, não mexa com ela enquanto não tiver um Mestre. E quando o encontrar, não a atice sem a autorização dele. Difícil é conduzi-la com disciplina, ética e maturidade.</p>
<p>Sw<span style="text-decoration: underline;">á</span>Sthya, o Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga Antigo, vai fundo nesse trabalho, levantando a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní da base da coluna até o alto da cabeça, através dos ch<span style="text-decoration: underline;">a</span>kras, ativando-os poderosamente, despertando os s<span style="text-decoration: underline;">i</span>ddhis e eclodindo o sam<span style="text-decoration: underline;">á</span>dhi.</p>
<p align="center"><strong>O medo injustificado da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní</strong></p>
<p>O despertamento da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní é uma questão evolucionária. As Humanidades futuras terão a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní plenamente desperta e, consequentemente, os ch<span style="text-decoration: underline;">a</span>kras bem desenvolvidos, exercendo de forma comum os poderes que hoje são considerados paranormais. O Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga consiste em acelerar o processo evolutivo, proporcionando a evolução de um milhão de anos em uma década.</p>
<p>Os ocidentais costumam ter medo da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní, primeiro por serem teóricos no assunto. Depois, têm medo do desconhecido. Finalmente, a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní tem a aparência de uma serpente ígnea enroscada na região do períneo. Na nossa cultura cristã, serpente está associada à desobediência que nos fez ser expulsos do Éden. Serpente de fogo – <em>fogo</em> lembra o inferno. É situada na região do períneo, que tem a ver com sexo, um dos tabus mais arraigados. Juntando tudo, podemos compreender o motivo pelo qual os ocidentais – em especial os latinos – temem o conceito da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní. No entanto, é preciso superar nossas limitações culturais. É preciso ler e viajar para esgarçar os antolhos que espremem a nossa inteligência.</p>
<p>Pát<span style="text-decoration: underline;">a</span>ñjali, o codificador do Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga Clássico, que viveu provavelmente no século III a.C., em seu livro <em>Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga S<span style="text-decoration: underline;">ú</span>tra</em>, afirma que a meta do Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga é o sam<span style="text-decoration: underline;">á</span>dhi. Sam<span style="text-decoration: underline;">á</span>dhi é o estado de hiperconsciência e megalucidez que proporciona o autoconhecimento. Segundo Sh<span style="text-decoration: underline;">i</span>vánanda, o mais expressivo Mestre hindu do século XX, médico oftalmologista, autor de mais de 300 livros sobre Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga, &#8220;nenhum sam<span style="text-decoration: underline;">á</span>dhi é possível sem k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní<a title="" href="#_ftn2">[2]</a>&#8220;. Dess’arte, os instrutores de yóga e de Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga que forem contra o despertamento da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní não sabem de que estão falando, não têm noção do que é o Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga. Nem eles, nem seus discípulos, vão atingir a meta do Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga.</p>
<p>A função do Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga é despertar essa energia, mas, dependendo da modalidade de Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga, o método pode ser mais rápido ou mais lento, mais seguro ou mais perigoso, pode ser agradável ou, ao contrário, causar sofrimento. Daí a importância de saber muito bem onde estamos nos metendo, antes de entregar a nossa saúde física e mental nas mãos de qualquer um que declare estar habilitado a ensinar Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga.</p>
<p>O Sw<span style="text-decoration: underline;">á</span>Sthya Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga é um método rápido, mas não excessivamente. É extremamente seguro. E, por ser de natureza tântrica, o processo de despertamento costuma ser muito agradável.</p>
<p align="center"><strong>Os vários métodos para despertar a kundaliní</strong></p>
<p>Vamos dar uma ideia das diferenças dos métodos. Um deles, por exemplo, consiste em exacerbar a força da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní dentro do seu envoltório no múládh<span style="text-decoration: underline;">á</span>ra ch<span style="text-decoration: underline;">a</span>kra, até que a pressão seja tanta que rompa seu selo e exploda coluna acima. O inconveniente desse método é que pode explodir para qualquer direção, principalmente se o praticante não tomou o cuidado prévio de purificar o seu corpo, desobstruindo as n<span style="text-decoration: underline;">á</span>dís, canais por onde essa energia deverá fluir. Isso costuma ocorrer com adeptos de outros tipos de Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga que não observam as normas de não fumar, não tomar álcool algum, não usar drogas, não comer carnes, nem brancas. Nesse caso, o praticante poderá sofrer um derrame de energia, muito semelhante ao que ocorre com o sistema circulatório. Poderá morrer ou ficar com sequelas graves para o resto da vida.</p>
