Dedico ao meu amigo e companheiro Flávio Moreira, extensivo à sua equipe, o texto enviado por uma estimada amiga. Solicito que todos nós meditemos detidamente sobre o conteúdo e, se não alcançarmos o significado, que consultemos o Supervisor Decano em busca de esclarecimento.
”Quando li esta notícia há um tempo atrás, chamou-me a atenção a opinião de Mark Leithause, diretor da Galeria Nacional de Arte que, perante o fato, não se surpreendeu: “A arte tem de estar em contexto. Se tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante, ninguém a notará. Mesmo um especialista poderá apenas observar que se trata de uma boa cópia e continuará a comer.” Hoje penso: se vivenciamos Nossa Cultura em tempo integral e somos portadores de tradições milenares que são verdadeiras obras de arte, temos que estar em contexto, em embalagens adequadas também em tempo integral, pois, caso contrário, é esperado que muitos passem a não associar as pessoas que praticam o Método DeRose à beleza e grandeza intrinsecas a ele.
Para quem se interessar, o texto original do Washington Post, Sunday, April 8, 2007:
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/04/04/AR2007040401721.html
Obrigada pelo texto e por todas as experiências aqui compartilhadas, a partir delas lembrei de diversas situações com familiares e amigos, tanto de embalagens inadequadas para o que se está a oferecer, quanto de preconceito perante uma aparência que não diz, mas tem muito valor; e percebi o quanto é importante parecer e aparecer às pessoas melhor a cada dia, pois o contato com essa egrégora ímpar me faz a cada dia muito melhor.
Abraço transbordante de carinho,
Alice Árabe – BH – Unidade Serra”







Olá, Mestre!
Espero que todos compreendamos esta sua mensagem, tão repetida e, infelizmente, pouco assimilada.
Uma única questão para já: essa embalagem não é para soar a falso, pois não?
Mts beijinhos e um forte abraço
Fico feliz que você pense assim, Pedro. Só não vou aprovar seu comentário porque você é yôgin e a pessoa a quem você se dirigia de forma um tanto veemente é instrutora. Então, para evitar quebra de hierarquia, deixemos assim. Mas compreendi perfeitamente seu ponto de vista. Talvez fosse necessário só polir um pouco mais o texto. Abraço forte.
Minhas sinceras desculpas, Mestre e [ ... ]. Não quis ser intransigente. Procurarei policiar-me ao comentar e responder novos comentários.
Um forte abraço.
——————————–
Pedro Gabriel
yôgin – Unidade Santos
——————————–
Olá, Mestre!
Pedia que não publicasse este comentário porque só queria perguntar se o texto do yôgin Pedro Gabriel seria para mim? Como fiz um comentário antes em que colocava uma questão e como sou instrutora deduzi que fosse.
Se foi, será que era possível lê-lo? É que a intenção com que coloquei a questão não era de todo para ser mal interpretada, nem gerar algum sentimento menos próprio e, como tal, se gerou gostaria de perceber o que pode ter causa a tal resposta (se foi para mim) para melhorar e aperfeiçoar a minha forma de expressar.
Mts beijinhos
Você é muito querida e sua atitude demonstra que é uma verdadeira instrutora do Método DeRose. De fato, era um comentário alusivo a alguma colocação sua, mas no qual o colega foi infeliz pela veemência. No entanto, já deletei e não tenho como recuperar o texto. Serviu para que todos nós nos preocupemos em dizer as coisas de uma forma suave e sutil, preocupando-nos sempre com os sentimentos dos demais. Beijokas.
Obrigada, Mestre! Beijinho grande e tenho de insistir com um amigo nosso para me emprestar um livro sobre comunicação, gosto e quero que todos me percebam e, infelizmente, nem sempre acontece. O meu emissor tem de melhor.
Cara Luisa,
Meu comentário teve a intenção de chamar a atenção para o fato de que a nossa egrégora é muito mais assertiva do que alguns “equivocados” fazem parecer.
Apesar de ter respondido ao teu comentário, quis chamar a atenção de todos para que não criemos uma visão generalista de incompreensão da proposta do Mestre sobre nossos próprios pares.
O meu “erro” foi, como o próprio Mestre assinalou, ter sido muito veemente.
É preciso ser enérgico na defesa da obra do Mestre. A linha entre agressividade e violência é muito tênue e, infelizmente, acredito que ultrapassei-a, mas não foi esta, a minha intenção.
Um abraço caloroso a ti e a todos que participam de nossa egrégora.
——————————
Pedro Gabriel
yôgin – Unidade Santos
——————————
Olá, Pedro!!!
Gostei muito da sua frase “é preciso ser enérgico na defesa da obra do Mestre”, estamos juntos nisso!
Espero que daqui surja uma boa amizade!!!
Passe no meu blog http://www.sorrieomundosorrictg.blogspot.com
beijinho
Luísa Sargento
Instrutora-unidade Chiado-Lisboa-Portugal
Nunca tinha parado pra pensar nisso!
Uma ótima reflexão.
Muito obrigada!
Beijos!
Instra. Leilane Lobo
Unidade Paes de Barros
Que legal o comentário enviado pela Alice. Na segunda estávamos assistindo ao vídeo “La Belle Verte” e perguntei ao professor como fazer para seguir com nossos ideais e conseguirmos nos encaixar na sociedade mesmo assim. Acho que este é um grande desafio uma vez que parece que a maioria das pessoas esqueceram que não somos só aparência, e que o importante não é parecer e sim ser. Porém, como seres sociais não podemos simplesmente começar a viver da forma como gostaríamos em meio aos outros.
Para nós da egrégora temos dupla responsabilidade: nossa imagem e a da egrégora. Como disse o professor Rogério Brant, devemos usar algumas coisas como estratégias, mas devemos tomar cuidado para não nos perdermos nelas.
Sei que pediu para que meditássemos sobre, não quis tirar o brilho da conclusão de cada um, somente compartilhar um pouco.
bjoks