terça-feira, 11 de agosto de 2009 | Autor:

Daniel Cambría

Vaquinha

Vaquinha

Foto tirada em uma exposição… aff Abraços.

[A foto não está lá muito clara, mas isso é uma vaca pendurada pelo pescoço, com a língua para fora, a barriga aberta e as vísceras espalhadas pelo chão. É uma "obra de arte" cometida por Damien Hirst, em exposição no primeiro mundo.]

42 comentários

  1. 1
    Rafael Schoenfelder
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 3:53
     

    Se a ética existe até entre os animais, quem sabe os ditos “Seres humanos” também possam aprender.

    httpv://www.youtube.com/watch?v=Nv-BQLyR0w4&eurl=http%3A%2F%2Fwww%2Eorkut%2Ecom%2Ebr%2FFavoriteVideos%2Easpx%3Fuid%3D17872760531739746083%26na%3D2%26nst%3D17&feature=player_embedded

    Abraços

    Rafael
    Curitiba

  2. 2
    Rodrigo Lombardi
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 4:51
     

    Olá, Mestre.

    Apesar do conceito de arte ser eterna e infinitamente subjetivo, creio que aqui passamos dos limites. Se a idéia era chocar, esse “artista” conseguiu. O assassinato de animais já está “out” há muito tempo.

    Logo antes de entrar e ver o novo “post” do blog, eu estava na página do orkut de um colega vendo um vídeo sobre as celebridades vegetarianas e estava feliz ver que as pessoas que representam a nata de Hollywood, das artes, escritores renomados, ativistas da paz, dentre outros, são também vegetarianos.

    Coloco a seguir o link de um dos milhares de vídeos sobre os “famous vegetarians”, pessoas que muitos admiramos e que tem a consciência de que para se alimentar não é necessário assassinar nenhum animal. Muito menos para se fazer arte!

    httpv://www.youtube.com/watch?v=TAaFhKuMRgw

    Grande abraço.

    Rod Lombardi
    São Paulo

  3. 3
    Valter
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 6:14
     

    Bah, não tenho nem palavras para comentar isso.
    É, ainda existem milhões de terráqueos e “enche mundo ” por ai.
    Valeu pela postagem Dani.
    Abração

    Valter Figueiredo
    Unidade Foz
    Porto- Portugal

  4. 4
    Paula Milani
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 7:56
     

    É uma grande pena ver que, no geral, o Ser Humano ainda não se conscientizou da importância de tratar bem os outros seres.

  5. 5
    CaiOM
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 8:43
     

    Olhe por outro lado.
    Com certeza nao é uma obra de arte, mas pode ajudar muito as pessoas a nunca mais a comer uma vaca. O cara nao necessariamente matou a vaca.
    Depois de varias anos de vegetariano vi uma vez uma vaca ser morta, o sangue jorrando, as outras vaquinhas mugindo, os cortes para se retirar sua carne, contra filé, alcatra, picanha todos os pedaços ali retirados e ainda se mexendo mesmo depois de vários minutos.
    Nao sei o objetivo de uma “arte” destas mas garanto que metade das pessoas que virem uma vaca ser morta na sua frente ao vivo nunca mais comeria carnes.
    Este post me lembrou o titulo do filme (se os matadouros tivessem paredes de vidro) de uma ong.

  6. 6
    Renata Andrade
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 8:58
    artedebemviver.worpress.com
     

    Nossa, não há mais limite para a arte moderna. Acha-se artístico até o sofrimento e a morte alheia.
    O irônico é que se fosse um humano no lugar da vaca já não seria arte, e sim um Serial Killer. Afinal qual a diferença?

  7. 7
    Marco Carvalho
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 9:34
    swasthya.marcocarvalho.com
     

    O que será que DaVinci faria se tivesse acesso a tecnologia atômica?

    15 máquinas de guerra que até onde consta foram propostas por Da Vinci

    http://www.thetoyzone.com/2009/blog/15-da-vinci-war-machines/

  8. 8
    Marco Santos
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 9:45
     

    Repugnante!
    Já não basta a tortura sofrida pelos animais nos matadouros ainda vêm para publico vangloriar-se com a morte e sofrimento dos animais, chamando-lhes arte?!
    Por vezes, o meu crédito no ser humano fica completamente abalado. Não fosse a nossa egrégora, e um crescente número de outros grupos dinâmicos e que trabalham em prol de um mundo melhor, ficaria bem pessimista em relação ao futuro.