<p>Outro método para despertar a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní é romper intencionalmente a válvula de segurança denominada gr<span style="text-decoration: underline;">a</span>nthi, que temos na base da coluna, mediante vários exercícios. Um deles é o m<span style="text-decoration: underline;">a</span>há v<span style="text-decoration: underline;">ê</span>dha, uma prática do H<span style="text-decoration: underline;">a</span>tha Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga que você deve evitar se for utilizar o nosso método ou se não for supervisionado por um Mestre que o oriente. O m<span style="text-decoration: underline;">a</span>há v<span style="text-decoration: underline;">ê</span>dha consiste em golpear com o períneo sobre o calcanhar sucessivas vezes, o que é bem doloroso, e repetir o processo todos os dias durante semanas ou meses, até que rompa a proteção e a energia da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní seja liberada. Isso é uma irresponsabilidade. Pode causar os mesmos inconvenientes do método anterior e ainda produzir uma doença chamada fuga de energia, a qual, associada ao movimento sinistrógiro dos ch<span style="text-decoration: underline;">a</span>kras, é conhecida como vampirismo. É que, se as n<span style="text-decoration: underline;">á</span>dís estiverem obstruídas pelos detritos de uma alimentação inadequada, fumo, álcool ou drogas, e os dejetos de emoções e pensamentos pesados, a energia liberada não tem para onde subir.</p>
<p align="center">A fuga de energia pelo múládh<span style="text-decoration: underline;">á</span>ra ch<span style="text-decoration: underline;">a</span>kra, produz no astral a imagem de uma cauda.</p>
<p>Não havendo mais a válvula de proteção, a energia começa a fugir pela base da coluna, deixando um rastro atrás de si, que aos clarividentes lembra muito a cauda de Satã.</p>
<p>A cauda energética é uma eloquente alusão ao retrocesso evolutivo. Levamos milhões de anos de evolução para perder a cauda e, por uma prática inadequada, irresponsáveis e indisciplinados voltam a desenvolvê-la, tornando-se A Besta.</p>
<p>Segundo Tara Michaël, em seu livro <em>O Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga<a title="" href="#_ftn3"><strong>[3]</strong></a></em>, “<em>H<span style="text-decoration: underline;">a</span>tha significa força, violência. É uma via rápida para forçar k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní a despertar. Uma via demasiadamente curta, que necessita de um esforço extraordinário para atingir a meta </em>(o despertamento da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní)<em>, como que através de um arrombamento</em> (dos granthis)”. Os esclarecimentos entre parêntesis são nossos.</p>
<p>Isso, no entanto, não deve afastar ninguém da experiência da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní. Deve é estimular sua disciplina e seu senso de responsabilidade ao escolher um bom método de Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga, bem como um instrutor formado, supervisionado e revalidado anualmente. Em 2007 comemorei 47 anos de ensino do Sw<span style="text-decoration: underline;">á</span>Sthya Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga e jamais o nosso método causou sequer o menor inconveniente. No momento em que escrevo, a rede de escolas de Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga que adotam nosso sistema conta com 50 000 alunos distribuídos por centenas de Unidades em vários países. Nunca tivemos acidentes, graças à excelência do método e à disciplina que é exigida do candidato antes de aceitá-lo. Quem exagera os perigos da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní pode estar interessado apenas em manipular o público através da exploração dos seus medos<a title="" href="#_ftn4">[4]</a>.</p>
<p>Nosso método para despertar a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní é suave, responsável e eficiente. Consiste em, primeiro, purificar o organismo com uma alimentação biológica, inteligente, sem carnes (nem brancas<a title="" href="#_ftn5">[5]</a>), sem fumo (nem natural), sem álcool (nem o vinhozinho das comemorações especiais) e sem drogas (nem as legalizadas). Em seguida, procedemos a uma reeducação emocional e mental, para que não conspurquemos nosso corpo com secreções tóxicas oriundas de emoções viscosas e de pensamentos pesados. A seguir, aumentamos a flexibilidade da coluna, afinal, é por ali que a energia vai passar. Se a espinha estiver encarquilhada pela vida sedentária, precisa ser rejuvenescida antes de liberarmos a bhuj<span style="text-decoration: underline;">a</span>nginí<a title="" href="#_ftn6">[6]</a>. A partir de então, através dos pránáyámas, vamos bombear comburente para inflamar a serpente de fogo, aplicaremos b<span style="text-decoration: underline;">a</span>ndhas para empurrá-la para cima, chait<span style="text-decoration: underline;">á</span>nya para gerar o arquétipo mental do resultado desejado, e outras técnicas. E muita, <strong>muita</strong> disciplina, obediência e fidelidade.</p>
