terça-feira, 7 de maio de 2019 | Autor:
sexta-feira, 3 de maio de 2019 | Autor:

Há mais de dez anos eu me retirei do segmento profissional do Yôga. Mas deixei um acervo imenso de livros e entrevistas. Aqui vai uma delas, do tempo em que trabalhávamos com o Yôga.


http://derose.co/entrevista-estadao-2009

sexta-feira, 26 de abril de 2019 | Autor:


https://www.youtube.com/watch?v=FZZWmsyQbe8

segunda-feira, 22 de abril de 2019 | Autor:

A grande diferença entre os brasileiros e os anglos é manifesta pelos costumes linguísticos. Nós temos uma postura reativa, negativa. Temos o reflexo de dizer “não” até quando queremos dizer que sim, como é o caso da expressão “pois não” que significa “pois sim”. Isso causa espécie até aos portugueses, quando os brasileiros aplicam o “pois não”, em Portugal, para concordar com algo!

Por outro lado, povos de língua inglesa têm uma atitude afirmativa, positiva. Têm o reflexo de aplicar o “yes” ou o “yeah” até quando se trata de roqueiros adolescentes contestadores. Daí o próprio apelido de um gênero musical, o iê-iê-iê. Veja os exemplos que eu anotei em apenas alguns minutos escutando a conversa de amigas brasileiras:

Não, nós vamos sim.

Não, ela é muito legal!

Não, você toma sua sopa e saímos.

Não, pode contar comigo.

Não, esse filme é o máximo!

Não, quando eu for você vai junto.

Não, o Wholefoods é bom demais!

Não, você já comeu o brigadeiro branco deles?

Não, deixa eu te contar!

Não, essa foto ficou ótima!

Sim, nós somos assim.

terça-feira, 16 de abril de 2019 | Autor:

Quando surgiu a espécie Homo, de onde viria a desenvolver-se a espécie Homo sapiens, havia duas subespécies: Homo amābilis e Homo malīgnus. Essas subespécies eram tão semelhantes que até podiam cruzar e eventualmente o faziam, gerando uma descendência híbrida. Mas havia uma diferença entre elas. O Homo amābilis era um animal doce e querido, de sentimentos francos e comportamento dócil. Jamais agredia, nem para se defender. Repartia a comida (frutos, raízes, folhas, mel), dividia a caverna, compartilhava os utensílios. Nunca esperava uma agressão ou traição por parte do Homo malīgnus. Este, por sua vez, era o oposto. Sempre tramando ardis para roubar a comida, os instrumentos, a moradia e tudo o que o Homo amābilis possuísse. Há quem diga que o relato bíblico de Abel e Caim, os primeiros homens sobre a Terra, referia-se àquelas duas subespécies.

Havia, na época, alguns poucos milhares de espécimens da espécie Homo no planeta e não se esperava que ela vingasse, pois era menos aparelhada para sobreviver que os outros animais. Não dispunha de presas, garras, chifres, veneno, velocidade, carapaça, nada. Mas uma das subespécies parecia ter desenvolvido, como arma secreta, uma astúcia maligna. Com ela engendrava ciladas para os animais, inclusive os da mesma espécie, a fim de levar vantagem, destruí-lo e tomar tudo o que ele tinha.

Com o tempo, o Homo amābilis entrou em extinção por razões ainda não muito claras, enquanto que o Homo malīgnus sobrepujou e sobreviveu. Dele, evoluiu o Homo sapiens. Por isso temos tantas invejas, tanto ódio, tanto prazer em destruir, em falar mal. Por isso, existem crimes e guerras. Por isso, o ser humano destrói o meio ambiente, desmata as florestas, polui as águas. Por isso, ele tortura e mata, sem piedade, tanto outros humanos quanto os animais e devora suas carnes.

O Homo malīgnus, hoje denominado “sapiens sapiens” (sic), só não destruiu totalmente a vida no planeta porque alguns espécimes trazem os genes recessivos do Homo amābilis, adquiridos por ocasião dos cruzamentos acidentais entre as duas subespécies na aurora desse “pithecos” que se diz Homo. Um bom número dos que trazem os genes do Homo amābilis são hoje praticantes de DeROSE Method. E é por isso que ainda há esperança para a humanidade e para o planeta.

domingo, 7 de abril de 2019 | Autor:

