Mestre, foi muito bom estar com você o final de semana inteiro!
Não vejo a hora que chegue o DeRose Festival de São Paulo.
Segue link da matéria que falamos sobre esmaltes:
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Pois é, Alê. Enfim, alguém de peso resolveu romper com o hábito de usar esmalte. Há décadas temos declarado que é mais elegante manter as unhas nuas. Basta comparar: as modelos da revista Playboy e outras masculinas costumam usar esmalte vermelho. Consequentemente, deduz-se que o oposto deve ser uma atitude elegante.
A recomendação veemente é (sempre foi) que as instrutoras do Método DeRose não usem esmalte ou se precisarem usar que seja incolor. No entanto, o preceito moderador nos diz que fica resguardado o respeito pela liberdade de cada uma.




terça-feira, 31 de maio de 2011 às 20:03
Olá Mestre!
Boa noite. Tudo bem?
Uma instrutora da minha equipe, Tainá, enviou uma mensagem através do blog para saber se você toparia dar uma palestra em um evento que organizaríamos em uma academia aqui em Brasília, aproveitando a sua vinda.
O dono da academia fez uma proposta e estou negociando com ele. Não estou certo se conseguirei fechar o negócio, pois o nosso prazo para divulgação está um pouco apertado.
De qualquer forma, o que quero negociar com ele é uma palestra de 30 minutos, patrocinada pela academia. Teríamos a palestra e logo em seguida aulas com instrutores daqui para divulgar a nossa entrada na academia. Pensei em um cachê equivalente ao de um curso que seria R$3.898,00
Um detalhe importante é que um pouco depois da palestra, você teria um bate-papo com os alunos da Unidade Sudoeste. Não sei se ficaria muito cansativo também.
O que acha?
Beijos!
DeRose Reply:
maio 31st, 2011 at 20:43
Não ficaria nada cansativo. Esperei, para dar esta resposta, porque na comunicação da Tainá faltavam dados. Pode seguir com a negociação. Beijos.
Daniel Suassuna Reply:
maio 31st, 2011 at 22:39
Muito obrigado, Mestre.
Até logo.
terça-feira, 31 de maio de 2011 às 22:51
eduardocirilo.com
Mestrão,
Aqui vai o link do programa do Caldeirão do Hulk:
http://caldeiraodohuck.globo.com/platb/destaques/2011/05/21/assista-ao-programa-exibido-no-ultimo-sabado-2105/
A entrevista com o Marcelo está por volta do minuto nove.
Beijo,
Cirilo
DeRose Reply:
junho 2nd, 2011 at 14:26
Obrigado, Cirilo. Beijos.
terça-feira, 31 de maio de 2011 às 22:58
Oi Mestre, estou adorando a aula de hoje!
Segue o link para assistirmos a participação do nosso colega Marcelo Tessari de New York no programa caldeirão do Huck. Ele entra aos 8h55.
Nos vemos neste final de semana, estou levando minha equipe e os novos monitorados para SP
Beijinhos e até sexta!
Laurinha
Belo Horizonte/MG
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1515318-7822-HUCK+ENTREVISTA+BRASILEIROS+EM+NOVA+IORQUE,00.html
DeRose Reply:
junho 2nd, 2011 at 14:21
Obrigado, querida. Beijokas.
terça-feira, 31 de maio de 2011 às 23:15
Querido Mestre,
Segue o link da entrevista feita em NYC dada pelo Marcelo Tessari no programa Caldeirão do Huck:
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1515318-7822-HUCK+ENTREVISTA+BRASILEIROS+EM+NOVA+IORQUE,00.html
Beijos e saudades
DeRose Reply:
junho 2nd, 2011 at 14:17
Obrigado, Cris. Beijinhos.
terça-feira, 31 de maio de 2011 às 23:24
giselecorrea.com
Olá Mestre
Só passei para dizer que adorei a aula de hoje.
Acabei acessando o site da globo para assistir o Marcelo no programa Caldeirão do Hulk. Segue o link para que você possa assistir:
http://caldeiraodohuck.globo.com/videos/v/huck-entrevista-brasileiros-em-nova-iorque/1515318/
Beijos e mais beijos.
Gisele Correa
Unidade Paes de Barros – SP – Brasil
DeRose Reply:
junho 2nd, 2011 at 13:49
Brigado, Gizinha.
Foi bom para que todos aprendêssemos. A explicação do Marcelo não foi clara, rápida e convincente.
À pergunta: “É ióga?”
Temos que responder: “É outra coisa.”
quarta-feira, 1 de junho de 2011 às 16:28
Concordo plenamente, Mestre!
Particularmente gosto muito das unhas nuas. Sem falar que essa dica pode ajudar a facilitar a vida das meninas, que já estão com a agenda lotada de rituais de beleza.
Só me pergunto se o pessoal da Playboy não ficaria chateado com você se lessem esse post…rsrs
Beijo!
