terça-feira, 20 de janeiro de 2009 | Autor:

Ela é uma vira-latinha linda, tem dois meses e estava abandonada com fome e com frio dentro de uma caixa de papelão na rua, jogada num canto qualquer. Mariana Rodrigues adotou-a e está toda mamãe. A primeira coisa foi apresentá-la à Jaya, sua irmã de criação mais velha. Para que a Jaya não ficasse triste por sentir que a pequenina estava monoplizando as atenções, fiquei dando-lhe carinho. Depois fatiei uma banana, que é a fruta que Jaya mais ama, e fui brincar de adestrá-la. Ela faz qualquer gracinha por um pedaço de banana. Mariana pegou um pedacinho e colocou ao lado da boquinha da Sampa (esse é o seu nome). Mas, tão pequenina, não sabia o que era e deixou ali. Jaya veio, olhou aquele pedaço apetitoso de banana dando sopa, cheirou e se afastou! Não acreditávamos! Jaya não tocou na comida da nenén… Então peguei um naco da fruta e lhe ofereci. Ela imediatamente abanou o rabinho e aceitou. Que pessoa incrível é essa Jaya! A cada dia eu a admiro mais.

Para que você não tenha que procurar, vou colar aqui a resposta ao comentário do Alessandro Martins, no qual conto a história de adoção do Wilson:

Alessandro, você me emocionou profundamente com o seu texto. Sou um admirador do seu talento. Você é um grande escritor. Gostei muito também do comentário feito pelo Alexandre Kovacs, que reproduzo:

Recomendo um livro excelente sobre cães: “Da dificuldade de ser cão” de Roger Grenier, onde ele apresenta várias histórias sobre famosos autores como Camus, Sartre, Voltaire, Kafka e seus amigos cães.

Este trecho, por exemplo, citação de Maeterlink sobre o privilégio de ser cão é fantástico: “Ele é o único ser vivo que encontrou e reconhece um deus incontestável, tangível, irrecusável e definitivo. Ele sabe a quem dedicar o melhor de si, sabe a quem se dar acima de si mesmo. Ele não precisa buscar uma força perfeita, superior e infinita nas trevas, as mentiras sucessivas, as hipóteses e os sonhos”.

Sobre vira-latas, tenho uma história para lhe contar. Chegando ao Brasil de uma viagem ao exterior, encontramos no aeroporto internacional um serzinho pequeno que ia de passante em passante pedindo para ser adotado. Saltando como uma molinha, como se quisesse se aboletar no colo das pessoas, o rabinho abanando intensamente e um olhar suplicante, não havia como ignorá-lo. Quando veio pulando em mim, fiz-lhe carinho e senti receptividade. Dei-lhe comida. Olhei nos seus olhinhos negros e não consegui deixá-lo lá. Fernanda e Vivi apoiaram minha sugestão de levá-lo para casa e foram, por sua vez, respaldadas pelo Gabriel (que passou a ser o pai do Wilson) e pela Andréa (irmã da Fée). Deixamo-lo durante uma semana em uma clínica, em observação, tomando todas as vacinas. Não caberia mais um ente querido de quatro nem de duas patas em nosso apartamento.
Quando fomos buscá-lo no veterinário sua alegria por nos rever era inacreditável. Vivi se apaixonou por ele e adotou-o. Quando perguntam sua raça digo que é street terrier. Mas é bem possível que tenha mesmo algum ascendente com pedigree. Ele tem uma índole ótima, é ultra educado, logo tornou-se vegetariano com prazer e parece estar nos dizendo o tempo todo “Obrigado, obrigado por me darem um larzinho!”. Quando fomos viajar para passar o Ano Novo no Rio, Vivi teve que deixá-lo na casa da treinadora. Ao retornarmos para buscá-lo, soubemos que ele ficou no portão até as onze da noite esperando que sua dona voltasse. Peça à Vivi para colocar aqui uma foto dele e vai constatar como seu olhar é expressivo.

Mais histórias de cachorros? Leia os posts: Jaya, minha weimaraner vegetariana; Pessoinhas de quatro patas; O seu carro tem cheiro de cachorro? Dê-lhe ração vegetariana!; 100 maneiras de melhorar o mundo (1): adote um animal.

Milena Rosolen

Olá pessoal, segue mais um site para quem quiser adotar um cachorrinho: http://www.adotaretudodebom.com.br
Bjs Milena

Chrystine Omori

Konbanwa, pessoal!^-^
Esse aqui é para adotar, mas quem não puder, pode ajudar apadrinhando ou fazendo doações!
E nem precisa ser daqui de São Paulo ;)
http://www.viralataedez.com.br/

Leilane Lobo

Mestre,

Olha que linda ação!

Você assiste ao vídeo e a PEDIGREE doa um prato de ração para cães abandonados.

Já são + de 100 mil pratos doados.

Vale a pena assistir!

http://www.youtube.com/watch?v=2DR6XqBKkSM

  1. Autor: Lucas

    buenas noches Mestre y amigos,

    que lindo es leer todo esto,
    yo por suerte tengo una gata, se llama Tichu.

    Ella es muy independiente, temperamental y algo caprichosa. Pero si alguien en casa está mal de salud o de ánimo, ella es la primera en notarlo, viene, se acuesta cerca, o te mira fijo…

    También tiene sus días donde quiere jugar, o a veces, viene a ver películas conmigo en la compu (y yo amo q no hablen durante la peli, asi q nos llevamos excelente)

    Podria pasarme horas escribiendo sobre mis amigos peludos, es tan lindo compartir la vida con ellos, entender q nadie le pertenece a nadie, q estamos para ayudarnos, enseñarnos, mimarnos, para crecer y disfrutar…

    Mestre, muchos saludos y una excelente semana!!!

