Estamos de luto canino pelo falecimento do Cowboy, cachorrinho da instrutora Juliana Dias, da Unidade Leblon, no Rio.
Categoria: Cães e animais
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Estamos de luto canino pelo falecimento do Cowboy, cachorrinho da instrutora Juliana Dias, da Unidade Leblon, no Rio.
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Mestre querido
Obrigada pela mensagem pelo falecimento do Cowboy.Fiquei muito comovida. Obrigada pela atenção, carinho e sensibilidade que você tem com cada um de nós…e somos tantos! Como você consegue?
Obrigada,Te amo,
Juliana
Julia, sinto muito pelo aconteçido.
Só hj vi este post!
Tudo de bom p vc.
Beijão desde Buenos Aires,
da Anahí
Sei como você se sente Jú, e deixo aqui minhas condolências em palavras de conforto:
Lembranças daquele amiguinho que além da fidelidade que nos presenteia, ainda nos entende em silêncio, nos conforta apenas com o olhar, é sempre nosso cúmplice e um carinhoso companheiro.
… Lembranças!
… Saudades!
Juju, que triste!
Nem deu tempo de ele e a Jaya se conhecerem.
Fica aqui meu beijo pra vc e uma lambida da Jaya tristinha
Fê
Perder um amigo é triste; sim, porque os cães também são membros da nossa família; interagem connosco; sentem as nossas dores; e são mais fiéis que muitas pessoas.
Oxalá todos tratassem com mais respeito as outras criaturas vivas para além do sapiens sapiens.
Espero que consiga sinceramente ultrapassar esta fase;certamente que não lhe faltarão apoios para ultrapassar esta fase na nossa “famiglia”
Um abraço,
Clara Elisa Ribeiro, sádhaka(Unidade de Guimarães,Portugal)
… que pena por ¨Cowboy¨.
Estoy asupiciando a una perrita que se perdió hace 4 meses ¡y ya no se que hacer para encontrarle un hogar.!
http://www.slide.com/r/T7FnAqZj7j_xUC87BLzjZB0Fv64fiMEL?previous_view=mscd_embedded_url&view=original
Saludos,
Franco
Lima-Perú
Olá! Tenho que deixar aqui dois acontecimentos com cães que marcaram minha vida.
O primeiro: um acontecimento com minha irmã, que ela me contou.
Ela tinha uns cinco anos e foi numa pescaria com seu pai e alguns amigos dele.
Pelo que ela me conta ele (seu pai) era bem distraído e andando na frente com os amigos, não percebeu que no trecho onde eles caminhavam para pescar, minha irmã caiu no rio. Não sabia nadar e logo começou e engolir muita água e se apavorar. Mas tinha um cachorro por perto que pulou na água e a puxando pela roupa a levou até a beira onde ela já podia levantar. Estou resumindo a história, mas minha irmã (hoje com 46 anos) lembra bem do fato e que até hoje tem sempre um cãozinho por perto e já cuidou de vários perdidos, durante muitos anos…
A sensibilidade deste cão salvou a vida dela e isto é maravilhoso!
O segundo: este acontecimento foi comigo!
Num acampamento com um ex-namorado, em São Bento de Sapucaí, fomos numa caminhada para subir a “pedra do baú”, muito admirada pelos alpinistas!
O caminho para chegar até a pedra era de mais ou menos uma hora e meia, no começo é uma trilha aberta na montanha. Neste pedaço quase não tem árvores e é bem tranqüila a subida. Depois, chega a parte da trilha que é uma mata fechada. Nesta parte da montanha, as trilhas são estreitas e o acesso fica mais difícil, no entanto é uma deliciosa a caminhada.
Quando chegamos em frente à pedra do baú, fiquei admirada com seu tamanho e como era íngreme. Meu namorado (que praticava alpinismo nos finais de semana) sabendo que eu tinha medo de altura, tentou me tranqüilizar e colocou o equipamento de alpinismo em mim dizendo que poderíamos subir tranqüilamente. Realmente daria até sem equipamento, pois tinha uns degraus estreitos de metal, pregados na montanha, que davam acesso a pessoas mesmo que não fossem alpinistas. Quando estes queriam realmente praticar o alpinismo era uma outra parte da montanha que era usada. Mas com o medo que eu estava…
Antes de subir, vi que tinha um cachorro, que não parava de olhar pra cima, era branco e lindo. Fazendo carinho nele, perguntei a um rapaz, se aquele cachorro tão bem tratado tinha dono e por que estava ali sozinho. O rapaz (me pareceu algum instrutor do local) me respondeu que o cachorro já estava ali bastante tempo e estava esperando seus donos descerem da pedra. Disse também que ele não saiu de perto da pedra nenhum instante.
Era hora de enfrentar o medo e subir a famosa pedra do baú. Assim que alcancei uns três metros de altura, já começaram as vertigens e percebi que só daria problemas para meu namorado e as pessoas que estavam nos acompanhando na subida. Disse a ele que iria descer e voltar pro acampamento, mas que ele subisse, pois não iria deixar de aproveitar tudo aquilo que ele tanto adorava por causa do meu medo. Ele aceitou e assim foi feito. Descemos, ele pegou o equipamento e subiu com o pessoal. Antes de começar minha caminhada de volta, fiz mais um carinho no cachorro e (tenho este costume) me despedi dele. Pra minha surpresa o cachorro começou a me acompanhar.
Na trilha, muitas vezes, eu tinha que sentar pra conseguir segurar em alguma raiz ou pedra e poder continuar descendo, então ele passava minha frente e logo em seguida parava, olhava pra mim, sentava e me esperava. Foi assim até o fim da mata fechada. Logo que chegou a parte da montanha que é aberta, ele parou e, sinceramente, me olhou como se despedindo e subiu a montanha correndo, na direção da trilha e conseqüentemente para a espera de seus donos. Fiquei ali parada por alguns momentos e senti uma gratidão por aquela companhia, me senti realmente protegida e rindo sozinha de contentamento, fiz minha caminhada de volta pro acampamento, agora bem mais colorida!
Um grande abraços, Mestre. Francine Rosa.
Puxa Jujú, eu nem sabia do Cowboy Júnior!! Também fiquei tristinha. Muitos e muitos beijinhos em você pra passar logo a dor da perda do cãozinho mais charmoso do Rio.
Pri
Os meus sentimentos solidários pelo Cowboy, eu também perdi o meu à umas semanas que desapareceu.. não é fácil mas é um sofrimento nada comparado com as alegrias que eles nos dão e deram.