Certa vez, os saddhus (os yôgis que vivem isolados, solipsistas) sentiram muita raiva de Shiva e conspiraram para assassiná-lo. Acenderam uma fogueira sacrificial de magia. De dentro do fogo mágico surgiu um tigre furioso ao qual ordenaram que fosse matar o Mestre Shiva. Mas Shiva matou a besta, arrancando sua pele e vestindo-se com ela.
Do fogo saiu, em seguida, um trishúla (lança de guerra em forma de tridente) para matá-lo, porém Shiva se apoderou dele e passou a usar como arma para sua defesa. Depois, serpentes peçonhentas para picá-lo, entretanto o Mestre as usou como braceletes e colares com os quais se enfeitou.
Uma horda de demônios surgiu logo depois. Shiva com um mudrá aplacou sua fúria. Ele ordenou que formassem um exército para servi-lo, e eles obedeceram docilmente.
Em seguida, os saddhus atiraram uma caveira contra o Senhor Shiva. Ele a agarrou no ar e colocou-a para enfeitar os cabelos.
Os saddhus, indignados com seus fracassos, tentaram usar seus mantras maléficos para destruí-lo. No entanto, eles se agruparam e tomaram a forma de um som terrificante que saía de uma concha (shank). O Mestre apoderou-se da concha e a conservou em sua mão, pelo que passou a ser chamado de Shankar.
Os saddhus, que pareciam nunca desistir de destruir o grande Mestre Shiva, fizeram um novo trabalho de magia negra, acendendo outro grande fogo do qual saiu um poderoso gênio denominado Avidyá ou Muyalakan. Ordenaram-lhe que usasse o fogo e matasse o Mestre. No entanto, Shiva apanhou o fogo com a mão, derrubou o gênio e pisoteou-o.
Os saddhus lançaram maldições e injúrias contra o Mestre. Nenhuma foi eficaz. Muyalakan, esmagado pelos pés de Shiva, debatia-se mas não conseguia pôr-se de pé. Shiva começou a dançar sobre ele e o Universo tremeu.
Quando a dança parou, os saddhus prostraram-se aos pés do Mestre e cantaram-lhe louvores. Shiva ordenou-lhes que, daquele momento em diante observassem os sádhanas e passassem a seguir uma vida piedosa. Depois disso, voltou para a sua morada no Monte Kailash, casou-se com sua Shaktí e viveu feliz por toda a eternidade. Até hoje, em todo o mundo, pratica-se a arte de força, poder e energia criada por Shiva e com a qual ele venceu todos os obstáculos.




terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 2:38
yoganosjardins.com.br
Esse texto é muito bom.
Nele vemos como nosso querido Mestre tem coisas em comum com Shiva!
Beijos
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 3:37
danielcambria.com
Show de bola.
Adorei, Mestre!
Beijo.
Dani.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 7:03
yogarivegauche.fr
Texto que mostra muito o que é DeRose
Inspirador e único.
Je t’embrasse
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 8:02
yogaemmovimento.com
Oi, Mestre! É muito legal buscar cada trecho deste conto nas famosas estatuetas que representam Shiva Natarája.
Obrigado!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 8:22
paraviverbem.com.br
Ao conhecer o Mestre, é impossível não relacioná-lo com esse conto. Força, poder e energia é o que vejo ao olhar a paixão com a qual lidera o SwáSthya.
Abraço do Caio
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 9:16
yoganorio.com
Liiiiiiiiiiiiiiiiiindo, Mestre!
Adoro esses contos… inspiradores…
…e divertidos tb! Me lembrei aqui do Chachá em Saquarema… hehe
Beijos e saudades!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 9:25
yogacopacabana.com
adorei a historinha!!!
bom dia
mel
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 9:58
Qualquer dia… num futuro próximo, compilamos estes textos e publicamos mais alguns livros.
Obrigado Mestre, por tudo.. por tudo!
