sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 | Autor:

Estamos de luto canino pelo falecimento do Cowboy, cachorrinho da instrutora Juliana Dias, da Unidade Leblon, no Rio.

9 comentários

  1. 1
    Juliana
    sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 às 12:27
     

    Mestre querido
    Obrigada pela mensagem pelo falecimento do Cowboy.Fiquei muito comovida. Obrigada pela atenção, carinho e sensibilidade que você tem com cada um de nós…e somos tantos! Como você consegue?
    Obrigada,Te amo,
    Juliana

    Anahí Reply:

    Julia, sinto muito pelo aconteçido.
    Só hj vi este post!
    Tudo de bom p vc.
    Beijão desde Buenos Aires,
    da Anahí

  2. 2
    Marina Engler
    sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 às 14:09
    yogapress.wordpress.com
     

    Sei como você se sente Jú, e deixo aqui minhas condolências em palavras de conforto:

    Lembranças daquele amiguinho que além da fidelidade que nos presenteia, ainda nos entende em silêncio, nos conforta apenas com o olhar, é sempre nosso cúmplice e um carinhoso companheiro.

    … Lembranças!

    … Saudades!

  3. 3
    Fernanda Neis
    sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 às 17:52
    yoganosjardins.com.br
     

    Juju, que triste!
    Nem deu tempo de ele e a Jaya se conhecerem.
    Fica aqui meu beijo pra vc e uma lambida da Jaya tristinha

  4. 4
    clara elisa ribeiro
    sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 às 23:09
     

    Perder um amigo é triste; sim, porque os cães também são membros da nossa família; interagem connosco; sentem as nossas dores; e são mais fiéis que muitas pessoas.

    Oxalá todos tratassem com mais respeito as outras criaturas vivas para além do sapiens sapiens.

    Espero que consiga sinceramente ultrapassar esta fase;certamente que não lhe faltarão apoios para ultrapassar esta fase na nossa “famiglia”

    Um abraço,
    Clara Elisa Ribeiro, sádhaka(Unidade de Guimarães,Portugal)

  5. 5
    Franco
    quinta-feira, 18 de dezembro de 2008 às 1:06
     

    … que pena por ¨Cowboy¨.

    Estoy asupiciando a una perrita que se perdió hace 4 meses ¡y ya no se que hacer para encontrarle un hogar.!

    http://www.slide.com/r/T7FnAqZj7j_xUC87BLzjZB0Fv64fiMEL?previous_view=mscd_embedded_url&view=original

    Saludos,

    Franco
    Lima-Perú

  6. 6
    Francine Rosa
    domingo, 21 de dezembro de 2008 às 20:57
     

    Olá! Tenho que deixar aqui dois acontecimentos com cães que marcaram minha vida.
    O primeiro: um acontecimento com minha irmã, que ela me contou.
    Ela tinha uns cinco anos e foi numa pescaria com seu pai e alguns amigos dele.
    Pelo que ela me conta ele (seu pai) era bem distraído e andando na frente com os amigos, não percebeu que no trecho onde eles caminhavam para pescar, minha irmã caiu no rio. Não sabia nadar e logo começou e engolir muita água e se apavorar. Mas tinha um cachorro por perto que pulou na água e a puxando pela roupa a levou até a beira onde ela já podia levantar. Estou resumindo a história, mas minha irmã (hoje com 46 anos) lembra bem do fato e que até hoje tem sempre um cãozinho por perto e já cuidou de vários perdidos, durante muitos anos…
    A sensibilidade deste cão salvou a vida dela e isto é maravilhoso!
    O segundo: este acontecimento foi comigo!
    Num acampamento com um ex-namorado, em São Bento de Sapucaí, fomos numa caminhada para subir a “pedra do baú”, muito admirada pelos alpinistas!
    O caminho para chegar até a pedra era de mais ou menos uma hora e meia, no começo é uma trilha aberta na montanha. Neste pedaço quase não tem árvores e é bem tranqüila a subida. Depois, chega a parte da trilha que é uma mata fechada. Nesta parte da montanha, as trilhas são estreitas e o acesso fica mais difícil, no entanto é uma deliciosa a caminhada.
    Quando chegamos em frente à pedra do baú, fiquei admirada com seu tamanho e como era íngreme. Meu namorado (que praticava alpinismo nos finais de semana) sabendo que eu tinha medo de altura, tentou me tranqüilizar e colocou o equipamento de alpinismo em mim dizendo que poderíamos subir tranqüilamente. Realmente daria até sem equipamento, pois tinha uns degraus estreitos de metal, pregados na montanha, que davam acesso a pessoas mesmo que não fossem alpinistas. Quando estes queriam realmente praticar o alpinismo era uma outra parte da montanha que era usada. Mas com o medo que eu estava…
    Antes de subir, vi que tinha um cachorro, que não parava de olhar pra cima, era branco e lindo. Fazendo carinho nele, perguntei a um rapaz, se aquele cachorro tão bem tratado tinha dono e por que estava ali sozinho. O rapaz (me pareceu algum instrutor do local) me respondeu que o cachorro já estava ali bastante tempo e estava esperando seus donos descerem da pedra. Disse também que ele não saiu de perto da pedra nenhum instante.
    Era hora de enfrentar o medo e subir a famosa pedra do baú. Assim que alcancei uns três metros de altura, já começaram as vertigens e percebi que só daria problemas para meu namorado e as pessoas que estavam nos acompanhando na subida. Disse a ele que iria descer e voltar pro acampamento, mas que ele subisse, pois não iria deixar de aproveitar tudo aquilo que ele tanto adorava por causa do meu medo. Ele aceitou e assim foi feito. Descemos, ele pegou o equipamento e subiu com o pessoal. Antes de começar minha caminhada de volta, fiz mais um carinho no cachorro e (tenho este costume) me despedi dele. Pra minha surpresa o cachorro começou a me acompanhar.
    Na trilha, muitas vezes, eu tinha que sentar pra conseguir segurar em alguma raiz ou pedra e poder continuar descendo, então ele passava minha frente e logo em seguida parava, olhava pra mim, sentava e me esperava. Foi assim até o fim da mata fechada. Logo que chegou a parte da montanha que é aberta, ele parou e, sinceramente, me olhou como se despedindo e subiu a montanha correndo, na direção da trilha e conseqüentemente para a espera de seus donos. Fiquei ali parada por alguns momentos e senti uma gratidão por aquela companhia, me senti realmente protegida e rindo sozinha de contentamento, fiz minha caminhada de volta pro acampamento, agora bem mais colorida!
    Um grande abraços, Mestre. Francine Rosa.

  7. 7
    Priscila de Sousa
    segunda-feira, 22 de dezembro de 2008 às 14:18
    priramos.com
     

    Puxa Jujú, eu nem sabia do Cowboy Júnior!! Também fiquei tristinha. Muitos e muitos beijinhos em você pra passar logo a dor da perda do cãozinho mais charmoso do Rio.
    Pri

  8. 8
    Pedro
    domingo, 28 de dezembro de 2008 às 17:38
     

    Os meus sentimentos solidários pelo Cowboy, eu também perdi o meu à umas semanas que desapareceu.. não é fácil mas é um sofrimento nada comparado com as alegrias que eles nos dão e deram.

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