Conheço a PM de perto. Conheço os homens e mulheres que arriscam suas vidas todos os dias pela nossa segurança. São pessoas de boa índole e boa formação. São pessoas boas.
Se há alguém que poderia sentir ressentimentos pelos inconvenientes ocorridos na minha juventude, durante a ditadura, seria eu. No entanto, se algo de negativo ocorreu naquela época, aquilo acabou, passou. Os que estão aqui hoje estavam nascendo em 1964, 1970, 1980. Constituem uma nova geração, esforçada, honesta, que trabalha com boas intenções.
Quem está de fora, seja lá do que for, tende a julgar os outros depressa demais e a estereotipar. Creio que a população deveria conhecer melhor os seres humanos que fizeram opção pela carreira de policial militar, uma carreira de heróis, mal remunerada, com risco constante da própria vida. É impressionante a quantidade de ações que a PM promove em benefício da população, ações filantrópicas e de assistência social.
Lembremo-nos de que os Bombeiros de São Paulo, que nos salvam em acidentes e tragédias, são da Polícia Militar.
A PM Ambiental protege os animais silvestres e as nossas florestas. A Defesa Civil, que socorre a população em casos de inundações, desabamentos e outras calamidades, também é da PM.
Temos muito é que agradecer aos homens e mulheres que formam essa honrada corporação.
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| Olá Mestre, com relação a este tema, tenho um relato bem ilustrativo.
Em meados da década de oitenta, em uma das muitas vezes em que junto com minha família de sangue, cumpríamos o trajeto quinzenal de 500 km entre Campina da Lagoa e Curitiba. Como já era previsto, devido ao péssimo estado das rodovias, ficamos na estrada devido a um segundo pneu furado. Com a Belina sempre cheia quase tocando no chão, devido a família enorme, estávamos sempre alertas para o evento fatídico, mas desta vez foi um pouco diferente, ao invés de um, foram dois pneus que se romperam. Neste segundo, estávamos a pouco mais de 100 Km de Curitiba, mas mesmo assim, em lugar ermo, sem borracharia, nem rica alma para nos ajudar. Madrugada adentro, o mato e as estrelas como companhia, logo nos sentimos em posição bastante vulnerável ( irmãos menores, mãe cansada, carro, bagagens, lugar desconhecido ). O jeito era esperar alguém parar, mas nada acontecia e aquele momento em que o desespero começava a tomar conta. Após alguns minutos eternos, finalmente parou um veículo, um opala antigo com 2 policiais militares. Ao invés de aplicar-nos alguma multa ou darem alguma informação ou apoio moral, compreenderam a problemática e tomaram a iniciativa de levar eu e meu pai até alguma borracharia aberta. O carro de polícia andava a 160 Km por hora, e oque no início pra mim era apenas uma grande aventura, logo adquiria um status de heroísmo pois não imaginávamos que não havia posto nem borracharia por muitos quilômetros de distância. O rádio do comando chamava sem parar, diversos casos para eles resolverem, uma tensão impressionante, mas de alguma forma nos sentíamos seguros e cada vez mais gratos. Só encontramos uma borracharia aberta quase na região metropolitana de Curitiba, eles fizeram questão de permanecerem conosco durante o serviço e acredito que sem sua presença o mesmo não seria tão eficiente e talvez minha mãe e os outros irmãos amanheceriam na estrada. Mesmo após o conserto e a insistência de meu pai para que chamassem um táxi que já estava tudo ótimo, optaram por nos retornar pessoalmente até o veículo na estrada. Após quase duas horas de dedicação exclusiva, não pediram nada. Não havia palavra para agradecermos. Meu pai fez questão de anotar os seus nomes. Posteriormente mandou presentes e fez um boa recomendação de seu trabalho ao batalhão. Fiquei com a lembrança daqueles profissionais durante dias, queria ser policial durante o resto da minha infância e ainda hoje 25 anos depois, fico comovido ao lembrar. É claro que existem problemas pontuais, mas por estas e outras que desde cedo tenho plena convicção de que é a bravura, heroísmo e disposição que levam muitos brasileiros a esta profissão. Vale lembrar que é muito importante dirigir a palavra chamando-os de policiais e não “guardas”. Grato pela oportunidade e grande abraço, Rafael Schoenfelder |






Um vídeo que fala sobre trabalho e dá, por comparação, uma noção de como o Método está adiantado em relação ao mercado no que diz respeito à administração dos valores humanos. O entrevistado parece estar adiantado ao pensamento médio, mas se formos comparar, ainda assim, ele está atrás:
Abraços!!!
Olá Mestre,
Gostaria de complementar este post com algumas informações que chegaram a mim.
Ninguém pode negar a importância da polícia como instituição mantedora da ordem pública, nem seu inestimável papel social. Entretanto, no caso dos protestos na USP, vejo tanta má informação sendo vinculada que chego a me espantar que ninguém se pergunte quais são as reais questões que estão sendo levantadas pelos estudantes. Porque, de fato, esses protestos nada tem a ver com o desejo de determinados grupos de poderem usar cannabis no campus ou de que a policia seja banida do campus. A questão envolve o despreparo, observado ao longo dos anos, na atuação de alguns policiais (não podemos generalizar) em situações que se mostraram, no mínimo, inconvenientes.
Recomendo, a quem tiver interesse, para alcançar uma visão imparcial do assunto, que leiam o texto de Pablo Ortellado. Segue o mesmo:
http://www.gpopai.org/ortellado/2011/11/a-cortina-de-fumaca-da-seguranca-na-usp/
Um grande abraço
RMB
Obrigado, Rodrigo. Abração.
