sábado, 10 de julho de 2010 | Autor:

O outro lado do encontro com o Mestre

 

Estou com 18 anos de idade. Leciono Yôga desde os 16. Pratico Yôga há 5000 anos. “Nestas roupagens e nestas paragens” não sei ao certo quando comecei. Foi gradual. Um dia, um mudrá. Noutro dia, um pránáyáma. Noutro mais, um dhyána. Mais tarde, assisti à entrevista de um desportista que praticava coisas semelhantes às minhas e declarou que aquilo era Yôga. Certa vez, caiu-me nas mãos um livro de Rája Yôga, de Vivêkánanda. Nele, encontrei uma série de conceitos e técnicas que vinha desenvolvendo sozinho. Suspirei aliviado: “Então eu não era maluco! Havia mais alguém que pensava como eu!” Com o livro, descobri que aquilo já existia e tinha nomes em sânscrito.

Em pouco tempo devorei centenas de livros. Não apenas os de Yôga, pois esses citavam outros e eu recorria também a eles como fonte de apoio e conhecimento. Logo percebi que a maioria era puro engodo ou devaneio de seus autores. Contudo, no meio havia obras sérias e respaldei-me nessas. Hoje, aos 18, já li toda a bibliografia disponível e pratiquei tudo o que podia, com uma disciplina espartana. Sou estudante, vivo com meus pais, portanto, não preciso trabalhar para viver. Dedico tempo integral ao Yôga, inclusive o período escolar, pois passo as aulas de Física, Química, Matemática, Latim, a estudar os livros de Yôga.

Para que meus amigos não interferissem convidando-me a passeios, festas e namoros, pedi aos meus pais que me matriculassem no colégio interno, assim poderia praticar mais. Tive um grande progresso no desenvolvimento da musculatura e no incremento da saúde. Consegui um avanço razoável quanto às paranormalidades e estados de consciência. Mas estaria no caminho certo?

Todos os livros enfatizavam a necessidade de ter um Mestre de carne e osso. Então, procurei alguns autores de livros de Yôga. Mas, ao expor-lhes minhas experiências e estados de consciência expandida conquistados com a prática, todos, sem exceção, assumiam uma atitude de falsa humildade e diziam: “Oh! Quem sou eu para lhe ensinar? Eu não sei nada sobre Yôga. Não posso ser Mestre de ninguém.” Até que um dia perdi a paciência e questionei:

– Se você não sabe nada, como é que ousou escrever um livro sobre Yôga? Estava plagiando outros autores? Ou estava inventando? Acaso não sabe que, ao publicar isso, as pessoas leem de boa fé e acreditam nas suas palavras, nos ensinamentos de quem “não sabe nada”?

Não percebi na hora, mas esse meu desabafo feriu o orgulho disfarçado daquele professor e ele viria a se tornar um arquiinimigo implacável pelo resto da vida. Como ele era um homem poderoso durante a ditadura, desencadeou em todos os adeptos da ióga um hábito de me excluir, perseguir e difamar. Depois, um imitava o outro sem saber nem por que o fazia, mas agia assim porque “cão mordido, todo o mundo quer morder”.

Continuei praticando sozinho. Não obstante, alguns autores hindus alertam para os perigos de praticar só. Notei logo um problema. Meu ego foi tão esvaziado que começo a ter dificuldades de conversar com as pessoas, pois não consigo mais conjugar os verbos sem a primeira pessoa do singular. Como dizer “eu gosto de você”, sem o eu? Ainda que não pronunciasse a palavra eu, esse sujeito estaria oculto na frase, mas estaria lá – pois não há sentença sem sujeito. Teria que usar construções como “este ser gosta de você” ou “este corpo está com fome”. Mas aí, mesmo meus alunos de Yôga considerariam muita excentricidade. Então, fico calado. Afinal, não eram os próprios monges hindus que louvavam o silêncio? Alguns desses swámis recomendavam: “Quem pratica Yôga fala o mínimo possível para não gastar energia, e não sorri pelo mesmo motivo”. Só que outros livros criticam essa atitude, denunciando que o Yôga nunca aconselhou tal coisa e que os monges afirmavam que sim por viver num monastério – que é sabidamente lugar silencioso – e confundiam a norma monástica com o Yôga em si.

Os que criticam a austeridade dizem que tal comportamento poderia conduzir a distúrbios psíquicos, alienação, perda de contato com a realidade. Estaria eu descambando para um caminho errado? Só um Mestre de carne e osso poderia me orientar, mas não há ninguém!

Li, em vários livros, histórias de discípulos que contestavam seus Mestres, que os desobedeciam ou traíam. Que ingratos! Tudo o que eu quero na vida é ter um Mestre, e eles o têm e desprezam-no!

Estou tão só na senda! Às vezes, elevo o pensamento ao meu Mestre, pois ele deve existir e deve estar em algum lugar. Imploro-lhe que me apareça e não consigo conter a emoção: as lágrimas lavam-me o rosto.