    Sr L

  2. Autor: Heloiza Gabriolli

    Adorei Mestre as boas vindas à Sampa! Não vejo a hora de conhecê-la pessoalmente. Ah, vou substituir a maçã que levo à Jaya por banana. Agora quero descobrir qual a fruta predileta da Sampa. (rs.rs.rs.) Um maravilhoso dia para você, assim como tenho certeza que será o meu após entrar no seu blog. Parabéns querido Mestre.
    Um beijo carinhoso. Helô

  3. Autor: Carol Capellani

    Tambem tenho uma amigo peludo, chamado Basquiat, tambem chamado carinhosamente de Petusco.
    É uma gatinho preto lindo e inteligente, tem horas que me lembra um cachorrinho de tão dependente que ele é ( o que geralmente é raro se ver, já que os gatos são conhecidos pela sua independência), me segue para todo lado na casa, se vou para o computador ele sobe na mesa e senta do lado do monitor, até quando vou ao toillete! rs
    Mas aí chega uma hora que ele quer ficar só, e se emburaca em algum canto e doooorme.
    Mas nada se compara ao carinho de um cachorro… eu tinha um que morreu recentemente, foi a coisa mais triste que me aconteceu no ano que passou. Ele e o Basquiat eram muito amigos!
    Assim que der vou adotar um, sinto saudades do companherismo dessas pessoinhas!
    beijos e bom dia a todos!

  4. Autor: DeRose

    Que lindo, não é, Carol?

  5. Autor: Fernanda Neis

    Gente, uma das melhores coisas que aconteceram nas nossas vidas foram a Jaya, o Wilson e agora a Sampa.
    Isso sem falar no Shiva, no Mauai, na Salomé, na Maya, na Mahá, no Bindo, no Santôsha, na Lis, na Sharon, no Gael, na Bíjá, na Crstal e em vários outros que fazem parte da família canina Swásthya.
    Acho que eles nos tornaram pessoas melhores, mais carinhosas e com mais qualidade de vida.
    Adorooooooooooo

  6. A Sampa é linda! Parabéns Mari!
    Beijinhos.
    Vivi

  7. Autor: Rafaella

    Quero conhecer a Sampa quando estiver em SP, Mari!
    beijos

  8. Autor: Anahí

    Quero ver foto da Sampa!
    Adorei o nome.
    Parabéns, Mariana!
    Bjs
    A

  9. Autor: Anahí

    Quero foto do Wilson também!
    Bjs.
    A.

  10. Autor: Silvone

    Mestre, a cada dia me torno mais seu admirador. Tenho em minha casa 12 street terrier, pois não suporto ver esses seres indefesos sofrendo nas ruas e acabo acolhendo-os. Amo a todos, pois trouxeram muito trabalho, mas tbem trazem muita alegria para minha vida. Acho que todos deveriam adotar um “street terrier”. Achei que o senhor não tinha tempo nem pra jaya por causa de seus compromissos, mas vejo que seu coração é tão grande como eu esperava que fosse e adotou mais um amiguinho.Um abraço meu e dos meus filhos, Big, Chêla, Jay, Laya, Vitória, Shiva, Guna, Nina, Surya, Chandra, Brigite e Lord(este ultimo é paralitico e anda em uma cadeirinha de rodas). SwáSthya!!

  11. Autor: DeRose

    E uma lambida da Jaya para você, Silvone.

  12. Autor: Ana Maria Marreiros

    Infelizmente aqui em Portugal acontece o mesmo,parte o coração ao ver tantos cães abandonados sem ter nem agua para beber.
    Eu chorava sempre que via um desses seres incriveis com
    aqueles olhos tão ternos do tamanho do mundo e pedindo
    socorro!!!!!
    Foi assim que a minha paixão começou…..
    primeiro adotei o Lucky a seguir a Musa,a Pombinha,a manchinha.o Miccolli,o Shaine,o James a Jaya e a Shakti.
    Ainda tenho uma Pastora Alemã chamada Kira …..
    Somos uma familia feliz,com agua limpa ,comidinha a horas
    e carinho muito carinho.
    Quando está na hora de comer quase me comem a mim de
    tanta lambidela ,para agradecer mais uma refeição.
    Peço a todos que adoptem o ser mais fiel que conheço e sejam felizes como eu sou….
    Um beijo muito grande,”Querido Mestre”
    Ana Maria Marreiros Portugal

  13. Autor: DeRose

    Ana Maria, você já leu os outros posts sobres cães? Acho que vai gostar do Pessoinhas de quatro patas; Jaya, minha weimaraner vegetariana; e Seu carro tem cheiro de cachorro?

    Ana Maria Marreiros |

    Sim Mestre,já li todos os outros posts sobre cães e adorei,
    adoro-os a vocês todos por serem tão sensiveis com os nossos amiguinhos caninos,as pessoas do Swásthya Yôga são mesmo muito especiais.!!!!!!
    Até sempre um abraço muito apertado
    Ana Maria Marreiros Portugal

  14. Pingback: Aproveitando o dia de sol « Yogapress’s Blog

  15. Autor: Flávia

    Querido Mestre!
    Comprei o livro “Da dificuldade de ser cão”e estou amando a leitura!
    Obrigada pela dica!
    Flavinha

  16. Autor: Cinthya

    Olá, adotamos uma cachorrinha que demos o nome de Demy, mas deveria ser Vitória, com toda sua trajetória pela força de vida que ela tem e que nos ensina a cada dia.
    Somos abençoados por termos ela junto de nós, pois não veio por acaso, é uma dádiva dos anjos.
    Beijos Mestre e um final de semana com muita Luz.
    Cinthya.

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