sábado, 14 de março de 2009 | Autor:

Jaya, a prova viva de que vegetarianismo faz bem até aos cães.

God created dog and spell his own name backwards.
Enviado por Claudia Melcher
(Claudia, por favor, entre em contato comigo, pois não consigo mais localizá-la!)

Para fazer a Fernanda mais feliz e alegrar a nossa vida, conto com uma linda cadelinha weimaraner que me faz companhia, deitada na cadeira ao meu lado enquanto escrevo estas linhas. É uma raça muito bonita, cinzenta, de olhos claros e pêlo curto, grandalhona, com umas patas enormes. Ela se chama Jaya e eu não poderia deixar de mencioná-la. Todos os proprietários de cães estão convencidos de que esses magníficos animais têm paranormalidades. Eu também acho. Neste momento, quando escrevi seu nome, ela levantou a cabeça, fitou-me com seu olhar atento e assestou as orelhas como se tivesse escutado seu nome em meu pensamento.

 

 

Fernanda e eu cobrimos a filhota com tantas atenções e carinho que às vezes preocupa-nos que venha a se comportar mais tarde como uma criança mimada. Ela passa o dia todo ao nosso lado, pois moramos no mesmo imóvel em que temos a escola. Para compensar as viagens constantes, procuramos mantê-la ao nosso lado o restante do tempo, enquanto estamos trabalhando. Ela sobe numa das cadeiras, enrosca seu corpanzil e dorme. Ou então traz um brinquedo para nos convidar a um folguedo, o que quase sempre aceitamos de bom grado e partimos para um cabo-de-guerra (o qual ela tem sempre que perder, por uma questão de adestramento).

Aos domingos, sempre que estamos em São Paulo, passea­mos com ela no Parque do Ibirapuera ou pela Rua Oscar Freire para que ela possa fazer um pouco de exercício. Não há quem não pare para comentar como ela é linda, como é tão educada, perguntar que raça é essa ou qualquer outro pretexto para se aproximar e lhe fazer um carinho. Jaya, por sua vez, desde pequena sempre conviveu com os alunos da escola e isso a tornou muito sociável. Ela adora gente e adora cães. Gosta até de gatos! Brinca e conversa com todo o mundo. Conversa, sim, pois quando dou o comando “fala!” ela emite uns resmungos muito bonitinhos.

Mas também é nosso cão de guarda, pois assusta pelo seu tamanho, já que o weimaraner é um cão de grande porte; e intimida muito mais nas raras vezes em que solta uns latidos muito grossos, acompanhados de um rosnado de gelar a alma.

Desde que ela veio morar conosco, ainda com quarenta e cinco dias de nascida, nunca comeu carne. Quando foi ao seu primeiro veterinário, Fernanda lhe deixou bem claro que ela seria vegetariana e que ele só seria seu médico se aceitasse essa nossa decisão. Bem, ele aceitou, mas com reservas. Afinal, é um animal grande e precisa de muita proteína, cálcio e todos os outros elementos nutricionais, caso contrário pode não se desenvolver, pode ficar com problemas de saúde, coitadinha.

Nossa decisão envolvia uma grande responsabilidade. Contudo, sou vegetariano há cinquenta anos. Tornei-me vegetariano em idade de crescimento e cresci tanto que fiquei maior que o meu pai – muito mais robusto que ele e que todos os meus colegas de escola. A vida inteira, pratiquei esportes violentos, artes marciais e aos 52 fui fazer ginástica olímpica. Portanto, tenho plena convicção de que o vegetarianismo nos deixa bem mais fortes.

Jaya se alimenta de ração vegetariana, adora mini-cenourinhas, fica alucinada por uma maçã, banana, queijo, yogurte, biscoitos caninos sem carne e uma grande variedade de alimentos que na teoria os cães não deveriam apreciar. E descobrimos o inusitado: com o sistema vegetariano o pêlo fica mais bonito, a pele livre de alergias, o hálito fica ótimo, as fezes não cheiram tão mal, o organismo sofre menos riscos de contrair verminoses e outras doenças típicas da ingestão de carnes, o animal torna-se mais ágil, mais inteligente e vive mais tempo!