Começam as férias escolares. Passo a praticar muito mais. Acordo às 3 horas da manhã para iniciar as práticas às 4 em ponto na praia deserta. Apesar do verão, a essa hora faz frio. Mas sou um brahmáchárya cumpridor. Controlo o frio, o calor, a fome, a sede, o sexo, a dor, tudo… Algo me diz que isto não está certo. Ir contra a natureza não pode ser saudável. No entanto, os livros que apoiam essa minha convicção são poucos. A maioria é extremista. O que fazer? A quem recorrer? Não quero ser indisciplinado, portanto, evito a colocação: “eu não concordo”. Quem sou eu para não concordar? Devo recolher-me à minha insignificância de discípulo e acatar tudo. Porém, estou apenas seguindo livros. Se eu encontrasse um Mestre que me dissesse o que fazer, poderia assumir uma posição definida. Se ele me dissesse que estou errado e que é preciso negar a Natureza e exercer controle absoluto sobre minha sensorialidade eu prosseguiria nessa linha sem pestanejar. Ou, se ele ensinasse que a Natureza deve ser observada e que nosso comportamento deve ir a favor e não contra ela, eu pararia de me violentar como conseqüência da leitura de livros de linha vêdánta-brahmáchárya.

É difícil compreender que alguém contando com a felicidade de ter um Mestre, possa desacatar sua orientação. Deve ser ego! Muito ego! Quando o discípulo está pronto o Mestre aparece. Então, eu não devo estar pronto. Quem sabe, eu iria questionar e desobedecer. Talvez, até trair? Não! Trair, não!

Passei a dedicar longas horas a um honesto exame de consciência para saber se esse é o problema. Para descobrir se o Mestre não aparece por eu não ter ainda a maturidade, a disciplina, a fidelidade que se precisa devotar ao Mentor.

Lembrei-me de um desenho que fiz quando era mais novo, de um rosto ancião. Seria ele? Teria eu capturado sua imagem diretamente dos planos superiores? Por que, então, não o vejo? Por que não o ouço? Que droga!

Desenvolvi algumas aptidões, mas nenhuma delas me permite ver coisas ou ouvir os seres dos planos sutis. Afinal, as pessoas do ambiente que freqüento nas fraternidades espiritualistas, restaurantes vegetarianos e livrarias orientalistas, todos vêm e ouvem uma profusão de Mestres, entes e coisas. Aprendo muito com a intuição, porém, devo convir que ela não é tão espetacular quanto a clarividência e a clariaudiência. Contudo, semana passada (julho de 1962), conversando com um aluno meu de Yôga que é psiquiatra, tive a satisfação de saber que não ver nem ouvir coisas me deixa mais perto da faixa da normalidade. Já é um alívio. Então, me conformo. Mas só um pouco.

Escrevi um texto que leio todas as noites, no qual comprometo-me a respeitar, amar e acatar tudo o que vier do meu Mestre, se eu vier a ter um, mesmo as reprimendas e punições, com a mesma humildade e carinho:

Compromisso de fidelidade.

Ao meu Mestre, prometo valorizar seus ensinamentos e cumpri-los sem questionamento. Prometo ser leal e fiel. Prometo ser grato por tudo, para todo o sempre. Mesmo que eu não possua lucidez ou evolução suficientes para compreender, prometo acatar suas palavras e retribuir com lealdade, fidelidade e serviço. Meu lema é Aprender e Servir. Ainda que o Mestre me imponha as mais duras provas e as mais ríspidas punições, prometo aceitar a tudo com humildade. E, por piores que sejam as sanções, meu amor pelo Mestre será preservado e crescerá a cada dia.”

67 comentários

  1. 1
    Renata Andrade
    quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 às 20:39
     

    Mestre querido,
    Como é bom ler textos seus, ainda mais quando se trata de uma relíquia como esta escrita na sua adolescência.
    Estou exatamente com 18 anos agora e ao ler suas palavras tentei me transportar para aquele tempo e sentir como seria não ter um Mestre. Consegui sentir sua angustia e ansiedade em busca de um Mestre de verdade. Agora mais do que sempre, agradeço por ter achado você como meu Mestre, e já que tenho o privilégio vou deixar aqui meus votos de fidelidade e carinho que não poderiam ser mais bem expressos do que com suas próprias palavras.

    “COMPROMISSO DE FIDELIDADE.
    Ao meu Mestre, prometo valorizar seus ensinamentos e cumpri-los sem questionamento. Prometo ser leal e fiel. Prometo ser grato por tudo, para todo o sempre. Mesmo que eu não possua lucidez ou evolução suficientes para compreender, prometo acatar suas palavras e retribuir com lealdade, fidelidade e serviço. Meu lema é Aprender e Servir. Ainda que o Mestre me imponha as mais duras provas e as mais ríspidas punições, prometo aceitar a tudo com humildade. E, por piores que sejam as sanções, meu amor pelo Mestre será preservado e crescerá a cada dia.”

  2. 2
    DeRose
    quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 às 21:05
    uni-yoga.org
     

    Renata, meu anjo. Você me pegou em um momento emotivo, quando eu estava escrevendo a mensagem sobre a importância do Rito, Protocolo e Cerimonial. Você já leu o texto do José Afonso? Já assistiu ao vídeo? Aquilo me abalou tanto que tive que parar de escrever várias vezes para me recompor, pois eu – nesta idade! – estava soluçando como um bezerro desmamado. Mas já estou melhor. Queria só lhe dizer que hoje sei que em nossa filosofia não há “ríspidas punições” e tudo o mais que eu escrevi quando tinha a sua idade. Entre nós, há tolerância, companheirismo, afeto e outras atitudes lindas. Mas fiquei feliz por conhecer uma futura instrutora que vai me ajudar a superar todas as dificuldades do passado e juntos trabalharmos por um mundo melhor.

  3. 3
    Zélia Couto e Santos
    quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 às 22:11
    yogaweb.com.pt
     

    Renata e Mestre! Tão lindo o que vocês escreveram. Estou muito comovida.
    Renata que sejas uma eterna discípula do nosso Mestre, como o foi uma outra Renata, que neste momento está junto dos grandes Mestres Ancestrais.
    Com muito amor
    Zélia

  4. 4
    Rafael Schoenfelder
    quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 às 22:32
     

    1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.

