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	<title>Comentários sobre: As Árvores e as Pedras</title>
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	<description>Canal de comunicação do escritor e educador brasileiro, que já vendeu mais de um milhão de exemplares e conta com mais de 25 livros escritos, esse blog aborda temas diversos como comportamento, culinária, etiqueta e cultura geral.</description>
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		<title>Por: Luis Régio - Porto (Portugal)</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/as-arvores-e-as-pedras/comment-page-1/#comment-4473</link>
		<dc:creator>Luis Régio - Porto (Portugal)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 18:58:25 +0000</pubDate>
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		<description>É isso.

«...Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.»


 Fernando Pessoa, in Mensagem

Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É isso.</p>
<p>«&#8230;Quem quer passar além do Bojador<br />
Tem que passar além da dor.»</p>
<p> Fernando Pessoa, in Mensagem</p>
<p>Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Luis Régio - Porto (Portugal)</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/as-arvores-e-as-pedras/comment-page-1/#comment-4474</link>
		<dc:creator>Luis Régio - Porto (Portugal)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 18:58:25 +0000</pubDate>
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		<description>É isso.

«...Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.»


 Fernando Pessoa, in Mensagem

Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É isso.</p>
<p>«&#8230;Quem quer passar além do Bojador<br />
Tem que passar além da dor.»</p>
<p> Fernando Pessoa, in Mensagem</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Por: Rômulo Justa</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/as-arvores-e-as-pedras/comment-page-1/#comment-2333</link>
		<dc:creator>Rômulo Justa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 12:39:07 +0000</pubDate>
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		<description>Luis, que maravilha de comentário, à altura do texto... eu, como você, procuro sempre um único horizonte... o mais distante! Naveguemos juntos e não haverá Bojador que impeça nossa nau-egrégora de chegar até onde está destinada! 

SwáSthya!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luis, que maravilha de comentário, à altura do texto&#8230; eu, como você, procuro sempre um único horizonte&#8230; o mais distante! Naveguemos juntos e não haverá Bojador que impeça nossa nau-egrégora de chegar até onde está destinada! </p>
<p>SwáSthya!!!!</p>
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		<title>Por: sara rocha</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/as-arvores-e-as-pedras/comment-page-1/#comment-433</link>
		<dc:creator>sara rocha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2009 18:02:15 +0000</pubDate>
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		<description>:o)obrigada Mestre, amo este texto!!
obrigada por nos proporcionar o acesso a uma vida tão maravilhosa!!1 beijinho e 1 xi de gratidão</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p> <img src='http://www.metododerose.org/blogdoderose/wp-includes/images/smilies/icon_surprised.gif' alt=':o' class='wp-smiley' /> )obrigada Mestre, amo este texto!!<br />
obrigada por nos proporcionar o acesso a uma vida tão maravilhosa!!1 beijinho e 1 xi de gratidão</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Régio</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/as-arvores-e-as-pedras/comment-page-1/#comment-277</link>
		<dc:creator>Luis Régio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 17:14:21 +0000</pubDate>
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		<description>Hoje em dia a infelicidade das pessoas tem causa no seu olhar para a lei das probabilidades ou para a lei do instituído.
Não há registo na história da evolução do mundo, que este tenha avançado com alguém imbuído em propósitos de finito
 ou do possível. Quem faz algo de novo tem sede pelo impossível, porque o possível já está feito!
No inicio do sec XV os portugueses lançaram-se à descoberta, nesse tempo havia a ideia (desde os gregos) que o fim do mundo se encontrava na zona do equador. Porém, num pequeno país do sul da europa destacava-se um homem, que de uma penedia numa pequena terra (sagres) olhava a linha que encontra o céu e o mar e sonhava (trabalhava) com o impossível - passar o
Bojador e provar existência de vida ao sul. Esse homem foi o Infante D.Henrique natural do Porto - Portugal
 (de onde estou a escrever) e hoje é símbolo da intrepidez, da ousadia e da cultura transoceânica que vive em todos aqueles que falam português ou entraram em contacto com a cultura portuguesa. Cultura essa que se integra nos locais mais diversos:
 Portugal, Brasil, Moçambique, Angola, S.Tomé, Cabo Verde, Guiné, Timor, China, India, Japão, etc...

Ainda acerca do impossível: certo dia determinado rei Francês, em resposta a um seu General que dizia ser impossível determinada operação de guerra, disse: 
- Homem, impossível não é palavra francesa!