Conversando num jantar com uma médica veterinária, mencionei que minha weimaraner nunca roeu nada meu, quase não late e que aos quatro meses aprendera a sentar, deitar, dar a patinha, fazer suas necessidades no lugar certo, ir para a sua cama, esperar a ordem de pegar a comida, não entrar em determinados cômodos da casa e uma série de outros comandos. A veterinária não acreditou. Para essa raça, nessa idade, ela não poderia ter aprendido isso tudo. Como Jaya estava na época com quatro meses, convidei-a a me visitar para se convencer da “excepcionalidade” da nossa cadelinha. E não pude perder a oportunidade de gracejar: “É mais inteligente porque ela é vegetariana!”

 

Quando ela estava com dez meses, um dia entrou no meu quarto com a boca espumando e cabeça baixa. A imagem me gelou o sangue. Jaya com hidrofobia! Será que o meu karma seria assim tão cruel a ponto de não se satisfazer afastando de mim os meus filhos e agora ceifando a minha filhota Jaya que tanto amamos, a Fernanda e eu?

Ofereci um pouco de água, pois os cães com raiva ficam com fobia e a rejeitam. Seria uma forma de checar antes da chegada do veterinário. Quando aproximei o pote de água, Jaya virou bruscamente a cabeça e se afastou. Meu coração bateu mais forte! Eu teria que mandar matar a pessoinha de quatro patas que me dera tanto carinho pelos últimos dez meses?

Só me vinham imagens da Jaya pequenina e depois crescendo na nossa companhia, abanando aquele cotoco de cauda, com as orelhinhas para trás e o olhar mais doce do mundo…

Mesmo consciente do risco que corria, abraceia-a bem forte e coloquei sua cabeça no meu ombro. Um nó na garganta me impedia de falar com ela.

Mas, então, senti um perfume diferente do seu cheirinho delicioso de cachorro vegetariano. Cheirei sua boca. Oh! Céus! Que alívio! Ela havia apenas comido o meu sabonete!

lerivan
lerivanfloripa@yahoo.com.br | 189.101.242.59

Mestre,
Um presente para você:
httpv://www.youtube.com/watch?v=dsv2YqCVJQ0

Um vídeo que eu gravei da Jaya no Fest-Yôga de Floripa do ano passado.
Forte Abraço!

 

 

 

 

  1. Autor: Neide Nunes

    A Jaya é mesmo muito linda e cheia alegria. Uma fofa total. Desde minha infância tivemos cachorros em casa, sempre dois e de grande porte, da raça pointer, alemão e inglês. Eles são muito meigos e carinhosos. Atualmente temos apenas o Michael que fica na casa de meus pais. Ele tem as mesmas qualidades da doce Jaya, só que infelizmente come carne por imposição da família, porém, se ele pudesse opinar, não comeria. Não é incomum ele não comer a carne da tigelinha. Frequentemente ele come o arrozinho, os vegetais cozidos, tomate, (adora verduras escuras, as amarguinhas, sempre com um pouquinho de azeite) e, pasmem…consegue deixar todas as bolotinhas da dita moida de lado. Minha mãe fica enlouquecida, mistura tudo tentando enganá-lo, e de nada adiante, ele escolhe, escolhe, vira daqui, dali e a carne fica!
    Durante três meses no ano em que meus pais moram em Portugal, eu consigo alimentá- lo de forma saudável.
    Rapidamente ele entra em forma, nota-se na leveza do andar, na disposição e preparo físico nas brincadeiras já que ele adora jogar bola, e o principal, a fisionomia muda, e o olhar fica brilhante, incrível a transformação. É mesmo uma pena, mas no resto é um animal muito feliz pois todos o adoram, meu pai vive agarrado à ele, minha mãe até coloca a comidinha na boca, quando por qualquer motivo, ele se recusa a comer a tal da falecida, só rindo mesmo, pois a cena é hilária, parece criança virando a cara e cerrando os dentes, só falta falar: Não como e não como mesmo!
    Mil bjs.
    Neide.