  9. 9
    Priscila Ramos – Alphaville, SP
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 10:27
    yogaemalphaville.com.br
     

    Que absurdo!!! Como alguém pode chamar sofrimento, violência e barbárie de “arte”?

  10. 10
    Martin Pereira
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 10:51
     

    Que increíble que Damien Hirst sea el artista británico vivo más rico del momento. Un fiasco realmente.

    Saludos!
    Martín
    Sede Palermo – Buenos Aires

  11. 11
    Camilla
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 11:28
     

    Ele se diz artista! Suas “obras” volta e meia são proibidas de serem exibidas tamanho mal gosto do fulano. Uma delas eram cadáveres de um touro e uma vaca boiando em formol que foi proibida de exibição em NY.
    Apesar das bizarrices ele teve uma obra vendida pelo valor mais alto já pago a um artista vivo…. vai entender….

  12. 12
    Tamara Queiroz
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 11:36
    palavrasatropeladas.blogspot.com
     

    Para mim é arte.

    Arte tem que causar catarse. Estimular. Transmitir uma mensagem. Nos fazer matutar, refletir. Reafirmar ou criticar valores. E nem sempre é acompanhada por ótima estética.

    Fora o que os acadêmicos definem como arte, creio que o apontamento é extremamente particular.

    .
    .
    Um exemplo de que nem sempre os visitantes compreendem a arte:

    O museu Trapholt Kuntmuseet foi multado por manter a instalação “Eyegoblack”, do artista Marco Evaristti.

    Ele posicionou 10 liquidificadores em linha reta, cada um deles continha água e um peixinho dourado. Os visitantes tinham acesso aos botões dos aparelhos, podendo ligar e moer o peixe vivo. Segundo testemunhas, os liquidificadores foram acionados inúmeras vezes.

    Eu entendo a reclamação de defesores dos direitos dos animais, entretanto, também compreendo a essência da arte. Já que confronta o público com a escolha de matar ou não os peixinhos. “É para lembrar as pessoas que muitas vezes nós temos nas mãos o poder de decidir entre vida e morte”, explicou Evaristti.

    Arte gera polêmica. Muita polêmica.

  13. 13
    mcordoni
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 11:40
     

    Que horror, gente….
    O ser humano está perdendo os valores e a ética mesmo, não é possível alguém considerar isso uma arte.
    Estou indignada…
    Márcia
    Santana – São Paulo

  14. 14
    Ana Maria Marreiros
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 11:51
     

    Pobre Animal!

    Estou sem Palavras!

    Beijos para todos aqueles que não comem carne.

  15. 15
    jmf
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 12:00
     

    Olá a todos e mais uma svez peço licença para fazer um cometário:
    Que absurdo… Vcs já ouviram falar naquele **#&*^ que já expôs mais de uma vez e sua “obra” foi deixar um cãozinho amarrado até morrer de fome (http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2005316-EI8140,00.html)?
    Desculpe-me o princípio da não violência, minha vontade era fazer o mesmo com ele, seus amigos, familiares e apoiadores só para ver se eles considerariam isso arte…
    Sou contra censura, mas querer chocar, se utilizar de animais, da vida, e chamar isso de arte é demais….
    Juliana.

    Rosa Reply:

    Horrível essa matéria Juliana. E direto ouço pessoas como esse “artista” que só se lamentam por mortes de outras pessoas, e falam como se só os seres humanos fossem importantes. Se o homem que ele estava homenageando foi morto por um cão, alguma coisa ele fez para ter merecido. Os cães não são como os homens que matam por “prazer”. E o pior de tudo é o outro querendo se vingar em outro cão.
    Beijos
    Rosália – São Paulo

    DeRose Reply:

    Tem razão, Machado. Eu senti a mesma coisa.

  16. 16
    Daniel Cambría
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 13:16
    uni-yoga.org
     

    Muito bem colocado, Rê.
    Beijinhos.
    Dani.

  17. 17
    Rafael Maroto
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 13:18
     

    Não entendo como alguém pode entender essa atrocidade como arte, acredito esse tipo de pessoa que se intitula como “artista” na verdade não tem capacidade para realizar uma obra de arte verdadeira e para chamar atenção tenta chocar a população com algo totalmente inaceitável.

    E o pior de tudo eles conseguem chamar a atenção e mídia, pois no final os meios de comunicação adoram algo polemico para poder vender mais.

