O canal francês France 2 passou recentemente um documentário em que a experiência de Milgram é reconstruída, neste caso com o formato de um programa de televisão : “Le Jeu de la Mort”.
A experiência decorre neste caso num palco de televisão e a autoridade é representada pela apresentadora que perante os gritos de sofrimento do questionado, apenas diz ao questionador para não se deixar impressionar e continuar.
Num dado momento não se ouvem mais os gritos dos questionado, dando a ideia que poderá estar já estar morto. Mesmo assim o questionador sob influência de todo o “mise en scène” do palco de televisão vai até ao fim!
Neste caso o objectivo era estudar até onde poderão chegar os excessos da televisão.
Além de confirmar os dados da experiência de Milgram, a reconstrução mostrou que a percentagem de voluntários que levaram a experiência até ao fim nos nosso dias foi bem maior (passou de 65% para aprox. 80%). Levando a pensar que a sociedade é hoje ainda mais “obediente” do que o era em 1964.
Esse documentário pode ser consultado aqui (em francês):
http://www.dailymotion.com/video/xcuvon_le-jeu-de-la-mort-le-film-1-5_shortfilms
abraços!
José Alphonse – Espace Energie – Paris




quinta-feira, 13 de maio de 2010 às 0:55
javieralemanno.blogspot.com
Gracias José.
Todavía no logro salir de mi asombro. En menos de cincuenta años la sociedad se tornó un 15% más “obediente”.
Eso nos habla de la importancia que tiene nuestro trabajo y de lo afortunados que somos de haber elegido expandir nuestra conciencia a través de las herramientas que nos proporciona el Método DeRose.
Vamos a seguir construyendo un mundo con personas más lúcidas, que puedan obedecer sus propios deseos y no los de “la supuesta autoridad”.
Un baiser anaranjado brillante desde buenos Aires.
quinta-feira, 13 de maio de 2010 às 1:39
metododerosepelomundoeventos.blogspot.com
Eu é que não participaria como cobaia!Mas o jogo é bem interessante, é um desafio ao limite de resistência. No final dos cinco vídeos tem um debate.
Bjs
Regina -Método DeRose Alto da XV
quinta-feira, 13 de maio de 2010 às 9:52
Bom dia, Mestre!
Realmente, ver televisão cansa. É preciso filtrar bem toda aquela miscelânea.
Vejo alguns documentários, vi recentemente um sobre a língua portuguesa desde Macau até ao Brasil e outro sobre o tango na Argentina muito interessantes, etc; programas de desporto, mas com o monopólio de determinados canais cada vez estamos mais condicionados. Por exemplo, via o torneio das cinco nações em râguebi, habitualmente, e hoje é mais limitado o acesso.
O que faço muitas vezes é assistir a um filme em dvd, daqueles que nunca me canso de ver, como “Os Sete Samurais”, “A Domadora de Baleias”, “O Bom Nome”, e tantos outros.
No verão, quando vou para o alentejo ocupo-me mais a desfrutar da companhia das pessoas e da natureza que a televisão é como se não existisse.
Grande abraço
Luís Roldão – Unidade Marquês de Pombal/Lisboa
quinta-feira, 13 de maio de 2010 às 10:20
anahiflores.org
Os humanos somos incríveis…
Bom dia!
AF
BsAs
quinta-feira, 13 de maio de 2010 às 14:26
yogaemribeirao.org/claus
Interessante como as pessoas aceitam prontamente a moral imposta pelas outras. Ao invés de olharem para dentro e buscarem dentro de si mesmas uma reação autêntica aos estímulos que vem de fora.
Abração do Claus.
quinta-feira, 13 de maio de 2010 às 19:21
Acabo de descobrir, não sem alguma perplexidade que não tenho estômago para ver estas coisas! Três minutos convenceram-me que somos assustadoramente manipuláveis. Somos assustadores! Estranhamente e não obstante a percentagem mostrar que estamos mais “obedientes”, dentro de mim algo me diz que o mundo fica cada vez melhor. Estarei a construir um mundo desfasado dessa televisão que desliguei há já algum tempo?
sexta-feira, 14 de maio de 2010 às 14:13
Buenas tardes a tod@s
Cuando lei esta nota me trajo dos recuerdos, el primero la escena de una pelicula francesa donde se puede ver como funcionaba originalmente el experimento que dio origen a este tipo de “juegos”(?) La pelicula para el que le interese se llama ” I… comme Icare” (1979) del director Henri Verneuil.
El segundo, en rigor de verdad éste vino primero, la hermosa frase que lei en un no menos hermoso libro:
“Libertad y disciplina
La libertad es nuestro bien más precioso.
Al confrontar la libertad con la disciplina,
si ésta violenta aquélla, opte por la libertad”
Gracias Maestro por como dijo mas arriba Javier Alemanno, expandir nuestra conciencia y hacernos por medio del Metodo DeRose, cada día mas concientes, felices y libres.
Un abrazo cada día mas grande y fuerte!
Lautaro, Bs.As. Sede S.Isidro
domingo, 16 de maio de 2010 às 15:23
Se tanta gente tivesse, desde pequenininhos, exemplos de “como não ser ovelha”, nossa socidade, nossas relações, nossa convivência, enfim… seria infinitamente melhor.
Grande abraço, mestrão!
Michel Ferreira
Curitiba – PR
Método DeRose – Centro Cívico
http://www.derosecentrocivico.org/blog