    2 E mesmo que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse as montanhas, se não tivesse amor, nada seria.

    3 E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres; ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

    4 O amor é paciente , é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se envaidece,

    5 não se apresenta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não se ressente do mal;

    6 não se regozija com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.

    7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

    8 O amor jamais acaba; mas havendo profecias, estas serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;

    9 Porque em parte conhecemos, e em parte profetizamos;

    10 Quando porém, vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.

    11 Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

    12 Porque agora vemos como por espelho, em enigma,
    mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como eu também sou plenamente conhecido.

    13 Por hora subsistem a fé, a esperança e o amor ;
    Porém o maior destes é o amor.

    Paulo de Tarso, Coríntios 13 ( adaptado ).

    É um prazer seguir os passos do amor, sob orientação de alguém que trilhou e continua a trilhar neste árduo, mas ao mesmo tempo tão justo e reconfortante caminho…

    Só existe um nome para se referir a este alguém …

    Mestre DeRose

    Forte abraço,
    Rafael Schoenfelder

  5. 5
    Andre Mafra
    quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 às 23:31
    casadoyoga.com.br/blog
     

    Oi Mestre!

    Não consigo ter a exata noção das dificuldades que você passou. Sinto sempre que você é muito educado e polido. Tanto esse texto como todo o livro Ser Forte me deixaram emocionados de ver uma pequena fração das dificuldades que você passou.

  6. 6
    DeRose
    quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 às 23:52
    uni-yoga.org
     

    Bem lindo, Rafael. Espero que todos leiam e sintam-se reconfortados com o texto do Paulo de Tarso.

  7. 7
    DeRose
    quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 às 23:54
    uni-yoga.org
     

    Andrezinho, recebo suas palavras como um bálsamo de afeto que acolho na minha alma com eterna gratidão.

  8. 8
    João Faria – Belo Horizonte
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 0:05
     

    Mestre Querido!

    Risos, lagrimas e um regojizo diário ao ler teu blog todos os dias. Obrigado por existir. Obrigado! Sem Palavras.

    “In Relief

    To seem you’re in me and over me
    Relief in all things
    And all things shoot through me
    And all things shoot through you
    Wherever you are
    To seem you’re a dream when you never stop
    And we ask you what you are
    Belief as one with what you believe in
    Travel slowly
    Move in circles
    You know time grows old in reverse
    Life as a thing that began
    And was magnified
    And made the first and the last one
    To mean everything you never say
    Every single thing going every way
    When your leader’s gone
    He means to make you strong
    He never went away
    Cuz what you need you are”

  9. 9
    DeRose
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 0:14
    uni-yoga.org
     

    Obrigado, João. Vou recitá-lo sempre.

  10. 10
    Juliana Toro
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 1:01
    julianatoroswasthya.multiply.com
     

    Me emocionei com este texto e me deu vontade de dividir com vcs um texto que postei em meu multiply, como não quero ocupar muito espaço vou colocar aqui apenas um trecho e se tiverem vontade,podem aparecer por lá para ler inteirinho =)

    “Eu tenho um Mestre que fala comigo =D

    Tem muita gente que reverência um Mestre, de forma sadia,seja ele de arte marcial, de estudo, por consideração, por ele ser um ancião que passa sabedoria..enfim.

    Existem Mestres de vários tipos e para cada pessoa o seu.

    Eu tenho um Mestre.

    Eu o considero meu Mestre, porque se não fosse pela luta, estudo,pela determinação e certeza dele,hoje eu não teria acesso a todo o manancial de ensinamentos que tenho,os quais mudaram a minha vida para melhor.(…)

    Temos um dia do Yôga, mas eu acho que dia do Mestre é todo dia, e sei que mesmo que eu diga todos os dias a ele; obrigada!

    Não será o suficiente para agradecer a tudo o que ele fez, mesmo sem saber, a minha vida.

    Mesmo assim eu continuarei a repetir “obrigada Mestre”, sempre que tiver a oportunidade! =D”

    http://www.julianatoroswasthya.multiply.com

    beijos muitos a todos!
    Juju =D

  11. 11
    Chrystine Omori
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 7:56
     

    “É só o amor, é só o amor
    que conhece o que é verdade…
    O amor é bom,
    não quer o mal,
    não sente inveja
    ou se envaidece…

    Ainda
    que eu falasse a língua dos homens
    e falasse a língua dos anjos
    sem amor
    eu nada seria…”

    (“Monte Castelo”, Legião Urbana)

    “Dentro te
    ascolta il tuo cuore
    [Dentro de ti, escuta seu coração]
    e nel silencio troverai le parole
    [e no silêncio encontrará a palavra]
    Chiudi gli occhi e poi tu lasciati andare,
    [Feche os olhos e depois que desistir de partir
    prova a arrivare
    dentro il pianeta del cuore.
    [é a prova que você chegou dentro do mundo interior do coração]”

    (“Ascolta il tuo cuore”, Laura Pausini)

    Quando o discípulo está pronto, o Mestre aparece.
    Ao trilharmos novos caminhos em nossas vidas, dúvidas e incertezas aparecem como nuvens em dia de sol, bloqueando a luz e impedindo que os encontremos.
    Felizmente, esta sempre está lá, basta que estejamos abertos e atentos; pode ser uma vela acesa , um amigo com uma lanterna, um vagalume e até mesmo o vento, que sem portar luz, sopra as nuvens para que o sol volte a iluminar os caminhos.