A honra e o privilégio são meus de contar com a sua fiel amizade há tantos anos ao meu lado; pela certeza de que contarei com o seu afeto e você com o meu até o fim de nossas entrelaçadas vidas.
Olá Mestre querido!
Quero compartilhar o link de um texto interessante sobre ética, autoria dos filósofos Suze Piza e Daniel Pansarelli, publicado sob o título “O sentido ético do eterno retorno em Nietzsche” na Revista Filosofia: conhecimento prático, n. 25. São Paulo: Escala, ago/2010.
http://conhecimentopratico.uol.com.br/filosofia/ideologia-sabedoria/25/artigo178955-1.asp
Forte abraço!
Rafael Reami.
Graduado.
Obrigado, Rafael. Abração.
Uma vez mais obrigado Mestre do coração.
Conte sempre comigo.
Beijo na alma,
Luís Lopes
Olá Mestre
Concordo com sua frase “Eu apoio a PM” e fico feliz sempre que vejo uma notícia positiva sobre a polícia, como vem acontecendo nos últimos dias com a prisão do traficante Nem e as conquistas de territórios antes ocupados por bandidos.
Estas pessoas que garantem nossa segurança arriscam-se de forma que não imaginamos, mas bastaria uma greve policial de algumas semanas para percebermos o quanto eles são necessários (como demonstrado no filme Contágio, atualmente em cartaz).
A melhor imagem na mídia, além de fortalecer o respeito desta instituição, inibe os que estão na dúvida entre tornar-se bandido ou buscar uma profissão.
Abração
Luiz Rosa
Brooklin
Bom dia Mestre,
Mal chegue a Portugal vamos atualizar a pagina da Ordem.
E ainda esta semana daremos andamento ao novo site, com o seu acompanhamento.
Muito obrigado.
Um beijão. Até já.
Luís Lopes
Parabéns, Charlão! Você é um grande diplomata!
Acha que devo enviar um livro autografado a ela?
Beijos.
Querida Helena.
Achei uma boa ideia, a dos sútras. A parte financeira não é comigo. Como não entendo disso, entreguei tudo o que se refira a números à Fernanda. Ela costuma ter ótimas ideias em benefício de todos.
Sobre você vir a São Paulo, já pensou em fazer um estágio e ficar um mês inteiro por aqui?
Beijokas.
Olá Mestre, com relação a este tema, tenho um relato bem ilustrativo.
Em meados da década de oitenta, em uma das muitas vezes em que junto com minha família de sangue, cumpríamos o trajeto quinzenal de 500 km entre Campina da Lagoa e Curitiba. Como já era previsto, devido ao péssimo estado das rodovias, ficamos na estrada devido a um segundo pneu furado.
Com a Belina sempre cheia quase tocando no chão, devido a família enorme, estávamos sempre alertas para o evento fatídico, mas desta vez foi um pouco diferente, ao invés de um, foram dois pneus que se romperam.
Neste segundo, estávamos a pouco mais de 100 Km de Curitiba, mas mesmo assim, em lugar ermo, sem borracharia, nem rica alma para nos ajudar. Madrugada adentro, o mato e as estrelas como companhia, logo nos sentimos em posição bastante vulnerável ( irmãos menores, mãe cansada, carro, bagagens, lugar desconhecido ). O jeito era esperar alguém parar, mas nada acontecia e aquele momento em que o desespero começava a tomar conta.
Após alguns minutos eternos, finalmente parou um veículo, um opala antigo com 2 policiais militares. Ao invés de aplicar-nos alguma multa ou darem alguma informação ou apoio moral, compreenderam a problemática e tomaram a iniciativa de levar eu e meu pai até alguma borracharia aberta.
O carro de polícia andava a 160 Km por hora, e oque no início pra mim era apenas uma grande aventura, logo adquiria um status de heroísmo pois não imaginávamos que não havia posto nem borracharia por muitos quilômetros de distância.
O rádio do comando chamava sem parar, diversos casos para eles resolverem, uma tensão impressionante, mas de alguma forma nos sentíamos seguros e cada vez mais gratos.
Só encontramos uma borracharia aberta quase na região metropolitana de Curitiba, eles fizeram questão de permanecerem conosco durante o serviço e acredito que sem sua presença o mesmo não seria tão eficiente e talvez minha mãe e os outros irmãos amanheceriam na estrada.
Mesmo após o conserto e a insistência de meu pai para que chamassem um táxi que já estava tudo ótimo, optaram por nos retornar pessoalmente até o veículo na estrada.
Após quase duas horas de dedicação exclusiva, não pediram nada. Não havia palavra para agradecermos. Meu pai fez questão de anotar os seus nomes. Posteriormente mandou presentes e fez um boa recomendação de seu trabalho ao batalhão.
Fiquei com a lembrança daqueles profissionais durante dias, queria ser policial durante o resto da minha infância e ainda hoje 25 anos depois, fico comovido ao lembrar.
É claro que existem problemas pontuais, mas por estas e outras que desde cedo tenho plena convicção de que é a bravura, heroísmo e disposição que levam muitos brasileiros a esta profissão.
Vale lembrar que é muito importante dirigir a palavra chamando-os de policiais e não “guardas”.
Grato pela oportunidade e grande abraço,
Rafael Schoenfelder
Curitiba Pr
Obrigado por compartilhar essa sua experiência, Rafael. Valeu.
¡Maestro!
Mira qué bonito gesto, y de un policía:
http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2918050&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas
Un abrazo de corazón grande
Matías
Alumno Sede Martínez
Temos uma imagem errada dos policiais. A maioria é boa gente.