O MELHOR AMIGO
“Existem pessoas que não gostam de cães. Estas, com certeza, nunca tiveram em sua vida um amigo de quatro patas. Ou, se tiveram, nunca olharam dentro daqueles olhos para perceber quem estava ali.
Um cão é um anjo que vem ao mundo ensinar amor! Quem mais pode dar amor incondicional, amizade sem pedir nada em troca, afeição sem esperar retorno, proteção sem ganhar nada, fidelidade vinte e quatro horas por dia?
Ah! Não me venha com essa de que os pais ou filhos fazem isso, porque os pais e os filhos são humanos, irritam-se, afastam-se…
Um cão não se afasta, mesmo quando você o agride. Ele retorna cabisbaixo pedindo desculpas por algo que talvez não tenha feito, lambendo suas mãos a suplicar perdão.
Alguns anjos não possuem asas, possuem quatro patas, corpo peludo, nariz de bolinha, orelhas de atenção, olhar de aflição e carência.
Apesar dessa aparência, são tão anjos quanto os outros (os com asas) e se dedicam aos seres humanos tanto quanto qualquer anjo costuma dedicar-se.
O bom seria se todos os humanos pudessem ver a humanidade perfeita de um cão.”
Alguém me enviou este texto, um grande amigo meu, certamente. Mas não assinou. Nem informou de quem era a autoria. Assim, não posso dar o crédito a quem enviou nem a quem escreveu esse texto tão delicado e sensível. De qualquer forma, meu agradecimento a ambos.
DeRose






Lindo!
Esse texto é perfeito para a Jaya.
E o melhor de tudo: cães fazem amigos. Duvido que qualquer pessoa se sinta sozinha com um serzinho desses do lado. Além de fazerem companhia, sempre que estamos na rua, dezenas de pessoas param para conversar, contar histórias ou só fazer um carinho.
Deveríamos aprender mais com eles.
Que texto lindo e realmente muito verdadeiro, animais de 4 patas são anjos sim. Muito mais anjos dos que os que nem mesmo temos certeza se são reais..Parabéns a quem o enviou. Feliz ano novo! Um maha abraço meu e das minhas anginhas Céline Dion e Edith Piaf (uma cachorrinha e uma gatinha)
Oi, DeRose!
Tenho uma crônica, inspirada pelos vira-latas, da qual talvez você goste:
http://www.cracatoa.com.br/cachorro-vira-lata-um-ser-especial/
Nada contra os cachorros de raça, é claro…
Abraços do admirador,
Alessandro…
Alessandro, você me emocionou profundamente com o seu texto. Sou um admirador do seu talento. Você é um grande escritor. Gostei muito também do comentário feito pelo Alexandre Kovacs, que reproduzo:
Recomendo um livro excelente sobre cães: “Da dificuldade de ser cão” de Roger Grenier, onde ele apresenta várias histórias sobre famosos autores como Camus, Sartre, Voltaire, Kafka e seus amigos cães.
Este trecho, por exemplo, citação de Maeterlink sobre o privilégio de ser cão é fantástico: “Ele é o único ser vivo que encontrou e reconhece um deus incontestável, tangível, irrecusável e definitivo. Ele sabe a quem dedicar o melhor de si, sabe a quem se dar acima de si mesmo. Ele não precisa buscar uma força perfeita, superior e infinita nas trevas, as mentiras sucessivas, as hipóteses e os sonhos”.
Sobre vira-latas, tenho uma história para lhe contar. Chegando ao Brasil de uma viagem ao exterior, encontramos no aeroporto internacional um serzinho pequeno que ia de passante em passante pedindo para ser adotado. Saltando como uma molinha, como se quisesse se aboletar no colo das pessoas, o rabinho abanando intensamente e um olhar suplicante, não havia como ignorá-lo. Quando veio pulando em mim, fiz-lhe carinho e senti receptividade. Dei-lhe comida. Olhei nos seus olhinhos negros e não consegui deixá-lo lá. Fernanda e Vivi apoiaram minha sugestão de levá-lo para casa. Deixamo-lo durante uma semana em uma clínica, em observação, tomando todas as vacinas, um bom banho e boa alimentação. Depois veríamos o que fazer com ele. Certamente, haveria algum amigo que o acolheria, pois nós já tínhamos a Jaya e a casa é pequena. Moramos a Fée, a Jaya e eu em um apartamento de 3×3 metros. Não caberia mais um ente querido de quatro nem de duas patas.
Quando fomos buscá-lo no veterinário sua alegria por nos rever era inacreditável. Vivi se apaixonou por ele e adotou-o. Quando perguntam sua raça digo que é street terrier. Mas é bem possível que tenha mesmo algum ascendente com pedigree. Ele tem uma índole ótima, é ultra educado, logo tornou-se vegetariano com prazer e parece estar nos dizendo o tempo todo “Obrigado, obrigado por me darem um larzinho!”. Quando fomos viajar para passar o Ano Novo no Rio, Vivi teve que deixá-lo na casa da treinadora. Ao retornarmos para buscá-lo, soubemos que ele ficou no portão até as onze da noite esperando que sua dona voltasse. Peça à Vivi uma foto dele e vai constatar como seu olhar é expressivo.
Salve Mestre Querido!!!
No dia 10 de outubro estive na Unidade Leblon para o lançamento do seu livro “Tratado de Yôga”. E também para celebrar o aniversário da minha querida amiga Vanessa.
Quando fui receber o seu autógrafo no livro, lhe falei sobre a minha felicidade de estar ali para revê-lo, pois estava com muitas saudades…
Fiquei muito feliz ao saber pela Vanessa naquele dia da existência da Jaya na sua vida…
Estou escrevendo para lhe falar que também tenho um anjinho de quatro patas na minha vida, e ele se chama Ganesha…
O Ganeshinha é hoje o meu melhor amigo…
Como aprendo com ele, Mestre!!!
Também quero lhe falar que estou lendo “Quando é Preciso Ser Forte”.
Estou adorando!!!
Para onde vou levo o livro comigo: na praia, no metrô, no ônibus…
Quando estou lendo o livro sinto que é uma forma de atenuar as saudades que sinto….
Beijos Contentes e TUDO DE ÔM para você
Márcia
Eu amo esse texto. Os cães são mesmo nossos anjos. A minha vida ficou mais completa e mais alegre depois que adotei o meu cachorrinho. Nada como chegar em casa e ter um serzinho sorrindo, pulando e abanando o rabinho feliz em me ver.
Obrigada Mestre querido, por não ter abandonado o Wilson no aeroporto e por ter resolvido trazê-lo para casa naquele dia. Mudou a minha vida, mais uma vez…
Beijos com amor.
Vivi
Mestre, cheguei ontem de viagem e agora estou aqui lendo tudo que perdi neste tempo, com um menino peludo deitado aos meus pés, que de tamanho só o corpo mesmo.
Em meio aos textos cheguei à este e comecei a chorar de felicidade, lendo este texto lindo e sentindo um menino de 42kg que acha que tem 3kg ao esmagar meu pé dormindo!
Cachorros são mesmo especiais, seres que amam incondicionalmente e trazem a qualquer momento uma alegria imensa.
Saudades e beijos,
Bianca
Pois é, Bianca. Este texto me emociona muito, também.