    Obrigada Mestre, por ser o dia de sol e brisa agradável em meio às noites abafadas e nubladas. ^-^

  12. 12
    Marina Engler
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 9:17
    yogapress.wordpress.com
     

    Comecei a praticar com 16 anos, sempre fui do SwáSthya, sempre li seus livros e por isso, sempre tive um norte. Porém, somente agora, 12 anos depois é que pude chegar bem pertinho e usufruir de um instrutor que segura minha mão e me conduz ao auto-conhecimento. Somente agora posso conversar com você Mestre, olhando para seus olhos e te abraçar fisicamente. Sinto que realizo algo que sempre quis.
    E penso assim também, às vezes pode ter demorado tanto, pois precisa vivenciar outras coisas antes de chegar e amadurecer.
    Na verdade, não sei, mas me identifico com sua história e com sua bravura e continuar lutando pelo seu ideal. Tudo isso me encoraja e fortalece.
    Te amo muito Mestre e amo muito muito muito também meu Instrutor Flávio Moreira.

    Obrigada aos dois!

    Beijo no anáhata!

  13. 13
    Karla Juliane
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 9:28
     

    Que privilégio ter a certeza de já ter encontrado um grande mestre, você querido Dê!
    Seu blog já é a página inicial do meu navegador, assim não deixo de ler suas palavras e sentir-me mais pertinho de você todos os dias. Obrigada por tudo.
    Um beijinho
    Karlinha

  14. 14
    DeRose
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 9:29
    uni-yoga.org
     

    Quem começou aos 16 anos, como eu e como você, Marina, sabe bem o que é aspirar por um Mestre, por uma orientação precisa e confiável, não apenas para as técnicas, mas para a vida.

  15. 15
    DeRose
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 9:30
    uni-yoga.org
     

    Boa ideia, Karlinha. Tomara que sigam o seu exemplo!

  16. 16
    Caio Melo
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 10:39
    paraviverbem.com.br
     

    É inexplicável a alegria de ter encontrado você e de poder contar com seus ensinamentos e com sua presença entre nós. Até mesmo os alunos de Pré-Yôga, nas conversas cotidianas, logo percebem a gratidão que temos por tê-lo tão disponível e atuante. Eles mesmos percebem o privilégio que desfrutamos.

    Um forte abraço de bom dia!

  17. 17
    Everton
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 11:26
     

    Que lindo Mestre, emocionante, o desespero do díscipulo honesto ante a falta do Mestre corta o coração, que momento, que fase, que prova, que dedicação, Grande Mestre.

  18. 18
    Daniel Franco
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 14:27
     

    Uma história bonita e gostosa de ler.
    Beijos.

  19. 19
    Luc
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 14:48
     

    Adoooooooooorei!
    É muito ver como nosso Mestre também um dia teve dificuldades e inseguranças. Que bom que as superou. Temos chance! rsrsrs
    Como na sua resposta para a Renata, eu observei que também ando bem emotivo. Aqui são postadas tantas mensagens bonitas, que sempre fico com um nozinho na garganta e os olhos marejados.
    bjo sabor saudade.

  20. 20
    Maicon Casagrande
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 15:32
     

    Oi Mestre!

    Adoro as histórias sobre a época em que você era mais novo!
    Além de serem muito interessantes sempre trazem grandes ensinamentos.
    Gostaria de ler mais delas em algum próximo livro seu.

    Um forte abraço

  21. 21
    Fábio Santana
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 15:38
     

    “[...]meu amor pelo Mestre será preservado e crescerá a cada dia”
    Obrigado por tudo, meu Mestre DeRose.

  22. 22
    Thalyta Trolese
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 17:24
     

    É lindo ver tudo isso aqui é e uma delícia e um privilégio fazer parte dessa egrégora e sentir toda essa emoção!!

    Obrigada Mestre.

    Com carinho, Thalyta.

  23. 23
    Pablo L.
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 19:49
     

    Mestre, gracias gracias y más gracias por tus palabras. Es un privilegio conocerte y que estés tan cerca. Un abrazo infinito. Pablo

  24. 24
    Julieta Chuairy
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 23:07
     

    Meu Mestre querido! Fico feliz que eu tenha me saído melhor do que você… porque eu procurei muito por um Mestre e em alguns pequenos trechos, parece que você estava contando a minha estória! A minha sorte, é que o meu Mestre é de carne e osso e eu tenho a grande alegria de compartilhar a minha vida com ele. Te amo. Beijos. Juli.

  25. 25
    Marco Santos
    quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 23:08
    palavrejar.blogspot.com
     

    Que texto delicioso Mestre.
    Obrigado por dispor do seu precioso tempo e partilhar connosco essas pérolas.

    Com o coração repleto de carinho.
    Obrigado.

  26. 26
    Anna Contieri
    sexta-feira, 16 de janeiro de 2009 às 11:43
     

    Eh sì, mio Adorato Maestro.

    Italiani, popolo di santi, poeti, navigatori…ed emigranti!
    Ho letto che siamo il popolo più migrante in assoluto.

    Presto ci sarà un’espansione anche in questo blog…e a proposito, il termine “blogoina” mi ha fatto davvero ridere. Io la assumo due volte al giorno, la mattina e la sera e ne traggo sempre gran benessere perchè, a causa del fuso orario diverso, vi trovo sempre delle novità!
    Ieri mi ha commosso il suo racconto ed ho tanta voglia di leggere il libro in cui è contenuto. L’incontro con Carlo che mi ha permesso di arrivare fino a Lei ha completamente cambiato la mia vita ed ora godo del privilegio di far parte di questa meravigliosa egregora.
    Ne approfitto anche per ringraziare Josè Afonso che ha voluto condividere quel bel video. La riflessione che ha generato in me è che l’Arte come l’Amore trovano da soli i propri mezzi per esprimersi.