    Abraços
    Rafael
    Unidade Brooklin – São Paulo

  18. 18
    Caio Melo
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 14:06
     

    Triste, mas não fico surpreso. Pessoas que geram morte e sofrimento de animais para se alimentar de carnes podres vão perdendo a sensibilidade de tal forma que até mesmo artistas acham isso interessante.

    Uma pré-aluna comentou, esses dias, que durante o programa No limite ficou enjoada ao ver um participante matar uma galinha para poder comê-la. Ela disse: “eu até já tinha raciocinado que aquilo no meu prato era um bicho, mas ver aquilo fez eu sentir na pele”.

    Triste, mas já não surpreende…

    Beijos e abraços

    renatahanna Reply:

    E por falar em “reality shows”, estou ainda tentando entender uma cena que vi recentemente em “A Fazenda”: os participantes, que habitualmente fazem cafunés, conversam e dão até beijos nas vacas (e em outros animais), estavam se acabando de chorar com a doença e consequente morte de um bezerro. Os mesmos que comem o seu bifinho de cada refeição. Qual a diferença entre o bezerro e a vaca que merecem o carinho e tantas lágrimas, e os outros bezerros e vacas que comem??

    DeRose Reply:

    Hipocrisia ou estupidez? Nossa espécie deveria ser denominada Homo stultus. Quando eu era criança, por volta do quatro ou cinco anos de idade, tínhamos em nossa casa do Rio de Janeiro uma pequena criação de galinhas, dávamo-lhes nomes e eu me apegava às aves. De vez em quando, uma delas sumia e ninguém me dizia que eu a havia comido! Certa vez, compraram um marreco para abater em determinada data. Mas aí eu soube em tempo e chorei, bati o pé, me esguelei gritando que ninguém ia comer o meu marreco… e ele acabou se tornando um membro da família: um marreco de estimação. Eu só me tornaria vegetariano muito tempo depois, aos dezesseis anos de idade. Mas como a maioria das crianças, já tinha uma noção de que os bichos não são para ser trucidados e devorados por nós.

    Ale Filippini Reply:

    Comigo aconteceu coisa parecida.
    Quando era pequena (talvez uns 6 anos) ganhei uma dúzia de pintinhos que se tornaram grandes galinhas e um só galão (rs). Eu adorava essas aves, brincava no galinheiro todos os dias, cada uma tinha um nome também. E, um belo dia, meus pais anunciaram que seriam abatidas, pois estavam dando muito trabalho, fazendo sujeira, barulho … e lá foram, uma por uma … chorava toda vez que uma “desaparecia” e o prato do dia era … galinha!! Não comi nenhuma! Acho que desde então já estava me tornando vegetariana … rs

    Alê – Unidade Alphaville / SP

  19. 19
    jmf
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 14:20
     

    Olá a todos, novamente entro na conversa de vocês, com licença!
    Atualmente existe um movimento chamado “anti-especismo” (especismo é o mesmo que racismo, só que para espécies diferentes, achar que existe uma espécie superior que pode usar e abusar das outras como quiser). Eles consideram que os seres vivos são todos iguais e portanto devem ser contemplados com os mesmos direitos e respeito. Da mesma forma quando não se consideravam mulheres, negros, ou etnias diferentes como dignas de direitos, essas pessoas acreditam (e eu com elas) que no futuro o especismo será considerado tão repugnante quanto o racismo é hoje. Será que algum dia atingiremos um nível de evolução tão elevado?
    Beijos

  20. 20
    Alexandre Lemes
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 14:35
     

    Um dos temas jurídicos que tem tomado vulto e importantes debates entre os estudiosos do direito no Brasil, é o que diz respeito a legalidade ou não dos eventos populares como rodeios, vaquejadas ou outras festas populares que utilizam animais para o entretenimento do público, assim como o abandono de animais de estimação como cães e gatos.

    Além de se constituírem em eventos com características sociais altamente enraizados em várias regiões do Brasil, têm eles reflexos econômicos pois como se sabe atraem milhares de pessoas envolvendo grandes somas de dinheiro, o que dificulta colocações humanitárias e jurídicas sobre a temática. Entretanto, ante a evolução dos conhecimentos científicos sabemos que os animais são seres que possuem características semelhantes aos humanos e estão sujeitos a sensações muito parecidas, o que nos deve tornar mais sensíveis no trato com eles, criando assim leis de proteção.