Grande abraço!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 10:10
yogaantiguo.cl
La historia se repite pero ahora todos lo diiscípulos defenderán al Maestro con acciones efectivas!!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 11:58
vivaswasthya.blogspot.com
Muito legal Mestão, adorei o texto.
estou me viciando nesse blog, hehehe.
Beijão!
Vivas
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 13:31
Que texto legal Mestre!
Forte Abraço
Enio
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 14:07
yogapress.wordpress.com
É um conto que emociona… E inspira a caminhada.
Faz-me lembrar da força, garra e coragem do Mestre nos primórdios da nossa história, a do SwáSthya.
E me fortalece para continuar e passar a frente toda essa cultura.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 14:13
Concordo com a Fê!
Abraços!
Isaac
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 17:16
Eeee Mestrão,
nosso Shiva do século XXI!!
Hehehe
terça-feira, 16 de dezembro de 2008 às 21:52
Mestre, que Shiva o abençoe a todo o momento com a Força, Poder e Energia que o caracterizava!!
Obrigado por inspirares nossas vidas!
Bem haja
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 às 0:03
Achei muito legal, mas gostaria de ouvir mais.
Alguem sabe um filme que mostra a vida de shiva?
Acho que eu fa vi algo parecido.
Um grande abraço
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 às 2:37
Thanks for the great story Master!
We are waiting for you with open arms in Argentina!!!
Beijo
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 às 15:03
Que lindo Mestrinhooo! Fiquei muito feliz e emocionada ao ler este conto! Complementou meus conhecimentos e fortaleceu mais ainda meus laços com o SwáSthya Yôga, eternamente..!
beijos com carinho,
Carla Cordeyro
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008 às 0:26
¡Mestre DeRose!
En este cuento, el ¨poder¨ fue indiferente a cualquier casta o cualquier credo (principio, ideal).
…en nuestra realidad objetiva, ¨todo¨el Yöga no podía contar con equilibrio más perfecto, que Su Capacidad de Realización, admirado Mestre DeRose. Capacidad que le permite constantemente desarrollar, a su máximo expresión, el ´siddhi¨ de la comunicación, con una fuerza exponencial en comparación con cualquiera que se asuma como su adversario (del Yöga Primitivo, auténtico, que Usted celosamente resguarda) y que ostente también el mismo poder, aunque en menor medida, transformador de mentes.
¡Sea Usted, entonces, nuestro ideal más preciado!
Reverencias y cortesías,
Franco
Lima-Perú
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008 às 0:22
cardapium.blogspot.com
É sem dúvida, muito difícil reconhecer nos osbtáculos e nas suas diversas formas, um propósito de evolução e aprendizado, proporcionado pelo acto de sublimação dos mesmos afim de nos auto-superarmos e crescer. Essa foi mais uma preciosidade que colhi de si, Mestre, agradeço muito a sua existência, e todos os dias que posso recordar o seu sorriso.
Com sinceros e profundos votos de felicidade infinita.
domingo, 21 de dezembro de 2008 às 19:40
Adoreiiiii esse texto!!!
Parabéns pela iniciativa de ter um blog e pelas matérias que estão ótimas!
Bjs
Beta – Brooklin
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 às 23:24
Adorei.
Esses contos ensinam muito mais do que imaginamos.
Um forte abraço.
sábado, 24 de janeiro de 2009 às 3:17
grande exexmplo de como usar os ateques dos inimigos como ferramentas para atingir seus objetivos e ainda ajudar tanta gente a conhecer algo tao belo so o drose pra conseguir tanto obrigado voce e o melhor
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009 às 17:13
Adorei!
Me lembrei da linda imagem de Shiva que está na sala de aula do Mestre na unidade Jardins!
beijos!
sábado, 4 de julho de 2009 às 5:37
myspace.com/viniciusbregaldabaiaopess
Caramba! Que conto arrebatador! Fica até difícil não fazer nyása com Shiva depois disso!