    Grazie Maestro, per ogni giorno trascorso in sua compagnia.

    Anna

  27. 27
    paulo anderson
    domingo, 25 de janeiro de 2009 às 3:24
     

    que linda familia seria pedir de mais que o mundo todo partilhasse deste grande ato de amor e lealdade?

  28. 28
    Carmem
    sexta-feira, 30 de janeiro de 2009 às 18:38
     

    Mestres são para crianças. Crianças em todos os sentidos.
    Prefiro, hoje, amigos. Aliás, amigos são para carentes. Assim o somos. Quando crescemos, cadê o mestre? Se crescemos somos nós o mestre, não?
    Ps: Há quem cresça já na adolescência. Talvez tenha sido o seu caso.

  29. 29
    Susana Sousa
    sábado, 10 de julho de 2010 às 10:17
     

    Olá Mestrinho e companheiros de viagem,

    Aproveito para compartilhar o primeiro texto que publiquei no blog DeRose Palace:

    “O homem sábio”

    “Numa terra longínqua, que podia ser qualquer recanto do mundo, surge um dia um homem sábio. Sabemos que é sábio pela firme serenidade do seu olhar, pela força melodiosa da sua voz e pela beleza impregnada em cada um dos seus gestos, palavras e silêncios.

    O homem sábio começa a fazer parte desta história numa época em que os caminhos mal se distinguem do resto da paisagem. Tudo é difuso e mortiço. No ar flutua uma névoa acinzentada que apaga todos os contornos, provocando desorientação nos habitantes daquelas terras.

    As pessoas chocam umas com as outras à medida que avançam, cada uma a procurar o seu caminho. Algumas não se lembram por que estão ali. A maior parte não sabe o que procura, nem se procura alguma coisa.

    Quando o homem sábio surge, a sua voz começa a reverberar no ar carregado. Diz que encontrou o caminho para o palácio onde tinha habitado um rei diferente do outros. Um rei dançarino de tempos primevos, senhor do fogo, conquistador da morte. Queremos segui-lo até ao palácio?

    Chovem pedras e injúrias, erguem-se clamores de ódio. Quem é aquele homem para vir falar de caminhos e palácios?

    Alguns seguem-no, outros ignoram-no.

    Ele diz que o caminho não é fácil nem é para todos. Os que têm pedras nos bolsos não se atrevem a pisar a primeira pedra que brilha como água no solo.

    Diz também que não foi ele que criou o caminho nem o palácio, mas alguns percebem que a pedra foi polida pelos seus passos e que as flores alinhadas ao longo do caminho foram por si plantadas, nutridas, acarinhadas. Podiam tê-lo chamado Explorador, Pedreiro, Jardineiro.

    Chamaram-no Mestre.”

    Quero acrescentar que estou a percorrer esse caminho e que me sinto muito grata por ter finalmente encontrado o meu Mestre. Há muito tempo que o procurava… Nunca imaginei que fosse tão belo!

    Flores para todos,

    Susana Sousa
    Aluna Espaço Lifestyle – Lisboa
    http://derosepalace.blogspot.com/

  30. 30
    Pablo
    sábado, 10 de julho de 2010 às 11:14
     

    Gracias Mestre !!
    Un abrazo de todo corazón !!

    Pablo
    Sede Núñez
    Bs As. Argentina.

  31. 31
    Taty Nascimento
    sábado, 10 de julho de 2010 às 12:17
     

    É maravilhoso ler este texto, conhecer mais a história da sua vida.
    Não dá para ter a dimensão das dificuldades que você passou para tornar o nosso caminho mais fácil…
    Muito obrigada Mestre!

    Aceite a minha lealdade e amor à você e aos seus ideais que também são nossos!

    Amo você!
    Beijokas.

    Taty
    Unidade Downtown – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

    DeRose Reply:

    É, mas hoje você e os demais colegas tornam a minha vida muito boa de ser vivida. Beijokitas.

  32. 32
    Neide Nunes
    sábado, 10 de julho de 2010 às 12:53
    jnunes.com.br
     

    Querido Mestre.

    É incrível como as cortinas do tempo se abrem no momento exato. Descobri no mês passado que desde criança já praticava a Nossa Cultura, foi preciso voltar a Portugal após 13 anos para relembrar momentos inesquecíveis vividos por lá.
    Aos seis anos de idade fiz minha primeira viagem a terrinha, daí então a cada dois anos passava três meses por lá com meus pais e avós. A casa de minha avó é construída em cima de uma grande laje natural, bem como suas paredes em pedra, todas irregulares, uma sobre a outra, telhadinho de madeira e com uma vista fantástica para um grande vale, onde ao fundo passa um rio e era lá que eu gostava de ficar apesar de meus tios nos chamarem para a casa de tijolos no alto da aldeia, esbravejava, chorava e não havia quem me tirasse de lá. rs
    Em meio a esta fantástica paisagem, nos dias em que estávamos na avó, acorria sempre ao entardecer para o topo do vale e lá ficava por 30 a 40 minutos, sentando-me sobre alguma laje com as pernas cruzadas e a coluna ereta, olhando silenciosamente o vale, algum tempo com os olhos fechados, fazendo respiratórios profundos e cadenciados, outro tempo com os olhos abertos fixos em algum ponto, árvore, pedra ou simplesmente no horizonte. (não me lembro de detalhes tipo se estava na posição polarizada ou como eram os respiratórios, a memória não chega a tanto, mas lembro claramente de vários insights e de exercitar a concentração no som do vento, que eu curtia muito). A cada ano passava mais tempo ao ponto de a família achar que eu estava maluca, mal sabiam eles e mal sabia eu.
    Às vezes me entristeço pensando que poderia ter encontrado a nossa herança mais cedo, lá pelos meus 18 anos e que tudo poderia ter sido diferente, mas ao perceber que nada é por acaso me reconforta, e o principal, que você, meu Mestre querido, está aqui, dentro de meu coração, não importando o tempo nem a época.
    Eu que sempre estarei a seu lado.