  2. Autor: Ana Gabriela

    Os cães são amigos incomparaveis, quem tem sabe do que estou falando…

    Tirando a Fée, o Mestre, e a Equipe da Unidade Jardins, sou uma das responsáveis pela educação da Jaya e, posso confirmar que cão tão vivaz e saudável não há no mundo!!!
    Graças aos pais maravilhosos da Jaya ela tem uma saúde incrivel e um lugar super confortavel pra dormir. Sempre muito dedicados a Fée e o Mestre educam a pequena de maneira exemplar e se informarão muito sobre o assunto.
    Já faz mais de cinco anos que sou criadora e treinadora de cães, convivi com diversas raças e tive a oportunidade de analisar seus comportamentos. É “fato” que a Jaya expressa tudo de uma forma que faz dela um humano, sem exagero… Chega té ser engraçado pois não consigo estabelecer tal nível de comunicação com os meus próprios cães. Hahah…=)

    O mais importante: Além de proporcionar uma boa alimentação e um espaço confortável, é essencial que você eduque seu cão. A educação também é um fator muito importante e faz parte das necessidades básicas de qualquer animal.
    Os cães tem que entender que eles fazem parte da família, como todo membro eles tem que respeitar a hierarquia e é simplesmente isso que devemos ensinar. Tudo isso pode ser transmitido com muito amor, compreensão e conhecimento.
    Procure se informar sobre comportamento canino e tenha paciência ao aplicar as técnicas junto do seu amigo canino .
    Quem ama educa!
    Ana Gabriela de Souza

    Fernanda Neis |

    Ah, se alguém precisar, tenho uma treinadora maravilhosa para indicar.
    Hehe
    Beijos da Fê

  3. Autor: Lu Fandinho

    Ela, sem dúvida, é a criança mais linda do mundo, adoro brincar com ela. Não me assustaria se ela falasse um dia, rsrsrs…Se bem que ela dá umas arriscadas , né Mestre. bjo gde a todos por ai

  4. Autor: María Belén Abraham

    Maestro lindo!!
    Mi corazón quedó apretado, y comenzó a latir con más velocidad cuando leí lo de Jaya. Que susto!!!
    Al leer el desenlace no pude menos que reirme mucho.
    Que cerca tuyo me siento cuando leo este blog.
    Parece que estuviera sentada en un sillón mirando todas las cosas que contas.
    Que alegría que lo tengas tan lindo!!
    Te extraño..
    Gracias!

  5. Autor: Ana Maria Marreiros

    Que linda fotografia Mestre!

    Adorei !!!!!

    Um abraço Ana Maria Portugal

  6. Autor: Isabel Machado

    Jaya, a prova viva de que o Mestre DeRose pode mudar para melhor a qualidade de vida até dos cães.

  7. Olá Mestre,

    Um poema sobre as caraterísticas principais do SwáSthya Yôga:

    “Un camino hacia el infinito
    que se aprende en la práctica,
    un orden universal que
    se trasciende a través de la danza
    mujeres y hombres auténticos
    atraídos por una fuerza
    que los impulsa a crecer
    responsables de su existencia
    valorando la experiencia
    el corazón latiendo fuerte
    por vivir sus sueños
    exaltando la nobleza
    la dignidad y la lealtad
    manteniendo pura la fuente
    del más precioso manantial.”

    Gabriel

  8. Autor: Mauro Bexiga

    Nossa Mestre, que emoção ler de novo o capítulo sobre a Jaya…
    Também tenho uma filhota, a Maggie, uma boxer linda que o Mestre conheceu no jantar da Unidade Chiado em Abril de 2008. Ela também é vegetariana e, desde que eu e a Carla mudámos a alimentação dela ela ficou com o pêlo mais bonito e brilhante, e tudo o resto que o Mestre refere no texto também aconteceu com ela. Constatámos que ela passou a ter mais apetite também, pois adorou a ração vegetariana, bem mais cheirosa e apetitosa.
    Esperamos que dessa forma a Maggie viva por muitos e longos anos, sempre feliz connosco.

    Obrigado por nos mostrar que até a vida do nosso cãozinho pode ser melhorada.
    Um forte abraço!

