Rafael Schoenfelder |
Enviado em 24/01/2010 às 20:25
Olá Mestre , Forte abraço, |
É impressionante que pessoas inteligentes, educadas, religiosas e de boa índole não percebam que com o seu dinheiro estão sustentando uma indústria mil vezes mais cruel e imoral que o crime organizado e os carteis das drogas. É preciso que cada um de nós aja, atue, dentro do seu círculo de influência para tornar as pessoas mais conscientes e para gerar leis de proteção verdadeira aos animais que os homens decidiram que Deus os criou para serem maltratados, trucidados e devorados por nós.




segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 às 17:38
julianatoroswasthya.multiply.com
Ai Mestre…quem sabe um dia a humanidade enxerga que tudo no mundo esta interligado e que ao matar um irmão animal matamos a nós mesmos..=/
A esperança é sempre a última né?!
beijos muitos muitos!
Juju
Treze Tílias – SC
DeRose Reply:
janeiro 25th, 2010 at 17:40
E essa esperança não morrerá jamais se cada um de nós aplicar o conceito de ação efetiva. Besitos, bisous und kisses 4 u.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 às 18:11
Olá Mestre,
realmente é uma vergonha a crueldade com que a humanidade trata os outros seres…Com tantas opções para alimentação, o nível brutal que buscamos comida, nos dias de hoje, depoe contra humanidade que se diz “civilizada”.
httpv://www.youtube.com/watch?v=zPtm2pNieUY&feature=related
Um abraço, Samir.
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 0:43
É isso mesmo. Abração, Samir.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 às 18:50
YogaKobrasol.org
Nesse findi estava lendo um livro sobre cães, que criticava a crueldade de alguns povos do oriente, os quais tem por hábito cultural milenar comer carne de cachorro. Eca!!! É obviamente horrendo!!
O livro criticava a comilança dos pobres cãezinhos como uma barbárie, enfatizando que grupos de preteção dos animais estavam tentando acabar com esse mercado. Muito bem!
Ora, mas expandamos um pouco nossa consciência… e os pobres dos boizinhos, dos porquinhos, das galinhazinhas, dos peruzinhos, das ovelhinhas?? Será que esses grupos não veem essa comedeira também como uma agressão brutal?
Ou enquanto protegemos os cães esses outros bichinhos podem morrer assassinados e não é crime? Não estavam todas essas espécies na Arca de Noé, para serem salvos com o mesmo cuidado, sem preferência?
Quantas vezes já vimos programas de patrulhas de salvamento de cavalos, camelos e elefantes maltratados… mas nunca vimos alguém invadir um abatedouro pra libertar centenas de carneirinhos prestes a virar churrasco!!
A incoerência humana é aterradora. A hipocrisia, desumana.
Mudemos o mundo!!
Rodrigo De Bona.
DeRose Reply:
janeiro 25th, 2010 at 20:00
Essa é a minha perplexidade, Brother.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 às 19:03
Olá Mestre,
Veja só que notícia, digamos, peculiar: “Ioga” reduz sentença de prisioneiros em alguns estados da Índia:
http://video.msn.com/?mkt=pt-br&vid=ed393f19-ff2a-4bb7-9f5a-64b4e8fd4888
Sinceramente, não sei o que dizer sobre isso…
Abraços
Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/Ceará
DeRose Reply:
janeiro 25th, 2010 at 19:59
É…
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 às 20:08
leilanelobo.blogspot.com
Bom, o animador é que vemos a cada dia o número de vegetarianos aumentando. As pessoas já não estão mais tão cegas.
Um beijão, Dê.
Instra. Leilane Lobo
Fortaleza-CE
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 0:42
É verdade, querida. B-joka.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 às 20:59
manaskriya.blogspot.com
Interessante notar que a questão da redução do consumo começa a ser discutida mais seriamente em fóruns relevantes, e que realmente podem acabar por alterar as regras que se aplicam ao jogo.
http://www.nytimes.com/2010/01/25/business/energy-environment/25iht-green25.html?scp=2&sq=meat&st=cse
Fico impressionado com as falácias que criam para não discutir a questão, do tipo: “mas e se pararamos de comer carne, o que faremos com todas as vacas existentes? Seria um caos!”.