Daniel Suassuna
Asa Norte – Brasília
DeRose Reply:
junho 2nd, 2011 at 12:42
Pois é…
Beijos.
quarta-feira, 1 de junho de 2011 às 18:25
Boa noite Mestre,
Saudades.
Vou-lhe contar um fato.
Até os meus 51 anos de idade eu não usava maquiagem, não pintava as unhas, nem os meus cabelos.
Sempre me senti bem sem os cosméticos, porém jamais abri mão dos cuidados com minha pele ou com os meus cabelos ou com minhas unhas, sem esmaltá-las, bem assim, com a minha alimentação. Sempre usei e abusei de cremes de tratamento, para pele, cabelos e unhas.
Gosto dos meus cabelos crespos, não enrolados, crespos mesmo, pois minha descendência, por parte de mãe é de africanos; e gostava também, dos meus cabelos brancos, achava-os mais fortes, imponentes; e aqueles fios cor de prata se sobressaiam lindamente, sobre os cachos castanhos.
Certo dia, meu antigo Diretor (trabalho na área da fiscalização do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo), chamou-me em seu gabinete e me disse: – você é muito competente, mas esses seus cabelinhos brancos…. por favor…. dá um jeito nisso…. como posso te indicar para um cargo superior, com esse cabelinho?
Fiquei chocada… eu gostava tanto daqueles fios cor de prata… Após conversar com uma amiga minha, também funcionária do TCESP, que já pintava seus cabelos, para esconder os fios brancos, fui estimulada a pintar os meus, pelo mesmo motivo: – esse cabelinho… você devia pintar e alisar e devia fazer suas unhas, por uma cor nelas.
Eu fiquei envergonhada. A imagem que eu passava era de alguém desleixada, embora gastasse um bom dinheiro com os cuidados com minha pele, cabelos e unhas, porém sem esmaltá-las ou pintar os cabelos, ou o rosto. Isto é, os meus cuidados não eram visíveis, pois não se enquadravam no estereótipo aceito pela maioria, apesar de sempre receber elogios, quanto a qualidade de minha pele e a maciez dos meus cabelos, isso quando alguém os tocava, para criticar os cachos e os fios prata.
Passei por isso também, logo que manifestei minha vontade de fazer complementação pedagógica, na Unidade Anália Franco, com o meu querido instrutor Flávio Moreira. Ele me disse que só me aceitaria se eu alisasse os meus cabelos – esse cabelinho, disse ele – ninguém merece. Isso em manásika e eu captei e tratei logo de alisá-los, antes de chegar até ele e manifestar meu desejo de iniciar a complementação. E ele me contou, que iria me pedir isso e disse as palavras… – esse cabelinho, ninguém merece… E as instrutoras, sugeriam para que eu fizesse maquiagem, arrumasse os cabelos….não só para executar coreografia.
Conclusão. Desde então, não saio mais do cabeleireiro. Já fiz 2(dois) cursos de maquiagem. Raramente saio sem maquiagem. Gasto, perto de 1/3 do meu salário, no antigo LLongueras, hoje Hair Zone, da nossa querida Mônica, aluna do Método e patrocinadora dos penteados das instrutoras-modelos, quando dos Festivais de São Paulo.
Se estou feliz com essa transformação? Sinceramente, prefiro meus cachos – tratados, porém, com meus fios brancos, minhas unhas cuidadas, mas, sem esmaltes, meu rosto, sem maquiagem.
Contudo, é muito bom e a i n d a necessário, para meu bem estar, ser aceita e elogiada em meu ambiente de trabalho e na turma que escolhi, para ser a minha turma.
Por conta disso, hoje supro a saudades da antiga Dorah, com cores variadas em minhas unhas. Já que é para esmaltar, que sejam cores vivas, diferentes do usual e fortes, para alegrar meus olhos (verde, azul, roxo, laranja, lilás, amarelo, branco). Afinal, temos 20(vinte) dedos, e cada um é diferente do outro. Portanto, cada unha recebe uma cor; vez ou outra, todas as unhas de uma mão recebem uma mesma cor e as unhas da outra mão, outra cor e as unhas dos pés, outras cores. Já não tem mais cores para eu experimentar. ..rsrs
Enfim, aprendi a brincar com as cores, no rosto e nas unhas. Pelo jeito tenho que desaprender…rsrsrs
E assim caminha a humanidade, em suaves parcelas mensais….
Beijos e abraço, coração no coração.
Dorah Andrade
Método DeRose Paes de Barros
SP/ SP/ Brasil
DeRose Reply:
junho 2nd, 2011 at 12:40
Pois é, Dorah. É duro galgar as exigências sociais. Foi difícil (para mim) aparar minha barba, mudar o estilo de vestuário e alterar radicalmente meu comportamento, linguagem e até o texto dos meus livros. Mas é o preço que a sociedade nos cobra.