<p align="center"><strong>A k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní é feminina</strong></p>
<p>O termo k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní é feminino. Seu gênero é designado pelo <strong><em>í</em></strong> final acentuado, portanto, com pronúncia longa. Quem pronuncia no masculino ou com a tônica na sílaba anterior (“kundal<strong><span style="text-decoration: underline;">í</span></strong>ni”) geralmente é leigo ocidental. Os não-iniciados dirão que isso é uma filigrana sem maior importância e que não faz diferença se o vocábulo é masculino ou feminino. Acontece que essa informação é crucial quando deixamos de ser meros teóricos e tornamo-nos y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>gins (praticantes de Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga). O gênero feminino indica polaridade negativa. O gênero masculino indica polaridade positiva. Se fosse &#8220;o k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndal<strong>í</strong>ni&#8221;, no masculino, teria polaridade positiva, o que exigiria procedimentos opostos para despertar essa energia.</p>
<p>Caso o ensinante de “yóga” não tenha iniciação nem experiência prática, vai chamar a energia de &#8220;o kundal<strong>í</strong>ni&#8221;, conceitualmente inverterá a polaridade e, na hora de aplicar as técnicas, ao invés de fazer o poder serpentino subir, vai fazê-lo descer! Por isso, tal ensinante leigo incutirá medo nos estudantes, porque ele mesmo não tem muita noção do que ensina.</p>
<p>Inúmeros autores escrevem livros sem experiência prática daquilo sobre o que dissertam. Esses, geralmente, são os que assustam seus leitores com mistérios e perigos, pois é assim que a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní se lhes afigura. Na prática, as coisas são muito mais simples.</p>
<p><strong>K<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní é uma energia <span style="text-decoration: underline;">física</span>, de natureza <span style="text-decoration: underline;">neurológica</span> e manifestação <span style="text-decoration: underline;">sexual</span></strong>. Nesta definição estão as chaves para compreender e manobrar a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní. Os estudiosos de linha espiritualista defendem que essa energia é espiritual e, em sendo algo subjetivo, impalpável, eles não têm como instrumentá-la. Daí a opinião tupiniquim de que os Grandes Mestres da Índia Antiga estavam errados e que a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní não deve ser despertada.</p>
<p>Nós do Sw<span style="text-decoration: underline;">á</span>Sthya Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga, por sermos de linhagem T<span style="text-decoration: underline;">a</span>ntra-S<span style="text-decoration: underline;">á</span>mkhya<a title="" href="#_ftn7">[7]</a>, sabemos que a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní é uma energia física e não espiritual como declaram os professores de linha espiritualista. Sendo energia física, ela está sujeita às leis da Física. Na Física, os polos iguais se repelem. Logo, para fazê-la ascender devemos, entre outras técnicas, pressioná-la com uma parte do corpo que tenha polaridade igual. Um dos ásanas que atendem a esse requisito é o siddh<span style="text-decoration: underline;">á</span>sana<a title="" href="#_ftn8">[8]</a> (s<span style="text-decoration: underline;">i</span>ddha, aquele que possui os s<span style="text-decoration: underline;">i</span>ddhis, paranormalidades). Se o ensinante leigo a chama de “o kundal<strong>í</strong>ni”, no masculino, mesmo que conheça o mecanismo de acionamento, mesmo que saiba que se trata de uma energia sujeita às leis da Física, ainda assim errará, pois colocará o polo equivocado em contato com o períneo e, ao invés de gerar força de repulsão, criará atração, trazendo a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní para baixo.</p>
<p align="center"><strong>Os perigos da k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní</strong></p>
<p>Há algum perigo? O único perigo é a existência de indiscípulos, aqueles que discordam por razões de ego, descumprem as instruções por questões de conveniência, fazem tudo errado por indisciplina e depois ainda querem que a coisa funcione. Se o praticante obedecer rigorosamente as recomendações de um Mestre qualificado e com experiência própria, não há riscos. Você quer um exemplo de algo mais mortal que um salto mortal? Entretanto, ninguém morre dando saltos mortais na ginástica olímpica, porque há um método de aprendizagem. Basta seguir o método. O nosso vem com garantia de fábrica de 5000 anos.</p>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref1">[1]</a> Para pronunciar corretamente os termos sânscritos, recomendamos escutar o CD <strong><em>Sânscrito – Treinamento de Pronúncia</em></strong>, gravado na Índia com a participação de Mestres hindus, autoridades em sânscrito e em m<span style="text-decoration: underline;">a</span>ntra.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref2">[2]</a> Memorize: livro <em>K<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga</em>, páginas 70 e 126 da primeira edição, Editorial Kier, Buenos Aires.</p>