    Um beijo.
    Neide.
    Moema-SP

    DeRose Reply:

    Lindas lembranças, Neide querida.

  33. 33
    Meireles
    sábado, 10 de julho de 2010 às 12:58
     

    Definitivamente é muito bonito o texto Mestre. Sua adolescência nos toca muito, pela inocência e intenções absolutamente imaculadas, que reverberam até hoje na nossa Cultura.

    Obrigado pelo texto.
    Tem ensinamentos importantes.
    Para bom entendedor, meia pá.

    DeRose Reply:

    Saudades, Meireles… Beijinhos à Mamãe.

  34. 34
    DeRose
    sábado, 10 de julho de 2010 às 16:05
    metododerose.org
     

    Marcia, querida, você conseguiu me emocionar com o seu relato. Eu sempre soube que você é uma pessoa de fibra e em quem eu posso confiar. Ainda temos muito chão pela frente. Vamos realizar coisas muito importantes. Parabéns por ter preparado o Rômulo. Eu gosto muito dele. Beijo de afeto.

  35. 35
    dwayne
    sábado, 10 de julho de 2010 às 21:31
    dwayne.com.ar
     

    Muy motivante este post. Muchas gracias Maestro.
    Un abrazo eterno
    Dwayne

  36. 36
    tiago.demeneck
    sábado, 10 de julho de 2010 às 22:23
     

    Olá Mestre! No último sat chakra da Uniade Bom Retiro, tive uma sensação poderosa, no momento do círculo de energia, tive a certeza de ter feito a coisa certa. Agora estou me preparando para o estágio em São Paulo, logo estaremos mais próximos, depois de tanto tempo como aluno do Alto da XV e como instrutor, chegou a hora de expandir a cultura e a Unidade Bom Retiro será a minha maior oportunidade no momento.
    Logo estarei aí para servir e aprender.
    Um grande abraço!

    DeRose Reply:

    Parabéns! Dou a maior força.

  37. 37
    Leandro
    domingo, 11 de julho de 2010 às 12:05
     

    Mestre, con cada comentario me alegro de pertenecer al Método DeRose, de tener estos compañeros de práctica, ni hablar de cada cosa que usted escribe. Lindísimo. Es mi deseo que podamos, extender sus enseñanzas por los siglos de los siglos, yo me animo hasta el próximo, más no creo, no porque no quiera.
    Adoro estar suscripto al blog, y leer en mi casilla de correos, asunto: Blog do DeRose, cuando leí la entrada, sobre aquellos que no comprendieron quienes somos ni cuál es la propuesta, estuve pensando, y tiene algo de “bueno”, primero, se podría decir, que muestra, que nuestra cultura no es secta, ni hacemos las cosas de una manera porque nos lavan el cerebro, o porque se imponen las cosas, somos personas como todos, que se equivocan, obviamente no hay que acostumbrarse sobre todo con cosas que puedan dañar la imagen de nuestro método y de nuestros maestros, y segundo que hay que estar atentos, que hay que estudiar más, tener mejores maneras en nuestro comportamiento y educación, y actuar en consecuencia… debo decir que el blog, sus libros y los del método, además de aprender sobre Yôga, provocan cambios en mi vida, la mejoran, hace que me pregunte porque hago tal cosa o tal otra. Y cambio, o lo intento. Creo que me hacen mejor de lo que era. Hay que ver lo que era ¿no?.
    Gracias.
    Un fuerte abrazo, con mucho cariño.
    Leandro

  38. 38
    Vitor Calisto
    domingo, 11 de julho de 2010 às 14:45
     

    Querido Mestre, é impossivel ler as suas palavras e não ficar emocionado. Uma vida plena também é uma vida de extremos, para chegar aos objectivos a que nos propomos é necessário passar por grandes provações, e o Mestre é um exemplo para todos nós…

    Mais uma boa noticia, reparei que o nosso blog esta a chegar as 2000 pessoas lindas!! fantástico!!

    Abraço apertado coberto de carinho,

    Vitor Calisto
    Lx- Portugal

    DeRose Reply:

    É verdade. Bravemente, 2000 simpatizantes.

  39. 39
    Regina Wiese Zarling
    domingo, 11 de julho de 2010 às 22:10
    metododerosepelomundoeventos.blogspot.com
     

    Esse texto é mesmo muito lindo e faz-me lembrar de minha primeira aula quando no momento do púja ao invés de visualisar teu nome,já que ainda não te conhecia,apareceu a figura do Bhavajánanda. Eu não tinha idéia de quem fosse, mas senti que deveria lhe ofertar aquele pújá e assim o fiz. No dia seguinte estava aberto o Prontuário na página de sua foto e só então soube de quem se tratava.