Enfim, assim como há 130 anos tínhamos escravos no Brasil e há 50 anos negros não podiam frequentar os mesmo lugares que brancos nos EUA, fumar era legal, mulher tinha que casar virgem e outros absurdos que se mostraram ridículos com o passar dos anos, resta torcer para que a humanidade dê mais esse passo para se distanciar do obscurantismo. Talvez daqui a 50 anos comer carne seja visto como um resquício de épocas tristes.
Já somos muitos vegetarianos, e há um expressivonúmero de pessoas notórias que aboliram a carne de seus cardápios. A tendência é o aumento exponencial desse contingente. Bom saber que fazemos nossa parte, esclarecendo um sem-número de pessoas.
Beijos!
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 0:41
A coisa está evoluindo mais rápido do que eu esperava. Há vinte ou trinta anos eu jamais poderia imaginas que os melhores restaurante e lanchonetes assinalassem os pratos vegetarianos e vegans ou mesmo que tivessem uma parte só para essas preferências. Jamais imaginei que tantas matérias em jornais, revistas e internet tratassem do tema como está ocorrendo hoje.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 às 22:41
O que me deixa mais indignada é saber que mesmo que os abatedouros fossem de vidro muitas pessoas ainda assim não seriam vegetarianas, talvez ficassem impressionadas no início mas depois logo iriam encarar toda essa tortura como algo normal. Faço faculdade de veterinária e temos muitas aulas onde são mostradas as fases do abate em vídeos, em fotos, ao vivo em visitas técnicas e é incrível como as pessoas em sua maioria não se incomodam e até gostam, vejo meus colegas de sala animados em fazer estágios em frigoríficos, nas linhas de abate, chegam a dizer que num primeiro momento sentem dó mas depois eles mesmos querem colocar a mão na massa. Eu acabo muitas vezes sendo motivo de piadinhas sem graças e tão batidas por ser vegetariana. Tem muita gente nesse mundo que ainda está longe de ter essa consciência de preservação da vida, de abolição do sofrimento dos animais, eles não conseguem perceber que alimentação vegetariana e muito mais rica, saborosa, sáudável e criativa preferem se alimentar de dor e desespero. O que me anima é saber que aos poucos e graças àqueles que como nós somos vegetarianos estamos de alguma forma contribuindo para que toda essa crueldade um dia tenha fim.
Um grande abraço a todos!
Swásthya!
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 0:36
São uns bárbaros!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 0:58
Querido Maestro! no pude terminar de ver el video porque me pareció muy crudo. Pero qué bueno saber que elejimos el camino más feliz para nosotros y para nuestros compañeros, los animales!
Un abrazo muy fuerte y cariñoso desde Argentina.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 8:16
Bom dia querido Mestre.
Outro dia li um texto extraído do livro “Só envelhece quem quer” – General Caio Miranda Ed. Freitas Bastos – Rio de Janeiro – 1960, no capítulo que fala sobre alimentação – A vaidade será completamente alheia ao gênero humano e a crueldade será conhecida unicamente através da história, quando as pessoas a ela se referirão com o mesmo sentimento de estranheza com que hoje nos reportamos ao hábito dos canibais.
Espero viver o bastante para testemunhar este fato.
Um grande
abraço Mestre
Henrique Malerba
Unidade Santana – SP
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 9:28
O diabo é que é uma indústria poderosa, esses dias vi uma matéria num jornal que falava sobre os benifícios de uma dieta com hamburguer! Dá pra acreditar? Só com financiamento uma reportagem dessas pode sair.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 10:14
Os seres humanos são bizarros…..quando me mudei para Paris algumas pessoas argumentavam….mas vc também mata a cenoura, o trigo ou o milho e isso é a mesma coisa!