  9. Autor: Mariana Thomaz

    Olá Mestre

    Eu e meu marido Fabrício somos alunos da Unidade Batel em Curitiba e temos um daschound chamado Pererê.
    Sempre nos encantamos pelo seu amor incondicional.
    Ele adora ouvir comigo o CD Desenvolva sua mente.Falo para ele:
    - Perê vamos ouvir o ” Mestre do coração”?
    Pronto!Ele já balança o rabo e se acomoda ao meu lado. Ouve sem interrupções e ao término alonga-se gostosamente.
    São mesmo especiais esses companheiros!
    Um grande abraço!
    Mari e Faber

  10. Ai ai ai
    Quest ce qu’elle est joli Jaya
    cet une fierté heehehehe
    je parle aux élèves français et ils trouvent incroyable et au même temps super qu’elle soit végétariènne.

  11. Autor: Ju Corrêa

    Aaaaahhh!!! Que lindo!!! A Jaya é muito linda, mesmo! E eu não tenho dúvidas de que o vegetarianismo é melhor inclusive para os cães. Tenho três, dois dos quais já fizeram filhotinhos, que por sua vez fizeram mais filhotinhos. Ou seja, já são três gerações de cães vegetarianos e agora essas delícias de pelo branco e macio, alguns de olhos azuis e nariz rosa, todos saudáveis e alegres, vivem nos lares e corações de alunos e instrutores. Eles já eram tão lindos desde o nascimento que os amigos vinham apenas conhecê-los e acabavam irresistivelmente apaixonados! Resultado: somos, literalmente, uma grande família feliz! ;) Que delícia!!! Hoje, porém, essa descendência chegou ao fim, pois meus cães e seus filhos já não fazem mais filhotinhos! Também já está de bom tamanho, não é?! E qualquer coisa a gente pode sempre adotar um amiguinho!:D Muito beijos!!!
    Ju Corrêa

  12. Autor: Mauro Bexiga

    Olá! Eu acho que a minha tartaruga também é vegetariana, pelo menos não come nada daquilo que aconselharam na loja de animais… já tentei alface e banana, mas não percebi se comeu muito! :)

  13. Isto de ver o blog do Mestre na unidade e enviar comentários daqui dá nisto lolol o comentário anterior é meu… a tartaruga é do Tomás e não do Mauro…ihihih

  14. Autor: Mariana Thomaz

    Eu e meu marido Fabrício praticamos na Unidade Batel em Curitiba.
    Temos um Daschound chamado Pererê que adora cenouras.
    Ficamos sempre nos encanta seu amor incondicional…
    Ele adora o CD “Desenvolva sua mente”.Quando vou ouvi-lo faço o convite:
    - Perê, vamos ouvir o “mestre do coração”?
    Ele balança o rabo – feliz – e coloca-se ao meu lado.Ao término alonga-se gostosamente.
    São mesmo especiais esses companheiros!

    Um grande abraço
    Mari e Faber

  15. Autor: Fernanda Monteforte

    Adotamos uma poodlezinha cinza que estava perdida em uma tarde chuvosa, com olhar baixo, cheia de medo, bem fraquinha.
    Ganhou o nome de Marie, tratamento veterinário, uma casa aconchegante, brinquedos, caminha, carinho e a companhia de nossas gatinhas, bichanas um tanto desnaturadas pelo afeto.
    Tornou-se vegetariana, passou a comer frutas, yogurtes, castanhas entre outras coisas boas. Percebemos mudanças no seu hálito, no seu pelo, no seu comportamento, no seu olhar… aquela cadelinha cabisbaixa encontra-se em estado de júbilo e tem se mostrado uma ótima corredora.
    Todos acham graça quando conto que come a ração vegetariana gratinada com queijinhos.

    Acho que seus ensinamentos, Mestre, estão alavancado a evolução de todos aqueles que nos rodeiam, até mesmo seres de outras espécies.

    Beijos da Fê Monteforte

    Fernanda Neis |

    É, a Jaya já até me cobrou: “mãe por que a minha comida nunca é gratinada?” hehehe
    beijos

  16. Autor: Cris Volter

    Oh que linda!!!