    Bjs
    Regina

    Regina Wiese Zarling Reply:

    pújá, o acento não saiu.

  40. 40
    henriquem@uni-yoga.org.br
    segunda-feira, 12 de julho de 2010 às 9:47
     

    Quando era pequeno e assistia aos filmes de Kung Fu com David Carradine, sonhava em ter um mestre e uma filosofia de vida. Cresci buscando isso em tudo que fazia. Na dança, na capoeira, no hapi kido, e em outras atividades.
    O bom é que agora não preciso mais procurar.
    Obrigado Mestre por me aceitar como seu discípulo.

    Henrique Malerba
    Unidade Santana – SP

  41. 41
    Ana Claudia
    segunda-feira, 12 de julho de 2010 às 10:22
     

    Bom dia!!! Aqui está bem lindo, azul, ensolarado e cheio da mais linda vibração depois da passagem do Edgardo Caramella por aqui, neste finde: cursos maravilhosos, encontros com amigos queridos, brilho nos olhos dos nossos alunos e sua presença entre nós tão marcante, como sempre! Afinal, nada disso existiria se não fosse por você! OBRIGADA!!!

    Como é bom ter um Mestre, aqui e agora. E assim repetiram vários alunos depois do seu último bate papo aqui em Copa.

    Conte sempre conosco e perdoe-nos por, eventualmente, não alcançarmos exatamente as tuas orientações. Um dia chegamos lá!

    Amo muito você!

    Beijinhos com carinho

    Aninha
    Instra. Unidade Copacabana

    DeRose Reply:

    Beijinhos, querida.

  42. 42
    Marcia Zanchi
    segunda-feira, 12 de julho de 2010 às 20:50
     

    Obrigada querido Mestre.

    Apesar dos kilômetros que separam nossas casas nunca me sinto distante porque constantemente penso em ti e estás sempre comigo.

    Desejo que ao dormir esta noite você sonhe com os anjinhos e durma tão docemente como quando era criança. A cama estará mais macia e perfumada e, o cobertor que irá aquecê-lo será o carinho de todos os que o admiram e desejam o seu bem estar. Suspire e durma feliz!

    Que bom poder dizer até amanhã! Nos encontraremos às 21h.
    Aguardo por mais uma de suas eternas aulas inspiradoras.

    Beijos com carinho sem fim,

    Marcia
    PS.: O Rômulo acabou de passar nos exames e está iniciando o estágio na Unidade Dom Luís. Também gosto muito dele.

    DeRose Reply:

    Lindas palavras, querida. Vou sim, suspirar e dormir feliz e sonhar com os anjinhos como quando era criança. Criança que nunca deixei de ser. Amanhã vou me lembrar de você ao dar a melhor aula que puder. Mas, para não perder o hábito, uma correção: estágio, só na Sede Central. O Rômulo vai fazer um período de experiência ou um gursusêvá ou algo assim. É para evitar confusão de nomenclatura. Beijinhos e durma feliz também.

  43. 43
    Alessandra Fernandes
    terça-feira, 13 de julho de 2010 às 0:23
     

    Olá Mestre!

    Sabe… Esse ivro é realmente uma pérola. Ler esse trecho provocou em mim a vontade de relê-lo inteiro.

    Essa obra toda, e esse texto em especial, foi muito importante para mim pois com ele aprendi a ser aluna e discípula. Esse aprendizado foi se lapidando com os outros livros, com a oportunidade de estar em aulas e cursos, de estar pertinho de você.

    Sei que o sentimento de carinho e respeito que tenho pelos meus superiores hierárquicos veio deste jovem de 18 anos, que incansavelmente buscava por um Mestre que ele já era capaz de amar, mesmo sem saber quem seria.

    E esse amor, essa fidelidade, esse sentimento transformador de querer lutar junto, foi transmitido geração após geração, até chegar a mim e a outros do meu tempo, 50 anos depois.
    Sei que em mim e em muitos outros esse sentimento vive e transborda.

    Que privilégio tenho!

    Um beijo no coração,

    Alessandra Fernandes
    Instrutora
    Unidade Plaza Sul / SP

    DeRose Reply:

    Lindas palavras, Alessandra. Havemos de realizar muitas boas coisas nesta profissão. Beijinhos de boa noite.

  44. 44
    Everton Vieira
    terça-feira, 13 de julho de 2010 às 9:51
     

    Não tem nada mais lindo que a relação Mestre-discípulo.

    Hoje tem aula on-line! 21:30. Vou ver!

  45. 45
    Juliane Dias
    terça-feira, 13 de julho de 2010 às 10:38
    julianedias.blogspot.com
     

    Que incrível, Mestre. Eu estava agora mesmo lendo esta parte da sua vida no livro ‘Quando é Preciso Ser Forte’.
    Beijinhos com carinho e orgulho ao meu querido Mestre DeRose!

    Juliane Dias – Unidade Joinville

    DeRose Reply:

    Estmos conectados. Beijinhos.

  46. 46
    Marcia Zanchi
    terça-feira, 13 de julho de 2010 às 12:02
     

    Mestrinho como você é lindo e sensível!

    Muito obrigada. Especialmente pela forma com que fez a correção. Lembrou-me de uma cena que tive o privilégio de presenciar quando fiz o meu estágio na Sede Central. Você pegou a Chandra no colo para, com muito carinho, fazer uma correção sobre algo em que ela devia se aprimorar. Eu quase não acreditei no que estava vendo e ouvindo. Como você conseguia, Mestre, transmitir tanto carinho, ser tão sutil ao chamar a atenção de sua filhinha! Nunca mais esqueci este momento. Que bela lição sobre bom relacionamento você ensinou-me naquele dia sem nem sequer perceber! Que bom que você é assim, do jeitinho que você é. Uma fonte de inspiração.