A sigla EMDR significa Eye Moviment Desensitization and Reprocessing , ou seja, Dessensibilização e Reprocessamento através do Movimento dos Olhos. É uma terapia que só pode ser utilizada por psicoterapeutas certificados, é reconhecida e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Com relação a situações de stress pós traumático como acidentes, abusos, assaltos, perdas por morte ou separação, ou perturbações emocionais tais como ansiedade, fobias, culpa, mágoas, depressão, o EMDR é comprovado por estudos científicos como uma terapia com resultados rápidos e duradouros. Um trauma trava na memória fatos desagradáveis e pode permanecer por muitos anos trazendo como consequência por exemplo insônia ou pesadelos, dificuldades de relacionamento, pânico, pensamentos obsessivos, etc. A estimulação bilateral se faz através do movimento alternado dos olhos podendo também ser feito através de estímulos auditivos e tácteis. Os estímulos parecem atuar no cérebro despertando a capacidade natural do sistema neurofisiológico para processar experiencias emocionais. Os fatos dolorosos vividos podem ser lembrados mas através da terapia EMDR podem ser reprocessados de forma adequada reduzindo as respostas emocionais. “O passado não pode ser alterado ou apagado, mas definitivamente, é possível deixar de sofrer por ele” segundo Jacques Roques, psicanalista e psicoterapeuta, vice presidente da associação EMDR na França, é uma revolução na psicoterapia.

Lucia De Rose – psicóloga CRP/05 0795, psicoterapeuta, psicodramatista, terapeuta de EMDR
Atendimento
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SP WhatsApp 11 96920 8017

terça-feira, 5 de março de 2019 | Autor:

O povo é monarquista, não é republicano. Quando alguém é muito bom em alguma coisa, dizemos que ele é o Rei. Rei da Voz, Rei do Mate etc. Não dizemos que ele é o Presidente da Voz ou o Presidente do Mate. Um homem educado, cordial, elegante dizemos que é um Lord, não dizemos que ele é um senador. De uma senhora elegante dizemos que é uma Lady, não dizemos que é uma deputada. De uma jovem charmosa, logo nos surge a associação com uma princesa e não com uma prefeita ou vereadora.

Os casamentos dos Príncipes britânicos conseguem mais audiência mundial na TV do que a copa do mundo. O casamento do Príncipe William e Kate Middleton, que aconteceu em 2011, ultrapassou 2 bilhões de espectadores e o do Príncipe Harry com Meghan Markle chegou à casa dos 3 bilhões. O número foi divulgado como estimativa pelo The Daily Telegraph, principal jornal inglês. Considerando que a humanidade tem pouco mais de 7 bilhões, isso representa uma proporção assombrosa.

A simples troca da guarda, com a sua pompa monárquica, atrai multidões que ficam em pé, no frio enregelante do inverno londrino, ou sob chuva, durante uma ou duas horas antes, só para conseguir um lugar à frente que proporcione boa visibilidade.

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) foi criado pela ONU para avaliar as condições de vida e perspectivas das populações, como acesso à saúde, estudo e padrão de vida. Nas primeiras dez posições, sete são monarquias.

A monarquia seria boa para o Brasil? A quem pensa em argumentar que monarquia é coisa do passado e que não se ajusta a países modernos e desenvolvidos, cito abaixo alguns países que atualmente utilizam sistema monárquico:

Canadá, Suécia, Dinamarca, Espanha, Japão, Noruega, Holanda, Inglaterra, Escócia, Austrália, Bélgica, Brunei, Jamaica, Jordânia, Liechtenstein, Luxemburgo, Marrocos, Mônaco, Nepal, Nova Zelândia, Tailândia e o Vaticano, que não é um país, mas é um estado.

Quando um Monarca adota uma medida, fá-lo para durar, pelo menos, toda a sua vida, a dos filhos e a dos netos. Por exemplo, os esgotos de Paris, construídos pelo Imperador Napoleão I, até hoje estão funcionando e já foram naquela época construídos muito mais largos do que os das cidades modernas (ao invés de canos, são túneis). A Via Ápia, em Roma, já tem mais de 2000 anos e continua transitável. No sistema em que vivemos, os esgotos, a eletricidade, a pavimentação das ruas, tudo é feito para durar até a próxima eleição.

Também vale a pena relembrar que o Monarca representa o estado, mas não governa o estado. Em uma Monarquia constitucional parlamentarista, como as europeias, quem o dirige é o Primeiro Ministro, o Parlamento e demais poderes democráticos. Comparativamente, o sistema presidencialista é muito mais absolutista e o Presidente é mais todo-poderoso que o Rei com seu Primeiro-Ministro e seu Parlamento. A monarquia não interfere na democracia. A maior parte das monarquias atuais é democrática.

Seria possível reimplantar a monarquia depois de já termos adotado uma república? Se o povo quiser, sim. Isso aconteceu na Espanha, que restaurou a monarquia em 1975, depois da queda de Franco.