sexta-feira, 5 de junho de 2009 | Autor: DeRose
Lê-se na página 47: “Quando viajo, esgoto toda a minha energia em uma semana.”
Conclusão: nosso Método deve ser muito bom!
(O correto seria transliterar Swámi Shivánanda)
Lê-se na página 47: “Quando viajo, esgoto toda a minha energia em uma semana.”
Conclusão: nosso Método deve ser muito bom!
(O correto seria transliterar Swámi Shivánanda)
9 comentários
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sexta-feira, 5 de junho de 2009 às 17:41
Pena que ele não teve o privilégio de praticar … hehehe
sexta-feira, 5 de junho de 2009 às 17:49
É o melhor!
Beijos
sexta-feira, 5 de junho de 2009 às 18:08
As vezes a minha felicidade por estar dentro da Nossa Cultura é tão grande que meu coração parece que não vai aguentar e vai simplesmente sucumbir a sensação. Tudo isso graças ao Mestre que tanto se empenhou em levar o SwáSthya.
MUITO Obrigado
Bjos
Everton
São José – SC
sexta-feira, 5 de junho de 2009 às 18:44
“sucumbir a sensação” e “sucumbir à sensação” são coisas diferentes, no caso, eu deveria ter acentuado para condizer à idéia expressa. Como é importante a acentuação!
sexta-feira, 5 de junho de 2009 às 19:08
joaomarcelomarketingdireto.blogspot.com
E, o dele, muito ruim!!!!
sábado, 6 de junho de 2009 às 6:35
uf notre méthode nos permets d’avoir le privilége de te voir chez nous…mais bien sur que c’est le meilleur
sábado, 6 de junho de 2009 às 14:06
Tirando que as viagens não deviam ser tão boas quanto hoje, também acho que faltou Pújá dos alunos dele.
O Mestrão, os outros mestres e palestrantes da nossa linhagem dão um banho de vitalidade e disposição.
Realmente tem algo a mais nosso método.
Abraço,
Fernando Salvio
São Paulo – SP – Brasil
sábado, 6 de junho de 2009 às 15:42
Mestre, Querido!
Nosso Método é mesmo muito bom. É poderoso! Diferente do Mestre Shivánanda, que dizia, não ter discípulos, a consolidação de nossos laços, torna a egrégora sempre atuante. A nossa relação afetiva, entre Mestre e discípulo, é de altíssimo nível. Há entre nós uma conexão de lealdade e fidelidade. Você nos ensinou que ser Mestre ou discípulo, exige reciprocidade. E a sintonia através da forte técnica do Puja, sempre presente, a sua maneira elegante e sábia de educar-nos, a força e a nobreza de seus feitos, edifica uma blindagem, que o protege sempre e nos une mais ainda.
Beijos
quinta-feira, 11 de junho de 2009 às 3:15
Hoje encontrei esse livro. Vou começar a lê-lo. Mas sem dúvida quando leio outros autores do tema Yôga recomendados pela nossa bibliografia, percebo a tamanha profundidade e precisão no conteúdo que a obra do Mestre DeRose possui em âmbito mundial. Sem falta modéstia, somos os melhores! rs