    Beijinhos da Marcia e, até logo mais.

  47. 47
    cecilia sampaio
    terça-feira, 13 de julho de 2010 às 17:19
     

    Que lindo Mestre! Você nos comove com sua história de vida, fibra, persistência.
    Tantos afazeres mas não dá pra deixar de dar uma espiada no blog. Sinto-me mais perto de você. E um pouco de lágrima lubrifica os olhos e lava a alma. Por não sentir-me à sua altura para ser a discípula ideal, pensei várias vezes se deveria seguir outro caminho, mas não consegui. A menos que seja mesmo execrada da egrégora. Essa relação parece-me inquebrantável, apesar de quaisquer percalços na jornada. Sinto que esta é minha família de humanidade. Um abraço bem apertado!
    Cecilia Sampaio
    Unidade Tatuapé/SP

    DeRose Reply:

    Obrigado, querida. A esta altura, já sei que nossa amizade é inquebrantável. Um forte abraço para você.

  48. 48
    Ale Filippini
    quarta-feira, 14 de julho de 2010 às 7:43
     

    Adorei este texto e me emocionei com o compromisso de fidelidade.
    Um compromisso assumido por mim em relação à você, Mestre.
    Você sabe que vim de um outro ramo de Yôga antes de conhecer o Método e isso é mais um motivo por eu dar tanta importância por ter um Mestre vivo.
    Seus ensinamentos fazem todo o sentido e hoje vivo muito melhor, mais feliz e as coisas fluem mais naturalmente.
    A linhagem anterior era védanta-brahmáchárya, imposições, punições e restrições me pareciam ir contra nossa natureza, mas eu achava que a errada era eu.
    Felizmente encontrei pessoas como eu!! Obrigada, Mestre.

    beijos com amor

    Alê Filippini
    Unidade Alphaville / SP

  49. 49
    luis roldao
    quarta-feira, 14 de julho de 2010 às 9:22
     

    Se o Mestre está no nosso coração? O Mestre está sempre no nosso coração.
    Impregna-o de uma forma tão natural como a hierarquia dentro de uma escola.
    Mestre é o que interfere com a vida privada.
    Quando penso nalguma coisa é para dizer:
    - Amigo, que música andas a ouvir? Amigo, vamos dar uma caminhada? Amigo, dá cá um abraço?
    E perto ou longe, sem a amizade vale de pouco. Assim vejo o homem, o ser humano e, claro, o Mestre, pois todos gostamos de fazer, brincar, comer, passear, tocar, etc..
    Amigo, lá vai um grande abraço!

    Com amizade e companheirismo
    Luís Roldão – Unidade Marquês de Pombal/Lisboa

  50. 50
    pedrogabriel22
    segunda-feira, 19 de julho de 2010 às 17:58
    euoutroeu.blogspot.com
     

    Mestre,

    Escrevo com os olhos ainda marejados pelas lágrimas que brotaram em meus olhos ao ler este post.

    Depois de muito ler e escrever, pude perceber que, para que a verdadeira comunicação emocional aconteça através das palavras de um escritor, é necessário antes de tudo, o sentimento de identidade entre escritor e leitor. Em outras palavras, é necessário que o leitor encontre a sua própria história ou seus sentimentos descritos por aquela pessoa que o brinda com o texto que está diante de seus olhos.

    A história de outras pessoas não são outra coisa, se não, nossa própria história sob um terceiro ponto de vista.

    Antes de encontrar (ou ser encontrado) pelo Método DeRose, tive experiências de solidão e de incerteza muito parecidas com a que você descreveu. Alguns amigos acharam que eu havia enlouquecido e, eu mesmo, cheguei a ter dúvidas. Hoje sei que esta “loucura” é típica daqueles corajosos que resolvem fazer um mergulho profundo em si mesmos, buscando ultrapassar as barreiras do ego, tentando vislumbrar o Eu.

    Ainda não li o “Encontro com o Mestre” mas sinto como se já conhecesse o conteúdo deste livro.

    Mestre, obrigado por ser e mostrar-se tão humano. Minha admiração por ti cresce a cada dia e cada vez em que leio e comento o teu blog.

    Tenho muito o que aprender, mas espero que um dia eu possa ser mais um dos teus discípulos, atualizando, sempre, o Compromisso de Fidelidade que todo verdadeiro discípulo assume.

    Amo-te.

    ——————————–
    Pedro Gabriel
    yôgin – Unidade Santos
    ——————————–

    DeRose Reply:

    Obrigado, Pedro. Sigamos juntos.

  51. 51
    Nilson Scarparo
    segunda-feira, 13 de setembro de 2010 às 17:32
     

    Fiz um juramento à dez anos quando incorporei nas fileiras da Força Aérea Brasileira. Sei que como ex militar o senhor o fez também: “…prometo cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado, respeitar os superiores hierárquicos, tratar com afeição os irmãos de armas, e com bondade os subordinados, e dedicar-me inteiramente ao serviço da Pátria, cuja Honra, Integridade, e Instituições, defenderei com o sacrifício da própria vida !” Assim hoje o faço não mais somente pela minha Pátria, mas também pelo Nosso Método. Nilson Scarparo – Yôgin da Unidade Bela Vista/Porto Alegre.

    DeRose Reply:

    Que bonito, Nilson! Fiquei emocionado. Um forte abraço para você.

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