Será assim tão parecido colher um legume de enfiar uma faca na jugular de uma vaca e ver o seu sangue a escorrer????
Fico perplexa com tanta crueldade de alguns homo malignus….
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 10:23
marcosfelice.com
Muito bom esse post.
Os humanos aprendem por meio da comunicação.
O conhecimento vai se acumulando e passando de forma oral ou escrita de uma geração à outra geração.
Quando pequenos comemos o que nos é oferecido pelos nossos pais, mas como não possuímos o conhecimento, apenas alguns poucos instintos, nos adaptamos àquilo. Nascemos sem consciência sobre o que estamos comendo, muito menos podemos falar sobre suas consequências sobre o organismo, mas nos acostumamos. Não temos escolha. Não temos conhecimento.
Essa situação só mudará por meio da educação e da transmissão desse precioso conhecimento ao maior número de pessoas possível.
Cabe a quem sabe, a responsabilidade em transmitir o conhecimento aos milhões que não sabem.
Por que não incluir a nutrição no currículo escolar?
Se cada um de nós transmitir o seu conhecimento, e se quem o receber passar adiante, criaremos uma fonte exponencial.
Hoje somos muitos nessa adorável família.
Vamos agir!
Vamos combater a ignorância.
Aproveito para parabenizar a Rô, que ministrou um curso fantástico sobre alimentação nesse domingo. Recomendo muito.
Abraços,
Marcos Felice
Unidade Leblon
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 12:03
Olá Mestre,
Curioso o post da Soninha de Paris, também já me atacaram com este argumento idiota: “mas você também arranca os vegetais da terra, fatia e cozinha-os, que difereça há em relação a um animal?”
O contra-argumento é infalível:
passo1: peça para que o estulto imagine-se numa cozinha descascando um legume ainda fresco, cortando-o em tirinhas, ralando, extirpando suas partes ruins, em seguida, escaldando-o, cozinhando e comendo-o.
passo 2: pergunte ao energúmeno se ele tem um bichinho de estimação. Se tiver, pergunte seu nome. Se não tiver, não tem problema.
passo 3: peça ao parvo que retorne a cozinha anterior e descasce seu bichinho ainda vivo, cortando-o em tirinhas minúsculas, ralando, extirpando suas vísceras, cozinhando e comendo-o.
passo 4: se a ficha ainda não cair, sugira espetar o braço de seu amigo com um garfo ao mesmo tempo em que faz isso a um brócolis. Constate quem grita mais alto.
Abraços
Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/Ceará
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 18:15
Muito bom, Rômulo!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 12:23
Maestro,
Esta mañana estuve releyendo el libro Ser Forte… Solamente quería contarte que fue hermosa la sensación de ir sumergiéndome cada vez más profundo en la lectura, tus palabras… disfrutando cada vez más el perfume de cada página… Sinténdome más cerca… Aprendiendo…
Gracias!!
Un abrazo muy fuerte…
Mariano
Sede Callao – Bs. As.
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 18:14
Te siento muy cerca. Abrazote.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 14:01
A Soninha.paris comentou que as pessoas dizem que nós matamos a cenoura, trigo, milho etc… e essas pessoas costumam acrescentar que a carne faz bem, eu também sempre escuto esses comentários e respondo com muito bom humor: a prova de que os legumes, hortaliças, frutas foram feitos para a nossa a alimentação e não se importam quando os colhemos, é que eles nos retribuem garantindo melhor saúde, bem estar, disposição, vitalidade entre outras coisas boas e as carnes que eles comem retribuem entupindo suas artérias, aumentando o colesterol, a obesidade entre outros males…….geralmente ficam sem resposta ou acabam concordando rsrsrs.
Bjs
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 18:13
E além disso, Camila, não se compara “matar” uma cenoura e assassinar um cão, uma vaca, um golfinho ou qualquer outro animal. Qualquer um de nós é capaz de enfiar uma faca numa alface, mas poucas pessoas seriam capazes de enfiá-la em um cavalo ou em um gato. Complemente com o comentário enviado pelo Rômulo.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 15:22
Olá pessoal!