    O homem sempre utilizou os animais, dependendo deles para a sua sobrevivência, o que os tornam importantíssimos colaboradores; porém, nem sempre os tratou bem, impingindo-lhes muitas vezes enormes sacrifícios e atrozes crueldades, pois basta lembrar que os eqüinos, um dos nossos principais colaboradores, são utilizados até os limites de suas forças e depois mortos muitas vezes insensivelmente e de forma violenta e cruel. Os bovinos, os suínos, patos e frangos vêm sendo sacrificados em muitos matadores com requintes de crueldade.

    Portanto, o tratamento cruel ao animais, quaisquer que sejam eles, além de demonstrar um alto grau de insensibilidade do ser humano é crime. Apesar de estarmos às portas do século XXI, ainda tratamos com crueldade e sem a menor consideração os nossos maiores colaboradores, que são os animais, mostrando quão somos ingratos.

    Comentário de um grande amigo Dr. Antônio Silveira R. dos Santos – Juiz de Direito em São Paulo.

  21. 21
    alexmoraess
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 14:43
     

    Não quero justificar nada, mas talvez o objetivo do artista seja exatamente causar esta reação nas pessoas e fazê-las repensar o consumo de carne na sociedade moderna através do solavanco que é esta imagem. Não sei se a vaquinha usada na obra é real , caso seja, infinitos pontos negativos para o artista .

    Abraços a todos,

    Alex Souza

    DeRose Reply:

    A vaquinha é real e o “artista” come carne de vaca.

    alexmoraess Reply:

    Nossa !
    Então retiro a palavra ‘artista’ mencionada acima , este homem está mais para um assassino sádico e covarde.
    Que pena que entre nós ainda existam exemplares de seres humanos desta categoria.

    Abraços !
    Alex

  22. 22
    Anahi Flores
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 15:04
    anahiflores.org
     

    Parabéns ao instrutor Everton, da Sede kobrasol, pois hj, 11 de agosto, é o seu niver.
    Um beijo desde Buenos Aires da
    Anahí

  23. 23
    Arthur Costi
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 16:22
     

    Mestre acredito que você irá gostar desse post feito em um blog especializado em marketing.

    http://www.bizrevolution.com.br/bizrevolution/2009/08/por-que-o-brasil-n%C3%A3o-gosta-de-brasileiro-bem-sucedido.html

    Beijos e até mais!

  24. 24
    Zelia Couto e Santos
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 16:43
     

    Mais uma câmara dos horrores. E querem saber a melhor (ou pior)? Agora, em Portugal, chamam às touradas “Arte e Emoção”. Só dá vontade de chorar… E vá lá que por aqui não há touros de morte, como em Espanha.

  25. 25
    Anna Bianca
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 16:56
     

    A brutalidade e crueldade humana parecem não ter limites.
    E isto foi feito por um “artista”…
    Que absurdo!

    Beijos,

    Anna Bianca (Unidade Centro Cívico – Curitiba)

  26. 26
    Regina Wiese Zarling
    terça-feira, 11 de agosto de 2009 às 23:47
     

    É revoltante ver algo assim. E pior é saber que muitas pessoas apreciam…

    Bjs
    Regina – Curitiba

  27. 27
    Maestro Edgardo Caramella
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 às 12:20
    edgardocaramella.com.ar
     

    En todos los campos encontramos el autoritarismo de aquellos que por alguna razón cobraron notoriedad.
    En el arte pasa lo mismo. Lo lamentable son las legiones de seguidores de estas “celebridades” que como “vaquitas” siguen en manada estas tendencias degradantes.
    Equilibremos la balanza con nuestro trabajo diario y constructivo.
    Abrazos

  28. 28
    Ale Filippini
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 às 15:00
     

    Alguns ignoram essa “arte”, acham normal, outros acham que realmente É arte.
    Para mim chama-se mal gosto, crueldade, insensibilidade …

    Alê – Unidade Alphaville / SP

  29. 29
    Joaninha
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 às 15:53
     

    Apesar desta obra me repugnar, naturalmente, acho que é muito útil, pelo seguinte: Uma pessoa que come carne chega ao museu e vê isto. Fica enojada e revoltada. Se tiver dois dedos de testa reflecte então: “mas eu como este animal todos os dias! As vaquinhas que eu como são possivelmente tratadas com tanta ou mais crueldade do que esta vaquinha foi!”
    Deste modo, parece-me que esta obra tem a função de contestar aquilo que nós, vegetarianos, contestamos, apesar de o fazer de modo nada elegante e pouco humano – mas sem dúvida de modo muito eficaz.
    Como diz Paul McCartney, “se os matadouros fossem de vidro toda a gente seria vegetariana”.
    Um grande beijinho para todos :)