    Este é certamente um caso de amor incondicional, perfeito, um verdadeiro exemplo!!!
    E olhe que ela já está do seu tamanho, um amor gigante e peludo.
    Beijos a você Mestre e lambeijocas pra Jaya!!

    Instra. Cris Volter

  17. Autor: Carolline Figueiredo

    a jaya é realmente incrivel!

  18. Autor: Fran

    Olá Mestre…

    A Jaya é realmente linda! é incrivel como nos tornamos pais tão corujas!
    Estou lendo o livro Quando é preciso ser forte, e por coincidencia li esse capitulo hj!
    Tbm tenho um canino, que transformou minha vida a ponto de eu me dedicar a fazer roupas para pets.
    Ele também é super magro com musculos e saudavel, desde sempre come só ração (quero trocar por ração vegetariana).
    Desde que comecei a praticar o Pré-Yôga tenho me sentido tão bem, que pensava no meu cachorrinho… então vi que existem práticas pra eles com os donos. O que o Sr. diz a respeito?
    Um abraço!

    DeRose |

    Você faz roupas para cães do tamanho da Jaya? Eu gostaria de ver alguns modelitos. Beijos.

    Fran |

    Claro Mestre! para qual e-mail posso enviar o catalogo?

    DeRose |

    presidente@uni-yoga.org

    Obrigado, Fran!

  19. Autor: Anahí

    Muito ingeniosa a frase que da inicio a este texto! amei!

  20. Autor: Anahí

    Hahaha, a foto é super simpática!
    Ela está bem alta!!!
    Não consigo parar de pensar no seguinte: a Jaya é mais alta do que eu!!!
    Hahaha.
    Beijinhos,
    Anahí

  21. Qué lindo Mestre!!!

    Es bonito tener a alguien de otra especie con quien aprender tantas cosas sobre el instinto y a quien podemos enseñar y dar cariño…nos hace sentir más útiles e integrados con la naturaleza.

    Nos inspiras mucho!!!

    Un abrazo grande de Vale, Gab y Kálá -nuestro querido can-

  22. Autor: Nina de holanda

    Aprendemos com a sabedoria canina.
    Eu e o Bem temos a Durga, a Panda e o caçula Bindu, cada um é de raça diferente e cada um tem o seu jeitinho, mas todos tem algo em comum, a lealdade, a fidelidade e um amor puro pela a sua família humana. Não são simples cães, tenho certeza.
    Ah! É muito engraçado ver a Jaya e o Bindu brincando.

    beijos
    Nina

  23. Autor: Rafael

    Comeu o sabonete !!
    Muito engraçado…rsrs

    Puxa, que bom ter sido só um susto…
    e que baita susto…

  24. Autor: Ju Corrêa

    Mestre, fiquei com uma pulga atrás da orelha a respeito da frase que inicia este post. Na minha tentativa de tradução, como a frase está agora, seria: “Deus criou cão e soletro/soletramos/você soletra/soletrar seu próprio nome ao contrário.” Isso porque “created” está no passado, “spell” no presente e, sem o “s” no fim (spellS), o verbo serve para todas as pessoas menos “he/she”. Não sei se entendi errado mas me parece que a intenção era: “Deus criou O cão e soletrA seu próprio nome ao contrário”, o que transforma a frase em: “God created THE dog and spellS his own name backwards”. Ou ainda: “Deus criou o cão ao soletrar, quando soletrou, seu prórpio nome ao contrário; “God created the dog when spelling, when he/she spelled, his own name backwards.” Até mesmo: “Deus criou o cão e soletramos seu próprio nome ao contrário”; “God created the dog and WE spell his own name backwards”. Enfim, se eu é que não entendi nada, desculpas pelo comentário longo e prolixo… É só por via das dúvidas! Muitos beijos com muito carinho,
    Ju Corrêa

    DeRose |

    Também tive as mesmas dúvidas, mas por uma questão de fidelidade ao param-pará, repassei exatamente como a Claudia me enviara. Aprendi uma nova com a Tamara: b-joletas cintilantes! Não é engraçadinho?