Como há muito tempo não comentava, começo por me apresentar.. Eu sou a Nádia, aluna da formação de instrutores do Método DeRose (aluna da Professora Zélia Couto e Santos) e sou igualmente gurusêva da Unidade 5 de Outubro!
Gostaria antes de mais cumprimentar todos os meus colegas e, sinto já, meus amigos! Depois, e mudando ligeiramente o tom do meu post, gostaria de partilhar a minha experiência.
Quando acedi ao link que o Rafael Schoenfelder enviou ao Mestre, tenho a dizer que tive que o desligar passados 17 segundos. Não estou a exagerar, não cheguei ao meio minuto, porque é tão assustador, tão revoltante que me faz sentir vergonha desta humanidade (ainda) maioritariamente carnívora, ainda maioritariamente cega e ignorante…
Assustar pode ser bom ou mau, foi assim que os grandes ditadores levaram as suas massas de pessoas a fazer crueldades, mas assustar só é bom e produtivo quando nos alerta para as verdadeiras crueldades! Este é o caso do mecanismo que este blog agora tem no seu canto inferior direito, que contabiliza o “peso” que cada um de nós pode ter nesta chacina.
Por favor, vamos todos escolher recusar fazer parte disto, e vamos todos começar pelo primeiro e mais difícil dos passos: a educação.
Eu tenho 20 anos, fui educada a comer carne, a tirar prazer disso, não tenho culpa até determinada idade. Aos 16 anos comecei a rejeitar essa ideia, comecei a ser chamada de maluca. Pois bem, se sou maluca, não quero fazer parte desta geralmente aceite sanidade que é matar seres vivos.
Um beijo a todos, ***
Um beijo ao Mestre DeRose desta chêla***
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 17:50
Estou de acordo, Nádia. Se ser normal é ser cruel, insensível, torturar e matar comendo carnes defuntas, se ser normal é alterar a consciência com as bebidas alcoólicas e destruir a saúde com o fumo, se ser normal é isso, prefiro ser maluco. Um dos meus pensamentos já adverte: ” ‘Louco’ é a designação dada aos demais pelos que têm menos competência.” Em tempo: você não é gurusêva, você é gurusêviní, aquela pessoa do sexo feminino que presta gurusêva. Se fosse homem, seria gurusêvin. Vou ter que puxar as orelhas do seu instrutor, ainda mais se você é antiga e já passou pelos graus de sádhaka, yoginí e agora está no patamar de chêla! Ele não aplica a checagem da assimilação mediante as perguntas no final de cada aula? Ainda mais a quem vai ser uma excelente defensora dos nossos valores, como é o seu caso. Lembre-me de lhe dar um abraço quando nos virmos em abril. Beijinho.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 17:17
uni-yoga.org
Infelizmente, Taty, no Dia do Yôga precisamos comemorar o próprio Yôga. A outra comemoração pode ocorrer side by side. b-joletas cintilantes.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 18:05
Erro meu, Mestre, estou sempre a aprender. E ainda bem que estamos no ano 2010, com toda esta tecnologia e esta proximidade que me permite sentir que o Mestre acompanha realmente o meu aprendizado. E eu mesma o acompanho, mesmo que seja apenas via vídeo e internet!
Ainda no outro dia a Prof. Zélia disse que no início do seu discipulado só conseguia comunicar com o Mestre por correio, o correio tradicional. E por isso, era difícil o Mestre corresponder.
Por isso, fico muito contente que em pouco mais de duas horas o meu comentário tenha sido respondido, mesmo que tenha recebido uma lição.
Aliás, é bom receber uma lição, é para isso que me considero uma discípula, estando sempre a aprender. Obrigada, Mestre!
Boa aula logo à noite!
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 18:08
Até já, querida. Já nos vemos.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 18:10
uni-yoga.org
Explique-me melhor no final da aula, OK?