Um abraço Mestre DeRose!
quarta-feira, 14 de outubro de 2009 às 2:03
Hola mestre.
Pienso que quizás para un yôgin, algunos obstáculos parezcan imposibles. Que tal vez tendrá que permancer solo durante su ardua jornada, para luego de conquistarla, encontrar una compañera con quien identificarse plenamente…
Este último mes, evité comentar cualquier criticar o broma sobre terceras personas. Observé como todos a mi alrededor continuaban haciéndolo. Me sorprendí al verme envuelto entre tanto silencio… Eso ha acentuado el hecho de sentirme solo.
Deducí que el relacionamiento más sincero, es el que un discípulo ostenta con su maestro. Quiciera sentirme así por unos momentos mientras le confieso esto, mestre, para luego pedirle me disculpe por importunarlo con este comentario.
Abrazo,
F.
DeRose Reply:
outubro 14th, 2009 at 10:12
Es siempre importante su participación. Un abrazo de São Paulo.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009 às 2:32
Estimado mestre DeRose:
Significa mucho para mi confirmar que usted aún me permite acompañarlo.
Quería comentarle que en los últimos meses, dejé de trabajar definitiva con el yôga en gimnasios, me mudé a la ciudad de Arequipa, donde logré conseguir un empleo en un restaurante, e implemente un nuevo sádhana… Ultimamente tuve un tropezón… Es mi intención recuperarme para mantenerme enfocado en mi sádhana y estudiar los requerimientos de los examenes para instructor asistente del Método DeRose.
Estoy leyendo el libro ¨sentido de urgencia¨ (¨a sense of urgency¨) -John Kotter¨. Luego ¨los 7 hábitos de la gente altamente efectivas¨(¨the 7 habits of highly effective people¨)- Stephen R. Covey¨, los cuales espero contribuyan en mi propósito por convertirme en una persona proactividad.
Abrazo.
F.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009 às 0:42
Y pensar que aquellos intentos fallidos de los enemigos, aumentaron el poder del Maestro. Cada golpe reforzaba sus reflejos y le permitían utilizarlos a su favor. Pudiendo deshacerse de aquellas raíces de un tirón, él se alimentaba de ellas para seguir creciendo… Eso es tener una dignidad absoluta !
Habrá alguna palabra que contenga a otras como identificación, admiración, amor, gratitud… Seguramente, pero donde más disfruto de sentir cada una de esas palabritas es en la convivencia con la egrégora y cada vez que pienso en vos, en Edgar… en todos los que se esfuerzan cada día y trabajan por seguir creciendo y desarrollando esta Obra. Estoy muy feliz de haber tenido el honor de conocerte.
Besito
DeRose Reply:
outubro 23rd, 2009 at 9:44
Bienvenidos los ataques de los que se suponem enemigos. En verdad, son los más consistentes colaboradores y constructores de nuestro suceso. Otro besito.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009 às 1:07
Olá querido Mestre, adorei o texto, pois deixa claro que as dificuldades e perseguições só servem para nos catapultar ao desenvolvimento e ao sucesso quando decidimos utilizar essas forças a nosso favor.
Obrigado mestrão, mahá abraço!
sexta-feira, 23 de outubro de 2009 às 3:20
Querido Mestre
Sei da sua preocupação com as palavras, suas origens, significados e correta escrita. Tive contato com uma informação que desconhecia completamente. Até então reproduzia a explicação oficial, da vegetarian society (http://www.vegsoc.org/info/whatis.html) que teria se apropriado do termo vegetarian dizendo ser o mesmo proveniente não de vegetables, mas do latim vegetus que nada tem a ver com o Reino Vegetal e assim justificando o consumo de produtos de origem animal como leite, ovos e mel.