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<div>
<p><a title="" href="#_ftnref3">[3]</a> Editora Cultrix, São Paulo, 1976.</p>
</div>
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<p><a title="" href="#_ftnref4">[4]</a> O uso frequente da intimidação &#8220;isto é muito perigoso, aquilo é muito perigoso&#8221;, denota uma personalidade psicótica. Tome cuidado com esse tipo de gente, pois costuma lançar mão daquele expediente para manipular as pessoas através do medo.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref5">[5]</a> Está instalada no ambiente “da yóga” uma atitude que consiste em declarar-se vegetariano, mas comer peixes e aves, como se estes fossem vegetais! Ou afirmar que não toma álcool, mas beber, sim, seu vinho &#8220;em ocasiões especiais&#8221;, ou às refeições. Por isso, relatam tantos acidentes com a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní e por isso, manifestam tanto medo dela. Porque desobedecem abertamente as normas milenares de segurança.</p>
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<div>
<p><a title="" href="#_ftnref6">[6]</a> Pronuncie “<em>bhudj<span style="text-decoration: underline;">a</span>nguiní</em>”. É sinônimo de k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní.</p>
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<p><a title="" href="#_ftnref7">[7]</a> Para mais esclarecimentos sobre T<span style="text-decoration: underline;">a</span>ntra e S<span style="text-decoration: underline;">á</span>mkhya, recomendamos a leitura do livro <strong><em>Y<span style="text-decoration: underline;">ô</span>ga, S<span style="text-decoration: underline;">á</span>mkhya e T<span style="text-decoration: underline;">a</span>ntra</em></strong>, de Sérgio Santos, considerado como o mais completo texto sobre esses temas em língua portuguesa.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref8">[8]</a> Siddh<span style="text-decoration: underline;">á</span>sana consiste em pressionar o períneo com o calcanhar de polaridade negativa (não confunda este procedimento com o m<span style="text-decoration: underline;">a</span>há v<span style="text-decoration: underline;">ê</span>dha, já desaconselhado neste livro). Sendo a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní, também, de polaridade negativa, ambos se repelem e, como o calcanhar permanece no períneo, a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní tende a ascender pela medula. Caso o praticante se referisse a essa energia como “o kundalíni”, no masculino, suporia, erroneamente, que sua polaridade fosse positiva. Nesse caso, ainda sabendo que essa energia é física e não espiritual (logo, sujeita às leis da Física), aplicaria o calcanhar de polaridade positiva e isso só atrairia a k<span style="text-decoration: underline;">u</span>ndaliní para baixo, impedindo a evolução ou até mesmo causando uma involução do praticante. [<em>A repetição deste esclarecimento foi intencional, dada a gravidade e a constância da incidência do mencionado equívoco.</em>]</p>
</div>
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<div id="crp_related"><br><h3>Veja também:</h3><ul><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/cursos/despertar-a-kundalini-kundalini-e-perigoso-ou-ha-um-metodo-seguro/" rel="bookmark" class="crp_title">Despertar a kundaliní (kundalini) é perigoso ou há um método seguro?</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/chakras-capitulo-do-meu-livro-tratado-de-yoga/" rel="bookmark" class="crp_title">Chakras (capítulo do meu livro Tratado de Yôga)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/amigos/eleger-palavras-mais-universais-para-a-comunicacao-interlinguistica/" rel="bookmark" class="crp_title">Eleger palavras mais universais para a comunicação interlinguística</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/prana-prana-capitulo-do-meu-livro-tratado-de-yoga/" rel="bookmark" class="crp_title">Prána [ prana ]   (Capítulo do meu livro Tratado de Yôga)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/diversos/coreografias-capitulo-do-meu-livro-tratado-de-yoga/" rel="bookmark" class="crp_title">Coreografias (capítulo do meu livro Tratado de Yôga)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/cursos/karma-negativo-e-karma-positivo/" rel="bookmark" class="crp_title">Karma negativo e karma positivo (capítulo do meu livro Karma e dharma)</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/a-confusao-gerada-pelos-livros/" rel="bookmark" class="crp_title">A confusão gerada pelos livros</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/o-poderoso-ashtanga-yantra-simbolo-de-protecao-do-swasthya/" rel="bookmark" class="crp_title">O poderoso ashtánga yantra, símbolo de proteção do SwáSthya</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/imprensa/entrevista-na-tv-estadao-com-legendas-em-ingles/" rel="bookmark" class="crp_title">Entrevista na TV Estadão com legendas em inglês e em italiano</a></li><li><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/amigos/amigos-do-metodo/" rel="bookmark" class="crp_title">Amigos do Método DeRose</a></li></ul><br></div>]]></content:encoded>
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