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 19:02
Mestre gostei muito do comentário da Nádia e da sua resposta/lição. É verdadwe que no início só conseguia conversar consigo escrevendo-lhe cartas. A Renata incentivava a que eu lhe escrevesse e quando o Mestre cá vinha dizia sempre para eu lhe continuar a escrever, porque gostava.
No entanto e apesar das belas lembranças hoje é um dia triste, porque faz 2 anos que a nossa Renata Sena partiu para junto dos Mestres Ancestrais. Para mim fica a saudade e o carinho da sua amizade sempre pautada e recordada por tudo o que ela me ensinou. SwáSthya!
Um grande abraço para si
Zélia Couto e Santos – Lisboa
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 20:57
Um beijinho para a Zélia e outro para a Renata Sena, de onde quer que ela o receba.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 19:07
Quanto ao comentário da Soninha e do Rómulo, quando as pessoas fazem esse tipo de comparação entre matar uma alface e uma vaca, eu só digo a essa pessoa:
“Fulano, não esperava de uma pessoa inteligente e culta como tu, uma associação de ideias dessa natureza. Não queiras comparar o sistema nervoso de uma vaca com o de uma alface”
Normalmente a pessoa cai em si e ri-se.
Beijinhos
Zélia
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 20:56
Grande resposta, Zélia! Grande mesmo.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 19:40
Olá Mestre querido,
Queremos presentear a nossa presidente de Federação, Marcia Zanchi, com um Monier-Williams, mas estamos com dificuldade em determinar que edição comprar. Se não for incômodo, gostaríamos de sua opinião
Pesquisando no Tratado, vimos que você indica a editora Oriental Publishers, procuramos bastante, mas ainda não encontramos o livro publicado via Oriental.
Em contrapartida, encontramos um da Oxford University, edição de 1963. Também um mais recente, de 2005, da Motilail Banarsidass e outro da Sharada Publishing House Delhi.
Estas outras edições são confiáveis?
Abraços e, desde já, obrigado
Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/Ceará
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 20:46
Há uma boa edição da Motilal Banarsidass Publishers, Mr. Rajeev Jain – 41 UA, Bungalow Road, Jawahar Nagar, Delhi – 110007 – India – Tel 23851985, 23858335, 23854826, 23852747 FAX 011-23850689, 25797221. E-mail: mlbd@vsnl.com. Há outra da Natraj Books, 7073 Brookfield Plaza, Springfield, VA 22150. Certamente, será um presentão, grande e pesado! Algo inesquecível.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 19:58
Olá Mestre e egrégora,
Já ouviram falar de FIB?
Trata-se de Felicidade Interna Bruta, um conceito que está sendo propagado como crucial na mensuração do desenvolvimento e da riqueza de uma nação, que está muito além de meros dados estatísticos de desenvolvimento econômico. Seus quatro pilares são economia, cultura, meio ambiente e boa governança, que se desdobram em outros princípios. Quando estes aumentam, aumenta a FIB.
Alguns links interessantes a respeito:
http://www.felicidadeinternabruta.org.br/sobre.html
http://www.felicidadeinternabruta.com.br
felicidadeinternabruta.blogspot.com
Ora bolas, o Método DeRose é um verdadeiro potentado de elevação da FIB no mundo!!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 22:45
Por coincidência ou não ontem eu postei este mesmo vídeo no meu blog.. pouco depois você fez o mesmo!
Seria tão bom que todos tivessem coragem de assistí-lo do princípio ao fim e que isso fizesse realmente alguma diferença na maneira de agir com os animais.
Assisto e re-assisto e não consigo acreditar que é um homem que comete tamanha crueldade.
Penso que se um homem é capaz de cometer tamanha maldade com um animal para poder comê-lo, significa que este mesmo faria igualmente com um homem em sua semelhança.
Tenho medo!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 22:49
Mestre
A tua aula de hoje, dia 27 de Janeiro esta deeeeeeeeeemais!
Foi mesmo muito boa, aulas como esta ainda me inspiram e muito!