De fato, para mim não fazia muita lógica, mas aceitava sem questionamentos. Numa rápida busca em alguns dicionários constatei que a Autora, muito qualificada e responsável pelo artigo que me trouxe este questionamento e reflexão, parece ter razão, pois o vegetariano por definição só consumiria produtos de origem vegetal. O texto pode ser encontrado neste site:
http://www.anda.jor.br/?p=25016
Envio a título de colaboração, como cultura geral, muito embora reconheça que a questão já tenha sido solucionada com o termo vegano (vegetariano estrito, vegetarista ou vegetariano puro) que estabeleceu a diferença fundamental.
Um carinhoso abraço com infinita admiração
Julio Dornelles Goulart, Unidade Copacabana.
===============================
Dic. Aurélio VEGETARIANO [Do fr. végétarien.] Adj. S. m. 1. Diz-se do, ou partidário da alimentação exclusivamente vegetal. ==========================================
Dic. Caldas Aulete VEGETARIANO O mesmo que vegetalista. [é preferível talvez usar esta última forma] VEGETALISTA s.m., f. e adj. partidário da alimentação exclusivamente vegetal. ==========================================
PRIBERAM (http://www.priberam.pt) VEGETARIANO adj. s. m. Que ou quem é partidário da alimentação exclusivamente vegetal. = vegetalista ==========================================
(http://www.dicio.com.br/vegetariano/) VEGETARIANO – Significado de vegetariano adj. Que se refere ao vegetarianismo: regime vegetariano. S.m. Indivíduo que se alimenta só de vegetais. Sinônimos de vegetariano Vegetariano: herbívoro
DeRose Reply:
outubro 23rd, 2009 at 9:40
Por isso, o nome completo do sistema adotado pelo Yôga é lacto-vegetariano, com tolerância para o lacto-ovo vegetarianismo. Este também é o sistema adotado pelos adventistas. Nórmalmente usa-se apenas a redução “vegetariano”, porque é a designação adotada na Índia para os lacto-vegetarianos. A verdade é que há muitas discrepâncias tanto com relação ao nome de cada vertente quanto ao que está realmente correto como alimentação viável e saudável para o ser humano. A prática do lacto-vegetarianismo encontra apoio irrestrito pela classe médica e nutrólogos de todas as correntes. O veganismo não conta com a mesma unanimidade, contudo, seus ideais são bem coerentes.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009 às 6:10
“Até hoje, em todo o mundo, pratica-se a arte de força, poder e energia criada por Shiva e com a qual ele venceu todos os obstáculos.” Perfeito!!
Adoro estes contos!
Um forte abraço, com muito bháva!!
DeRose Reply:
outubro 23rd, 2009 at 9:32
Faço votos de que você e eu também possamos vencer todos os obstáculos com a mesma elegância. Forte abraço.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009 às 7:19
Foi esta força, poder e energia que me conquistou! Ainda me lembro da primeira vez que estive na sua presença, Mestre, em que todas estas características brotavam da sua pessoa e das suas palavras. um beijinhos enorme!!!
DeRose Reply:
outubro 23rd, 2009 at 9:31
Outro beijinho para a Luísa.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009 às 7:34
Bom dia Mestre,
Este texto faz mesmo lembrar a sua vida Mestre,
leva consigo as armas de ataque, que lhe servem
de escudo de proteção, e segue o seu caminho de
cabeça erguida “esmagando ” aqueles que encontra
pelo caminho e que fazem tudo para o destruir.
Assim como Shiva, o Mestre também vai ficar
na História, tenho a certeza disso!
Um abraço do tamanho do Oceano que nos separa!
Ana Maria Marreiros
Portugal
DeRose Reply:
outubro 23rd, 2009 at 9:31
A Ana Maria é muito querida. Gostei do tamanho do seu abraço. Envio-lhe outro, do mesmo tamanho.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009 às 8:29
Bom dia Mestre, muito legal o conto, eu já o conhecia, mas não com tantos detalhes!
É interessante ler o conto relacionando-o com a figura de Shiva Natarája.