Bem, será nosso intento afastar essa palavra dos nossos dicionários, seja lá qual for a língua falada!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia a infelicidade das pessoas tem causa no seu olhar para a lei das probabilidades ou para a lei do instituído.<br />
Não há registo na história da evolução do mundo, que este tenha avançado com alguém imbuído em propósitos de finito<br />
 ou do possível. Quem faz algo de novo tem sede pelo impossível, porque o possível já está feito!<br />
No inicio do sec XV os portugueses lançaram-se à descoberta, nesse tempo havia a ideia (desde os gregos) que o fim do mundo se encontrava na zona do equador. Porém, num pequeno país do sul da europa destacava-se um homem, que de uma penedia numa pequena terra (sagres) olhava a linha que encontra o céu e o mar e sonhava (trabalhava) com o impossível &#8211; passar o<br />
Bojador e provar existência de vida ao sul. Esse homem foi o Infante D.Henrique natural do Porto &#8211; Portugal<br />
 (de onde estou a escrever) e hoje é símbolo da intrepidez, da ousadia e da cultura transoceânica que vive em todos aqueles que falam português ou entraram em contacto com a cultura portuguesa. Cultura essa que se integra nos locais mais diversos:<br />
 Portugal, Brasil, Moçambique, Angola, S.Tomé, Cabo Verde, Guiné, Timor, China, India, Japão, etc&#8230;</p>
<p>Ainda acerca do impossível: certo dia determinado rei Francês, em resposta a um seu General que dizia ser impossível determinada operação de guerra, disse:<br />
- Homem, impossível não é palavra francesa!</p>
<p>Bem, será nosso intento afastar essa palavra dos nossos dicionários, seja lá qual for a língua falada!</p>
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		<title>Por: Franco</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/as-arvores-e-as-pedras/comment-page-1/#comment-262</link>
		<dc:creator>Franco</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 06:38:40 +0000</pubDate>
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		<description>¡Mestre DeRose!...

Èste, me parece un maravilloso cuento. Escuche el Cd ¨Mensajes, palabras que hablan al corazón¨-DeRose,  a diario por varios meses, desde que regresé de SP. Hasta que un día, mi corazón se habituó a su voz, y perdí la sensibilidad inicial... 

Una de mis partes favoritas es: (...)¨agradeceu (...) E mesmo às Pedras que o faziam tropeçar para torná-lo mais atento aos caminhos que percorria¨ (...). 

A pesar de haberlo escuchado decenas de veces... aún me cuesta desarrollar con amplitud, la capacidad de ¨adaptación¨. De extrapolar los criterios que se desprenden de los mensaje cuando se presentan situaciones muy particulares. Persiste en mi cierta resistencia que no logro erradicar...

Confirmo la necesidad de escucharlos por un periodo más prolongado, hasta asimilarlos con sinceridad... ¡Voy a recuperar ese buen hábito! 

Un saludo afectuoso... ¡swásthya!

Franco
Lima-Perú</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>¡Mestre DeRose!&#8230;</p>
<p>Èste, me parece un maravilloso cuento. Escuche el Cd ¨Mensajes, palabras que hablan al corazón¨-DeRose,  a diario por varios meses, desde que regresé de SP. Hasta que un día, mi corazón se habituó a su voz, y perdí la sensibilidad inicial&#8230; </p>
<p>Una de mis partes favoritas es: (&#8230;)¨agradeceu (&#8230;) E mesmo às Pedras que o faziam tropeçar para torná-lo mais atento aos caminhos que percorria¨ (&#8230;). </p>
<p>A pesar de haberlo escuchado decenas de veces&#8230; aún me cuesta desarrollar con amplitud, la capacidad de ¨adaptación¨. De extrapolar los criterios que se desprenden de los mensaje cuando se presentan situaciones muy particulares. Persiste en mi cierta resistencia que no logro erradicar&#8230;</p>
<p>Confirmo la necesidad de escucharlos por un periodo más prolongado, hasta asimilarlos con sinceridad&#8230; ¡Voy a recuperar ese buen hábito! </p>
<p>Un saludo afectuoso&#8230; ¡swásthya!</p>
<p>Franco<br />
Lima-Perú</p>
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		<title>Por: Mário Castro - Portugal</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/as-arvores-e-as-pedras/comment-page-1/#comment-193</link>
		<dc:creator>Mário Castro - Portugal</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 23:58:51 +0000</pubDate>
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		<description>Quando leio esse texto, meu desejo é ser esse menino!..
Beijos e muito swáSthya!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando leio esse texto, meu desejo é ser esse menino!..<br />
Beijos e muito swáSthya!!</p>
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		<title>Por: cecilia perlin</title>
		<link>http://www.metododerose.org/blogdoderose/artigos/as-arvores-e-as-pedras/comment-page-1/#comment-190</link>
		<dc:creator>cecilia perlin</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 20:50:31 +0000</pubDate>
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		<description>Boa Tarde Mestre, adoro ler teus textos, maravilhoso. Vou estar com certeza no ashtánga sádhana em fevereiro, um privilégio poder participar de um evento muito especial. Obrigado por estar aqui entre nós. Beijos. Cecilia
Porto Alegre - RS</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa Tarde Mestre, adoro ler teus textos, maravilhoso. Vou estar com certeza no ashtánga sádhana em fevereiro, um privilégio poder participar de um evento muito especial. Obrigado por estar aqui entre nós. Beijos. Cecilia<br />
Porto Alegre &#8211; RS</p>
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