Um grande beijo de todos de Londres
Gustavo
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 23:46
Obrigado. Um abração sob o dilúvio de São Paulo. A cidade devia se chamar São Pedro.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 22:49
Maestro
Estamos en la Sede Callao junto con los chicos de Belgrano y Recoleta asistindo a tu clase online… Qué placer!!!
Muchos besos desde Buenos Aires!!!
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 23:45
Besitos a todos.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 22:52
espaceenergie.fr
Olá,
Um beijinho de boa noite. Obrigada por mais uma web class.
Até amanhã.
Inst Filipa – Espace Energie – Paris
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 23:44
Bon nuit, querida.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 23:03
Olá Mestre.
Muito obrigado por sua ajuda no Monier-Williams, ela foi preciosa!
Vi há pouco na webclass você falar da comunidade do Conjunto Palmeira, em Fortaleza, famosa internacionalmente por suas ações de economia solidária. Durante a faculdade de Psicologia fiz uma pesquisa nesta comunidade! É realmente um exemplo de organização e ação efetiva.
Aqui está o site da Banco Palmas, instituição financeira criada por moradores da comunidade que, inclusive, tem sua própria moeda de circulação local! Ela serve para fomentar o comércio da comunidade.
http://www.bancopalmas.org/site.php
Um grande beijo!
(..e esse sádhana de 50 anos que não chega logo…)
Rômulo Justa
Unidade Dom Luís – Fortaleza/Ceará
DeRose Reply:
janeiro 26th, 2010 at 23:44
Obrigado pelo link. Assim, poderemos conhecer a história contada por eles mesmos e com os nomes corretos. Beijão.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 às 23:56
buenas noches,
recien terminamos de ver la clase online sobre Ética
en la Sede Callao, todos juntos Recoleta y Belgrano
en Buenos Aires.
Comimos unas pizzas perfectas de la cantina de Callao
Gracias Maestro, Dê, nos sentimos muy cerca y ultraorgullosos de poder compartirlo con ustedes en tiempo real, entonces mil gracias al equipo detrás de escena que lo hace posible, un beso al león Charles y leona Fernanda Neiss
Joaquina
DeRose Reply:
janeiro 27th, 2010 at 1:50
Gracias mi querida. Buenas noches y lindos sueños.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 às 19:30
uni-yoga.org
Minha amiga me disse que não enviou a divulgação do evento para ninguém. Pergunto: a outra profissional foi contratada para divulgar o evento? Ou o perfil da pessoa física? Já sei a resposta, mas preciso da confirmação, pois a ideia é que ela trabalhe só para o evento, não é?
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 às 19:31
uni-yoga.org
Você me envia o release?
quinta-feira, 6 de maio de 2010 às 17:34
Hola mestre DeRose:
Ayer renunciè al restaurante y voy a buscar otro trabajo en un rubro distinto.
Le confieso que hice mi mejor esfuerzo para ser tolerante, flexible y adaptarme a ese entorno. Aunque confirmo que desde un inicio, fue un error hacer un plan, basándome en una rutina de vida que no estuvo de acorde a mis espectativas y pretenciones
(…) a separatividade é um fato que se debe aceitarce até respeitar, pois trata-se simplesmente de um fenômeno natural o qual reúne os individuos afins em grupos distintos para que cada um ajude o outros na defensa dos seus interesses. Como é virtualmente impossível que todos tenham as mesmas necessidades básicas ou las mesmas aspiraçoes, a evoluçäo se processa, em grande parte, graças á energia dos atritos entre os grupos(…)¨Cuando e preciso ser forte¨-DeRose.
El balance fue positivo. Aprendì con esta experiencia y confirmé, que a pesar que no serà sencillo, mi lugar es con usted.
Abrazo.
F.
P.D.: En el momento que le estuve comunicando al administrador en turno mi renuncia, curiosamente, se presentò un sismo. Quice creer que todo el sufrimiento animal acumulado y propiciado por ese restaurante, habìa enocontrado en ese instante, una vìa de protesta.