Beijos,
Anna Bianca
sexta-feira, 23 de outubro de 2009 às 9:09
Querido Mestre
Ao ler esse conto lembrei-me de que a mitologia conta uma mentira para mostrar uma realidade.
Te vejo logo mais no Insigths.
Um beijo
Márcia
sexta-feira, 23 de outubro de 2009 às 9:22
Querido Mestre, me encantó el texto. Dentro de los diferentes aspectos de Shiva siempre encuentro nuevas enseñanzas, una fuerte empatía, representacion de momentos que nos tocan vivir a todos, hace 5000 años o en la actualidad, tienen correlato sin limite de tiempo o espacio.
Muchas gracias
Un abrazo muy fuerte y mucho cariño!
Livia
Unidad Palermo, BsAs
sexta-feira, 23 de outubro de 2009 às 10:09
joaomarcelomarketingdireto.blogspot.com
Entao, no final, quem pensa que e inimigo vai se render tambem! Sera que falta muito?
DeRose Reply:
outubro 24th, 2009 at 9:38
Não falta muito, não. Mais algumas gerações e essa questão estará resolvida. Um abração.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009 às 12:51
Me encantó la historia Mestre!!! Especialmente porque Shiva no odió a sus enemigos, ni quiso destruirlos, si no por el contrario, los educó. Muy tantrico ¿verdad?
Un fuerte abrazo!
Luciano
Sede Callao – Buenos Aires
sábado, 24 de outubro de 2009 às 17:54
Adorei o conto! Como continua actual….
sábado, 24 de outubro de 2009 às 22:14
Um vídeo legal que achei no YouTube:
httpv://www.youtube.com/watch?v=MwMyiDbQrjY&feature=related
Abraços
Everton
segunda-feira, 26 de outubro de 2009 às 21:02
Inspiradora esta fábula. Lembra-nos que na adversidade há sempre uma oportunidade.
Obrigada!
DeRose Reply:
outubro 26th, 2009 at 23:49
E o seu comentários concede-nos um sopro de esperança.
terça-feira, 25 de maio de 2010 às 3:03
Oi Mestre.
É tão bom postar um comentário e receber uma resposta online!
Eu entrei no Youtube esses dias e apareceram esses vídeos como recomendados. Achei bem interessantes pela idade que tem. São, segundo consta na legenda, de 1938.
Peguei até o Ser Forte para recordar a parte das viagens à Índia, e não parei.
Krisnamacharya Yoga Film
httpv://www.youtube.com/watch?v=cd_eTupTCbI
Esse aqui mostra uma mulher praticando, que acredito devia ser coisa rara na época, fora escolas Shaktas.
Namagiriammal, Wife of Krishnamacharya.
httpv://www.youtube.com/watch?v=0zMffAP1AZM
Iyengar Yoga
httpv://www.youtube.com/watch?v=98__jwnHp9Q
Iyengar Yoga 2
httpv://www.youtube.com/watch?v=_BADXKj-9eE
Finalmente, para efeito de comparação, vendo uma coreografia da Gi Correa, dá pra ver que estamos um pouco mais avançados nessa área.
Abraços,
Fernando Salvio
Al Campinas – São Paulo – SP – Brasil
terça-feira, 25 de maio de 2010 às 3:06
Faltou o link da Gigi…
httpv://www.youtube.com/watch?v=QR7VvEIOcbo
sábado, 11 de fevereiro de 2012 às 20:07
yogatatuape.com.br
Olá Mestre,
muito enriquecedor rever posts antigos.
Adoro desafios. Quanto mais se apresentam os obstáculos, mais interessante e estimulante fica a viagem. É tudo de bom ser herdeiro de Shiva.
Obrigada por ser forte exemplo deste arquétipo.
beijos,beijos…
Cecilia Sampaio – Unidade Tatuapé – SP
DeRose Reply:
fevereiro 12th, 2012 at 0:56
Isso mesmo, Cecília. Beijos.