    Ju Corrêa |

    É uma graça! B-joletas cintilantes para você também, Mestre querido! E obrigada pelo esclarecimento. A partir de agora levarei em consideração a importantíssima fidelidade ao param-pará antes de tantas dúvidas… Hehehe!

  25. Autor: Elsa Pereira

    Gosto muito de ler o carinho que tem pela Jaya! É mesmo emocionante e enternecedor….

    Tive um cão quando era pequenina, chamava-se Tim (como o das aventuras dos Cinco) era muito inteligente e energético! Normalmente comia restos. Naquela altura ainda não se falava em rações. Tenho um carinho enorme por aquele cão porque veio morar comigo quando nasci, éramos da mesma idade! Infelizmente ele morreu quando tinha 9 anos.
    Um dos legados que o meu cão me deixou foi um pânico incontrolável em relação a cães. Não consigo estar perto de um cão quer seja grande ou pequeno. Segundo a minha mãe, foi o meu Tim que me pregou um susto sem querer quando tinha uns 5 anos, a partir daí nunca mais consegui estar sossegada perto de um cão. Para estar razoavelmente bem perto de um cão tenho de o conhecer minimamente.

    Pela maneira como o Mestre descreve a Jaya penso que não seria difícil ficar perto dela e quem sabe fazer-lhe um carinho.

    Beijinho

    DeRose |

    Quando quiser fazer uma experiência, venha nos visitar e conhecer de perto esta pessoinha de quatro patas. Ela é tão especial que sua adestradora (a qual vive cercada de cães) não admite que o hotelzinho canino a trate como cachorro! “A Jaya é diferente!”, disse ela.

    Elsa Pereira |

    O seu convite deixa-me muito feliz! :)
    Adoraria! Só do que já conheço da Jaya dá mesmo vontade de a conhecer!

    Mas novas tecnologias são mesmo fantásticas! Visitar este blog já se tornou um hábito, e ter a oportunidade de ler o que escreve todos os dias dá uma sensação de proximidade tão grande que quase que dá para sentir a presença tanto do Mestre como da Jaya aqui ao meu lado….

    Beijinho

  26. Autor: Sergio Reina

    Parabems! Muito legal!

  27. Eu conheci a Jaya no Fest-Yôga de Floripa do ano passado. Foi impressionante ver como ela é bem treinada.

  28. Autor: glaucia lupatelli

    Bom dia! sempre que posso venho aqui e leio seu blog!!adoro! hoje li a parte em que fala da Jaya comendo seu sabonete kkk ai ai..eles são demais mesmo..quase pirei quando o tony achou um pedaço de vidro..comeu e depois vomitou..só aí vi o que ele tinha comido rs..queria te perguntar algo…ele tomou a vacina v8 a última dose dia 29 e tomará a de raiva dia 19 mais ou menos quando completará quartro meses..ele já pode passear?o que você acha?obrigada

    DeRose |

    Querida Glaucia.

    Por uma questão de respeitar os limites das áreas de competência profissional, prefiro que você faça essa pergunta ao seu médico veterinário. Se eu quiser dar uma opinião sobre isso, ela poderá ser mal interpretada por quem é dessa área.

    Mas estou louco para conhecer o Tony.

    Beijos.

  29. Autor: glaucia lupatelli

    Oiiii!!! obrigada..entendo o que vc diz..sei como é rs..
    então..eu ainda não tenho um veterinário específico..levo sempre ele no pet center marginal..e nem sempre é o mesmo que nos atende..é que lá tem a vantagem de ser 24 horas..e o tempo é tão curto né..mas perguntei á veterinária que nos atendeu no dia 29 e ela nos recomendou 15 dias..então pelas minhas contas será tipo na segunda feira…queria mt já sair com ele..pq ele está super grande..e precisa se exercitar..apartamento acho que estressa um pc eles né..não bate sol..etc…muitas pessoas já me falaram que ele já pode sair..hj desci com ele ao estacionamento do prédio..ele amou kkkk já se divertiu mt lá..logo irei conhecer sua mocinha e vc vai conhecer o meu garoto rs..bjs e obrigada

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