  30. 30
    Joaninha
    quarta-feira, 12 de agosto de 2009 às 16:01
     

    Peço desculpa por fazer dois posts seguidos, mas acabei agora de ver o post do Mestre DeRose que diz que o Hirst come carne de vaca. Por um lado, isso não me surpreende – pois duvido que um vegetariano expusesse assim o sofrimento animal – mas por outro lado então não compreendo qual é a ideia dele. Será apenas chocar e ganhar dinheiro e fama? Ou será desmascarar a hipocrisia das pessoas que se recusam a ver matar animais porque lhes mete impressão, mas que depois não se importam de os comer quando estão no prato?
    Enfim. Gostaria de poder falar com o senhor para poder compreender o que o levou àquele extremo.

  31. 31
    Luciano_Lopez_Guzman
    quinta-feira, 13 de agosto de 2009 às 12:38
     

    Hola Mestre.
    Estuve buscando sobre Damien Hirst en google y wikipedia. Me sopredió que no sólo expuso una única vaca, sino que gran parte de su trabajo (o de su fortuna) se basa en animales diseccionados expuestos en tanques de formol, y no son unos pocos, son cientos de ellos, como se puede ver en estas fotos:

    http://images.google.com.ar/images?q=Damien+Hirst+cow&oe=utf-8&rls=org.mozilla:es-ES:official&client=firefox-a&um=1&ie=UTF-8&ei=QyKESt7vLNC9lAfB5-TABQ&sa=X&oi=image_result_group&ct=title&resnum=1

    Por otro lado me sorprendió que en los sites sobre Hirst se lo acusa de plagio, de ser un mero taxidermista, de buscar simplemente dinero e incluso de tener una fabrica donde se producen sus “obras de arte” en la que él apenas interviene. Pero nunca aparece el tema de la violencia y el sufrimiento animal.

    En conclusión, sus obras nada tienen que ver con denunciar el trato que da nuestra sociedad a los animales. Son sólo expresiones mórbidas de un psiquismo retorcido, y una forma de ganar montañas de dinero y fama, a través de los sentimientos que generan en el público. Es chocante la flexibilidad que el término arte puede llegar a tener.

    Lüc – Sede Callao – BsAs.

  32. 32
    carla mader
    domingo, 16 de agosto de 2009 às 12:11
     

    Tenho formação acadêmica pela Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) em SP. Tive como professores artistas que fizeram parte da história da arte no Brasil. Desde a invenção da máquina fotográfica, a arte transformou-se da representação do real ao questionamento do real.

    Deixo aqui registradas as palavras do artista:
    “I hope [the viewers] feel sorry for the cows”.

    Ele conseguiu como artista gerar questionamentos e polêmica. Em outras obras, é questionada a diferença entre uma vaca e um hamburguer, fazendo o público sentir-se recheio de uma visão mórbida e grotesca, onde uma vaca cortada ao meio está disposta em dois aquários de formol!

    Se é arte? Nunca soube distinguir. O fato é que sensações foram deflagradas. O artista foi bem sucedido em sua obra.

  33. 33
    soninha.paris
    terça-feira, 18 de agosto de 2009 às 9:26
     

    pas de discution sur si cela est art ou pas…..les humains et ses idées….

  34. 34
    Franco
    sábado, 6 de novembro de 2010 às 21:11
     

    Hola mestre DeRose:

    Encontré una verdadera artista plástica, Sayaka Ganz (www.sayakaganz.com). Revisando su portafolio, resulta aombroso el grado de transformación que obtiene, al integrar todas las piezas de materiales reciclados y en desuso (cuidadosamente selecionadas) con las que trabaja (respetando su forma o color original). Asombrosa la movilidad que consigue… Las formas son variadas, aunque destaca su diseño inspirado en el Maumee River (silueta topográfica) y los muchos diseños inspirados en animales (¨Fogo¨, ¨Emergence¨,¨Ambush¨,¨Deep Sea¨,¨Ghost¨).

    Abrazo.

    F.

    P.D.: … ¡Mestre, adivine que animal es! (… vea y escuche):

    Franco Reply:

    http://www.sayakaganz.com/Process.html

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